Divaldo Franco e Waldir Beira - Conversando Sobre Espiritismo

Mansão do Caminho 09/09/2021 (há 4 anos) 59:59 48,024 visualizações 4,462 curtidas

Apresentação: Mário Sérgio

Transcrição

O comportamento é sempre resultado de um hábito que se fixa no inconsciente, passando a expressar-se automaticamente, tornando-se uma das características da personalidade de cada indivíduo. A repetição de todo pensamento que se transforma em ação irá constituir-se um hábito que passará a manifestar a forma de comunicação com o mundo exterior. pela qualidade emocional e moral de que se constitui, passa a traduzir os valores enfermiços ou saudáveis que fazem parte dos relacionamentos pessoais com os outros, transferindo-se de uma para outra existência. Esses hábitos fortalecem-se cada vez mais, apresentando-se como tendências e impulsos que conduzem o seu possuidor com submissão. Quanto mais fixados no inconsciente, mais difíceis fazem-se de ser erradicados, particularmente quando são formados pelo pessimismo, pelo desvio de orientação moral, pelos vícios. É de inadiável necessidade [música] análise íntima em torno das aspirações e das suas manifestações, de modo que se torne exequível na mudança dos hábitos doentios, dando lugar a outras formas de sentir e de viver. Pensar, portanto, corretamente dentro dos padrões de equilíbrio, deve ser a maneira mais eficaz para lograr a paz, o bem-estar. [música] Durante a trajetória física na Terra, os pensamentos armazenados [música] no teu inconsciente constituem a tua identidade perante a vida e será com eles que despertarás além do corpo quando a desencarnação arrebatar-te na direção da imortalidade. Joana deângeles. Boa noite. Vamos dar início agora então o nosso Conversando. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino pastor. As vozes se levantam para convocar a humanidade a uma mudança comportamental. O eco se faz sentir naqueles que tomam o impulso e vão disseminando a tua mensagem aos corações aflitos e carentes de paz. Assim, o joio separa-se do trigo e o trigo bom dá assento por um. fazendo com que haja cada vez mais esperança, amor e lucidez nas almas que agasalham esse impulso renovador na direção da libertação para dias de construções

do trigo e o trigo bom dá assento por um. fazendo com que haja cada vez mais esperança, amor e lucidez nas almas que agasalham esse impulso renovador na direção da libertação para dias de construções mais elevadas, conduzindo a todos pela fraternidade. simplicidade e humildade, como nos legastes este roteiro para a nossa caminhada sobre a face da terra. Alegra-nos, Senhor, e abençoa-nos a todos hoje e sempre. Que assim seja. Para o nosso Conversando sobre Espiritismo desta noite, temos como nosso convidado o senhor Valdir Beira. Iremos solicitar a ele então que faça a sua apresentação para todos nós neste momento. Olá, amigos. Agradeço a oportunidade de estar aqui para essa conversa. Agradeço ao nosso anfitrião Divaldo Pereira Franco, um verdadeiro pai espiritual para todos nós espíritas. E estaremos aqui juntos para um bate-papo em torno do Espiritismo que espero possa nos trazer muita luz e muita paz para os desafios do mundo atual. Muito obrigado, Valdir, pela sua apresentação para todos os nossos ouvintes, teleouvintes, internautas. E a partir desse instante, então, iremos convidar Adivaldo Franco para que possa fazer e proferir a primeira parte da nossa programação da noite e depois, logo a seguir de o intervalo, teremos então a resposta às perguntas que nos foram formuladas. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas, caros amigos que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho e todos aqueles que através das redes sociais estamos buscando um caminho de segurança para a paz. meus votos de plenitude. Nestes dias tumultuados em que os valores éticomorais perderam completamente o seu significado e as ideias filosóficas transformaram-se em camartelos para bater as ideias de dignificação da criatura humana. O espiritismo apresenta-se com seu imenso potencial filosófico, com as suas experiências baseadas na investigação científica e as suas propostas de fé religiosa, formando uma tríade perfeita. Porque antes do Espiritismo, a religião era algo que

tencial filosófico, com as suas experiências baseadas na investigação científica e as suas propostas de fé religiosa, formando uma tríade perfeita. Porque antes do Espiritismo, a religião era algo que somente deveria envolver-se com a imortalidade da alma. Por consequência, através dos dogmas de qualquer uma denominação, as estruturas do comportamento humano, sujeito sempre às variantes do pensamento escolástico de cada doutrina que se apresentava com o caráter salvador. A partir do Espiritismo, houve uma mudança mesmo no conceito da sociologia. A sociologia nasceu exatamente para encontrar os valores que a filosofia não podia tornar realidade. Porque enquanto a filosofia estabelecia regras de bom viver, a sociologia abria o campo para esta vivência, naturalmente dentro de um caráter ético, com uma programática bem definida para a evolução da criatura humana. Antes as religiões estavam presos, presas aos arquétipos da inviolabilidade do pastor, que era a representação carnal da própria divindade. Nós vemos, por exemplo, no Império Romano, a casa Júlia mais de uma vez experimenta esse tormento quando Júlio César, mais tarde Otaviano, se predispõe à condição de ser um deus em carne e osso, recusando-se à progenitura material para fazer parte da grande pleia ali dos deuses do Olimpo. era o desejo natural da criatura, como dirá mais tarde Freud, depois de vencer as injunções da paternidade biológica, deixasse aprisionar pelo conceito de um pai que transfere para o infinito na condição religiosa deste ser ou deste algo que embala o universo. O espiritismo então surge no campo, um campo tubultuado, um campo terrivelmente minado pelas forças da dominação, especialmente na França, na casa dos burbons, desde os momentos difíceis da revolução de 1571, a noite de São Bartolomeu, ao momento em que Napoleão Bonaparte, por volta de 1802, manda prender o Papa Pio V em F de Blue, criando uma situação muito desagradável com o Vaticano. religião tem o seu aspecto sociológico, unir as pessoas, ao mesmo tempo, manter

rte, por volta de 1802, manda prender o Papa Pio V em F de Blue, criando uma situação muito desagradável com o Vaticano. religião tem o seu aspecto sociológico, unir as pessoas, ao mesmo tempo, manter da ritualística um modus operante para toda a sociedade e estabelecer as premissas e primícias de um reino de bênçãos para aqueles que se sujeitarem às determinações e outro reino de trevas, de sombras, de dor para aquele que se revelava contra as determinações teológicas. Aparece então uma doutrina livre de pensamento. A religião esmaga, comprime, o espiritismo liberta, abre horizontes novos e seja uma visão imensa da imortalidade e sobretudo ressuscita em pleno século do materialismo dialético na Europa, a palavra de Jesus Cristo, que se encontrava crucificada dos dogmas e dos poderes temporais das casas. imperiais. A Revolução Francesa não conseguira derrubar o poder da aristocracia, porque Napoleão ao chegar criou uma nova oportunidade de império. Ele próprio se torna imperador. E por volta de 1857, quando aparece espiritismo, está no poder Napoleão I, seu sobrinho Neto. E ele está na condição também que a revolução detestada. nasce uma doutrina que está fundamentada sobretudo nas experiências humanas. E a grande preocupação dessa doutrina é tornar claro, simples as razões da transcendência que devem fazer parte do nosso cotidiano. Ainda hoje pergunto, mas afinal o que é o espiritismo? porque tem a sua vertente religiosa, mas tem a sua vertente prática, tem o seu lado de apresentação de natureza libertadora pela lógica, mas também tem as suas disposições éticomorais que dão a segurança acima de tudo para o indivíduo ser livre dentro do respeito à liberdade do seu próximo. Não há muito. Eu ouvi alguns comentários muito curiosos. O comentarista dizia: "Para mim não é o espiritismo o consolador, para mim o espiritismo é uma filosofia. Mas afinal para ele, o espiritismo não era espiritismo. Porque espiritismo é uma filosofia que Allan Kardec codificou e denominou, estabelecendo uma estrutura

, para mim o espiritismo é uma filosofia. Mas afinal para ele, o espiritismo não era espiritismo. Porque espiritismo é uma filosofia que Allan Kardec codificou e denominou, estabelecendo uma estrutura de natureza filosófica. Então, qualquer uma coisa que descrepe dessa estrutura filosófica já não é espiritismo, embora tenha alguns dos pilotis do próprio espiritismo. A imortalidade da alma é a base de todas as religiões. No entanto, não são todas religiões o espiritismo. A crença em Deus é o alicece da fé religiosa. No entanto, nós temos o politeísmo, a visão monoteísta, temos as conceituações, conceituações esotéricas de alta transcendência e temos a mensagem soberana do Espiritismo, que nos apresenta um Deus criador que está perfeitamente enquadrado nos cânones da doutrina científica da origem do universo e ao mesmo tempo da palavra de Jesus. Jesus chama o meu pai, nosso pai. E o espiritismo pergunta: "Mas quem é Deus?" E a resposta dos seres imortais e acima de tudo esse Deus, uma realidade transcendente, é o grande pensador, é o grande arquiteto do universo, como dizem os maçons. Então, que é o espiritismo? O espiritismo é a ciência que estuda a origem, a natureza, o destino dos espíritos e as relações que existem entre a criatura encarnada e os imortais. E Deus, Deus é a causa primeira do universo. A inteligência suprema entrar em detalhes é procurar humanizá-lo e colocá-lo dentro de uma definição. Então Jesus quando vem ter conosco, ele diz esses verbes: "Eu não vos deixarei órfãos. Eu vos mandarei o consolador. Tem o detalhe. Rogarei a meu pai e ele vos mandará o consolador, que é o espírito de verdade, que ficará convosco, que vos ensinará todas as minhas lições que forem ouvidadas e dirá coisas novas, ficando convosco até o final dos ervos. Ora bem, isto nos preenche a todas as necessidades filosóficas, a todas as inquietações científicas. Como entender o incognosciível? A própria lógica nos dirá que ao entender o incognocível, ele já não é essa realidade transcendente,

s as necessidades filosóficas, a todas as inquietações científicas. Como entender o incognosciível? A própria lógica nos dirá que ao entender o incognocível, ele já não é essa realidade transcendente, porque ficou contida em uma denominação vestida de palavras. Então o espiritismo vem como conforto. Allan Kardec tem a ocasião de informar. Pergunte-se por acaso a aqueles que perderam os seus familiares? Que conforto lhes dá o materialismo? E concluirão que o materialismo não tem nada para lhes oferecer? Que dirá aquele que neste momento vê o ser amado vitimado pela pandemia em uma expressão mais tormentosa e caminha diretamente no sentido da dissolução molecular. dizer que a vida se fina, termina e nós voltaremos a inquirir. Então, essa força que há 2 bilhões de anos produziu a primeira molécula, a primeira monera da qual se vai estabelecer a manifestação do ser que pensa em nossa realidade, humanidade, até o ser que transcende na realidade espiritual. Se de repente tudo isso se apaga como a bola de sabão que explode no ar e desaparece porque o seu oxigênio volta à atmosfera comum. O espírito vem dizer que a vida tem uma finalidade, é uma essência trabalhada por um pensamento superior para dizer que tem sentido viver mesmo nestes dias tumultuados, nestes dias conflitivos, nós poderíamos trabalhar em prol da nossa felicidade, da plenitude, do nosso equilíbrio, seguindo apenas Uma regra simples, a amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós próprios. Aí está uma síntese e meia dúzia de palavras que abarca o incognocível, o cosmo, essa realidade que muitas vezes nos escapa. E podemos ver nesse momento de loucura e alucinação abrisse uma porta na grande noite de trevas e de conflitos e nascer uma alvorada de pensamento novo. Estamos numa transição muito dolorosa. Não é necessário ter uma cultura acadêmica para perceber que o ser humano, depois de viajar pelas asas da tecnologia, soberbeceu-se e passou a considerar-se o novo Júlio César, o filho de Deus ou dos deuses, ou

ssário ter uma cultura acadêmica para perceber que o ser humano, depois de viajar pelas asas da tecnologia, soberbeceu-se e passou a considerar-se o novo Júlio César, o filho de Deus ou dos deuses, ou capaz de ser propriamente um Deus, a ponto de hoje nós vermos querer driblar a própria morte. Quando se utilizando do cadáver que foi levado a esse estado por uma enfermidade incurável, ele poder esperar o momento em que a ciência possa modificar-lhe a estrutura orgânica e restituir-lhe a vida. Nós vemos esta busca da criatura humana em dribblar as leis da vida, tornando-nos imortais no corpo. E não passa de ser uma utopia, mas uma utopia tormentosa. Imagine eu voltar a viver daqui a 100 anos em uma sociedade totalmente diversa. Apenas eu, com as minhas lembranças, do que me vale a vida. sem nenhum afeto, sem nenhum ponto histórico de fixação, sem ter uma história de mim mesmo, apenas ter escapado da morte e quais as ocorrências que nessa oportunidade do futuro nós teríamos que enfrentar, para as quais, obviamente eu não estarei preparado. Então, o ser humano, depois que se denificou, chegou à van conclusão que lhe era permitido fazer tudo. E nesse fazer tudo, surgiu o monstro da degradação, da perda de sentido humano, da perda de valor ético, da ausência de solidariedade e de espírito de serviço que engrandece a inteligência e faz que ela desate novas manifestações do conhecimento ao infinito cada vez penetramos mais das incógnitas. O que ontem eram interrogações irrespondíveis, agora são conversações do dia a dia. A ciência tem desbaratado praticamente os enigmas universais, mas é necessário que ao lado da ciência, o amor, este sentimento que brota do ser que somos para a criatura que seremos esteja a florir como no cactus. dando flor, sim, mas dando fruto, que ele perpetua a espécie. Então, o espiritismo é o consolador. Então, é uma filosofia a mais, existencialista para o culto do prazer, para os nossos momentos de ócio. É um compromisso que assumimos para com a vida.

a espécie. Então, o espiritismo é o consolador. Então, é uma filosofia a mais, existencialista para o culto do prazer, para os nossos momentos de ócio. É um compromisso que assumimos para com a vida. O meu conhecimento da imortalidade não me faz uma pessoa parasita, torna-me um indivíduo dinâmico, que me convoca a produzir, a sonhar, a criar, a estar sempre à frente do próprio progresso para não ser esmagado pelas conquistas do pensamento e não nos deixarmos submeter às paixões que são derivadas do pensamento. equivocado. Desta forma, essa ciência que os espíritos trouxeram, a ciência da vida, que se caracteriza sobretudo pela indestrutibilidade. Nada se perde em a natureza. Tudo se transforma. É paradigma universal. Porque ao espírito, ao ser, deveria estar determinado aniquidamento, a sua diluição. É que isto se dá através de uma sutil transformação. As religiões estabeleceram dois mundos, o mundo espiritual, o mundo físico. O espiritismo vem diz assim: "Um mundo numa dualidade de apresentação, a forma e a essência. A essência é perene, é anterior, é de natureza indestrutível. A forma, como toda forma, é transitória porque ela é feita de moléculas e as moléculas mudam de lugar enquanto a essência é permanente. Quando falamos vida, tem uma extensão do que Aristóteles dizia: "Vida movimento. Tudo que é movimento é vida". E de tal forma esse significado que os notáveis astrofísicos criaram este conceito no século passado. Para nós cientistas, o universo era uma máquina, mas agora nós constatamos que o universo é um pensamento, porque se dilata e se contrai, tem movimento. E então a isto nós chamamos vida. É, portanto, uma glória meditar nas páginas transparentes em luz do Evangelho Segundo o Espiritismo. Trazê-lo à intimidade em nossa casa e lê-lo para o nosso filho do turbilhão da adolescência com as suas energias em revolução, sem saber como conduzi-las e dizermos disciplina. A disciplina é a lei de ordem do universo. Porque os astos não caem uns sobre os outros por causa das leis de

ência com as suas energias em revolução, sem saber como conduzi-las e dizermos disciplina. A disciplina é a lei de ordem do universo. Porque os astos não caem uns sobre os outros por causa das leis de gravitação universal. Eles obedecem a um espectro adredicas da natureza. Então, disciplina, mas a disciplina é exatamente a linha direcional da consciência. Somente tem disciplina quem tem consciência de si. E o espiritismo é a consciência do amor de Jesus Cristo em favor de todas as criaturas da terra. Desta forma, neste terrível inferno filosófico de comportamento, de tormentos que estamos vivendo, estabeleçamos a nossa linha de disciplina, nos deixando dominar pelas loucuras e façanhas do populismo, das exaltações de qualquer natureza, mantendo fidelidade à vida que nos impõe, acima de tudo, respeito, consideração e finalidade. Façamos uma pausa e vamos atender as perguntas que nos foram dirigidas. Agora, a revista Presença Espírita está [música] disponível no Espiritismo Play. Veja como é fácil acessar. Baixe [música] o aplicativo Espiritismo Play ou acesse sua conta pelo site. Na categoria revista [música] Presença Espírita. Escolha o ano da publicação. Clique em recursos [música] e baixe a edição desejada. Pelo aplicativo é ainda mais fácil. Basta [música] escolher o ano e você já vai direto para as edições. Baixe agora o aplicativo [música] Espiritismo Play. E temos então aqui a primeira pergunta para você, uma pergunta de de Flávio Toledo e diz o seguinte: se a pandemia é uma aprovação e depuração nossa para o mundo de regeneração, o seu prolongamento ocorre por não termos atingido esse objetivo ainda? Muito interessante a pergunta e vemos a constatação de que sim, estamos num planeta de provas e expiação, passando por um período que nos trará logo mais um novo mundo, o planeta de regeneração. Todos inseridos nesse contexto, salvo raras exceções que se constituem os missionários, somos espíritos que ainda precisamos dessas provas e expiações. Aí temos os flagelos

, o planeta de regeneração. Todos inseridos nesse contexto, salvo raras exceções que se constituem os missionários, somos espíritos que ainda precisamos dessas provas e expiações. Aí temos os flagelos destruidores, aí temos muitos movimentos criados pela natureza ou pela própria imperfeição humana que nos vai lapidando o ser. Com certeza a pandemia, ao lado de tantas outras problemáticas é uma dessas. Aprendemos com isso que sim, ainda somos um planeta de provas e expiações e estamos caminhando para o novo passo, o mundo de regeneração. Quanto a sabermos se a pandemia está sendo aumentada, se ela está sendo prolongada, conforme é dito aí na questão, não temos como saber, porque não sabíamos qual era o plano da divindade com relação a ela. Agora sabemos sim que ainda somos um planeta de provas e expiações, passando por esse processo depurador. Divaldo, nós temos uma pergunta aqui de Alana Gus. Eh, você nos poderia falar alguma coisa a respeito de Caibutel? Caibachotel é considerado um apóstolo do espiritismo. Ele nasceu e viveu na cidade de Matão, próximo a Araraquara, no estado de São Paulo. Eminente pensador, tornou-se espírita e na pequenina cidade católica ele criou uma instituição chamada Amantes da Pobreza. Logo depois, seguindo a orientação de Allan Kardec divulgar o Espiritismo por todos os meios ao alcance, ele inaugurou o programa radial nos anos 30 e viajava de Matéu até Araraquara para poder divulgar a doutrina espírita pelas ondas de rádio naquele período já remoto. sua vida é um apostolado de serviço e de caridade. Ele criou uma imprensa e um periódico chamado o Clarim, que até hoje é apresentado mensalmente. E como o Espiritismo vigia de uma forma gloriosa na Europa, ele criou a revista internacional de espiritismo para poder divulgar em língua portuguesa as grandes ocorrências que se davam na Europa e no mundo. A revista internacional de Espiritismo é o patrimônio da humanidade. E a sua obra, que ainda está hoje em Matão, com muita pujança, se tornou uma grande editora.

ias que se davam na Europa e no mundo. A revista internacional de Espiritismo é o patrimônio da humanidade. E a sua obra, que ainda está hoje em Matão, com muita pujança, se tornou uma grande editora. obras fantásticas. Ele as escreveu: "Orador prestigiado porque conhecia o evangelho de Jesus, mas também o Velho Testamento. E nos debates que se faziam então em volta das Escrituras, Kaibar Chutelo deu o exemplo de um grande pensador. Ele era de tradição europeia, viveu uma longa temporada em Petrópolis e embalou a humanidade a partir de Matão, nas mais doces páginas escriturísticas que testemunham a grandeza espiritual da nossa doutrina. Toda a herança dele é repetida com insistência. Hoje, através das páginas de das redes sociais, nós vamos encontrar no YouTube muitos pensamentos, muitas mensagens e também toda a sua obra ao alcance da nossa curiosidade. Então, Caiba Chuteel faz parte daqueles heróis, os grandes pioneiros do momento em São Paulo e no Brasil e no mundo para que a doutrina espírita se implantasse como a religião do futuro. Valdir, uma pergunta que nos chega de Márcia Ferreira. Como o Espiritismo explica o destino? Existe o acaso? Interessante. Kardec vai fazer uma pergunta aos espíritos no livro dos espíritos sobre essa questão da fatalidade, essa questão do fatalismo e que aquilo que alguns alguns chamam de destino. E nós vemos ali a resposta dos benfeitores dizendo que o que existe de fatalidade na vida de uma criatura é a morte. É fatal que um dia todo aquele hoje encarnado partirá para o outro plano pela via da morte. E também nos diz que os espíritos, antes de reencarnarem, estudam as suas necessidades e normalmente escolhem alguns tipos de provações, de expiações para depurarem o seu passado, para se alinharem em direção ao progresso. Essas escolhas elas tendem a acompanhá-lo durante a encarnação. Interessante que ele ainda, eles ainda complementam que essas escolhas são referentes à vida material, porquanto a vida moral ela será sempre livre, porque

tendem a acompanhá-lo durante a encarnação. Interessante que ele ainda, eles ainda complementam que essas escolhas são referentes à vida material, porquanto a vida moral ela será sempre livre, porque cada um de nós tem o seu livre arbítrio. E diante de várias situações pode escolher um ou outro caminho, podem deixar com que aquela situação repercuta no seu ser de uma ou de outra forma. Então, nesse sentido, nós vamos vendo que não há um destino imposto por Deus. Assim um caminho escolhido pelo ser antes de vir para a vida material. Entretanto, esse mesmo ser, pelas suas escolhas, pela sua conduta, pelo a sua vida interior, ainda assim pode modificar aquilo que foi escolhido no passado. Agora, interessante que algo não será modificado, é que um dia ele deixará a vida do corpo pela via da morte orgânica. Mas, entretanto, continuará vivo em espírito e, se possível, depois de uma vida de obrigações, de deveres cumpridos, etc., alcançará a felicidade. Muito bem, Divaldo, nós temos uma pergunta aqui de Rosa Maria. Ela questiona onde está o, digamos assim, o êxito de Jesus, porque a humanidade ainda sofre de muita maldade. Em que aspecto a humanidade melhorou? Melhorou tendo a revelação diante de si. O fato de saber tem um grande significado. O de realizar é que seria a vitória total. O triunfo de Jesus é que 2000 anos após o seu túmulo, ele é mais conhecido do que durante a sua vilegiatura carnal. Imagine aquela época Jerusalém tinha, por exemplo, 100.000 habitantes. Veja a população de hoje. Era, portanto, uma cidade medial. O conhecimento de todo o país era muito marcado dentro dos limites da lei. Jesus vem e abre o horizonte. Entender e espírito e verdade. Não a letra. A letra mata, o espírito vivifica, a forma restringe, o ideal amplia. Então ele veio para ser plantado numa cruz como exemplo. Foi a sua vitória, dizia Paulo. Se ele não tivesse sido morto e ressuscitado, a sua mensagem não teria nenhum valor, como outras tantas que se apagaram através da história. O triunfo de Jesus está em

Foi a sua vitória, dizia Paulo. Se ele não tivesse sido morto e ressuscitado, a sua mensagem não teria nenhum valor, como outras tantas que se apagaram através da história. O triunfo de Jesus está em mim, em você, que sabemos deste homem singular, que nos ensinou a viver absolutamente felizes, com tranquilidade e esperança, quando tudo parece conspirar contra a nossa paz. Valdir, uma pergunta de Pedro Felipe. Ele diz que a mãe dele foi assassinada aproximadamente 12 anos. Como é que fica esses espíritos no mundo espiritual que desencarnam nestas condições? Nós vamos ver no livro dos espíritos Kardec questionando acerca das mortes violentas. E ali a gente consegue distinguir pelo menos dois tipos de experiências. a morte natural, aquela em que a o corpo deixa gradativamente de ter as condições para a vida e vai como se fosse uma vela, uma chama se apagando gradativamente. E o espírito com isso tem uma desvinculação do corpo de maneira mais suave. No caso da morte violenta, os as ligações fluídicas do perespírito ao corpo ainda estão, vamos dizer assim, bastante fortes. E a partir do momento em que o corpo sofre aquele impacto e, portanto, morre, a o desligamento fluídico do perespírito se dará de maneira mais gradativa. Ele será, vamos dizer assim, um pouco mais longo do que no caso de uma morte natural. Agora, isso é em tese, porque a vida que o indivíduo levou quando estava aqui na Terra, ela é determinante para essa forma como o espírito se desvinculará matéria. Nós vemos os benfeitores ensinando que aqueles que têm uma vida mais voltada a paixões, mais voltadas a tudo aquilo que é material, esses terão uma dificuldade maior, um prolongamento maior neste período de desligamento do do perespírito do corpo. ao passo que aqueles que levaram uma vida correta, uma vida de virtudes, uma vida voltada ao bem e o amor, tem um desligamento mais suave. Então, nós podemos fazer essa distinção entre uma morte natural e uma morte violenta. Entretanto, o que vai preponderar de

e virtudes, uma vida voltada ao bem e o amor, tem um desligamento mais suave. Então, nós podemos fazer essa distinção entre uma morte natural e uma morte violenta. Entretanto, o que vai preponderar de como estará esse espírito é o tipo de vida que ele levou aqui na terra. O que vale também nós destacarmos é que aqueles que vão como vítima e não como os algozes, normalmente têm uma assistência, teriam essa possibilidade de ter aliviados os seus sofrimentos e as nossas preces, as nossas boas vibrações, o nosso pensamento positivo, vivo, emitindo o amor, toda a ternura e afeto que sentíamos por eles lhes ajuda muito nesse despertar do outro lado. Muito bem, Divaldo, uma pergunta que nos chega de Rosângela. O que pode levar uma criança que não teve ainda tanto desgosto na vida a cometer o suicídio? Às vezes é uma tendência que vem de existência passada. A criança de hoje é um ex-suicida e aquela fuga foi tão poderosa que no inconsciente profundo, no perespírito ou no inconsciente convencional, ficou a marca, o desejo, porque não tem nem ideia do que é a morte. A morte é aquele desejo de suicidar-se e no inconsciente uma fuga. está fugindo de si mesmo, da responsabilidade que assumiu quando na encarnação anterior viu-se levado ao apagar da consciência porque não teve coragem de enfrentar os desafios e as dificuldades. Normalmente o suicídio em uma fase infantil é uma repetição da experiência fracassada na encarnação anterior. fazer-se, toda vez que se note, uma tendência à melancolia profunda ou a criança diga até em forma de brinquedo, hora desce mato, chama-se e conversa-se com seriedade, dizendo que a morte não existe conforme a pessoa possa pensar, aconselhar até com palavras que a criança não entenda que é o caso da imortalidade, mas dizer que não. Ninguém tem o direito de fazer isto. E Deus não permite que a pessoa destrua o dom que somente ele pode dar. Dessa forma, nós vemos, principalmente no Japão, uma fuga muito grande da infância pelo suicídio face a determinados impositivos

E Deus não permite que a pessoa destrua o dom que somente ele pode dar. Dessa forma, nós vemos, principalmente no Japão, uma fuga muito grande da infância pelo suicídio face a determinados impositivos educacionais, que a criança que não logra aqueles padrões sente-se fracassada, a sociedade exige e não tendo outro caminho baixa para o autoaliquilamento do corpo. Então é normalmente uma repetição. Valdir, uma uma pergunta que poderia ter a ver com a resposta que o Divaldo há pouco nos forneceu vem de Beatriz Gomes. Por que um jovem se torna dependente químico? Isso tem a ver com reencarnações? Sim, pode ter. E liga perfeitamente com a resposta. anterior dada pelo Divaldo, pode ser uma tendência do espírito que já traz essa experiência, já traz algum vínculo com a fuga, com o sentimento de vazio da vida e todo mais, mas temos que lembrar também que no presente esse espírito, mesmo que não tenha uma experiência com um vício ou outro, com a drogadição, ele pode numa cultura que valoriza a droga experimentar e acabar se dobrando a ela. Ele pode ser incentivado a determinadas condutas. Ele pode ser criado num ambiente que lhe traga uma vida sem sentido, um vazio existencial e ele tentar preencher com essas questões. Então sim, nós vamos ter problemas que decorrem de viva de vidas passadas, mas também problemas que podem decorrer da vida presente. E por quê? Porque ainda somos espíritos imperfeitos. E mesmo não tendo tão próximo de nós essas vinculações, muitas vezes esses vícios, algo pode acontecer e nos despertar essa vontade da fuga. Pode nos despertar melancolia que o Divaldo citou, citou. pode despertar em nós uma busca incessante por algo que não sabemos bem o que é. E aí com essa ansiedade toda, com essa perturbação, esse tormento todo, a pessoa buscar uma forma de anestesiar isso tudo que está sentindo. Então o, é importante sempre, conforme nos disse Jesus, vigiar e orar para não cair em tentações. Nós nunca sabemos sobre a nossa vida ou sobre a vida passada de cada uma das

o tudo que está sentindo. Então o, é importante sempre, conforme nos disse Jesus, vigiar e orar para não cair em tentações. Nós nunca sabemos sobre a nossa vida ou sobre a vida passada de cada uma das pessoas. E aos permitirem a aproximação com esse tipo de substâncias, pode despertar algo que lhe fuja ao controle. Então, é importante estarmos continuamente citando essas verdades aos jovens espíritas, mas de maneira geral também a todos os jovens, chamando a atenção para a beleza da vida, para a esperança no futuro, que deles dependerá essa felicidade, que o momento presente pode ser aproveitado. por eles para construir algo diferente e melhor no futuro. Então, as gerações hoje um pouco mais velhas têm essa obrigação de assistir aos jovens e de lhes espalhar acima de tudo a esperança, dando um sentido para a vida de cada um. Muito bem, ô Divaldo, aproveitando esse tema sobre lembranças de vidas passadas, Angelita nos pergunta: "Por que algumas pessoas conseguem ter lembranças das vidas anteriores e outras não? E qual seria a finalidade dessas lembranças?" Essas lembranças não são positivas. Por isso Deus põe o véu do esquecimento. Nada obstante, há determinado tipo de sensibilidade de cada alma para olvidar e para recordar, porque nem todos nos lembramos de nossos sonhos por causa de determinados conceitos mentais e do nosso estado de libertação das coisas. O esquecimento dos fatos passados ajuda-nos a sobrepor-nos a todos eles, principalmente na questão dos ódios, dos débitos graves, mas também dos afetos profundos, porque nós abandonaríamos todo o equilíbrio para ficar num tipo de contemplação ou de prazer afetuoso, perfeitamente injustificável. Então, aqueles que se lembram são lances, evocações, flashes que estão muito vivos em nosso inconsciente e ele servem às vezes para nos explicar a ocorrência de tal coisa. Eu tive um fenômeno muito curioso. No ano de 1962, eu experimentei um drama muito profundo e logo depois, numa daquelas noites, eu tive um sonho peculiar. Eu estava

explicar a ocorrência de tal coisa. Eu tive um fenômeno muito curioso. No ano de 1962, eu experimentei um drama muito profundo e logo depois, numa daquelas noites, eu tive um sonho peculiar. Eu estava viajando e na residência de um amigo que me hospedava ainda do auge das preocupações, eu tive um sonho. E neste sonho eu vivia uma experiência muito curiosa. E esta experiência era a razão do meu drama atual. O sonho referia-se a séculos anteriores, mas era muito vivo a trama na qual eu me envolvera. E então eu fiz um paralelo ainda no sonho de que os acontecimentos atuais eram a culminância daquela história que não foi concluída. Assim também nós temos alguns flashes, algumas reminiscências, mas de pouco significado, a que não nos devemos preocupar nem vincular, porque nada nos ajuda na definição do nosso destino. Bom dia. Hoje nos no Brasil nós temos aproximadamente quase 600.000 pessoas que desencarnaram pela COVID-19. Nós podemos pensar que seria isto um karma coletivo? Nos pergunta Lilian. Como dissemos em outra questão, nós aqui no planeta Terra vivemos num planeta de provas e expiações. Então, de maneira coletiva, todos nós estamos inseridos num contexto em que virão, sim provas e expiações. Não podemos dizer que isso seria um karma coletivo, mas simplesmente alguns episódios trazidos. Eu digo episódios porque na eternidade são frações de segundo, né? São episódios trazidos na nossa experiência carnal para nos auxiliar no progresso, no desenvolvimento, para nos auxiliar até mesmo na depuração de nossos débitos. Então, nesse sentido, são provas e expiações que nós, espíritos ainda imperfeitos, necessitamos experienciar para o nosso progresso. Eh, Divaldo, nós temos uma pergunta aqui de de Afonso. Ele nos questiona se no futuro o espiritismo vai virar uma ciência de um fato assim incontestável. Meu caro Afonso, digo-lhe porque tenho quase um século de vida, o espiritismo já é uma ciência incontestável. Até agora ninguém voltou para dizer que a morte é o fim. No entanto, milhões

ncontestável. Meu caro Afonso, digo-lhe porque tenho quase um século de vida, o espiritismo já é uma ciência incontestável. Até agora ninguém voltou para dizer que a morte é o fim. No entanto, milhões retornam a cada instante para dizerem que a morte é o princípio de uma visão diferente da mesma vida. curioso que através das mais belas experiências da ciência na química, na física, na fisiologia, na psiquiatria, na metapsíquica, as experiências sobre a mortalidade da alma construíram verdadeiros compêndios universais, demonstrando a imortal nas nossas bibliotecas, mesmo modestas, nós temos em nossa casa por mais de 100 títulos a respeito dessa ciência que não pode ser ultrapassada pela sua legitimidade. Então, o espiritismo já é, não será. Valdir, uma pergunta que nos chega de Gláuscia Serra. Uma família eh que possui uma criança que diz ser desequilibrada, obsidiada, e a família também o é cheia de conflitos. Esses conflitos parecem alimentar e piorar o problema da criança. De que forma ela poderia ajudar essa criança? Bem, se ela tiver acesso à criança e condições, por exemplo, de levá-la para uma casa espírita, aonde pudesse participar da evangelização infantil, aprender ali sobre Jesus, sobre o bem, sobre o espiritismo, tomar um passe, a água fluidificada seria ótimo. Melhor ainda se pudesse também ter acesso a essa família e despertar nelas o nas pessoas o interesse para conhecer um pouco mais sobre Jesus, sobre o bem, sobre o movimento espírita, propor fazer o evangelho no lar, propor alguns momentos de conversa, de reflexão. Chico Xavier nos dizia que nessas situações aonde há perturbações, perturbado, perturbadores ou todos perturbados, o melhor de tudo é evangelizar a todos. Então, a forma, cada caso será um caso, mas levar algo de bom, relativo ao bem, relativo ao amor, ao respeito, relativo a essa transformação na vida das criaturas a partir de bons conhecimentos, será muito útil. E enquanto não se pode fazer isso, fazer as preces, mentalizar a criança,

ivo ao amor, ao respeito, relativo a essa transformação na vida das criaturas a partir de bons conhecimentos, será muito útil. E enquanto não se pode fazer isso, fazer as preces, mentalizar a criança, as os familiares numa prece, numa oração, porque lembremo-nos, eles também têm os seus anjos guardiães, que poderão, a partir dessa energia positiva emanada até eles, encontrar os momentos encontrar as oportunidades para ir trabalhando com um e outro e com a graça de Deus eventualmente conseguir conduzir a um bom propósito essa situação. Valdir, chegamos então ao final da nossa programação da noite de hoje. Agradecemos muito a sua participação e convidamos você agora então a fazer a despedida dos nossos teleaudientes. Eu gostaria de agradecer aqui pela atenção de todos, mais uma vez, pelo convite do nosso anfitrião Divaldo e a equipe da mansão por estarmos aqui nesse momento e agradecer acima de tudo a Deus, a Jesus pela bênção que nos dá vida e pelas oportunid idades de aprendizado, pelas oportunidades de experiências que, por mais difíceis que sejam na nossa atual existência, tem o propósito de nos aperfeiçoar, de nos gorilar, de nos fazer crescer e progredir em relação ao em direção ao futuro iluminado que nos espera a todos. Muito obrigado e muita paz. Valdir, muito obrigado. Nós reagradecemos a sua presença pelas respostas precisas e seguras. Agradecemos a equipe da Mansão do Caminho, ao Sérgio, ao Júnior, a professora Solange pela prece de abertura, a direção da Doutora Piedade e a presença Edivaldo Franco entre todos nós. Que Jesus possa nos abençoar e nos dar continuamente a sua paz. Uma boa noite a todos.

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