Divaldo Franco e Eden Lemos • Conversando Sobre Espiritismo

Mansão do Caminho 27/01/2023 (há 3 anos) 1:10:06 37,687 visualizações 4,151 curtidas

Apresentação: Mário Sérgio Toda quinta-feira, realizamos uma breve exposição e, em seguida, recebemos um convidado especial para responder perguntas do público.

Transcrição

Senhor, não somos outros aqueles que aqui nos encontramos reprobos. que envolvemos o passado de delitos, recomeçamos a senda assinalados pelas deficiências, buscando a estrada perdida. Volvemos aos pélagos vorazes onde nos afogamos, [música] aguardando a barca da tua misericórdia que nos levará ao porto da paz. Não nos atrevemos a pedir-te justiça, que pesaria na economia das nossas almas. Suplicamos misericórdia, Senhor, e piedade para nossas limitações, pelos nossos graves erros. Distende-nos, generosa mão, [música] e alça-nos do abismo em que tombamos para as comiadas da montanha da sublimação evangélica, [música] para onde rumamos. Senhor, dignifica-nos com o [música] hálito da tua inspiração. Não nos deixes outra vez entregues a nós mesmos, pois só tu tens a palavra de luz e de vida eterna. Se contigo, Senhor, [música] estamos desolados e tristes, sem ti como estaremos. Utiliza-te, pois do que resta de nós e da argila imperfeita de que nos [música] constituímos. Herige o santuário da fraternidade para os homens, tornando-nos instrumentos da tua paz. Abençoa-nos a [música] todos nós, os discípulos imperfeitos que reconhecemos ser, e concede-nos [música] a luminosa oportunidade de servir-te um pouco mais a benefício da nossa vida. E fica ainda, Senhor, conosco, para que tenhamos tempo de nos impregnarmos de ti, esculpindo-te no país [música] dos nossos corações que já te amam. Bezerra de Menezes. Estamos dando início agora ao nosso Conversando sobre Espiritismo. Para o início dos trabalhos, vamos convidar a nossa irmã Solange Seixas para proferir a prece de abertura. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino pastor, os nossos corações anseiam por ti, Senhor, mas temos [música] dentro de nós ainda determinadas dificuldades que impedem o nosso avanço. Ó Senhor, sabemos que a misericórdia do teu coração se derrama mã cheia sobre toda a terra, mas ainda muitas vezes equivocados, fazemos julgamentos apressados, temos respostas que não são as mais ternas. E a nossa voz muitas vezes se ergue

teu coração se derrama mã cheia sobre toda a terra, mas ainda muitas vezes equivocados, fazemos julgamentos apressados, temos respostas que não são as mais ternas. E a nossa voz muitas vezes se ergue de forma equivocada. Ó Jesus, temos diante de nós os teus ensinamentos, mas como temos dificuldades para transformar o diamante bruto na lapidação necessária para que ele brilhe, como tu dissestes, que brilhe a vossa luz. convidando-nos a sermos melhores do que ontem e menos do que amanhã. Ó Jesus, sabemos que há muitos corações sofridos, tristes, à beira de desistirem, mas a tua bondade não permite que avancem um passo na direção do abismo e que vozes que muitas vezes se erguem para a esperança ser renovada nos corações. Trazem de volta a lucidez aqueles que, perdidos e equivocados se precipitam, mas tu és o grande timoneiro das nossas vidas. Ó luz que jamais se apagará. Ó vibração divina que aquiieta e regenera os corações. Vem, Senhor, vem e dulcifica as nossas vidas para que, sabendo ser gentis eternos, possamos nos alimentar. das vibrações uns dos outros, prosseguindo na direção do Pai, com a certeza de que tu estás ao nosso lado e quando derrapamos, a tua mão generosa nos levanta. Abençoa, Senhor, a nossa noite de aprendizado e de paz. e permite-nos sonhar com as estrelas, tendo a certeza de que tu estás conosco hoje, agora e por todo sempre. Que assim seja, muito boa noite a todos. Nosso, conversando sobre o espiritismo, ele é dividido em duas partes. Essa primeira parte, uma palestra do Divaldo. Na segunda parte perguntas e respostas. Aqueles que tiverem interesse já podem a partir de agora enviar as suas questões. Nós temos a nossa equipe, tem papel, tem caneta e o Divaldo, juntamente com o nosso convidado, irão responder as perguntas na segunda parte da nossa programação, após o pequeno intervalo que iremos realizar. O nosso programa ele é presencial no nosso cenáculo e também transmitido pelos canais do YouTube, pelo Instagram e no Facebook. Então, hoje o nosso convidado

s o pequeno intervalo que iremos realizar. O nosso programa ele é presencial no nosso cenáculo e também transmitido pelos canais do YouTube, pelo Instagram e no Facebook. Então, hoje o nosso convidado é o Éden Lemos, ele é diretor do Departamento de Infância e Juventude e segundo secretário da diretoria da Federação Espírita do Rio Grande do Norte. Então nós convidamos o Éden para que possa conversar conosco um pouco nessa introdução ao nosso Conversando sobre Espiritismo. Estimado irmão Mauro Sérgio, Divaldo, todas e todos que nos acompanham aí na mansão do caminho, como também nas redes sociais. É um prazer imenso estarmos juntos envolvidos pelo clima espiritual do nosso mestre Jesus, podendo conversar mais uma vez acompanhando o nosso Divaldo nas suas reflexões em torno do pensamento espírita. Muita paz e é uma alegria imensa estarmos aqui, Mário Sérgio. Obrigado, Éden, pelo seu retorno, a nossa convivência. E agora então nós iremos passar a palavra a Divaldo Franco. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas, caros amigos que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho, nossos votos de muita paz. Quando o Papa Francisco foi eleito e recebeu o convite para vir ao Brasil na sua missão apostólica, todas as vistas foram dirigidas a este homem considerado a maior autoridade da Igreja Católica Apostólica Romana. E chegando ao Rio de Janeiro, as suas primeiras palavras foram muito significativas, porque o mundo católico esperava um discurso brilhante, caracterizado pela pompa, pela grandeza. E ele, com a maior naturalidade do mundo, disse: "Eu vou repetir uma cena do Evangelho de Jesus. Logo depois da sua morte, os discípulos ficaram atordoados sem saberem exatamente o que fazer. E como obedeciam as orientações do templo, passavam a realizar as atividades visitando o santuário. E numa daquelas vezes, estando Pedro e João no santuário grandioso de Jerusalém, terminado o ofício religioso, eles saíram tranquilamente. Mas à porta, como ainda hoje, acumulavam-se os

o o santuário. E numa daquelas vezes, estando Pedro e João no santuário grandioso de Jerusalém, terminado o ofício religioso, eles saíram tranquilamente. Mas à porta, como ainda hoje, acumulavam-se os mendigos, os sofredores, os necessitados, os doentes de várias patologias. E então um paralítico vendo Pedro e João sorridentes, pelas alegrias de haver escutado a velha Bíblia, destendeu-lhe a mão e solicitou-lhe: "Rogo-te uma esmola, pelo amor de Deus". E Pedro ficou embaraçado porque ele não dispunha recursos. Afinal, ele estava ali a grande sacrifício econômico. Estava hospedado na casa de uma amiga, a mãe de João Marcos, que mais tarde escreverá o terceiro Evangelho, o Evangelho de Marcos, também chamado João Marcos. E então ele disse para o homem doente: "Eu não tenho prata nem ouro para te dar. Mas o que eu tenho dou-te, levanta-te e anda. O paralítico aturdido, olhou bem para ele e ele, depois de haver anunciado esta frase tão significativa, permaneceu fitando aquele homem emaranhado nas terríveis amarras de uma obsessão física. E o homem levantou-se, levantou-se para espanto de todos e caminhou um pedaço de chão. Então houve aquele júbilo generalizado, a surpresa, porque os fenômenos físicos sempre nos surpreendem e produzem um grande impacto emocional. A partir daquele momento, as pessoas que tinham familiares doentes procuravam Pedro para que ele as curasse das suas doenças, das suas paralisias, dos seus transtornos mentais. Eu estive pensando muito a este respeito, porque sendo o espiritismo uma revivescência do cristianismo, porque esses fenômenos escasseiam tanto? E lembrei-me que no dia 25 de junho de 1955, eu me encontrava no Rio de Janeiro viajando para proferir palestra pela primeira vez na cidade de Uberaba. Aquela época as viagens aéreas eram inúmeros compreensivelmente muito menores e, por consequência muito mais difíceis para ir-se até Uberaba residindo aqui. Devia pegar um avião, ir até o rio, perdoar no rio para no dia seguinte às 6 da manhã pegar um outro voo com o

to menores e, por consequência muito mais difíceis para ir-se até Uberaba residindo aqui. Devia pegar um avião, ir até o rio, perdoar no rio para no dia seguinte às 6 da manhã pegar um outro voo com o destino Uberaba. que fazia Uberaba e Ribeirão Preto, São Paulo. E então eu estava ali porque eu havia no mês de dezembro anterior, no dia 9 de dezembro anterior, eu estivera na cidade de Franca, considerada a Atenas do estado de São Paulo. E naquela oportunidade eu havia sido convidado para proferir uma conferência para jovens que haviam terminado o curso ginasial do educandário Pestalose, que havia sido fundado por um discípulo de Euedes Banufo. Para quem não sabe, Euedes Banúfo médium, eminente de uma cidadezinha do Triângulo Mineiro chamada Sacramento. Ele era portador de uma mediunidade semelhante a de Chico Xavier e veio à terra para preparar o campo para que Chico Xavier tivesse a oportunidade de desenvolver este programa missionário por quase 80 anos de atendimento a milhões de pessoas. Basta dizer que as suas obras mediúnicas já foram vendidas em mais de 30 milhões de exemplares. É o autor sul-americano mais vendido da literatura. E então, Eurípedes Bassanfo era um grande místico portador de uma mediunidade quase que raiava ao absurdo e criou um grupo. No dia 1eo de janeiro de 1900, ele criou uma escola na pequenina Sacramento e deu essa escola o nome de colégio Allan Kardec. Mas como havia crianças órfãs, abandonadas nas velhas fazendas, ele resolveu abrir um orfanato, palavra hoje superada, substituída por lar de menores. E não tinha muito espaço, era um casarão e próximo uma casa tradicional. Ele colocou na casa tradicional as crianças. Mas à medida que as notícias corriam, passaram a visitar Eípedes também pessoas com transtornos mentais, aqueles doentes mentais que deambulavam pelas cidades. Era muito comum, e ainda talvez encontrarem-se em muitas cidades do interior pessoas doentes mentais que se tornavam vultos populares. E Eurípedes, contando poucos auxiliares,

ambulavam pelas cidades. Era muito comum, e ainda talvez encontrarem-se em muitas cidades do interior pessoas doentes mentais que se tornavam vultos populares. E Eurípedes, contando poucos auxiliares, dava aulas no seu instituto, além da grade escolar comum, astronomia. Em as noites, ele reunia os alunos embaixo de uma árvore que produz uma planta chamada Ole. É uma planta muito típica do local. E aí ele falava dos astros das casas moradas de Deus e criou espíritas eminentes que eu iria conhecer a partir dos anos 50. Ele desencarnou por volta do dia 2 de novembro de 1918 com a gripe espanhola. E entre esses, um deles destacou-se como um grande intelectual. Foi residir na cidade de Franca, ao lado de outro, um eminente dentista, e trouxeram para aquela cidade, para os arredores, a porcritude da doutrina espírita, apresentando-a de uma maneira incomparavelmente bela. E a primeira coisa que o Dr. Noraldino fez foi erguer uma escola que desse continuidade à escola primária. Aquela época, a educação, sempre deficiente, principalmente hoje, era assinalada por dificuldades quase infinitas. E então esse colégio chamado Pestalose, em homenagem ao grande educador suíço, que foi mestre de Allan Kardec, realizava no dia 9 de dezembro de 1954 a primeira formatura. E como eu era jovem, tinha 27 anos, fui convidado para realizar a viagem do Recife, no qual eu estava. até Franca. Foram 16 horas com três viagens de avião. E após terminada a conferência, um grupo de cinco rapazes acercou-se e perguntou onde eu morava que fazia. Eram espíritas de Uberaba. E um deles, Emanuel Chave, emérito, escritor e jornalista, convidou-me para fazer uma série de palestras em Uberaba, no Triângulo Mineiro. Então nós aquiemos e na oportunidade bem posterior, portanto junho de 55, iniciamos o nosso pélo pelo Triângulo Mineiro, que se repete até há 3 anos por época da eclosão da pandemia. Mas então eu perdootei no Rio de Janeiro e como os meus recursos pecuniários eram poucos, eu hospedei-me numa pensão, o

Triângulo Mineiro, que se repete até há 3 anos por época da eclosão da pandemia. Mas então eu perdootei no Rio de Janeiro e como os meus recursos pecuniários eram poucos, eu hospedei-me numa pensão, o hotel muito modesto ali no centro da cidade, na Lapa, porque ficava perto do aeroporto Santos de Mon, o que me facilitava pegar o avião com pouca despesa de táxi no dia seguinte, mas por uma coincidência naquele período estava sendo realizado no Brasil o 36º Congresso Eucarístico Mundial e foram atraídas à aquele local imenso na Praça Paris, onde foi feito uma amplia feita uma ampliação muito grande quando se deboliu o morro que tinha no coração. da cidade e ali se implantou o altar bó. Então, para essa festividade grandiosa, o mundo inteiro compareceu. 1 milhão de pessoas acreditava-se que na abertura havia 1 milhão de pessoas. E como o hotel que eu estava ficava de fronte da praça, eu pude acompanhar da janela todos os atos litúrgicos. a presença do cardeal, representando o papa que não pôde vir e sem dúvida era um desnudamento. As vestes dos cardeis, dos bispos, dos arcebispos, dos monsenhores e dos padres em geral, era de uma beleza incomparável. E o ofício religioso, muito bonito aos olhos, um coral de mil vozes acompanhando a celebração da missa, embora o ato fosse noite. Eu fiquei deslumbrado porque no espiritismo nós não temos solenidades dessa natureza. Não temos rituais, cerimônias, não temos quaisquer forma de gratulações terrenas, promoções. Este é o líder principal, esta é a médio mais importante, este é o dialogador famoso. Não tem nada disso. Somos ovelhas que pretendemos a mansuetude do mesmo rebanho, no qual só existe um pastor, que é Jesus Cristo. Os demais são pessoas experientes, amigos que vivenciaram horas difíceis e se tornaram modelares, exemplos de conduta, de sofrimento resignado, de coragem, de devotamento à causa do bem. Então eu fui de uma emoção incrível que não pude dormir. E como o avião era 6 horas da manhã, mais ou menos às 4 horas, eu estava sem dormir, levantei-me

do, de coragem, de devotamento à causa do bem. Então eu fui de uma emoção incrível que não pude dormir. E como o avião era 6 horas da manhã, mais ou menos às 4 horas, eu estava sem dormir, levantei-me e comecei a orar, pedindo a Deus que me inspirasse na viagem que eu ia fazer pelo Triângulo Mineiro, Uberaba, Uberlândia, Araguari, Itapeciguara, eram oito cidades, cada dia numa cidade uma conferência. E eu me imaginava um jovem funcionário modesto de uma autarquia, sem recursos, somente a inspiração divina que de quando em quando a misericórdia dos bons espíritos trazia até mim. E então ali muito emocionado, eu comecei a fazer o paralelo entre o poder da terra e o poder de Jesus Cristo. Eu venho para que tenhais vida, foi o que ele falou. Mas que vida em abundância, não só a vida material, mas a vida sobre todos os aspectos. Pois bem, nesse momento a minha mentora espiritual, que eu não sabia quem era, eu chamava um espírito amigo, não sabia de quem se tratava, mas que era a portadora de uma sabedoria incomum, acercou-se, me pediu para abrir a janela de onde eu podia ver o altar monumental, onde hoje tem o edifício, monumento dos pracinhas. ali na praia e ela disse: "Meu filho, quando chegar ao aeroporto, compre o jornal do dia. Você está deslumbrado com a pompa terrestre, não é verdade?" Eu disse assim: "Senhora". E então a voz, eu chamava o espírito amigo a voz, a voz me disse: "Quando Pedro e João saíram do templo, curaram. Veja no jornal quantas pessoas curaram, quantas foram curadas, quantas mulheres equivocadas daqui desta região arrependeram-se e passaram para o amor de Deus. Quantos miseráveis foram amparados pela massa. Quantos sofredores tiveram suas lágrimas enxutas. Procure isto. E eu então quando cheguei ao aeroporto, eu adquiri um jornal muito famoso na época e falava da pompa. Falava que o prefeito do Rio de Janeiro, para apresentar a cidade como sem problema, mandara para outra cidade os mendigos. Eles foram caçados pela polícia e foram levados para outras cidades. Aliás, não

ava que o prefeito do Rio de Janeiro, para apresentar a cidade como sem problema, mandara para outra cidade os mendigos. Eles foram caçados pela polícia e foram levados para outras cidades. Aliás, não foi a única vez, é hábito, pelo menos no Rio de Janeiro, tirarem a miséria exposta, como se a miséria visível fosse a mais gravel. A mais grave é a miséria invisível, é o cancro. Esse cancro que come o indivíduo com uma aparência linda, a semelhança do cupim que devora uma estátua grandiosa e somente fica a casca muito leve para arrebentar-se com facilidade. Então, não falava de nada espiritual, só falava das grandezas terrenas. E para mim foi uma lição de vida. A vida inteira. Eu me lembrava e me perguntava quantas pessoas você já curou, Divaldo? Nenhuma. Quantas você já libertou das paixões? Nenhuma. Quantas almas desalgemou das misérias a começar de você mesmo? Nenhuma. E então eu nesse largo período tenho procurado dizer que o espiritismo é uma luz que nós carregamos para iluminar a consciências humanas. Mas há um detalhe sutil. Quem acende uma luz ilumina-se primeiro. Quem carrega uma luz tem claridade diante das vistas. Então, para esse intróito das nossas perguntas, me veio a ideia de falar desse trabalho interior, da nossa renovação constante, da nossa sintonia com as entidades venerandas, para que aqueles que desfidam as suas dores, que nos vem pedir socorro, não saiam decepcionados da nossa pobreza. pobreza de natureza espiritual, porque de natureza humana e material até que temos muito, porque a primeira palestra de nossa casa foi embaixo de uma mangueira. E a primeira carteira da nossa escola, que hoje em vários setores são mais de 2500 crianças, foi um caixão vazio de cebola no quintal da casa. Então nós já temos muito mais de luz interior, de beleza espiritual, isso é o que vale. Então, nestes dias turbulentos de luxo, luxúria e desgraças humanas, de grandezas, de traições, de misérias, de poder e de necessidade, que a nossa fé restaure no nosso mundo íntimo a nossa

que vale. Então, nestes dias turbulentos de luxo, luxúria e desgraças humanas, de grandezas, de traições, de misérias, de poder e de necessidade, que a nossa fé restaure no nosso mundo íntimo a nossa paz. que a nossa crença em Jesus não seja apenas intelectual, não seja abordada das dos poemas grandiosos da ciência, das reflexões profundas da filosofia, mas sejam do trabalho grandioso da caridade. alguém na Rome que trabalhava numa instituição de caridade e a instituição tinha muitos objetos usados que davam e a ele cabia a tarefa de reparar esses objetos, vender a benefício da própria instituição. E certo dia, o funcionário, aliás, um homem de bem da instituição, viu que havia uma geladeira que estava enferrujada ali num canto e se interessou pela geladeira. O amigo também já tinha notado, estava pensando oportunidade para reparar e vender como ferro velho ou talvez como geladeira. Mas o funcionário chegou até ele e perguntou: "Aquela geladeira vai ser vendida?" E ele, zeloso pelo patrimônio da casa, disse: "Vai, vai ser vendida". Qual é o preço? Eu tenho interesse. Ele então ficou olhando para o operário e para a geladeira e fez uma pergunta feliz: "Quanto você acha que vale?" Eles vem uns 200, R$ 250, R$ 300. Eu estou perguntando porque não é para mim. Eu estou querendo comprar para dar a um uma vizinha que vive numa miséria e às vezes ela recolhe alguma coisa para comer e não tem onde botar para guardar. Então eu quero ver se compro para dar a ela. Aí o amigo teve um choque porque aquele homem estava realizando um gesto do seu salário. Ele tirar uma importância, quase 1/4to do seu salário para poder dar anonimamente a uma vizinha mais pobre do que ele. E então o amigo me disse, fiquei com vergonha de mim, de pensar em vender a quem estava comprando para dar e com muitas necessidades, porque é um funcionário excelente, mas é um funcionário modesto. Seu salário é humilde, seus filhos têm problemas. Então isso comove é essa lição sublime de Jesus, enxugar uma lágrima, vermos uma pessoa

rque é um funcionário excelente, mas é um funcionário modesto. Seu salário é humilde, seus filhos têm problemas. Então isso comove é essa lição sublime de Jesus, enxugar uma lágrima, vermos uma pessoa decorada com os poemas do mundo. E então nós sabemos que essa pessoa também chora, também tem noites difíceis e de falar do evangelho como libertação. Gostaria de deixar para reflexões o evangelho de Cristo como sendo a nossa salvação interior, a nossa misericórdia e começarmos a exigir menos. Pessoas que me dizem queriam uma prova, mas prova a gente só tem na cozinha e que está com sal ou sem sal. E é tão variante que uns gostam de sal e outros não gostam. Não se prova. Não se prova Deus, se sente Deus em a natureza, não se prova a caridade, se exercita a ação da caridade. Então, que nós meditemos mais no Evangelho, que façamos uma viagem de volta às palavras carinhosas de Jesus, doces e tão necessárias neste momento de tantos conflitos. a gente sai de um drama para outro, de um problema para outro, de uma dificuldade para um desafio. Então, nós conversando sobre espiritismo, que nós conversemos mais uns com os outros sobre o espiritismo, sobre as belezas desses anjos guardiães que morreram da terra, mas não tem o prazer de serem felizes porque voltam para ficar conosco, nos ajudando, nos socorrendo, porque a felicidade deles é ver-nos felizes. Vamos então à segunda parte. Olá! É com alegria [música] que eu convido vocês para me acompanharem na quarta temporada de nossos estudos [música] da série psicológica Psicologia Espírita com Joana de Angeles. E nessa temporada o tema central [música] será conflitos emocionais e morais para que a gente possa conversar um pouco, pensar juntos a respeito desses temas que nos afligem, que nos perturbam [música] e como podemos transformar essas oportunidades em crescimento e aprendizado. Espero vocês [música] em quartas-feiras às 20 horas na Web TV Mansão do Caminho. Chegou a revista [música] Presença Espírita em Formato Digital.

ormar essas oportunidades em crescimento e aprendizado. Espero vocês [música] em quartas-feiras às 20 horas na Web TV Mansão do Caminho. Chegou a revista [música] Presença Espírita em Formato Digital. Nesta edição, destacamos [música] a força libertadora da filosofia espírita, que tem como missão destruir o materialismo na face da Terra. Em Ciência Espírita, abordamos [música] a temática da inteligência dos animais. E ainda homenageamos três grandes mulheres que muito colaboraram para a implantação e consolidação do espiritismo. Disponível no Espiritismo Play. Então, vamos começar o a nossa segunda parte, perguntas que nos foram formuladas pelos canais virtuais aqui presencialmente. Então, vou fazer a primeira pergunta ao Éden. É uma pergunta de Marilsa Eden. Ou umbral é um estado de consciência ou é um local como uma colônia? Bom, estimada irmã, o que o Espiritismo tem nos esclarecido é que o umbral é uma região do mundo espiritual que recebe as projeções das emoções e atitudes humanas, tanto dos reencarnados que aqui estamos, quanto os desencarnados. que habitam esse espaço. Então, ao mesmo tempo, é um local que é construído pelas projeções mentais e emocionais de todos os habitantes da Terra. Esse local ele fica próximo à crosta terrestre e segundo os relatos de André Luiz, ele, portanto, é um espaço, logo metaforicamente, simbolicamente, apresentado como a porta primeira que nós adentramos o mundo espiritual. No entanto, o Umbral não é um local definitivo para essa realidade que desde o relato de André Luiz até hoje ainda permanece como um espaço com essas características que ao exteriorizarmos as nossas imperfeições, nós construímos esse espaço com as nossas emanações mentais. Quando a Terra evoluir, a partir da evolução de cada um de nós nesse esforço diário que o próprio Divaldo nos convidou, reforçando a necessidade dessa luta cotidiana e as nossas emoções se transformarem de emoções baseadas no egoísmo, no orgulho e na vaidade para as virtudes dos ensinamentos. do amor que Jesus nos

dou, reforçando a necessidade dessa luta cotidiana e as nossas emoções se transformarem de emoções baseadas no egoísmo, no orgulho e na vaidade para as virtudes dos ensinamentos. do amor que Jesus nos deixa e nos convida diariamente, as nossas projeções mentais, emocionais se renovarão e esse espaço deixará de ser esse espaço de expressões das nossas imperfeições intelectomorais para ser um espaço também feliz. Então, momentaneamente, o umbral é aquilo que André Luiz no livro nosso lá nos apresentou. Mas o dia que a população terrena vibrar no amor, ele deixará de ser aquele espaço, refletindo as nossas projeções emocionais e intelectuais sintonizadas na lei de justiça, de amor e de caridade. Muito obrigado, Helen Divaldo, uma pergunta de Ronaldo. Como fica o espírito de uma pessoa cuja vida é mantida por aparelhos como devem agir os familiares? O espírito permanece vinculado ao corpo e sofre os limites de não poder comunicar-se como alguém que está imobilizado de forma vigorosa por forças estranhas. Normalmente o espírito gostaria de libertar-se, mas ainda restam muitas energias que os aparelhos mantêm. Então, nós deveríamos ter muito cuidado ético na manutenção desses aparelhos, não manter sinedie indefinidamente, porque indefinidamente eles podem manter o pulmão funcionando, o coração, mas o espírito ficará ali também para descer de junção dolorosa. momento em que a aparelhagem física deixa realmente de produzir, os últimos vínculos se desfazem. E às vezes acontece que mesmo adivindo a morte física, o espírito fica ligado aos destroços materiais, acompanhando a sua dissolução de acordo com o seu estado de materialidade. Porque muitos espíritos sensualistas, materialistas, acostumados somente às questões da matéria, se apegam de tal forma que produzem vínculos que vão além do fenômeno biológico do encerramento da morte. Mesmo com aparelhagem já concluída, inútil, o coração parado, mas o perespírito está ligado ao corpo e através do perespírito ele sofre a decomposição cadavérica.

o biológico do encerramento da morte. Mesmo com aparelhagem já concluída, inútil, o coração parado, mas o perespírito está ligado ao corpo e através do perespírito ele sofre a decomposição cadavérica. O que que é válido? que nós pensemos na morte com naturalidade, que nos acostumemos, que tenhamos um apego, zel cuidado, mas que lembremos que é uma roupa, é um instrumento. E como toda roupagem, todo instrumento tem um período de tempo para o seu desgaste, para o seu uso e que a matéria, o corpo mais belo vai deformar-se e a vida mais longa vai encerrar-se. Porém, no além continua conforme a maneira como nós cuidamos, como nós tratamos do corpo. Se vivemos para o prazer, para a sensualidade, sensualidade do sexo, do alimento, da vaidade, da presunção, do ódio, do temperamento rebelde. São sensações. Depois da morte continuam essas questões. Éden, como compreender as mortes prematuras? O livro dos espíritos e a codificação também trata desse assunto trazendo luz paraa nossa compreensão em torno das mortes prematuras. Todos nós temos planejamentos das nossas reencarnações e dentro da diversidade das experiências que todos precisamos para evoluir intelectualmente e também moralmente, há situações em que alguns espíritos precisam vivenciar vidas no corpo de certa forma breve, podendo desencarnar dentro do processo da própria formação do seu futuro corpo no processo de gestação, no seio materno, como também no período da infância, da juventude e da própria maturidade, sendo, digamos assim, no início da vida adulta, que nós, olhando numa perspectiva desta vida que se expressa pressa, temos a ideia de que aquela vida foi cessada prematuramente. No entanto, dentro do projeto de experimentações, seja por provas e ou expiações, aquele espírito poderá estar necessariamente vivendo essa experiência para continuar crescendo espiritualmente. Então, é preciso para compreender o processo das reencarnações que denominamos de prematuras, analisar todo o contexto das reencarnações desse

ssa experiência para continuar crescendo espiritualmente. Então, é preciso para compreender o processo das reencarnações que denominamos de prematuras, analisar todo o contexto das reencarnações desse espírito e a necessidade, portanto, de vivenciar uma vida que ela não chega à velice, não é? O exemplo mais clássico que temos é em alguns casos de espíritos que em vidas anteriores vivenciaram a experiência do suicídio e que por necessidade de reequilíbrio emocional, espiritual e perespiritual, se faz necessário que ele ao encontrar-se com o novo corpo, especialmente preparado para essa nova reencarnação. Esse encontro vai promover certas situações de desequilíbrio na formação do novo organismo. E ao mesmo tempo que ele vive essa experiência, ele cresce na valorização da perseverança da vida, como também no encontro com o novo corpo. seu perespírito vai se reorganizando e se reestruturando para a continuidade das experiências futuras. Então, dentro do espiritismo, dentro do pensamento espírita, o que nós chamamos de mortes prematuras estão dentro, obviamente, se elas forem ocasionadas sem a provocação do suicídio, obviamente estão dentro de um planejamento reencarnatório que que para cada espírito tem as suas justificativas na sua história evolutiva. Valdo, podemos dizer que todo o processo depressivo tem início através de uma ação dos obsessores? Todos. Nós vivemos no intercâmbio tão grande, tão natural espíritos, que não nos damos conta. A população espiritual é de 20 bilhões. Nós na Terra somos 8 bilhões. No mês de janeiro, completamos esta cifra de 8 bilhões. É que vale dizer que de acordo com os nossos pensamentos, nós temos os bons, os indiferentes e os maus. Como normalmente nos afligimos com muita facilidade, com muita facilidade nós estamos em sintonia com os espíritos frívolos, perversos, pessoas há que se comprazem aqui na terra com o nosso sofrimento no além também. Eles se deleitam quando nos vem sofrer, quando nos vem brigar uns com os outros. Deleitam-se,

itos frívolos, perversos, pessoas há que se comprazem aqui na terra com o nosso sofrimento no além também. Eles se deleitam quando nos vem sofrer, quando nos vem brigar uns com os outros. Deleitam-se, porque sabe que daí vai nascer o ódio, a richa continuada que vai perturbar um elemento ou outro a criatura no seu processo de evolução. Aí vale a pena em qualquer situação orar, elevar o pensamento a Deus, subir de faixa vibratória, pensar numa coisa boa diante de um fato depressivo, angustiante, de imediato saltemos para uma coisa positiva. Mudando de onda, nós mudamos de conteúdo, como no rádio, na televisão, no telefone, mudamos a onda, a faixa, nós passamos a vivenciar outras emoções, outros estados das faixas que percorrermos. Então, é sempre válido diante de uma doença, de uma problemática, de uma situação delirante, nós não facilitarmos. Quem custa fazer uma prece? Não é necessário recitar a salva rainha, o pai nosso. Creio em Deus Padre. Meu Deus, aqui estou. Senhor, tem compaixão de mim. Pensar, será que Deus não estará ouvindo a minha queixa íntima? Essa mudança de onda de pensamento também nos muda de situação espiritual e afasta obviamente os espíritos perversos e obsessores. O acaso existe ou nada é casual? Que que você acha? Vou repetir a pergunta. O acaso existe ou nada é casual? Eh, veja bem, o pensamento espírita defende que na nossa existência nenhum fenômeno da na vida é provocado pela casualidade. Espiritismo defende que a nossa existência é construída de causas que estão relacionadas às nossas atitudes enquanto indivíduos, mas também as atitudes da sociedade que nós constituímos em cada momento histórico. Então, há sempre causalidade. No entanto, nem sempre nós temos condição evolutiva, intelecto, moral, de compreendermos todas estas causas, mas dentro do pensamento espírita, todos os fenômenos da existência estão relacionados a causas que podem ser coletivas e ou individuais, que podem estar relacionadas com a vida presente. O Evangelho Segundo o

o do pensamento espírita, todos os fenômenos da existência estão relacionados a causas que podem ser coletivas e ou individuais, que podem estar relacionadas com a vida presente. O Evangelho Segundo o Espiritismo denomina isso de causas atuais, inclusive das aflições, como também as causas anteriores das aflições. Mas não são só as aflições, são também as causas das alegrias, as causas da felicidade que nós também construímos cotidianamente. Então, poderíamos afirmar, com base no pensamento espírita, categoricamente, sejam causas das felicidades de nossa vida ou causas das aflições, todas elas estão baseadas em causas coletivas e ou individuais que juntos ou individualmente nós construímos ao longo da nossa história existencial. Qual é a sensação do espírito no momento do desenlace carnal? Depende muito de como a pessoa vive o temperamento. As pessoas calmas, serenas, metódicas, tencarnações muito suaves. É como sono. Há pessoas que antes de deitar já estão dormindo e outros que deitam e demoram horas até acalmar o organismo, as células dos neurônios tranquilizarem e viram apagar da lucidez. Por isso que a morte é muito parecida ao som diário. Quando nós nos deitamos, ai a morte dói. Ninguém que voltou afirmou que a morte dói. Pelo contrário, ela pode proporcionar desconforto, asfixia, a necessidade de respirar e falta o oxigênio comum. Mas se for um espírito tranquilo, ao deslindar-se da matéria, ele passa a respirar tranquilamente através do seu pé de espírito, que é o modelo organizador. Então, em realidade, a morte de cada um é conforme a sua conduta e é muito mais suave do que parece. A 90% afirmam os espíritos desencarnados que quase não se deram conta. É como um apagar de uma luz e acender uma outra claridade. Mas há sempre argumento, ah, mas a pessoa chora de dor. Em verdade, essa lágrima está retida nos canais e quando afrouxam os músculos, a água desce porque o canal foi desedido, desimpedido, e não porque haja dores. Por exemplo, a minha mãe que eu acompanhei par e passo ela conversando

retida nos canais e quando afrouxam os músculos, a água desce porque o canal foi desedido, desimpedido, e não porque haja dores. Por exemplo, a minha mãe que eu acompanhei par e passo ela conversando comigo e até o momento que ela disse: "Meu filho, eu já vou". Aí fechou os olhinhos e daí a pouco ela me apareceu ao lado absolutamente igual ao corpo físico e muitos outros que eu também já vim desencarnar. Todos eles demonstravam muita serenidade, nenhuma dor. Mas vale a pena criarmos o hábito de pensar na morte como um sono, um repouso, uma libertação. Éden a Priscila faz a seguinte pergunta: É verdade que alguns espíritos precisam de alimento como nós? Bem, essa necessidade que alguns espíritos exteriorizam que precisam de alimentação da nossa dimensão corpórea, expressa os limites evolutivos de compreensão desses espíritos a respeito da sua própria condição de desencarnados e a necessidade que eles sentem de estarem experimentando ainda esses essa essas energias condensadas da dimensão corpórea. Então, este equívoco nasce da sua condição evolutiva, como também das suas necessidades oriundas dessa evolução que ele eh ainda tem. O que o espiritismo explica para nós é que à medida que um espírito reencarnado desencarna, ele de fato eh deixa o seu corpo físico para os processos naturais da transformação do túmulo, ele efetivamente não precisa mais da alimentação da dimensão corpórea, da dimensão física, para poder continuar se alimentando no mundo espiritual, porque as energias são diferentes. O nosso perespírito, ele propsia outros níveis de alimentação, de nutrição, que nós precisamos aprender a lidar com ele. Veja bem que o relato de André Luiz é muito profuo a respeito disso dentro da comunidade do nosso lar, como também dentro da experiência pregressa dele, desde o umbral até ter condição de habitar nosso lar e se tornar um cidadão. Foi todo uma desconstrução e transformação dele para se adaptar à nova realidade. Portanto, qualquer espírito que diga para nós que está necessitado

ndição de habitar nosso lar e se tornar um cidadão. Foi todo uma desconstrução e transformação dele para se adaptar à nova realidade. Portanto, qualquer espírito que diga para nós que está necessitado de se manter eh interagindo com a nutrição da nossa dimensão corpórea, da nossa dimensão física, está demonstrando a sua dificuldade de compreender a sua realidade e o seu estado evolutivo, que ainda o prende as sensações do corpo físico. Divand, uma pergunta de Lourdes. Todos os sonhos são desdobramentos do espírito? Não. Os sonhos são dos capítulos mais complexos da psicologia humana. Freud, Adler e Jung e os pais da psicanálise como da psicologia profunda ainda hoje tem muita dificuldade em interpretar os sonhos. A maioria dos sonhos é de natureza biológica, é do nosso inconsciente. São arquivos conscientes e inconscientes que estão dentro de nós. Jung, um dos pais da psicologia analítica, tanto se preocupou em descobrir essa questão que passou um período de tormento, conforme ele escreveu no chamado livro vermelho, ele esteve à beira da loucura, porque queria entender como é este inconsciente, o meu inconsciente, os meus arquivos. o inconsciente coletivo, os arquivos de todos nós que eu tenho acesso através do meu inconsciente individual. Mas numa linguagem muito fácil, eu criei uma teoria. Os sonhos coloridos são desdobramento. Os sonhos branco e preto são orgânicos. Notem que quando nós temos um desdobramento, mas eu estava num lugar que era tão verde, eu via a água transparente, o céu azul, as cores das rosas. É uma visão real do espírito. Ah, eu tive um sonho, mas ele não lembra se foi em branco e preto como uma velha película. Lembra que teve um acontecimento, mas não lembra das cores. Isso está arquivado. E o nosso inconsciente, que na psicologia é mais ativo do que a consciência realiza trança de argumentos e cria essas imagens que nós apresentamos como sonhos. Allan Kardec tem um capítulo dedicado aos sonhos do livro dos médiuns que deve ser examinado com cuidado, mas nem todo

aliza trança de argumentos e cria essas imagens que nós apresentamos como sonhos. Allan Kardec tem um capítulo dedicado aos sonhos do livro dos médiuns que deve ser examinado com cuidado, mas nem todo sonho é um desdobramento da personalidade. Eden, chegamos ao final da nossa conversando sobre o espiritismo do dia de hoje e agradeceríamos, se você pudesse fazer então neste momento a sua despedida do público aqui presente, daqueles que nos assistem remotamente, certo, Mário Divaldo e todos os integrantes aí da equipe da Mansão do Caminho, nós gostaríamos de agradecer a oportunidade a oportunidade de estarmos juntos e a todos e todas que no presencial aí no Cenáculo e também nas redes sociais estiveram conosco, como também na vida espiritual. Foi um prazer imenso estarmos juntos nesta noite conversando sobre espiritismo com o nosso irmão Divaldo. E para encerrar as nossas reflexões, é sempre bom eh lembrar do que o nosso querido Divaldo colocou bem. Então, seja nas causas atuais ou anteriores das aflições, seja nos espíritos que chegam com ideias ainda muito próximas da vida física, nós temos que sempre acolher todos estes irmãos, tentar apresentar o conhecimento espírita com muito carinho, com muita, com muito respeito às suas crenças, apresentando novas possibilidades de compreensão e de viver a vida nessas duas dimensões. E que a gente acredite que mesmo imperfeitos, enfrentando diariamente os nossos desafios íntimos, nós temos condição de vencer a nós mesmos e levar a luz do Espiritismo nesse esforço de auto iluminação de cada um de nós. Muita paz, muita luz. Foi um prazer imenso mais uma vez estar com todos vocês nesta noite. Muito obrigado, Éden, pela sua presença conosco. Agradecemos então a equipe da Mansão do Caminho, da TV Web Mansão do Caminho, ao Júnior e ao Sérgio, a professora Solange, Adivaldo Franco, a nossa traditora de Libras, a Jane, o público aqui presente que nos prestigiou nessa noite em grande número e aqueles que nos assistem remotamente também. E eu convido agora Divaldo para

aldo Franco, a nossa traditora de Libras, a Jane, o público aqui presente que nos prestigiou nessa noite em grande número e aqueles que nos assistem remotamente também. E eu convido agora Divaldo para que possa dar continuidade à nossa reunião, convidando neste momento a todos para a aplicação dos passes coletivos. É o momento de mudarmos de onda, sairmos da onda habitual para pensarmos na misericórdia de Deus e suplicarmos até sem palavras a ajuda dos espíritos nobres. Pedimos aos médiuns, aos companheiras que nos ajudam para que tomem os seus lugares. Senhor e mestre compadecido das nossas necessidades sempre nos enriqueces. Mas agora é um momento muito especial. É o momento de sentirmos a presença dos mentores, a tua presença generosa. Abençoa-nos a todos nós, particularmente aos médiuns que irão oferecer suas energias saudáveis. para o benefício de todos. fazem que se renovem, que se tornem saudáveis, que se vistam de paz e se ofereçam integralmente ao ministério da caridade espiritual. Pedimos-te pelos nossos afetos, familiares, amigos, pessoas queridas, mas também por aqueles com os quais não afinamos, não gostamos. Abençoa-os. Filhos do nosso Deus e os suicidas. A tua compaixão os envolva na pressa que tiveram de libertar-se de problemas, engendrando outros muito piores, nos quais se iludiram e se sacrificam. Ó amigo querido, pela tua casa, a nossa casa, nossos diretores, nossos funcionários, nossos irmãos que nos buscam, os filhos do Calvário, que de alguma forma somos todos nós. Nós te pedimos contritos a energia equilibrada para sairmos daqui melhores do que ao chegarmos. E para tanto, suplicamos que abençoes a nossa água, conferindo-lhe propriedades curativas. que nos des a tua paz em nosso lar, na oficina de trabalho, mas te pedimos pela paz no Brasil, para que cessem esses dias tribulados. Pedimos-te pelo irmão Vilas Boas, que voltou hoje à pátria. em teu nome, exorando a divina proteção. Em nome dos espíritos amigos, encerramos a nossa reunião formulando votos de muita paz para todos

. Pedimos-te pelo irmão Vilas Boas, que voltou hoje à pátria. em teu nome, exorando a divina proteção. Em nome dos espíritos amigos, encerramos a nossa reunião formulando votos de muita paz para todos nós. Que Deus nos abençoe. Está encerrada a nossa reunião. No.

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