DIANTE DA MORTE - Camila Machado [PALESTRA ESPÍRITA]
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e coração. A paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a >> Bom dia a todos. Sejam muito bem-vindos, muito bem-vindas à Comunão Espírita de Brasília. Que a paz de Jesus possa estar conosco nesta manhã de terça-feira. Estamos aqui hoje com a nossa irmã Camila Machado trazendo o tema diante da morte. Saudar aqui quem já chegou no pelo YouTube, a Maria Madalena, a Riba Martins, a D Barbosa, a Cláudia de Paracatu, Minas Gerais, a Rosana aqui de Brasília, Tânia Franco, a Raquel, Adriana e tantos outros que vão deixando mensagem aqui, aqueles também que não vão nos acompanhar posteriormente gravado, né? Sejam todos muito eh bem recebidos. Eh, para nossa abertura, eu vou ler um um trecho do livro Vigiai e Orai, de autoria do Irmão José, que foi recebido pelo médium Carlos Bacheli, né? Como a gente sempre fala, né? A proposta dessa leitura inicial pra gente acalmar nossos pensamentos e ficarmos aqui com a nossa atenção presente no na palestra. O capítulo que eu abri com o título Resignação inconveniente. Existe um tipo de resignação inconveniente, a passividade de quem se comprage na prova. São muitos os que a pretexto de aceitação se acomodam na situação que lhes proporcione prazer. Referimo-nos aos que não lutam para melhorar porque se habituaram a usufruir do karma. São os que se queixam do peso do fardo aos ombros, mas estimam carregá-lo para terem do que se queixar. São os que aprenderam a chantagear emocionalmente os outros, exibindo as suas feridas. São ainda os que ante a fatalidade da prova se sente desobrigados de qualquer esforço de autosuperação. Viciando o espírito, semelhantes companheiros demorarão longo tempo para
ibindo as suas feridas. São ainda os que ante a fatalidade da prova se sente desobrigados de qualquer esforço de autosuperação. Viciando o espírito, semelhantes companheiros demorarão longo tempo para se libertarem do que tiveram interesse em cultivar. Então, nosso querido irmão José trazendo a reflexão, né, que resignação por resignação ela pode ser inconveniente, às vezes pode mais atrapalhar do que ajudar. E indiretamente a gente diante da morte, né, a gente também é convidado à resignação. Eu acredito que a nossa amiga Camila vai trazer boas reflexões para nós. Mas antes de passar a palavra a ela, vamos elevar nosso pensamento ao alto, pensando em Deus, nosso pai, criador de todas as coisas, inteligência suprema do universo, agradecer toda a sua criação. agradecer essa oportunidade da presente encarnação e a oportunidade desse dia que se apresenta diante de nós. Agradecer também toda a espiritualidade que aqui se faz presente, nos amparando e nos acolhendo. Senhor, que durante a palestra bênçãos possam cair sobre todos nós, tanto os que estão aqui presencialmente quanto que estão virtualmente nos acompanhando. Que as nossas energias possam ser renovadas e nossas esperanças possam ser alimentadas por dias melhores. Ampare, Senhor, nossa irmã Camila, para que em seu pensamento e em sua intuição, ela possa conduzir a palestra de hoje, trazendo uma boa mensagem para os nossos corações. Que assim seja. Muito bom dia a todos e a todas aqui presentes na comunhão, os que estão nos acompanhando de forma online. Que Jesus abençoe mais esse encontro, mais esse dia, nos inspire, nos ilumine, porque hoje vamos falar de um assunto difícil que mexe com cada fibra da nossa alma. Essa semana passamos pelo dia dos finados. É um dia que voltamos o nosso pensamento, aqueles que já partiram e muitas vezes carregamos dores relativas a essa saudade que aperta, que pode chegar a um desespero, a uma desesperança. Então, que as lições da espiritualidade hoje possam de alguma forma fortalecer nossos
as vezes carregamos dores relativas a essa saudade que aperta, que pode chegar a um desespero, a uma desesperança. Então, que as lições da espiritualidade hoje possam de alguma forma fortalecer nossos corações. Lamentar a morte de alguém que muito amamos é natural, é humano, é esperado. O espírita, por mais conhecimento que possa ter, por mais certeza também que possa ter a respeito da vida que continua, também sofre. Não é porque somos espíritas que somos mais iluminados ou privilegiados nesse sentido. Mas quando nós vamos falar dessa saudade, temos que também estar atentos que só se sente saudade de algo ou de alguém que marcou profundamente a nossa alma. Só se sente saudade de alguém que se amou. Então, ouve amor. Que privilégio. Que privilégio o reencontro nesta vida, independentemente de quanto tempo tivemos ao lado daquela pessoa, daquele espírito. que a oportunidade de partilhar com ela pela primeira ou mais uma vez é o que mais importa. Nesse sentido, o tempo ele fica assim relativo. Tem uma frase de Emmanuel que eu separei aqui de um texto que chama Ninguém morre. E nesse trecho ele fala assim: "A morte é a própria vida numa nova edição. É a própria vida que continua, mas numa continuação. Então é um novo capítulo do livro da vida daquela pessoa. É a nova temporada da série da vida daquela pessoa. É como atravessar a porta que conduz simplesmente a um novo cômodo, é uma nova estação, é um passo a mais entre os muitos que nós já demos. Por isso que eu também separei aqui mais uma frase de Emanuel, que ele botou no prefácio desse livro Ninguém morre. E ele diz assim: "Sintetizamos tudo quanto desejaríamos dizer aos irmãos mergulhados na saudade dos entes queridos, hoje domiciliados no mais além com estas duas simples palavras: ninguém morre". que a gente não se esqueça disso, que vire um mantra, porque na hora do desespero e na hora da dor, muitas vezes esquecemos quem somos. Focamos no corpo, ignoramos o espírito que sobrevive. No livro O céu e o inferno de Kardec, no
so, que vire um mantra, porque na hora do desespero e na hora da dor, muitas vezes esquecemos quem somos. Focamos no corpo, ignoramos o espírito que sobrevive. No livro O céu e o inferno de Kardec, no capítulo 2, lá no item oito, ele vai dizer o seguinte: "Tudo nos nossos costumes concorre para fazer que lamentemos a perda da vida terrena e temamos a passagem da terra para o céu. Morte é cercada de cerimônias lúgubres que servem mais para atemorizar do que para despertar a esperança. Sempre se representa a morte sobre um aspecto repulsivo e jamais como um sono de transição. Todos os seus símbolos lembram a destruição do corpo, mostrando-o ediondo e descarnado. Nenhum nos apresenta a alma se desprendendo radiosa dos laços terrenos. A partida para esse mundo mais feliz é acompanhada das lamentações dos que ficam, como se houvesse acontecido a maior desgraça para aqueles que partiram. Diz ele a Deus eterno como se jamais eles pudessem ser vistos de novo. Que infelicidade, dizem, morrer ainda se é jovem, rico, feliz e tendo pela frente um futuro brilhante. E ele traz essa reflexão porque de fato quando o assunto é morte, nós não deixamos espaço para qualquer outra coisa além da lamentação, como se fosse algo ruim para quem vai e para quem fica. Esquecemos que nosso tempo aqui na Terra, ele já foi calculado numa programação anterior. Nós vamos ver isso lá no livro Missionários da Luz, capítulo 12 de André Luiz. E o nosso tempo, ele pode sofrer algumas alterações, mas ele é sempre na medida do necessário, porque não podemos esquecer que ainda estamos num planeta que tem sofrimento, tem violência, tem tristeza, tem o mal. Estar aqui não é algo bom, é algo necessário. Quando nosso pai resolve chamar os seus filhos de volta no seu tempo e de uma forma que às vezes pode causar um certo tipo de revolta, um certo tipo de incompreensão, porque nós partimos das mais variadas maneiras, mas quando ele chama da forma que precisa ser, Ele está trazendo o seu filho de volta para um lugar melhor, para um lugar que
rto tipo de incompreensão, porque nós partimos das mais variadas maneiras, mas quando ele chama da forma que precisa ser, Ele está trazendo o seu filho de volta para um lugar melhor, para um lugar que ele verdadeiramente pertence. A maioria das pessoas quando tem a oportunidade de viajar tem bons momentos, aproveita, mas quando volta para casa temos aquela frase clichê: "Viajar é bom demais, mas voltar para casa é melhor ainda." E nós precisamos lembrar disso em relação a esta viagem que nós estamos fazendo na carne. Voltar para casa é melhor ainda. Só que como nós temos o vel do esquecimento, como nós estamos mergulhados na matéria, fica difícil materializar esse lugar melhor, essa continuidade e nos deixamos levar pelo aqui, pelo agora. Aquele que parte cumpriu sua missão. Pelos mais variados motivos, o nosso pai entende: "Essa encarnação é melhor que termine aqui." Mas ele fez uma viagem, ele continua vivo. O que ficou, o que morreu, foi o corpo, matéria. Aquele ser amado não está mais ali. No Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 5, item 21, o Espírito Sanszon vai deixar também uma mensagem para nós a respeito da perda de pessoas amadas. E ele diz assim um trecho: "Precisais elevar-vos acima do terra a terra da vida, dessa visão tão estreita que a gente tem quando tá aqui, para compreenderdes que o bem muitas vezes está onde julgais ver o mal, a sábia previdência onde pensais divisar a cega fatalidade do destino. Nós dizemos: "Que pena, coitada, coitado, que horror o que aconteceu com esse irmão. longe de exentarmos de responsabilidade aqueles que de alguma forma tenham participado dessa partida. A partida em si aconteceu exatamente como precisava ser. E não é um pássaro que finalmente sai da gaiola. Não é um coitado, não é uma coitada. Não é um horror, é um presente do bilhete de voltar para casa. Por isso ele continua: "Por que aveis de avaliar a justiça divina pela vossa? Podeis supor que o Senhor dos mundos se aplique por mero capricho a vos infligir
presente do bilhete de voltar para casa. Por isso ele continua: "Por que aveis de avaliar a justiça divina pela vossa? Podeis supor que o Senhor dos mundos se aplique por mero capricho a vos infligir penas cruéis? Que ele retire da nossa convivência aquela pessoa que tanto amamos? Só para nos fazer sofrer. Nada se faz sem um fim inteligente. E seja o que for que aconteça, tudo tem a sua razão de ser. Tudo. E é nessa hora que nós não podemos esquecer que Deus ele é infinitamente bom. Ele é infinitamente justo, misericordioso, amoroso. Então, tudo que nos acontece e acontece com aqueles que amamos, sempre é para o nosso melhor. Ainda que no momento não aparente ou não sintamos assim. O problema não é sentir a dor da partida, não é sentir saudade. Isso é tão natural. Essa é a lição que Jesus nos deixou quando passa pela passagem de Lázaro naquele momento. É uma representação de que sofrer por alguém que amamos é uma forma de manifestar o nosso amor por elas. Mas o espiritismo, que é o consolador prometido, ele vem consolar não para necessariamente acabar com a dor, mas para tirar o desespero, porque é o desespero que cega, que retira o nosso chão, que tira qualquer sentido do continuar aqui, do depois. Isso não, porque nós sabemos que a vida continua, que há um depois, que há um reencontro, que os laços do amor, que é a força mais poderosa do universo, nada, nada destrói. Estando aqui na Terra, um planeta em transição, ainda de provas, expiações, caminhando para regeneração. A regeneração ainda não é um período fácil, como às vezes podemos no primeiro momento pensar. E lembrando também que o nosso corpo, um veículo necessário, é como um transporte que nos é dado para nos levar a algum lugar que é um estágio mais evoluído no nosso espírito. O corpo é uma prisão. O nosso espírito, ele está agoniado de estar preso no corpo. E é por isso que durante o sono, enquanto dormimos, temos o desprendimento, essa meia liberdade, ainda ligados ao corpo, mas podendo sentir o que é
espírito, ele está agoniado de estar preso no corpo. E é por isso que durante o sono, enquanto dormimos, temos o desprendimento, essa meia liberdade, ainda ligados ao corpo, mas podendo sentir o que é verdadeiramente ser um espírito longe do cativeiro, que é o corpo. Então são duas prisões, é o é a prisão do corpo e a prisão do planeta que ainda vibra de uma forma mais baixa, mais densa. Como vamos lamentar que alguém que tanto amamos possa sair dessas condições? Bom para ele. O amor é sobre abnegação, é sobre deixar ir, porque a gente sabe que por mais que gostássemos tê-lo ali ao lado fisicamente, ele está melhor e isso preenche nossos corações. Novos desafios vão surgir, novas metas e estaremos sempre conectados. Por isso, não vamos confundir o corpo com o espírito. No capítulo 3 do Evangelho Segundo Espiritismo, lá no item nove, nós vamos ver Kardec falando sobre os mundos superiores, ou seja, planetas que estão num estágio muito melhor do que a Terra. A Terra vai chegar lá. Mas vejam esses trechos que eu separei sobre essa descrição. O corpo nada tem da materialidade terrestre e não está consequentemente sujeito às necessidades, nem às doenças ou deteriorações que a predominância da matéria provoca. A predominância da matéria provoca. Então vamos chegar lá no momento em que a passagem não será também acompanhada de tanta destruição do nosso corpo físico, que é o que mais nos choca. E no último parágrafo desse item, ele diz assim: "A pouca resistência que a matéria oferece a espíritos já muito adiantados torna rápido o desenvolvimento dos corpos e curta ou quase nula a infância. Então a infância quase é como se quase não existisse de tão rápido que o espírito ali encarnado já está na forma adulta. isenta de cuidados e angústias, a vida é proporcionalmente muito mais longa do que na Terra. Se aqui nós dizemos que a média é de 100 anos, lá é muito mais, porque não há necessidade de ser curta, porque o corpo aguenta muito mais, é menos denso, estamos já num outro
is longa do que na Terra. Se aqui nós dizemos que a média é de 100 anos, lá é muito mais, porque não há necessidade de ser curta, porque o corpo aguenta muito mais, é menos denso, estamos já num outro estágio. Em princípio, a longevidade guarda proporção com o grau de adiantamento dos mundos. A morte, essa é a parte que eu quero que a gente preste muita atenção. A morte de modo algum acarreta os horrores da decomposição. Longe, longe de causar pavor, é considerada uma transformação feliz. Por isso que lá não existe a dúvida sobre o porvir. Eh, essa passagem é acompanhada de celebração, porque não só se entende, mas se sente o que aquilo significa. E aí não há mais lugar para essa tristeza, para esse desespero. Nós não podemos esquecer também que estamos mergulhados no fluido cósmico universal, que é um tipo de matéria. E toda a criação está dentro desse fluido cósmico universal. Só algo está fora, que é Deus. E é dessa maneira que nós estamos todos interligados. Não importa em que parte do universo estejamos. E isso é muito importante, porque quando não temos mais a presença física de uma pessoa ou mais de uma que muito amamos, não quer dizer que não podemos, através do fluido cósmico universal, nos ligar a elas imediatamente pela transmissão de pensamento. A hora que pensamos, que nos conectamos com esses bem-amados, eles recebem a energia e o teor nossos pensamentos. Através das nossas preces, eles nos escutam através do da transmissão de pensamento. Eles nos respondem. As circunstâncias, o momento em que isso se dará, não sabemos ao certo, mas conectar com eles, independente da fase, isso é lei. E é por isso que temos que estar muito atentos, não só às nossas lamentações, para que se acabarem desregulando para um desespero, podem atrapalhar esse nosso ente amado, como também para entender que eles imediatamente já podem sentir tudo aquilo que queiramos dizer e passar. Também não podemos esquecer que, assim como mencionamos anteriormente, se durante o nosso sono o nosso espírito se
nder que eles imediatamente já podem sentir tudo aquilo que queiramos dizer e passar. Também não podemos esquecer que, assim como mencionamos anteriormente, se durante o nosso sono o nosso espírito se desprende, ele tem contato com outros espíritos já desencarnados. E é nesse momento que o reencontro que muitas vezes tanto ansiamos já vem acontecendo, mas por algum motivo acordamos e não lembramos. Mas não quer dizer que aquele abraço que gostaríamos de dar novamente já não foi dado. Aquelas palavras que achamos que ficaram guardadas e que precisavam ser ditas não foram ou que ainda não possam ser. Nós somos muito imediatistas, nos falta paciência. Essa é a virtude mais difícil. E é por isso que muitas vezes, mesmo tendo essa certeza de que a vida continua, tem uma agonia pela espera desse momento do reencontro já fora da carne. Precisamos trabalhar isso em nós. O que é uma vida terrena para um espírito imortal? O que são os anos que nos faltam perto do tempo em que vamos poder estar conectados e perto, mais perto ainda desses entes amados? Jesus nos trouxe muitas e muitas lições. E naquele momento em que ele é crucificado, muitas vezes paramos ali de ler o evangelho, como se o evangelho acabasse na crucificação. Mas ele não acaba ali. Ele acaba numa manhã de domingo ensolarada com Jesus se fazendo visível para Maria Madalena. vivo, imortal, aproveitando as circunstâncias das nossas escolhas de ter levado até esse ponto da crucificação para trazer uma última e grande e fundamental mensagem de que a morte não existe. Sem isso não haveria cristianismo. É isso que traz sentido para tudo. E ali nesse encontro que tá relatado em João capítulo 20 versículo 15, Madalena está chorando, desesperada, porque não encontra o corpo de Jesus naquele sepulcro. E ele diz: "Mulher, por que choras? Quem buscas?" Nesse momento fica a lição. Às vezes estamos muito apegados ao corpo, ao corpo que se vai, ao corpo que perece. Mas o que estamos procurando? Do que estamos sentindo saudade? É do
horas? Quem buscas?" Nesse momento fica a lição. Às vezes estamos muito apegados ao corpo, ao corpo que se vai, ao corpo que perece. Mas o que estamos procurando? Do que estamos sentindo saudade? É do corpo ou é do espírito? Jesus também numa conversa com seus apóstolos lá em Mateus, capítulo 28, versículo 20, disse: "Lembrem-se disto. Estou sempre com vocês até o fim dos tempos. E ele segue conosco, assim como os nossos bem-amados. estarão sempre conosco, assim como nós estaremos sempre com eles. Um laço verdadeiramente formado nunca mais se desfaz e essa presença nunca mais falta. Mas é uma presença que vai muito além do nosso entendimento ainda tão pequeno que é essa física. Para finalizar, trouxemos um texto chamado Além da Morte, escrito pelo espírito Antero de Quental, tá no livro Coletânia do Além, de autores de versos, psicografado pelo Chico. E ele diz, além da morte, além da sepultura, onde a ciência encontra a paz do nada, começa luminosa e longa estrada que reconduz, reconduz a vida eterna e pura. da carne é o pesadelo, a noite escura, a fantasia e a luz abandonada na alma liberta a Santa Madrugada na alegria de nova semeadura. Ó viajores no inverno dos caminhos, aves cansadas das terrestres das terrestres dos terrestres ninhos, vencei as dores para bendizê-las. Aguardai a divina primavera, onde outra vida mais alta nos espera entre rotas sublimes das estrelas. Muito obrigado e bom dia a todos. Obrigada, Camila, né, trazer essas reflexões eh nesse tema que é tão comum dentro do espiritismo, né? Afinal, um dos pilares do Espiritismo é a comunicabilidade com os que já partiram, né, com os mortos. Mas como foi bem debatido aqui no no chat, no YouTube, eu fui acompanhando, né, mas é algo que a gente tá ainda aprendendo, né, aprendendo a lidar com a ausência, a partida, mas que, né, na vida tudo é aprendizado. eh dizer que principalmente diante do tema, né, alguém que sentiu necessidade de conversar, de dialogar, aqui na comunhã nós temos o atendimento fraterno acontecendo todos os dias de
do é aprendizado. eh dizer que principalmente diante do tema, né, alguém que sentiu necessidade de conversar, de dialogar, aqui na comunhã nós temos o atendimento fraterno acontecendo todos os dias de forma presencial e também temos a opção eh virtual para quem não for de Brasília ou não puder estar aqui presente e mais informações no site da comunhão espírita eh de Brasília, em particular, hoje, terça-feira, o atendimento fraterno começa agora às 8:30 e vai até às 10:30, retomando às 15:30 e vai até às 21 horas pros demais dias, né, e consequentemente os demais horários também fica o convite de entrar no site, né, para quem tiver interesse. A proposta doimento fraterno é a gente realmente dialogar, colocar para fora os nossos anseios, né? E do outro lado tem alguém ali que tá foi treinado, preparado para receber, né, esse momento e orientar diante de tanto trabalho que tem aqui na comunhão, né, qual é o caminho ideal para cada um de nós. Eh, gostaria também de deixar o aviso que a diretoria de promoção social começou a receber, né, doações pra formação de cesta de Natal, né, a Compírita de Brasília, ela auxilia cerca de 300 famílias que estão cadastradas aqui junto à comunhão e todo Natal faz a montagem no da sexta, né? E nesse período que começou agora e vai até o dia 30 de novembro, a comunhão recebe aqui no amchrifado. Então chegando aqui no pelo auditório fica à esquerda na lateral e quem puder fazer a doação de algum item pensando na sexta, será muito bem-vindo e as famílias que estão aqui acompanhadas pela comunhão irão serão também eh gratas. Então, volto a agradecer em especial aqui a Camila, né, por ter eh trago essas reflexões acerca da morte. Agradecer a todos que estão aqui presencialmente no Salão Bezerra de Menezes, porque a gente se conecta em pensamento, né, quando estamos aqui pensando no mesmo tema. e também aqueles que nos acompanham pela internet. Eh, não vou conseguir falar as pessoas novas que chegaram aqui, mas sintam-se todos abraçados. E nesse sentimento de agradecimento de
no mesmo tema. e também aqueles que nos acompanham pela internet. Eh, não vou conseguir falar as pessoas novas que chegaram aqui, mas sintam-se todos abraçados. E nesse sentimento de agradecimento de estarmos aqui reunidos, convidemos também em nossa mente aqueles irmãos, familiares e amigos que já não estão mais entre nós, que eles também possam receber ver essas bênçãos que vem do alto, como bem trazido pela nossa irmã, estamos todos imersos no fluido cósmico universal e o que pensarmos e o que sentimos, aquelas pessoas que estão em nossa mente irão receber, mas que a gente também possa ter em mente neste momento pensarmos naquelas pessoas que ficaram, aquelas pessoas que estão no seu processo de luto e estão tendo dificuldade para lidar com ele. Senhor, que nessas pessoas chegue o seu amor, o seu amparo e consolo e que potencialize dentro dela a certeza de que ninguém morre. E o que pode parecer que foi um adeus, na verdade é um até logo. Que todas elas, incluído todos que estão aqui presencialmente e virtualmente na palestra, possamos sair desta palestra com essa mensagem. Que essa mensagem possa fortalecer nossos corações nessa certeza de que iremos nos reencontrar, porque laços de amor são para sempre. Que a gente possa ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. >> Sejam bem-vindos. A nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável,
ntir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que [música] lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se [música] estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa
nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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