DIÁLOGOS INCLUSIVOS: A ARTE COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO - COM MARCO LIMA
DIÁLOGOS INCLUSIVOS: A ARTE COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO - COM MARCO LIMA Bem-vindo ao Diálogos Inclusivos, um podcast feito para você! Todo mês, um convidado especial traz reflexões e trocas incríveis sobre inclusão, acessibilidade e diversidade. junte-se a nós neste bate-papo cheio de descontração e aprendizado! Curta, comente e compartilhe para levar essa mensagem ainda mais longe! #Inclusão #Acessibilidade #DeficiênciaVisual #Libras #TEA #Diversidade #Audiodescrição #Empatia #Capa...
Caros ouvintes e internautas, sejam bem-vindos. Dentro de instantes, iniciaremos a nossa transmissão. O Sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita em parceria com a Federação Espírita do Estado de Alagoas e com a Federação Espírita Paraibana apresentam programa Diálogos Inclusivos. [música] No programa deste mês, o tema será [música] a arte como instrumento de inclusão. Teremos como convidado Marco [música] Lima, mediadora Sônia Lima, intérprete de Libras Sandra Santiago. Sejam todos bem-vindos. a todos e a todas que estão prestigiando o programa Diálogos Inclusivos. Esse programa é uma promoção do sistema Deus Conosco de Comunicação Espírita e conta com o apoio da Federação Espírita do Estado de Alagoas e da Federação Espírita Paraibana. Eu sou Sônia Lima, sou uma mulher de pele parda, uso óculos, um batom, estou usando batom na cor marrom, meus cabelos são grisalhos, cacheados. Estou usando um fone de ouvido na cor preta. Uso uma blusa na cor preta e ao fundo uma parede na cor branca. A nossa querida irmã Sandra Santiago, a intérprete de Libras, é uma mulher de pele clara, cabelos cacheados claros, castanhos claros à altura do do ombro. Ela usa uma blusa na cor preta. Ao fundo tem um móvel na cor branca e parte de uma cortina na cor verde. Só um minuto. Muito bem. Esse programa é um bate-papo que tem como objetivo disseminar saberes e práticas sobre a inclusão e a acessibilidade, de modo que cada pessoa ela possa nos acompanhar e adquira e desenvolva e aprimore competências inclusivas. E quando falamos eh de um mundo inclusivo, estamos nos referindo a um mundo onde há respeito, o amor e a fraternidade são os principais recursos para uma vida plena e feliz. E nós acreditamos que todos temos um papel na transição planetária e na construção de uma nova terra. Eh, esse é um convite que Jesus nos faz, né, que ele está sempre a nos fazer esse convite. Desse modo, a cada mês, no último sábado, das 20 horas às 21 horas, teremos um bate-papo com convidados, estudiosos ou especialistas na área.
nos faz, né, que ele está sempre a nos fazer esse convite. Desse modo, a cada mês, no último sábado, das 20 horas às 21 horas, teremos um bate-papo com convidados, estudiosos ou especialistas na área. Numa conversa aberta, direta e franca. Todos e todas estamos aprendendo juntos o que fazer e como fazer para colaborar na construção de um mundo mais fraterno e feliz. Então, coloque aí na sua agenda e não perca nenhum programa. Divulgue nos espaços espíritas que você frequenta. Você pode acompanhar de forma de vídeo ou também podcast. E e nesse programa, no nosso bate-papo dessa desse mês, será um tema como todos muito importante, que é a arte como instrumento de inclusão, né? E para conversar conosco, hoje convidamos nosso querido irmão Marco Lima, o Marcos. Boa noite, Marcos. Olha, o Marco Lima, ele é arte educador com especialização em educação infantil e mestrado em Serviço Social pela Universidade Federal da Paraíba, nascido no Ceará e paraibano de coração, é músico e cantor. além de cofundador do grupo Acorde, um dos mais conhecidos grupos musicais espírita de músicas espíritas, né? Atualmente, Marco atua como professor de música do Instituto de Cegos da Paraíba e é coordenador do ponto de cultura a luz da arte. No movimento espírita, Marco tem experiência na coordenação da arte da área de arte do Conselho Federativo Nacional. Exerceu a presidência da Federação Espírita Paraibana. Atualmente é conselheiro da Federação Espírita Paraibana. Ele se considera um servidor aprendiz do evangelho. Sejam bem-vindo, Marco, ao programa Diálogos Inclusivos. Saúde o Público e faça a sua audiodescrição, por gentileza. >> Claro, muito prazer, né, conhecê-la agora na na telinha, Sônia. Gratidão pelo convite a participar do programa. a querida Sandra e e a todos que nos que estão nos acompanhando, todas as pessoas que estão nos acompanhando. Eu sou uma pessoa de pele branca, eu sou calvo, né? Uso óculos, estou usando uma camisa cinza. No meu fundo tem uma estante com vários livros, né? Entre eles destacando dois,
e estão nos acompanhando. Eu sou uma pessoa de pele branca, eu sou calvo, né? Uso óculos, estou usando uma camisa cinza. No meu fundo tem uma estante com vários livros, né? Entre eles destacando dois, né? que é o Fonte Viva, o Espiritismo de AAZ. E e é uma alegria enorme, né, estar compartilhando aqui com vocês desse momento. >> Muito bem, Marco. Ol, para nós é uma honra contar com a sua presença e estamos certos de que seremos serão momentos de muito aprendizados e de muitas reflexões para nós e para todos que estão acompanhando o programa. Esse é geralmente um programa de muitas perguntas, mas hoje faremos uma dinâmica diferente, faremos poucas perguntas para que você tenha tempo de responder e também de cantar para nós. Pode ser? [risadas] Olha, primeira pergunta. Tô aqui com ele. >> Muito bem. Então vamos a primeira primeira pergunta. Oi, querida. >> Como se deu sua aproximação com a arte, principalmente com a música? Então, vamos lá. A minha primeira iniciação com música, ela se deu em família, né? Porque a gente sabe que a família é o início de tudo, é a base de tudo. Só para contextualizar, eu sou o caçula de uma família com 10. >> Então, foi o filho de rama, né? como diz. >> Então, eu tive uma assim, uma escola muito bacana com o meu pai. Ele não era músico, mas era uma pessoa que tinha um gosto muito apurado, muito afinado com músculo. Interessante que assim, a diferença minha do meu pai é de muitos anos, né? Enquanto eu tava com 10, ele já tava com, eu já era idoso, então eu teria que naturalmente entrar no universo dele. E ele gostava de escutar música comigo. Então, eu conheci os boleros, os tangos argentinos, os grandes compositores como Noel Rosa, eh, >> muito bom, >> Nelson Gonçalves, né, as cantoras famosas, Carmen Miranda, Bxinguinha, era uma coleção que ele tinha, ele gostava muito de escutar comigo, né, antigamente era a famosa radiola. E ali começou toda a minha assim sensibilidade à questão musical que eu gostava, apesar de olha a diferença, mas eu gostava de
le gostava muito de escutar comigo, né, antigamente era a famosa radiola. E ali começou toda a minha assim sensibilidade à questão musical que eu gostava, apesar de olha a diferença, mas eu gostava de escutar aquelas canções. Tinha prazer mesmo de escutar com ele. E quando eu tinha, por volta dos meus 12 anos, meu irmão começou a tocar violão e meu irmão tinha 7 anos mais mais velho do que eu. E eu achava aquilo lindo, o violão. Ele tocava, ele juntava os amigos, tocava nas festinhas, eu ali só babando, né? E quando tinha oportunidade assim, eu ia lá escondidinho, pegava o violão e começava a fazer, né, aqueles primeiros contatos. E ele ficava bravo porque eu desafinava o violão dele. Toda vez que ele pegava, tava desafinado, eu levava uma bronca, né? Que ela era o irmão mais velho, me dava uma bronca. Chegou um tempo que disse, eu vou eh botar colocou o violão em cima do guarda-roupa para não pegar, né? E eu muito curioso para aprender assim, muito curioso mesmo, por vontade subir, né? A a peguei uma escada, subi, peguei o violongo, maior cuidado do mundo para ficar fazendo, né? E no meu primeiro acorde, a pá quebrou logo duas cordas. >> Ai meu Deus. [risadas] Aí foi aquele aperreio, eu disse, um dia eu vou ter um violão, né? Eu ganhava minha mesada, né? Eu tava juntando algum dinheiro, fui numa loja para comprar o meu primeiro violão, mas a mesada não dava. Aí o rapaz disse: "Olha, você pode dividir no carnê". >> Carnê naquela época eu só tinha mesada. Eu tive que falar com um amigo. Meu irmão não queria de jeito nenhum me ajudar nesse sentido, né? ela era, mas aí eu consegui um amigo mais que tinha a oportunidade e comprei, divid em 18 parcelas meu primeiro violão. Então a partir daí começou minha minha assim minha autonomia, digamos assim, no violão, né? Procurei conservatório, estudei estudei violão céo, estudei violão clássico, estudei, né, teoria musical, percepção musical. E daí para entrar na universidade foi quase uma consequência, né? entrando na universidade, eu escolhi na época fazer
olão céo, estudei violão clássico, estudei, né, teoria musical, percepção musical. E daí para entrar na universidade foi quase uma consequência, né? entrando na universidade, eu escolhi na época fazer educação artística, que era a nossa opção. E lá em educação artística, eu tive uma formação bem ampliada de arte, tanto a parte da nas linguagens musical, cênica, né, artes visuais, a gente tinha uma compreensão de tudo. E daí começamos esse início eh nessa nesse envolvimento com arte. E aí me encantou bastante a proposta e até hoje eu estou, né, na como profissional, sou arte educador e nesse intro eu conheci a doutrina e aí foi um mão e luva, né? Eu tendo esses esses essas habilidades, saberes, essas competências, fui trazendo pra juventude espírita, tá? E a juita me explorou muito porque só eu tocava violando e daí foi um um uma série de de eventos, né, com a juventude, conheci outros amigos e assim foi um pouco da minha trajetória artística, musical. Conheci muita gente boa que me influenciou bastante. >> Eh, e o bom é que você já trouxe dentro de você esse essa esse gosto, né? porque já foi influenciado pelo pai com músicas maravilhosas, com essa base e você só fez aflorar cada vez mais o que você já gostava que você trouxe, né? Isso é muito bacana. Vamos à segunda pergunta. Na sua opinião, a arte é um instrumento de inclusão? >> Sim. >> E de evangelização? explica para nós, Marco. >> Bem, a primeira questão é, sem dúvida, a gente poderia dizer, porque a arte trabalha eh com saberes e com possibilidades múltiplas. Eu considero que a arte ela faz parte de uma esfera do conhecimento que atinge outros níveis, né, de de percepções do ser humano. Nós aprendemos arte não só com a a questão eh do ponto de vista intelectual, a gente tem outros aprendizados também perceptivos, né? A gente pode se envolver com arte, com simbolismo da arte de várias formas. Portanto, ela ela é muito a arte é muito acessível a todos, né? Porque trabalha com muitas eh linguagens diversas, né? E
né? A gente pode se envolver com arte, com simbolismo da arte de várias formas. Portanto, ela ela é muito a arte é muito acessível a todos, né? Porque trabalha com muitas eh linguagens diversas, né? E independente, né, da gente ter todos os sentidos, a gente pode também se envolver com arte. É isso que me a vida me mostrou quando eu fui convidado. Tudo começou a minha relação de arte e inclusão. Quando eu recebi um convite, eu tinha meus 20 anos. Terminei minha, tava terminando, na verdade, minha formação na universidade e um amigo meu perguntou assim: "Marco, você não gostaria de evangelizar crianças lá do Instituto dos Tegos da Paraíba? Eram 56 na época, era o internato. E eles ficam muito ansiosos. A noite, por exemplo, é uma coisa muito, se você pudesse fazer isso, na época eu tava já participava da juventude e eu fui, né, juntamente com outros amigos e a gente terça-feira a gente assumiu esse compromisso de levar música, levar a evangelização, formamos até ciclos de evangelização, né, dividindo por faixa etária. Daí começou a gente perceber o quanto a arte tocava profundamente aqueles corações, né? levamos a música, levamos poesia, levamos alguns eh sketes teatrais também para envolvê-los. Naquela época eu tava na efervescência, né, de muitas ideias trazidas da universidade do curso de forma na nossa graduação. Daí a gente foi colocando essa experiência. resultado. Eu estou desde 80, 87, comecei como voluntário com esse trabalho. Depois o professor de música lá se aposentou nesse íg, professor Laurentino, que era o primeiro um maestro visual, né? Ele não enxergava e foi o primeiro músico formado pela Universidade Federal da Paraíba. E ele me viu como um sucessor, um continuador. Sucessor é não é belto. Um continuador da tarefa. Foi desafi muito desafiador para mim, mas eu aceitei o desafio porque eu entendo que a arte completa, né? a arte eh ocupa espaços muito importantes na vida deles, porque eles cantavam, eles escutavam muita, muitas canções nos rádios, tinha uma
u aceitei o desafio porque eu entendo que a arte completa, né? a arte eh ocupa espaços muito importantes na vida deles, porque eles cantavam, eles escutavam muita, muitas canções nos rádios, tinha uma sensibilidade música eh musical, artística, tinha um senso rítmico, tinha afinação, né? A maioria, né? A maioria tinha muito isso. Então, foi fácil a gente chegar com a proposta, com as linguagens musicais. Então assim, a arte é inclusiva por excelência, porque ela trabalha com todas muitas linguagens e muitas percepções e muitas possibilidades pra gente utilizá-la. Eu considero também, assim como a religião, a filosofia, a ciência, a arte como mais um campo, né, de esfera de conhecimento que a gente pode se utilizar. É como o Leon Deni fala, né? Neni tem esse mesmo pensamento e eu concordo plenamente com ele. A arte é conhecimento, traz conhecimento, né? E e é conhecimento. Só que é um conhecimento, como a gente vai percebendo, eh, Sônia, um conhecimento simbólico, né? Verdade. >> Porque o ser humano, como diz um filósofo chamado Carcir, que é um filósofo alemão, ele disse que muito mais do que o homem sa o homem é um animal simbólico. A gente simboliza, né, muita eh como ser simbólico é aquele que realiza um ato de simbolizar utilizando sistemas de representação para elaborar e objetivar os seus pensamentos, os processos criativos. Então é isso, o simbolismo faz parte da nossa cultura, né? E a arte é uma representação fundamental da cultura humana, né? Então, finalizando, eu diria assim que a arte como conhecimento é aquele que é específico, né, de linguagens artísticas, estudo de cores, formas, tamanhos, proporções, perspectivas, som, ritmo, né? que utiliza linguagens e um sistema de representação não eh com signos não verbais, né? por exemplo, a cor, o som, o gesto, o silêncio, tudo isso são formas que a arte se expressa. Isso é conhecimento, isso traz conhecimento para todos nós. >> É isso, isso >> inclusão e por consequência inclusão, porque, né, todos poderão se envolver,
tudo isso são formas que a arte se expressa. Isso é conhecimento, isso traz conhecimento para todos nós. >> É isso, isso >> inclusão e por consequência inclusão, porque, né, todos poderão se envolver, independente da deficiência, independente de qualquer coisa, a arte é acessível, né? ela cumpre esse papel de acolhimento do ser humano em desenvolvimento, em crescimento. Tanto é que a gente tem exemplos maravilhosos, né, na no campo da música de pessoas que são cegas e que tm uma habilidade impressionante e outras áreas também, né? Ô, ô, vou vou abrir um parêntese aqui >> que eu acho muito importante, que você falou tudo até agora, muito bacana, mas você já imaginou uma pessoa surdo cega, surdo cego, ele ter acesso a essa informação à música através eh da Libra Státil, a linguagem áptica, né, onde eh você vê uma pessoa absurdo, cega assistindo um jogo de futebol ou ouvindo uma música através daquelas pessoas que estão preparadas para levar essa informação. Isso é muito legal. Quer dizer, uma música que você vai tocar, você vai ter, eles vão ter acesso, né, a pessoa. Então, são todos nós temos essas essa eh a importância de passar e de receber através de pessoas como a Sandra Santiago que tá aí levando para o a pessoa surda. para todos aqueles que faz o o a a a a se beneficiam na da Libras. Então, todos nós temos essa possibilidade importante de estar dentro da desse conceito da inclusão. Então, muito importante isso que você nos trouxe, né, que realmente nós precisamos despertar cada vez mais. Agora eu queria pedir a você, você pode nos trazer uma música, que você possa nos trazer essa harmonização para >> Então, Sônia, essa música que eu vou tocar agora, eh, nós tocávamos naquela época quando íamos ao instituto e como marcou, né, gerações, né, como eles até hoje quando eu me encontro com eles, eles lembram dessa canção, porque essa música ela vai trabalhar A questão empática, cativar, o nome da música, ela é bem conhecida, mas a gente cantava, eles adoravam essa música,
e encontro com eles, eles lembram dessa canção, porque essa música ela vai trabalhar A questão empática, cativar, o nome da música, ela é bem conhecida, mas a gente cantava, eles adoravam essa música, porque realmente é uma letra diz: "Cativar é amar, é também carregar um pouquinho da dor que alguém vai levar". Então isso é inclusão, né? Isso é tornar a inclusão de fato, né? Essa esse esse olhar empático, né? essa esse essa vontade, esse respeito de você trazer para junto, trazer para dentro, contextualizar, né? Chega junto, né? Isso exige a questão da empatia. Por isso que essa música a gente cantava e não tinha a menor noção do que isso representava naquele momento, né? Mas para eles até hoje a gente lembra. E diz assim: "Ah, uma palavra perdida, já quase esquecida me vem relembrar". Contendo sete letrinhas [música] e todas juntinhas se lê cativar. Cativar é amar. é também carregar [música] um pouquinho da dor que alguém [música] vai levar. Cativou, disse alguém. [música] Laços fortes criou. Responsável é você pelo que [música] cativou. >> No deserto, tão só [música] entre homens, também vou tentar cativar. Viver [música] perto de alguém. Cativou, disse alguém. [música] Laços fortes criou. Responsável [música] é você pelo que [música] cativo. >> Ô meu irmão, essa música é um abraço. >> É um abraço, né? >> É. Olha, essa música emociona, essa música toca a alma. Nossa, é um abraço para mim. Resume nisso, ela é um abraço >> e toca os sentimentos, né, das pessoas, né? É, é impossível. >> As pessoas se sentem tocadas no sentimento. E essa é a linguagem da arte. que a a linguagem artística, ela não trabalha só aqui, né, na parte intelectual, trabalha >> no sentimento, na emoção, né, e vai trabalhando isso, vai mostrando, vai, né, trabalhando os esquemas que a gente tem às vezes os esquemas de negatividade, de pessimismo. E essa música vai dar uma um, né, se levanta, né, cativa, né, >> cativa, chama a responsabilidade, né? >> Chama a responsabilidade, né? Eh, você fez eu me lembrar também de uma passagem
de pessimismo. E essa música vai dar uma um, né, se levanta, né, cativa, né, >> cativa, chama a responsabilidade, né? >> Chama a responsabilidade, né? Eh, você fez eu me lembrar também de uma passagem da Bíblia bem antiga, onde Saul >> ficava daquela forma >> bravo. >> Ah, né? Aí Davi vinha com a sua arpa e tocava. E aquele homem desesperado, desnorteado, perturbado, ia se acalmando. Aí a gente vê o poder da vibração >> da música, >> né? A vibração da música toca além do do coração do do do espírito. Ele ela ela toca na nossa alma, nos trazendo à tona. Quantas pessoas estão a escutar agora eh essa música que você nos trouxe? Vão chorar, estão chorando, se emocionando porque toca, né? Então isso é muito, muito bacana. Muito obrigada por você nos trazer essa música. que não é que não é nova, >> muitos já conhecem, é antiga e que que nos faz viver, reviver e experienciar momentos incríveis que todos nós vivemos, né, até o momento de de agora, né? Quando você falou se a arte evangeliza, então essa música ela é uma tradução disso, né? É verdade. >> Porque você trabalha os sentimentos. A evangelização é você melhorar, né? né? O padrão espiritual das pessoas é trazer a boa nova, né? A boa notícia, novas ideias, né, paraa sua vida, novos caminhos paraas suas escolhas. Isso aí você vai evangelizando através disso, da amorosidade, né? >> Muito bem, Mar. Vamos, vamos agora para pra quinta pergunta. como o espiritismo tem se utilizado das diferentes expressões artísticas na sua divulgação. >> Bem, eh, a arte também está presente no movimento espírita desde muito tempo, né? a gente vê escritos na literatura, lá na revista espírita, diversos artigos que falam exatamente a preocupação do codificador, né, naquela época de tocar esse assunto, né, de e ele fala eh numa numa expressão lá que tá no em obras póst, mas é num num conceito que ele dise que sem dúvida o espiritismo abre a arte um campo inteiramente novo, imenso e ainda inexplorado. Tá? Então nós temos que nos apropriar gradativamente, assim
s póst, mas é num num conceito que ele dise que sem dúvida o espiritismo abre a arte um campo inteiramente novo, imenso e ainda inexplorado. Tá? Então nós temos que nos apropriar gradativamente, assim como a gente tava falando em off das questões eh da dos desafios de um processo de inclusão da acessibilidade, que ainda é algo gradativo, né? Algo que ainda tá sendo construído gradativamente, né? Isso é importante que a gente continue sempre investindo, né? Programa como esses e outros, né? que possam criar uma cultura. A arte também, as linguagens artísticas, elas precisam ser cultivadas, né? Daí a Federação Espírita Brasileira, né, em 2021, assim, depois de muitas demandas, de muitos encaminhamentos, criou a área de arte nacional em 21, né, 2021. E tem o propósito exatamente de coordenar esse movimento a nível nacional. criar equipes, né, para que possa exatamente fomentar o processo artístico. Nós temos uma campanha também a nível nacional aprovada que é a campanha permanente de implantação da área de arte nas federativas, nos centros espíritas. E a gente tem um fold aqui, vou até mostrar para vocês que tem algumas questões que você tocou aqui que eu acho muito bacana. Eh, primeiramente, eh, a a pergunta que que esse fold tenta responder é sobre as atividades da arte visam exatamente o quê? Então, olha só a o que tá colocado aqui. Ele fala assim que é promover a percepção da arte como um elemento de expressão do conhecimento. Ou seja, a gente tá colocando agora arte não só no pedestal, do entretenimento. Ah, arte é para entreter, é para fazer, né, o início de alguma coisa, vai se entrete. Não. Agora a gente tá percebendo que a arte tem outras funções, né? Uma delas é exatamente essa, a expressão do conhecimento. A gente pode usar uma poesia, por exemplo, e fazer uma aula através dessa poesia, né? Fazer um estudo dessa poesia. Eu posso dar um exemplo aqui de uma poesia que eu amo. >> Eu vou usar também a poesia >> para para mostrar o o quanto é rica, né, a nossa literatura
vés dessa poesia, né? Fazer um estudo dessa poesia. Eu posso dar um exemplo aqui de uma poesia que eu amo. >> Eu vou usar também a poesia >> para para mostrar o o quanto é rica, né, a nossa literatura poética também que está em obras eh eh em Parnas de Alentuna. É uma uma de alta de Souza que diz assim: "Meu irmão, tuas preces mais singelas são ouvidas no espaço ilimitado, mas sei que às vezes choras consternado ao silêncio da força que interpelas. Volta ao teu templo interno abandonado, a mais alta de todas as capelas, e as respostas mais lúcidas e belas hão de trazer-te alegre e deslumbrado. O teu coração em cada prece, Deus responde em ti mesmo e te esclarece com a força eterna da consolação. Compreenderás a dor que te domina sob a linguagem pura e peregrina. da voz de Deus em luz de redenção. Eu gosto muito dessa poesia. E que aula a gente vai ter aqui, né? A gente pode debçar nesse texto quantas informações, né, sobre a peça, a necessidade dessa conexão com o divino, né? E onde é que está o altar da onde é que está o altar? Onde é que Deus nos fala, né? fala no nosso íntimo e isso é muito, você veja que isso é conhecimento, uma linguagem poética, mas isso pode ser também em dança, pode ser numa escultura, pode ser numa fotografia, pode ser no teatro, né? O interessante da arte é porque ela tem essas linguagens todas. Mas uma coisa também importante é que eh a arte ela visa essa transformação, né? A transformação das emoções, educação eh interior, o autoconhecimento, a renovação moral, né? Também promove o estudo, a vivência e a divulgação da doutrina em todas as linguagens. O que a gente orienta, Sônia, e os demais que estão aí, é que esse trabalho não seja de caixinha. a gente consiga fazer um trabalho integrado com as demais áreas, >> né? Porque todos nós podemos eh contribuir de alguma forma. não precisa ser um artista, um profissional da arte para também se envolver, porque aí também outro tem outra questão da inclusão. Eu sou sensível, eu gosto de arte, eu apoio. Então você tá sendo
rma. não precisa ser um artista, um profissional da arte para também se envolver, porque aí também outro tem outra questão da inclusão. Eu sou sensível, eu gosto de arte, eu apoio. Então você tá sendo convidado também para contribuir, né, de alguma forma você tá trazendo, né, as pessoas para junto para uma produção, né, para uma vivência, para um estudo, né? Então tudo isso a arte é muito includente. Perfeito, meu irmão. Vamos aqui a uma outra pergunta. Eh, eu até pulei ela, mas olha aqui que interessante. Nos fale de sua experiência com a música junto às pessoas com deficiência visual e de como ela favorece a inclusão. >> Pois é. Eh, eu acho que eu já dei uma uma demonstração de como eu cheguei, né? Então, a partir do momento que eu assumi, depois que o professor Laurentino se aposentou, eu tive o desafio, né, >> de levar adiante esse projeto de musicalização. Então, primeira coisa, musicalização infantil, começando, né, já deu estimulando os elementos musicais, aproveitando, né, a a as grandes os resquícios que eles tinham, né, de audição, de percepção. Alguns ainda tinha baixa visão, a gente também aproveitava eh essas possibilidades que eles tinham. Então, a musicalização entrou com força com eles, né? Todas as crianças eram passavam por mim, então a gente estimulava demais bandinha rítmica, né? Eh, audição musical, muitos, muitas eh experiências também nesse sentido. Tínhamos também a questão da prática do instrumento. Ensinávamos flauta, teclado e violão. Além disso, o canto coral, né? Era o canto que a gente fazia. tinha também as band a bandinha rítmica que era bem utilizada. Então tudo isso era um projeto de musicalização, né, que serviu para assim despertar o despertar dessas habilidades. E quantos quantas habilidades, né? Quem conhece o instituto sabe como é rico, né? A questão, eu tenho até um ex-aluno que hoje é um colega meu de profissão e já tá já está como professor do IF. Para você ter uma ideia, começou com essa turminha, né, nessa estimulação. Ele já foi pro teclado,
eu tenho até um ex-aluno que hoje é um colega meu de profissão e já tá já está como professor do IF. Para você ter uma ideia, começou com essa turminha, né, nessa estimulação. Ele já foi pro teclado, depois foi pra sanfona, depois virou um profissional, depois passou no concurso, hoje já tá no IF. Mas tudo começa dessa sementinha, né, dessa estimulação. Mas eu eu diria também que é como arte educador, eu gosto de dizer assim, é até uma uma norma que a gente a gente usa na como arte educador. O arte educador é um alfabetizador artístico estético. Como existe o alfabet o alfabetizador das letras, né, do letramento, a gente faz com que as pessoas conheçam, né, esteticamente a as linguagens, as artes, como um todo, né? Esse foi o nosso papel. Então, como arte educador, além da música, que eu já falei, nós visitamos eh museus para que eles conhecessem, museus dos mais diversos, Museu do Freio, Museu, Museu de Luís Gonzaga, Museus de Jacques do Pandeiro, eh aqui também no espaço cultural, os museus, o teatro, levamos para conhecer um teatro, toda a dinâmica de teatro, concertos, os concertos a gente conseguia levá-los, né, quando era possível. E quando não era, a gente combinava com os grupos para também se apresentarem lá no Instituto dos Cos, né? O o concerto do IF, né, a banda, a orquestra de violino, fizeram uma apresentação também lá. Isso para quê? Porque veja bem, como somos alfabetizadores artístico, estético, nós temos que oferecer, né, as linguagens, porque senão fica só no rádio, só vendo uma um tipo de de expressão, não conhecendo a outra. Então, como é que ele vai gostar de uma coisa que ele não é apresentado? É como se fosse uma comida, né? Como é que eu vou gostar de manga se nunca me ofereceram manga? Uh. >> A gente tem que oferecer manga, goiaba, melancia pra gente saborear. É isso que a gente fez. >> Com certeza. >> V ligar baixinho quando você >> A arte também tem uma dimensão terapêutica também a gente trabalhar com idosos, né? Lá os idosos a gente tem um
nte saborear. É isso que a gente fez. >> Com certeza. >> V ligar baixinho quando você >> A arte também tem uma dimensão terapêutica também a gente trabalhar com idosos, né? Lá os idosos a gente tem um processo terapêutico também com cor com cantos, né? Convivências diversas. Eh, tem também a quadrilha junina que é é um assim, é um carro chefe, né? a gente trabalha e como a instituição a partir de 2020 é um CERN, é um centro especializado de reabilitação, a gente tem outras deficiências também que a gente atende, então tem autista, deficiências eh na área intelectual diversas. Daí a gente juntou há uns três anos uma experiência com a quadrilha inclusiva, unindo todas essas pessoas, né? Fizemos uma uma experiência maravilhosa, virou até artigo, né? recentemente a gente apresentou é algo assim muito dinâmico, né? a gente deu materialidade à questão, né, de de todos esse potencial que a arte tem na vida deles. Então a arte inclui de fato, né? Não é algo apenas o campo das ideias. A gente coloca em prática, a gente testa, a gente vê assim não tá bom, a gente testa de novo, aqui deu certo, aqui não deu certo, mas a gente vai tentando até a gente concluir esse produto final, que é é tão bom. Tanto o produto final foi bacana, mas o processo também foi maravilhoso. Os ensaios, as tentativas, os erros, as frustrações, tudo até chegar no produto final que foi a apresentação da da quadrilha inclusiva. Foi maravilhoso. Mas tem trio, tem trio elétrico, trio de forró, tem banda, tem banda, tem muitas, muitas >> formas, né, da gente mostrar o produto, né, dessa desse trabalho. É isso, é um pouquinho do que a gente procura desenvolver como arte educador nessa perspectiva de >> alfabetizador estético, né? >> Que o aluno >> possa exatamente vivenciar tudo isso, né? O produto, apreciar e contextualizar tudo, né? Conhecer arte, etc. >> Quer dizer, eu aí aí no onde você eh faz esse trabalho maravilhoso, já tem várias vertentes, né? Você falou sobre o autismo, né? agora sim, >> né? Então, eh, é maravilhoso. Então, a
ecer arte, etc. >> Quer dizer, eu aí aí no onde você eh faz esse trabalho maravilhoso, já tem várias vertentes, né? Você falou sobre o autismo, né? agora sim, >> né? Então, eh, é maravilhoso. Então, a arte, eu tava me lembrando agora também de vários colegas que eu participo de grupos com pessoas surdas e tem vários que eu conheço que eles estão no teatro, né? Então, é é muito bacana ver como a arte toca corações através das pessoas que estão ali, como as pessoas cegas. baixa visão, as pessoas surdas, autistas que estão com esse perfil trabalhando aí, levando a arte, né? >> Juntos e misturados, né? >> Juntos e misturados, né? Que maravilha. >> Meu irmão, você pode nos trazer mais uma música? >> Claro. Vamos lá. Essa aqui é conhecida, né, do movimento espírita também. Só um minutinho aqui. Aqui. [música] Qual de nós não tem nenhum defeito? Qual de nós não tem uma virtude? Precisamos só achar um jeito [música] de suavizar o lado rude. [música] Vamos ajudar-nos mutuamente e somar as nossas qualidades para fazer um mundo diferente e tirar a força da maldade. Um dia todos nós seremos [música] anjos. Vamos trabalhar e acreditar que no futuro nós seremos anjos num planeta onde o amor, unicamente o amor há de reinar. E assim será. >> A felicidade só começa quando cessam as desigualdades. [música] Quando todos compartilham sonhos e não usam mal a liberdade. O mestre falou: "Sede perfeitos e nos ensinou essa lição, que somente o amor será eterno. Nele está a nossa salvação. Um dia todos nós seremos anjos. [música] Vamos trabalhar e [música] acreditar e acreditar que no futuro nós seremos anjos. Planeta um do amor. Unicamente o amor há de reinar. Ah, que maravilha. Eu duvido que não tem aí gente cantando aí no chat, porque eu fechei até meu microfone aqui, fiquei cantando. >> Mas mas se eu se eu se eu tivesse deixado aberto, eu ia desafinar e atrapalhar você. Mas como é é como se fosse um feixe de de de madeira, uma música como essa e outras que você tem trazido para nós aí. Vai juntando, vai chegando um, vai,
ado aberto, eu ia desafinar e atrapalhar você. Mas como é é como se fosse um feixe de de de madeira, uma música como essa e outras que você tem trazido para nós aí. Vai juntando, vai chegando um, vai, vai acendendo, vai aquecendo e nos traz tanta alegria. Ô meu irmão, muito obrigada, viu, por esse momento que você tá nos proporcionando com essas músicas que a a acalentam o nosso coração, aquece o nosso coração. E vamos continuar porque o tempo tá passando e a gente queria pelo menos que esse programa fosse umas du 3 horas aqui com você. [risadas] Vamos à próxima pergunta, meu irmão. Na sua opinião, qual o papel da arte nos centros espíritas? O >> papel da arte no centro espírita, eh, eu vou responder poeticamente, é traduzir as belezas eternas, né? é abrir um espaço para que a beleza penetre na nossa instituição, porque a arte ela tem esse compromisso com o estético, né, e com o ético também. Então, a gente trazer arte paraa nossa casa e não precisa ser uma coisa assim gigantesca, uma coisa que tem assim um investimento tão tão grande. Às vezes, por exemplo, você num centro pequeno, simples, você coloca um quadro, um jarro, né, organiza melhor os móveis, pinta, né, uma parede que tá meia desbotadinha, meia feinha, coloca uma um pouco dessa desse desse toque, você já sente o seu ambiente com a presença da arte, né? uma coisa tão às vezes tão simples, uma organização, você receber as pessoas com se tiver um músico tocando, né? Maravilha, né? Como existe no interior aqui da Paraíba um amigo nosso que ele toca saques, então ele, as pessoas vão entrando no centro, ele tá tocando saques. É como se diz, seja bem-vindo, né? Tocando uma música, você já se sente já embcido, né? Envolvido na nas vibrações, né? que música trabalha com com vibração, né? >> Você bota um quadro, tem uma poesia, né? Uma música mesmo, eh, mecânica, às vezes coisas assim mais simples, né? Possível, né? Até as mais complexas, né? Os a formação de grupos, corais, de bandas, né? Mas a arte ela deve estar presente.
né? Uma música mesmo, eh, mecânica, às vezes coisas assim mais simples, né? Possível, né? Até as mais complexas, né? Os a formação de grupos, corais, de bandas, né? Mas a arte ela deve estar presente. Vocês você lembra, né, que Divaldo Franco, né, a gente fica pensando, uma palestra de Divaldo Franco é completamente envolvida com o elemento do artista. Primeiro, a oratória. A oratória é uma é uma é uma um segmento, né, digamos, da de da arte. A oratória tem a ver com arte. Tanto é que ele ele tinha aquelas forma de apresentação, né? Mudava a tonalidade, dava inflexão à voz, fazia aqueles contava uma história engraçada. Isso tudo faz parte de uma de um esquema ou de uma oratória, mas também como é que Divald terminava o as palestras dele, o poema da gratidão, né? Muito obrigado, Senhor, pelo pão que me destes, pela roupa, pelos olhos e termina assim em alto estilo, envolvendo todos nós, né? Então a arte na casa espírita, ela deve dar essa beleza, né? Deve dar essa esse colorido, né? estética e como diz, não precisa ser grandes, às vezes um pequeno toque já faz uma diferença assim enorme. Então a nossa orientação é essa, usem a arte, >> utilizem. falou, falou uma coisa muito simples que você trouxe ainda agora, foi a uma mudar um pouquinho aquele ambiente com jarro, com com quadro, ali, você já traz já um um momento de harmonização através daquela, >> né? Então é muito importante. >> Isso é arte também, né? Arte design, né? >> Tá, tá no simples. Tá no simples, né? Ai, não precisa fazer coisa, não. É no simples. É no simples. A gente não precisa, ah, pensar que tem que ter um espaço, não. É no simples. É no simples que Deus toca a cada coração. É na boa vontade de um irmão como você e de tantos outros que estão aqui no planeta, que estão tocando corações. >> O simples, o simples transforma uma manjedoura num palácio, né? >> No palácio, né? Isso é muito bacana. a gente sentir essa mudança. >> É >> muito bacana. Então, meu irmão, vamos para a próxima pergunta. Muitos se
simples transforma uma manjedoura num palácio, né? >> No palácio, né? Isso é muito bacana. a gente sentir essa mudança. >> É >> muito bacana. Então, meu irmão, vamos para a próxima pergunta. Muitos se utilizam de momentos artísticos, especialmente das músicas, para a harmonização do ambiente e etc. Você concorda que a música pode ser um recurso ou um canal que nos aproxima da espiritualidade? >> Olha, isso é é fato, né? Não posso nem dizer que eu concordo, porque isso é fato. Já existe estudos, né, que mostra eh a a influência positiva da música, né? Existe também na literatura, a gente vendo as obras do André Luiz, a presença da música, o bosque das águas, né? Quem estuda as obras de Andé Luiz sabe que ela se espremer a obra sai arte tudo que é de lado, né? É arte em todos os os livros. E na verdade é uma coisa que eu acho importante, a Federação Paraibana, hoje eu tava participando de um evento lá e uma da uma das nossas colaboradoras, né, diretoras lá disse uma coisa bacana, convidando as pessoas a assistirem a reunião pública, mas dizendo a reunião começa de 3:30 já com a parte musical. Ali começou a reunião pública e depois segue a a o desenvolvimento, a palestra, as preces, né, os comentários, tudo. Olha a mudança de compreensão que a arte ela tá compondo agora, né? Ela faz parte do processo, né? Ali as pessoas estão sentando, estão chegando, tá escutando verdadeiros ensinamentos do evangelho, da doutrina. E aí já tá se conectando. Quando o palestrante usar, né, a fala, fizer seus comentários, o campo vibratório da pessoa, né, o campo espiritual, né, já tá havendo um um grande uma grande acesso, né, já está muito aberto para receber outros conteúdos, né, outras informações. Então, usar a arte nesse aspecto e não uma coisa acessória, né? Não, componha, né? A arte faz parte. >> Perfeito. Perfeito. >> Tá no processo, né? >> Perfeito. A arte faz parte. faz parte, >> desde o momento que começou ali na reunião eh espírito que tá tendo ali na sua casa espírita, começou aquele
>> Perfeito. Perfeito. >> Tá no processo, né? >> Perfeito. A arte faz parte. faz parte, >> desde o momento que começou ali na reunião eh espírito que tá tendo ali na sua casa espírita, começou aquele momento com aquela musiquinha, até aquela musiquinha ambiente que bota enquanto a pessoa ali já tá, já começou, >> já começou, >> já começou, né? Começou para nós que estamos aqui encarnados, porque na parte da espiritualidade já começou há muito mais tempo, né? Perfeito. >> Então, meu querido irmão, vamos pegar você mais uma vez aqui para você nos trazer mais uma música. >> Vamos lá. essa música eh, o nome dela é Ele veio. É uma música composta por uma pessoa que é, ele já desencarnou, mas na existência ele veio como uma pessoa cega e ele ele fez essa música. uma das músicas que eu assim sinto a vibração e uma letra mais bela a respeito da missão do Cristo. O nome da música é Ele veio de Luís Antônio Mileco, tá? Vou talvez alguns não conheçam, mas eu acho ela muito bonita. Vou apresentar aqui para vocês. Ele veio. Pão da vida, luz do mundo. Tinha um olhar [música] quente e profundo e solene. Tinha voz. >> Ele veio mãos vazias desarmadas, nem escudo, nem espadas, só amor por todos nós. Toda noite sem estrelas ele ilumina. E as nuvens mais escuras ele desfaz. [música] Ele veio, [música] agitou a nossa alma e tirou a nossa calma, [música] mas nos trouxe a sua paz. Ele veio pão [música] da vida, luz do mundo. Tinha um olhar quente e profundo [música] e solene tinha voz. Ele [música] veio mãos vazias desarmadas, nem escudo, nem espadas, só amor por todos nós. [música] Toda noite sem estrelas ele ilumina. [música] E as nuvens mais escuras ele [música] desfaz. Ele veio, agitou a nossa alma, [música] mas nos trouxe a sua calma e nos trouxe a sua paz. A sua paz, a sua paz. E você agora, meu irmão, não vai soltar o violão porque eh a próxima vai ser essa. Que mensagem, Natalina, em forma de canção você deixaria para os que estão nos acompanhando? Essa canção que nós cantamos, ela tem um
u irmão, não vai soltar o violão porque eh a próxima vai ser essa. Que mensagem, Natalina, em forma de canção você deixaria para os que estão nos acompanhando? Essa canção que nós cantamos, ela tem um uma assim envolvimento muito grande com a mensagem do Cristo, né? O Cristo que ele veio fazer isso, né? Tirou um pouco a nossa calma, mas nos trouxe a sua paz. E essa aqui a gente vai agradecer também de uma forma até lúdica, digamos assim, que eu gosto muito dela porque canta também a inclusão e e fala da missão do Cristo também. Jesus gosta de você. Jesus gosta de você. Jesus quer o seu amor. [música] Seja vou ser bonitinho. Seja como você for. É o amor sem distinção. Ele só olha o coração. [música] Ele só quer que você ame o seu irmão. Jesus gosta de você. >> Jesus quer o seu amor. Seja branco [música] ou amarelo, seja como você for. É o amor sem distinção. [música] Ele só olha o coração. Ele só quer que você ame o seu irmão. É isso. Jesus gosta de você como você é. >> É realmente. Só quer que você ame, né? você traduz essa essa amorosidade em você com respeito, com humildade e que a gente possa fazer desse Natal uma um Natal inclusivo, né? Um Natal onde todos possamos viver juntos, né? E conviver juntos. >> É, é. >> Gratidão aí pela como diz a nossa querida Sandra, assim espera o nosso mestre, né? Assim espera. >> Assim espera. Então, meus irmãos, estamos chegando ao final do nosso programa. Foi um prazer enorme estar com o Marco. Foi maravilhoso esses momentos incríveis que passamos juntos e você compartilhou conosco saberes, nos trouxe momentos de de de música que tocaram nossos corações. Então, com certeza saímos desse programa bem diferente do que chegamos. E passamos agora às considerações finais do nosso convidado com você, Sônia, Sandra e todos que estão, né, envolvidos a esse programa tão importante, né? Eu fico muito feliz porque eu sou uma pessoa que luto diariamente, praticamente na minha vida, eh, nessa perspectiva, né, de tornar as pessoas mais felizes, né, utilizando
programa tão importante, né? Eu fico muito feliz porque eu sou uma pessoa que luto diariamente, praticamente na minha vida, eh, nessa perspectiva, né, de tornar as pessoas mais felizes, né, utilizando a arte que elas se encontrem enquanto cidadãs, elas se vejam assim como agentes de culturais, né, que possam transmitir arte, beleza, cultura em todos os os espaços, em toda parte, né? A arte deve estar em toda parte. E muito feliz, né, por esse momento ter contribuído mesmo singelamente para esse momento. Muita, muita gratidão e desejar a todos, né, um Natal de muita, muitas bênçãos para todos. Muito obrigada, Marco. Que Deus te abençoe e que nós, se Deus quiser, eu tenho certeza que em 2026 a Sandra vai ver a sua agenda e você vai estar conosco de novo, viu? se prepare aí que você vai >> vai estar, se Deus quiser, porque eh é necessário esse tema que você nos trouxe para que todos nós, não digo nem só o movimento espírita, mas toda a sociedade vai despertando a importância da arte em todos os sentidos, para tocar corações, para evangelizar, para trazer para o outro a sensibilidade da arte, né? Isso é muito importante. Então, muito obrigada, querido irmão Marcos. Que Deus te abençoe e aproveitamos para informar que em breve estaremos divulgando nossa agenda para 2026 pelo Instagram do programa Diálogos Inclusivos. Esse é mais um recurso para estarmos sempre juntos, informados e comprometidos com a inclusão. E nesse momento eu quero agradecer, vamos eh agradecer na pessoa da Lia, a nossa querida irmã Lia, do sistema Deus conosco de comunicação espírita, também ao nosso irmão Belmiro, que está aí nos bastidores, que faz esse programa acontecer. Muito obrigada, Bel. Que Deus te abençoe. Obrigada a Sandra Santiago que está hoje aqui conosco. E também o nosso agradecimento a todos que passaram durante esse ano eh pelo programa pelo pelo Diálogos Inclusivos, né, todos os intérpretes, todos que nos trouxeram eh os temas importantes que foram passados nesse ano. Então fica
a todos que passaram durante esse ano eh pelo programa pelo pelo Diálogos Inclusivos, né, todos os intérpretes, todos que nos trouxeram eh os temas importantes que foram passados nesse ano. Então fica aqui o nosso agradecimento, a nossa gratidão a todos que estão no chat aí fazendo seus comentários, eh eh vibrando junto com a gente aqui. Muito obrigada, meus irmãos. Um feliz Natal para todos e um ano novo repleto de paz, amor, harmonia, inclusão. Muita paz, meus irmãos, e até o próximo programa em 2026. Até lá. >> Sistema Deus [música] conosco de comunicação espírita. Aqui você navega [música] em pontas de luz. >> O sistema Deus conosco de comunicação espírita apresentou programa Diálogos Inclusivos. [música] O próximo programa Diálogos Inclusivos será dia [música] 28 de fevereiro, às 20 horas. Aguardamos todos [música] vocês. Você gostou [música] do conteúdo que produzimos? A maior caridade que podemos fazer a doutrina espírita é a sua própria divulgação. Gostaria [música] de participar? Então venha e se junte ao grupo de amigos do sistema Deus conosco de comunicação espírita. Ajude a manter esse trabalho de amor. [música] Seja um colaborador. Você pode contribuir com qualquer valor. Basta escanear o QR Code da [música] tela. A sua colaboração é muito importante para nos ajudar a levar para o mundo a mensagem do [música] Evangelho de Jesus e a doutrina espírita.
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