Diálogo Franco | Mediunidade: como desenvolver com segurança?

Mansão do Caminho 03/08/2025 (há 7 meses) 1:32:56 12,193 visualizações 1,757 curtidas

A mediunidade é uma faculdade natural do ser humano — e sua manifestação consciente exige preparo, conhecimento e responsabilidade. Neste episódio do _Diálogo Franco,_ refletimos sobre os cuidados necessários para o desenvolvimento mediúnico, os riscos da prática desorientada e os princípios espíritas que orientam o serviço seguro junto ao mundo espiritual. A partir da experiência de Divaldo Franco e dos ensinamentos da Codificação Espírita, este encontro esclarece: • O que é mediunidade e por que ela se manifesta; • A importância do estudo contínuo e da disciplina emocional; • Os perigos do improviso e do sensacionalismo; • O papel da caridade e do aprimoramento moral na prática mediúnica. 🎧 Um convite ao discernimento, à vigilância e ao serviço no bem. 📌 Inscreva-se no canal, ative o sininho e acompanhe os próximos episódios! #DiálogoFranco #Mediunidade #DesenvolvimentoMediúnico #Espiritismo #SegurançaEspiritual #FaculdadeMediúnica #MundoEspiritual #MediunidadeComSegurança #MediunidadeNaPrática #ExperiênciaEspiritual #DoutrinaEspírita #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Muito boa noite a todos. Vamos dar início então a nossa reunião doutrinária sábado à noite e eu vou convidar a nossa irmã Tânia Menezes para proferir a prece de abertura dos trabalhos desta noite. Querido amigo Jesus, quanta alegria estarmos reunidos em teu nome neste momento, para recebermos as tuas bênçãos através dos teus emissários que, penetrando em nosso íntimo, traz um novo ânimo, vigor, para que possamos superar os desafios que estamos a enfrentar no nosso cotidiano, guardando Jesus a certeza do amparo incondicional dos nossos os benfeitores. Nós pedimos também, Jesus que estas bênçãos se estendam para todos aqueles que também passam por dificuldades, dores e que aguardam, Jesus, o teu lenitivo para acalmar os teus corações. Que as mensagens desta noite tragam para nós reflexões oportunas, abrindo os horizontes para a nossa caminhada na jornada evolutiva e que possamos, Jesus nesta energia levar a nossa gratidão aos queridos dos fundadores, tio Divaldo, tio Nilson, que eles possam, recebendo as nossas vibrações, partilhar também conosco das boas energias e que a tua paz, Jesus, siga conosco agora e para todo sempre. Que assim seja. Mais uma vez, então, muito boa noite a todos. Hoje nós teremos aí nosso diálogo franco. Esse Franco você sabe de onde é que vem, né? Vem de Divaldo Franco. Então, por isso que a gente escolheu o nome em vez de roda de conversa, algo que nos lembrasse sempre a presença do Edivaldo. Então, nós escolhemos o nome aí, Diálogo Franco, para relembrar a presença dele, como sempre, né? Então, hoje nós teremos aí um um tema especial sobre mediunidade. Mas antes eu vou fazer uma um lembrete a todos vocês para o nosso próximo seminário que será no próximo sábado, né, com o Dr. Leonardo Machado. Inicia às 16 horas, das 16 até às 19 com o intervalo. Depois das 19 horas nós daremos o outro intervalo e à noite a reunião doutrinária será com o Dr. Leonardo Machado e Ana Teresa Camasmia, que vai fazer parte também desse seminário junto com o Dr. Leonardo. Na

as 19 horas nós daremos o outro intervalo e à noite a reunião doutrinária será com o Dr. Leonardo Machado e Ana Teresa Camasmia, que vai fazer parte também desse seminário junto com o Dr. Leonardo. Na oportunidade nós estaremos lançando esse livro aí, ó, Ansiedade e Felicidade, que é da autoria dele. Vai ser o primeiro livro Dr. Leonardo Machado pela editora Leal. Então fica o convite. Aqueles que tiverem interesse pode se inscrever no site da mansão do caminho. Nós tivemos alguns problemas técnicos nos últimos dias no site, né, essas interferências externas, mas já está corrigido a problemática e o site já está normal no ar, né, e dá umas inscrições para aqueles que quiserem participar do seminário com o Dr. Leonardo Machado. E no outro domingo nós teremos então a apresentação do filme do Divaldo. Sábado, >> né? >> Sábado. >> Ah, no próximo sábado. É, vai ser no sábado >> 16 >> das 16 horas. Das 16 às 17 nós teremos uma uma roda de conversa com o diretor do filme, que é o Cloves Melo. O Adilto Buglés irá participar também. O Jonas Pinheiro. O Jonas é um confrade nosso de São Paulo, muito amigo e ele que intermediou com a Disney, que esse filme é de propriedade da Disney, que intermediou com eles a apresentação do filme aqui com uma entrada franca, né? e a Luziane Bahia também estará presente conosco. Então, uma hora de conversação que vai ser muito interessante pela presença do Cloves Melo, que é o diretor do filme. Então, muitos aspectos da de toda a programação, da execução, elaboração do filme, ele tem esses detalhes que ele sempre traz a toma à tona. E depois o filme inicia às 19, a 2 horas de filmagem, fica até às 21 horas. Então fica o convite desse sábado a 8 aí para que todos possamos participar. Então hoje nós nós temos aqui a presença do nosso irmão Adilto Bugliese. O Adilto é ex-presidente da Federação Espírito do Estado da Bahia, é palestrante, escritor. Nós tivemos aqui um seminário há poucos dias com ele e com a Tânia, né, a respeito também de mediunidade.

e. O Adilto é ex-presidente da Federação Espírito do Estado da Bahia, é palestrante, escritor. Nós tivemos aqui um seminário há poucos dias com ele e com a Tânia, né, a respeito também de mediunidade. Ele é membro do Conselho Editorial e Articulista da nossa revista espírita, Presença Espírita. é um colaborador voluntário do Centro Espírito Caminho da Redenção, desde 1994. A nossa irmã Regina Souza, que está remotamente, ela é vice-presidente de unificação da Federação Espírita do Distrito Federal e coordenadora nacional na área de mediunidade da Federação Espírita Brasileira. Como a Regina tá remota, eu vou fazer um convite à Regina para ela fazer a apresentação, por favor. Regina, para o público que nos assiste aqui pessoalmente e remotamente. >> Então, boa noite a todos. Eu sou Regina, trabalho na Federação Espírita do Distrito Federal e na equipe nacional da área da mediunidade junto com o Jacobson e a Maria Amélia. Então a gente procura realizar esse trabalho dentro da necessidade do movimento espírita. >> Mais alguma coisa? Não, muito obrigado pela Vai ter bastante coisa, mas é daqui a pouquinho nós vamos conversar bastante hoje sobre o nosso tema da mediunidade. A Tânia que é a Tânia é tesoureira também, diretora tesoureira da do Centro Espírito Caminho da Redenção e secretária da Mansão do Caminho, diretora secretária da Mansão do Caminho é expositora espírita. Ela atua como evangelizador da infância e da juventude e é coordenadora dos projetos Manuel Filomeno de Miranda. e de um salto para o futuro, que é um programa que nós temos na um programa social, né, com diversos jovens. Eh, e na web TV da Mansão do Caminho é cofacilitadora do grupo de estudos Sueli Calda Schuber, que é transmitido todos os domingos aqui. Esse tema que nós escolhemos é um tema assim bastante palpitante, uma mediunidade as pessoas têm muito interesse, né? Todos nós temos mediunidade, todos nós somos médios, uns mais, outros menos. Às vezes a mediunidade pouco ostensiva, uma unidade muito ostensiva, tipo a do

iunidade as pessoas têm muito interesse, né? Todos nós temos mediunidade, todos nós somos médios, uns mais, outros menos. Às vezes a mediunidade pouco ostensiva, uma unidade muito ostensiva, tipo a do Divaldo Franco. Então, sempre fica uma curiosidade e nós vivemos no mundo de muitas energias, né? Então, há uma interferência constante do mundo extrafísico, no mundo físico, nas nossas mentes, nós influenciando também o mundo espiritual. Então, tem esse intercâmbio, esse intercâmbio mediúnico constante, né? Nós somos os médiuns, não somente na no dia da reunião mediúnica, mas somos médiuns às 24 horas do dia. Não existe interrupção nesse intercâmbio constante com o mundo espiritual. E as companhias é uma escolha seletiva nossa, né, e que vai determinar muitas vezes o nosso comportamento, as nossas ações. E é sobre isso que nós vamos conversar hoje, né? Além de mediunidade nas crianças, as interferências dos espíritos do mundo físico, tantos assuntos da mediunidade que são bastante enriquecedores. E o próprio codificador da doutrina espírita Allan Kardec, que ele teve essa oportunidade grandiosa de ter uma convivência com médiuns fabulosos, né, na época da invasão dos espíritos que houve em Paris. principalmente onde ele residia e ali ele pôde teve pode obter um diálogo com o mundo espiritual assim de um canal praticamente direto e com uma assistência espiritual eh grandiosa pro trabalho que estava desenvolvendo. Então, na nós teremos agora uma pequena apresentação, um vídeo do Divaldo eh de mais ou menos uns 6 minutos, onde ele vai falar sobre alguns conceitos sobre mediunidade. Então, pediria ao Júnior para fazer a apresentação desse vídeo, que é o início das nossas ações nesta noite. Todos, sem exceção, somos médiuns. Tecnicamente somos seres inteligentes. Todos dispomos de um cérebro, das áreas intelectivas, das áreas emocionais. Nada obstante, alguns somos melhor dotados do que outros. Possuímos órgãos mais especializados. Daí a mediunidade tanto pode surgir na

omos de um cérebro, das áreas intelectivas, das áreas emocionais. Nada obstante, alguns somos melhor dotados do que outros. Possuímos órgãos mais especializados. Daí a mediunidade tanto pode surgir na infância como na senectude. Eu comecei com 4 anos, mas eu li muitos anos depois de um médium polonês que começou com 78 e até os 92 quando morreu, deixou uma grande literatura. O cientista astrônomo, amigo de Allan Kardec, aos 40 anos apareceu a mediunidade e rompeu. Ela, portanto, sob certos estímulos emocionais pode irromper. No caso de Nicolau Camille Famarrion, em face dos seus estudos de astronomia e das emoções que ele colheu quando adotou o espiritismo, na área de que há mundos habitados por inteligências, ele psicografou todo um capítulo que está no livro Gênese a respeito de um desse mundo espiritual em uma página gloriosa para a ciência astronômica e para o espiritismo. A pessoa pode educar a mediunidade no esoterismo, no materialismo, em qualquer lugar, criar hábitos saudáveis. Mas como o evangelho de Jesus é a norma notável de ética da humanidade, a mediunidade com Jesus é aquela que se devota ao bem do próximo. Allan Kardec chegou a dizer que a mediunidade nesses parâmetros espirituais cristãos, a mediunidade cristã, aquela de ser aplicada para servir ao bem, deve ser experimentada desde que o indivíduo tenha sintomas. E quais são os sintomas? Qual é o sintoma de uma pessoa inteligente? respostas rápidas, raciocínio lógico, ideias avançadas da mediunidade, fenômenos, sensações, emoções, variedade de personalidade, sonhos premonitórios, intuição, acontecimentos que a pessoa de repente aquilo lhe vem à cabeça e mais tarde se torna uma realidade. São fenômenos muito variados que nós passamos a prestar atenção. A simpatia, a antipatia, vemos pessoas, antipatizamos, são antigos desafetos, outras nos afeiçoamos, são afetos e assim por diante. que vale dizer que sendo uma faculdade do corpo, deveremos dar o mesmo atendimento que damos ao pulmão, ao esôfago, ao estômago, cuidar. Agora,

s, outras nos afeiçoamos, são afetos e assim por diante. que vale dizer que sendo uma faculdade do corpo, deveremos dar o mesmo atendimento que damos ao pulmão, ao esôfago, ao estômago, cuidar. Agora, do ponto de vista físico, por exemplo, evitarmos excessos, evitarmos alcoólicos, evitarmos drogas ilícitas, cigarros que levam sempre substâncias químicas que vão perturbar a tiroide, que vão perturbar as glândulas que fazem a manifestação mediúnica, principalmente a pneal. Daí qualquer pessoa que tenha sensações não comuns, não repetitivas, comece a observar o seu próprio comportamento e naturalmente pratique uma ética moral que favoreça atrair os espíritos bons, porque os espíritos bons se encarregarão de comunicar-se, de orientar. Por exemplo, quando me apareceram esses fenômenos, lá na minha terra não havia manifestações espíritas, não havia centro espírita, havia talvez espíritas, mas com muitos subterfúgios por causa das perseguições. E então os próprios espíritos foram me dizendo o que fazer, como é que eu deveria escrever, quais os dias, os horários que eles podiam, de que me deveria utilizar, quais as técnicas para meu autocontrole, para o meu caráter, para a minha conduta diária, para a criação de uma instituição onde eu pudesse exercer a mediunidade, que é o nosso centro, criado no dia 7 de setembro de 1947. Então, os sintomas são muito pessoais e fáceis de identificar. Se nós temos intuições fáceis, se nós olhamos para uma coisa e decodificamos, se temos sonhos premonitórios ou se acontecem fatos que nós já prevíamos, é médio. Agora vai educar a mediunidade, porque como qualquer função colocada a margem degenera, deteriora e se transforma no veículo para a obsessão. que havendo órgão há o efeito. Não sendo o efeito com os espíritos bons, será o efeito com os espíritos maus. São os fenômenos obsessivos. >> Vamos então fazer a primeira pergunta ali pra Regina. Um questionamento que Allan Kardec fez uma definição no livro dos médiuns a respeito de mediunidade,

píritos maus. São os fenômenos obsessivos. >> Vamos então fazer a primeira pergunta ali pra Regina. Um questionamento que Allan Kardec fez uma definição no livro dos médiuns a respeito de mediunidade, que a mediunidade está para a alma como o ouvido está para o som. Foi o que ele disse. Ela nos conecta com dimensões que não vemos nem sentimos. E o que que você poderia então nos dizer, Regina, sobre essa definição de mediunidade? Segundo Allan Kardec. >> Bom, primeiro lugar, a gente precisa lembrar que a mediunidade é a faculdade que permite ao homem servir de intermediário entre o mundo físico e o mundo espiritual. Aí Kardec faz uma comparação entre a mediunidade ou e o ouvido. O ouvido tem a capacidade de captar os sons. A mediunidade nos leva a ouvir, a sentir o que vem do mundo espiritual, ou seja, os espíritos. Então, é importante a gente lembrar lá no livro dos espíritos, quando Kardec faz a pergunta, ã, se os espíritos influem em nossos pensamentos e em nossos atos. E a resposta do espírito, dos espíritos diz que muito mais do que imaginais, de porque de ordinário são eles que vos dirigem. Então a gente vê que o tempo inteiro nós influenciamos e somos influenciados. Daí a necessidade da gente prestar atenção no dia a dia com o tipo de espíritos ou de pensamentos que estamos sintonizando. Então a gente quando ouviu agora essa pergunta, nós pensamos também a partir do momento que a gente nasce, o nosso primeiro contato é com o quê? É com o ar. E nós sabemos que o ar existe e sem ele nós não conseguimos viver. Mas nós não conseguimos ver o ar. Nós ouvimos, captamos os sons pelos nossos ouvidos. Nós sentimos a presença e a influência dos espíritos. Mas sem esse dom, nós não conseguimos perceber a presença e a existência dos espíritos. Então, nós precisamos da mediunidade para estar em contato com o mundo espiritual. Nós temos uma questão aqui também para Tânia inicial, paraa provocação do dos nossos diálogos. Se essa palavra médium, ela vem do latim, significa intermediário.

tar em contato com o mundo espiritual. Nós temos uma questão aqui também para Tânia inicial, paraa provocação do dos nossos diálogos. Se essa palavra médium, ela vem do latim, significa intermediário. Ou seja, o médium é aquele que, por uma sensibilidade natural consegue perceber e intuir ou até manifestar a presença dos espíritos. Que que nós podemos conversar a respeito deste assunto, Tânia? Se nós buscarmos a obra do espírito Manuel Filomeno de Miranda, a todo instante nós vamos estar em contato com os médiuns, que são estes intermediários e que Filomeno também vai trazendo para nós este conceito de mediunidade, onde nós encontramos esses conceitos das 18 obras de Filomeno, nós temos três que são obras mais eh que destacam e esses temas eh mais específicos e as outras são narrativas. Então, a primeira obra que Filomeno trouxe em 96, que foi temas da vida e da morte, nós temos lá um capítulo que ele intitulou Obstáculos à mediunidade e que vai trazendo uma série de de questões importantes para aqueles que atuam nessa área, que são estes intermediários. Mas ele traz eh logo no início deste capítulo, mostrando para nós eh qual seria a função da mediunidade, como nós eh poderíamos eh trabalhar melhor a mediunidade no sentido de despertamento para aquelas pessoas que tiveram as suas trajetórias equivocadas. Quando nós passamos para o segundo livro que é de estudo, que é o livro Reencontro com a vida, este é o 12º livro da obra, o outro é o sétimo, eh publicado em 2006, Filomeno também vai falar para nós a respeito da mediunidade, o que tio Divaldo apresentou aí em sua fala de que todos nós somos médiuns. Kardec fala a respeito disso e Filomeno vai dizer assim, eh, o capítulo Sintomas da Mediunidade, que a mediunidade ela é inerente às pessoas, a todas as pessoas e que um dia ela será mais ostensiva do que a atualidade, na atualidade. E aí nós vamos percebendo o que o médium, que somos todos nós, precisamos estar fazendo no nosso dia a dia para que esta capacidade de

m dia ela será mais ostensiva do que a atualidade, na atualidade. E aí nós vamos percebendo o que o médium, que somos todos nós, precisamos estar fazendo no nosso dia a dia para que esta capacidade de perceber, perceber esta orientação, esta influência, porque a percepção pode ser das coisas boas e das coisas não tão boas. Então, Filomeno fala a respeito disso neste livro. E eu sempre quando vou falar de mediunidade não posso deixar de apresentar esta magnífica obra Mediunidade Desafios e Bênçãos, que foi publicada eh pela nossa Leal em 2012 e que eu digo que é um verdadeiro tratado a respeito da mediunidade, onde ele também aborda a respeito da obsessão. E aqui Filomeno, na própria apresentação desta obra, vai trazer para nós que a mediunidade é uma faculdade da alma que se manifesta nas células do corpo. Então, nós sabemos que o médium ele é preparado antes da reencarnação para que o seu corpo físico ele esteja à disposição para a manifestação dos fenômenos que vem pela visão, pela audição, pela psicografia. Então, a mediunidade chega para que nós possamos, enquanto médiuns, captar esta onda de pensamento que vem de uma outra dimensão. Partindo da fala do nosso querido Tio Dio, Alan Kardec, que introduz para nós o tema em o livro dos médiuns, nós poderemos estar pensando: Se o meu corpo físico ele não veio preparado nesta existência para servir de intermediário, eu posso, pela minha conduta está me tornando mais suscetível da percepção. destes destas ondas de pensamento que trazem a construção de um mundo melhor intermediário. Todos nós somos, mas precisamos trabalhar, que é a palavra utilizada também pelo nosso Tio Di para a educação da mediunidade. Muito >> obrigado, Tânia. Agradeço também a presença do Adilto Buglies, amigo nosso aqui já de longa data. e e é um profundo conhecedor da doutrina espírita, é autor de diversos livros, né, e tem um bom e um excelente conhecimento a respeito do assunto que nós estamos tratando hoje aqui. E a mediunidade, que é uma faculdade natural do ser humano,

espírita, é autor de diversos livros, né, e tem um bom e um excelente conhecimento a respeito do assunto que nós estamos tratando hoje aqui. E a mediunidade, que é uma faculdade natural do ser humano, né, todos nós temos, mas nem toda percepção ela pode ser classificada como uma mediunidade ostensiva. Então, Builhes, você poderia nos falar um pouco sobre a natureza da mediunidade e sobre esses médiuns consciente, inconsciente, médium intuitivo? >> Tá ligado? Saudações fraternas a todos, todos os presentes que nos acompanham pela web TV, manção do Caminho. Quando Allan Kardec publicou o livro dos espíritos em 1857, ele de mediado como bom estrategista, ele estabeleceu algumas diretrizes futuras. Uma delas foi dotar o espiritismo de uma estrutura ética. Isso ser iria fazer quando publicasse o Evangelho Segundo o Espiritismo em 1864. Mas também ele iria precisaria expor o conhecimento metodizado da doutrina da da faculdade mediúnica, a parte prática da doutrina. E aí que vai acontecer a publicação, a a elaboração de o livro dos médiuns. Até aquele momento, durante séculos, o que se cultuava era o mediunismo, a mediunidade sem um catálogo, sem um roteiro. Então, vários espíritos são convocados pelo mundo espiritual. Sócrates, Herasto, Lamené, São Luís, Joana Dark e muitos outros. Delfin de Girardã Pascal são convocados para junto com o codificador construir essa obra monumental que que fala da parte experimental do Espiritismo. Era o ano de 1861 quando ela foi publicada. É nesse livro notável que nós vamos encontrar a questão que Tony já se referiu de que a faculdade mediúnica ela faz parte é do eh do espírito, mas revestida de células. E num dos itens do livro dos médiuns, Allan Kardec pergunta aos espíritos se a natureza da mediunidade, da faculdade mediúnica, guarda alguma proporção com o desenvolvimento moral do médium. E os espíritos respondem que não, que a faculdade ela tem raízes orgânicas e que independe do momento moral, mas quanto ao uso bom ou mau da medidade vai

oporção com o desenvolvimento moral do médium. E os espíritos respondem que não, que a faculdade ela tem raízes orgânicas e que independe do momento moral, mas quanto ao uso bom ou mau da medidade vai depender das qualidades morais do médium. Allan Kardec definiu todos que todos nós temos a mediunidade, como se referiu muito bem, Divaldo, todos nós somos mais ou menos médios. Todos nós somos mais médiuns ou menos médios. O que significa quantidade de mediunidade? Vivaldo, muita mediunidade, Chico Xavier, Ivone Pereira. Então nós vamos observar Kardec no livro dos médiuns apresentando uma divisão funcional da mediunidade, quando ele destaca que a mediunidade ela pode ser facultativa ou voluntária, é aquela que o médium tem consciência do seu poder, podendo realizar o exercício da faculdade mediúnica, mas para isso ele precisa ter um organismo físico que seja possível de realizar os fenômenos. Daí ela ter raízes orgânicas a mediunidade. Mas ele também vai definir nessa divisão funcional destacando a mediunidade que ele chamou de natural ou generalizada. Todos nós temos a mediunidade, mas não é uma mediunidade. Temos não temos consciência do poder que temos. Já. Então, nesse caso, a mediunidade vai dizer um um estudioso inglês, William Jackson Craford, em um livro que ele escreveu muito depois de da desencarnação de Allan Kardec. Ele era inglês, professor de mecânica na Universidade de Belfast, na Irlanda. Ele vai dividir a mediunidade, tal como fez Allan Kardecional em mediunidade dinâmica e mediunidade estática com S. A mediunidade dinâmica seria a mediunidade facultativa de Allan Kardec. O médium tem conhecimento dos poderes de que ele é detentor, podendo realizar os fenômenos participando com a sua própria vontade. Já a estática, ela estaria uma medenidade adormecida, paralisada, que a grande maioria de todos nós da população da terra. Podemos sofrer a influência dos espíritos, mas não é uma mediunidade que precisa ser desenvolvida. Mas para que então a mediunidade

paralisada, que a grande maioria de todos nós da população da terra. Podemos sofrer a influência dos espíritos, mas não é uma mediunidade que precisa ser desenvolvida. Mas para que então a mediunidade estática? Às vezes precisamos de um passe, atrair a pessoa para um ambiente religioso, para o espiritismo, por exemplo. Então, Craufard vai definir a mediunidade dinâmica e exemplificando inclusive com vários médiuns, como no início do século XIX, século XX, depois da desencarnação de Kardec, muitos médiuns foram convocados para o exercício dessa mediunidade dinâmica, atraindo, porque havia um motivo, a curiosidade, atrair os cientistas, como atrair o William Crooks, que foi examinar a mediunidade de Florência, Cook atrair o César Lombroso, o pai da antropologia criminal naqueles ídos de 1891, 92, eleva com mais de 60 anos, combatia o espiritismo pelos jornais de uma forma muito agressiva. o criador do da teoria lombrosiana do do criminoso nato. E havia em Nápolis uma médio famosa portadora da mediunidade dinâmica, Eusápia Paladino, nascida em 1854. Foi convidado então um cientista lombroso para ir assistir as experiências, porque ele combatia o que ele não conhecia, nem não tinha visto. Ele recusa inicialmente, mas acaba aceitando o convite de um seu colega, o professor Kiaia, e vai assistir as experiências de que Eusapia provocava com a sua mediunidade, o fenômeno das mesas, do movimento das mesas, de materialização. Mas o que fez o sábio? reconheceu os fenômenos, mas considerou que eles eram resultado de todos efeitos físológicos da médium, psicofisiológico da média, para não aceitar de que era uma possibilidade de a existência do espírito, porque ele não aceitava pensamento que não fora do cérebro. Mas logo em seguida, no ano de 1902, ele aceitou outro convite e desta vez ele vai passar por uma experiência que mudaria a sua vida para sempre, graças a uma mediunidade dinâmica ou facultativa, a uma mediunidade ostensiva da média Osávia Paladina. Quando ele está na reunião, de repente

r por uma experiência que mudaria a sua vida para sempre, graças a uma mediunidade dinâmica ou facultativa, a uma mediunidade ostensiva da média Osávia Paladina. Quando ele está na reunião, de repente ele vê um vulto nas cortinas e houve uma voz que ele reconheceu de imediato, dizendo: "César, meu filho, sou eu, sua mãe". Era mãe de César Lumbroso que se maratelizava ali na sala, abraçava aquábio, beijava a sua fronte e ele é emocionadíssimo pela realidade da sobrevivência da vida após a morte. Não resistiu e a primeira coisa que ele fez foi se inteirar de tudo que era possível ele ler sobre o espiritismo e resolveu se retratar no jornal. Herculano Pires é que conta essa história num dos seus livros chamado Méunidade, dizendo que reproduzindo o pensamento de César Lombrose no jornal, nenhum gigante do pensamento poderia fazer o que fez comigo essa mulher simples e analfabeta, referindo-se a usapa paladino. Tirou minha mãe do túmulo, colocou no meus braços. é a capacidade da mediunidade dinâmica, que é também conhecida tal a definição de Allan Kardec na revista espírita de 1858 como de acepção restrita. Poucos têm o poder, mas tem consciência dele. Mas há também a a mediunidade de forma ampla, que é aquela que todos nós possuímos. Então, dentro desses contextos, dessas definições, há também a mediunidade intuitiva. Uma vez eu perguntei a Divaldo, Divaldo, veja essa frase de Albert Einstein. Penso 99 vezes, nada descubro, paro de pensar, entro em profunda meditação e eis que a verdade se me revela. O que significa isso, Edivaldo? A mediunidade intuitiva que todos nós podemos é a mediunidade do futuro. O Papa Kardec na revista de 1866 faz essa previsão, a mediunidade mental do futuro. O dia em que os seros médios todos estiverem em desenvolvimento moral de altíssimo nível, na mais total e absoluta depuração na sua moralidade, atingiremos nível então da nossa mediunidade. >> Muito bem, Bulgés, muito obrigado. Eu sei que o público aqui, eu lhe a todos com muitas, estavam com muito atentos,

soluta depuração na sua moralidade, atingiremos nível então da nossa mediunidade. >> Muito bem, Bulgés, muito obrigado. Eu sei que o público aqui, eu lhe a todos com muitas, estavam com muito atentos, com muitas questões, naturalmente. Então, aqueles que tiverem interesse em fazer uma pergunta, tem a equipe aqui da da casa papel caneta, sintam-se à vontade para perguntar alguma questão a respeito do tema que nós estamos desenvolvendo, né? Então, nós dando continuidade, vamos falar agora sobre a mediunidade na infância, né? Já que somos todos médiuns, isto já nasce conosco organicamente. Então, o Divaldo tem algum conhecimento para transmitir num vídeo que nós iremos destacar agora sobre a mediunidade na infância. >> Allan Kardec fala que no momento do parto dá-se a reencarnação, as pesquisas modernas da parapsicologia. principalmente com um pesquisador italiano, ou melhor, indiano, confirmam que até os 6, 7 anos o espírito ainda se está apropriando do organismo físico. Então, as memórias são muito mais lúcidas do que a partir dos 7, 8 anos. Daí nós vemos na história crianças prodígio sempre. Agora na internet a gente vê criança regendo orquestra com 3 anos de idade, criança interpretando bar, que é um dos autores mais difíceis da música de todos os tempos. Nós vemos crianças com reminiscências claríssimas, como a do piloto americano, que se lembra do avião abatido e que desde os dois anos dizia para o pai que ele era a reencarnação daquele indivíduo. Nesse período, o espírito está muito lúcido e às vezes tenta comunicar a pessoa, conversar com as fantasias. é o período chamado lúdico, dos dois aos 5 anos, mais ou menos na psicologia infantil. Então, a mediunidade aí está num desenvolvimento para e passo à inteligência, à imaginação. A criança tanto entra em contacto com espíritos como fantasias da inteligência que está entrando em contacto com o mundo real. Que fazer? Conversar com a maior naturalidade, falar que a vida continua. Porque as nossas crianças que têm capacidade de

como fantasias da inteligência que está entrando em contacto com o mundo real. Que fazer? Conversar com a maior naturalidade, falar que a vida continua. Porque as nossas crianças que têm capacidade de receber um computador próprio aos 2 anos, um telefone próprio aos 2 anos, que liga isto e aquilo com uma proficiência que parecem que já vieram ilustradas a respeito dos equipamentos terrestres. Eu, coitada, eu vi ilustrado a respeito da tilografia, aprendi com facilidade, mas computação é uma tragédia. E aqui na nossa escola e todo lugar nós temos crianças com uma habilidade de computação impressionante no chamado Vale do Silício, nos Estados Unidos, onde estão os maiores gênios, crianças geniais, também estão ali contribuindo grandemente com as conquistas do silício, que até a pouco era uma das substâncias mais enriquecedoras do mundo. Então, falarmos da mesma forma que se ele disser que está com uma dor, vamos explicar. Ah, eu vi, tem uma sombra falando comigo, é meu filho, realmente é o avô, é titio, é um amiguinho espiritual. Porque aos 4 anos, quando eu comecei a ver a minha avó, eu vi também muita gente, não só minha avó. De repente eu a vi e de repente eu vi uma passção de coisas até hoje. Então nada de dizer que são contos, que é imaginação e também não preocupar a criança, acabar com aquela história. O bicho papão, aliás, eu acho que ninguém fala mais isso, né? É horrível o bicho papão, ele vem de pegar. Não, você vai dormir. Se você tiver qualquer coisa, chama Papai do Céu. Eu estou aqui ao seu lado tomando conta. bem natural, porque é um fenômeno paranormal, que não é habitual, mas absolutamente normal. A criança médium é uma bênção para nós, porque de cedo ele está no clima que se encontrava no mundo espiritual. E enquanto está reencarnando, ele está impregnando o cérebro para ter lembranças no futuro. Então nós temos aí a a mediunidade ostensiva. O Divaldo foi um exemplo disso, né? Desde os 4 anos, quando os espíritos assustavam ele grandemente, né? Era um espírito com um chapéu

mbranças no futuro. Então nós temos aí a a mediunidade ostensiva. O Divaldo foi um exemplo disso, né? Desde os 4 anos, quando os espíritos assustavam ele grandemente, né? Era um espírito com um chapéu mexicano bem grande e ele saía da cama e corria, ia dormir no meio do pai e da mãe tentando fugir do espírito, né? E o pai e a mãe não entendiam nada o que tava acontecendo, né? Então por isso que é importante a instrução da criança, né? E a Tânia, você que é amanhã de manhã, nós temos uma atividade, atividade muito nobre na nossa área social, que é a evangelização da infância e a Tânia que é responsável. Então você convive muito com as crianças, Tânia, que que nós podemos então contribuir nesse assunto de mediunidade na criança, já que você convivendo lá com as crianças deve ter muitos casos para ter ouvido muitos casos, né, muitos exemplos sobre sobre esse assunto, né? Quando o tio Di falou do bicho papão, eu me recordei de uma experiência vivida com meu filho quando ele tinha 3 anos. Ele acordou à noite chorando e quando eu cheguei no quarto eu perguntei: "O que foi, meu filho? Ele tem um bicho papão aqui querendo me pegar. Eh, o tio Dia até disse: "Hoje não se fala mais." E a gente não falava nessa linguagem com os nossos filhos em casa, mas foi a forma que ele expressou. E aí eu fiquei ao lado dele, eu fiz uma prece e disse: "Não tem ninguém aqui para lhe pegar, porque na verdade eh isso até que tio Dixe da desse tempo quando nós reencarnamos, que o próprio Kardec ele traz, que a reencarnação ela vai acontecer quando eh ocorre o nascimento." E aí a gente vai que hoje inclusive estudamos isso no projeto, no encontro com o projeto, capítulo 11º do livro Nas Fronteiras da Loucura, Filomeno trazendo que a reencarnação ela vai levar muitos anos para de fato se consolidar e isso avança na primeira infância, que mostra o quanto as crianças elas têm esta percepção do mundo espiritual, exatamente por conta dessas lembranças. Então, ter este bicho papão, nós precisamos desmistificar,

ça na primeira infância, que mostra o quanto as crianças elas têm esta percepção do mundo espiritual, exatamente por conta dessas lembranças. Então, ter este bicho papão, nós precisamos desmistificar, mas entender que esta visão da criança pode ser a visão de um espírito que é um desafeto e que está ali para poder eh prejudicar. Em um outro momento, passados eh meses depois dessa primeira ocorrência, o nosso filho também acordou de noite e disse que tinha um homem com uma faca na área de serviço que iria matar ele. É o quê? a visão, a visão de um espírito que não necessariamente vai significar que ele desenvolverá a mediunidade. Então, essa é a primeira questão que nós precisamos ter clareza que pela facilidade, por ainda estar neste intercâmbio mais preciso na fase inicial da infância, ele vai ver, ele vai perceber, mas não necessariamente vai desenvolver, que foi diferente do nosso tio Di. Um casal conversava com um filho de 4 anos a respeito de um aborto que tinha acontecido com alguém que era da vizinhança. E de repente o filho disse: "Minha mãe, não foi isso que aconteceu 4 anos. Foi a uma gravidez eópica que não podia ir adiante. Então esta criança de 4 anos foi Chico Xavier. Então, como entender este processo quando se chega? Aí vai pais que não são espíritas, vem as crianças relatando que estão vendo pessoas, que eles dizem pessoas está aqui e que os pais não vêm. Aí alguns acham que precisa levar ao psicólogo para poder entender o processo, que tenha ajuda. Mas se esse psicólogo ele não tem a noção da vida espiritual, não irá eh orientar como deveria, mas sempre tem dentro da família alguém que é espírita, que vai dizer: "Já levou o centro espírita?" E aí chegando ao centro espírita, né, essa criança, já tivemos vários casos que chegaram à nossa ao nosso conhecimento dessas crianças que vêm, dessas crianças que eh inclusive a visão não é somente de coisas boas, que hoje precisamos ter uma preocupação com aquilo que estamos permitindo as nossas crianças assistir. tirem, porque são

que vêm, dessas crianças que eh inclusive a visão não é somente de coisas boas, que hoje precisamos ter uma preocupação com aquilo que estamos permitindo as nossas crianças assistir. tirem, porque são monstros que matam, que eh se protegem e isso vai ficar no imaginário. E aí a gente busca a orientação de Allan Kardec, que é bem precisa, quando ele traz em o livro dos médiuns, capítulo 18º, inconvenientes e perigos da mediunidade. é um capítulo curtíssimo. Ele traz dois itens e o primeiro 2 2 1, oito perguntas, sendo que as três últimas elas são relacionadas à criança. E aí Kardec vai eh trazer como pergunta se é inconveniente desenvolver a mediunidade na na criança. Claro, é inclusive perigoso. ele vai eh na resposta nós temos que o corpo frágil pode ser prejudicado com isso. E qual a idade para que eh essa mediunidade seja trabalhada? Então ele vai dizer que não há idade porque eh quando ele está na fase da infância não pode estar numa reunião mediúnica. Então, nós pais e educadores, precisamos de fato eh levar o assunto quando a criança traz a informação de maneira natural, não dizendo que não é verdade. Não, você está mentindo, cadê? Eu não estou vendo. A criança está vendo. A criança traz a sua percepção. E como nós devemos conduzir? Aí eu vou trazer a informação que Martins Peralva nos apresenta no livro Mediunidade e Evolução, no capítulo que é intitulado Mediunidade nas crianças. Ele apresenta três propostas para as crianças que relatam, né, essas visões. Primeiro, a oração. É preciso orar, envolver. No caso, quando eu trouxe a experiência do meu filho, o que é que a gente tinha? Uma criança que tá chorando, que está dizendo que tem um bicho papão, para poder acomodar, fazer uma oração. Martin Esperalva também recomenda o passe. Nós temos aqui durante o trabalho da evangelização infanto juvenil e atividade com o grupo da de pais e familiares, o horário disponível para os passes, onde muitas dessas crianças ou jovens ou até a própria família são eh eh se dirigem a este espaço para poder

venil e atividade com o grupo da de pais e familiares, o horário disponível para os passes, onde muitas dessas crianças ou jovens ou até a própria família são eh eh se dirigem a este espaço para poder tomar o passe. E por fim, Martins Peralva, e aí nós vamos defender a nossa bandeira, Mário, indica ir para a evangelização. Então, se vocês têm crianças adolescentes que estão com as manifestações, com os indícios da mediunidade, nada melhor do que está na evangelização infantil para que nós também possamos cuidar deste processo. >> Muito bem. Quando você tava falando, Tânia, eu me lembrei de um filme que eu vi que eu achei fantástico com Bruce Willes, O sexto sentido. A mediunidade daquela criança era assim, espetacular, né? E o filme ali traduziu bem o que é o mundo extrafísico, né? e a própria criança tinha dificuldade de se compreender, se entender. Então vamos assim uma pergunta aqui para eu recebi muitas perguntas aqui no YouTube, então e muitas perguntas do público e nós vamos procurar responder algumas, né? Daqui a pouquinho a gente já responde. Vocês vão me perdoar também que eu vou estender o horário um pouquinho mais, né? Tem um pouquinho de paciência, tá? E então, a Regina, como é que nós vamos educar essa mediunidade de uma forma segura, seja na na criança ou seja no adulto. >> Bom, iniciando Kardec no livro dos Médiuns, capítulo 17, intitulado Desenvolvimento mediúnico, ele apresenta algumas orientações mais voltadas para o desenvolvimento da psicografia. Lembrando que na época de Kardec a psicografia era a mediunidade mais utilizada até em função da própria codificação, porque ele recebia mensagens que vinham do mundo inteiro e ele precisava ler, estudar, analisar para que ele chegasse a uma conclusão. Então ali ele apresenta um método do desenvolvimento da mediunidade na própria residência. Também naquela época ainda não existiam os centros espíritas. os primeiros estavam se formando, eram núcleos familiares. Então ele orienta que se escolha um local reservado,

ade na própria residência. Também naquela época ainda não existiam os centros espíritas. os primeiros estavam se formando, eram núcleos familiares. Então ele orienta que se escolha um local reservado, um dia e um horário em que você possa participar daquele momento e ali você se recolha, faça uma leitura de um conteúdo evangélico doutrinário, medite um pouco a respeito daquele assunto, se recolha em prece e se coloque à disposição da espiritualidade. Então, durante algum tempo, você esperava de papel e caneta ou lápis para ver se vinha algum pensamento, alguma comunicação. Se no decorrer de mais ou menos 6 meses nada acontecesse de diferente, é porque você ainda não tinha mediunidade em fase de eclosão. Agora, na atualidade, a primeira coisa que a gente lembra, o que a Tânia falou, a criança ela precisa ser evangelizada. Vamos orientar e lembrar que mediunidade, seja qual for a fase, tanto na infância, na juventude, na idade adulta ou na idade mais avançada, é a mesma coisa. Agora, a forma de tratar é que é diferente. Então, na atualidade, quando você identifica esses indícios possíveis de mediunidade, procure uma casa espírita, passe-se normalmente pela área do atendimento fraterno, converse com alguém devidamente preparado para ouvir, para acolher as suas necessidades. E com o passar do tempo, você começa a estudar a doutrina espírita. E é importante lembrar que o estudo ele é fundamental porque ele vai formar a base de sustentação do trabalhador pra vida inteira. Além do que para você entrar num grupo de formação mediúnica, você precisa ter conhecimentos evangélicos doutrinários, senão você não consegue compreender na prática o que vem a ser mediunidade. Então, passada passada essa fase, hoje nós temos um programa que é oferecido pela FEB, que se chama MEP, mediunidade, estudo e prática. Ele está dividido em dois programas. O primeiro programa, ele é voltado para o entendimento da mediunidade. Então são 28 conteúdos teóricos e práticos. A teoria sobre mediunidade

de, estudo e prática. Ele está dividido em dois programas. O primeiro programa, ele é voltado para o entendimento da mediunidade. Então são 28 conteúdos teóricos e práticos. A teoria sobre mediunidade na prática, é o desenvolvimento das capacidades perceptivas, onde nós temos o passe, a prece, a percepção, a irradiação mental, a o autoconhecimento para dar confiança e segurança ao trabalhador. Já no programa dois, ele é voltado para o entendimento do que que é uma reunião mediúnica. E ali na prática entra a prática mediúnica supervisionada. Então o médium começa a trabalhar a sua mediunidade e aí no decorrer desse estudo vai aflorando ou não a mediunidade. Aí é importante lembrar que nem sempre o trabalhador ele consegue aflorar a mediunidade durante um curso ou um estudo de educação da mediunidade. Isso se dá ao longo da vida. Então, na hora certa, essa mediunidade vai eclodir, mas é importante o estudo, o desenvolvimento, ele está mais voltado para a própria faculdade, tá? o a faculdade mediúnica, psicofonia, psicografia, vidência, desdobramento. Então, é a facilidade de você transmitir essa comunicação, a sintonia que você vai ter entre o médium e o espírito comunicante, a harmonização dos pensamentos para que você possa alcançar essa frequência. Já a educação da mediunidade, ela está mais voltada para o próprio trabalhador, para o médium. É o educar-se para educar a própria mediunidade. Então entra aí uma mudança de postura, cuidado com os pensamentos, com os sentimentos, a vigilância dos pensamentos, o hábito da prece, a implantação do evangelho no lar. Tudo isso são recursos que vão facilitar o desenvolvimento e a educação da mediunidade. Se a gente continuar falando, a gente fica até a semana que vem, viu, gente? >> Muito obrigado, Regina. Muito obrigado, Adilton. Quando nós lemos assim a biografia de Allan Kardec, nós verificamos como a reencarnação ela é muito bem preparada no mundo espiritual, conforme diz a Tânia aqui no livro Temas da Vida e da Morte, no capítulo número

os assim a biografia de Allan Kardec, nós verificamos como a reencarnação ela é muito bem preparada no mundo espiritual, conforme diz a Tânia aqui no livro Temas da Vida e da Morte, no capítulo número um desse livro de Manuel Filomeno de Miranda, a psicografia de Edivaldo, ali a gente vê que a o processo da reencarnação é é muito bem elaborado. E nós vemos a a a trajetória de Allan Kardec. Ele antes de iniciar assim esse essa esse interesse pelo mundo dos espíritos e ele foi um grande descobridor, ele que descobriu os espíritos, né, que era a alma dos homens que já viveram na terra. Então ele se relacionava com homens extrafísicos. Então, eh, o tratamento que ele dava não era tratamento que ele tinha medo ou respeito, ele tratava com homens. Ele sabia que um, alguns eram mais perfeitos, outros menos imperfeitos. Então ele buscava sempre essa conversa, esse diálogo franco com espíritos superiores. E ele teve uma fase da vida que ele foi magnetizador. E naquela época que ele viveu também tinha ali um grande médium Antonizador fantástico. Então eu pergunto para você, Buglesi, eh, o que seria o magnetismo e e a essa importância do magnetismo também em relação a à doutrina espírita na vida de Kardec? O que que nós podemos conversar sobre sobre esse assunto e explicar pro público aqui o que é o magnetismo? >> É uma das belas histórias da da espírita. 1775, um médico austríaco de repente reconhece que ele pode curar com a aplicação das suas próprias mãos. Ele também considera, ele acredita que das suas mãos estendidas alcança o doente. Um fluido sai das suas mãos. Mesmer, o nome dele, Franz Anthon Mesmer, como Mário se referiu, nascido em 1733, dia 23 de maio. com essas suas experiências, suas pesquisas, iria revelar a descoberta do magnetismo animal, ou seja, um fluido passível de ser transferido de uma pessoa para outra pessoa, ficaria famoso com essa terapêutica que ficou conhecida como mesesmerismo. É sempre interessante como Mário se referiu, a história, o entelaçamento

de ser transferido de uma pessoa para outra pessoa, ficaria famoso com essa terapêutica que ficou conhecida como mesesmerismo. É sempre interessante como Mário se referiu, a história, o entelaçamento e a programação do mundo espiritual, porque mesmo estava na Áustria, em Viena, o que que ele foi fazer na França? E na França se notabilizou porque ele criou um método terapêutico que ficou conhecido como a Tina de Mesmer. Era uma caixa muito grande, redonda, de carvalho, cheia de água, com vírus moídos, de malha de ferro, onde pelo menos 30 pessoas poderiam ficar em volta dessa caixa. Dessa caixa saiu extremidades e dela saiu uma arte de ferro, onde as pessoas se sentavam e colocavam no corpo na parte que estava enferma ou dolorida. Só que essas pessoas entravam em convulsão. Algumas ficavam pacientes, quietas, mas outras entravam em convulsão. E ficou então conhecido a terapêutica dele como a Tina das Convulsões, um período da magia do magnetismo em decorrência da Tina de Mesmer. atraiu muitos curiosos, muitas pessoas que aceitavam a terapêutica, outras hostilizavam meses tanto assim que ele 1792 se afastou da França, mas é que logo em seguida nasceria Allan Kardec, saindo de Verdão em 1822 depois de estudar com Pestalose e que Pestalose também se interessou pelo magnetismo, porque ele tinha um filho, Jacob, que tinha um problema de epilepsia e o filho de pestalose teria sido tratado através do magnetismo. Tudo isso são relatos da história do advento, da dos primeiros sinais da preparação do advento do espiritismo. O certo é que o professor Rivalo, o nosso Allan Kardec, polite Leão Denizar Rivalho, em 1822 sai de Verdão, vai para Paris, não retornou para sua cidade natal, mas em 1823 ele já estava já se integrando a uma sociedade mesmeriana em Paris, fundada e um dos um dos seus diretores era o Barão Depot, Giles Deni Seneboy. eram de dirigentes. Kardec se refere a esse barão como um médico amigo. No livro dos médiuns, nós entendemos que é a mesma pessoa. Kardec diz: "Esse médico amigo um dia pretende

t, Giles Deni Seneboy. eram de dirigentes. Kardec se refere a esse barão como um médico amigo. No livro dos médiuns, nós entendemos que é a mesma pessoa. Kardec diz: "Esse médico amigo um dia pretende escrever um livro sobre os médiuns curadores, sobre a menundidade curativa. Então, por isso, nós observamos um há uma conexão profunda entre eles, mas houve muitas dificuldades para a sedimentação do magnetismo na França. A Faculdade de Medicina de Paris eh ameaçava os médicos de serem afastados de suas profissões caso aderisse ao magnetismo. Em 1831, uma sociedade de ciências de Paris também se interessou em examinar novamente a questão do magnetismo. Considerou que ela tinha princípios, o magnetismo tinha princípios científicos, mas logo depois, em 1937, se retratou. Então, foi esse essa visão, esse momento, esse movimento que Kardec vivenciou, mas ele ficou muito conhecido em Paris como também um exímio magnetizador. O que foi que aconteceu então em 1854? O encontro de 12 magnetizadores numa rua de Paris. O professor Rivaio, já há mais de 30 anos, conhecido como magnetizador, se interessava em levar conforto espiritual pelo magnetismo à pessoas enfermas. E também o outro magnetizador, Jaques Fortier, os dois se encontram. Professor Rival, uma novidade para o senhor, não são apenas as pessoas que podem ser magnetizadas, quer dizer tomar um passe também as mesas. Uma vez magnetizadas, as mesas não somente elas giram pelos salões sozinhas, como ele era um magnetizador, entendia o poder do fluido magnético, ele aceitou, não desdenhou para a nossa sorte. Mas logo em seguida, o próprio Fortier, também magnetizador e que era também um chaveiro de profissão, ele disse: "Professor Rival, veja que coisa interessante, as mesas não apenas giram, mas também elas falam. Perguntamos, elas falam, perguntamos, fazemos perguntas mentais e elas respondem." E mais uma vez o magnetizador não desdenha, não banaliza, toma uma atitude científica. Enquanto alguém não me provar que uma mesa tem nervos para sentir, serve para

erguntas mentais e elas respondem." E mais uma vez o magnetizador não desdenha, não banaliza, toma uma atitude científica. Enquanto alguém não me provar que uma mesa tem nervos para sentir, serve para pensar, tomarei isso como a história da carochinha. É assim que foi traduzido do francês. Mas logo em seguida recebe o convite. O senor G vê o fenômeno das mesas que giram. Foi com atitude do cientista observar, anotar o fato, os acontecimentos. Tomou uma postura ali na residência da méd da senora Prene Meon em Paris. Viu as mesas girando, as pessoas perguntavam, as mesas respondiam. Ele anotava, chegou em casa, abriu uma agenda que é conhecido como testamento doutrinário de Allan Kardec. É a segunda parte do livro Obras Póstumas, que vale a pena os irmãos conhecerem o passo a passo do codificador naqueles dias fascinantes do advento do Espiritismo na Terra. Ele anota: "Enquanto muitos viam aquela nas mesas girandoos pela força do magnetismo, viam uma brincadeira e um passatempo, o que eu vi foi o surgimento de uma nova lei." ia tudo começar, começaria o advento do Espiritismo, que é uma promessa de amor de Jesus, que ele chamou de o Consolador, através das informações de Fortier, de Rustã, todos os magnetizadores do Barão de Pê. Então, o magnetismo avançou no tempo e logo estará Kardec 1868 se referindo e dizendo: "O magnetismo abriu o caminho para o espiritismo". de todos os fenômenos do sonambulismo dupla vista, tudo isso teve início com o magnetismo e que ele chamou de uma terapia eficiente e que no Brasil nós conhecemos como a terapia do passe. Vale a pena conhecer duas obras maravilhosas que foram publicadas de autoria do projeto Manuel Pelamento de Miranda. Terapia através dos passes e passes. O que dizem os espíritos? as informações que eu tirei dos espíritos. >> Muito obrigado, BL. Nós vamos aqui ver mais um vídeo do Divaldo e vamos entrar no assunto dos tipos de mediunidade. E aí, então, eu vou procurar responder aqui, o pessoal responder alguma das perguntas que nós temos aqui. A primeira

ui ver mais um vídeo do Divaldo e vamos entrar no assunto dos tipos de mediunidade. E aí, então, eu vou procurar responder aqui, o pessoal responder alguma das perguntas que nós temos aqui. A primeira delas, qual é o setor da mansão que devo me dirigir para ampliar a minha mediunidade? faz parte dos que possuem uma mediunidade ampla. Converse com a Tânia no final da reunião, certo? E aí você pode ter uma orientação a respeito dos passos a seguir, né? Então vamos ver mais um vídeo de Divaldo. Este é o homem que conversa com os anjos. muitas vezes lhe apareceram em forma transcendental e a sua obra mediúnica, particularmente a psicografia, como ele formava, ser a sua missão precípua na mediunidade. Este exemplo grandioso estabeleceu as bases fundamentais para demonstrar a realidade da vida imortal e a comunicabilidade entre as criaturas humanas. Como poderíamos deixar, não somente de louvá-lo, mas de agradecer a bênção do seu exemplo aqui na terra? Muitas vezes tenho ouvido falar, que ele se tem comunicado e me recordo que um dia ele me disse: "Depois que desencarnar meu filho, eu não pretendo voltar, pelo menos a comunicações convencionais, porque considere que diria eu que Emanuel já não disse, então eu não me atreveria a vir para completar as palavras de Emanuel, porque ele as diz Todas, completando a parte evangélica e doutrinária do espiritismo. A observação de do Divaldo relativamente às comunicações de Chico Xavier, que que ele teria mais para dizer do que ele já não tinha dito, né? Ia complementar Emmanuel? De jeito nenhum, né? Então nós vemos algumas perguntas aqui muito interessantes que nos chegaram. Eu vou começar com a Regina. Então, Regina, como como distinguir ou distinguir o animismo de uma comunicação mediúnica verdadeiramente? O médico que trabalha em reunião mediúnica e percebe que as comunicações sos anímicas, ele pode dissoar? Basicamente. Então, eu diria que essa pergunta aqui em relação a esse fenômeno da que assusta muitos médiuns, né, do animismo, que que nós

e percebe que as comunicações sos anímicas, ele pode dissoar? Basicamente. Então, eu diria que essa pergunta aqui em relação a esse fenômeno da que assusta muitos médiuns, né, do animismo, que que nós podemos instruir os médiuns a respeito disto, Regina? >> Olha, o animismo ele é, em primeiro lugar uma bagagem pessoal do médium. Quando a gente pensa numa comunicação mediúnica, todas as comunicações elas têm um conteúdo anímico. Por quê? Espírito não transmite palavra, não transmite idioma, ele transmite uma imagem, uma ideia que o médium vai captar, vai interpretar e vai traduzir em palavra escrita ou falada. Então, a ideia ela é do espírito. As palavras, o colorido da mensagem é do médium. Então, sempre haverá um potencial, um conteúdo anímico na comunicação. Mas existe também o animismo gerado pelas pendências que nós vamos deixando pela vida. São as cristalizações mentais, as questões mal resolvidas. Então, sempre que a gente tem uma dificuldade no dia a dia, um problema no dia a dia e a gente não dá conta de resolver, a gente ultrapassa o túmulo e leva essa pendência para o mundo espiritual. E é provável que numa outra existência a gente se depare com essa situação. Quando a gente fala de animismo, para clarear mais essa situação, nós buscamos André Luiz no livro Nos Domínios da Mediade, o capítulo 22, intitulado Emersão no passado. Ali durante uma reunião mediúnica comparecem as pessoas que estão em tratamento e que vão para ouvir a palestra e fazer o tratamento. No decorrer da reunião, uma senhora ela começa a falar e quando ela começa a falar ela grita assim: "Quem me socorre? Quem me socorre?" E Raul Silva, que era o dirigente da reunião, dirigente encarnado, se aproxima e começa a conversar com ela. E nesse diálogo, de repente, André Luiz e Hilário junto com a equipe espiritual, com o Clementino, que era o dirigente espiritual, se aproximam e Lário questiona: "Como é possível essa comunicação? se junto àela senhora não existia nenhum espírito transmitindo aquela

e espiritual, com o Clementino, que era o dirigente espiritual, se aproximam e Lário questiona: "Como é possível essa comunicação? se junto àela senhora não existia nenhum espírito transmitindo aquela comunicação. Então, Clementino diz o seguinte: "Nós estamos diante de um autêntico processo de animismo". Por quê? Por a simples presença de um espírito desencarnado no plano espiritual, ali no ambiente no plano espiritual, ao mesmo tempo que aquela senhora encarnada no plano físico, a presença dos dois fez com que ela entrasse no estado de emancipação da alma, voltasse no tempo e começasse a relembrar uma situação ocorrida numa vivência deles, numa existência anterior. Então, quando ela fala: "Quem me socorre? Quem me socorre", não é ele que está transmitindo, é ela que está relembrando e repetindo aquela cena. Então, André Luiz, pergunta e numa situação dessas como é que a gente age? a gente desmascara o médium, interrompe a comunicação. O que é que o dirigente deve fazer? Trata normalmente, naturalmente, como se fosse uma autêntica comunicação. Por quê? aquele médium, ele está precisando ser orientado em espírito. Então isso fica para nós que mais importante do que quem transmite a comunicação é o conteúdo da mensagem. Então, o conteúdo é que é importante e não o nome de quem assina aquela comunicação. E aí, a partir desse momento, é claro que o dirigente da reunião, ele vai agir de forma natural, fazer o esclarecimento daquele espírito que é o médium em espírito e depois ele precisa conversar ou observar. mais de mais perto as comunicações daquele médium para perceber se aquilo aconteceu uma única vez, foi um fato esporádico ou se a situação começa a se repetir. Porque começando a repetir, o dirigente precisa chamar o médium em particular, sentar, conversar com ele e entender o que se passa com o médium no momento da comunicação para ele entender e auxiliar o médium a superar aquela situação. Então, é importante a gente lembrar que quando a gente não tem esse vaso, esse canal devidamente limpo,

édium no momento da comunicação para ele entender e auxiliar o médium a superar aquela situação. Então, é importante a gente lembrar que quando a gente não tem esse vaso, esse canal devidamente limpo, nós precisamos trabalhar os nossos pensamentos, os nossos sentimentos, buscar o recurso da prece, estudar mais detalhadamente para que a gente consiga uma boa sintonia, consiga resolver essas questões que ficaram pendentes e aí a gente possa possa transmitir mensagens de forma fiel, sem que haja alteração no conteúdo da comunicação. Então, por enquanto é isso. >> Obrigado, Regina. Eu eu tava ela tava conversando, eu me lembrei do Divaldo, na educação mediúnica que ele teve, naturalmente, no começo, o Médium tem esse esse tormento do animismo pensando uma parte, quantos por cento é meu, quantos por centivaldo foi sendo educado pela prefeitura e ele tinha um baú no quarto e ele psicografava as mensagens e guardava no baú. Depois de um tempo, ele questionou a benfeitura se aquele baú ali, aquelas mensagens não podia ser traduzido num livro. E ela disse para você agora pega todas as mensagens do baú e queima todas. Tá tudo fora. Ele botou o baú inteiro de mensagem fora e ela disse: "Isso aí foi só um treino. Foi só um treino. 10 anos de psicografia. treinando, né, para limpar o canal mediúnico. Foi isso que aconteceu, né? Então, Tânia, vamos aqui como blindar nossa família, isso é importante. Como blindar nossa família da interferência de espíritos destruidores? A oração é um grande recurso, mas não podemos esquecer que a família é constituída de individualidades e o que nós pensamos, nós atraímos. Então, pode haver um confronto de energias no ambiente doméstico, pessoas que vibram, que sintonizam com os bons espíritos, mas mentes que estão desconectadas desta sintonia. O que fazer? Cada um que já tem este conhecimento, esta noção, fazer a sua parte e aguardar. O evangelho no lar é um grande momento para nós construirmos esta ponte com o mundo espiritual. Nós sabemos que naquele momento uma equipe

este conhecimento, esta noção, fazer a sua parte e aguardar. O evangelho no lar é um grande momento para nós construirmos esta ponte com o mundo espiritual. Nós sabemos que naquele momento uma equipe espiritual, ela é comprometida com o nosso lar, vai se fazer presente, vai trabalhar todas essas individualidades, mas não podemos esquecer que é o conjunto que vai mostrar como está aquele ambiente. É claro que podemos ter pessoas mais eh cheias de conflitos, de desequilíbrios e alguém ali naquele ambiente pode estar trazendo esta harmonização. No prefácio do livro Constelação Familiar, a benfeitora coloca que a família é a base sobre a qual se ergue o imenso edifício da sociedade. E aí vamos pensar qual é a família que nós estamos construindo. Porque se vivemos em harmonia no lar, nós levaremos esta harmonia para a sociedade. Mas se não estamos harmonizados, esta desarmonia também vibrará na sociedade. falamos tanto dos conflitos, das guerras, das disensões, mas o que é que nós estamos construindo no ambiente do nosso lar? Então, oração, leitura, ouvir uma música agradável, Evangelho no lar, são elementos indispensáveis para que possamos blindar a nossa família, o nosso lar dessa onda que a vassala não é só o ambiente doméstico, mas é a humanidade. Cada um tem o seu papel que é indispensável para a construção do mundo regenerado, que todos nós ansiamos, fazendo a nossa parte, nós alcançaremos. >> Obrigado, Tânia. Existem muitos tipos de mediunidade que poderíamos aqui conversar muito sobre esse assunto, né? Psicografia, psicofonia, a dupla vista, transporte. eh, materialização, são muitos temas, mas eu vou especificar um aqui pro pro Buglies, para ele nos falar sobre mediunidade sonambúlica. >> O ser humano tem a capacidade de manifestar-se pelo menos em três grandes segmentos. primeiro através dos do fenômeno do dos sentidos, né, os sentidos orgânicos, a visão, o olfato, paladar, o tato, mas há também ele pode se manifestar através das faculdades chamadas anímicas,

gmentos. primeiro através dos do fenômeno do dos sentidos, né, os sentidos orgânicos, a visão, o olfato, paladar, o tato, mas há também ele pode se manifestar através das faculdades chamadas anímicas, que são as faculdades da alma. Aí no caso em estado de emancipação da alma, que é um o sonambulismo é um dessa é uma dessas condições. Um outro estado também seria as manifestações através de as manifestações mediúnicas. Aí no caso, no estado de trans médiúnico, há no livro dos médiuns um caso interessante que Allan Kardec relata de um menino de 14 anos que ele emancipava-se, quer dizer, o seu perespírito se exteriorizava, porque nesse estado de exteriorização a alma veio com uma forma muito mais dilatada, ouve também. E ele então se aproximava de uma pessoa enferma, olhava o corpo e via o interior do corpo e via a enfermidade e descrevia a enfermidade para as pessoas presentes. E aí alguém dizia: "Tudo bem, já entendemos, agora passe o remédio". disse: "Não, eu sou apenas sonâmbulo. Só quando o espírito doutor estiver presente." Então, só quando tinha um espírito que era doutor presente, é que ele podia então se transformar em médium sonâmbolo para receber do espírito que era médico o receituário. Então, são fenômenos assim interessantíssimos. E gostaria de registrar assim nossas congratulações a Mário e a instituição, né? por realização desse Tânia, pela realização desse dessa roda de conversa de um tema dos mais fascinantes e do mais importantes e oportunos do mundo atual. Porque recordo-me sempre de um pensamento que Divaldo me lembrava quando falava sobre de mediunidade. Não esqueça não que que a fase da mediunidade de efeitos físicos do solambulismos passou como Allan Kardec observava e já imaginava. E aí, Edivaldo sempre me dizia, lembre-se do pensamento de Vena de Carvalho. Em doutrina espírita hoje a mediunidade, o fenômeno mediúnico mais urgente é o da moral do homem. >> Muito obrigado, Bulés. Eu me recordo das reuniões mediúnicas que eu participava com Divaldo a respeito dessa mediunidade

hoje a mediunidade, o fenômeno mediúnico mais urgente é o da moral do homem. >> Muito obrigado, Bulés. Eu me recordo das reuniões mediúnicas que eu participava com Divaldo a respeito dessa mediunidade sonambúlica. Começava a reunião, tinha uma comunicação inicial que era Dr. João Cleofas que dava comunicação, orientação da reunião e depois ele psicografava, passava a reunião inteira psicografando, é uma hora de psicografia. Aí ele depois da reunião a gente lia, ele lia a mensagem e depois ele dizia todas as comunicações que houveram na reunião. Ele fala, ele se desdobra, ele ele caminhava pela sala em espírito e assistindo todas as comunicações. Se você e eh digamos deu a comunicação de um espírito do fulano de tal, você deu a comunicação do outro, você deu do outro, um por um. Essa mediunidade do Divaldo, né? Era algo assim impressionante, os detalhes psicografando e ele assistia as as comunicações desdobrado e dizia o que que acontecia, que que estava acontecendo em cada comunicação, quem foi a comunicação, eh o teor dela, quem era o espírito, as características do espírito. É impressionante. Sobraram muitas perguntas aqui. Então, na próxima quinta-feira, com o convidado presente, eu vou colocar em pauta as perguntas que fizeram, que nós já estamos no adiantado da hora. E eu peço licença, então, a todos para encerrarmos a nossa reunião. Nesse momento, eu vou convidar a nossa irmã Regina para que ela possa se despedir de vocês. >> Então, para nós foi um momento muito gratificante. É sempre importante a gente estudar, é sempre importante a gente trabalhar esses assuntos, principalmente lembrando das pessoas que não são espíritas, que não têm conhecimento e que às vezes estão vivenciando no ambiente familiar situações como essas. Então, que a gente tenha sempre esse olhar de carinho e de atenção e de orientação em relação a quem precisa. Muito obrigada a todos vocês. >> Muito obrigado, Regina, pela Muito obrigado pela sua participação. Eu agradeço também ao Adilto Buglies, a

inho e de atenção e de orientação em relação a quem precisa. Muito obrigada a todos vocês. >> Muito obrigado, Regina, pela Muito obrigado pela sua participação. Eu agradeço também ao Adilto Buglies, a Tânia, ao Júnior e ao Sérgio que estão aqui na equipe da TV, a vocês todos que nos assistiram remotamente e muitos outros aí nos canais virtuais. Vamos agora então fazer uma parte prática da doutrina espírita, a parte da ciência, que é aplicação dos passes, né, dos passes coletivos, convidando os médiuns da casa para se colocarem ao longo dos corredores. Vamos fazer esse exercício prático da mediunidade, como bem nos disse o Bglie a respeito de Mesmer e a capacidade de que saia das suas mãos esse poder anímico de transmissão de energia. Todos nós temos isto e podemos através da vontade impulsionar esses fluidos em direção àqueles que são os receptores. Nós abrimos o canal através da nossa mente, propiciando que as energias saudáveis dos médiuns, elas são mescladas quimicamente pelo mundo espiritual. Não é somente não é somente o fluido do médium, é o fluido também do mundo espiritual. Esta química, esse processo químico é desenvolvido pelos bons espíritos e eles aplicam as doses exatas em cada um de nós que estamos aqui presentes, segundo as nossas necessidades. Que que nós devemos fazer como elementos receptores? nos condicionar pela prece, pelo bom pensamento, acreditando que nós temos condições de modificar a nossa estrutura física, modificar as moléculas do nosso corpo, retardar a doença, curar a doença, pacificar a nossa mente, alterar as características do nosso perespírito através deste momento especial. Jesus foi o mestre e o mestre fazia isto só com o pensamento. Nós erguemos a mão em direção ao mundo espiritual. Nossa gratidão Adivaldo, a Nilson. Grande tio Nilson, excelente doutrinador, conhecedor das almas dos homens, conhecedor do mundo espiritual. Ó Jesus, abençoa também o nome dos encarnados e do encarnados que colocamos na entrada desse cenáculo. Para ele, Senhor, a vossa misericórdia.

dor das almas dos homens, conhecedor do mundo espiritual. Ó Jesus, abençoa também o nome dos encarnados e do encarnados que colocamos na entrada desse cenáculo. Para ele, Senhor, a vossa misericórdia. estende na água os bons fluidos do mundo espiritual, transformando-a num líquido medicamentoso, como fazia Divaldo Franco, que a água ficava perfumada, perfume de rosas. Transforma esta água, Senhor, nesse fluido especial. para os nossos males físicos, espirituais, mentais, emocionais, seja lá de que ordem for, conduz-nos de retorno ao lar, dulcificados, pacificados, e que a mansuetude do vosso coração possa invadir a nossa mente, conduzindo aqueles que nos são caros os mesmos sentimentos. Abençoa-nos. Ser conosco, Senhor, hoje, por todo sempre. E que assim seja. Nossa gratidão a todos. Muito obrigado.

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