Dia de finados na visão espírita - Palestra com Angelo Dias

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 01/11/2024 (há 1 ano) 43:54 13 visualizações

Transmissão da Reunião Pública do Centro Espírita Lar de Jesus, em Goiânia. PARCEIROS DE TRANSMISSÃO: IGESE, TV CEECAL, Rádio Nova Luz de Catalão, TV Goiás Espírita e TV Deus Conosco.

Transcrição

muito boa noite meus irmãos minhas irmãs todos muito bem-vindos ao nosso lar de Jesus nessa noite de quinta-feira Nós aproveitamos então a oportunidade além de saudar a cada um que está presente hoje também saudamos os nossos parceiros de transmissão que certamente vão amplificar a voz de nosso irmão palestrante na noite de hoje então Estamos contando com oes a TV secal de Santa Catarina Rádio Deus conosco de Maceó Rádio Nova Luz de de Catalão e a TV Goiás Espírita vamos então Aproveitar esses momentos para que possamos entrar comunhão com a espiritualidade maior medida em que serr nossos olhos sejamos capazes de dilatar as possibilidades de nossos coraçõ para de fato trazer para perto de nós os nossos irmãos bem-amados coloquemos em nossa tela mental a a figura amorável do nosso mestre Jesus e Vamos agradecer meus irmãos e minhas irmãs o de estarmos todos hoje juntos aqui numa só intenção de aprendermos um pouco mais de nos consolos de trazermos para junto de nós essa paz essa luz que apenas o Evangelho do Cristo at da roupagem do Espiritismo pode nos dar Obrigado pai querido por tudo que temos mas também por tudo que somos até porque sabemos que uma coisa e outra é permissão tua possamos nós por nossa vez darmos o nosso óbulo em favor dos nossos irmãos aqueles de nossa convivência mais pessoal e que precisam tanto quanto nós outros dessa mesma paz e Dessa Luz ser conosco Senhor hoje e sempre que assim seja meus irmãos muito bem na noite de hoje nós contamos com a presença de nosso irmão Ângelo dias que vai nos falar a respeito de data próxima sobre a perspectiva do Espiritismo Porque nós não ignoramos que estamos próximos da data de afinados como é portanto que o espiritismo encara essa questão então com a palavra nosso irmão Ângelo muito bem pessoal boa noite eh é uma alegria estar aqui né Sempre eu digo isso em todas as casas e uma vez me perguntaram assim mas você fala em todas as casas isso é tão bom assim estar eu digo gente toda vez que a gente vai a uma casa que acolhe a gente com

Sempre eu digo isso em todas as casas e uma vez me perguntaram assim mas você fala em todas as casas isso é tão bom assim estar eu digo gente toda vez que a gente vai a uma casa que acolhe a gente com confiança pra gente expor as nossas ideias é uma coisa tão boa uma uma sensação tão plena então eu sempre digo isso é muito bom estar aqui com vocês e acreditem que é verdade eu vou começar contando uma história eu gosto muito de histórias né eu vou começar contando uma história havia um rapaz já muitos anos aconteceu isso é um fato verdadeiro mas é um rapaz que desde jovem tinha demonstrado muitas possibilidades mediúnicas mas que ele mesmo não aceitava porque era de uma vertente religiosa a qual a mediunidade não fazia parte né então ele via o pai dele que já tinha desencarnado mas ele achava que era assombração que aquilo não tinha nada a ver com o pai que eram coisa demoníacas então ele conversava com um amigo da escola e um amiguinho lá né da da escola onde ele estudava que era Espírita e o amiguinho dizia para ele mas não é seu pai ele dizia mas eu não quero ver eu não quero mas se seu pai conversa com ele certifique-se de que é ele mesmo né converse e ele nada a idade foi passando e ele é namorou-se de uma moça muito simpática da cidade onde ele morava e a moça né combinou com ele de irem até uma querme da igreja Igreja Católica do interior faz aquelas quermes especialmente no no São João Santo Antônio né e ele combinou de ir com ela mas chegou lá o tempo foi passando e ele na volta para não passar por um determinado lugar ele tinha que passar próximo do cemitério e vocês imaginam que ele tinha pavor de passar perto que fosse do cemitério então ele deixou a moça em casa para não dar aquela volta falou não eu vou arriscar aí foi chegando perto da porta do cemitério não teve jeito e tinha um poste de luz assim ele foi encostou no poste falou eu vou esperar passar alguém e aí eu pego uma carona com a pessoa e vou aí ele ficou lá alguns minutos e veio descendo a rua

ão teve jeito e tinha um poste de luz assim ele foi encostou no poste falou eu vou esperar passar alguém e aí eu pego uma carona com a pessoa e vou aí ele ficou lá alguns minutos e veio descendo a rua um velhinho muito simpático casa porque já tava bem tarde frio né aí o velhinho passou e ele falou senhor senhor disse pois não meu filho disse o senhor se importaria se eu pegasse uma Caron com o senhor aqui para passar na porta do cemitério ele falou ai não meu filho vamos embora eu não sou uma moça bonita mas eu vou gostar da sua companhia vamos lá aí diz que eles foram passando passou a porta do cemitério quando já tava chegando no fim do muro ele agradeceu o senhor e falou assim olha vou contar pro senhor o que que é o fato sor não estranhar é que eu tenho pavor dessas coisas de assombração essas coisas e eu não tava com coragem de passar na porta do cemitério eu tenho muito medo de gente morta aí o velhinho falou olha meu filho quando eu era vivo eu tinha também mas aí já passou então agora não tem mais não quem conta essa historinha pra gente e garante que é verdade é o nosso querido palestrante autor espírita Richard simonet num livro que ele tem um livreto Zinho muito bom um livro precioso Light que todo mundo deveria ler chama assim quem tem medo dos espíritos e eu usei essa essa exemplificação porque hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre aqueles que já desencarnaram Santo Agostinho Olha só 1600 anos atrás escreveu um livro muito interessante curtinho se a gente todo mundo pode baixar na internet o livro em PDF pode pedir e comprar ele tem um umas 35 páginas no máximo é um livro extraordinário é um livro chamado o cuidado com os mortos um bispo da da sua região escreveu para ele perguntando a respeito do sepultamento das pessoas se as pessoas tinham que ser sepultadas aqui ou ali se sepultarem as pessoas próximo do túmulo de um santo ou dentro da igreja se isso Faria alguma diferença aí o Santo Agostinho como tinha o dom da palavra da escrita ele não deu uma resposta simples

i se sepultarem as pessoas próximo do túmulo de um santo ou dentro da igreja se isso Faria alguma diferença aí o Santo Agostinho como tinha o dom da palavra da escrita ele não deu uma resposta simples ele acabou escrevendo esse tratado que em latim chama-se de cura morto is que é o cuidado com os mortos e é muito interessante que há 1600 anos ele já falava de coisas muito interessantes que o cristianismo acabou esquecendo mas que na época dele eram muito importantes ainda o contato com aqueles que já desencarnaram né Ele fala por exemplo das pessoas que aparecem em sonhos e e dão notícias de coisas que aquele que recebe a notícia não sabia e que depois que acorda vai ver que é verdade ele fala desse contato com as pessoas ele fala dos sonhos proféticos ele fala das pessoas que aparecem com a permissão de Deus é muito Espírita esse livro A gente deveria discretamente Espírita não é muito aberto mas todo mundo deveria ler porque a gente entende como a cultura do cristianismo se desenvolveu a respeito dos Mortos primeira coisa que nós espíritas vamos dizer categoricamente não há mortos as pessoas passaram para o mundo espiritual voltaram paraa Nossa pátria e de lá podem se comunicar conosco receber as nossas PR e tudo esse contato é uma coisa muito natural mas elas não estão mortas porque Finados são as pessoas que finar quer dizer acabaram morreram então o próprio termo Finados ele também seria não seria apropriado mas como o Santo Agostinho usou lá no século V né Esse livro foi escrito em em 421 então ele já usava o termo Finados já dizia que a homenagem aos mortos ele já dizia já nos alertava que a homenagem aos mortos é para nós é uma forma de nós termos um incentivo para nos lembrarmos de quem já partiu porque para eles aquilo praticamente não faz diferença nenhuma e a doutrina espírita vai nos dizer categoricamente que quanto mais elevado o espírito menos ele se importa com isso né então o Santo Agostinho vai nos dizendo a questão de orar pelos mortos né alguns livros que existem na Bíblia

dizer categoricamente que quanto mais elevado o espírito menos ele se importa com isso né então o Santo Agostinho vai nos dizendo a questão de orar pelos mortos né alguns livros que existem na Bíblia católica não existem na Bíblia protestante porque esses livros faziam parte da tradição Judaica Mas eles foram incluídos na Bíblia católica a despeito de não serem exatamente da Bíblia Judaica do Antigo Testamento um desses livros é o livro de macabeus esse livro de macabeus que está na Bíblia católica e que depois na reforma não foi conservado fala claramente lá que Judas macabeus quando voltou de uma determinada batalha né e Tava orando a Deus é o livro diz assim e ele orou a Deus agradeceu pela vitória e também ofereceu preces e ofertas para que o as almas daqueles que já morreram pudessem ser perdoadas dos seus pecados Então os nossos companheiros católicos e tá lá no livro de Santo Agostinho acreditam com razão com razão nós estamos irmanados nisso que nós devemos orar pelos nossos desencarnados os nossos companheiros protestantes como retiraram esse livro da Bíblia e eles são bastante literais na no exame das escrituras né eles colocam isso como uma coisa que é impossível porque acredito que a pessoa quando desencarna ou morre segundo dizem vai dormir um sono até que seja despertado no juízo final etc e a a doutrina católica que foi um cristianismo que trabalhou de forma mais interessante essas leituras bíblicas foi interpretando de forma um pouco mais tranquila já nos diz inclusive com base nesse livro né que tem na Bíblia católica e não na outra que nós devemos orar pelo os nossos desencarnados e Santo Agostinho eu tô mencionando Agostinho por uma razão vocês vão entender daqui a pouco então eu estou falando bastante dele por uma razão Vejam Só então Agostinho diz que nós devemos orar pelos mortos mas olha como ele coloca isso para nós lá nesse livro dele você ora pelos mortos pelos por aqueles que já partiram Mas eles têm que ter uma predisposição a receber as suas preces

mos orar pelos mortos mas olha como ele coloca isso para nós lá nesse livro dele você ora pelos mortos pelos por aqueles que já partiram Mas eles têm que ter uma predisposição a receber as suas preces senão essas preces não vão ter a eficácia que teriam né se você se eles não tivessem essa predisposição e nós entendemos pelos ensinamentos da doutrina espírita que quando nós Oramos por alguém se a pessoa não está receptiva se a pessoa não tem uma forma de receber aquela vibração e aquela energia aquele aquele pedido aquele cuidado que a gente tá tendo seja a pessoa encarnada ou desencarnada como diz o Divaldo Franco Essa oração fica no banco da providência divina numa conta aberta em nome da pessoa quando ela estiver propensa Todas aquelas preces vêm de uma vez em cima dela um exemplo disso por exemplo é quando nós Oramos por alguém e a pessoa Às vezes ainda está estagiando nas regiões umbralinas né nós sabemos que o umbral é uma projeção da nossa própria mente do nosso próprio da nossa psique né do nosso eh do nosso viver interior e as pessoas não são atiradas no umbral como vão para o purgatório por exemplo que é um conceito católico próximo mas não é exatamente igual mas num Umbu segundo nós sabemos as pessoas que não estão ainda propensas a receber ajuda elas não conseguem receber ajuda a partir do momento que elas se entregam à prece que elas abr AB o coração e se conscientizam do seu estado de como as coisas vão vão se desenrolar Se ela abrir para ajuda imediatamente a ajuda é colocada à disposição da pessoa os espíritos estão ali esperando e quando a pessoa Às vezes se não tiver ninguém por perto a pessoa ora a pessoa abre o seu coração os espíritos vêm na carreira por quê Porque nós precisamos usando do nosso livre arbítrio mesmo numa região de dor como Aquela nós precisamos querer deixar aquela região de dor então Agostinho fala isso de uma forma muito muito Sutil mas ele fala a gente precisa orar pelas pessoas mas nem todos aqueles que recebem as preces que estão já no mundo

r deixar aquela região de dor então Agostinho fala isso de uma forma muito muito Sutil mas ele fala a gente precisa orar pelas pessoas mas nem todos aqueles que recebem as preces que estão já no mundo de lá são pessoas que vão recebê-la da mesma forma então é lindo esse livro Por que que eu tô usando esse exemplo de Agostinho primeiro porque historicamente é muito importante pra gente entender o cristianismo mas também porque Santo Agostinho foi importantíssimo na codificação Espírita Santo Agostinho tem um texto no Livro dos Espíritos e eu vou me esquecer qual questão que é uma das últimas questões do Livro dos Espíritos em que ele dá uma aula extraordinária e ele fala sobre a o eh as os espíritos gravitar em torno do Senhor ele usa até esse termo Haroldo o nosso querido Haroldo Dutra Dias considera esse texto como se fosse a 15ª epístola de Paulo de tão lindo que é de tão perfeito e de tão consoante Ao estilo que ele tinha quando encarnado o estilo de comentar as coisas teologicamente então Agostinho já naquela época nos alertava coisas que depois na codificação ele veio alertar de novo e a gente continua não entendendo mas isso é assim mesmo a gente vai aos poucos Então tudo isso isso que o cristianismo herdou desse livro e desses conceitos nós hoje vemos espalhado de uma forma ou de outra em todas as Vertentes cristãs os espíritas nós espíritas e os nossos companheiros protestantes a gente não tem o hábito pelo menos não com um objetivo teológico com objetivo palpável a gente não tem o hábito de ir ao cemitério no Finados não é porque a gente conden essa ideia não é porque a gente ache errado né a gente não acha errado as pessoas fazem aquilo que o coração deseja né eu tenho uma amiga que todo ano ela é espírita de carteirinha e vou falar até que ela é quase oradora Espírita todo ano ela vai pra Trindade a pé e chega lá ela vai à missa e volta aí eu pergunto para ela assim por que que você faz isso sem condenar né ela diz assim olha eu tô cansada de saber até que ponto aquilo

ano ela vai pra Trindade a pé e chega lá ela vai à missa e volta aí eu pergunto para ela assim por que que você faz isso sem condenar né ela diz assim olha eu tô cansada de saber até que ponto aquilo pertence à minha crença mas eu acho tão bom é tão bom é tão bom aquele convívio espiritual agora a gente vai condenar a pessoa não vai Cada um faz aquilo que o seu coração tá pedindo para fazer Desde que seja uma coisa que vale lhe causar engrandecimento do Espírito Então os espíritas lá no cemitério né no Dia de Finados não vai ter Espírita vai mas eu tô dizendo que grande parte acha que ir lá não é necessário para que a gente faça um tributo aos nossos desencarnados então isso nós e os nossos companheiros protestantes temos não pela mesma razão né porque a gente acha que se for não tá errado mas não precisa ir eles acham que nem indo nem nada não tá certo porque eles não estão lá nós concordamos também mas nós sabemos que os espíritos a vasta maioria não está mais como chama Kardec no Livro dos Espíritos naquela necrópole né que é a a Cidade dos Mortos o cemitério não está mais lá muitos ainda estão a gente sabe que alguns dos Espíritos continuam presos à aquele corpo físico por uma série de razões que vão de pessoa para pessoa de espírito para Espírito alguns devido a Sofrimentos relativos ao alto extermínio outros porque não aceitam a o desencarne outros porque t no desencarne esse esse Sono Eterno que vai dominar as pessoas Ele acha que deitando ali ele vai dormir até que da Sepultura seja convocado para aquela ressurreição final etc nós temos o nosso livre arbítrio e às vezes não é por faltas que as pessoas ficam lá é simplesmente por crenças a gente se lembra no no nosso lar André Luiz um dos primeiros trabalhos que ele vai fazer é nas câmaras de ficação lá embaixo nos subterrâneos lá do nosso lar Limpar o chão as pessoas expelindo fluidos etc aí alguns deles estão assim num estado quase vegetativo e você e ele olhava para eles assim a luzinha do Espírito era um negocinho apagadinho lá no meio

Limpar o chão as pessoas expelindo fluidos etc aí alguns deles estão assim num estado quase vegetativo e você e ele olhava para eles assim a luzinha do Espírito era um negocinho apagadinho lá no meio do cérebro aí ele pergunta o pros espíritos pros benfeitores o que que é aquilo ele tá dizendo olha Eles estão achando que vão dormir até o juízo final e não tem quem faça eles acordar aí eles vão tentando com todo dia joga umas energias aí o espírito dá uma acordadinha dorme de novo porque a mente é muito poderosa por isso que eu digo que quando a gente desencar e vai pro mundo espirituals vezes PR regiões umbralinas sãoas que a gente plasma com a nossa mente sãoas que nos atraem magneticamente naquela região toda é uma espcie de roll de entrada pro que depois vai ser o mundo espiritual para nós então a gente precisa ir no cemitério não a gente vai ao cemitério Se quisermos ir não necessariamente para encontrar o nosso desencarnado mas lá no Livro dos Espíritos tem no na segunda parte tem nove questões algumas delas com três subdivisões subquest que dá várias né essas nove questões 320 a 329 falam justamente dessa questão do tributo aos mortos Como é e numa das numa das questões fala-se justamente isso a gente não precisa ir lá para prestar o tributo mas indo lá às vezes a gente tem uma um catalisador do nosso pensamento e indo lá faz com que a gente pense na pessoa com mais intensidade faz com que a gente Coloque mais energias nas nossas preces que a gente faz lá a saudade às vezes ela é triste mas às vezes é uma saudade conformada Alegre sabendo que a pessoa tá num lugar melhor então o fato de ir até lá até o lugar do sepultamento mesmo sabendo que o espírito não está lá é para nós um catalizador é um foco a mais que a gente tem e os espíritos dizem isso para Kardec é simplesmente porque lá eles têm um impulso diferente tá todo mundo lá a emoção aumenta então a gente gente vai é obrigatório não tem necessidade não tem necessidade inclusive eh nós Devíamos eu ouvi certa

lesmente porque lá eles têm um impulso diferente tá todo mundo lá a emoção aumenta então a gente gente vai é obrigatório não tem necessidade não tem necessidade inclusive eh nós Devíamos eu ouvi certa feita uma coisa muito interessante muita gente diz assim ah se fosse natal o ano inteiro porque o natal é tão bom né o Natal as pessoas estão com Espírito elevado todo mundo fica bonzinho tem tréguas nas lutas aí alguém respondeu assim eu tava numa conversa alguém respondeu pois eu queria que fosse o ano inteiro que todo dia a gente tivesse um pensamento de luz pro nosso desencarnado e não necessariamente um dia no ano um dia que fosse ritualístico pra gente chegar no nosso finado e dizer olha a gente continua amando você estamos orando por você todo dia quando a gente lembrasse do nosso desencarnado A gente devia ter essa capacidade de enviar aquele foco de luz para ele lembra com tristeza a minha mãe desencarnou agora fez se 7 meses foi agora esse ano e eu morava do lado dela E vivia na casa da minha mãe não tem um dia que cinco ou seis vezes eu tô na minha casa fal assim vou na minha mãe que tá na hora do lanche vou na minha mãe que tá na hora do almoço eu vou na minha mãe a hora que eu ch eu chego da rua falo assim agora vou lá na minha mãe um pouco não tem um dia no início você sente aquele Impacto e você percebe não tem mais a presença física mas aos poucos você vai convertendo aquilo numa lembrança todo dia que eu lembro agora hoje eu lembrei várias vezes aí a gente lembra e diz assim mãe ó tô mandando pra senhora um beijo fica com Deus o que quer que Senor esteja fazendo agora não sei mas receba esse amor que eu tô mandando agora essa prece Jesus toma conta porque ela era custosa então a gente a gente Ora por eles com alegria então se todo dia fosse Dia de Finados era uma maravilha porque a gente lembraria dos nossos mortos e Santo Agostinho isso eu também não falei mas Santo Agostinho fala isso não é preciso ter um dia apesar de termos porque naquela época não era o 2

maravilha porque a gente lembraria dos nossos mortos e Santo Agostinho isso eu também não falei mas Santo Agostinho fala isso não é preciso ter um dia apesar de termos porque naquela época não era o 2 de novembro era outro dia que eu não me lembro agora mas lá no Cuidado com os mortos ele fala seja onde for que esteja a sua cultura onde Em que lugar que as pessoas escolha um dia ou eleja um dia tal ou tal para cultuar os seus mortos para ir lá prestar uma homenagem não pode ser só aquele dia e ele fala isso de forma bem clara lá isso é uma das coisas que ele fala então 1600 1500 né já tem 167 anos a doutrina 1500 anos depois a doutrina espírita vem nos dizer isso então se todos os dias a gente tivesse essa prontidão de mandar coisas boas pro nosso desencarnado né Nós espíritas temos uma uma herança católica e protestante muito grande a maior parte de nós espíritas eu mesmo Não nascemos espíritas né eu nasci católi fui até a juventude assim praticante quase fui pro seminário e nós todos trazemos porque a doutrina é muito jovem a gente vamos supor que a gente tenha encarnado duas vezes de Kardec até aqui nessas duas vezes se foram duas a gente trouxe ainda muita herança do cristianismo que a gente viveu por 1600 anos ou do cristo para cá 1800 anos então tem umas coisas que a gente não consegue se livrar delas muito fácil Porque elas estão no nosso coração então tem algumas coisas que a gente pensa assim por exemplo o castigo a gente trabalha ainda dentro do Espiritismo a gente sua lá nos cursos né tem o pessoal do pai ali meus meus coleguinhas al tá o Cabral também a gente sabe nos cursos lá no pai a gente faz um esforço para tirar das pessoas o o velho sistema de Recompensas e castigos que a gente herdou de uma outra visão do cristianismo a nossa visão do cristianismo hoje é outra então a gente tem que entender que o nosso desencarnado ele não tá assim no lugar do sofrimento ou no lugar dos gozos etos ele tá no lugar para onde ele foi com o seu merecimento e com a sua bagagem que

tão a gente tem que entender que o nosso desencarnado ele não tá assim no lugar do sofrimento ou no lugar dos gozos etos ele tá no lugar para onde ele foi com o seu merecimento e com a sua bagagem que ele levou Santo Agostinho fala a mesma coisa lá no Cuidado dos mortos do século S Olha que coisa boa Então é a mesma coisa a pessoa vai pro mundo espiritual cada um vai de um jeito então a gente às vezes fica muito desesperado que o Fulano desencarnou assim o assado vai Ser castigado vai sofrer muito no mundo espiritual a gente sabe se ele vai sofrer muito no mundo espiritual se ela fez isso vai sofrer muito por que que a gente sabe alguém contou pra gente a gente tem assim uma não porque Tá Escrito Tá escrito onde a doutrina não fala em castigo ela fala em responsabilidades Às vezes a pessoa desencarnou de um jeito assim que na visão de outras Vertentes religiosas ela iria direto pro caldeirão assim entendeu queimar lá assim eternidade mas ela desencarna tem a intervenção de alguém tem algum mérito que foi contado alguém que tem mérito pediu pela por aquela pessoa aí em vez da pessoa ir para aquele lugar pro caldeirão ou para um lugar terrível a pessoa Às vezes vai direto para um lugar de tratamento e não sofre da forma como a gente acha que ela vai sofrer então uma das coisas que a gente tem que parar nesse nosso sistema de Recompensas e castigos em relação aos mortos é a gente começar a colocar os nossos mortos em câmaras fechadas né esse aqui tá bem esse aqui não tá eu tenho certeza eu sinto eu sinto que ele não tá bem Eu sinto que o trin lá tá difícil às vezes tá Às vezes tá muito difícil mas a pessoa não está num lugar onde ela não devesse estar pela justiça divina temporariamente Porque existe uma coisa que a gente quando vai no Finados a gente esquece às vezes quando a gente ora pelo desencarnado é um negócio chamado desencarnação e outra chamada reincarnação a desencarnação quer dizer o seguinte daqui um dia a gente tá lá gente Daqui uns dia a gente vocês conhecem aquela historinha essa o

ado é um negócio chamado desencarnação e outra chamada reincarnação a desencarnação quer dizer o seguinte daqui um dia a gente tá lá gente Daqui uns dia a gente vocês conhecem aquela historinha essa o Richard simonet também conta no livro dele dois amigos eram muito amigos um e carne e eles eram alucinados com futebol eles adoravam futebol adoravam e eles ficavam assim um dia pensando assim rapaz será que tem futebol no céu tem que os anjos jogando Mas será que eles vão rebanar aquela roupa assim para jogar futebol a bola deve ser Dourada eles ficavam assim viajando na maionese ó então é o seguinte ó aquele que morrer primeiro volta para contar pra gente hein então tá um deles desencarnou infarto fulminante o amigo ficou muito triste muito triste tal passados vários dias um dia ele tá deitado na cama alguém vem e puxa o pé dele lá assim ele desperta tá o amigo lá aí o amigo falou Fulano então o que que você tá fazendo aqui falou a gente não combinou eu vim te contar um negócio eu tenho duas notícias uma boa e uma ruim que que você quer primeiro falou assim Uai me dá me dá a ruim a ruim é que tem futebol no céu ah ah mas essa é a ruim qual que é a boa então você tá escalado para jogar domingo então a gente esquece gente que a gente vai também a gente vê o nosso desencarnado como se ele fosse um negócio uma coisa tivesse acontecido com ele que não vai acontecer com a gente porque a gente tá bem tá firme tá jovem ou tá velho não interessa a gente acha que não vai acontecer com a gente o dia que chega a a gente parte as contas ficam por pagar a porta da frente fica aberta porque a gente tava lá com a porta aberta a porta fica aberta ninguém vai por comida pros gatos tem que vir alguém colocar o encontro que a gente tinha no domingo para jogar lá no céu Às vezes acontece o encontro que a gente tinha na terra não vai acontecer então o Finados deveria ser para nós também um momento da gente pensar quando chegar a nossa hora como é que eu vou pro mundo espiritual eu vou me importar Olha só eu

tinha na terra não vai acontecer então o Finados deveria ser para nós também um momento da gente pensar quando chegar a nossa hora como é que eu vou pro mundo espiritual eu vou me importar Olha só eu vou me importar onde que vão me sepultar faz alguma diferença eu tenho uma amiga é muito engraçado e ele diz assim a gente falando um dia de cremação e meu amigo falou assim olha Deus me livre pode me sepultar onde for mas esse negócio de cremação eu morro de calor já pensou eu sendo cremado falei onde que tá com a cabeça gente hora que cremar o corpo a gente já tá longe então a gente a gente tem que pensar sobre isso como é que é que vai ser o nosso momento porque ele vai chegar a gente tem que est bem conosco a gente tem que est tranquilo Temos que estar felizes com a consciência tranquila não deixar nada para trás Aproveita agora enquanto é dia para mamar todo mundo fazer as pazes pelo menos não odiar ninguém Ah o Fulano não me aceita não deixa o Fulano para lá a gente tem que se preparar gente porque o nosso finado está aí aí não interessa onde vão colocar Ah eu quero ser sepultado aqui os espíritos perguntam assim para o Kardec Pergunta assim PR os espíritos faz alguma diferença onde vai sepultar Por que que a gente coloca todo mundo de uma família num lugar só aí os espíritos Falam assim para o desencarnado isso não importa mas para o encarnado é um sinal de carinho de consideração com a família Então tudo é pra gente essas coisas materiais eu vou encerrar que o nosso horário já está né vou encerrar contando uma história que André Luiz o espírito conta no livro eh instruções psicofônicas instruções psicofônicas é um livro fantástico porque você pode lê-lo ou ouvi-lo porque são instruções que os espíritos deram na na cidade de Pedro Leopoldo lá nos no no centro espírita lá em no luí Gonzaga né e o Chico recebia essas instruções todas as quintas-feiras E aí o Carlos Torres Pastorino que escreveu aquele extraordinário eh Mino de Sabedoria né que até hoje é campeão de vendas e que era Espírita e

o Chico recebia essas instruções todas as quintas-feiras E aí o Carlos Torres Pastorino que escreveu aquele extraordinário eh Mino de Sabedoria né que até hoje é campeão de vendas e que era Espírita e foi publicado até hoje é o livro mais vendido pelas edições católicas Paulinas eu acho maravilhoso né então o Carlos Torres Pastorino Quando ficou sabendo que isso acontecia lá em Pedro Leopoldo ele tinha um gravadorzinho Vi vai lá no YouTube põe instruções psicofônicas Chico Xavier gravação vai aparecer tem muitas delas mas elas foram todas concentradas num livro que chama-se instruções psicofônicas né Mas é lindo ouvir tem uma delas que é Lindíssima Emanuel vai falando 10 itens do homem de bem e no fundo passa um trem um comboio assim lento passando e aquele treem vai apitando você vai ouvindo aquilo assim e você viaja naquilo você pensa num dia à noite o trem passando da Mogiana né que lá em Araguari e Uberlândia e E aí você escutando ão maravilhoso Então nesse livro André Luiz conta uma lição maravilhosa Ele disse que um homem foi chamado para prestar depoimento num tribunal o juiz queria falar com ele porque ele estava com uma série de pendências e o juiz queria falar com ele e chamou esse homem e ele ficou meio assustado que falou ah mas o juiz por qu que coisa mais imprevista né fora de hora aí ele chamou um amigo dele falou assim olha aconteceu isso assim você vai comigo aí o amigo falou Olha eu não posso porque nesse dia eu tô fora numa outra cidade fazendo um trabalho o que eu posso fazer bater o olho nele assim falou assim ó vou te pagar uma roupa nova que essa roupa sua tá muito ruim né Fulano suas roupas estão meio surradas assim eu falou ah então tá né aí pagou o Alfaiate para ele ele chega num segundo amigo chega no segundo amigo e conta a mesma história o amigo falou eu não posso porque nesse dia a minha minha esposa vai fazer uma cirurgia então eu não posso mas dá tempo de levar você lá no tribunal no fórum né eu eu pego você na sua casa e levo lá aí ele falou então

não posso porque nesse dia a minha minha esposa vai fazer uma cirurgia então eu não posso mas dá tempo de levar você lá no tribunal no fórum né eu eu pego você na sua casa e levo lá aí ele falou então tá bom tá aí chegou num terceiro amigo explicou ó vai se passar isso não eu vou com você claro é porque o Fulano vai passar lá Não não tem problema eu espero você lá na porta do do fórum e a gente entra junto e nós vamos tô tô com você aí falou tá certo no dia apras ele né vai lá no Alfaiate que o terno tinha sido encomendado já né ele veste tava lindo aí o amigo passa de carro o segundo amigo já leva ele pra porta do fórum ele chega lá desce o amigo despede aí o terceiro amigo tá esperando cumprimenta se abraça e entra os dois passa pela recepção vai pra sala o advogados os promotores o juiz o amigo dá o testemunho o terceiro amigo e por causa do testemunho do terceiro amigo ele é absolvido e pode retomar o seu caminho o caminho da sua vida enfim aí o Emmanuel o André luí vai explicar o que que é o primeiro amigo são as riquezas materiais o máximo que as riquezas materiais podem fazer É nos colocar uma roupa bonita e um caixão bonito no dia que a gente desencarnar o segundo amigo família e amigos o máximo que eles podem fazer é levar a gente até o túmulo e colocar lá dentro não tem nada que eles possam fazer chegou ali mas o terceiro amigo é a nossa consciência e todo o bem que a gente já fez ou mal então quem ultrapassa os P Claro o fórum é a nossa morte o juiz é o o juiz é quem vai nos receber a nossa consciência etc mas chamem como for mas é a morte então a única pessoa que o único ser que passa conosco os portões do fórum do desencarne é a nossa consciência então a gente precisa estar muito preparado a nossa consciência vai ser o nosso advogado Infelizmente vai ser o nosso acusador também mas quando chegar lá a gente tiver tido um cuidado zinho com a gente como diz Agostinho a gente vai receber diferenciado porque a nossa consciência vai nos defender então seguindo o exemplo de André Luiz quando

chegar lá a gente tiver tido um cuidado zinho com a gente como diz Agostinho a gente vai receber diferenciado porque a nossa consciência vai nos defender então seguindo o exemplo de André Luiz quando a gente for desencarnar vamos chamar logo o terceiro amigo a consciência porque todo mundo cuida do resto mas quem ultrapassa é a gente tá gente um beijo no coração de todos muito obrigado pelo carinho da acolhida e esse ano não volta o ano que vem se Deus quiser a gente tá aí tá Muita paz gente nós quem agradecemos meu irmão Ângelo pelas palavras pela clareza com que pode nos trazer a mensagem enquanto você falava eu eu eu sempre fiquei intrigado como para além obviamente das culturas religiosas mas as culturas das pessoas dos países como é que cada um lida com essa questão do desencarne né aqui obviamente talvez por conta dessa herança católica fortíssima que nós temos o luto ele acaba sendo um tanto quanto pesado mas se você visita os nossos amigos japoneses eles vão ter outra perspectiva os mexicanos da outra não é mas a doutrina espírita ela através dessas informações que nos vem em primeira mão na pior das hipóteses ela já acaba nos dizendo aniquile a questão do extermínio porque ele não existe Nós realmente continuamos o que nos resta muitas vezes é a dor da Saudade aquele aquele carinho que nutr pelo nosso ente querido e que deve ser resolvido dentro do processo do luto a doutrina espírita ela nos faz muito bem nesse sentido obviamente mesmo assim se o fardo ainda está pesado e se a nossa vivência dentro da doutrina não é suficiente não há mal em procurarmos ainda outras ajudas caso ainda estejamos eh estagiando não é eh nessa ou naquela fase do luto eh aliás é por isso que nós estamos aqui enquanto irmãos cada um obviamente dentro do seu papel mas para também exercitarmos nossa caridade inclusive nesses momentos em que nos sentimos ainda enlutados sendo esse o caso passemos então pro nosso momento final e Nós faremos a nossa prece eu queria convidar muito o nosso irmão

nossa caridade inclusive nesses momentos em que nos sentimos ainda enlutados sendo esse o caso passemos então pro nosso momento final e Nós faremos a nossa prece eu queria convidar muito o nosso irmão Marcos para que fizesse Nossa prece de encerramento e na sequência passarmos ao passe Boa noite a todos vamos fechar os nossos olhos elevar o nosso pensamento ao Cordeiro de Deus nosso mestre Jesus está sempre amparando as nossas falhas parabenizando os nossos méritos né E rogamos sempre a ele né que não esqueça de Nenhum de Nós Diante das nossas mazelas dos nossos defeitos e que que cada um de nós Poss ter a esperança de sempre ter um novo dia e que nesse dia sempre terá uma bênção de Deus do nosso mestre Jesus e que essa casa tão maravilhosa que nos conforta tanto seja sempre muito abençoada pelos os nossos espíritos protetores né que os nossos irmãos possam aproveitar essa bênção que é a doutrina espírita em nossas vidas para a cada dia sermos pessoas melhores mais caridosas mais tolerantes especialmente no trânsito né que deixa a gente muit das vezes fora do sério que o amor de Jesus sempre prevaleça sobre cada um de nós e nesse momento tão difícil do nosso planeta diante de tantas guerras de tantas de sabores que o Mestre Jesus venha com a sua luz resplandecer o nosso planeta para que possamos ter o benefício de do mundo de regeneração um pouco mais rápido por isso obrigado meu mestre Jesus por tudo que o senhor faz por nós e damos por encerrada a palestra de hoje assim seja

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