DEUS PERMITE - Valéria Bruggemann [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 13/11/2025 (há 4 meses) 29:21 187 visualizações

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Transcrição

Obrigada. Olá, sejam todos muito bem-vindos. da minha casa paraa sua casa, por meio da nossa casa, comunhão e espíritas Brasília, que nos acalma, nos agasalha, nos traz muita serenidade, muita paz. Para iniciarmos esse momento, eu selecionei, em razão do tema que nós vamos abordar, eu selecionei um pequeno trecho do Evangelho Segundo Espiritismo que tá no capítulo 25. Buscai e achareis, que fala-te: "Ajuda-te e o céu te ajudará". No item cinco diz assim: "Sob o ponto de vista moral, essas palavras de Jesus significam: "Pedi a luz que deve clarear o vosso caminho e ela vos será dada. Pedi a força de resistir ao mal e a tereis". Pedi a assistência dos bons espíritos e eles virão vos acompanhar e como anjos de Tobias vos servirão de guias. Pedi bons conselhos e não vos serão jamais recusados. Batei a nossa porta e ela vos será aberta. Mas pedi sinceramente, com fé, fervor e confiança. Apresentai-vos com humildade e não com arrogância. Sem isso, sereis abandonados à vossas próprias forças e as próprias quedas que tereis serão a punição do vosso orgulho. Tal é o sentido dessas palavras. Procurai e achareis. Batei e se vos abrirá. Lindas palavras de Jesus, né? Muito lindas. Então, eu vou sugerir agora que fechemos os olhos e vamos sentir esse amor imenso que nos preenche, a confiança de que não estamos sós. Vamos agradecer a um mestre querido, Jesus, o nosso guia, nosso modelo, que nos ama infinitamente. Vamos agradecer a Bezerra de Menezes, mentor da nossa casa, por também estar ao nosso sentando em nossas dificuldades. E vamos agradecer ao nosso querido e doce Chico Xavier, mentor desse grupo de harmonização que nos traz serenidade, nos traz paz, confiança. Confiança no porvir, nas nossas forças que estão sendo construídas pouco a pouco. Sim, mais serenos, mais tranquilos, nós vamos pedir licença para iniciarmos este momento dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, hoje foi me dada uma incobrência maravilhosa de conversar com vocês sobre um tema muito lindo, Deus permite.

dir licença para iniciarmos este momento dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, hoje foi me dada uma incobrência maravilhosa de conversar com vocês sobre um tema muito lindo, Deus permite. Isso tá no livro Em Busca do melhor de Ramed. Ramed, pela psicografia de Francisco do Espírito Santo Neto, trouxe essa pérola. de que foi baseada na primeira epístola de Paulo aos Tessalonicenses. Quem são esses tessalonicenses? Paulo, vocês saiam caminhando a pregar. Essa foi a obrigação que Jesus deu a ele. E nesta obrigação dele sair a pregar, ele foi também lá nos Tessalonicenses, que era uma cidade muito rica na época. E claro que ele foi perseguido, mas aí ele lembra dos Tessalonicenses que ele já tinha saído de lá, do carinho com que ele foi recebido, acalmado e da força que aquele pessoal tinha daqueles daquele povo naquela época, a força deles de procurar se melhorar, que ele manda esse epístola, quer dizer, uma carta dizendo: "Procurai viver com serenidade, ocupando-vos das vossas próprias coisas e trabalhando com vossas mãos como o volo temos recomendado. É assim que vivereis onamente em presença dos de fora e não sereis pesados a ninguém. Ele tá nos lembrando de como é importante que nós cuidemos de trabalhar, porque o trabalho é uma lei, é uma lei divina. O trabalho nos faz crescer, não só como pessoas, mas como espíritos. nos faz crescer no amor, nos faz não sermos pesados aos outros. Porque quando nós não trabalhamos, alguém trabalha por nós, porque nós temos que sobreviver. Então ele lembra que a gente tem capacidade, nós temos condições de crescermos, de trabalharmos, de o trabalho ser algo que nos engrandece. Qualquer trabalho, o trabalho mais simples, ao mais que a gente diz assim: "Esse eu não dou conta". Mas alguém dá. Alguém dá, porque é uma mão lava a outra e as duas lavam o rosto. Essa é a importância dessa interação. E aí Ramed vem trazendo, dizendo assim: Deus permite o erro para que possamos adquirir melhoria, porque a gente não sabe, a gente tá

utra e as duas lavam o rosto. Essa é a importância dessa interação. E aí Ramed vem trazendo, dizendo assim: Deus permite o erro para que possamos adquirir melhoria, porque a gente não sabe, a gente tá aprendendo, a gente ainda não sabe tudo. E por não sabermos tudo e estarmos ainda num processo de aprendizado, nós vamos cometer erros. E é natural, nós não somos o erro, nós cometemos erros. é diferente. Mas quando a gente comete o erro na vontade de acertar, porque a gente quer muito ser melhor, trabalhar, ajudar o outro, isso é considerado, isso é respeitado. Deus permite a ilusão para que possamos perceber a realidade. Sabe aquela como a gente acha que a vida vai ser um mar de rosas? Eu, pelo menos, quando eu era criança, eu achava que eu ia crescer, ia ser tudo um paraíso. Mas não é não. Eu ainda não estou pronta para esse paraíso. Provavelmente você também não. É a realidade que vai nos ajudar, nos auxiliar a construirmos em nós a grandeza que nós estamos buscando. Deus permite o descontrole para que possamos perceber. Quando a gente se descontrola e a gente busca nos melhorar de uma forma tão serena, tão amena, a gente tá dizendo pro outro: "Olha, meu irmão, eu errei e tudo bem, eu errei, mas eu não sou o erro. Eu errei, mas eu posso crescer. Então, Deus permite o descontrole para que possamos atingir o equilíbrio. É simples. Deus permite o egoísmo para que possamos alcançar o altruísmo. E o que que é o altruísmo? É pensar no outro. É lembrar-nos do outro. É sabermos que se dói em nós, dói no outro. É sabermos que se temos fome, o outro também tem. É sabermos que se estamos cansados, o outro também pode estar. Deus permite o egoísmo, então, para que possamos alcançar o o altruísmo, permite o descontrole para que possamos atingir o equilíbrio. Ele permite atos maus para que possamos aprender atos bons. Muito bonito, porque a gente percebe que se aquilo não é bom, não é bom para mim, não é bom pro outro. Então a gente vai tentar fazer pro outro o que gostaria que fizessem para nós.

prender atos bons. Muito bonito, porque a gente percebe que se aquilo não é bom, não é bom para mim, não é bom pro outro. Então a gente vai tentar fazer pro outro o que gostaria que fizessem para nós. Deus permite a sovinice, ou seja, sabe, a mão dura, a mão que não abre de jeito nenhum, não lembrar que o outro existe, para que possamos legitimar a generosidade como a gente gostaria que o outro fosse para conosco, generosos. Deus permite o sarcasmo para que possamos fortalecer a paciência. Não importa como o outro te trata, importa como você trata o outro. Ele pode ser sarcástico, quer dizer até, de certa forma nos ferir com as palavras, mas nós podemos criar uma barreira de amor, dizendo: "Ele não é assim, ele está assim". Deus permite a enfermidade para que possamos respeitar o corpo e valorizar a saúde. Porque, afinal de contas, é por meio do corpo que a gente consegue trabalhar, é por meio desse corpo que a gente consegue experienciar, é por meio desse corpo que a gente consegue abraçar, carregar. É por meio do corpo que nós temos vivências que no mundo espiritual nós até gostaríamos de ter, mas não temos, porque é ela, é a matéria que vai nos dar o que nós nesse momento estamos precisando, que é crescer. Deus permite as trevas da noite para que possamos alegrar-nos com a luz do dia. A noite é tão bonita, porque ela também nos traz a serenidade, a vontade de repensar o nosso dia, de nos lembrarmos que o amanhã tá ali, daqui a pouco chega. Deus permite as aflições para que possamos alegrar-nos com a luz do dia. Então, pensem, pensem como a gente pode crescer. Nós temos que descobrir a esperança. Então, ele permite essas aflições para que a gente aprenda a ter esperança, mas não esperança do verbo esperar, esperança do verbo esperançar. Deus permite a liberdade de trilhar na sombra ou na luz. para que possamos obter o mais alto nível de entendimento de uns para com os outros. Para que a gente se olhe com mais carinho, para que a gente entenda que o outro sofre como eu, sente dor como eu,

. para que possamos obter o mais alto nível de entendimento de uns para com os outros. Para que a gente se olhe com mais carinho, para que a gente entenda que o outro sofre como eu, sente dor como eu, sente fome, sente medo, sente alegria, sente prazer, sente emoção, sente o sorriso quando lhe é dirigido. Então, Deus permite essa liberdade de trilharmos na sombra ou na luz para que a gente possa obter o mais alto nível de entendimento de uns para com os outros. Pra gente lembrar que o outro sente como nós. Pode até sentir por motivos diferentes, mas ele sente. Não solicitemos prêmios, não perguntemos por resultados. Cada dia tem a sua lição. Cada experiência deixa o valor correspondente. Cada dificuldade obedece a objetivo definido. Quando a gente vem para esse mundo físico, a gente se propõe a fazer muitas coisas, n coisas, mas aí a gente para e vem para cá. E aí a gente descobre que a gente prometeu muito e fala: "Ô meu Deus, será que não dava para ter feito prometido um pouquinho menos?" Mas se a gente prometeu e se a espiritualidade amiga concedeu, é porque nós damos conta. Nós damos conta sim, por mais que às vezes a gente não acredite em nós mesmos, por mais que às vezes a gente ache que tá escorregando, que tá caindo de cara no chão, mas às vezes o cair de cara no chão vai nos ajudar a lembrar que o outro também pode cair e tentar levantá-lo. Porque aí ele também vai se lembrar de nós e vai nos estender a mão pra gente se levantar. Deus permite as mãos no trabalho para vivermos honrosamente em presença dos de fora pra gente viver honrosamente, ou seja, com honra, a gente lembrar que a gente tá comendo o fruto de um trabalho que nós fizemos e qualquer trabalho, ele é valoroso qualquer trabalho, que seja dona de casa, que seja estudante, que seja presidente, não importa, é trabalho. Hremos o nosso trabalho com a vontade de fazermos o melhor que nós já conseguimos, aquilo que a gente já dá conta. para não sermos presente eh assim pesados para ninguém. Porque quando a gente pensa assim: "Ah,

osso trabalho com a vontade de fazermos o melhor que nós já conseguimos, aquilo que a gente já dá conta. para não sermos presente eh assim pesados para ninguém. Porque quando a gente pensa assim: "Ah, mas ele só estuda" não, ele só estuda, ele estuda. Ele estuda. E o estudar tá levando a ele conhecimento que ele vai aplicar em prol de uma coletividade. Então ele tá trabalhando o conhecimento do lixeiro ao cientista. Todos nós, de alguma forma nos damos as mãos e trabalhamos. Nós conquistamos em nós a liberdade de reconhecermos que estamos nos esforçando para sermos melhores. E é isso que importa. Então, Deus permite as mãos no trabalho para vivermos honrosamente em presença dos de fora e não sermos pesados a ninguém. Deus permite a vida própria para que possamos viver a própria vida. Que nós saibamos fazer escolhas, as melhores escolhas que nós já dermos conta. lembrarmos que o outro é nosso irmão, que ele precisa do nosso carinho, que ele precisa também se olhar com muito carinho, que nós precisamos nos olhar com muito carinho e lembrarmos que uma mão lava a outra e são as duas que lavam o rosto. fica mais fácil ou menos difícil quando a gente lembra que juntos somos melhores, somos mais fortes. E é por intermédio desse trabalho que a gente honra. A gente honra. Por isso Deus permite, Deus permite que nós sejamos nós para que a gente aprenda conosco mesmo, aprenda com o outro também. Então, vamos aprender porque Deus nos permitiu virmos aqui e crescermos pelos nossos próprios esforços. Qualquer que seja a atividade que nós façamos, que essa atividade seja a que eu estou fazendo agora, contando uma história para vocês e dizendo a vocês o quanto vocês são importantes, porque eu estou dizendo isso a mim também. Deus permite, Deus permite que a gente com muita serenidade olhe para o outro com muito carinho. Deus permite que com muita serenidade a gente olhe para nós mesmos com muito carinho. Então, vamos ocupar as nossas mãos. E se não as temos, vamos ocupar aquilo que nós já conseguimos.

muito carinho. Deus permite que com muita serenidade a gente olhe para nós mesmos com muito carinho. Então, vamos ocupar as nossas mãos. E se não as temos, vamos ocupar aquilo que nós já conseguimos. Nós só precisamos aprender a amar. Não é fácil, mas é um aprendizado maravilhoso para que um dia a gente volte e diga assim: "Viu, pai, eu consegui, eu consegui mesmo viva." Então, eu vou sugerir que fechemos os olhos e vamos sentir esses amigos que estão nos sustentando, nos auxiliando com carinho imenso. Vamos sentir que eles confiam em nós. Vamos aprender a confiar em nós. Vamos lembrar que nós somos amor. Vamos lembrar que nós podemos dar deste amor, porque não irá nos faltar. Vamos lembrar que nós precisamos trabalhar, trabalhar a nós mesmos para conquistarmos dentro de nós paz. Assim, muito mais serenos neste momento, nós vamos pedir licença para encerrar, dando graças a Deus e graças a Jesus. Muito obrigada a cada um pelo carinho, pela paciência, por estar aqui comigo. Que Jesus os abençoe. Bezerra de Menezes também. E Chico, nosso querido Chico, que nos abraça. Muito obrigada. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila [música] e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando

confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila [música] e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando [música] a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso [música] ambiente

amos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso [música] ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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