DEUS OLHA MAIS PARA OS ADVÉRBIOS DO QUE PARA OS VERBOS - Christina Barretto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 21/04/2026 (há 1 mês) 258 visualizações

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Transcrição

buscando [canto] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde, meus irmãos. Sejam bem-vindos à nossa casa, como é o espírita de Brasília e aqueles também que estão nos assistindo pela rádio TV Comunhão, pelo YouTube. E hoje à tarde, dia 22 de abril, vamos fazer uma palestra com um título um pouco inusitado, mas antes vou ler para vocês uma mensagem do irmão José do livrinho Dias Melhores, psicografado por Carlos Bachelli. Escolhi aqui uma mensagem cujo título é se bom. Seja bom. Seja bom sempre. Não se exaspere com quem necessita de você. Escuta com paciência a queixa de quem costuma se repetir de maneira enfadonha. Não há quem meça a angústia da alma que sofre. Não se insistibilize diante de quem se humilha, expondo-se à suas fraquezas, nem tome a conta de desequilíbrio a atitude daquele que se encoraja a se revelar. Quem não trará estigmas que busca ocultar a alheia percepção? Milhares de criaturas que estão contigo choram as escondidas e é possível que você seja uma delas. O que em você não escandaliza? Por que haveria de se escandalizar nos outros? levanta o caído e se levanta também com ele. A bondade não formula indagações descabidas e não pede contas a quem auxilia. O único juízo que jamais se equivoca em relação ao próximo é o do amor. Então é uma mensagem para nós sermos sempre bons. Ouvir a mágoa do outro, ouvir quando ele vem contar mil vezes a mesma coisa. ter paciência quando ele precisar de um ombro amigo, estejamos ali perto para dar o apoio, para dar um ânimo, porque muitas pessoas hoje sofrem, aliás, todos sofrem, né? Mas assim, há necessidade da pessoa eh contar com alguém, contar as necessidades, ela precisa se abrir muitas vezes, não é? E nós estamos ali para emprestar o ouvido e o ombro amigo. Portanto, é uma caridade que nós fazemos. Bem, então vamos ao nosso tema de hoje. Como eu disse, é um título inusitado, mas vocês vão entender porquê. Eu escolhi, Deus olha mais para os advérbios do que para os verbos. Estranho, né? Então, o que isso

ão vamos ao nosso tema de hoje. Como eu disse, é um título inusitado, mas vocês vão entender porquê. Eu escolhi, Deus olha mais para os advérbios do que para os verbos. Estranho, né? Então, o que isso significa? Significa que o valor do modo como fazemos as nossas ações, né? Eh, como fazemos o bem, é isso que nós vamos ver agora. é o exercício da ação no bem de modo bom, de modo certo, correto, né? Então eu venho lhes propor uma reflexão, mas com uma profundidade espiritual nela. Eu disse, Deus olha mais para os advérbios do que para os verbos. pode parecer uma que indicam ação, mas nós temos os advérbios que indicam o modo como essas ações são feitas. Eu posso dizer, eu vou caminhar. É um é uma ação. Quando eu disser, eu vou caminhar alegremente, eu estou mostrando que eu estou fazendo uma ação com alegria, não é? É o modo como eu vou agir, né? Vou fazer a minha caminhada com alegria. Outro exemplo, o Senhor ajudou o mendigo. O Senhor ajudou prazerosamente o mendigo. O Senhor ajudou amigavelmente o mendigo. Percebem quando nós colocamos o advérbio amigavelmente, com bondade, com doçura, nós estamos dando uma característica a mais para as nossas ações. Nós estamos explicando melhor qual foi o sentimento que nós pusemos em nossas ações. Bom, mas o que isso tem a ver com o espiritismo? não é? A luz do espiritismo, eh, o advérbio ganha um significado muito importante, porque ele mostra junto do verbo, né, não só a nossa ação, o que estamos fazendo, mas também como fazemos. E é isso que importa para Deus, como fazemos as nossas ações. Então, Deus não se prende à aparência do ato em si, mas do nosso sentimento, da nossa intenção ao fazer aquela ação, né? Também no livro dos espíritos, nós vamos ver na questão 637 que Deus julga mais a intenção do que o ato, né? Então vamos refletir como temos vivido as nossas ações diárias, que advérbios nós temos colocados nos verbos da nossa vida? Como eu disse, o verbo é a ação que nós fazemos. É tudo no mundo, né? Tudo na vida. Ajudar, trabalhar, dormir, comer,

nossas ações diárias, que advérbios nós temos colocados nos verbos da nossa vida? Como eu disse, o verbo é a ação que nós fazemos. É tudo no mundo, né? Tudo na vida. Ajudar, trabalhar, dormir, comer, sonhar, tolerar, eh, abraçar, acolher, tanto tudo é verbo, né? São as ações, tá? As ações que nós fazemos não ficam totalmente esquecidas. pela espiritualidade, por Deus, não. Elas são observadas porque o nosso trabalho, o nosso esforço é contado, é observado por Deus, não é? Tudo isso é válido, mas ele pode ter um valor maior se nós colocarmos a intenção, a nossa vontade de fazer o bem. Então são valores espirituais completamente diferentes que nós vamos colocar nas nossas ações. Portanto, depende do nosso sentimento e da intenção que nós vamos fazer. Por exemplo, por vou dar um exemplo para vocês. Eu posso dizer ajudar por amor, beleza, né? ou eu posso dizer ajudar por vaidade. Vejam, olhe a diferença. Uma coisa é nós ajudarmos por amor, né, que vem do nosso coração. Nós nos dedicamos àquele ato. Agora, outra coisa é nós dizermos ajudar por vaidade. Eu quero me mostrar pros outros que eu ajudo, né, que eu sou eh gosto de auxiliar as pessoas. Então, nós temos que ter cuidado e observar bem quando temos um advérbio aí na frase. Eu posso falar com carinho? Ótimo, muito bom. Porém, eu posso falar com dureza, com aspereza na voz. já indica outra coisa. Aí as nossas intenções vão ser totalmente diferentes. Vocês estão percebendo? Eu não estou dando aula de português, não. Eu tô dando aula espírita, certo? Então, eu posso servir com alegria. É um prazer servir os outros. Ou eu posso servir com uma obrigação ou friamente? Viram a percebem a diferença, né? Então, as nossas ações são boas, mas é preciso pôr a intenção, o sentimento. E o que representa isso é o advérbio, não é? Jesus mesmo já nos alerta no evangelho. Ele diz: "Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está muito longe de mim." Que que Jesus quis dizer com isso? Que da boca para fora tudo bem, falava

esus mesmo já nos alerta no evangelho. Ele diz: "Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está muito longe de mim." Que que Jesus quis dizer com isso? Que da boca para fora tudo bem, falava bem, honrava. Mas e o sentimento? E o coração? onde fica. É o mesmo que a gente falar, fala muito, mas age pouco, não é isso? Então, se nós pensarmos friamente, o verbo sozinho pode enganar os homens, mas não vai enganar Deus. Por exemplo, numa frase, eu posso dizer: "José trabalha". Beleza? para nós, seres humanos. Ah, José trabalha, que bom para ele, né? Tá se mantendo. Beleza. Mas como será que José trabalha? Será que José trabalha bem, com boas intenções? Ou o José tá trabalhando para para aumentar o salário dele, aumentar o o que ele ganha ali estorquindo, por exemplo, não é? Então, o trabalho do José não vai não vai ficar escondido para Deus, pode ser para nós. Nós podemos enganar, mas Deus não. E assim nós temos vários exemplos. Se eu disser ajudar humildemente engrandece o espírito. Mas se eu disser ajudar ostentosamente, vou alimentar o quê? O orgulho. Se eu disser corrigir com amor, educa. Não é corrigir com arrogância. fere o outro, fere a pessoa e até afasta. Estão percebendo? Isso tem muito a ver conosco e os nossos familiares mais próximos também, como também os colegas de trabalho. Vai depender da nossa fala e das nossas atitudes como proceder. Não é só trabalhar, mas é trabalhar com afinco, com vontade, não é? honestamente, trabalhar honestamente. Então, nós precisamos ainda, nós seres humanos, precisamos ainda desses advérbios para nós podermos entender a ação que está por trás. Mas nós não enganamos a Deus, não, né? Por outro exemplo, dar com alegria gera luz, amizade, amor, não é? Se eu falar dar com má vontade, cria sombras interiores na outra pessoa. Imagine, eu vou nós fazendo uma doação, não é? E fazemos com uma vontade, ah, não quero isso aí, não sei o quê, vou dar. Então a aquele benefício não vai ser tão bom, tão grande, tão extensivo como a

Imagine, eu vou nós fazendo uma doação, não é? E fazemos com uma vontade, ah, não quero isso aí, não sei o quê, vou dar. Então a aquele benefício não vai ser tão bom, tão grande, tão extensivo como a gente pensa que poderia ser. Porque nós não demos com boa vontade, nós não demos com amor. Tudo que nós fizermos na vida, nossos atos devem ser coroados de quê? De duas coisas, do sentimento e da intenção que nós fazemos. No capítulo Fora da Caridade não há salvação, o Evangelho nos ensina que a verdadeira caridade é benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão para as ofensas. Eu acho que vocês já ouviram isso muitas vezes nas nossas palestras. Temos que ter benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão para as ofensas. Porque agindo assim, nós estaremos agindo com humanidade, com fraternidade. Então, percebem? Não é só fazer o bem, mas é como fazê-lo, de que maneira nós estamos fazendo. O advérbio, no fim das contas, revela quem nós somos por dentro. Como eu acabei de dar esses exemplos aqui, uma coisa é você dá, fazer uma caridade, dá com amor. A outra é você dá com desprezo, com raiva, com violência. Então, eh eh apaga o benefício da da ação. Percebem? Aquela ação que nós fizemos deixa de ter o valor. Vejam outros exemplos. O ensinamento foi dito amorosamente. Se nós pegarmos essa frase e meditarmos nela, o ensinamento foi dito amorosamente, o que que nós temos aí? Nós vamos ter resultados positivos, porque alguém ensinou com muito amor. Então, houve uma aceitação, houve uma perfeita sintonia entre aqueles aprendizes e o professor, aquele que falou, não é? Porque houve aí por intermédio do amor. Outro exemplo, ela fez o trabalho com humildade, não com orgulho, não com vaidade, não com ódio, não com preguiça, mas ela fez humildemente. Então, aí está o valor da ação dela, porque ela mostrou-se humilde, não é? Outro exemplo, mais um. Serenamente, o velho pai compreendeu a triste notícia. Serenamente,

eguiça, mas ela fez humildemente. Então, aí está o valor da ação dela, porque ela mostrou-se humilde, não é? Outro exemplo, mais um. Serenamente, o velho pai compreendeu a triste notícia. Serenamente, o velhinho recebeu a triste notícia. Ele não se exaltou, ele não brigou, ele não xingou, ele não chorou. serenamente. Vejam então a a necessidade de nós colocarmos os advérbios nas nossas ações ou significando colocarmos a intenção, a boa intenção, o coração em tudo o que nós fizermos. Não adianta fazer, é preciso pôr a intenção, a boa vontade, o desejo de fazer o bem. Bom, então nós já dissemos que Deus vê o coração. Allan Kardec nos esclarece que o espírito evolui não só pelas suas obras externas, mas pela transformação moral que ele mostra. Nós precisamos crescer para Deus, caminhar para Deus. E só pela nossa transformação moral é que nós vamos conseguir, não é? Essa transformação acontece quando o orgulho cede lugar à humildade, quando o egoísmo se converte em fraternidade, quando a bondade substitui a maldade. Então vamos trocando, vamos dizer assim, de advérbios ruins para advérbios bons, não é? que mostre a a nossa natureza boa, voltada para o bem. No livro dos espíritos, nós aprendemos que o bem é um bem mais meritório, é aquele que se faz ao próximo com utilidade, com benefício. Então, quando nós fazemos uma caridade, nós fazemos um bem pro outro, é muito mais meritório quando há uma utilidade para o outro. Vocês estão entendendo? Creio que sim, né? Então, eh, eu não vou dar uma roupa estragada, uma roupa suja, uma roupa rasgada para o mendigo de rua, porque não vai ter utilidade. Mas eu posso dar um uma camiseta usada mais limpinha, passadinha, se possível, sem eh rasgos, né, que o outro possa aproveitar. Então, no livro dos espíritos, Kardecta que o bem mais meritório é aquele que traz maior utilidade para o nosso próximo. Nós não vamos doar algo que nós não queremos porque não presta mais para nós, mas nós temos que doar algo que seja de utilidade para o próximo.

é aquele que traz maior utilidade para o nosso próximo. Nós não vamos doar algo que nós não queremos porque não presta mais para nós, mas nós temos que doar algo que seja de utilidade para o próximo. Então essa utilidade também ainda não é tudo, mas ele diz aqui que o que mais importa é o sentimento que acompanha a ação. Então, quando nós fazemos uma caridade, nós temos que doar amor, compreensão, tolerância, paciência. Não é simplesmente fazer ação, entregar um pacote. Pronto. Pronto, fiz a minha parte. Não, você não fez a sua parte, você fez incompleta, né? Nós precisamos, ao doar alguma coisa, ao fazer qualquer ação de bem, fazer com a nossa entrega, com o nosso coração, com a nossa boa vontade. Então, o importante é o sentimento que acompanha a ação. Uma palavra dita com doçura pode curar muito mais do que um gesto feito com frieza. Um silêncio com respeito pode ser muito mais caridoso do que um grande eh, desculpe, um silêncio respeitoso pode ser mais caridoso do que um conselho dado com impaciência. Porque Deus observa as nossas ações, mas nelas tem que ter, vou repetir, a intenção que tem que ser boa, o sentimento e o e o amor colocado nesse gesto. Então, tudo envolve o nosso coração, a nossa boa vontade, o nosso amor em tudo que nós fizermos. Ah, eu vou trabalhar naquele emprego, mas eu não gosto do chefe. Bom, mas você precisa do emprego, certo? Certo. Você precisa receber, você precisa comer, você precisa se manter. Então, você precisa do emprego. Mas vai brigar com o chefe, vai responder mal pro chefe? Não, trate o bem. Quando você tiver o convite para um outro emprego, aí sim você pode dizer pro chefe: "Muito obrigado, até mais". Mas você trabalhou direitinho até então. Ess esse é o procedimento correto que nós temos que fazer. Então, ao longo da vida, nós praticamos muitos verbos, não é? Falar, comer, dormir, ouvir, trabalhar e tantos outros. Mas o convite do evangelho é muito mais profundo, é embelezar as nossas ações com bons advérbios. Ou seja, fazer as ações

muitos verbos, não é? Falar, comer, dormir, ouvir, trabalhar e tantos outros. Mas o convite do evangelho é muito mais profundo, é embelezar as nossas ações com bons advérbios. Ou seja, fazer as ações vindas do coração, como eu acabei de falar aqui. Que saibamos amar sinceramente, sem enganar o outro, servir alegremente e não servir por obrigação. Perdoar verdadeiramente. O que é perdoar verdadeiramente? É lá do fundinho do coração. É uma coisa sincera, honesta e não da boca para fora. Falar brandamente e não falar ásperamente. Corrigir pacientemente e não corrigir com raiva. Trabalhar honestamente. O resto eu não preciso falar, né? Porque no fim não será perguntado o que fizemos, mas como o fizemos. Deus não espera a nossa perfeição. Claro que não. Nós não vamos sair daqui perfeitos. Mas ele espera um esforço sincero da nossa parte. Ele não exige feitos, mas pequenos gestos feitos com grande amor. Pequenos gestos com grande amor. Vocês se lembram de Madre Teresa de Calcutá? Ela tinha pequenos gestos, levava os mendigos para o convento para ali perto para comer. Elas curava as feridas, ela dava as roupas que poderia dar para aqueles que estivessem necessitados de roupa. Ela dava uma comidinha, um prato de comida, um pão, qualquer coisa, uma fruta. São pequenos gestos, mas que são grandes, não é? Então, que possamos sair daqui hoje decididos a fazer sempre o bem, mas fazendo o melhor, com ternura, com humildade, com amor e principalmente com consciência espiritual. E que assim nossos verbos sejam simples, que são as ações, mas nossos advérbios sejam luminosos para que, que são as nossas intenções, para que a vida pouco a pouco se transforme em ações recheadas de boas intenções e ótimos. sentimentos. Muito obrigada. Uma boa tarde a vocês. Espero que nos lembremos sempre, não só dos verbos, mas principalmente dos advérbios, dos bons advérbios. Gente, temos o passe ali atrás. Quem quiser se dirigir para tomar, receber um passe, fiquem à vontade. Muito obrigada. Uma boa tarde.

dos verbos, mas principalmente dos advérbios, dos bons advérbios. Gente, temos o passe ali atrás. Quem quiser se dirigir para tomar, receber um passe, fiquem à vontade. Muito obrigada. Uma boa tarde. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. [roncando] Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura [música] para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do [música] Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam

música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do [música] Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a [música] fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de [música] nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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