DESIGUALDADES SOCIAIS: PROBLEMA DIVINO OU HUMANO? - Ana Abreu [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 19/11/2025 (há 4 meses) 40:46 242 visualizações

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Transcrição

atingir a perfeição [música] aqui. Boa tarde, eh, quem está aqui presencialmente e boa tarde às pessoas que assistem em casa de forma virtual. E antes de falar sobre o tema e começarmos a falar sobre a palestra, vamos relaxar, fechar os nossos olhos e deixar que Deus penetre nosso coração, nos acalmando, nos dando bênção. Senhor, queremos agradecer por mais esse dia, que possamos tornar esse dia único para uma continuidade na nossa vida, que ele seja o norte para os outros dias. Que as tuas bênçãos toquem o nosso coração, a nossa mente e que possamos sentir a tua presença, tua presença em nosso coração, nos mostrando o caminho certo, o caminho para melhor nos conduzir. Que assim seja. O tema de hoje vai falar sobre desigualdade social. Problema de aí pergunta: é um problema divino ou humano? Porque nós muitas vezes questionamos, tem pessoas que questiona, mas por que que fulano vive uma vida eh tão próspera, tão cheia de oportunidade e eu tenho uma vida restrita? Será que existe um destino que eu sou fadada a viver a minha vida toda com problemas, com restrições, sejam ela de qualquer forma, material, espiritual? E aí eu pergunto, será? Será porque tantas crianças nascem em situações tão difíceis? Eh, por que que a vida tem tanta desigualdade? E aí ele continua, meus irmãos, ao olharmos o mundo, nós perguntamos: "Por que uns tanto e outros tão pouco? Por que existe tantas diferença entre os seres humanos? Na verdade, todos nós somos filhos do mesmo criador. Independente do que fizemos, do que fazemos, somos criado por ele. Mesmo que haja julgamento, seja moral, eh, da justiça, todas as criaturas são originadas do criador. Então não tem como dizer que Deus escolheu uma vida para mim diferente da vida do outro. E aí ele continua. Vamos falar um pouco da psicologia. A ciência psicológica mostra que a empatia é a base da justiça social. Quando ela se desenvolve, plenamente surge indiferença ao sofrimento alheio, desumanização dos grupos mais pobres, julgamento moral das pessoas em

gica mostra que a empatia é a base da justiça social. Quando ela se desenvolve, plenamente surge indiferença ao sofrimento alheio, desumanização dos grupos mais pobres, julgamento moral das pessoas em vulnerabilidade, falta de ação e responsabilidade social. Eh, então nós vamos rever essa situação. Por que tanta indiferença? Porque são as nossas próprias atitudes que vão causar tanto para nós como para os outros. E nós devemos entender que as nossas atitudes não são só para nós, elas são para todos. Uma vez que nós estamos interligado para aprendermos um com uns com os outros de alguma forma e também ensinarmos. Mas muitas vezes a indiferença ao sofrimento do outro alheio torna a situação muito difícil dentro da sociedade, não ter empatia, desumanização. E nós pensamos que esse sentimento não vai voltar para nós. De alguma forma ele vai voltar para nós como se fosse um espelho. Julgamento moral das pessoas. Quando eu digo, por que que muitas vezes eu falo fulano, ah, ele tá vivendo essa situação porque ele deve merecer, né? Porque ele deve ter feito algo errado para estar vivendo essa situação de grande sofrimento. E isso não é verdade. Nós já estamos julgando uma pessoa sem nem sabermos o motivo. Falta de ação e de responsabilidade social. Na verdade, nós somos responsáveis uns pelos outros. Por isso que o movimento deve se iniciar em nós para que eh o mundo acabe com essa desigualdade social. E aí eu quero que a gente veja o sentido de que por que existe desigualdade social? Não é Deus. São as nossas próprias atitudes, tanto para conosco como para o próximo, seja num ambiente social, no ambiente de família. Tudo isso vai criar situações difíceis para uns e mais difíceis para um. Porque na verdade nós vivemos um mundo de expiação e de provas de acordo com o espiritismo. Aqui é uma escola de aprendizado. Estamos trazendo conosco várias memórias. Nós temos o perespírito, que é um um uma matéria não visível aos nossos olhos e que nela nós carregamos memórias, memórias de outras vidas,

la de aprendizado. Estamos trazendo conosco várias memórias. Nós temos o perespírito, que é um um uma matéria não visível aos nossos olhos e que nela nós carregamos memórias, memórias de outras vidas, porque de acordo com o espiritismo, de acordo com o nosso conhecimento espírita, viemos de outras e outras vidas. Nós que estamos aqui, a maioria das grande parte da população já viveram muitas e muitas encarnações. E dessas encarnações e reencarnações, vamos trazendo situações que foram mal resolvidas e que têm que ser resolvidas. Agora nós vamos lembrar, não, mas vamos ter uma ideia de quem nós fomos, porque agora nós somos a melhor versão de quem nós somos no passado, porque nada eh retroage. A tendência nossa é evoluir. O processo evolutivo, ele não dá saltos muitos muito grandes. Então vai depender de cada um. que que eu trouxe para que eu estivesse repetindo tal situação? É um exemplo como se fosse uma família. Uma mãe tem um conhecimento e ela só pode passar aquilo que ela tem para o filho e assim ela vai repetindo. Mas a cada geração os nossos filhos vão melhorando um pouquinho mais, mas isso não deixa de passar situações também difíceis. Assim é a nossa vida. Cada reencarnação nós vamos trazendo situações e memórias que vamos estar cumprindo agora. É um karma. Não vamos dizer que é um karma, mas é um aprendizado. Eu tenho que ficar vivendo isso agora até o final da minha vida. Não, eu posso mudar agora mesmo. A partir do momento que eu tenho consciência do meu processo, tenho consciência do outro, eu posso fazer uma modificação na minha estrutura atual. Então, nós não somos vítimas porque nós temos oportunidades, assim como essa vida, e oportunidades de melhorar, desde que possamos olhar internamente. Quando eu eu cito sempre Joana de nas nossas palestras, nas minhas palestras, porque ela sempre vai falar da questão psicológica. Então, nós devemos olhar para dentro de nós, observar as nossas atitudes, os nossos medos, as nossas ansiedades, para que possamos

minhas palestras, porque ela sempre vai falar da questão psicológica. Então, nós devemos olhar para dentro de nós, observar as nossas atitudes, os nossos medos, as nossas ansiedades, para que possamos então lidar com essas situações. Não é tentar esconder, mas é olhar sem julgamento, assim como olhar pro outro sem julgamento, olhar para nós sem julgamento. Eu faço, eu cometo situações erradas. O melhor é olhar a situação sem crítica e tentar mudar da próxima vez. E isso vai modificando e eu vou alterando. A medida que isso vai passando, eu vou alterando a situação da minha vida. E é assim que acontece com a nossa vida. Nós vamos mudando situação, porque Deus criou todo mundo com as mesmas oportunidades. Agora, alguns alcançam patamares maiores, um pouco mais rápido, outros vão alcançando gradativamente, mas todo mundo está num processo de evolução e não é preciso que eu desencarne agora para mudar essa essa situação. Se hoje eu passo por uma situação difícil, complicada, seja ela de algum problema de natureza física, a minha saúde mental, psicológica, ou a minha saúde eh física mesmo, que eu tenha, trago algum tipo de doença ou até dos meus familiares também. Essa essa saúde, ela muitas vezes ela vem com propósito de nos mostrar o que nós trilhamos para chegar nessa situação. E porque o nosso pensamento é muito rápido, as nossas atitudes às vezes passam despercebidas, principalmente agora que nós viemos vivemos muito alienados em tecnologia, né, voltado pra questão do do celular. E a gente não vai percebendo que algumas atitudes e formas de pensamento vão moldando a nossa matéria e criando até algumas doenças, vão moldando a nossa vida e nos colocando em situações mais difíceis. Por isso que é importante estar atento às nossas os nossas formas de pensamentos e atitudes. Hoje eu estava observando porque eu fui almoçar e eu vi aquele grupo de jovens, né, ali conversando e eh parece que as outras pessoas são invisíveis. Eles estão estão tão voltados para tecnologia, para o que

estava observando porque eu fui almoçar e eu vi aquele grupo de jovens, né, ali conversando e eh parece que as outras pessoas são invisíveis. Eles estão estão tão voltados para tecnologia, para o que é eh não consegue mais observar nem a si nem ao outro. E isso dificulta porque esse processo de recolhimento, de voltar para si, é o propósito de mudanças para nós. Só assim é que nós vamos mudar a nossa vida. Não, ninguém pode fazer nada. Eu posso até ir a um psicólogo, eu posso tratar o meu problema de saúde, eu posso tentar mudar minha questão financeira, mas isso é só eu e Deus. Só eu posso modificar isso e Deus nos dá oportunidade para modificar isso. Então, quando eu falei dos jovens, é preocupante porque os jovens hoje, os jovens de hoje não estão voltado pra questão de olhar para ele. E hoje nós temos muitos casos de depressão, muitos casos de depressão, sejam de jovens, bem jovens e pessoas até mais velhas, maduras, adultos, que vem passando por um processo de depressão. Por quê? Porque às vezes ficam tão fora de si que não consegue se perceber e aí fica buscando algo externo para preencher aquilo que incomoda atualmente. Então, a desigualdade cresce quando o outro deixa de ser visto como semelhante, quando eu julgo o outro também. Quando a primeira coisa que eu faço é olhar, ah, ele está nessa situação, ele está como pedinte, ele está vivendo essa situação porque ele deve merecer. Então, tem algumas pessoas que já t conhecimento espírita, ela não ainda não tem o suficiente de entendimento. Ela ela observa uma pessoa que muitas vezes se encontra com alguma deficiência física. O primeiro olhar é dizer, será que ela nasceu com a deficiência física? Porque ela está cumprindo um karma. A gente pensa isso, a gente já julga logo. Ah, é porque ela cometeu erros. Será que o filho dela veio com deficiência ou é um menino cheio de problema porque ela está cumprindo o karma? Não, não é. Tudo isso é uma um aglomerado de situações que geram essas condições. Filhos que recebemos

lho dela veio com deficiência ou é um menino cheio de problema porque ela está cumprindo o karma? Não, não é. Tudo isso é uma um aglomerado de situações que geram essas condições. Filhos que recebemos eh necessário para o nosso próprio crescimento e não julgarmos que algum tipo de deficiência seja algo de julgamento ou de castigo. Porque não é castigo. É porque nós temos um olhar de julgar que alguém veio diferente, ele tá sendo castigado, não é? Então, o que que gera quando nós julgamos o outro? Trauma social e ciclos repetidos. Quando eu falei que as pessoas eh cada um vem com aquilo que ele tem, porque é o melhor para ele. Outra coisa, a gente não deve esquecer que a vida do outro não cabe para nós. O que nós estamos vivendo é necessário para nós. E se eu tomasse o lugar da outra pessoa que eu acho que ela vive melhor, eu não conseguiria, nem seria feliz, porque eu tenho agora é o que eu preciso para a minha própria evolução. mas que pode ser modificada a partir da minha conduta. Então, é quando nós criamos eh situações em que julgamos o outros, as outras pessoas como diferente, isso ca um trauma e repete ciclos. Eu a mãe passa pro filho, o filho passa pro neto e sucessivamente sem fazer o corte. E o nosso papel é fazer o corte. Quando nós estamos aqui, nós temos um filho, vivemos uma vida que a nossa mãe nos criou daquela forma, porque é o que ela tinha oferecer. O nosso papel não é o julgar as nossas mães, né, os nossos familiares, mas é modificar as nossas atitudes para que eu possa passar diferente para as novas gerações. E esse julgamento, ele não vai nos fazer melhorar, não vai resolver a nossa situação, só vai criar um problema maior, porque não é nessa situação que nós vamos mudar. Então, o nosso processo é de responsabilidade para mudar a nós e assim alcançar os outros também. E a noss as nossas mudanças, ela vai também alcançar as outras pessoas, seja no núcleo familiar, seja na questão social. Então, essas pessoas que enfrentam situações difícil, seja de pobreza, seja

ém. E a noss as nossas mudanças, ela vai também alcançar as outras pessoas, seja no núcleo familiar, seja na questão social. Então, essas pessoas que enfrentam situações difícil, seja de pobreza, seja de saúde, seja de condições físicas, elas eh acabam tendo um estress crônico, passam a vida inteira eh se culpando, se achando inferior. E aí tá o nosso papel. Tanto nós como outro às vezes nos achamos inferiores e nós não somos. e criam isso uma ansiedade. Nós vivemos num ciclo de ansiedade porque nós queremos muito alcançar algo que hoje existe um modelo e não existe um modelo. Cada qual tá está no nível em que precisa. Então essa questão de modelo ah vai criando em nós uma própria ansiedade e dificultando a o nosso processo de evolução. Então por isso que nós devemos pensar bem, se isso não é bom para nós, também não é bom para o outro. Então o processo vai começar em nós, a mudança começa em nós para que a gente possa então olhar para o outro com empatia. E tudo começa em nós. Eu não posso ter empatia pro outro se eu não tenho empatia dentro de mim. Eu não posso ter caridade pro outro se eu não tenho caridade dentro de mim. Então o processo começa aqui internamente. Eu só consigo olhar para o outro de forma positiva se eu carrego isso dentro de mim. Então, a falta de acesso a apoio emocional, ambiente que limita o desenvolvimento psicológico, trauma que gera ciclos de vulnerabilidade que se repetem de gerações a gerações. Aí nós estamos vendo, eu venho com uma carga de outras vidas, vivo essa vida e eu sei que eu tenho uma responsabilidade que é para passar para novas gerações, novas atitudes. Então, eu vou honrar o meu pai e minha mãe. Olha que a Bíblia diz. Honrai teu pai e tua mãe. Terás longos dias nesta vida. O que que é honrar o pai e a mãe? Não é repetir e estar igual a ele. É estar acima, evoluir um pouco mais. Porque o pai vai olhar: "Nossa, o meu filho alcançou níveis que eu jamais consegui alcançar. Isso para mim é uma honra". Então isso é honrar o pai e a

gual a ele. É estar acima, evoluir um pouco mais. Porque o pai vai olhar: "Nossa, o meu filho alcançou níveis que eu jamais consegui alcançar. Isso para mim é uma honra". Então isso é honrar o pai e a mãe, tentar melhorar a cada dia. E não existe idade para melhorar. Qualquer idade é idade para se modificar. Não tem ai hoje eu já estou ou ou sou jovem demais ou já tenho a idade eh muito adiantada, né? Mas isso não é processo, porque a vida não acaba aqui. Quando nós desencarnamos, vamos desencarnar com essas mesmas formas de pensamento e vamos ainda estar sem esse inválculo carnal, pensando da mesma forma e sofrendo da mesma forma. Por isso que é preciso que a gente possa enfrentar as nossas dores com clareza. No livro dos espíritas, Kardec pergunta sobre a desigualdade das condições sociais e os espíritos respondem a Kardec. E Kardec pergunta: "É o homem que a cria?" Quer dizer, que criador e não Deus? Ou seja, a desigualdade é resultado das nossas imperfeições morais. Enquanto buscamos mais o ter do que o ser, continuamos construindo um mundo de contraste. Então é o resultado das nossas imperfeições morais. Nós precisamos, porque nós desenvolvemos muito a questão da da nossa intelectualidade, mas a nossa moral ainda está muito a desejar. Nós precisamos muito desenvolver a questão moral. E não é buscando ter, não, é buscando ser. Todas as coisas que adquirimos externamente, materialmente, ela tem uma necessidade para o nosso crescimento, porque, enfim, a gente vive num num planeta ainda que precisamos de situações materiais para ter uma vida confortável, mas isso não tem que ser a base da felicidade. Eu tenho que ser feliz com o que eu sou para que eu ao alcançar patamares melhores, ou seja, financeiramente, saúde, eu já seja feliz o suficiente, porque isso não vai preencher. Isso não preenche, porque quando adquirimos uma coisa, pode passar dois ou três meses, nós já queremos outra, aquilo já não faz muita diferença, mas eu quero algo melhor. Então, quando nós somos dentro de nós,

preenche, porque quando adquirimos uma coisa, pode passar dois ou três meses, nós já queremos outra, aquilo já não faz muita diferença, mas eu quero algo melhor. Então, quando nós somos dentro de nós, quando nós já mudamos interiormente, tudo que nós alcançamos vai ser agregado, né? Ele não vai ser a base, mas vai ser agregado para melhorar as nossas condições. Por isso que quando os espíritos falam, é o resultado das nossas imperfeições morais, então ainda precisamos envolver a nossa questão moral. E muitas vezes nós não observamos os nossos atos. Um simples ato vai causar uma situação grande, né? Maltratar o outro vai voltar para nós, gritar com o outro vai voltar para nós. É claro que nós somos humanos. A gente vai vai acontecer em momentos que nós vamos agir de forma inadequada, porque nós não conseguimos, porque não está ao nosso alcance. Mas analisar os nossos já faz uma grande diferença. E tudo que nós fazemos, ele vai voltar. Às vezes eu falo: "Ah, isso aqui não, ninguém tá vendo, eu posso fazer". Vamos dar um exemplo simples. Tô na rua, tá cheio de lixo, a rua tá toda sujo, tá todo mundo jogando, eu jogo também. Aquele vai voltar para mim. de uma alguma forma ou outra vai acontecer comigo alguma situação que vai fazer com que eu relembre a minha atitude. Universo ele é assim. Esse é o universo. Ele me dá aquilo que eu dou de volta. Eu recebo tudo aquilo que eu planto. Não tem como escapar. Então, toda a situação que estamos vivendo é resultado das nossas ações. E olha, não são só as atitudes, não. Pensamentos também. Pensamentos se manifestam, pensamentos criam e vão mais à frente se manifestar de alguma forma. Eu penso algo hoje com grande emoção. Se for positivo, maravilhoso. Se for negativo, também vai acontecer. E nós esquecemos, muitas vezes esquecemos daqueles tipo, esse esse pensamento e e vamos falar: "Por que eu por que eu estou vivendo a situação? Por que que eu tenho que passar por isso? Porque eu não consegui observar as minhas as atitudes, porque de alguma

esse esse pensamento e e vamos falar: "Por que eu por que eu estou vivendo a situação? Por que que eu tenho que passar por isso? Porque eu não consegui observar as minhas as atitudes, porque de alguma forma ou de outra, seja consciente ou inconsciente, algo está vindo de volta para mim, porque foi uma atitude. Isso é uma forma de aprendizado. Isso a gente não tem como escapar. E aqui nós estamos vivendo para isso. Mas o bom é que nós temos oportunidades. A desigualdade como fenômeno estrutural e psicológico. A psicologia entende que as estruturas sociais são criadas pela mente humana, ou seja, instituições, sistemas econômicos. Foram criados a partir de crenças e valores psicológicos. Portanto, a desigualdade nasce das decisões humanas alimentadas por medos, ambições, falta de empatia, distorções cognitivas e valores sociais desajustados. Tudo isso também vai criar diferenças, diferentes classes sociais e diferentes situações de sofrimento. Pessoas que vivem numa cidade onde não tem saneamento básico, onde não tem a menor estrutura para viver. Ali se vivem em situações degradante. Nós vivemos numa casa que tem eh água encanada, nós temos uma cama, nós temos um quarto, mas existem pessoas que vivem em situações terríveis, terríveis. E nós pensamos, eu não tenho nada a ver com isso. Temos o sim, porque enquanto existir uma pessoa sofrendo, nós vamos sofrer também. Essa é a verdade. Não vamos pensar que nós vamos ser felizes enquanto existe pessoas tristes e sofrendo, porque isso de alguma forma vai repercutir na minha vida. Vai. E aí eu vou falar, mas aí tá difícil, né? Se a pessoa sofre, eu vou sofrer. Vai alterar a nossa as nossas condições de alguma forma. Porque gente, o planeta, o planeta só modifica através de nós. O planeta somos nós. Tudo que tá dentro do planeta é nosso. São as nossas próprias consciências. Mudando a a nossa consciência, isso vai alterar. E aí, será que eu sozinho consigo isso? Eu vou ser uma uma luz. Se eu começo a modificar minhas atitudes, quantos

São as nossas próprias consciências. Mudando a a nossa consciência, isso vai alterar. E aí, será que eu sozinho consigo isso? Eu vou ser uma uma luz. Se eu começo a modificar minhas atitudes, quantos quantos eu vou alcançar? E quantos isso e quanto isso vai fazer diferença no nosso planeta? Aí a gente vai ver, tá vendo o que que é uma questão das nossas atitudes. Então o outro que sofre, até eu não tenho que ir lá, eu não tenho que tempo de ir lá para poder socorrer, mas eu posso mudar a minha atitude, a minha forma de pensamento, os meus julgamentos, né? e e querer que os outros, as outras pessoas sejam felizes também, sejam merecedoras, porque todos nós somos merecedores. Mas o evangelho nos convida a transformar dor em aprendizado. Por que que a dor aparece? Talvez para chamar a nossa atenção. Porque quando nós sofremos, quando sentimos dor, é um momento que nós vamos voltar para nós mesmos. Olha que a dor faz com que a gente reflita. Infelizmente ainda vivemos num mundo em que é necessária a dor para que a gente possa refletir e ver por onde estamos pisando, saber onde estamos pisando. Quando ajudamos o próximo, quando partilhamos, quando educamos com amor, estamos corrigindo os erros do passado e cooperando com a lei divina do progresso. Então, o meu processo começa no lar. Eu vou fazer a diferença no meu próprio lar com aqueles mais próximos. E se eu consigo fazer isso lá, que é a primeira escola, eu também vou conseguir fazer isso lá fora. Então vamos começar a educar com amor, com compreensão, com empatia. Vamos colocar no lugar do outro. O outro tá está passando por uma situação degradante, humilhante, constrangedora. E se eu tivesse no lugar dele? Talvez eu ageria até de forma pior do que ele. Talvez eu gritaria mais alto do que ele. Talvez eu choraria mais do que ele. É bom a gente pensar nisso. Então a verdadeira igualdade não está em posses materiais, mas na evolução espiritual. Porque nós vamos chegar num tempo em que os processo evolutivo, que todas as

que ele. É bom a gente pensar nisso. Então a verdadeira igualdade não está em posses materiais, mas na evolução espiritual. Porque nós vamos chegar num tempo em que os processo evolutivo, que todas as coisas vão acontecer de forma natural. Ninguém precisa correr atrás de nada, porque tudo que precisamos vai estar ao nosso alcance. Mas preciso primeiro mudar a nossas questões internas, porque um dia e esse dia virá quando a humanidade compreender o valor da fraternidade. Como é bom quando a gente consegue fazer alguém feliz. É uma alegria que não tem valor. Quando alguém agradece a nós pelas nossas atitudes, isso preenche mais do que tudo que possamos imaginar. É muito gratificante, seja no nosso lar, seja fora do lar. É muito bom sentir que de alguma forma estamos colaborando com Deus, porque Deus vive em nós. Então, nós somos instrumentos de Deus para alcançarmos finalmente o céu dentro de nós. Porque o céu não está em cima, nem tá embaixo, nem tá do lado, está dentro de nós. E aqui é um processo. Tudo está aqui. Então, a verdadeira, porque um dia, esse dia virá quando a humanidade compreender o valador de fraternidade, as riquezas serão bem distribuídas e ninguém passará fome ou humilhação. Porque enquando existir humilhação, fome, dor e sofrimento, desigualdade social, é porque ainda não conseguimos alcançar o patamar. E não vamos dizer que nós estamos melhores, não, porque a gente pode até ter melhorado um pouquinho a nossa consciência, mas se existe alguém nesse mundo sofrendo e nós estamos aqui, é porque nós não somos muito diferente. Um pouquinho, mas não muito diferente. Estamos ainda precisando viver nesse processo. E o outro é o reflexo nosso. Quando eu olho para o outro, quando eu vejo o outro, eu vejo o reflexo meu. Então não tem como fugir, né? O que possamos então fazer na nossa parte? compreender, ajudar, amar e servir, porque o mundo será mais justo quando cada um de nós se tornar mais justo. Não adianta eu querer só para mim, eu me trancafiar e ficar obsessivo e alcançar

a parte? compreender, ajudar, amar e servir, porque o mundo será mais justo quando cada um de nós se tornar mais justo. Não adianta eu querer só para mim, eu me trancafiar e ficar obsessivo e alcançar somente a minha felicidade, porque isso não dura muito tempo. Então, tudo tem que ser compartilhado, tudo tem que ser visto de forma global o outro, porque imagina se eu morasse, se eu vivesse numa ilha e tivesse carro, casa, tudo, tudo que eu preciso de luxo, de E se não tivesse ninguém? Qual o sentido? Que graça tinha. Olha como é importante as outras pessoas viver sozinho, isolado e não ter ninguém. Não tem sentido. Eu preciso das outras pessoas, porque na verdade Deus habita em cada um de nós e de qualquer forma o outro é parte de Deus também. E é preciso que a gente olhe para o outro dessa forma, porque senão a gente não vai conseguir olhar para nós da mesma forma. Conclusão. A desigualdade social não tem origem divina. Não foi Deus que nos propôs essa vida e não estamos fadados. Não é o nosso destino. Nós não estamos sendo castigado. Estamos apenas colhendo aquilo que nós plantamos, seja dessa vida, seja de outra vida. E vamos observar nós mesmos quem eu sou, o que eu faço, o que eu fiz, porque esse que eu sou é o que eu fui do passado, que eu não consigo lembrar. Mas é, é basta observar. Eu não sou muito diferente do que eu fui na última reencarnação passada. Então eu tenho que observar isso. E o e cada reencarnação é um processo de mudança. Ela surge da psiquê, ou seja, da alma, do espírito, da mente. Tá tudo impregnado na nossa alma, no nosso espírito, na nossa mente. Do medo, do ego, da dificuldade de cooperação e do do atraso emocional coletivo. É um desafio psicológico e evolutivo. Enquanto não amudcemos emocionalmente como sociedade, a desigualdade continuará sendo fruto de nossas escolhas. Então, vamos analisar. Desigualdade social, situações difíceis, é responsabilidade de todos nós. Por isso que não dá para viver separado. Quando Jesus diz, "Amai o vosso irmão como a vós mesmo", ele

. Então, vamos analisar. Desigualdade social, situações difíceis, é responsabilidade de todos nós. Por isso que não dá para viver separado. Quando Jesus diz, "Amai o vosso irmão como a vós mesmo", ele quis dizer: "Você só pode ser feliz se você gostar do outro". Ele foi sábio nessas palavras, só que ninguém entendeu, né? Ninguém entendeu o significado de que amar o outro é se fazer feliz. Porque se eu trato bem o outro, eu me trato melhor ainda, porque tudo isso volta para mim. E isso não tem como. O universo é implacável, ele não dá como castigo, mas ele te dá aquilo que você oferece. Ele só pode te dar o que você oferece. Tá ali, pronto. Eu dei aquilo e vou receber de igual. não tem como mudar essa estrutura. E aí é bom a gente pensar nisso, porque assim fica mais fácil lidar com as nossas próprias dores e sofrimentos. E toda vez que eu reclamar da minha situação, o melhor que eu tenho que fazer é tentar compreender o que que eu posso mudar. Começa em mim. O que que tá acontecendo comigo, que que Quais os meus medos, os meus anseios, os meus julgamentos, que é o que eu posso alterar. Então fica aí uma reflexão paraa nossa vida, para que a gente possa então alcançar finalmente essa paz começando a voltar para nós mesmos e não esperar que os que culpar os outros, culpar a sociedade, mas começar conosco mesmo. A mudança é dentro de nós e o Pai permanece em nós em todos os momentos. Vamos fechar os nossos olhos em agradecimento por essa oportunidade. Senhor Jesus, queremos agradecer mais uma vez e sair daqui mais completos, mais conscientes das nossas atitudes, para que possamos então receber mais luz e que sejamos fortalecidos por esse amor que habita em nós. E que esse amor não seja eh egoísta, que ele seja eh espalhado para toda a humanidade. Que sejamos luz para aqueles que ainda não conseguem enxergar, que sejamos paz para aqueles que não conseguem ainda encontrar a paz interior. Senhor, permaneça conosco. Vá até os nossos lares, os nossos familiares, para que

ueles que ainda não conseguem enxergar, que sejamos paz para aqueles que não conseguem ainda encontrar a paz interior. Senhor, permaneça conosco. Vá até os nossos lares, os nossos familiares, para que eles recebam também esse conforto espiritual. Que a tua paz, que o teu amor permaneça conosco hoje e sempre. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o

caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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