Desigualdade das riquezas

Estudantes do Evangelho TV 16/01/2026 35:28

Com Miguel Gusmao

Transcrição

Na hora [música] da oração. Na hora da oração. [música] Luz. >> Na hora da oração. Na hora [música] da oração. Jesus. Na [música] hora da oração. Na hora da oração. Luz. >> Na hora da oração. Na hora [música] da oração. Jesus. Na hora [música] da oração, [música] na hora da oração, na [música] hora da oração, traga a sua luz. Traga a sua [música] luz. Traga sua luz, meu amado [música] Jesus, na hora [música] da oração, na hora da oração, [música] na hora da oração. [música] Traga sua luz. [música] Traga sua luz. Traga sua luz. Meu [música] amado Jesus. Traga a sua [música] luz. Traga sua luz. Traga [música] a sua luz. Meu amado Jesus. Muito boa noite, queridos irmãos. É com alegria que começamos mais uma reunião pública da Casa Espírita Estudantes do Evangelho online. E é com muita alegria que nós da Casa Espírita recebemos vocês aqui e também muito animados para contar para vocês que dia 22, ou seja, na próxima quinta-feira nós daremos início ao nosso retorno presencial. Olha que maravilha. Tenho certeza que vocês estão gostando de nos acompanhar aqui, né, no modo online, mas ansiosos, assim como nós trabalhadores, para retornar à nossa casa agora com aquele auditório todo reformado, com muito amor, com muito carinho, nos esperando paraa nossa próxima reunião pública. Então fica aqui o convite para todos vocês. Chame os familiares e na próxima quinta-feira estaremos presencial na Casa Espíritos Dantes do Evangelho, sem também esquecer, né, da nossa transmissão online pros nossos queridos irmãos internautas que sempre nos acompanham, tá bom? Vamos lá a mais avisos, né? As nossas atividades da casa regular, elas já retornaram, tá bom? Então, obra do berço, armário de luz, os nossos estudos, esses retornarão apenas em fevereiro. Então, se você está pensando, né, em começar o seu estudo nas obras espíritas do ED, do EAD, tem o MEP também, vai começar só em fevereiro. As inscrições pro ESD e pro EAD estão abertas e estamos aguardando por você. Quero saber se já fizeram também a sua

do nas obras espíritas do ED, do EAD, tem o MEP também, vai começar só em fevereiro. As inscrições pro ESD e pro EAD estão abertas e estamos aguardando por você. Quero saber se já fizeram também a sua inscrição pro nosso Congresso Espírita. Gente, a carnaval tá chegando. O nosso Congresso Espírita será no carnaval. O congresso tá sendo preparado, né, aí há um ano já com tanto amor, com tanto carinho, sabe? Com palestrantes assim maravilhosos que estão vindo de todo lugar do nosso Brasil. E é sempre um momento emocionante quando todos nós estamos vibrando pela mesma causa, né? Muitas coisas se transformam, muitas chaves são viradas eh no Congresso Espírita. Então, se você ainda não decidiu ir para o Congresso Espírita, quer um conselho, olha, já compra o seu ingresso, tá? E vai, porque eu tenho certeza que é uma assim, é uma experiência que vai impactar e que vai transformar não só a sua vida, mas de todos à sua volta, tá? Nesse momento eu convido a Sônia para estar presente conosco na sala e também o nosso querido palestrante Miguel Guzmão. Sônia vai proferir a nossa prece e logo em seguida nós teremos a palestra do nosso querido Miguel. >> Boa noite, Rogéria. Boa noite. Boa noite Miguel. Boa noite aos amigos que nos acompanham pela internet. Sejam bem-vindos. >> Obrigada. Eu vou preparar paraa nossa prece com uma leitura de um texto do espírito Sheila. O título é O tempo. O tempo é bênção divina que merece respeito. Cada hora que passa é qual trato de terra pronto a responder, conforme o tipo de semeadura. Bem-usado, converte-se em manancial de bênçãos, favorecendo o progresso. Desprezado, termina tomado pelas ervas daninas dos vícios que conduzem à estagnação. Aprende a confiar em Deus e no tempo. Mesmo ante as situações aflitivas, não te apartes do bem, semeando o amor conforme as tuas forças. Se fizeres o melhor ao teu alcance, o tempo se transformará emissário divino, trazendo-te a paz e morredora nos domínios da consciência. Então, meus irmãos, vamos unir os nossos

nforme as tuas forças. Se fizeres o melhor ao teu alcance, o tempo se transformará emissário divino, trazendo-te a paz e morredora nos domínios da consciência. Então, meus irmãos, vamos unir os nossos pensamentos, trazendo a figura amorosa de Jesus a nos envolver. Ele está conosco nesse momento, porque nós aqui estamos reunidos em seu nome. E te pedimos, Senhor, que nos envolva em bênçãos nesse momento tão especial da nossa vida, em que estamos iniciando um novo ciclo e colocamos, Senhor, sobre os teus cuidados, cada um dos nossos passos, da nossa vida, do nosso cotidiano, dos nossos trabalhos. Que o Senhor envolva cada um de nós, adentrando os nossos lares, envolvendo-nos, Senhor, com a tua bondade e misericórdia. Pedimos que o Senhor inspire o nosso palestrante dessa noite e ele possa nos trazer uma mensagem consoladora aos corações. Que a tua paz esteja conosco hoje e sempre. Que assim seja. Boa noite, Miguel. Boa noite, Soninha. Boa noite, pessoal. Uma satisfação. Ol, >> é um prazer ter você aqui com a gente fazendo a explanação do Evangelho mais uma vez, né, Miguel? Eh, nós estamos ainda no capítulo 16, não se pode servir a Deus e a Mamon. Hoje o Miguel vai trazer para nós reflexões sobre o item oito, desigualdades das riquezas. Seja bem-vindo, Miguel. >> Obrigado, Faninha. Isso mesmo. Tem a apresentação que vou pedir para que coloque paraa nossa conversa, né? E aproveitando a oportunidade mais uma vez para agradecer a Casa Espírito Estudante do Evangelho, casa que participo como trabalhador e que sou muito feliz de estar participando dessa comunidade, né? Bom, ah, como a Soninha mencionou, o estudo de hoje faz parte do estudo de rotina que as palestras públicas de quinta-feira realizam na Casa Estudante do Evangelho. E é a oportunidade pra gente apresentar as principais obras que constituem assim a essência da doutrina espírita. Aí na apresentação a gente observa o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o evangelho segundo o espiritismo, o céu e inferno e a gênese.

bras que constituem assim a essência da doutrina espírita. Aí na apresentação a gente observa o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o evangelho segundo o espiritismo, o céu e inferno e a gênese. Essas cinco principais obras de referência. Além disso, temos o que é o espiritismo e obras pósas, além da coleção da revista espírita. Todas essas obras são obras eh edificantes, consoladoras e que constitui, vamos dizer assim, a essência da doutrina espírita objeto da nossa reflexão e estudo. O Evangelho Segundo o Espiritismo, ele não é só uma obra teórica ou teológica, mas é um convite para a transformação de nossas vidas. Não só o evangelho em essência, a produção deixada legada pelo Cristo, mas o Evangelho segundo Espiritismo, especialmente, tais reflexões que podem ser aplicadas no nosso cotidiano, servindo assim de subsídio para a nossa reforma íntima. Uma prática comum entre nós espíritas é o evangelho no lar, um hábito que favorece a harmonia do nosso ambiente doméstico e que a gente recomenda bastante. No site da Federação Espírita. A gente pode plantar inclusive orientações sobre isso, além da versão digital e gratuita do Evangelho Segundo o Espiritismo, mas essencialmente se constitui em marcar uma data e horário, realizar uma prece inicial, a leitura de um trecho do evangelho de Jesus, comentário sobre o texto lido e uma prece de encerramento. é uma prática muito recomendada nos seios familiares e que a gente com os estudos cotidianos semanais na Casa Espírito Dante do Evangelho, a gente convida que esse estudo possa ser feito junto com os estudos das quintas-feiras à noite. Eh, hoje nós estamos tratando de um capítulo específico dos 28 capítulos do Evangelho Segundo o Espiritismo, que é o capítulo 16, como a Soninha bem mencionou, não servir a Deus e a Mamum. Ele tem vários itens. O item que nós trataremos hoje é o item oitavo. Nas reuniões anteriores foram tratados os itens anteriores, mas paraa gente ter uma ideia de onde a gente veio e para onde nós vamos nessa conversa, trago aqui

que nós trataremos hoje é o item oitavo. Nas reuniões anteriores foram tratados os itens anteriores, mas paraa gente ter uma ideia de onde a gente veio e para onde nós vamos nessa conversa, trago aqui resumidamente esses itens. Tratamos já aqui na palestra pública da salvação dos ricos, a perseverar-se, preservar-se, perdão, da avareza, Jesus em casa de Zaqueu, a parábola do mal rico, a parábola dos talentos, uma parábola tão linda e consoladora e por vezes mal interpretada, a utilidade provincial da riqueza, provas da riqueza e da miséria. E hoje trataremos das desigualdades das riquezas. A partir do item nove, entra naquela parte dos capítulos do evangelismo do espiritismo, que trata das instruções dos espíritos e que iriam aí em vários subitens da do vários subtópicos do item 9 ao 15. Eh, riqueza e progresso. Quando a gente fala da riqueza e do progresso, é uma associação que tá explícita no Evangelho Segundo o Espiritismo. E aí fica a fonte embaixo da nossa apresentação tratando do item anterior da nossa última reunião. E aqui eu destaco uma frase desse desse item. Para trabalhos que são obras do século, teve o homem de extrair os materiais até das estranhas da Terra. Procurou na ciência os meios de os executar com maior segurança e rapidez, mas para os levar a efeito, precisava de recursos. A necessidade fê-lo criar a riqueza, como o fez descobrir ciência. sendo a riqueza um meio primordial de execução, sem ela não mais grandes trabalhos, nem atividade, nem estimulante, nem pesquisa. com razão, pois é a riqueza considerada elemento de progresso. Essa associação entre a riqueza e o progresso, ela é explícita no Evangelho e foi um aspecto tratado na nossa última reunião pública. O que que nós percebemos, então, que para entender a o estudo de hoje, as desigualdades das riquezas, teríamos que tratar de um outro e tem outra questão que é a propriedade, ou seja, essa posse desses bens, né, que vão gerar riqueza. E o livro dos espíritos, ele traz pra gente aqui na sua questão 881,

eríamos que tratar de um outro e tem outra questão que é a propriedade, ou seja, essa posse desses bens, né, que vão gerar riqueza. E o livro dos espíritos, ele traz pra gente aqui na sua questão 881, essa percepção de como podemos entender a propriedade. O direito de ver de viver dá ao homem o de acumular bens que lhe permite repousar quando não mais possa trabalhar. Dá mais ele. Então essa é a pergunta feita. Olha o a gente pode acumular bens para quando a gente não puder trabalhar a gente poder usufruir deles? Qual a resposta dos espíritos? Dá, mas ele deve fazê-lo em família como abelha, por meio de um trabalho honesto e não como egoísta. Há mesmo animais que lhe dão o exemplo de previdência. Então, recomenda como acumular essa propriedade pro momento que ele não possa mais trabalhar, entendendo a propriedade como derivada do trabalho segundo a doutrina espírita. Ainda nessa questão, a gente tem aqui ainda no livro dos espíritos, a questão 883, a pergunta: "É natural o desejo de possuir, de ter bens, de ter riqueza?" Sim, mas quando o homem deseja possuir para si somente e para sua satisfação pessoal, o que há é egoísmo. Então a gente tem que entender que a propriedade ela tá associada a essa, esse desafio de lidarmos com o nosso egoísmo. Na questão então 883 se pergunta pergunta Kardec, não será entretanto legítimo o desejo de possuir, uma vez que aquele que tem de que viver a ninguém é pesado? A homens insaciáveis, responde o espírito, os espíritos, que acumulam bens utilidade para ninguém ou apenas para saciar suas paixões. Julgas que Deus vê isso com bons olhos? Aquele que ao contrário, junta pelo trabalho, tendo em vista socorrer os seus semelhantes, pratica a lei do amor e caridade. E Deus abençoa o seu trabalho. Então, que que nós estamos aqui refletindo sobre a ideia de propriedade segundo a doutrina espírita? Ela está associada como algo legítimo a partir do seu trabalho, para a sua manutenção e de sua família, mas não para satisfazer suas paixões e o

bre a ideia de propriedade segundo a doutrina espírita? Ela está associada como algo legítimo a partir do seu trabalho, para a sua manutenção e de sua família, mas não para satisfazer suas paixões e o egoísmo. Ainda sobriedade, o livro dos espíritos, na questão 884, logo na sequência, a é feita a pergunta: Qual o caráter legítimo da legítima propriedade? E aí a resposta, propriedade legítima só é a que foi adquirida sem prejuízo de outrem. Então a propriedade adquirido por meio da trapaça, do engano, né, ela não reconhece na doutrina espírita legitimidade, proibindo-nos de que façamos aos outros o que não desej desejar desejáramos, perdão, que nos fizessem. A lei de amor e de justiça nos proíbe ips facto a aquisição de bens por quaisquer meios que lhe sejam contrários. Então os meios contrários às práticas da honestidade, os meios contrários às práticas ligadas ao nosso trabalho, à manutenção nossa, da nossa família, ele não percebe legitimidade na doutrina espírita. Continuando nossa reflexão e agora entrando na parte especificamente selecionada pro nosso estudo. No capítulo 16, item 8, desigualdade das riquezas, nós temos aqui um convite a perceber a desigualdade das riquezas para além de, abre aspas, apenas a vida atual, percebendo sua relação com a realização de provas, tanto de riqueza e de miséria, ao longo das encarnações. Então, por que que uma pessoa nasce extremamente rica, outro extremamente pobre? Porque que as pessoas nascem em circunstâncias diferentes, né, socialmente falando? E esse propósito, ele está ligado a um propósito reencarnatório, segundo essa perspectiva. Os homens não são igualmente ricos, como não são igualmente inteligentes, ativos, laboriosos, sóbrios e previdentes. Todas essas características estariam associados com a riqueza também, né? Então, igualmente, nós não somos igualmente inteligentes, ativos, laboriosos, sóbrios e previdentes. Também não somos igualmente ricos. No estágio em que nos encontramos, à humanidade, a simples redistribuição de

mente, nós não somos igualmente inteligentes, ativos, laboriosos, sóbrios e previdentes. Também não somos igualmente ricos. No estágio em que nos encontramos, à humanidade, a simples redistribuição de todos os bens não persistiria. Isso é um momento que logo depois seria restabelecida a desigualdade das riquezas, podendo impedir o progresso na nessa perspectiva, como coloca no item oito, o progresso a grandes descobertas, empreendimentos úteis. Lembrando o início da nossa conversa que o item anterior associou a riqueza com o progresso. Trago agora uma frase paraa nossa reflexão. A frase que é contida no item oito diz o seguinte: "A riqueza é um meio de o experimentar moralmente, mas como ao mesmo tempo é poderoso o meio de ação para o progresso, não quer Deus que ela permaneça longo tempo improdutiva, que pelo incessante, que incessantemente a desloca. Assim, um que não a tem hoje já a teve ou terá noutra existência. Outro que agora a tem, talvez não na tenha amanhã. a ricos e pobres, porque sendo Deus justo como é, a cada um prescreve trabalhar o seu túmo. A pobreza é para os que a sofrem a prova de da paciência e resignação. A riqueza é para os outros a prova da caridade e abnegação. Então, lembrando dos desafios, outro item já mencionado e estudado aqui nas reuniões, a pobreza se constitui uma prova de paciência e resignação. Ao passe que a riqueza, uma prova de caridade e abnegação. Ao rico, a prova da caridade e abnegação quer dizer não fazer uso da riqueza por poder para sua própria glória, paraa satisfação das suas paixões, dos seus caprichos. a pobreza, não trazendo da pobreza dessa missão, um ato de impaciência, de violência, de eh não resignação, ou seja, de inconformismo. E nesse contexto fazer o possível, inclusive para melhorar sua própria condição, né? E vocês repararam, eu coloquei aqui no no canto superior eh esquerdo, né, as obras, porque as a implantação basicamente ela é estabelecida sobre o Evangelho Segundo o Espiritismo e sobre o livro dos espíritos. nossas duas

coloquei aqui no no canto superior eh esquerdo, né, as obras, porque as a implantação basicamente ela é estabelecida sobre o Evangelho Segundo o Espiritismo e sobre o livro dos espíritos. nossas duas principais referências pro estudo e reflexão de hoje. Mas continuando no no item oito, desigualdade das riquezas, a gente percebe na relação apresentada lá de argumentos que se houvesse uma única existência, as desigualdades das riquezas não se justificariam. Por como um dos princípios da doutrina espírita, a reencarnação vai justamente prever que o espírito ele reencarna em diferentes famílias, em diferentes corpos, obviamente, né? E nessa sequência ele vai experimentar provas de riqueza e provas de pobreza, por exemplo. Tendo em vista o conjunto das existências, ou seja, as reencarnações, pode-se perceber algum equilíbrio nesse processo. A inveja e a cobiça dos pobres e a glorificação em abuso dos poderes dos ricos são falhas então nas provas da pobreza e da riqueza. E ainda no item oito se observa que o limite às leis humanas em conter os abusos, abre aspas, não seriam com decretos e leis sumárias que se mediará o mal. Fecharia aspas aí faltou aspas. Então, ou seja, existem inclusive limites que as próprias normas podem estabelecer e conter esses abusos de parte a parte, ou seja, diante da missão da pobreza ou da riqueza, o egoísmo e a vaidade, né, o orgulho se tomarem eh inspirar-nos a ações eh contrárias ao nosso propósito encarnatório. Ainda no item oito, resgato aqui uma frase final do item, que é uma observação que a gente tem que carregar da nossa atividade de hoje. A origem do mal resige no egoísmo e no orgulho. Os abusos de todas espécies cessarão quando os homens se regerem pela lei da caridade. A lei da caridade, então, ela pode ser aplicada tanto nas provas da riqueza como da pobreza, sendo um desafio maior na condição dos ricos. Tratando disso, pessoal, é oportuno falar um pouco sobre o que vem a ser desigualdades sociais, já que a desigualdade social é o reflexo ou

mo da pobreza, sendo um desafio maior na condição dos ricos. Tratando disso, pessoal, é oportuno falar um pouco sobre o que vem a ser desigualdades sociais, já que a desigualdade social é o reflexo ou resultante da diferença das riquezas, ou seja, nesse mesmo nesse mesmo debate. E aqui voltamos ao livro dos espíritos, na questão 806 e 806a, onde é perguntado a lei da natureza é lei da natureza a desigualdade das condições sociais? Para aqueles que estão começando agora no espiritismo, tem que se entender que o que chama aqui a expressão leis da natureza são leis perpétuas que são gravadas em nossas consciências atribuídas à obra divina. E a resposta é não. É obra do homem e não de Deus. Então o livro dos espíritos na questão 806 vai nos dizer que a desigualdade das condições sociais não a obra de Deus, mas dos homens. Continua: "Algum dia essas igualdades desaparecerá?" Resposta: eternas. Somente as leis de Deus o são. Então, se a desigualdade não é lei de Deus, mas obra dos homens, ela não será eterna. Então, a gente vai viver numa condição futura onde nós superaremos essas condições desigual sociais desiguais. E continua a resposta. Então, retomando, eternas são as leis de Deus. Só as leis de Deus o são. Não vez que dia a dia ela gradualmente se apaga? Desaparecerá quanto egoísmo e orgulho deixarem de predominar. Então, enquanto na nossa condição de humana o egoísmo e o orgulho predominam, as desigualdades ou as condições sociais desiguais, ela vão prosperar. Quando o orgulho e o egoísmo deixar de ser aquilo que move nossas ações, nós vamos diminuir ou eliminar as desigualdades nas condições sociais. Ainda nesse assunto, no livro dos espíritos, a gente percebe a pergunta 808, que inquere a desigualdade das riquezas não se originará das faculdades, em virtude da qual uns dispõe de mais meios de adquirir bens do que outros? E a resposta dos espíritos: sim e não, da velhacaria e do roubo que dizes? pergunta o espírito. Então, veja bem, a gente tava lá no item oito do

ns dispõe de mais meios de adquirir bens do que outros? E a resposta dos espíritos: sim e não, da velhacaria e do roubo que dizes? pergunta o espírito. Então, veja bem, a gente tava lá no item oito do Evangelho Segundo Espiritismo e diz: "As pessoas não são igualmente ricas como não são igualmente laboriosas, são não são laboramente sóbrias como são igualmente preventes." Verdade? Mas quer dizer que toda desigualdade de riqueza ou toda desigualdade social deriva das nossas virtudes e características pessoais? E que que os espíritos estão perguntando pra gente? Sim, respondendo pra gente sim, não, mas deriva da velhacaria e do roubo. Como assim? Continuando, na questão 80 do livro dos espíritos, tem aqui essa essa observação que os espíritos advertem. Busca a fonte de tal riquezas e verá que nem sempre é pura. Sabeis porventura se não se originou de uma espoliação ou de uma injustiça? Mesmo porém, sem falar da origem, que pode ser má, acreditas que a cobiça da riqueza, ainda quando bem adquirida, os desejos secretos de possuí-la, a mais depressa possível sejam sentimentos louváveis. Isso o que Deus julga, e eu te asseguro que seu juízo é mais severo que os dos homens. Então, o que que tá chamando atenção pra gente? Aqui em Goiás, no Minas, também a gente tem um ditado que não tem enchente de água limpa. O que quer dizer isso? Muita riqueza geralmente vem de sujeira, né? O da velha caria do roubo, como disse agora a questão 808 do livro dos espíritos. Então a riqueza ela não é ruim em si, mas às vezes a sua origem ela não é limpa, como inquiriu aqui o próprio livro dos espíritos. Pessoal, vou falar aqui rapidamente a única pausa que eu faço a nossa conversa para fugir da doutrina espírita, mas mencionando aqui que eh Emanuel na obra de Francisco Cândio Xavier, o Consolador, apresenta pra gente cinco eh ciências fundamentais que podem nos ajudar no desenvolvimento, inclusive da própria doutrina. E uma delas é a sociologia. Sociologia é essa que vai nos ajudar a refletir sobre os problemas sociais.

eh ciências fundamentais que podem nos ajudar no desenvolvimento, inclusive da própria doutrina. E uma delas é a sociologia. Sociologia é essa que vai nos ajudar a refletir sobre os problemas sociais. E a doutrina espírita, ela não é anticientífica, muito pelo contrário, a ciência tá numa das bases da doutrina científica. Nesse contexto, mesmo sem querer aprofundar e não ser objeto à nossa conversa aqui, o nosso país, o Brasil é um dos países mais iguais das democracias existentes. Nesse contexto, não cab caberia lembrar, né, ou ressaltar que é tão desigual que 50% dos mais pobres do Brasil possui apenas 2% da riqueza ou do patrimônio do país, enquanto 1% dos mais ricos tem 63% da riqueza e da fortuna patrimonial brasileira. Olha que desproporção. Lembrando que apenas 0,01% da população brasileira possui 27% dos ativos financeiros do Brasil. É muita desigualdade, né, pessoal? Mas é importante a gente chamar atenção para isso. Essa única observação que eu faço baseado numa ciência que o próprio Emânio orienta como importante para estender os problemas sociais, que é a sociologia, pra gente perceber essas desigualdades e suas consequências. Retomando os aspectos da doutrina espírita, a gente pode resumir nossa conversa de hoje nesses quatro pontos, que as desigualdades sociais ou as riquezas não é obra divina, mas obra humana, fruto do egoísmo e do orgulho, como tá colocado na questão 806, 806a, que grandes riquezas têm origem na velari e no roubo, mesmo as herdadas tiveram sua origem em desvio, segundo menciona na 80808A, que que o direito de acumular bens em família por trabalho honesto, como mostra na questão 881, e é muito bem-vindo e legítimo, mas acumular pelo desejo de possuir é a obra do egoísmo e que os homens de bem busca a prática da lei de Deus, ou seja, o direito concedido pela lei da natureza, as leis divinas, essas permanentes, o que não tem nada a ver com a grande produção da desigualdade. Então, apesar da riqueza não ser um problema para a doutrina espírita, a gente não pode

da natureza, as leis divinas, essas permanentes, o que não tem nada a ver com a grande produção da desigualdade. Então, apesar da riqueza não ser um problema para a doutrina espírita, a gente não pode perceber a desigualdade social como algo desejável, sobretudo em escala tão desigual e que gere miséria e tanto sofrimento. É algo que nós como espíritas temos refletir à luz do Espiritismo. Para que a gente não venha nesse aspecto a achar que o sofrimento e a miséria de milhares de irmãos que passam fome, não por não existir comida, não por não existir alimento, mas por serem excluídos socialmente, seja algo aceitável ou que a gente tenha que ser conivente. Por fim, no espírito de criar uma mensagem ainda redentora e conciliadora, trago aqui ainda essa frase no estudo do item de hoje do Evangelho Segundo Espiritismo, diz que a humanidade não está pronta para viver uma sociedade com as desquas estão distribuídas igualmente. Se isso fosse feito, isso não seria possível, isso não perpetuaria. Mas no livro dos espíritos, na questão 812, encontramos essa mensagem consoladora falando de equilíbrio, bem-estar. A pergunta feita aos espíritos por Kardec foi: "Por não ser possível a igualdade das riquezas, o mesmo se dará com o bem-estar?" E a resposta é não. Mas o bem-estar é relativo e todos poderiam dele gozar se entendessem convenientemente. Porque o verdadeiro bem-estar consiste em cada um empregar o seu tempo como lhe apasa, e não na execução de trabalhos pelos quais nenhum goste dele. Gosto sente. Como cada um tem aptidões diferentes, nenhum trabalho útil ficaria por fazer. E conclui os espíritos: "Em tudo existe o equilíbrio. O homem é quem o perturba." Que uma noite de paz, que essas palavras possam nos trazer a reflexão necessárias e possamos assim crescer moral e intelectualmente a partir da reflexão do livro dos espíritos. Agradeço muitíssimo o convite, estou sempre à disposição da nossa casa espírita. Miguel, obrigada pelas suas reflexões muito importantes, que a gente possa tá trazendo isso, né,

o livro dos espíritos. Agradeço muitíssimo o convite, estou sempre à disposição da nossa casa espírita. Miguel, obrigada pelas suas reflexões muito importantes, que a gente possa tá trazendo isso, né, pros nossos pensamentos, buscar esse equilíbrio como Jesus nos ensinou. Toda vez que nós tivermos dúvida, a gente lembra de Jesus, como é que ele nos ensinou, né? >> Uhum. e amadurecer essas esses conceitos, né, de que nós também precisamos colaborar na obra da criação. E a convivência, né, o bem-estar coletivo também faz parte desse nosso programa, né, programa de evolução espiritual. Muito bom, Miguel. Obrigado. Nós vamos agradecer você, a nossa casa, estudantes do evangelho e vamos orar, vamos fazer a nossa prece pra gente encerrar o nosso atividade dessa noite. Jesus, mais uma vez, Senhor, aqui te agradecemos por essa oportunidade que se renova nessa noite, colocando, Senhor, sobre os teus cuidados, cada um de nós, os nossos pensamentos e os nossos sentimentos. Pedimos que o Senhor cuide de cada um de nós, nos fazendo compreender, Senhor, o Teu divino evangelho, que é o nosso guia, que nos nos acende faróis, para que nós possamos andar na claridade, na claridade das nossas obrigações, das nossas dos nossos feitos e que nós possamos possamos colaborar. Pedimos que o Senhor nos oriente, os nossos espaços esteja sempre conosco, Senhor, nos amparando. Que a tua paz esteja conosco hoje e sempre. Que assim seja. Então, Miguel, nós agradecemos e convidamos a todos a estar conosco na próxima quinta-feira presencial no nosso auditório reformado. Receber todo mundo lá. Boa noite para todo mundo. Ótima semana. >> Boa noite. Fiquem com Deus. Na hora [música] da oração. Na hora da oração. Luz. >> Na hora da oração. Na hora da oração. [música] Jesus.

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