DESCULPA SEMPRE - Ruth Daia [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 27/05/2025 (há 10 meses) 36:01 172 visualizações

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Transcrição

A beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Boa tarde, amigos, todos que estão nos ouvindo pelos meios de comunicação da Comunão Espírita de Brasília. Sejam muito bem-vindos a esse nosso momento de harmonização do grupo Chico Xavier. E para começar esse nosso momento, a gente sempre eleva os nossos pensamentos e os nossos corações a Deus, a esse irmão Chico Xavier, em agradecimento por hoje podermos estar aqui nesse momento das 12 horas, nesse programa que é de harmonização para que nós possamos depois usufruir do passe virtual. Agradecido ficamos imensamente todas as vezes que nos é dado a oportunidade de estarmos fazendo algo que é bom para nós. Se é bom pro outro, às vezes a gente não sabe, mas de ser útil, de acordar e saber que alguma coisa nós vamos deixar nesse planeta. Por quê? que Deus nos criou para que cada momento de vida nós pudéssemos deixar alguma coisa de bonito, de belo, de bom, de de engraçado, de engraçado, que ele gosta da alegria uma coisa muito importante nas nossas vidas. Então, por tudo isso, nós agradecemos, mas não esquecendo de sempre pedir a ele que nos ajude. A cada dia nós temos atividades, a cada dia temos um exercício para ser cumprido, a cada dia temos um caminho para ser andado. E muitas vezes temos a dificuldade de realmente de fazer a lição do dia. Então, nós rogamos que eles possam nos ajudar, que eles possam nos dar o incentivo para que a gente siga em frente, que eles possam colocar em nossos caminhos pessoas que nos ajude, que nos levanta muitas vezes, que nos dê a mão, que ande conosco, mesmo que seja na retaguarda, mas que a gente possa saber, ali estar um amigo, ali está uma pessoa que eu posso confiar. E essas pessoas são os enviados de Deus para que nós possamos fazer a nossa tarefa realmente como deve ser feita, com amor, com caridade, com benevolência, com perdão. Então assim, agradecido nós estamos, a gente diz: "Graças damos, graças damos". Amigos, hoje eu estou aqui com vocês e a

ente como deve ser feita, com amor, com caridade, com benevolência, com perdão. Então assim, agradecido nós estamos, a gente diz: "Graças damos, graças damos". Amigos, hoje eu estou aqui com vocês e a nossa lição não é do livro do livro Segue-me, infelizmente porque eu estou substituindo alguém que está adoentada, não pode estar aqui. Então eu tô usando esse livro aqui, né? Esse livro é Fonte Viva. É uma psicografia do Francisco Cândid Xavier pelo espírito Emanuel. E lá na questão, na lição 135, ele fala: "Desculpa sempre". Aí e aí vocês já prestaram atenção que a gente pede desculpas demais na nossa vida? Tudo a gente, ah, desculpa, desculpa, desculpa. Será que nós pedimos essa desculpa do coração ou a gente já habituou tanto a pedir desculpas e que se a gente for ver a nossa lista de coisas que nós fazemos e que pedimos com o outro e pedimos desculpa por aquilo, é tão grande que parece que é falada só da boca para fora e não do coração e não do coração. Então, às vezes, a criancinha ela pede desculpas, os pais ensinam ela a pedir desculpas, aí ela pede desculpa por tudo, mas nós, essas criancinhas maiores, também costumamos fazer pedir desculpas e não refletimos naquilo que nós fizemos, não refletimos. É preferível não pedir desculpas quando eu não reflito no meu ato que eu tive que pedir a desculpa. E o Emanuel vem fal, o espírito Emanuel vem falar para nós, ele é uma lição bonita, eu vou acompanhar pelo livro porque não deu tempo de fazer um estudo mais profundo. Ele pegou lá no numa passagenzinha do Evangelho de Jesus, capítulo do do evangelista Mateus, capítulo 6, versículo 14, que fala assim: "Sede perdoado, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará." Então, parece que tem uma condição para ser eu ser perdoada, né? Então tudo bem, eu posso ser perdoada porque eu arrependi, eu posso ser perdoada por um monte de coisa, mas se eu não perdoar aquele que eu ofendi, que me ofendeu, também é muito difícil que Deus vá me dar esta, esse perdão nesse

perdoada porque eu arrependi, eu posso ser perdoada por um monte de coisa, mas se eu não perdoar aquele que eu ofendi, que me ofendeu, também é muito difícil que Deus vá me dar esta, esse perdão nesse sentido de falar assim: "Não, eh, eu vou ajudá-la, ela vai melhorar, não vai ser desse jeito, vai ser ter com piedade, né, dos meus das minhas dos meus equívocos, né? Aí o espírito Emanuel vem falando que por mais que pareça grave as as faltas do outro, nós não vamos deter deter na na reprovação dele. Eh, a gente vai usar duas pessoas, eu e o outro. E vocês aí faz a mesma coisa, né? Então, se eu eh por mais grave que pareça alguma falta que alguém faça para comigo, eu não posso parar e deter, parar e pensar: "Ah, mas isso é um absurdo, olha como que faz isso". E fica reprovando aquilo que ele fez comigo. Por quê? Porque quando nós paramos e detemos naquela naquela falta e começamos a criticar, começamos a reprovar porque foi feita, a gente cristaliza dentro de nós uma trevazinha ou podemos falar uma sombrazinha ou uma raivazinha ou qualquer sentimento que cria uma barreira para que eu possa trabalhar em outro setores eh servindo de luz própria. Tudo que exemplo, tudo que nós fazemos hoje, nós usamos uma luz própria nossa. O que que é essa luz? Nós usamos uma bondade, nós usamos uma compreensão, nós usamos um discernimento, algo que nos leva a ter um um olhar, eu brinco, um olhar de Jesus para aquela situação ou para aquela pessoa. Se eu sou ofendida e eu fico numa reprovação e numa crítica e sem perdoar e ali falando aquilo o dia todo, eu vou criar essa animosidade muito grande dentro de mim e que tudo que eu for fazer parece que não vai pra frente. Por quê? Porque essa essa essas reprovações, esse sentimento mais pesado, eles têm uma um poder de tapar meus olhos paraas outras coisas que não toma. Acho que tá mais ou menos, né? Eu falo bem assim, bem explicadinho, porque é bom quando a gente come, a gente traz isso para dentro da gente, não é que vai, ah, falou bonitinho, não, traz para

o toma. Acho que tá mais ou menos, né? Eu falo bem assim, bem explicadinho, porque é bom quando a gente come, a gente traz isso para dentro da gente, não é que vai, ah, falou bonitinho, não, traz para dentro da gente, fala, acho que é, acho que é assim mesmo, parece que é assim, não é? Aí ele continua falando, procura nas vítimas da maldade, procura nas vítimas, um minuto, por favor, procura nas vítimas da maldade, da da do intriga. da da chateação, eh, alguma algum bem, alguma coisa para que a gente possa só erguê-las, algum bem com que possa só erguê-las. Às vezes a gente, alguém faz alguma coisa conosco e nós ficamos muito na reprovação, na chateação e fica a vida toda. Mas de repente faz assim, não, espera aí, eu vou começar a entender porque que ela fez aquilo, como que eu posso chegar até ali mais próxima dela, não ali eh na convivência para que eu possa tirar esse sentimento de mim. é pensar que ela tem algo bom e diferente daquilo que ela teve comigo, daquele equívoco que ela teve em relação à minha pessoa. Aí a gente pode pensar: "Olha, mas ela é uma boa esposa ou ela é uma mãe? Olha, ela, eu vejo ela tratando os animais, eu já vi uma de uma forma boa, de uma forma carinhosa, amorosa. Aí a gente vai poder começar a pensar, será que não foi um momento de descuido dela que ela fez isso para comigo, né? Então, e falar, procurar nas vítimas da maldade, que Manuel fala assim bem grosseiramente quando das coisas que não são boas, né? Eh, procura nas vistas da da maldade algum bem com que possa só erguê-las. Porque assim como a vida opera milagres, que ele fala aí, ele fala um exemplo aqui que eu vou traduzir. Eh, às vezes nós encontramos uma árvore eh caída, uma árvore pequena caída, você fala: "Nossa, vai morrer a raiz tá exposta. Olha, não tem não tem uma água ali para que ela possa começar a dar um brotinho. Mas se a gente coloca aquela árvore em pezinha, cerca ela de uma madeira, dá dá um nozinho ali, bota terra no no pezinho dela, joga a água dia sim, dia não, ou todos os dias, se

çar a dar um brotinho. Mas se a gente coloca aquela árvore em pezinha, cerca ela de uma madeira, dá dá um nozinho ali, bota terra no no pezinho dela, joga a água dia sim, dia não, ou todos os dias, se não tiver chovendo, o que que vai acontecer daqui a pouco, amigos? vai aparecer folhazinhas novas, porque a raiz tá ali, ela começa a firmar no solo, como diz, eu vou pra frente, eu vou melhorar, eh, entendeu? E começa a aparecer as primeiras folhinhas. Assim são essas pessoas. Se nós não dermos botar um adubozinho, botar uma águazinha, se a gente não fizer esse alto, esse perdão dessas ofensas que fez, cada vez ela vai se afundando mais e cada vez nós vamos criando dentro de nós um como nós falamos, né, uma treva, uma um um uma trava que não deixa a gente ter esta luz para poder fazer as nossas atividades para fazer para estarmos com as outras pessoas. Então, gostei muito dessa essa exemplo que ele trouxe da árvore, né? Aí ele continua falando que antes de tudo lembrar como é difícil, como difícil é julgar as decisões de criatura em experiência que diverge da nossa. Como é difícil e isso acontece muito. Ah, a experiência dele diverge da minha, então a dele tá errada, porque é só a minha que tá certa. Então, como é difícil, às vezes as pessoas fazem as coisas e a gente fala: "Não, não é desse jeito, é isso, não é assim ou você faz muito mal isto", entendeu? É julgar decisões, né? ele fez e eu fico julgando daqui as decisões dele só porque as decisões dele não são iguais às minhas decisões, né? E assim é a ofensa também, gente. Às vezes nos ofende, eu interpreto como ofensa, na realidade nem é uma ofensa, é o modo dele falar, ele é o modo que ele expressou. ou às vezes foi aquele momento que tava passando por algo extremamente grave e que eu apareci no caminho. E aí a pessoa me respondeu de uma forma que eu fiquei extremamente sentida, né? E eu não parei para lembrar que quantas vezes eu também já fiz isto, mas eu esqueço as minhas, mas os outros eu não esqueço, né? Aí ele

e respondeu de uma forma que eu fiquei extremamente sentida, né? E eu não parei para lembrar que quantas vezes eu também já fiz isto, mas eu esqueço as minhas, mas os outros eu não esqueço, né? Aí ele continua falando como é como refletir apropriando-se da consciência alheia. E essa reflexão que nós fazemos do outro, nós usamos uma consciência dele. Ah, mas ele fez isso por isso, por aquilo. Ah, mas ele pensa desse jeito. Ah, ele faz. Quer dizer, nós é como se nós tivéssemos entrado na consciência dele e tivéssemos refletindo através do pensamento dele. Quem consegue fazer isso? Aí ele continuou, o espelho Emmanuel ainda continua falando e como sentir a realidade daquela situação usando um coração que não me pertence. Olha, eu eu usufruo apropio da consciência dele, ainda uso o sentimento dele, que é o que ele traduz aqui no coração. Quer dizer, é impossível, amigos. Impossível. Por isso que às vezes a gente fala: "Ah, fulano eh me ofendeu e o outro fulano nem sabe que ele ofendeu. E eu tô aqui sem desculpar. Não desculpo nunca. Não é assim que nós falamos? Não desculpam nunca, entendeu? Aí ele, o espírito Emmanuel continua falando, se o mundo hoje grita alarmado em redor dos nossos passos, se o mundo hoje tá muito difícil, muito complicado, se tudo tá contra mim, o governo tá contra mim, a política dele tá contra mim, isso tá contra mim, a religião, quer dizer, se eu sou a própria vítima, se eu sinto que tá tudo parece que andando num caminho que não é o meu. O que que o espírito Emanuel nos aconselha? Fazer silêncio e esperar. Olha que coisa linda, né? Fazer silêncio e esperar, porque pode ser que aquilo eu tô, é eu que tô sentindo naquele momento. Eu não estou com a disposição para ver que não é bem desse jeito, né? Então, calma. Eu aí um exemplo pobre, bem pobre, mas eu vou falar para vocês, a gente falava muito do hospital daqui, para vocês que não moram em Brasília, nós temos um hospital de base, é onde que chega todo mundo e dali é encaminhado pros vários, pros várias

falar para vocês, a gente falava muito do hospital daqui, para vocês que não moram em Brasília, nós temos um hospital de base, é onde que chega todo mundo e dali é encaminhado pros vários, pros várias especialidades. Todo mundo fala do hospital, mas mas de pro lado de fora dele, porque alguém falou, porque eu na lá na televisão falou um negócio, falou outro. E uma vez eu tive a oportunidade de ir com uma amiga minha, ela falou: "Rute, eu estou aqui no pronto socorro, passando muito mal, eu gostaria que você viesse aqui me ajudar". Eu falei: "Estou indo". Eu fiquei encantada, encantada. Gente que nunca nunca vi, gente na marca, nos corredores, gente para todos os lados, nos biombos, mas todos sendo atendidos dentro da possibilidade. E ela foi, ela foi da hora que eu cheguei lá, já tinha colhido sangue, já estava levando pro laboratório, já tinha botado um soro nela. Ela estava sentada na cadeira, mas estava sendo medicada e atendida. E eu via todo aquele processo com todos aqueles ali. E falei: "Gente, mas o que fala lá fora não é o que tem aqui dentro. Claro, às vezes acontece alguma superlotação, um acidente grave, houve alguma coisa e que passou do limite das da da acomodação de todo mundo, mas é parar, ter paciência, calar e esperar que a gente vai começar a ver que as coisas fluem. né? Essa foi uma observação minha. Ele continua falando, a observação justa, olha, observação justa é impraticável quando a neblina no cerca. Se eu tivesse entrado aquele pr socorro com aquela ideia que eu peguei de uma fala de alguém, com aquela ideia que eu peguei de um de um um jornal, eu ia ter o quê? Eu não ia ver nada daquilo, porque a gente quer chegar e ser atendido imediatamente paraa dor passar imediatamente para eu ir embora para casa imediatamente. E não é bem desse jeito, né? Esses dias eu fui a um fazendo um checkup com convênio muito bom no hospital, tive que esperar. tava até, eu lembrei, tava fazendo um pronto socorro porque era muita gente marcada e eu ajudei a senhora lá porque

eu fui a um fazendo um checkup com convênio muito bom no hospital, tive que esperar. tava até, eu lembrei, tava fazendo um pronto socorro porque era muita gente marcada e eu ajudei a senhora lá porque ela tava sentindo frio nas pernas, bem idosa, fui lá pedi um lençol, cobrir as pernas dela. Quer dizer, se eu fosse com aquela ideia de que, olha que absurdo, eu pago um plano de saúde caro, agora eu tô aqui, ainda tem que esperar eu, esse é a neblina, né? Quando a a neblina não seca, eu não ia ver, eu não ia ser observar com justiça. Aí fala: "Amanhã, quando o equilíbrio for restaurado, né, conseguirá suficiente clareza para que a sombra te não altere o entendimento. nós esperarmos um pouquinho para passar aquela aflição nossa, para passar o julgamento, para passar aquela que aquela ideia que aquela pessoa que falou não é bem desse jeito, para ver que os os profissionais corre de um lado para outro atendendo. Se eu der esse tempo, como diz Emanuel, eh, que ele falou aqui, né, silencia e espera o que que vai acontecer. Eu vou ter clareza, clareza de como é a coisa, de como que não é do jeito que eu pensava, que tudo está acontecendo no seu devido lugar, mas eu precisei de equilíbrio primeiro para eu ver com clareza, suficientemente claro aquilo e a sombra não está na frente da daquilo do que está acontecendo. Aí ele continua falando que além disto, nos problemas da crítica, a gente tem que parar e pensar, será que eu também já não critiquei? Será também que eu não sou digna de perdão porque eu fiz crítica? Então, por que que eu não perdoo o outro? Não é isso que acontece? Mas não, a gente não lembra que a gente ofendeu, mas a gente não esquece a ofensa que fizeram conosco. Mas então, quando fizer uma ofensa, quando fizer um julgamento que não é verdadeiro, para antes de fazer a crítica, antes de trazer tudo isso que nós que o espírito Emanuel acabou de falar e pensa: "Eu, eu já fiz isso quantas vezes? Qual a última que eu fiz?" Vamos começar pela última. que a memória nossa ela é engraçadinha, né?

r tudo isso que nós que o espírito Emanuel acabou de falar e pensa: "Eu, eu já fiz isso quantas vezes? Qual a última que eu fiz?" Vamos começar pela última. que a memória nossa ela é engraçadinha, né? Ela é seletiva. Eu esqueço. Só esqueça de hoje, de amanhã. Fala: "Não, não sei, não tô lembrada não." A gente fala assim, não é? Então ele fala que através da nociva complacência para comigo, olha, para comigo tudo, pro outro nada. Não é assim que a gente fala, né? através da nociva complacência para comigo mesmo, a gente não percebe que às vezes nós não somos simpáticos ou semelhantes. Não somos. Porque quando eu consigo ver no outro que fez alguma coisa comigo, alguma coisa que tem de bom, que ele já fez de bom, que naquele momento é difícil, tudo bem. Se eu consigo ver isto, eh, é ótimo. Mas quando eu acho, falo assim, não, mas eu não faço, né? Eu não sou desse jeito, eu jamais faria isso. Eu começo a não ser simpática aos semelhantes. Todo mundo fala assim: "Ah, eh, olha lá, faz, mas não vê o que faz. Mas quando o outro faz, aí bota ele no no tronco com chibartadas, né? Então ele continuou falando para nós, se há quem nos ame as qualidades louváveis, sim, há quem nos destaca e os defeitos. Tem pessoas que ama muita coisa na gente, né? muitas qualidades e e fala e as quatro ventam não, porque fulano é muito bom, porque fulano é isso, porque fulano é aquilo. Mas também tem aquelas que fala: "Não, não é tão bonitinha desse jeito não. Olha lá" e fica apontando e vai apontar muitos defeitos. Porque nós temos muitos defeitos, mas também temos muitas qualidades. E o bem sempre ele vence o mal. Então, nós sempre somos melhores do que somos piores. Isso é tranquilo, viu? Se há quem quem ajude, exaltando-nos o porvir iluminado, aquele que nos ajuda e fala: "Não, olha, vai, amanhã vai ser diferente. Amanhã você vai ver, dorme. A hora que você acordar, tudo tá ajeitado. É um outro dia, não é assim? É um outro dia, não fica de cabeça quente, mas também tem quem nos perturbe,

anhã vai ser diferente. Amanhã você vai ver, dorme. A hora que você acordar, tudo tá ajeitado. É um outro dia, não é assim? É um outro dia, não fica de cabeça quente, mas também tem quem nos perturbe, né? Nos lembrando sempre daquilo que nós fizemos, né? Lembra da mãe da gente? Às vezes a gente fez, teve, eu lembro uma vez que aconteceu na minha casa, a gente meu irmão levou uma nota X, aí meu pai falou: "Não". Tá. Minha mãe falou: "Nossa, ótimo olha aí, fez a Ele, teve a nota, meu pai falou: "É, mas tá, fica atento que você não lembra mês passado que nota que foi?" Olha aí, gente. Olha, tá vendo? Você é grandioso. O mês passado você não teve essa boa nota, mas esforçou, estudou. Olha que maravilha, né? Eu lembro muito disso, sabe? Sempre quando eu tento a fazer o contrário, né? Então ele também falou, se há quem ajude, exaltando seu povo iluminoso, é isso que eu tô falando, há quem nos perturbe, constrangendo-nos a revisão de um passado escuro, da nota ruim do mesmo passado, né? Usa pois a bondade e desculpa incessantemente. Vamos usar sempre a bondade. A bondade ela prevalece, ela alimenta, ela adocica, ela põe o sal necessário, ela sempre, sempre vai dar um jeito e desculpar incessantemente, gente, a quem ofendeu, nos ofendeu foi o outro, não fui eu. Por que que eu sinto tão tão chateada com isto? Deixa para só ele ficar chateado e não nós. Aí a gente pensa: "Não, mas ele fez isso, ele sempre faz, mas ele faz com o que ele tem. Então, se ele faz com o que ele tem, ele é igualzinho que ele tá fazendo comigo. Mas eu sou isto?" Não, não sou. Então, por que, né? E ensina, nos ensinou a boa nova, que o amor cobre multidões de pecados, né? O amor cobre multidões de pecados. Se alguém fez alguma coisa conosco, vamos amá-lo, gente. Não é amar como eu amo da minha casa, como eu amo aqueles amigos que eu gosto tanto. Perdoa, perdoa, não seja tão crítico. Começa a ver as qualidades que ele tem. Vai ser a mesma coisa com a pessoa? Talvez não. Talvez não. Mas nós não vamos carregar aquela

s amigos que eu gosto tanto. Perdoa, perdoa, não seja tão crítico. Começa a ver as qualidades que ele tem. Vai ser a mesma coisa com a pessoa? Talvez não. Talvez não. Mas nós não vamos carregar aquela aquela aquele peso, aquele peso, aquela escuridão dentro de nós. Aí ele termina falando que quem perdoa esquecendo o mal e avivando o bem. Olha, esqueceu o mal a gente não vai esquecer, mas não dá ênfase para ele, não dá público para ele subir, ficar sendo melhor, né? Mas vamos avivar o bem dele. Recebe do pai na do pai celeste na simpatia e na cooperação do próximo, o alvará da liberta da libertação de si mesmo, habilitando-se a sublimes renovações. Quando, quando nós fazemos isto, quando nós perdoamos, quando nós, eh, não damos a devida, a devida importância para aquele ato, a gente consegue realmente ser vista pelo pai como este é meu filho, esse é meu filho. Porque quando a gente faz o contrário, fala: "Não, este filho é meu, mas eu não criei ele desta forma". Então, vamos amigos, começar a pensar dessa forma. Eu acho que é muito, é muito válido. Eu queria muito falar sobre um outro, sobre o auto perdão, mas não vai ser possível do nossa, do nosso tempo. Mas lembra, se eu tenho uma disposição para perdoar o outro, para não dar não dar não dar mais ênfase naquilo que ele me fez, por que que eu não faço isto comigo quando eu quando eu me descuido, quando eu erro, quando eu não pratico bem, quando eu faço alguma coisa com alguém, aí eu fico minha culpa, minha máxima culpa, chicoteando, me chicoteando, achando que eu sou a pior, porque eu fiz fiz aquilo e tem pessoas que ficam aí uma vida toda sem perdoar. Vamos nos autoperdoar, mas para que eu possa me autoperdoar, eu preciso de tomar atitudes, ter uma outra ação dentro daquilo. Eu não posso me autoerdoar, mas continuar fazendo de outra forma, tá certo? O autoperdão a gente fala de uma próxima vez. Então, que essa doce paz de Jesus possa estar conosco, que Chico Xavier nos envolva nesse manto de amor, de carinho, de

fazendo de outra forma, tá certo? O autoperdão a gente fala de uma próxima vez. Então, que essa doce paz de Jesus possa estar conosco, que Chico Xavier nos envolva nesse manto de amor, de carinho, de caridade que ele sempre teve para com todos e que nós possamos também para ter com todos aqueles que equivocou a nosso respeito. E vamos agora passar para o passe virtual, que é a hora que nós vamos receber toda a energia para que tenhamos uma boa segunda-feira e uma semana de muita paz. Que assim seja. Um beijo no coração de cada um de vocês e até a próxima vez. Finalidade, auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a

s se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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