DESAFIOS DIÁRIOS: NINGUÉM TROPEÇA EM MONTANHA - Eugênia Matos [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei. na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. possamos receber a mensagem da nossa palestrante de hoje e a irradiação que cai do alto neste momento. Quando estamos com os corações abertos e as nossas mentes, fica mais fácil assimilar o estudo, assimilar as mensagens que nos são dirigidas. Que a paz de Jesus permaneça conosco durante toda essa primeira fase do nosso trabalho do dia de hoje, que logo em seguida a palestra virá o passe e que nós possamos estar aptos para receber o que de melhor vier para nós hoje. Vamos iniciar lendo uma mensagem que está no livro Gotas de Esperança de Lorival Lopes, que diz assim, a lição 85. Trabalhe bastante, mas combine o seu trabalho com o repouso e a distração, na medida do possível. A mente precisa de uma atividade, porém reclama igualmente diversificação e descanso. Procure fazer coisas diferentes durante o dia do seu serviço habitual. Sabendo dosar o movimento de sua vida, você afasta a fadiga da rotina e o cansaço mental. surge aquele equilíbrio sadio no exercício de qualquer dessas atividades. Porém, agradeça a Deus. Elas serão mais proveitosas. Traão saúde e alegria, equilibrar as atividades da vida, é trabalhar em busca da paz. E nesse sentido, nós pedimos permissão ao Pai Celestial que nos dê força, nós aqui, espíritos encarnados e desencarnados, para continuarmos a nossa tarefa diária a cada dia. Que a paz de Jesus permaneça conosco agora e sempre. Com a permissão de Deus, Dr. Bezerra de Menezes, mentor da comunhão espírita de Brasília. A nossa palestrante de hoje vai falar sobre o homem no mundo que está em O Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 10. As demais pesquisa, ela vos falará durante o decorrer da palestra.
a de Brasília. A nossa palestrante de hoje vai falar sobre o homem no mundo que está em O Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 10. As demais pesquisa, ela vos falará durante o decorrer da palestra. Eugênia, com você a palavra. Boa noite. Todos me ouvem bem? Eh, como disse a nossa colega, a base da nossa conversação dessa noite é o homem no mundo. E eu trouxe uma frase que eu ouvi esses dias e achei muito interessante, que diz assim: "Ninguém tropeça em montanha, que nós tropeçamos mesmo é nas pedrinhas, né?" Então, é justamente essa dificuldade de darmos esse testemunho no nosso cotidiano, que é a reflexão da noite de hoje. Gostaria de começar falando da alegria de fazer parte desse trabalho da das quintas-feiras. Todos os palestrantes adoram vir na quinta-feira porque é uma plateia sempre muito afável, tanto os que nos escutam aqui como os que nos ouvem em suas residências. agradecer o apoio da querida amiga Sinelsa por nos auxiliar sempre pelas vibrações de amor e falar da nossa felicidade de estar sobre a influência da equipe espiritual que coordena essa casa comunhão espírita de Brasília que é a equipe de Dr. Bezerra de Menezes. Então, meus irmãos, o tema da nossa conversa de hoje fala desses desafios do cotidiano. Reflete sobre a nossa dificuldade de vivenciar o evangelho de Jesus. Não. Quando nós estamos na casa espírita, também não é dificuldade no sentido intelectual de entendermos a mensagem de Jesus, mas é justamente demonstrar na a nossa adesão aos ensinamentos de Jesus no nosso dia a dia, no nosso cotidiano, no nosso lar, no trânsito, né, nessas atividades que fazem parte do nosso cotidiano. O que que significa esse título que subtítulo que eu já falei para vocês? Ninguém tropeça em montanha. É porque no nosso cotidiano nos falam esses autores, um no nosso dia a dia, o maior desafio é não nos deixarmos abater por pequenos acontecimentos, pequenas contrariedades que vão se somando e aos poucos vão minando a nossa decisão de seguir o evangelho, que é o amai-vos uns
o maior desafio é não nos deixarmos abater por pequenos acontecimentos, pequenas contrariedades que vão se somando e aos poucos vão minando a nossa decisão de seguir o evangelho, que é o amai-vos uns aos outros. fazer o outro aquilo que a gente quer que nos faça. E aí a gente vê aquele irmão fazendo aquela aquela loucura no trânsito que quase que comete um acontece um acidente. E aí a gente nesse momento, por alguns instantes que seja, a gente acaba esquecendo que somos todos filhos amados do nosso pai criador. Então, meus irmãos, essas grandes, eles, esses autores nos falam que nas grandes dificuldades que nós atravessamos, que são as montanhas aí nesse nessa comparação que nós estamos fazendo, nós percebemos que, na verdade, isso faz parte do nosso processo de expiação e provas. a gente entende, chegou aquilo é para é um teste, é uma prova pela qual eu tenho que passar. Mas quando nós estamos falando de cotidiano, de problema doméstico, de trânsito, muitas vezes nós nos deixamos levar pelas circunstâncias, pelas pessoas e não percebemos o quanto nós estamos nos enredando e perdendo a nossa tranquilidade tão importante para continuar. a ao continuar eh dando esse nosso testemunho. As avós tinha uma frase que diz muito sobre o que nós estamos conversando. Elas diziam assim: "Engole o elefante e engasga com a formiga ou engasga com o mosquito, né?" Então, eh, o que que quer dizer isso? Quando quando nos vem um acontecimento muito grande, vai diante de uma de uma questão maior, às vezes até entre países, o risco que a gente corre, essas coisas, tudo a gente tá atento e na hora a gente faz aquela prece e pede a Deus por esses eh eh as pessoas que estão responsáveis pelo comando material do planeta, porque existe outro comandante que é Jesus que é o governador do nosso planeta. Então, quando a gente vê esses grandes acontecimentos, um grande grande desastre, a gente se recolhe em oração, rapidamente, faz uma corrente de prece entre os amigos para que a gente possa sustentar mais leve esses
gente vê esses grandes acontecimentos, um grande grande desastre, a gente se recolhe em oração, rapidamente, faz uma corrente de prece entre os amigos para que a gente possa sustentar mais leve esses acontecimentos. Só que quando ao longo da nossa vivência eh esses momentos eh dificíim, a pessoa as pessoas, nós normalmente nós costumamos ter esse tipo de reação. Entramos em oração, percebemos que estamos num planeta de expiação e provas. Só que quando nós estamos diante dessas pequeninas acontecimentos ou convivência com algumas pessoas que aos nossos olhos são mais difíceis, nós às vezes terminamos por somando essas pequenas angústias, raivas e acaba que as pessoas vão se tornando nós todos amargos. De repente o dia está terminando e você nota que você parou, passou o dia inteiro entre tormentas, que você não conseguiu aquele momento que a espiritualidade tanto pede pra gente dedicar a a à oração, a ao convívio e ao contato com a espiritualidade superior. O poeta Gonzaguinha falando dessas questões pequeninas que falam desse desgaste, diz assim: "São tantas coisinhas miúdas, roendo, comendo, arrasando aos poucos com o nosso ideal. Passes perdidas no mundo, em gestos, um jogo de culpa que faz tanto mal. Ele tá falando aqui de um relacionamento afetivo, obviamente, mas nós estamos trazendo paraa nossa reflexão. Então, são essas coisinhas miúdas que vão corroendo o nosso cotidiano, que às vezes a gente até acordou bem, mas que em um determinado momento a gente vai somando. é uma questão no trânsito, é uma uma fala atropelada de alguém no nosso trabalho e de repente nós estamos aí eh nervosos, nós estamos agressivos e essa energia desse descontrole já entrou nas nossas vidas. Os textos desses amigos espirituais nos convocam a ficarmos atentos não só a esses grandes acontecimentos, quando na maioria das vezes a gente faz oração, mas atento aquelas pedrinhas do nosso cotidiano, né? Os cascalhos, os acontecimentos que nos impedem do nosso crescimento espiritual. Por que será que
, quando na maioria das vezes a gente faz oração, mas atento aquelas pedrinhas do nosso cotidiano, né? Os cascalhos, os acontecimentos que nos impedem do nosso crescimento espiritual. Por que será que ela elas nos impedem? Porque a grande questão é a gente ficar em contato com a espiritualidade superior, é nós mantermos essa é uma de uma questão energética. Quando a gente vai se desequilibrando com essas pequeninas coisas, a gente vê que passou um dia inteiro, nós não fizemos nenhuma oração, não agradecemos nada, nem a vaga que a gente conseguiu na hora de estacionar tava difícil, né? E a gente conseguiu, ah, obrigada, porque são as forças do bem, dos bem, do bem que regem os mundos, inclusive o nosso mundo. Então, eles nos chamam eh a atenção para essas pedrinhas miúdas que por vezes estão no nosso sapato. é a famosa pedrinha no sapato que pode nos impedir de andar, andar fisicamente na pedrinha, no sapato e andar espiritualmente no sentido que nós estamos eh eh estamos aqui comparando. Eu utilizei algumas obras, eu passo a falar para vocês porque de repente alguém quer se aprofundar. Então vamos lá. Estudando o evangelho, Martins Peralva, uma uma um texto que chama o cristão e o mundo. Porque é baseado naquela passagem que assim, não é para tirar a gente do mundo, não é? Jesus não pediu pra gente viver no isolamento. Que que ele pediu? pra gente convivendo com o mundo, administrar nossas emoções, educar nossas emoções para que a gente consiga um equilíbrio maior. No capítulo 17, sede perfeitos, o item 10, que é o que a nossa irmã falou, o homem no mundo. Tem também um livro chamado roteiro, que é de Emanuel, na psicografia do Chico, que no capítulo 22 fala assim: "O espiritismo na atualidade". falando dessas dificuldades normais, corriqueiras, que se não ficamos atento, acabamos sucumbindo aos acontecimentos. André Luiz e o Chico tem um livro chamado Sinal Verde, que no capítulo 35 fala das indagações do cotidiano, onde ele faz uma série de perguntas que são necessárias que a gente responda no
ntecimentos. André Luiz e o Chico tem um livro chamado Sinal Verde, que no capítulo 35 fala das indagações do cotidiano, onde ele faz uma série de perguntas que são necessárias que a gente responda no nosso íntimo pra gente tentar ter um dia mais equilibrado nas nossas vidas. Porque é justamente nessa administração do cotidiano que esses amigos espirituais nos falam. Então, talvez a pergunta que ocorra a vocês, que me ocorreu assim, como é que nós podemos fazer para ultrapassar essas dificuldades que aqui nós estamos comparando as pedrinhas, né, do nosso cotidiano? A primeira questão que eles nos falam, esses autores são em dizer, fique atento ao desculpo. O que que é estar atento ao desculpmo? É assim, a gente diz: "Não, eu sou uma pessoa muito equilibrada". É porque aquilo que ela falou não tinha condição de eu aguentar aquilo calado. Eu não levo desaforo para casa, não leva a energia pesada, né? Da da discussão inútil que não vai levar nada, né? Então ele fala muito pra gente ter cuidado, porque a nossa tendência natural é de arrumarmos essas desculpas. diz assim: "Eu sou paciente, aquela pessoa, aquela situação é que me tirou do sério." Ora, se você é paciente, nessa situação, você vai pelo menos calar, né? Você vai tentar ser sempre onde estiver um um roteiro de paz para as pessoas e e sempre aquela pessoa que vai fazer a ponderação necessária. Mas será que ela quis dizer isso mesmo? Não, mas é porque eu não Será que era com você? Porque às vezes a maneira de ser, de agir da pessoa diz mais sobre ela mesma do que do relacionamento com a gente. Ela tem essa dificuldade, mas na medida em que eu capto essa essa energia, a dificuldade passou a ser minha também. Eles falam assim: "O mundo, as pessoas não são responsável pelos nossos desequilíbrios". O que que eles querem dizer com isso? Nós temos que chamar para nós a responsabilidade, porque vocês imaginem, é como se nós não tivéssemos defesa orgânica, fazendo uma comparação, né? nós estamos eh com a imunidade muito
dizer com isso? Nós temos que chamar para nós a responsabilidade, porque vocês imaginem, é como se nós não tivéssemos defesa orgânica, fazendo uma comparação, né? nós estamos eh com a imunidade muito baixa e a gente sai pegando qualquer doença, a gente não pode nem sair. Quando a gente tá nessa situação muito delicada, por vezes a gente tem que ficar em casa, porque o contato com outras pessoas pode gerar uma série de doenças em nós. Então assim também essa comparação o que eles falam, as pessoas não são responsáveis pelo nosso desequilíbrio. Nosso desequilíbrio é um projeto nosso, é uma questão que nós temos e devemos nos preocupar. Então nós precisamos estar na administração e na educação das nossas emoções. Então essa é a primeira recomendação. A segunda, tire as pedrinhas do seu sapato. Lá é tire as dificuldades, como nós estamos comparando aqui. Tire as dificuldades. As pedrinhas do exopato. O que que significa? se conheça, assuma seus limites. Você tá cansado, igual a leitura que a nossa irmã falou, muito apropriada para esse item que nós estamos conversando. Você tem que tem que trabalhar, sim, é muito importante, mas escolha. Escolha também um dia, um horário em que você vai poder descansar, fazer uma higiene mental, você pode trabalhar várias horas, mas tire algum tempo para você fazer uma oração antes de sair de casa para você à noite também agradecer o seu dia. E eu eu essa questão que ele fala também, se se conheça e assuma seus limites. O que que é assumir seus limites? Eu saber que isso eu não dou conta. É saber que eu só vou até aqui. Além disso, eu não dou conta. E isso é importante que a gente fale até mesmo pros nossos amigos. E eu tô lembrando de uma uma cena que eu presenciei esses dias e que houve um comentário que eu percebi que eram duas outras pessoas, uma delas não gostou, o outro até falou assim meio num num sentido meio de brincadeira, né? E eu achei muito interessante porque ele disse: "Fulano, eu queria dar uma palavrinha com você sobre essa questão.
las não gostou, o outro até falou assim meio num num sentido meio de brincadeira, né? E eu achei muito interessante porque ele disse: "Fulano, eu queria dar uma palavrinha com você sobre essa questão. Eh, todos nós temos os nossos limites. Esse é o tipo da brincadeira que eu não sei administrar. Para mim isso soa como agressivo." Não, mas não era isso que eu queria dizer. Não, mas eu tô só te falando, quando for comigo, não faz essa brincadeira, porque para mim ela machuca. Pode ser que daqui a alguns anos eu nem digo, mas no momento o momento que eu estou vivendo psicologicamente, eu não dou conta disso. E quantas vezes a gente não tem ideia de dizer eu não dou conta? A gente não tem ideia de dizer eu não dou conta no trabalho. Na maioria das vezes nós mães não temos coragem de dizer: "Nossa, filho: "Olha, o meu limite é esse, mais do que isso eu não tô dando conta de fazer, né? Eu só vou até aqui. Eh, e é o que eles falam assim: "Administre seu calcanhar de Aquiles." Vocês sabem de onde vem a origem dessa palavra calcanhar de Aquiles? Quem sabe ergue a mão aí para eu ver se eu falo muito, ou falo pouco. Então, vamos lá. eh conta a história, é uma lenda de que uma deusa e que se apaixonou por um humano teve um filho chamado Aquiles e ela ela tem um rio que ela pode banhar o filho e fazer dele imortal, porque ele tinha essa parte humana, então ele não seria um guerreiro, né? porque ele tinha essa dificuldade. Aí ela vai banhar o filho para ele ficar invencível, guerreiro, etc. Só que ele ela molha no rio e segura o filho pelo calcanhar. Então o calcanhar não tem eh eh proteção. Aí a expressão calcanhar de Aquiles é o que se aquela aquela pontinha, aquela pequena coisa, como esse amigo falou nessa nessa conversa, que para ele aquilo não era um assunto de brincadeira, porque às vezes pode ser brincadeira para muita gente, mas pode ser ofensivo para outro, principalmente quando a gente não conhece a história de vida da pessoa, né? A, o espírito Lourdes Catarina na psicografia do Francisco, do Espírito
para muita gente, mas pode ser ofensivo para outro, principalmente quando a gente não conhece a história de vida da pessoa, né? A, o espírito Lourdes Catarina na psicografia do Francisco, do Espírito Santo Neto, diz assim: "Nosso calcanhar de Aquiles são pontos vulneráveis do nosso psiquismo e aí às vezes tem a ver com vidas passadas, nem tem exatamente com essa. vulnerável ao nosso psiquismo, susceptível aos desequilíbrios, frutos de nossas vidas anteriores, bloqueando bloque bloqueadores das nossas eh do nosso desenvolvimento espiritual, bloqueador da nossa paz interior. Então, aquela circunstância, dois amigos se conheciam bastante, que eu contei agora a pouco para você, vocês e para um aquilo era uma brincadeira, mas o outro, aquele assunto, ele não consegue brincar sobre aquilo, porque ele tem obviamente isso que ela fala de pontos vulneráveis, é o calcanhar de Aquiles dele, é o ponto vulnerável do qual ele não ultrapassa, porque aquilo para ele é uma questão muitos muito difícil, né? né? Então é bloqueador do nosso desenvolvimento espiritual. O que que nós estamos fazendo aqui na Terra? Segundo doutrina espírita e muitas outras religiões, nós estamos aqui com o objetivo de nos aperfeiçoar. Então, se eu não sei onde é que o sapato aperta, ou se eu não sei o meu calcanhar de aquilo, ou seja, a minha dificuldade, a pedrinha que tá no meu sapato, o que vai acontecer é que eu vou me expor a situações que podem me trazer constrangimento, porque diante daquela circunstância eu não sei administrar. Então, eh, com através do autoconhecimento, eu sou capaz de perceber até onde eu consigo ir. Outra pergunta que me ocorreu, que eu lendo esses esses autores espirituais, talvez ocorram para você, quais são esses desafios mesmo da do nosso cotidiano, do ponto de vista espiritual? E eu lembrei de uma música que fala exatamente, dá essa resposta a essa pergunta. devia ter aceitado as pessoas como elas são. Cada um sabe a dor que traz no coração. Então, a dificuldade da gente aceitar as pessoas
uma música que fala exatamente, dá essa resposta a essa pergunta. devia ter aceitado as pessoas como elas são. Cada um sabe a dor que traz no coração. Então, a dificuldade da gente aceitar as pessoas e querer que elas sejam como nós, que elas têm os valores que a gente tem, você pode até depois de descobrir não querer ah se entrosar muito com aquela pessoa, não querer fazer dela um amigo próximo, mas a verdade é que nós precisamos aceitar. Sabe por quê? Porque não aceitar é puro desgaste nosso que nós poderíamos estar investindo na nossa melhoria espiritual. Por que que é puro desgaste que a pessoa não muda? Porque que você quer? Embora que você possa ter todas as razões do mundo, você não vai mudar aquela pessoa. Quem é a única pessoa que nós podemos mudar? Que vocês acham? A nós mesmos, né? Se não fosse assim, pai e mãe não sofria tanto, porque a gente eles fariam, os filhos criados por nós fariam tudo. E na maioria das vezes, se temos mais de um, cada um capta a aquela vivência no lar quando era pequeno de maneira diferenciada. Para um, aquilo foi um trauma que a pessoa não consegue escrever, esquecer para o outro, ela tira de letra. Isso não tem problema nenhum. E aí se conversarem depois quando adultos, a gente vai ver que existe uma diferença muito grande. Aquele mesmo acontecimento, um irmão traduziu de uma maneira e o outro irmão traduziu de outra. Então eles eles falam muito pra gente ficar atento nessa questão da aceitação, porque senão a gente fica com aquela visão infantil. Não, mas foi você que começou. Não, eu só respondi porque falou isso. O que que é isso? Quando a gente é criança, tudo bem que a gente diz: "Ah, você que começou, você que falou, n?" Isso aí pode ser até gracinha quando a gente é criança, mas quando nós crescemos, eh, e quando a nossa proposta é crescer espiritualmente, a pergunta não é quem começou, a pergunta é quem vai terminar esse processo, quem vai pôr um ponto final nessa questão para viver em paz. E eu lembrei de uma moça que
oposta é crescer espiritualmente, a pergunta não é quem começou, a pergunta é quem vai terminar esse processo, quem vai pôr um ponto final nessa questão para viver em paz. E eu lembrei de uma moça que procurando o atendimento fraterno com um problema muito sério na perna. Ela não conseguia, já tinha ido não sei quantas vezes a médicos especialistas, ela tinha muita condição financeira, todos os especialistas, ela tinha uma melhora, mas não conseguia resolver esse problema com essa perna e ela tinha uma série de dificuldades, etc. E eh ela começou a fazer tratamento espiritual na casa e veio uma a seguinte psicografia: "Minha filha, perdoe sua mãe, ela não errou com você. apenas nessa vida, não errou em outras. E há séculos vocês vivem o jogo do algós e da vítima. Numa encarnação, um era algó, aí aquela algó virava vítima e aí iam se alternando esses papéis. Então a história é quem vai pôr um fim nisso. Essa é a grande questão, né? Às vezes você até sabe, ai aquela pessoa não acho suportável. Tudo isso, isso é coisas de outras vidas. Sim. Mas a questão não é se é de outra vida e se é dessa vida, é quem vai pôr um ponto final nessa história, não quem vai ficar reaccendendo sempre essa questão. Então como como encarar então essas perturbações, né, essas dificuldades, essas pedrinhas do nosso cotidiano? A resposta quem dá é o espírito André Luiz na psicografia do Chico Xavier. diz assim: "Aceita as dificuldades cotidianas com paciência, procurando guardar contigo as lições que se fazem portadoras". Que que o André Luiz tá dizendo mesmo? Lembram aquela história de aceitar as pessoas como elas são? Vamos aceitar a vida como ela é, porque a vida é para ser vivida, tá bom? Estamos num momento difícil, mas vamos viver a si mesmo dentro daquelas possibilidades. Por que que ele fala sobre a paciência? Porque às vezes a gente, por não ter paciência, a gente se exaspera tanto e aquela questão que a gente estava tão preocupada, nem sequer vem a acontecer. Olha que coisa, você sofreu tanto por aquela questão e tal e
s a gente, por não ter paciência, a gente se exaspera tanto e aquela questão que a gente estava tão preocupada, nem sequer vem a acontecer. Olha que coisa, você sofreu tanto por aquela questão e tal e de repente o pior que você esperava não aconteceu. As coisas não estão acontecendo assim. E você sofreu tanto, né? Tem uma historinha muito conhecida no meio espírito. Se vocês já tiverem ouvido, vocês fazem aquela cara de paisagem, tá? Conta que alguém quebrou o carro no meio da noite e furou pneu ou alguma coisa aí. uma coisa bem complicada que não tinha jeito de dava para trocar o pneu e tal. E aí ele vê de longe uma uma borracharia. Aí, pronto, vou vou andar lá. Mas só que tinha que andar um pouco. Aí ele começou essa hora da noite, quando eu chegar lá, isso aí o cara vai me explorar. Eu vou até botar assim a a blusa para fora, amassar um pouco que ele vai ver pela minha roupa que eu tenho dinheiro. Então ele vai cobrar tanto e não sei o quê. E daí ele vai nessa briga mental até chegar lá junto do rapaz. Quando ele toca lá e o rapaz sabe, ele só pago tanto. O rapaz levou foi um susto porque ele não sabia de que se tratava. Só pago X lá o valor que ele deu. Então às vezes nas nossas vidas nós fazemos isso também. A gente vai num impulso tão grande, não vai acontecer isso. Aí se acontecer isso, eu vou falar aquilo. Se ele falar aquilo, eu vou falar. E às vezes não vai acontecer nada daquilo, porque na verdade é enganoso pensarmos que nós temos o o controle das circunstâncias e da situação. E isso não é verdade, até porque as situações dependem de outra pessoa e a gente não manda na vida de ninguém. Às vezes a gente se engana pensando que manda, mas não é assim. E e André Luiz continua: "E se e se assim não fosse, ou seja, se as dificuldades não tivessem nada para nos ensinar ou se as dificuldades não chegassem até nós, como é que nós íamos provar a nossa sinceridade dos propósitos de renovação?" Porque quando a gente tá do outro lado da vida, a gente faz promete muita coisa. Quem nos auxilia é o nosso
assem até nós, como é que nós íamos provar a nossa sinceridade dos propósitos de renovação?" Porque quando a gente tá do outro lado da vida, a gente faz promete muita coisa. Quem nos auxilia é o nosso mentor espiritual. E às vezes não manda, se eu faço, eu resolvo. Aí o mentor, calma, Eugênia, pera aí. Vamos um aparecendo um por vez. Você aparece todos de uma vez que você precisa sanar essas dificuldades, vai ser difícil. Então, se não fosse as dificuldades, como que nós provaríamos a nós mesmos que nós estamos nos renovando? Tem um um poeta que tem uma letra linda chamada de uma música chamada conselho. Ele diz assim: "Tem que lutar, não se abater". É porque em cada experiência se aprende uma lição. É exatamente isso que o André Luiz tá falando, que o poeta falou de uma maneira eh mais ritmada, etc. Não pode se abater diante dessas pequenas dificuldades. Respira, faz uma análise, percebe que aquilo tá se desequilibrando. E você tem que procurar dentro de você por que aquilo lhe desequilibra tanto. Porque às vezes a mesma questão foi colocada para outra pessoa e ela não teve esse tipo de reação, mas para nós aquilo é uma morte. Eu preciso resolver, eu preciso dar resposta, etc. Então, como diz o poeta, que que em cada experiência se aprende uma lição. E aprender lições nada melhor do que viver o nosso cotidiano. Seja esse cotidiano bom ou ruim, dependendo do nosso olhar. Porque se a gente olhar que mesmo um acontecimento ruim pode me trazer um grande ensinamento, eu vou procurar a lição. Não vou procurar o queixume, não vou procurar a reclamação. Então tem que lutar, não se abater e entender que cada experiência se aprende uma lição. Por que que a desatenção no cotidiano atrapalha o nosso progresso espiritual? Como é? Porque quando nós ficamos olhando muito pra montanha, para o grande problema, nós ficamos desatento ao nosso cotidiano. A gente vai resolver essa questão com calma e avançando passo a passo. Hoje você conseguiu resolver isso, amanhã você conseguiu resolver
ra o grande problema, nós ficamos desatento ao nosso cotidiano. A gente vai resolver essa questão com calma e avançando passo a passo. Hoje você conseguiu resolver isso, amanhã você conseguiu resolver aquilo. Como falou o texto que a nossa irmã leu, a gente tem que ir avançando pouco a pouco, porque se você tenta enfrentar tudo de uma vez, isso vai dar problema. Em ciência a gente fala exatamente isso. Fracione o primeiro volte ao problema, a hora que ele começou, depois fracione esse problema em tantas outras perguntas que você consiga ir resolvendo e respondendo a essas perguntas. Então, os pequenos acontecimentos do dia a dia que provocam rancor, às vezes vindo de gestos grosseiros aos nossos olhos, porque às vezes nem é pra pessoa nem foi nem é grosseria, né? Mas a gente interpreta assim, eh, invejas, essas dificuldades do cotidiano vão minando o nosso espírito. E quando nós percebemos, nós já nos transformamos em pessoas amargas, pessoas rancorosas, pessoas que reclamam o tempo inteiro, que estão sempre disposta a perceber a falha naquela situação, a falha naquela pessoa e não reconhece que a pessoa tem um todo pelo qual vale a pena. E e ela também não não aguenta suas suas suas dificuldades, não aguenta as suas pedrinhas, não aguenta. Então você também tem obrigação de suportar, até porque, né, devia ter aceitado as pessoas como elas sabem. Não vão mudar. Essa é a maior certeza que a gente tem. Não mudarão porque nós queremos. Elas podem mudar, podem se fizer um processo reflexivo de mudança interior, mas não porque nós queremos que elas mudem. E eles dizendo assim que nós temos que ficar atento porque esses processos de amargura, rancor, reclamação, de ficar sempre olhando o aspecto negativo das questões e circunstância, vai abrindo as nossas portas por por alguma coisa muito grave, que são os processos obsessivos, porque às vezes a gente pensa que o processo obsessivo se inicia com um grande acontecimento, não. às vezes o quase sempre como o nosso eh o nosso
a coisa muito grave, que são os processos obsessivos, porque às vezes a gente pensa que o processo obsessivo se inicia com um grande acontecimento, não. às vezes o quase sempre como o nosso eh o nosso amigo eh eh do outro lado da vida que não gosta muito da gente, como é que o Chico chamava mesmo? Era amigos instigantes. Chico Xavier chamava assim. Então quando esse nosso amigo instigante do outro lado ai então ela é vaidosa, então é por aí. Olha, tá vendo? Aquela pessoa falou mal de você, você se esforçou tanto e ela nem reconheceu. Começa esses pensamentos e não dando, de repente você tá aí, abriu as portas pela amargura, pelo rancor, por não parar de reclamar. Só sou eu que conheço essas pessoas, vocês não, né? Né? A famosa famosa corredor da má notícia, né? Teve uma notícia e a pessoa conta com todos os detalhes. Eu tenho um amigo que ela disse: "Você não quer ver?" filmaram a cena, eu digo: "Não, não, muito obrigada, já tô assustado o suficiente só com a manchete", né? Mas eh a gente fica atento porque às vezes nós estamos iniciando eh de uma forma inconsciente, abrindo essas portas, né? para iniciar esse processo obsessivo através desses amigos que não querem o nosso progresso. Então, meus irmãos, aprender a lição que o cotidiano nos apresenta, seja uma lição mais fácil ou mais difícil, essa é a nossa luta. Por isso que esses autores falam tanto pra gente se preocupar com as pedrinhas e não se preocupar tanto com as montanhas, né? Porque às vezes nós já minamos tanto as nossas forças espirituais, às vezes até nossa força física, gastando, as as avós falavam assim, gastando vela com defunto ruim, né? Ou seja, queimando por uma situação que não vai resolver, não está nas suas mãos resolver. Talvez uma pergunta que eu ocorra a vocês, que me ocorreu, é assim: como é que o Espiritismo pode nos auxiliar nessa batalha do cotidiano? Primeira coisa, pela consciência que nós somos espíritos imortais, estamos encarnados num planeta de expiação e provas e precisamos perceber a realidade
o pode nos auxiliar nessa batalha do cotidiano? Primeira coisa, pela consciência que nós somos espíritos imortais, estamos encarnados num planeta de expiação e provas e precisamos perceber a realidade das tarefas e experiências de cada dia. Ou seja, aquilo que o André Luiz falou, o aprendizado necessário ou como disse o poeta, em cada experiência se aprende uma lição. E a nossa maior necessidade, nos falam esses amigos, é justamente nos iluminarmos interiormente, superando dificuldades do cotidiano. Como que nós vamos fazer isso? Se a menor contrariedade no nosso cotidiano a gente se aborrece, a gente se desequilibra, às vezes até até o o carro que atrasou, você vai ficar muito nervoso. Aí no caso o ônibus vai passar mais cedo ou o metrô vai chegar antes porque você tá muito aborrecido com o horário. O o o Uber não acertou a chegar onde você pediu e cancelou e você vai ter que pedir outro. São pequenas questões do cotidiano que nós temos que aprender a encarar com naturalidade. Devia ter aceitado as pessoas como elas são. Quais são as ciladas desse processo? é que nós, eh, enquanto espíritos, nós temos padrões repetitivos, disfuncionais, que que reg a nossa vida espiritual e quando encarnamos nossa vida também quando enquanto encarnados. E essa essa esses padrões repetitivos é sustentado por programações antigas e geralmente inconsciente. É aquela circunstância que eu falei, a uma pessoa se ofende profundamente com o comentário, a outra nem percebeu, né? Eh, esses padrões eh repetitivos em termos psicológicos, como fala Joana de Angeles, são crenças limitantes, ou seja, são coisas que estão tanto no nosso inconsciente que a gente nem percebe. Uma dessas coisas que estão no nosso inconsciente que nós não percebemos são os preconceitos. a gente achar que essa pessoa nunca vai ser desse jeito, que essa circunstância vai sempre gerar isso. E por conta disso, por não nos analisarmos profundamente, a gente acaba não chegando a uma conclusão possível acerca das nossas dificuldades. Tem um filme chamado Duas
unstância vai sempre gerar isso. E por conta disso, por não nos analisarmos profundamente, a gente acaba não chegando a uma conclusão possível acerca das nossas dificuldades. Tem um filme chamado Duas Vidas. Quem assistiu aqui ergue a mão para eu ter ideia. Oba! Vou contar depois, mas não falo isso tudo não, tá? Depois vocês assistem. É um filme antigo, mas ele conta a história de um empresário que está mais ou menos em torno de 40 anos. Ele é muito bem sucedido e só que ele tem dificuldade de relacionamento afetivo. Ele mantém distância com todas as pessoas, as pessoas com que ele trabalha. Até a namorada que ele tem, ele fica botando dificuldade e tal. Não, ele tem dificuldade de relacionamento interpessoal e e aí de repente, porque é filme, né, gente? Ele caminhando que ele caminhava corria todas as manhãs e ele encontra com menino, um menino de 8 anos e que ele que lembra muito ele quando ele era pequeno. Isso aí é uma fantasia de um como se fosse um processo terapêutico. ele reencontrando com ele mesmo e o menino eh eh começa a causar problemas na vida dele, porque ele é justamente o oposto do que ele é como homem, né? Eh, e ele começa a notar que, bom, se ele for for eu mesmo, então eu vou ter que fazer o seguinte, vou me lembrar do que que aconteceu, porque se eu me lembrar do que aconteceu, o menino some. E é e isso é uma uma forma fantasial, já falei de um processo terapêutico, né? Então ele ele se lembra que aos 8 anos ele teve uma briga na escola e ele, esse esse outro garoto sempre fazia bullying com ele e ele ficava quieto. E esse dia ele treinou bastante em casa, como é que ele dava um soco e não sei o quê. E aí quando o menino veio com provocá-lo, ele reagiu, deu um soco, aí o menino ficou sangrando ele também, etc. E como não poderia deixar de ser a diretoria da escola, tal, chama a os pais para se apresentar. Pequeno detalhe, o pai dele que vai, porque e o pai dele nesse dia eh tinha acabado de descobrir que a esposa estava com câncer e que era um
retoria da escola, tal, chama a os pais para se apresentar. Pequeno detalhe, o pai dele que vai, porque e o pai dele nesse dia eh tinha acabado de descobrir que a esposa estava com câncer e que era um processo terminal. E aí na hora que ele chega na na escola nervoso com a notícia, nervoso porque o filho tinha aprontado, ele solta essa frase: "Você vai matar sua mãe". E aí nesse menino de 8 anos, ficou a ideia de que ele matava as pessoas que ele que eram mais próximas afetivamente com ele. Daí ele não consegue se relacionar profundamente com ninguém. são relacionamentos sempre superficiais. Até que ele se lembra disso, como é uma história de um processo terapêutico, né? Ele desbloqueia e, enfim, a vida dele se harmoniza. O que que essa historinha tem a ver com essa nossa conversa da noite de hoje? É preciso que a gente entenda que os acontecimentos das nossas vidas são aprendizados necessários. Se ele não tivesse essa reflexão, ele ia continuar a vida dele fazendo do mesmo jeito. E o menino toda hora perguntava: "E aí, você já já virou aviador? Já comprou aquele carro que a gente que eu queria tanto?" Não, ele não tinha feito nada disso. Ele ao se tornar adulto, ele se torna totalmente diferente dos sonhos que ele tinha na infância. E às vezes é difícil mesmo a gente compreender eh as questões que se colocam na nossa vida. Você pede a Deus paciência, ele dá fila para testar e ver se você realmente é capaz de ter paciência, né? você eh pede para ser compreensível, ele joga você num trânsito infernal que você vai ter que ter muita habilidade para lidar com essa questão. Eh, e para concluir, eu juntei eh Mei, que é um espírito que tem uma uma poesia linda sobre a vida e um um autor, Braulio Ba, que é cordelista. E diz assim: "A vida, a vida é uma corrida que não se corre sozinho, que vencer não é chegar. Vencer é aproveitar o caminho, sentindo os cheiros das flores, aprendendo com as dores causadas pelos espinhos. Aprenda com cada dor, aprenda com cada decepção. Aprenda cada vez que alguém
o é chegar. Vencer é aproveitar o caminho, sentindo os cheiros das flores, aprendendo com as dores causadas pelos espinhos. Aprenda com cada dor, aprenda com cada decepção. Aprenda cada vez que alguém partir seu coração. Ai, a vida, a vida nos parece, só parece que é obscura, mas às vezes não é no escuro que a gente enxerga a direção. Aprenda quando chorar e quando sentir saudade. Aprenda até quando alguém lhe faltar com a verdade. Aprender é o grande dom. Aprenda a desviar das pedrinhas da ingratidão, dos buracos da inveja, das curvas da solidão, expandindo o seu pensamento, fazendo do sofrimento sua maior lição. Sem parar, sem parar de aprender. Aproveite cada flor, aproveite um gesto de amor, cada música para dançar e cada risada para silenciar. A vida, ai a vida tem que ser plena, tem que fazer valer a pena cada passo que for for dado, tudo quanto ouças, vejas, fales ou faça, prevaleça o amor. O amor que puseres nos mesmos momentos, mesmo que seja um momento de dor. Ai, a vida. Muito obrigada. Uma ótima noite para vocês. Sem palavras. Vamos elevar os nossos pensamentos um pouquinho mais para encerrarmos essa primeira parte dos nossos trabalhos e logo em seguida teremos o passe virtual e também o passe físico, que a nossa irmã já vai estar preparada para encaminhá-los à sala. Elevemos os nossos pensamentos ao Pai, vamos dizer assim, para que ele possa nos ajudar a enxergar um pouco além dos nossos próprios interesses e construir uma paz, a paz tão nós sempre falamos em paz diante da nossa pequenez. Senhor, nós te pedimos que nos ajude a alargar os nossos pensamentos, os nossos conhecimentos, as nossas e e tirando as nossas deformidades morais e buscando sempre a verdade, a verdade que tu nos ensinastes através do teu filho, dizendo-nos: "Buscais a verdade e ela vos libertará". Senhor, nos ajude a admitir a nossa própria fragilidade, a livrar-nos da nossa arrogância, do nosso mau temperamento. ajuda-nos, ao invés disso, a construir jardins, construir pontes que nos ligam, nos
enhor, nos ajude a admitir a nossa própria fragilidade, a livrar-nos da nossa arrogância, do nosso mau temperamento. ajuda-nos, ao invés disso, a construir jardins, construir pontes que nos ligam, nos liguem aos nossos irmãos, independente da cor, da raça, independente de situação financeira. Dai-nos, Senhor, a coragem, a coragem de acreditar na vida e no seu incondicional amor. Ser conosco, Pai, nos dando esperança e nos ajudando a disseminar esperança aos corações que sofrem, aqueles que não têm mais um sentido para a vida. Que hoje, Senhor, nesta hora e nesta data, nós possamos sair daqui embuídos nesse envoltos nesta onda, nessas vibrações de energia, porque tu estás a nos orientar, porque tu mesmo dissestes que quando houver duas ou mais pessoas reunidas em meu nome, eu ali estarei. E é nessa certeza que nós dizemos: "Gratidão, Senhor. Gratidão sempre por nos acompanhar e nos dá sempre um alento a cada dia de melhorar um pouquinho mais. Que a tua paz permaneça conosco agora, hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Amigos, nossa segunda parte dos trabalhos. a nossa irmã vai encaminhá-los ao passe. Tenhamos todos uma boa noite e que a paz sempre possa alcançar no lar onde quer que estejamos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor
que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre
egues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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