DESAFIOS DA CONVIVÊNCIA FAMILIAR | André Siqueira [PALESTRA ESPÍRITA]
👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Meus amigos, uma excelente noite a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa prece de domingo, que é a nossa querida prece dos suicidas. É aquele momento em que nós nos reunimos para falar de esperança, para falar de renovação e para falar da proteção do nosso pai. Nós nos reunimos nesse domingo procurando cada um de nós doar os nossos melhores pensamentos, as nossas vibrações para esse trabalho que é feito com os nossos irmãos suicidas, de lembrá-los da esperança, lembrá-los da capacidade que nós temos como filhos de Deus de vencer a desilusão do desamparo. Nós nunca estamos sozinhos, nunca estamos desamparados. Não importa o passo que nós dermos, sempre é tempo de refazer os nossos caminhos. Então nós vamos hoje contar com o nosso irmão André Siqueira da Federação Espírita Brasileira e nos traz o o tema desafios da convivência familiar. Tema nada fácil, né? Então, para que nós possamos nos preparar, vamos ler aqui uma uma pequena mensagem de um livro que se intitula Eu Sou o Caminho de Senira Pinto, para que nós possamos nos preparar para fazer a nossa prece. Essa mensagem se intitula meu companheiro de ideal. Meu amigo e companheiro de ideal, quão grande é a tua responsabilidade. Que luta, quanta luta terás que enfrentar para que possas subir o último degrau do lance de escada que deverás galgar na presente vida. Cada degrau que os teus pés alcançarem, meu companheiro, é mais um passo avançado na tua evolução. Mas esses degraus são pontilhados de tantos sacrifícios e renúncias, tantas incertezas, tantas surpresas. Mas se te apavorares, se não tentares levantar os pés para que eles alcancem o degrau acima, ficarás na retaguarda e sofrerás duplamente. Meu companheiro, não desanimes. Não cedas por um minuto sequer a pensamentos negativos, para que não percas a bagagem que carregas há tantos séculos. Avante, prossegue sempre. esperançoso, confiante, sem correr, mas sem paradas inúteis, pois precisas completar a presente etapa galhardamente para que outro lance de escada em vidas futuras te conduza a
ante, prossegue sempre. esperançoso, confiante, sem correr, mas sem paradas inúteis, pois precisas completar a presente etapa galhardamente para que outro lance de escada em vidas futuras te conduza a lugares mais altos, onde as paisagens serão mais belas, aos teus olhos já iluminados, capazes de descobrir a beleza onde ela estiver escondida. Coragem, companheiro de ideal. Coragem. Meus amigos então inspirados por essa mensagem tão linda, vamos agora nos unir em sentimentos e pensamentos. Quem desejar fechar os olhos para que nós possamos fazer a nossa prece, para que possamos rogar ao nosso querido mestre e amigo Jesus. Amigo querido, nos abençoa nesse instante em que nossos corações sedentos de esperança, de diretriz e de amparo te buscam. Que nós possamos, Senhor, receber nossos corações todos nós encarnados e desencarnados, essas mensagens que nos falam do teu amor por cada um de nós, que nos falam do caráter temporário, das ilusões, que nos levam muitas vezes equivocadamente a não acreditarmos no nosso poder de superação, no nosso poder de fazer brilhar esta luz que o Pai amado colocou dentro de cada um de nós. nos abençoa, Senhor, nos fortalece, nos fala das nossas potencialidades, dos tesouros que guardam os nossos corações, a fim de que, inspirados pela boa nova, possamos seguir caminhando juntos, abençoados pelas tuas mãos benditas, que nos convidam incessantemente ao recomeço. E assim, Mestre Jesus, pedimos a tua permissão para o início da nossa atividade de hoje. Graças a Deus. Então, meus amigos, com a palavra o nosso palestrante André Siqueira. Amigas e amigos, muito boa noite. Que a paz de Jesus, que é nosso mestre, nosso Senhor, possa nos amparar também na noite de hoje, como tem sido ao longo de nossas vidas. corria o ano 12 da era cristã e como de costume para a comunidade hebraica de seu tempo. Todos os jovens que passavam a transição entre a infância e a idade adulta, precisavam ser apresentados ao templo de Jerusalém. Naquele ano em especial, havia uma certa agitação no
raica de seu tempo. Todos os jovens que passavam a transição entre a infância e a idade adulta, precisavam ser apresentados ao templo de Jerusalém. Naquele ano em especial, havia uma certa agitação no templo, porque os discípulos de Simeão, o antigo doutor da lei, que era da família de Maria, havia apontado para uma circunstância muito peculiar no nascimento do jovem Yeshua Ben Yussef, Jesus, o filho de José, porque aquele menino possuía uma característica muito singular pela tradição hebraica, apenas os meninos nascidos como filhos da casa de Davi poderiam ser considerados os verdadeiros reis de Israel. E aquele menino, embora fosse extremamente pobre, descendente de um carpinteiro, era exatamente vinculado à casa de Davi. Só por este fato, merecia uma certa atenção dos doutores da lei, acrescido pelo episódio de que, conforme as antigas tradições, apenas os descendentes da casa de Levi poderiam se tornar sumo sacerdotes no templo. Yeshua Ben Yusf era filho de Maria, descendente da casa de Levi, e como tal poderia ser um dos sumos sacerdotes no templo de Jerusalém. Esta filiação dupla da casa de Davi e da casa de Levi chamavam especial atenção para aquele jovem que chegava de maneira tranquila. juntamente com inúmeros outros jovens a completarem as 12 primaveras da vida. E lá os encarregados de observar os meninos faziam inicialmente uma pré-eleção. E depois de algumas palavras a respeito da interpretação da lei, conforme se praticava aquela época, eles deveriam conversar, pedir dos meninos algumas interpretações da Torá, rebuscar um pouco o quanto eles conheciam da tradição oral antiga e assim foi feito. As palavras iniciais calavam fundo quando todos os jovens simplesmente ouviam. Quando o doutor da lei, referindo-se a aqueles jovens, lhes perguntou como eles se sentiam estando na casa de Deus. A tradição hebraica referia-se ao templo de Jerusalém como sendo a tenda central em que o próprio Deus habitava junto com os hebreus como um todo. Todos se entreolharam. Um menino falou alguma
e Deus. A tradição hebraica referia-se ao templo de Jerusalém como sendo a tenda central em que o próprio Deus habitava junto com os hebreus como um todo. Todos se entreolharam. Um menino falou alguma coisa, o outro comentou, mas um outro disse algumas circunstâncias. Quando o jovem Ben Júsef se levantou, Jesus pousava os olhos lúcidos por sobre o doutor da lei e iniciou uma pergunta que deixou a todos desconcertados. referindo-se às antigas palavras do Velho Testamento, ele as citava dizendo: "Por acaso não é o Pai o criador do universo inteiro? Por acaso não há em todos os lugares o traço marcante da presença de Deus? E justamente por isso, quem poderá construir um templo ou uma casa que caiba a presença do Senhor, se o universo inteiro é ainda pequeno para conter-lhe a grandeza infinita e eterna. Os doutores se entreolharam surpresos ao que o menino acrescentou. Em verdade vos digo que Deus é espírito e verdade e que não cabe apenas nesse templo. Nós o encontraremos no rio Jordão ou nós o encontraremos na própria Roma. Porque Deus é presença constante, mas é somente no coração do homem que ele compreende a sua morada eterna. Os doutores ficaram surpresos com a sabedoria daquele menino. Um dos doutores, parente de Maria, observando a chegada dela e do seu esposo José, dirigiram-se a ela em particular para interceder de maneira que o menino pudesse ser educado no templo de Jerusalém. era uma figura notável que poderia ser um sumo sacerdote ou rei dos próprios judeus e, por isso mesmo, merecia a educação específica do templo. Os doutores pediram a ela, deixa que ele aqui fique, que escolha o seu rabino, que mude-se de Nazaré para Jerusalém, para que na escola do templo nós possamos prepará-lo para o seu futuro grandioso. Maria prometeu que falaria com José. E passados alguns dias depois das comemorações tradicionais, eles voltaram para sua casa em Belém de Nazaré. Uma certa manhã enquanto José estava com seus afazeres na carpintaria, eis que Maria prepara-se para conversar com José sobre a
memorações tradicionais, eles voltaram para sua casa em Belém de Nazaré. Uma certa manhã enquanto José estava com seus afazeres na carpintaria, eis que Maria prepara-se para conversar com José sobre a possibilidade de Jesus ir estudar no templo de Jerusalém. Ela termina os afazeres e enquanto se dirigia para a oficina de José, Jesus a interpelou ao meio do caminho. Mãe, o que esperas de mim? Como assim, meu filho? Acaso eu já não tenho te dado provas de que sei o motivo pelo qual eu vim ao mundo? Ela compreendeu que ele sabia de antemão a conversa que ela teria com José. O que esperas de mim, minha mãe? Ora, meu filho, eu estou preocupada com o seu futuro e por isso gostaria que você recebesse a melhor de todas as formações. Mãe, o meu futuro é de Deus. E é justo que tu te preocupes com a minha formação, mas eu te digo que eu vim ao mundo para testificar da verdade. Mas, meu filho, a escola do templo é a mais importante das nossas escolas. El Tu queres que eu vá para uma boa escola, minha mãe? Sim, meu filho, eu esperava isso de você. Então, está bem, mas eu quero te fazer um pedido. Eu gostaria de escolher a minha escola. Maria olhou para ele, ele pôs nela o olhar resoluto e ela ficou pensando, é verdade? Por acaso lá no templo de Jerusalém, quando nós o encontramos, ele estava ensinando aos seus professores o que este menino pode aprender numa escola que antes de entrar ele já está ensinando aos maiores dos professores que lá estão. É, de fato, Jerusalém talvez seja pequena para a escola deste menino. Quem sabe ele pode ir para o oriente de onde temos visto virem sábios de todas as mates. talvez retornar ao Egito, de onde o nosso povo bebeu a cultura antiga, de onde os sábios da Grécia tiveram contato com os fundamentos da filosofia ou quem sabe talvez a própria Grécia transitar, porente as mentes mais brilhantes de nossa época, recuperando a cultura da ela de antiga em que as visões a respeito da física, da filosofia, puderam estabelecer fundamentos especiais para a construção
orente as mentes mais brilhantes de nossa época, recuperando a cultura da ela de antiga em que as visões a respeito da física, da filosofia, puderam estabelecer fundamentos especiais para a construção de nossa civilização. E enquanto se perdia nos próprios pensamentos, ela procurou Jesus para olhar para ele e ele havia desaparecido dentro de casa. Ela ficou aflita, não podia sequer dizer a ele como poderia deixá-lo escolher a própria casa. E adentrou um pouco a casa quando surpreendeu Jesus em conversa com José. Ele sorria. José olhava para ela com a magnanimidade que lhe era característica. Quando Jesus, quebrando o silêncio oportuno, lhe disse compassivo: "Mãe, escolhi a minha escola. A partir de amanhã eu ingresso como aprendiz aqui na carpintaria do meu pai". Às vezes nós não nos damos conta de que quando Jesus escolheu a carpintaria para ser a sua primeira escola, ele estava nos sinalizando que o ambiente familiar é a mais importante das escolas de nossas vidas. E não é um ambiente simples. Manuel, quando se refere o benfeitor que orientou Francisco Cândido Xavier a partir da espiritualidade na construção de toda sua obra literária, ao falar da família, ele a descreve como um cadinho, um instrumento muito utilizado na química para amassar alguns elementos e extrair dele a sua essência. A metáfora é muito significativa, porquanto a família é o ambiente no qual nós recebemos não apenas os primeiros valores da nossa existência corporal, de onde herdamos não apenas um material genético que nos direcionará o modo de perceber e de pensar a vida, mas é também no ambiente do lar em que desenvolvemos as primeiras as expressões do afeto, da compreensão, do entendimento das atitudes pelos exemplos que geralmente recebemos dos pais, dos tios, dos avós, dos irmãos e dos amigos que constituem o ambiente familiar. Quando pensamos sobre os inúmeros desafios que acontecem dentro da convivência familiar, precisamos fazer um destaque para três classes específicas de desafios familiares. A primeira classe diz
iliar. Quando pensamos sobre os inúmeros desafios que acontecem dentro da convivência familiar, precisamos fazer um destaque para três classes específicas de desafios familiares. A primeira classe diz respeito aos desafios da constituição familiar, como nós compomos a nossa família. Qual a origem que ela possui, de que maneira nós nos integramos a ela e por quais motivos o fazemos? A segunda categoria de desafios são os desafios da manutenção familiar. De que maneira? Nós permanecemos na família, participamos dela, estabelecemos as nossas relações familiares de maneira que esta escola possa ser transmutada em um espaço de crescimento individual e coletivo como base dos fundamentos da sociedade para encararmos a terceira classe dos desafios familiar. que são os desafios da dissolução familiar, quando a família alcança aquele ponto em que ela precisa se desfazer para seguir adiante com outros processos, pode parecer estranho, mas a instituição familiar também tem um ciclo de vida. Ela nasce, ela se desenvolve, ela cresce e depois ela também morre. É parte de um ciclo como tudo que na vida se constitui. E quando nós observamos a classe dos desafios da constituição familiar, nós precisamos entender que a família ela surge quando uma pessoa elege outra. para a convivência. É daquelas questões que a gente diz assim: "Mas eu já nasci numa família?" Sim. E as famílias elas possuem uma herança espiritual que é regida pela afinidade entre as pessoas. Então, quando nós nos encantamos de alguém, quando nós estabelecemos vínculos iniciais com uma outra pessoa, estamos saindo de uma família que nos alcançou pelo nascimento para construir um novo núcleo familiar pelos processos da escolha afetiva. E aqui nós vivenciamos um grande problema, porque ao longo da história humana a constituição familiar foi às vezes direcionada pela convivência ou pela conveniência social, quando os pais ofereciam os seus filhos como os nubentes e obrigavam a certos arranjos de casamento que contrariavam as
familiar foi às vezes direcionada pela convivência ou pela conveniência social, quando os pais ofereciam os seus filhos como os nubentes e obrigavam a certos arranjos de casamento que contrariavam as expressões primeiras Nas sociedades modernas, nós começamos a identificar a vontade de estar com alguém, em especial durante o desenvolvimento do romantismo, surgiram dois aspectos muito importantes que se consolidaram na nossa sociedade, como sendo a ideia de que o jovem ele pretende introduzir uma novidade dentro da sociedade e por isso ele se revolta um pouco com os valores antigos e ele vai propor à sociedade novos arranjos. E por isso mesmo, o afeto juvenil dentro do período romântico, ele deixa de ser a expressão de um casamento dentro do qual os pais participam, porque agora são os jovens que escolhem as suas eleições afetivas. Quem pode esquecer a triste história de Julieta e Romeu, que contrariando os próprios interesses familiares, se deram em afeto contra tudo e contra todos, expressando dessa maneira a essência do espírito romântico da escolha juvenil em relação a essa eleição. passados, no entanto, o período em que a juventude simplesmente escolhiam o processo de casamento. É necessário salientar que sentimos dificuldade porque as pessoas ainda não aprenderam a casar-se, a constituir a família. Muitos acreditam que o casamento é aquilo que acontece no dia especial, que comparecem diante de um juiz ou diante de um padre ou diante de um pastor ou diante de um cartório civil para estabelecer a assinatura de um papel e comemorar com as festas de um, de dois ou de uma semana, quando na verdade o casamento é um processo contínuo que começa antes desse dia e vai muito além para depois dele, porque parece que nós desaprendemos a arte da constituição familiar com a tríade normal do namoro, do noivado e do casamento. Introduzimos nomes curiosos na atualidade. Não sei se eu estou muito atualizado com a prática juvenil, porque eu sou jovem, mas há mais de 30 anos que eu sou jovem, então
o, do noivado e do casamento. Introduzimos nomes curiosos na atualidade. Não sei se eu estou muito atualizado com a prática juvenil, porque eu sou jovem, mas há mais de 30 anos que eu sou jovem, então eu já até perdi um pouco do contato com isso. Mas existem nomes novos. Eu não sei se hoje as pessoas ainda namoram. Outro dia eu vi meus filhos falando que havia um tal de ficar. Eu não sei bem o que é que significa essa história, mas já me disseram que ficar já caiu de moda. O negócio agora é ter crush. Não me perguntem o que é isso. Não faço a menor ideia. Mas a ideia que está por trás do namoro, do noivado e do casamento é simples. São três perguntas que a gente precisa responder para saber se somos capazes de estar com outro. A primeira pergunta é uma pergunta de natureza afetiva. O namoro é aquele período do relacionamento em que a gente pretende responder a duas perguntas. Eu gosto dele ou dela. Ela gosta de mim. Essas são as duas questões que aparecem durante o namoro. O namoro é aquele período de convivência de suave encantamento, em que nós nos engraçamos por alguns aspectos do outro e no processo da convivência vamos descobrindo afinidades. E como nós somos seres biológicos, psicológicos, sociais e espirituais, essas perguntas elas precisam alcançar todas essas dimensões. Eu gosto do outro, nós temos compatibilidade biológica. Hoje a gente tem a história dizer assim: "Tem química entre a gente, eu sinto alguma coisa pelo outro, existe um impulso pelo outro, é uma compatibilidade biológica". Mas além da compatibilidade biológica, existe um interesse psicológico. Nós temos condições de convivência, de interesse mútuo, de curiosidade, não precisam ser iguais. Na verdade, é melhor que nem sejam, mas que possuam algo em comum cujo interesse eu me interesso pelo modo como o outro pensa, como o outro vê o mundo, como o outro olha as coisas de maneira diferente. Para mim é a compatibilidade psicológica que deve avançar para uma compatibilidade social que nada tem a
como o outro pensa, como o outro vê o mundo, como o outro olha as coisas de maneira diferente. Para mim é a compatibilidade psicológica que deve avançar para uma compatibilidade social que nada tem a ver com o status social das pessoas. É preciso reconhecer que quando nós constituímos a família, também criamos um organismo social. E é por isso que eu preciso identificar, temos os mesmos interesses? Temos vontade de comparecer a lugares comuns? Temos uma atitude diante da sociedade que nos permitirá uma convivência sem conflitos, com ajustes naturais? E por fim, somos espíritos com interesses comuns. O namoro é quase um curso pra gente descobrir se gosta do outro e se o outro gosta da gente. Eu fico muito surpreso quando algumas pessoas resolvem o problema do namoro em algumas horas. Não, eu conheci ele, bati o olho, já sei que é o homem ou a mulher da minha vida. Enquanto que a resposta a essas questões são questões que precisam ser pensadas, mas vamos tomar o caminho mais rápido e dizer assim: plena compatibilidade. Eu gosto dele fisicamente, psicologicamente, socialmente e espiritualmente. Marquei sim em todas as colunas do questionário. é a mulher ou o homem da minha vida? Ótimo, passamos da fase do namoro. Agora vem na constituição familiar a fase do noivado. E considerando que no noivado nós já não precisamos descobrir se eu gosto do outro ou se o outro gosta de mim, são outras as perguntas que aparecem. E essa é uma fase difícil, porque considerando que eu gosto do outro e o outro gosta de mim, a pergunta chave do noivado é: "Eu vou aguentar ele? Ele vai me aguentar?" Eu vou compartilhar com vocês a minha experiência pessoal neste campo, porque ao comparecer a escola de evangelização espírita, meu evangelizador, quando comecei a namorar com minha esposa, já íamos a 4 anos de namoro. Então vocês estão vendo que o negócio foi demorado. Eu disse ele: "Estou pensando em noivar". Ele disse: "Então tá na hora de responder a pergunta. Eu vou aguentar ela?" ela vai me
a 4 anos de namoro. Então vocês estão vendo que o negócio foi demorado. Eu disse ele: "Estou pensando em noivar". Ele disse: "Então tá na hora de responder a pergunta. Eu vou aguentar ela?" ela vai me aguentar. E nós noivamos. E na festa do nosso noivado, eu a levei para um lugar, eu e ela simplesmente disse assim: "Olha, a partir de hoje eu queria combinar uma coisa com você. Eu vou deixar de ser aquele príncipe encantado. A partir de hoje eu vou olhar para você e o que eu estiver pensando e o que eu estiver sentindo, você vai saber. Se eu chegar na sua casa, você botar aquele vestido ridículo que eu olhava e dizia assim: "Tá lindo, eu agora vou, se eu pensei, tá ridículo, eu vou dizer tá ridículo". que é para você não se enganar em relação ao modo como eu ajo com as coisas e queria lhe pedir para que você fizesse o mesmo comigo. Nós precisamos descobrir se além de nós nos gostarmos, nós seremos capazes de conviver um com o outro. E assim o fizemos. Eu me lembro de um episódio, certa feita, eu saía da faculdade com um grande amigo sentado no banco de trás do carro. Eu passei na academia da minha futura esposa, ela entrou no carro, nós viemos primeiro conversando amenidades, depois ela comentou alguma coisa, eu não gostei. Eu disse a ela, ela também não gostou. Daí ela disse para mim e nós começamos uma pequena discussão dentro do carro e ela disse: "Pare este carro porque eu vou descer agora". E eu parei e ela abriu a porta e desceu e bateu a porta do carro e eu fui me embora. Quando estacionei o carro na garagem da minha casa, meu amigo de trás disse assim: "Posso descer?" Eu tinha até esquecido dele, mas as brigas que aconteciam era de tal maneira que depois que elas passavam, aquele gostar do sentir falta dizia assim: "É, foi ruim, mas estar sem ela é pior". E nós descobrimos que nós éramos capazes de nos suportar um ao outro. Então, chegou o momento do casamento e este é o terceiro desafio que muitas pessoas se equivocam porque acham que o casamento é um teste, que o casamento é um processo
zes de nos suportar um ao outro. Então, chegou o momento do casamento e este é o terceiro desafio que muitas pessoas se equivocam porque acham que o casamento é um teste, que o casamento é um processo dizer assim: "Bom, a gente se junta, se não der certo, cada um pro seu lado". Quando o casamento, na verdade, é uma decisão. Olha, eu estou decidido a estar com você. Isso significa que nós vamos enfrentar problemas juntos, que nós vamos ter momentos de desgosto juntos, que nós vamos enfrentar dificuldades juntos, porque esse é o nosso compromisso. Então, vamos estabelecer dentro de casa a regra do Bombril. Você sabe qual é essa regra do Bombril? É simples. No dia que um está abril, o outro tem que tá bom. No dia que um tá bom, o outro tem que tá abriu. Então tem dia que eu não tô muito bem, então o outro tem que compreender e que dá um amparo. Tem aquele dia que é o outro que não tá bem e aí eu tenho que dar um jeito para tentar amenizar a situação. E quando os dois estão naqueles dias, fica cada um no seu canto quieto e calado, porque se disser vai ter briga. E a gente precisa compreender que esses são dias naturais, são processos de desafio que aos poucos a gente vai aprendendo na convivência um com o outro e no moro noivado e casamento. São os três desafios da constituição da família. E depois que a gente casa, vem o desafio de manter este espírito de comprometimento. E muita gente acha que casar é ir para o país das maravilhas, como se a gente fosse Alícia, não se recordando que lá no casamento tem o chapeleiro louco e tem a rainha malvada. Tem aqueles dias que é insuportável estar com outro e isso é natural, porque nós mudamos, o outro muda. E é por isso que a manutenção do casamento, a manutenção do ambiente familiar, ele é fundamentado sobre o diálogo. E muita gente acredita assim: "Ah, mas eu dialogo, eu sempre falo o que eu penso. Isso não é diálogo, isso é monólogo." Diálogo não é só quando a gente fala. Diálogo é também quando a gente escuta. E a chave para um bom casamento é usar
as eu dialogo, eu sempre falo o que eu penso. Isso não é diálogo, isso é monólogo." Diálogo não é só quando a gente fala. Diálogo é também quando a gente escuta. E a chave para um bom casamento é usar os dois ouvidos para escutar e só uma boca para falar. Então a gente deve escutar duas vezes mais do que o que a gente fala. E escutar duas vezes mais significa, primeiro escutar com a função fisiológica de decodificar os sons. É a primeira escuta que a gente tem. E a segunda, que é a escuta intelectual, aquela na qual eu estou de fato interessado em ouvir e entender o que o outro está me dizendo, em que eu estou interessado em participar da convivência com ele. Porque durante esse processo, a família de dois se expande. E muita gente diz assim: "Não, porque a família era só eu e ele, era só ela e eu, era só ele e ele, ela e ela." E a família nunca foi assim, porque a gente nunca casa com uma pessoa, a gente casa sempre com um grupo. A gente casa com o nosso cônjuge e os familiares dele, os amigos dele e os lugares aonde ele frequenta. E a gente precisa fazer um esforço de harmonização. Não é preciso que nós nos entreguemos completamente para viver a vida do outro, mas é preciso respeitá-lo e deixar os espaços com uma consciência de que ninguém é suficiente na vida do outro. Nós somos pessoas que precisamos de convivências múltiplas. Nós precisamos ter diferentes estados. Por isso, a família cresce. ela se multiplica com o ambiente e nós vamos aprendendo esse conjunto de desafios quando num determinado episódio da vida aparecem os filhos. Segundo alguns, é aí que o casamento começa, porque os filhos reclamam uma dedicação diferente. Começa que quando eles nascem a gente para de dormir. Começa que a gente tem que dar uma cuidada diferenciada. E este ato de preocupar-se com o outro vai desenvolvendo novos aspectos afetivos da família que a gente precisa superar, entre outras coisas, o egoísmo do outro. Se nos momentos iniciais ele era meu, ela era minha, agora eu tenho que
outro vai desenvolvendo novos aspectos afetivos da família que a gente precisa superar, entre outras coisas, o egoísmo do outro. Se nos momentos iniciais ele era meu, ela era minha, agora eu tenho que dividir com os filhos, eu tenho que encontrar espaços de convivência, eu preciso conciliar os cansaços, eu preciso investir no diálogo, eu preciso ter a abertura para dizer: "Olha, não tô gostando muito do modo como nós estamos convivendo, está faltando um espaço pra gente. tal. Se a gente descobrisse um horário para nós estarmos em conjunto, as crianças também dormem, as crianças também vão paraa escola e nós precisamos manter a nossa convivência. São esses os desafios que caracterizam o desenvolvimento da família em sua jornada própria e um desenvolvimento que ele vai crescendo à medida que a família vai se desenvolvendo. Não apenas os filhos vão modificando a estrutura familiar, mas na medida em que eles vão fazendo também as suas escolhas afetivas, nós vamos começando a conviver com os amigos dos filhos, com os cônjuges dos filhos, com os filhos dos filhos e as famílias dos cônjuges dos filhos. Aí a escola familiar, ela se caracteriza como um espaço em que nós temos múltiplos elementos de aprendizagem. E é natural que durante o período do desenvolvimento familiar, às vezes a gente descubra que fizemos escolhas erradas. A gente descubra que aquele príncipe encantado era um sapo. A gente descubra que aquela bela adormecida quando acorda é uma bruxa. a gente vai descobrindo algumas coisas e na medida em que nós mudamos e o outro muda, também chega aquele momento em que os laços afetivos não são suficientes para manter a convivência. E aí inicia-se um dos desafios da dissolução familiar. Muita gente acredita que a única maneira de se dissolver um casamento é com briga, o que não é verdade. A gente pode tentar com muito cuidado e isso é natural, compreender que não é o momento que a gente tem para uma convivência, mas que essa seja a última instância da conclusão depois de
não é verdade. A gente pode tentar com muito cuidado e isso é natural, compreender que não é o momento que a gente tem para uma convivência, mas que essa seja a última instância da conclusão depois de diferentes investimentos. Então, aqueles que estão passando por um momento de dificuldade com seu cônjuge, que já não se sente mais tão atraído por ele, que já não vem nele os apelos do encantamento, precisam refletir se isso não faz parte de uma natural acomodação dos sentimentos e está faltando ver no outro valores que nós ainda não descobrimos. Daí a necessidade da terapia, da busca de um convivência com o outro, da descoberta e se mesmo depois de todo o esforço de estabelecimento, porque uma família é um equipamento de desenvolvimento espiritual de cada um de nós, depois de todo o tratamento, porque as famílias também adoecem e elas também precisam de cuidado. E depois de tudo isso a gente chegar à conclusão, não dá certo nós convivermos, que se inicie então um período de desligamento cuidando do outro, tendo o cuidado para não feri-lo, para não machucá-lo, porque afinal de contas a gente pode se separar e continuar sendo amigos. Eu recordo de um episódio muito curioso. Nós estávamos de férias em Natal quando a minha esposa bateu o carro, me ligou, pediu para que eu fosse socorrê-la. Eu peguei um táxi, fui até onde ela estava, dois carros batidos e do outro lado uma senhora muito aflita estava ligando para a pessoa vir socorrê-la. Era o ex-marido dela e o ex-marido chegou com a esposa nova. E aquilo para mim foi uma cena muito inusitada, porque ela conversava com ele e ele tomava todas as providências. E aí ela começou a dizer: "Olha como são as coisas, né? Essa desgraça quando era casada comigo, eu não suportava ele. Depois que a gente se separou, ele virou meu melhor amigo. Eu descobri que é a pessoa mais importante da minha vida. Não serve para viver comigo, mas é o amigo que eu sempre quis ter. Então hoje tudo que eu preciso ou é ele ou é ela que resolveem. Imagine você
u descobri que é a pessoa mais importante da minha vida. Não serve para viver comigo, mas é o amigo que eu sempre quis ter. Então hoje tudo que eu preciso ou é ele ou é ela que resolveem. Imagine você que eles vão sair de férias e eu fico com os filhos, às vezes eu vou ter algum problema, não posso ficar sozinho, eles me levam paraas férias dele. Eu digo: "Que coisa inusitada. A vida é muito cheia de mistérios e a gente vai entendendo que as coisas elas vão funcionando. Conhecemos uma vez um casal que eles se identificaram com uma certa incompatibilidade de convivência em função de terem quatro filhos, eles resolveram frequentar uma terapia familiar para promover a separação do casal. Eles queriam que as crianças fossem cuidadas. Eles já estavam convictos de que não poderiam conviver como marido e mulher, mas queriam que as crianças compreendessem isso e mantiveram um relacionamento em terapia durante 2 anos para o fim dos 2 anos se separarem com equilíbrio, como amigos, tendo para com os filhos o cuidado recíproco. Faz parte desse processo. Às vezes a família, na forma como ela tá constituída, se desenvolve com uma vivez. Às vezes é um que antecipa a volta para o mundo espiritual e o cônjuge que fica precisa estabelecer uma relação de reconstrução do ambiente familiar. E nós precisamos entender que a família é este arranjo que não se dissolve apenas quando a gente se separa ou quando a gente morre. Porque na medida em que nós vamos envelhecendo, é natural que o ambiente familiar vá sofrendo a sua mudança. E quando nós nos despedimos do corpo físico e retornamos ao mundo espiritual, é como se a gente ingressasse em um aeroporto. A UTI é a zona de embarque na qual a gente se despede dos que ficam para chegar do outro lado no embarque, no desembarque do mundo espiritual, aonde nos esperam amores antigos de nossa existência, pais, filhos, esposos, esposas. E nós vamos ter um estabelecimento de relações diferentes do ambiente familiar. Por isso, nós compreendemos dois momentos interessantes da vida de
de nossa existência, pais, filhos, esposos, esposas. E nós vamos ter um estabelecimento de relações diferentes do ambiente familiar. Por isso, nós compreendemos dois momentos interessantes da vida de Jesus, apresentando-se como exemplo para essas circunstâncias. O primeiro quando ele estava conversando com as pessoas e alguém chegou e disse assim: "Tua mãe e os teus irmãos estão aí." Ele olhou para as pessoas que lá estavam e de maneira muito provocativa fez assim: "Quem são a minha mãe e os meus irmãos?" O silêncio se fez. Parecia uma ingratidão quando na verdade ele complementou: "Todo aquele que cumpre a vontade de meu pai, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe, para que esta noção de família não se fizesse em comum naquele exato momento da crucificação, quando ele parecia abandonado por todos diante do seu olhar, sua mãe e um dos seus discípulos. A mãe olhava para ele como se perguntando o que teria ele feito para merecer aquelas circunstâncias. Recordava-se daquele menino nos seus braços nasciturnos dos momentos especiais, quando ela olhou para ele e disse: "Mãe, eis o teu filho". E ela compreendeu que era João. E ele olhando para João, que não deveria deixá-la sozinha na existência, ele lhe diz: "Filho, eis a tua mãe". Trazendo-nos uma noção curiosa de que família não é apenas aquela que se estabelece pelos laços da consanguinidade, mas que a família é aquele conjunto de relações que nós elegemos como parte de uma escola afetiva em que estamos todos inscritos. São desafios continuados para os quais alguns instrumentos podem facilitar bastante a jornada desses desafios, o diálogo como parte de uma convivência sincera em que continuamente eu continuo interessado no que o outro sente, no que o outro pensa e no motivo pelo qual ele age, o instrumento valioso do perdão, no qual eu reconheço que o outro comete erros, mas não vou guardar a mágoa comigo como parte da minha vida. Vou sentar, vou conversar, vou tentar chegar a um acordo. E mesmo quando não consigamos chegar a um acordo, eu não
ue o outro comete erros, mas não vou guardar a mágoa comigo como parte da minha vida. Vou sentar, vou conversar, vou tentar chegar a um acordo. E mesmo quando não consigamos chegar a um acordo, eu não vou levar comigo os restos de uma dor que não me permite conviver em regime de felicidade. busca da leveza nas relações, da espontaneidade do diálogo, do cuidado que sabe com a palavra assertiva que direciona, equilibrar a convivência afetiva, expressando os sentimentos na forma em que nós estamos construindo. É por isso que todos os dias nós deveremos buscar os outros dentro de nós e olhar para os nossos filhos e dizer para ele: "Você sabe que papai te ama, você sabe que mamãe te ama." E expressar esse afeto com atitudes, mas igualmente com palavras, com olhares, com gestos. Aprender a olhar para o nosso cônjuge e reafirmar o amor que é construído dia após dia em pequenos gestos. É um bom dia, é um cafezinho saboroso, é um jantar agradável, é um silêncio de compreensão, é um olhar de interesse, é uma mão no cabelo que diz: "Eu estou aqui". É um abraço que diz: "Não preciso lhe falar. Conte comigo a hora que você precisar". São esses pequenos gestos que fortalecem o núcleo familiar. E quando estivermos diante dos desafios do distanciamento, dos desafios da frieza do coração, que às vezes nos surpreendem na jornada da vida, que nós saibamos repetir dentro de nós mesmos. Com a sinceridade que nos deve constituir os laços familiares, precisamos sentar e resolver isso juntos. Mas quando em algum momento a morte nos alcançar no meio do caminho, arrebatando da nossa convivência, a companheira querida, o companheiro querido, o filho amado, o neto que partiu, o tio, o pai, o avô, o bisavô, que nós saibamos que a família espiritual permanece e elegendo-os em nossas memórias, possamos dizer sempre em regime de gratidão, recordando nas palavras de Maria Dolores o compromisso que é nascer na terra, quando em prece ela diz: "Senhor, quando me deres o privilégio do renascimento no bersário do mundo, ante
ime de gratidão, recordando nas palavras de Maria Dolores o compromisso que é nascer na terra, quando em prece ela diz: "Senhor, quando me deres o privilégio do renascimento no bersário do mundo, ante as dificuldades que apresento e aquelas que eu não vejo, Eis aqui o desejo em que dia por dia me aprofundo. Deixa-me renascer em qualquer parte, no entanto que eu possa acompanhar-te aonde continuamente estás e permanentemente continuas trabalhando e servindo em todas as estradas, para que um dia também eu tenha as minhas mãos marcadas, assim como trazes as tuas. Quanta ilusão quando eu me debatia, crendo que o desespero fosse prece a rogar-te segurança e alegria sem que eu nada fizesse. Imitava na terra o lavrador, a temer a lama, o sol, o vento, a bruma, esperando milagres da colheita, sem plantar coisa alguma. No entanto, hoje eu sei que o trabalho é divino compromisso, que é estímulo do céu, guiando-nos os passos e que atendendo a semelhante lei, pusestes ambas as mãos em nossos braços por estrelas de amor e de serviço. Assim, quando eu estiver na terra entre os homens, meus irmãos, que eu me perca em trabalho e me lembre das mãos. Não me entregues ao susto em que me leei. Ajuda-me a entregar as próprias mãos aos cravos da incompreensão que me rodei entre bênçãos de fé e preces de perdão. Ajuda, querido amigo, para que eu faça o necessário esforço para estar contigo, aonde continuamente estás e permanentemente continuas trabalhando e servindo em todas as estradas, para que um dia eu tenha as minhas mãos marcadas, assim como trazes as tuas, ante as dificuldades que que a vida nos surpreende. Lembremo-nos de que Jesus escolheu a família como sua primeira escola. As nossas palmas falam da nossa gratidão, não é? da nossa alegria. Então, nós agradecemos ao nosso palestrante André e vamos fazer a nossa prece, aproveitando esse entusiasmo que nos envolveu depois de ouvir essa palestra, essa onda de esperança. Então, vamos procurar compartilhar todos esses sentimentos que nós trazemos no nosso
a nossa prece, aproveitando esse entusiasmo que nos envolveu depois de ouvir essa palestra, essa onda de esperança. Então, vamos procurar compartilhar todos esses sentimentos que nós trazemos no nosso coração, agradecendo ao nosso mestre Jesus. Muito obrigada, Senhor, pela oportunidade de reflexão. Muito obrigada pela família em que estamos. Muito obrigada pelas oportunidades de redenção com que somos presenteados. Te pedimos, Senhor, o amparo necessário para que não nos falte o bom ânimo. Que apesar das dificuldades que nos fortalecem, que nos fazem crescer, nós possamos ter sempre muito vivo na nossa mente e o nosso coração, o objetivo que temos de um dia sermos também luz. Obrigada, mestre querido. Abençoa nesse instante a todos os nossos familiares que trazemos à nossa mente, aqueles que são caros ao nosso coração e aquele, Senhor, especialmente com quem ainda temos algum tipo de dificuldade, os nossos mestres da paciência, os nossos mestres do perdão. E te pedimos, amigo querido, que essas vibrações amorosas possam se estender e alcançar a todos aqueles que ainda não aprenderam a te buscar, para que ainda assim eles possam sentir a tua proteção, a se revelar diante de pessoas amigas que possam se aproximar, diante de palavras de inspiração. que eles possam sentir a tua proteção. E assim, mestre querido, pedimos a permissão para encerrar o nosso trabalho de hoje, agradecendo por esse momento de luz. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz,
s pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos
vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
Vídeos relacionados
ÀS MÃES - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Mário Augusto
FRAQUEZA E TENTAÇÕES - Claudia Piva [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Claudia Piva
O orgulho e a humildade, com André Siqueira | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · André Siqueira
Fora da caridade não há salvação, com André Siqueira | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · André Siqueira, Edna Fabro
O suicídio e a loucura, com André Siqueira | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · André Siqueira
A piedade, com André Siqueira | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · André Siqueira, Maurício Johann
A cólera, com André Siqueira | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · André Siqueira
Introdução, com André Siqueira | Palestras Virtuais FEB
FEBtv Brasil · André Siqueira