DEPOIS DA TEMPESTADE - Wagner Açlberto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Aqui eu [música] entendi qual o valor dessa [música] missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver. Doando amor, [música] vibrando luz. >> Buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual o [música] valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando >> a ti. Obrigado [música] a comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui [música] para agradecer de [música] coração a paz [música] dentro de mim. Boa tarde, queridos amigos da comunhão espírita de Brasília. Boa tarde, nossos amigos que estão pelo YouTube nos acompanhando neste sábado ainda de carnaval. Vou passar alguns avisos para que nós possamos começar a nossa palestra do sábado. Vamos ter no dia 13, 14 e 15 de março a peça teatral Chico Xavier, o o anjo das escritas iluminadas. Para quem quiser adquirir o convite pelo Simpla, temos o banner fazendo o anúncio dessa peça maravilhosa. Um convite a todos nós não só revivermos os momentos, né, que o nosso querido Chico teve, mas também um momento de divulgação da nossa doutrina através da arte. Para quem quiser adquirir o convite, no banner está o Qcode para que todos possam fazer a compra dos seus convites. No site da comunhão também estará disponível, mas hoje já podem adquirir o convite de vocês. Relembrando, dias 13, 14 e 15 de março no Teatro Nacional Rodrigo Santório na sala Martim Espena. Na sexta-feira o horário é às 20 horas. No sábado e domingo tem às 16 e a outra apresentação às 20 horas. Então, todos estão convidados para prestigiar o grupo ao Teatro da Casa lá, eh, trazendo a vida do nosso querido Chico pro palco. Agora
o sábado e domingo tem às 16 e a outra apresentação às 20 horas. Então, todos estão convidados para prestigiar o grupo ao Teatro da Casa lá, eh, trazendo a vida do nosso querido Chico pro palco. Agora nós vamos iniciar com uma breve leitura de harmonização. Cansaço. Se te sentes cansado, procura refazer-te em contato com a natureza. Aure em seus inesgotáveis mananciais as energias de que necessitas. Não estabeleças em teu corpo e em tua mente um circuito fechado de forças que não se renovam. Discerra-te em espírito a semelhança da flor que se abre aos vivificantes raios do sol. Respira a longos austos e absorve por teus poros e narinas os princípios vitais de que o próprio ar se balsamiza. Contempla com o enternecimento que te é possível o ninho de um pássaro sobre as folhagens. Faz deslizar a mão sobre a cantante queda d'água que se te derrama aos pés. Repara nas luzes do entardecer e no cintilar das primeiras estrelas que surgem no firmamento. Descalça-te e mantém contato direto com o magnetismo da Terra. Acarcia o tronco robusto de uma árvore e procura sentir-lhe o pulsar da vida. Deleita-te com o majestoso espetáculo da chuva que cai da floresta. E assim, após ter refazeres, continua a servir. Convido a todos nossos ouvintes do YouTube, do Instagram e os amigos presentes aqui no nosso auditório Bezerra de Menezes para fecharmos os olhos materiais, acomodarmos em nossos locais aonde estamos neste momento e vamos abrir os olhos espirituais. Vamos abrir os nossos olhos da alma, trazer a tela mental o nosso mestre Jesus. Em primeiro lugar, vamos agradecer por todo o mal que não chegou até nós neste dia de hoje, nesta semana, por todo o mal que fomos livrados e por todo o mal que não chegou até nenhum de nossos familiares. Vamos agradecer por termos acordado mais um dia. Vamos agradecer pelo alimento, pela saúde, agradecer pelo nosso trabalho e vamos agradecer a Deus, ao Mestre Jesus, aos nossos mentores por estarmos aqui mais um dia, aproveitando esse banquete espiritual que a comunhão
o alimento, pela saúde, agradecer pelo nosso trabalho e vamos agradecer a Deus, ao Mestre Jesus, aos nossos mentores por estarmos aqui mais um dia, aproveitando esse banquete espiritual que a comunhão espírita nos traz e que a palestra de hoje com o nosso amigo Wagner vai nos trazer. Vamos abrir o nosso coração, a nossa mente para nos deliciarmos com cada palavra e fazermos dessas palavras o norte da nossa vida. E não vamos nos esquecer de todos aqueles irmãos que se encontram perdidos na via da ideiação suicida, para que lhe chegues um anjo bom e possa fazê-los entrever que a morte não é solução de nenhum problema. Vamos pedir por aqueles irmãos que já saíram da vida por meio do suicídio. Que a Virgem Maria Santíssima possa ampará-los a cada um. a modo de que possam refazer um novo roteiro para sua vida com mais força e com mais coragem. Vamos pedir pelos nossos irmãos que se encontram nos hospitais acamado, sem poder ver a luz do dia, sem poder ver o brilho das estrelas. Vamos pedir a cura quem for de cura. Vamos pedir pelos nossos irmãos nos presídios, tanto feminino quanto masculino. Pedimos aqueles irmãos que se encontram nas ruas, que se encontram sem família em meio à drogadição, para que seus mentores possam protegê-los e fazê-lo encontrar Jesus. E assim, com a harmonização e com as energias bem fazejas deste local, iniciaremos mais uma palestra, dizendo graças a Deus. E graças a Jesus. Que assim seja. Passo a palavra para o nosso irmão Wagner. Boa tarde, família comunhão. É, eu acho que faltou água fluidificada. Boa tarde, família comunhã. Ah, melhorou. Bom ânimo, gente. É com muita alegria que estamos aqui hoje nessa casa de oração, na comunhão espírita de Brasília que nos acolhe, dirigida espiritualmente pelo Dr. Bezerra de Menezes e toda a sua equipe que prepara o ambiente para nós, cada lugarzinho, sabendo onde cada um vai sentar, o que cada um necessita. prepara o banquete e a nossa bodas de festim. É como se a comunhão colocasse lá, venham participar das bodas de festim
a nós, cada lugarzinho, sabendo onde cada um vai sentar, o que cada um necessita. prepara o banquete e a nossa bodas de festim. É como se a comunhão colocasse lá, venham participar das bodas de festim da festa do Senhor. Vamos falar aqui de Jesus, a luz da doutrina espírita que nos esclarece, nos consola, nos acolhe, nos tira do além túmulo, nos traz a imortalidade e nos traz a responsabilidade da nossa própria vida. Foi o que Allan Kardec nos trouxe. A partir daí desse momento da codificação, nós somos responsáveis pela nossa vida, pela nossa caminhada, pelas nossas tempestades, pelas nossas conquistas, por tudo. Por isso esse tema hoje que colocamos depois da tempestade, quem aqui todos nós em algum momento da vida enfrentamos tempestade. Não apenas aquelas que acontecem no céu, mas aquelas que levam dentro da alma tempestade de perda, tempestade de decepção, tempestade familiares, tempestades morais, aquelas crises íntimas que abalam nossas nossa vida. E tem um capítulo aqui neste livro que eu gosto muito, Biletes Fraternais, três da Sodec, Sociedade Divulgadora do Espiritismo, que o capítulo 40 ela fala de tempestades morais. E a gente vai ler aqui e falar um pouquinho desse capítulo das nossas pró tempestades. E eu peço licença começar com uma história que faz parte de uma tempestade. E eu vi a gente buscando, eu vi o palestrante dizendo dessa forma. Eu achei muito interessante. É a passagem que todos nós conhecemos. Teve duas passagens com Jesus no mar. Eu vou citar a primeira. Quando Jesus está pregando em Samaria e lá ele pregando, ele diz que termina a pregação, ele se despede ali dos discípulos e ele pede que os discípulos sigam pelo mar da Galileia, que ele vai caminhando, porém ele precisa meditar. Tudo que Jesus nos mostra é planejado. É planejado para nos trazer o exemplo da nossa própria vida, para nos mostrar o caminho melhor para nós. Os discípulos não entendem muito aquilo, mas ele fala: "Vão que eu irei por aqui". E os discípulos pegam o barco, um barco
o exemplo da nossa própria vida, para nos mostrar o caminho melhor para nós. Os discípulos não entendem muito aquilo, mas ele fala: "Vão que eu irei por aqui". E os discípulos pegam o barco, um barco pequeno, a remo e estão atravessando aquele canal. E quando eles chegam, já começa a anoitecer, cai uma tempestade. Em Deosen, na série que narra a caminhada de Jesus desde a escolha dos discípulos e agora vai vir a crucificação, eles fizeram uma adaptação muito bela. que traz para nós hoje seguindo ali, a tempestade cai, escurece, todo mundo sabe como é o mar à noite, é escuro, você não tem visão nenhuma, você se sente perdido no monte daquele meio daquele monte de água escuras à noite e tá ali e começa a chover e os discípulos começam a entrar em pânico porque a tempestade é forte. Eles já estão agarrados na beira do barco, já desesperados e sabem que Jesus não tá ali com eles. André olhando para a frente, ele começa e grita: "Tem alguma coisa ali na frente?" Alguns dos discípulos nessa adaptação grita: "É uma alma!" E Pedro fala: "Não, é Jesus". E Jesus vem se aproximando próximo deles, caminhando nas águas. Eles já tinham visto Jesus fazer várias coisas, mas caminhar nas águas surpreendeu eles. E eles olham debaixo daquela tempestade à noite, na escuridão do mar, onda quebrando para tudo quanto é lado, como dizia, tempestade, trovões, relâmpagos, Jesus andando calmamente no meio do mar em direção deles. E aí vem aquela tradicional fé que Pedro fala: "Eu vou até o Senhor, se és tu, me leve até tu". E ele diz: "Homem, se tens fé, venha até mim". Só que vamos para um detalhe dessa história, um detalhe deste momento. Humberto de Campos, no seu livro Boa Nova e em toda a sua literatura, ele sempre fala: "Prestemos atenção aos detalhes de Jesus, aos detalhes. O contexto é maravilhoso, a gente já sabe, é Jesus, mas os detalhes, naquele momento, ele Pedro fala: "Eu vou os discípulos: "Não vá, Pedro, está noite escuro, chovendo, você não vai andar na água". Ele: "Eu vou até Jesus".
o, a gente já sabe, é Jesus, mas os detalhes, naquele momento, ele Pedro fala: "Eu vou os discípulos: "Não vá, Pedro, está noite escuro, chovendo, você não vai andar na água". Ele: "Eu vou até Jesus". Por que o Pedro queria ir até Jesus? se ele sabendo que Jesus poderiam chegar nele, neles e parar aquela tempestade. Prestemos atenção nesse detalhe. E ali Jesus diz para ele: "Venha, Pedro". Pedro corajoso, aquele homem bruto, coloca um pé fora da do barco e sente a água firme. Coloca outro e ele vê que ele não afunda, ainda está segurando no barco. E ele se vira e olha para Jesus. E Jesus diz: "Olhe para mim, Pedro. Não tire o olho de mim". Que que Jesus está falando naquele momento? Quem é Jesus, nosso guia e modelo? É onde o verbo se fez carne. É a boa nova, é a salvação da humanidade. Jesus fez toda essa transformação na humanidade. Jesus nos colocou aqui agora na comunhão espírita. Nós estamos buscando nada mais do que Jesus, os seus ensinamentos. Tem toda uma espiritualidade amiga que trabalha, que conduz esses trabalhos, mas tudo é obra de Jesus. É porque ele veio, ele nos traz a boa nova, ele nos traz a palavra que há muitos anos não se via desde a sua chegada. Que esperança ele trouxe a esperança para todo aquele povo da Galileia, de Cafarnaum, de Jerusalém, da Samaria. Por isso ele fala: "Pedro, olhe para mim". E Pedro olha para ele. Enquanto Pedro olha para ele, cambaleando como uma criança, ele dá quatro passos. Quatro passos em direção de Jesus. E Jesus sempre tá ali. Venha, mas olhe para mim, Pedro. Não tire a sua visão de mim. O que que acontece com Pedro? Vem um trovão, ondas quebrando ao seu lado, o mar revolto. Ele já distante do barco. Entre o barco e Jesus, ele tira o foco de Jesus. Ele entra em desespero. É o que acontece com nós quando tiramos a visão do Cristo Salvador, quando deixamos de ler um livro para ver outras notícias, quando deixamos de ver um programa bom para assistir outros programas durante a vida, quando as aflições nos atingem,
isão do Cristo Salvador, quando deixamos de ler um livro para ver outras notícias, quando deixamos de ver um programa bom para assistir outros programas durante a vida, quando as aflições nos atingem, quando a dor chega na gente, quando entramos em sofrimento, não focamos mais em Jesus. Não conseguimos nem fazer uma prece, não conseguimos nos concentrar e nem meditar, não temos um minuto com Deus. E ali o que Pedro acontece? Ele começa a afundar, a afundar na água, porque ele tirou a visão, ele tirou a concentração, ele deixou de fazer o que Jesus vai pedir lá na frente. Orai e vigiai. Confia no Pai que está no céu, como está lá no capítulo 17 do Evangelho Segundo Espiritismo, que nós vamos falar um pouco também. Sede perfeitos como o meu pai. Ama a ti mesmo. E Pedro começa a afundar, a afundar e se lamentar. Eu vou morrer. Socorro. Me ajuda, mestre. Quantas vezes isso acontece com nós? Nos sentimos abandonados pela vida. abandonados por Deus, rejeitados por todos e ficamos gritando: "Misericórdia, Deus me ajuda". Quantas vezes isso acontece com nós? mergulhando nos mares de aflição, no mar de dor, de sofrimento. Foi assim que Pedro se sentiu. E quando ele já não tem mais controle das suas pernas e nem dos seus braços, não consegue ir para a superfície, quem o socorre? Jesus. vai até ele e agarra no seu braço. E ele agarra nos braços de Jesus com toda a força. E ali Jesus o ergue e o tira da água. Olha a força desse homem, a força espiritual. Ele ergue Pedro e agarra Pedro nos braços. Pedro, um homem bruto, um homem forte, que dizem que Pedro era muito forte, chora em seu colo. Chorar no colo de Jesus é ter a misericórdia, é sentir a bondade, sentir o amor e a fraternidade. E ali naquele momento, ele já está amparado e protegido de uma forma majestosa. E ele pede: "Não me solte, Jesus, me perdoe. Me perdoe porque não confiei em ti. Me perdoe porque eu mergulhei nos meus sofrimentos. Me perdoe porque eu me mergulhei nas minhas aflições. Me perdoe pela minha fragilidade humana.
Jesus, me perdoe. Me perdoe porque não confiei em ti. Me perdoe porque eu mergulhei nos meus sofrimentos. Me perdoe porque eu me mergulhei nas minhas aflições. Me perdoe pela minha fragilidade humana. É assim que fazemos. E Jesus só põe a mão em sua cabeça e diz: "Acalma, filho. Não me solte". Ele fala três vezes: "Não me solte". E Jesus diz: "Não soltarei". e leva no colo até o barco. Quantas vezes Jesus não faz isso conosco? Nós é que não percebemos. Estamos tão mergulhado em dor, sofrimento, mágoa, inveja, destruição nas nossas lamúrias, na nossa imperfeição, porque só olhamos a nossa imperfeição, que esquecemos que tem um timoneiro nesse barco, que é Jesus, que é o nosso governo. ador supremo em que depois que nós batemos na sua cara, cuspimos no seu rosto, fizemos sangrar, ele olhou para o céu e disse: "Pai, perdoa que eles não sabem o que fazem." Mas nós não fazemos isso com o nosso irmão. O nosso irmão comete um pequeno erro. Nós já cancelamos, já o crucificamos, já o apedrejamos. Continuamos a apedrejar. Sim, continuamos a apedrejar. Não, não terminamos de apedrejar. Só que hoje apedrejamos pelo WhatsApp, apedrejamos na rede social, quando chegamos lá e condenamos. Por que não fazemos uma oração? Quando vimos um pai matar dois filhos e depois tirar a sua própria vida? Qual o momento de um cristão naquele momento? Pai, perdoa esse homem. Receba-o da melhor forma, como a nossa irmã disse, que um anjo bom chegue perto dele e tire de todas essas aflições. Não, ele merecia. começo a fazer adjetivos contra ele. Eu não tô defendendo ninguém aqui. As coisas acontecem e nós ficamos ali vendo e achando normal. Quando Jesus disse que amar aquele que anda comigo, talvez eu não seja um como publicano, talvez eu não seja, porque amar aquele que eu chamo de inimigo é mais difícil. Mas quando Jesus disse amar, não é como eu amo meu filho, minha filha, como eu amo a minha esposa, o meu esposo, meu cônjuge, a minha cônjuge, meu companheiro, a minha companheira. Não é essa forma de amor.
ando Jesus disse amar, não é como eu amo meu filho, minha filha, como eu amo a minha esposa, o meu esposo, meu cônjuge, a minha cônjuge, meu companheiro, a minha companheira. Não é essa forma de amor. Amar é aceitar a fragilidade do outro. é sair dessa tempestade que me perturba, que me leva para os maus pensamentos. Essa é a tempestade que eu vivo. É uma tempestade moral. É uma tempestade que não me deixa ter piedade do outro. Não me deixa olhar o outro como eu me olho. Porque eu vi e achei fantástico. Quando eu olho para o outro e o condeno e vejo só as suas falhas, eu tô me olhando no espelho. Eu tô olhando a mim. Sou eu ali. Por isso, tanta irritação que eu tenho em querer o mal para aquele. Mas Jesus na beira do rio Genezaré, quando dois fariseus chegam para ele e diz: "Mestre, qual é o maior mandamento?" Mais uma vez Jesus sendo testado. E Jesus simplesmente olha no olho daqueles dois homens. e diz: "Amarás a teu Deus de todo seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu espírito." Vamos a Humberto de Campos. Mais um detalhe de Jesus. Por que de toda a sua alma e de todo o seu espírito? Porque Jesus falaria de alma e de espíritos se na época nós só pensávamos em alma. Amarás ao teu Deus de toda a sua alma, enquanto estiverem aqui encarnados, enquanto estiverem aqui em vida e depois em espírito também, quando chegar em uma das moradas do meu pai. Por isso ele diz: "Amarás ao teu Deus sobre todas as coisas, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu espírito." Tá lá no evangelho. Este é o primeiro mandamento e o segundo eu vos dou, que é como o primeiro. Amarás o próximo como a ti mesmo. Como a ti mesmo. Só dou o que eu tenho. São Francisco diz: "Amar para ser amado, perdoar para ser perdoado, pois é dando que se recebe. Mas eu só quero ser amado, eu só quero ser perdoado. Eu só quero receber. Porque doar, amar e servir, eu não tenho tempo. Eu não posso. O relógio passa e eu tenho as minhas demandas a fazer. o outro que se vire há um tempo para me
só quero ser perdoado. Eu só quero receber. Porque doar, amar e servir, eu não tenho tempo. Eu não posso. O relógio passa e eu tenho as minhas demandas a fazer. o outro que se vire há um tempo para me servir. As parábolas de Jesus, a parábola do rei que chega, o servo chega até ele e pede misericórdia de da dívida e a dívida é perdoada. E quando ele sai na porta, o que ele faz? Eu chego na comunhão, sento aqui nesse banco e peço perdão humildemente de cabeça baixa. Peço misericórdia a Deus. Me coloco como humilde, simples, mas quando eu saio ali, eu não perdoo. Eu recebi o perdão, uma oportunidade de dar um passo mais à frente. Mas quando um amigo me liga, ó, desculpa, ontem eu tava nervoso naquela reunião, não, não quero saber. as parábolas, todo o caminho que Jesus traçou quando ele anunciou o seu o seu caminho no sermão do monte, em que ele olhou para todo mundo falando e nós com aqueles olhinhos assim, sem entender nada, ele sentiu que nós não entenderíamos. Ele desceu daquele monte e exemplificou. Porque Jesus não busca os perfeitos, ele capacita os imperfeitos. Ele não veio para os sãos, ele veio para os doentes. E quando ele capacita os imperfeitos, é a nós que ele tá buscando. É essa tempestade que ele quer tirar da nossa mente. Depois da tempestade é estar no barco com Jesus. Tem uma outra historinha que é muito legal também, dis que um avião em turbulência, turbulência forte, sacudindo para tudo quanto era lado, malas caindo, abrindo lá os os maleiros, as aeromas de cinto interromperam e um menininho lá no primeiro banco jogando. jogando tranquilamente, afivelado e rindo. Um senhor que tava quase do lado dele assim na ponta ficou irritado com aquilo. Falou: "Menino, larga esse jogo aí. Você não tá vendo? O avião tá perto de cair, a gente tá perto de morrer e você tá aí jogando como se nada acontecesse. Você já é bem grandinho para saber qual a situação que tá acontecendo. E o menino olhou para ele, riu e continuou jogando. E o senhor segurou no braço do menino e
aí jogando como se nada acontecesse. Você já é bem grandinho para saber qual a situação que tá acontecendo. E o menino olhou para ele, riu e continuou jogando. E o senhor segurou no braço do menino e falou: "Menino, você não tá vendo eu falar com você? Tá todo mundo rezando, pedindo a Deus para não cair. Você tá aí jogando como se nada tivesse acontecendo?" Ele olhou o senhor assim, falou assim: "Senhor, fique tranquilo". Nós vamos chegar lá no destino. Como é que você tem tanta certeza assim? Você é Deus? Você é algum anjo da guarda? Não, eu tenho certeza que nós vamos chegar lá. Como você tem tanta certeza assim? Meu pai é o piloto do avião e ele me falou que a gente ia chegar em casa em paz. Isso é ter a certeza de que alguém está no comando, alguém que me ama. Por que que eu não sou assim com Deus? Porque eu me afundo como Pedro nas águas? Por eu entro em desespero porque eu não busco a leitura. Eu entro no WhatsApp, essa ferramenta aqui, esse aparelhinho, como diz Aroldo Dutra, ele veio para ficar. E ele não é o terror do ser humano, como todo mundo fala, ele tem coisas boas também. Aqui eu busco informações para montar uma palestra. Aqui eu assisto programas bons. Agora é o que a minha mente busca. Olha o que Joana deângeles nos diz desse livro que foi um dos últimos. É uma obra póstuma de Valdo Franco, ditado pelo espírito Joana Deangeles. Vida gloriosa. Sim, nós podemos ter uma vida gloriosa. Quando nós programamos a nossa encarnação, os espíritos estão torcendo para que sejamos, tenhamos o melhor caminho possível. Nós vivemos dizendo que somos a nossa melhor versão, mas nos achamos a pior versão. Somos com aquele desenho animado que eu assistia quando era criança, em que o bichinho dizia: "Ó céus, ó dor, ó vida, Lipe, não vai dar certo, nós vamos morrer, Lipe." Não. Deus quando nos colocou aqui foi para que possamos traçar a nossa vida junto ao outro, a lei de sociedade. Segunda-feira começa o ESD, ensino sistematizado da doutrina espírita que essa casa e milhares
eus quando nos colocou aqui foi para que possamos traçar a nossa vida junto ao outro, a lei de sociedade. Segunda-feira começa o ESD, ensino sistematizado da doutrina espírita que essa casa e milhares pelo Brasil colocam à nossa disposição conhecer a doutrina espírita, aonde vamos aprender as leis morais, a lei de sociedade, a lei de progresso, a lei de amor, a lei de consciência, tudo sistematicada sistematizadamente, como Jesus fez. Jesus foi sistemático, ensinou passo a passo aos seus discípulos, foi paciente, como Allan Kardec nos traz 1857 anos depois, depois que Jesus veio, houve uma desconstrução de teu evangelho. Mataram em nome de Jesus. Matavam-se em nome de Deus. Prendia-se em nome de Deus. Para eu falar desse livro aqui, tem uma outra história, um filme. Anotem esse filme, Cruzada. Fala da história da Cruzada, é já no final. E fala de dois reis, um Balduíno, que é um rei cristão, que tem lepra, e o Saladino, que é o rei muçulmano, brigando por uma cidade chamada Jerusalém. E tem uma adaptação no filme, colocam um ferreiro. E o sonho desse ferreiro é ir a Jerusalém, conhecer o rei dele cristão e se tornar templário, receber a sua bênção. Mas quando ele chega, o rei já está morrendo e lá ele só vê horrores na cidade, só vê destruição em nome de Deus. Pessoas morrendo, pessoas matando, guerra. E ele tá voltando e ele dorme no acampamento de um templário e ele conhece um homem. E olha o que que esse homem diz para ele. Esse diálogo, ele é fantástico. Eu olhei para ele, fiquei assim, caramba, ele é fabuloso esse diálogo com ele. Ele chega, você está voltando para casa? Sim. Não gostou de Jerusalém? Sim, gostei. Mas eu percebi que eu não tenho mais religião, que a minha religião me abandonou. E olha o que o homem diz para ele. Em nome da religião, eu vi o ser humano matar no seu maior fanatismo, crucificar a maior religião do homem. Aí ele se levanta, vai até ele e fala: "Está aqui e aqui na sua maior bondade. Religião está dentro de você. É a sua ação pelo
umano matar no seu maior fanatismo, crucificar a maior religião do homem. Aí ele se levanta, vai até ele e fala: "Está aqui e aqui na sua maior bondade. Religião está dentro de você. É a sua ação pelo mais fraco. Ajudar aquele que necessita. Hã, percebe a religião está dentro de nós. O Papa agora deu uma mensagem que o Espiritismo já vem trazendo isso há séculos, que façamos jejum de palavras. Jesus já tinha falado isso. O mal do homem não é o que entra, é o que sai. A boca fala o que o coração está cheio. Jesus já vinha trazendo isso. Aonde estiver o seu tesouro, estará o seu coração. Mas quando é um papa que fala, aí todo mundo acha bonito. Jesus já falou isso há mais de 2000 anos atrás. já vem nos dizendo que o maior jejum, quando ele encontra aqueles fariseus que pegam eles comendo farelos, farelos no sábado e diz: "Você não pode comer, Jesus, eu não posso matar a minha fome, mas eu posso matar o outro num sábado. Eu posso julgar, eu posso falar mal. É isso que Jesus está falando. A passagem é muito bonita, mas no teor é isso que ele tá falando. Mas há 2000 anos atrás tem um cara que foi lá numa janelinha, desculpa, falou: "Aí vira na mídia". Aí todo mundo, ohó, é bonitinho. É um jejum que nós temos que fazer, não só nessa quaresma, mas na vida toda. Joana deâ já nos traz isso. Emanuel nos trouxe isso. André Luiz nos trouxe isso. Querer o mal pro outro é eu querer o meu mal. Por isso Jesus diz: "Amai a Deus e ao próximo como a ti mesmo." Um depende do outro. Eu não posso dizer que amo a Deus e querer o mal da minha irmã, querer que ela tenha uma doença, querer que ela tropece. Ah, eu perdoei, mas eu quero que ela siga a vida dela. Esse siga a vida dela vai um monte de coisinha no seu pensamento e não vão coisas boas. E o pior, voltando para o ESD, nós aprendemos que quando temos esse pensamento, nós plasmamos em nossa frente. E os irmãos que estão conosco aqui deve ter o que aqui hoje? 100 pessoas, Andreia, 80. Eu sou ruim de conta, mas encarnados tá lotado, tão em pé
o temos esse pensamento, nós plasmamos em nossa frente. E os irmãos que estão conosco aqui deve ter o que aqui hoje? 100 pessoas, Andreia, 80. Eu sou ruim de conta, mas encarnados tá lotado, tão em pé e chegando aos montes se esbarrando. Manuel Filomeno fala isso no livro Trilhas da Libertação. Uma palestra pública numa casa espírita com os desencarnados chegam milhares com os desencarnados. Vivemos no mundo da matéria, convivendo com os desencarnados que nos influenciam como tá lá. Só que a gente só vê a pergunta 459. Tá vendo? Allan Kardec diz que os espíritos me influenciam. Vá na nas outras questões. São os seus pensamentos que trazem o espírito que você quer. Divaldo Franco conversando com Joana de Angângeles. Quem assistiu o filme Divaldo Franco, Mensageiro da Paz, sabe o que eu tô falando agora. de Fraldo Franco tá lá desesperado com aquele espírito perturbando ele e ele falando paraa Joana: "Vocês viam o que que eles fazem? Que que ele faz comigo? Por que que vocês não tiram ele perto de mim? Vocês têm esse poder. Tira ele de perto de mim. Ele me perturba, ele me desorienta, ele me desequilibra, ele me deixa nervoso. Divaldo Franco no início de sua caminhada e Joana deângeles, sendo Joana de Angeles, olha para ele quietinha, só assim. Terminou, Divaldo. Sim, Divaldo, meu filho, você já pensou, nós poderíamos até tirar ele? Ela diz, poderíamos sim levar ele, mas não é dessa forma, não é este o momento. Não é assim. Você vai chegar o momento em que você vai se reconciliar com ele. Porém, você já percebeu quando ele chega até você, qual eram os seus pensamentos? Qual era as suas tempestades que você vivia? Qual era as tempestades que você vivia? Você estava pensando em coisas boas? Você estava com um pensamento elevado ou você estava aí? Eu gosto do filme porque eu sou muito visual e o filme mostra as cenas anteriores. Ele chutando um balde na rua, ele quando perde o emprego, ele discutindo com o amigo dele, ele sozinho pensando em coisas não agradáveis. Os espíritos os dirigem, mas quais eu
tra as cenas anteriores. Ele chutando um balde na rua, ele quando perde o emprego, ele discutindo com o amigo dele, ele sozinho pensando em coisas não agradáveis. Os espíritos os dirigem, mas quais eu quero que dirija? Eu posso escolher pelos meus pensamentos. E o que vai me levar a um pensamento bom? Uma leitura boa, vida gloriosa, Joana Deângeles e Divaldo Franco. Eu vou ler o primeiro parágrafo do capítulo 1. Nós já vamos ver o tamanho dessa importância dessa leitura. Capítulo um, coragem na luta. Joana diz o seguinte: conhecimento de qualquer natureza é uma luz que se expande, eliminando a ignorância e facilitando o processo evolutivo. Isso é só um parágrafo. Dá uma palestra, André. Para eu entender esse primeiro parágrafo, eu fiquei arrepiado quando eu li. Eu vou repetir. Conhecimento de qualquer natureza é uma luz que se expande, eliminando a ignorância e facilitando o processo evolutivo. Segundo parágrafo. As lições em o Evangelho de Jesus tem como objetivo essencial desvelar o destino dos seres humanos, estejam encarnados ou desencarnados, a fim de libertá-los. Tacanga que os impregna desde Priscas eras. Esse livro ele é tão bom que aqui do lado ele tem para nós o que significa a palavra kanga, conjunto de resíduos inaproveitáveis, bagatela, ninharia e aí vai prisco que pertence a tempos índicos, antigo, velho e prisno. Olha a importância. No momento em que eu pego um livro e vou ler, os espíritos que estão à minha volta, eles vão degustar daquilo também. Eu vou pegar o conhecimento, como disse o espírito da verdade, amai-vos e vos instruí-vos. Opa, de novo o amor. Sim, por que o espírito da verdade chega e nos diz: "Amai-vos e vos instruí-vos, André. Ama primeiro, aprende a amar, aprende a servir. Jesus no sermão da montanha que nós citamos aqui, primeira bem-aventuranças, puro de coração. Ele já começou dizendo puro de coração, para que eu sendo puro de coração, eu possa entender as outras bem-aventuranças. É o que o espírito da verdade vem e diz. Espíritas, amai-vos e
puro de coração. Ele já começou dizendo puro de coração, para que eu sendo puro de coração, eu possa entender as outras bem-aventuranças. É o que o espírito da verdade vem e diz. Espíritas, amai-vos e vos instruí-vos. Por quê? Porque quando eu amo, quando eu olho o meu próximo com um olhar amoroso de saber da sua diversidade, de saber da sua característica, de saber da sua diferença, que ele tem as suas dores. Tem um memezinho na internet que eu adoro. Todo mundo deveria ser como comprimido, sabe onde a dor está. Hã, o comprimido, quando você toma aquele comprimidozinho para dor, ele vai na fonte, não vai? Seria tão bom que nós fôssemos assim, olhar para o nosso próximo como se eu fosse um comprimido. Ele dói também, ele sofre, mas não. Eu olho parecendo que só eu sofro, que só eu tenho dor, que só eu passo por necessidade. Eu planejei a minha encarnação na vida passada. no plano espiritual com toda aquela equipe amorosa ao meu lado. Planejei a minha encarnação. Wagner, você vai? Quero isso. Não, vai com calma. Vai ser assim, não. Vai ser palestrante que é melhor para você. Mais fácil. Vai lá, vai caminhando assim. Seu caminho tá aqui, Wagner, ó. Segue esse caminho e dá passo a passo. Evolui continuamente pelo esforço, como tá lá no evangelho. Pega o evangelho, abre aí, Wagner. Lá tem evangelho, abre. O verdadeiro espírito é aquele que se esforça para trabalhar as suas más inclinações. Vai nesse caminho, vai se esforçando, vai se vai melhorando, vai passo a passo, como diz a irmã se for no livro Reforma Íntima sem martírio, escutando sentimentos, emoções que curam, livros que falam de nós, conhece a ti mesmo. Aí eu vou lá, planejo a minha encarnação. Assina aqui, Wagner, eu assino, meu mentor assina comigo, fechou o livro, vamos agora trabalhar. Quando eu chego aqui, aí me torno espírita, aí eu me torno em especialista em reencarnação. Eu quero planejar a reencarnação do outro. Olha, Andreia, essa sua vida não é assim. Senta aqui que eu vou te contar como é que se vive.
torno espírita, aí eu me torno em especialista em reencarnação. Eu quero planejar a reencarnação do outro. Olha, Andreia, essa sua vida não é assim. Senta aqui que eu vou te contar como é que se vive. Você tá no caminho errado, Andreia. Olha, não muda de emprego, larga aquele cara, sai da comunhão, vai para um centro mais perto da sua casa. Eu planejo a vida do outro porque eu sou um especialista, porque eu assinei a minha encarnação e cheguei aqui e me tornei espírita. trabalhador. Aí eu chego na casa espírita, olha, Flaviana, eu quero coordenar uma equipe aqui grande e não dou conta de lidar com cinco pessoas na minha casa. Tenho problemas com a minha esposa, com a minha filha. Chego em casa, bato a porta, vou pro quarto, tô com dor de cabeça, não quero conversa com ninguém, mas acabei de sair de uma casa espírita. Nós somos, nós temos que ser espíritas cristãos 24 horas, benevolência, indulgência e perdão. Aí vamos para o amai-vos e instruí-vos. Primeiro ama, depois se instrui. Aí vem o espírito da verdade de novo. Benevolência. Por que primeiro benevolência? Ele podia ter falado primeiro indulgência. Não era, André? Não. Seja bom. Sempre bom. Amar, ser bom, amar, fazer o bem, servir. Mas não, eu quero tudo para mim, porque eu sou o centro das atenções. É aonde o sol brilha na minha careca. Eu não sei andar em sociedade. O progresso é para mim, não é para todos. É essa a tempestade que eu vivo. Só que eu esqueço que sair da tempestade é ler um livro desse, abrir o Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo O Cristo Consolador Prometido, capítulo 6, em que começa: "Vinde a mim, todos vós que estais aflitos e sobrecarregados. Vinde a mim todos vós que estão aflitos e sobrecarregados. Quem é que não tá aflito e sobrecarregados? Jesus já falou para todo mundo. Vinde a mim todos que estão aflitos e sobrecarregados. Ele já abraçou a humanidade ali. Ele já nos transformou de servos de Deus para filhos de Deus. Ele olha para nós e diz: "Sois deuses, valei-vos da vossa
mim todos que estão aflitos e sobrecarregados. Ele já abraçou a humanidade ali. Ele já nos transformou de servos de Deus para filhos de Deus. Ele olha para nós e diz: "Sois deuses, valei-vos da vossa luz. Sois o sal da terra, mas não, eu tô apegado ainda numa tempestade. Em outra passagem, Jesus dormia no barco e os discípulos desesperados, o mundo se acabando e Jesus dormindo. E ele acorda e ele de novo convoca os discípulos a confiança, a esperança, a fé. Mas uma fé na vida futura, uma esperança na vida futura, diz que Chico Xavier tava no avião e começou a turbulência. Tem no filme dele essa passagem e ele começa a gritar: "Eu vou morrer, eu vou morrer". E Emanuel ali: "Não é hora de você proclamar a sua fé. É, mas eu vou morrer, eu vou continuar gritando. E Emanuel fala: "Então morra pelo menos com dignidade, sem gritar. Tá lá no filme. É muito engraçado, mas é uma passagem, é um exemplo maravilhoso. Nós espíritas falamos da imortalidade, falamos do além túmulo, mas quando a dor e a doença bate na porta, eu vou morrer. Um dia desse eu parecia que ia enfartar. Acordei 3 horas da manhã, coitada da minha mulher, quase que infarta no meu lugar. Sentei na cama e falei: "Tô morrendo, juro. Tá aqui". Pergunta para ela, tô morrendo. Ela, calma, amor. Mantenha calma. Não me leva pro hospital que eu tô morrendo. Chegou lá no hospital, me colocou no carro 3 horas da manhã, me levou, chegou no hospital e eu médico mede a minha pressão, olha para ela e fala: "O cara não tá infartando com a pressão 12x8". Aí fez os exames tudo, tirou o sangue. Eu vou só aguardar o sangue porque ele tá insistindo que ele tá infartando. Tudo positivo. Sentado na na mesa dele, ele olhou para ela, falou assim: "Eu vou dar um remedinho para ele. A senhora dirige?" Ele dirige que ele vai dormir até amanhã meio-dia. Vou dar um riv triozinho para ele. Falta de fé. A ansiedade, o desespero, o pensamento nos boletos, falta de fé. Eu entrei na tempestade que Pedro entrou. Não olhei, não fiquei confiante. Acordei assim, faz uma prece,
iozinho para ele. Falta de fé. A ansiedade, o desespero, o pensamento nos boletos, falta de fé. Eu entrei na tempestade que Pedro entrou. Não olhei, não fiquei confiante. Acordei assim, faz uma prece, abre o evangelho. Hoje eu faço isso. Ainda sou médium. Ainda tem aqueles espíritos que nos acordam de madrugada, né, André? Um dia desses eu acordei, eu falei: "Meu amigo, eu sei que você não dorme mais, mas eu preciso dormir. Deixa eu dormir. Amanhã à noite eu vou estar na comunhão. Eu te atendo lá na mesa mediúnica. Mas senta ali no sofá da minha casa, vai descansar um pouquinho. Mas deixa eu dormir, eu preciso dormir. São, você tá me perturbando desde 2:30 da manhã. São 4:30. Aí minha mentora veio, faz uma prece e eu com o evangelho do lado da cama abri. Vinde a mim todos que estão aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei. Aí ele diz pra gente ir pro nosso fechamento, que a luzinha ali acendeu e eu não tinha visto. Aprendei comigo que sou brando e humilde de coração e achareis repouso para as para as vossas almas, pois é suave o meu julgo e é leve o meu fardo. E o julgo de Jesus, da observância da lei é tão leve, se o seu fardo é leve de Jesus que foi crucificado, porque o meu fardo é tão pesado, porque o meu julgo é tão pesado comigo e para com o outro, porque eu acho tudo difícil nessa vida. Porque eu me coloco nessa vida como se eu tivesse num presídio. E é uma vida que liberta, é uma oportunidade de evolução. E deixo vocês com uma fala de Joana deângeles em que ela diz para Divaldo, em um momento de aflição, Divaldo, mais uma vez desesperado, e ela diz: "Divaldo, meu filho, as pessoas, o mundo e a vida não são como tu os via. foram colocados diante de ti para que evolua como espírito. Quando chegares o último dia desse corpo aqui na terra, verás que a tua luta nunca foi entre você e o outro, foi entre você e você mesmo. O maior problema da criatura humana é a própria criatura humana. Quando eu olho para dentro de mim, eu vejo os meus defeitos, mas eu só vejo o
ca foi entre você e o outro, foi entre você e você mesmo. O maior problema da criatura humana é a própria criatura humana. Quando eu olho para dentro de mim, eu vejo os meus defeitos, mas eu só vejo o do outro. Essa é a minha tempestade. E como sair da tempestade? É entrar no barco aonde se encontra Jesus de Nazaré. É estudar o teu evangelho. É ver a tua luz. Como diz aqui Rodrigo, só nessa fase, ninguém se exime as tempestades morais que, por necessidade evolutiva, cedo ou tarde atingem o ser humano. São momentos decisivos em que deve enfrentar os resultados da própria imprevidência no uso do livre arbítrio. Assim como as tempestades naturais destróem os elementos que intoxicam a atmosfera, as tempestades morais, atacam os elementos psíquicos de baixo teor, transformando-os em energia vigorosa para o restabelecimento da alma. Não as rece. Portanto, muda-te com de confiança em Deus e fé no futuro promissor. E ele fecha magnificamente, dizendo: "Busca dentro de ti os recursos indispensáveis para aproveitar seu concurso benéfico, na certeza de que, encarando-as seriamente, conseguirás vencer os embates dolorosos de tua problemática moral. Prosseguindo de consciência. Tranquilo, Rodrigo. Bilhetes fraternais, tempestades. Sair da tempestade é entender que nós estamos na vida plena, seguindo Jesus, não como guia e modelo, mas como maior exemplo. é deixar de presenciar, vivenciar, presenciar e vivenciar. Não só ver as passagens de Jesus, mas vivenciar, participar. E participar é estar com nós. É a lei de sociedade, a lei de progresso e a lei maior de amor. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Muito obrigado. Ten um um final de sábado e um domingo abençoado, sabendo que somos filhos de Deus e herdeiros de Deus e podemos sim vencer qualquer tempestade na nossa frente. Assim seja. Obrigado a todos. >> Magnífica palestra. Por favor, da próxima vez tenha dignidade na sua crise de ansiedade para não matar minha amiga do coração. Bom, eh, vamos aqui ao nosso recado. Teatro e Vida apresenta o
todos. >> Magnífica palestra. Por favor, da próxima vez tenha dignidade na sua crise de ansiedade para não matar minha amiga do coração. Bom, eh, vamos aqui ao nosso recado. Teatro e Vida apresenta o musical Chico Xavier, o anjo das Escrituras iluminadas, dias 13, 14 e 15 de março, no Teatro Nacional Cláudio Santoro, na sala Martins Pena. Sexta-feira às 20 horas, sábado e domingo, com as edições 16 e 20 horas. Os convites estão sendo vendidos pelo Simpla. Na saída do auditório Bezerra de Menezes, estamos com o banner, aonde vocês podem comprar o convite pelo QR Code. Vamos fazer presença, né, prestigiar o teatro, né, ADAC, o Teatro da Comunão Espírita de Brasília em mais uma iluminada apresentação e levar os amigos, as pessoas que não conhecem a doutrina espírita, vamos fazê-las conhecer através da arte. Não há a melhor maneira, né, das pessoas conhecer o espiritismo através da arte. Após a palestra do nosso irmão Wagner, teremos a palestra do nosso irmão Mário Augusto às 19 horas. Então, eh vamos eh agradecendo a presença de todos vocês e dos nossos irmãos do YouTube de Argentina, pessoal de São Paulo, Salvador, Minas Gerais e a todos vocês que estão aqui na nossa casa nessa tarde de hoje. Convido a todos a fecharmos os olhos materiais e vamos unir nossos corações silenciosamente. Vamos fazer uma oração do Pai Nosso para todos os lares que estão em desarmonia, para todos os lares que precisam da cura espiritual, a cura física, cura mental, que os nossos corações e esse Pai Nosso possa fazer uma camada de luz em todo o nosso planeta Terra. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas nos livrai-nos de todo mal. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Para quem for tomar o passe, só aguardar que nós já faremos o chamamento para as
do. E não nos deixeis cair em tentação, mas nos livrai-nos de todo mal. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Para quem for tomar o passe, só aguardar que nós já faremos o chamamento para as cabines. Uma um bom fim de sábado e um excelente fim de semana e levem essas energias bem fazejas para os seus familiares em seus lares. A nossaão, o passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. [música] Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, [música] mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o [música] amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me [música] cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o
caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais [música] possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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