DEPENDÊNCIA QUÍMICA E ESPIRITUALIDADE - Dr.Edson Luís Cardoso [19° Sem. de Dependencia Química]
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Obrigado a comunhão espírita de Brasília. [música] >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver. >> Doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando a obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de mim que enc. >> Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão e também com aqueles que estão nos assistindo pelos meios de comunicação da comunhão espírita. É um prazer muito grande estar com todos vocês no nosso 19º seminário sobre dependência química. Desde segunda-feira nós estamos falando: "Ah, mas amanhã tem mais, amanhã tem mais, mas amanhã não tem mais. Hoje é o último dia, então nós temos que aproveitar muito e dar um um joinha aí e passar o link para amigo que tá em casa para ele assistir, que às vezes ele fica assim constrangido de entrar no YouTube e depois também a gente pode assistir porque vai ficar infinitamente no YouTube. As coisas que acontecem na comunhão não saem mais do ar. Então, a gente pode ver uma, duas, três vezes, que é muito importante. Antes de começarmos a apresentação e a prece inicial, eu preciso de fazer uma propaganda, né? Nós estamos aqui com esse livro, vocês que estão aqui, aqui estão em casa, né? Dependência química e espiritualidade, é na visão médico espírita. Esse livro é do Dr. Edson. né? E do Dr. Alejandro, é parceria, né? A organização dos dois. Já temos ele a venda na livraria. Se vocês quiserem depois da palestra adquirir, o Dr. Edson vai estar lá naquela mesinha redonda ali perto da da das informações do atendimento fraterno, autografando o livro para todos nós, certo? Ele trouxe
s quiserem depois da palestra adquirir, o Dr. Edson vai estar lá naquela mesinha redonda ali perto da da das informações do atendimento fraterno, autografando o livro para todos nós, certo? Ele trouxe só 20, então tem que correr para comprar porque senão acaba, porque nós já temos três, eu sei que não tem mais, né? E é brincadeira, mas vai ter livro para todos nós. Bom, amigos, nós estamos com ele. Ele veio de Santo Ângelo, né? Então, é muito longe, é muito longe, mas tá aqui conosco. É um prazer muito grande. Eu sei que às vezes é um sacrifício de viagem, né, de deixar o final de semana que é o de descanso, mas sempre é por uma causa boa e justa. Então eles fos nós ficamos muito felizes e agradecidos para compor. Hoje nós estamos compondo mesa, né, porque é muito importante. Nós temos o nosso amigo, né, Tomás que é o conselheiro da diretoria de atendimento e orientação, que é a gente fala D, né, que é a nossa diretoria, a diretoria que promove esse seminário. que é Vani Bueno, que é a diretora dessa divisão, dessa diretoria. Nós temos a Fabíola, que é a Associação Médico Espírita do DF, é daqui do Distrito Federal. Nós temos a Dra. Márcia Leon, que é da Associação Médica Espírita do Planalto. E nós temos o Dr. Edson, que é da Associação Médica Espírita lá de Santo Ângelo. Então, nós estamos com a com as Ames aqui, né? Estamos bem protegidos, não estamos? Então, para dar início a esse nosso momento, a gente pede a Dra. Fabíola da AM, Associação Médica do Distrito Federal, para fazer a peça por todos nós. Pode ligar aí. Opa, >> boa tarde a todos. Então, nesse instante, para aqueles que se sentirem confortáveis, podem fechar os olhos, respirar profundamente nessa doce conexão com a espírito, espiritualidade superior que sempre está ao nosso lado. que Jesus, nosso mestre, possa inspirar o nosso querido irmão, que vem nos trazer um tema tão importante nos dias atuais, que sirva para as nossas reflexões, para a certeza absoluta do amparo divino, quando buscamos ajuda para
ossa inspirar o nosso querido irmão, que vem nos trazer um tema tão importante nos dias atuais, que sirva para as nossas reflexões, para a certeza absoluta do amparo divino, quando buscamos ajuda para superarmos os desafios e os obstáculos que a vida tantas vezes nos coloca. como aprendizado na nossa jornada espiritual. Que a luz do mestre envolva todos nós, envolva todos aqueles que nesse instante passam por dificuldades lincadas a esse tema da dependência química e que todo o nosso planeta seja envolvida numa doce luz em paz e harmonia a começar dentro do nosso coração. Que Jesus esteja sempre conosco. Hoje e sempre. Graças a Deus. Nós estamos, nosso seminário, ele tem um tema central que é a libertação interior, o despertar da consciência para a vida real. Mas o Dr. Edson vai falar para nós nesse primeiro momento, nós temos dois momentos, esses das 17 e os das 19. Agora 17 ele vai falar dependência química e espiritualidade. Tá bem grandão aqui atrás de mim, né? No segundo momento é uma hora só de de intervalo que a gente pode ficar por aí na livraria, passear, tomar um um arzinho fresco. Vai, o segundo momento vai ser um grupo de auto de ajuda mútua, vai ser uma conversa entre Dr. Edson e Dra. Márcia Leon. Então eu convido vocês pro segundo momento estar aqui também conosco. Então a gente passa a palavra para ele e se o as amigos da mesa quiserem a sentar ali, tudo bem. Dr. Edson. A palavra tá com o senhor. >> Uhum. Uma boa tarde a todos. Sintam-se todos muito bem-vindos, muito acolhidos nessa casa de luz, nessa casa de amor. Primeiro lugar, eu gostaria de agradecer na pessoa da Rute, da Márcia e no nome dela, delas, para todas as pessoas aqui dessa casa, pelo gentil convite de me trazerem lá do Rio Grande do Sul para estar aqui nessa tarde e noite conversando com vocês sobre essa temática da dependência química. Espero que vocês consigam sair após essas exposições com um entendimento muito claro da complexidade desse tema, mas também com muita esperança em seus corações
e essa temática da dependência química. Espero que vocês consigam sair após essas exposições com um entendimento muito claro da complexidade desse tema, mas também com muita esperança em seus corações por entender que, embora as dificuldades que passamos em cada cidade, em cada estado, em cada país, Mas nós temos formas de entender e auxiliar aqueles que querem sair desse transtorno tão complicado que é o transtorno pelo uso do álcool, transtorno pelo uso do tabaco, o transtorno pelo uso das drogas ilícitas. Temos sim um caminho, gente. E eu espero que ao final desse dessa discussão que teremos, vocês sejam também multiplicadores de esperança e de um caminho para cada um de nós poder auxiliar naquilo que for possível. Bom, nosso tema então, dependência química e espiritualidade. Dependência química, a gente sabe o quão difícil é. Isso não é novidade para ninguém, né? Hoje em dia é muito difícil dizer uma família que não tenha algum tipo de contato com algum desses transtornos, ou seja, o álcool, ou seja o tabaco, ou sejam as drogas ilícitas. Pode ser muitas vezes não diretamente, mas no mínimo indiretamente a gente está ligado a essa situação. E muitas vezes até nas nossas profissões, a profissão como professor, professora, a profissão do médico, a profissão do dentista, a profissão dos empresários. Quando vê, tu tá ali com um colega de trabalho lá no comércio, não importa onde seja, e a gente tá vendo que tem alguma pessoa que está complicada, que está sofrendo com essa situação e muitas vezes a gente querendo auxiliar e às vezes sem saber como. Às vezes sofre pela gente, sofre pela família ou sofre por alguém que tá pertinho da gente. Então vamos conversando sobre isso pra gente poder entender, tá? Mas já que isso é tão complexo, a espiritualidade tem um espaço. A espiritualidade ela pode fazer alguma coisa? Onde é que ela entra? Então nós vamos passar um pouco, né, através da história e ver essa conexão, primeiramente não com a dependência química direto, mas com a saúde mental
a pode fazer alguma coisa? Onde é que ela entra? Então nós vamos passar um pouco, né, através da história e ver essa conexão, primeiramente não com a dependência química direto, mas com a saúde mental como um todo. Como é que isso veio historicamente acontecendo? se sempre foi bem vista, bem entendida, se se já existia uma conexão boa ou se era mais complicado no passado até nós chegar nos dias atuais. Bom, vamos começar nossa discussão lá no passado com Freud e R, que eram dois pesquisadores, dois estudiosos, né, e que eles afirmavam que a religião ela gerava neuroses, desequilíbrios. E por isso a psiquiatria e a psicologia viriam para trazer uma nova visão de mundo e fonte de tratamento que a religião só iria atrapalhar. E a gente tem lá naquela época passada, né, uma frase que não se sabe muito bem quem é o autor, porque muitas pessoas falaram e até publicaram dizendo que a religião era o ópio do povo, era a droga do povo, porque o ópio anestesiava, deixava as pessoas dormentes e que a religião viria para trazer a mesma coisa, como se fosse fazer simplesmente uma acomodação. as pessoas se acomodariam e aí não iriam lutar paraa melhora e o simplesmente ficar numa posição passiva, achando que Deus ou a religião iria resolver tudo em suas vidas, então que a religião ela travava as pessoas. Essa era a opinião desses autores. E através disso houve uma grande cisão da ciência com a religião também. Historicamente, a religião em si, ela também teve a sua parcela de responsabilidade nesse afastamento, desde épocas remotas, onde eh a religião dominante, né, que sempre foi o catolicismo, ela não aceitava a evolução científica que muitas vezes colocava em cheque algumas verdades absolutas que a Igreja Católica trazia, como, por exemplo, que a Terra era o centro do universo. Quando o Galileu Galilei comprovou que a Terra não era o centro do universo, e sim o Sol, e que a Terra era um mísero planeta que girava em torno do Sol, o catolicismo não aceitou. Por quê? Porque se nós somos a religião dominante
ovou que a Terra não era o centro do universo, e sim o Sol, e que a Terra era um mísero planeta que girava em torno do Sol, o catolicismo não aceitou. Por quê? Porque se nós somos a religião dominante e nós dominamos o planeta, o planeta sendo o centro do universo, nós dominamos o universo. Agora, onde diz que o planeta não é o centro do universo, a gente perde, perde poder, perde força. O que que esse cientista tá dizendo? E muitas vezes a igreja começava a ir contra os achados científicos e condenando os cientistas até a fogueira, né, e a a ficarem presos eternamente se não negassem seus achados científicos. Então, é claro que a ciência ia começar a entrar em contraposição com a religião que escravizava, que prendia e que não deixava ter uma evolução do conhecimento. que justamente nós temos na doutrina espírita o contrário, onde a doutrina de Kardec ela vem para nos trazer um conhecimento, uma fé raciocinada, mas uma fé que anda de acordo com a ciência, que anda de acordo com toda a evolução científica, a ponto de Kardec dizer que se a ciência comprovou algo que seja contrário ao que ele, Kardecou. Kardec diz: "Fique com a ciência". Então, olha o senso de responsabilidade e o senso de entender que a doutrina ela tem que estar de acordo com tudo aquilo que vem sendo descoberto, tá? Mas então, por causa de tudo isso é que teve essas grandes dificuldades aí. Porém, depois disso, né, depois dessa grande cisão, muitos artigos foram sendo feitos, sendo realizados, eh, com uma forte relação positiva entre a saúde e a religiosidade e ou espiritualidade. coisas que começou a se estudar no século passado, muitos, muitos artigos que começaram a ver, será que a religião atrapalha mesmo? E foram começando a pesquisar e foram vendo que não é bem assim e que a religião ela traz algo de muito positivo para a saúde mental. Porém, tem alguns conceitos que eu acho importante eu trazer nesse momento pra gente ir entendendo como é que esses artigos foram feitos. Bom, que conceitos são esses? O primeiro
para a saúde mental. Porém, tem alguns conceitos que eu acho importante eu trazer nesse momento pra gente ir entendendo como é que esses artigos foram feitos. Bom, que conceitos são esses? O primeiro que eu queria trazer é o conceito de religião, né? O que que é religião? é um sistema organizado de crenças, práticas, rituais e símbolos designados para facilitar a aproximação com experiências do sagrado ou do transcendente, aquilo que transcende. A religiosidade mostra o quanto uma pessoa acredita, segue e pratica sua religião. Então, colocando na prática, né, nós temos inúmeras religiões no mundo inteiro. Só no nosso país a diversidão, a diversidade, né, de de religiões é imensa. E a gente consegue entender qual religião é de acordo com seus rituais, de acordo com as suas práticas, né? Então, a questão da cruz, desse benzê, como o católico faz, então são tudo rituais que a gente sabe, ó, esse é um católico, né? Os santos que existem dentro da da das igrejas. Então tudo isso vai mostrando que tem determinados símbolos, determinados rituais que fazem com que a gente entenda qual é a religião. O evangélico também, na sua forma de ser, na sua forma de falar, na sua forma de entender o seu sagrado, a gente vai conseguindo identificar cada um, a religião afroileira também com todas as suas características e a nossa doutrina espírita também, né? Nós temos também a nossa forma de entender o nosso sagrado e isso vai fazendo com que a gente seja identificado ou a gente se identifique com determinada religião, tá? Então isso seria o conceito de religião. Nós aqui nós estamos dentro de uma religião, então a gente frequenta uma religião. Então nós somos religiosos. Quem está numa igreja é um religioso daquela daquele ritual, daquela religião. Quem tá na na na religião afro, né, ou evangélica também, todos somos religiosos e todos temos o nosso sagrado e cada um entende o seu sagrado numa forma um pouquinho diferente. É melhor, é pior, não, não é isso que é o mais importante, né? Não existe a
bém, todos somos religiosos e todos temos o nosso sagrado e cada um entende o seu sagrado numa forma um pouquinho diferente. É melhor, é pior, não, não é isso que é o mais importante, né? Não existe a religião melhor, nem a pior. Isso é bem interessante que os estudos mostram isso, né? Que uma pessoa, ela se beneficia da sua religião desde que ela toque seu coração, desde que ela te preencha, desde que ela te coloque em harmonia com o sagrado que a pessoa entende e ela se sente bem e se beneficia. E nós como espíritas, nós temos que entender muito isso, que nós estamos aqui para acolher e respeitar a religião de cada pessoa. A gente não vem para dizer que uma religião é melhor que a outra, tá? Simplesmente entender e agregar com cada ser humano. E o outro conceito que nós temos é o conceito de espiritualidade, que é um pouquinho diferente, que a espiritualidade ela seria uma busca pessoal de respostas. para questões ligadas à vida, ao significado existencial, né? Ah, da onde que a gente vem? Por que que a gente tá aqui? Para onde que a gente vai? Qual é o nosso sentido de vida? Então, são questionamentos e perguntas que a pessoa que se espiritualiza, ela vai buscando essas respostas e esse sentido e tem uma relação com o sagrado, com o transcendente, que pode ou não levar a rituais religiosos ou experiência numa comunidade como a nossa que estamos aqui nessa tarde. Então, a pessoa, ela pode se dizer bem espiritualizada. Por exemplo, eu conheço pessoas que leram todas as obras da codificação espírita, mas nunca frequentaram a casa espírita. A pessoa se identifica com a leitura, ela entende que ela leitura. Muitas vezes ela tá tentando colocar em prática na sua vida, mas ela diz: "Não, eu não quero frequentar nenhum local". Ou tem pessoas que dizem: "Ah, eu sou católico, não praticante". Ah, ele não vai. Mas dentro dele ele comunga daquela maneira o seu sagrado. Respeita. A hora que tem que orar, ora. A hora que tem que pensar se eu faço uma coisa inadequada ou não, ela pensa: "Não, acho
ele não vai. Mas dentro dele ele comunga daquela maneira o seu sagrado. Respeita. A hora que tem que orar, ora. A hora que tem que pensar se eu faço uma coisa inadequada ou não, ela pensa: "Não, acho que o meu sagrado não permitiria que eu fizesse isso." Então, não faz. E muitas vezes vai de encontro com que Jesus nos disse que nem todos aqueles que dizem Senhor, Senhor entrará no reino dos céus. que muito mais do que a gente tá dentro da casa espírita ou dentro eh das variadas religiões que existe no mundo, é o quanto a gente tá fazendo a nossa reforma pessoal, a nossa reforma íntima e o quanto a gente tá praticando fora da casa espírita, fora das igrejas. Porque dentro da casa espírita, dentro de uma igreja, é muito fácil a gente ser chamar de irmão. É muito fácil a gente pensar no bem, pensar em fazer o bem, né? Mas aqui ninguém tá pisando no meus calos, aqui ninguém tá me atrapalhando, né? Então é fácil. Mas agora ao sair daqui é que começam as verdadeiras dificuldades, os verdadeiros desafios. é dentro da minha casa, com a minha esposa, com os meus filhos. Será que lá dentro realmente eu sou tão pacífico e tão educado quanto eu consigo ser dentro de uma casa espírita? Será que no meu ambiente de trabalho, muitas vezes onde eu entro em uma disputa, em uma concorrência com alguém, será que ali eu estou conseguindo agir da melhor maneira sem estar revidando e sem estar puxando o tapete de alguém para crescer? Será que na hora que eu me incomodo com o trânsito terrível e que eu levo uma fechada no trânsito, será que eu consigo me controlar? Eu consigo me manter em harmonia ou eu saio buzinando, xingando, brigando? Como é que eu estou me comportando lá fora? Nem todos aqueles que dizem Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus. Então, a espiritualidade tem muito a ver com isso. É o que eu estou fazendo com o meu sagrado, independente de estar ou não vinculado a uma comunidade, seja ela qual for. Outro conceito interessante é o conceito de coping religioso positivo, mas eu vou pular ele e eu vou
endo com o meu sagrado, independente de estar ou não vinculado a uma comunidade, seja ela qual for. Outro conceito interessante é o conceito de coping religioso positivo, mas eu vou pular ele e eu vou começar pelo coping religioso negativo, que na minha forma de entender é o que tá ligado ao que Freud e R falavam no passado. Eu vou passar e depois volto nessa aqui. Open religioso negativo, seria um enfrentamento negativo, seria uma espera passiva da resolução dos problemas. Como assim, ó? Deus vai resolver meus problemas. Eu tô com uma dificuldade, uma dificuldade. Eu eu precisava dialogar com com o meu familiar, com o meu cônjuge. Eu precisava resolver tal problema, mas vai me dar muito trabalho, vai ser meio complicado, meio arriscado, pode gerar uma crise, então eu não vou fazer, eu só vou rezar para Deus pro problema se resolver. Então seria uma coisa muito passiva, como se eu não tivesse que fazer a minha parte. Além disso, no corpo religioso negativo, seriam muitas vezes utilizadas pela comunidade religiosa as punições e os pecados. Como usar assim: "Ah, Deus vai te punir, Deus vê que isso é um pecado. Não, tu não pode fazer tal coisa. ão tudo à base do pecado. Então, tu não tá te reformando, tu tá fazendo aquilo porque tu tá com medo de seres castigado. Então isso seria um cping religioso negativo. E é essa parte da religião que Freud e R dizia que era um ópio. E não tem como a gente não concordar com isso, porque se a gente for olhar pra verdade deles, pro certo deles, se a gente olhar a religião e a gente quiser seguir a religião dessa maneira, será que nós estamos evoluindo? Será que a a religião realmente vai nos ajudar se a gente tá utilizando dessa forma? Então eu vou voltar agora no coping religioso positivo, que seria o contrário, seria o enfrentamento positivo através daquilo que a religião oferece ao indivíduo como ferramentas para enfrentar situações difíceis. um direcionamento que a que a nossa doutrina dá, um suporte que a doutrina dá pra gente enfrentar os nossos
uilo que a religião oferece ao indivíduo como ferramentas para enfrentar situações difíceis. um direcionamento que a que a nossa doutrina dá, um suporte que a doutrina dá pra gente enfrentar os nossos problemas, como o problema de um luto, o problema de uma separação, um problema de uma perda financeira, a gente não vai mudar aquela situação difícil, uma doença, uma patologia que a gente tá vivendo ou um familiar da gente tá vivendo. Mas como é que eu lido com isso? Qual é o suporte que a religião me dá para eu enfrentar meu problema? e ainda além disso o conforto espiritual que a religião me dá. Então eu uso essas ferramentas, mas para eu enfrentar. Para isso, eu ilustro para vocês com uma pequena historinha que numa época mais antiga não tínhamos todo o asfalto, o calçamento bom, as estradas eram tudo estradas de chão, né, terra. E ao invés dos carros, o que nós víamos passando eram as charretes, as carroças, ia passando por aquela estrada, só que tinha chovido muito. E a gente via volta e meia uma carroça atolada naquela estrada. E ao longo daquela estrada ia passando um mestre com seus discípulos, ensinando eles ao longo da vida, ao longo dos caminhos. E eles enxergavam aquelas pessoas. Uma hora vira um homem ajoelhado e rezando, pedindo a Deus com muita força, com muita fé, para que a carroça dele saísse daquele atoleiro. E o mestre passou e foi indo com os discípulos. Mais adiante, na mesma estrada, ele vê um outro homem com sua charrete. E ele tanto puxava a charrete quanto ele empurrava e puxava os cavalos e empurrava os cavalos e dizia uns palavrões meio feios ali e puxava e brigava. E o mestre disse: "Meus discípulos, entrem nessa estrada e ajudem esse homem." Os discípulos obedeciam, né? Entraram lá, ajudaram, desatolaram a carroça e o homem saiu feliz da vida. Seguiram andando e os discípulos perguntaram: "Mestre, nós não entendemos por que que o Senhor mandou a gente ajudar esse homem que brigava, dava umas batidas nos cavalos, diziam uns palavrões e não mandou a gente
ndo e os discípulos perguntaram: "Mestre, nós não entendemos por que que o Senhor mandou a gente ajudar esse homem que brigava, dava umas batidas nos cavalos, diziam uns palavrões e não mandou a gente ajudar aquele homem que parecia um homem tão, né, nas suas orações, um homem tão bom? justamente ele só orava e ele não fazia parte dele. A gente ajuda quem se ajuda. A gente tem que ajudar aquele que mesmo que ainda diga uns palavrões, mas tá fazendo a sua parte na evolução da vida. É esses que a gente ajuda. E a questão da dependência química e com a dependência também, gente, tem muito a ver com isso. Mas vamos lá, vamos andando. Outros conceitos que eu quero trazer para vocês, que é de religiosidade intrínseca e religiosidade extrínseca. A religiosidade intrínseca é vivenciar os valores religiosos. É o que a gente estuda no grupo de estudo, é o que as crianças vêm na evangelização, é o evangelho no lar que a gente faz em nossas casas, é aquilo que a gente lê em excelentes livros espíritas que tem aí, os livros da nossa codificação, né? Enfim, só que não adianta só ler. Além de ler, é botar em prática, vivenciar. Não existe fé estéril, não existe fé sem obras. A nossa fé, ela realmente só vai nos ajudar se a gente se melhorar, se a gente se humildar, se a gente entender a proposta da doutrina espírita, entender a proposta de Jesus e a gente quiser fazer o nosso melhor, tá certo? Estamos no mundo de provas e expiações, ainda nem mudamos para mundo regenerador. Então, nós vamos ter equívocos. Sim, nós somos perfeitos? Não. O nosso planeta é perfeito, não é um planeta imperfeito, cercado de pessoas imperfeitas, inclusive nós. Tá? Mas então, Edson, qual seria o nosso papel aqui, já que somos tão pequeninos assim? Nos esforçarmos. em nos melhorar, nos esforçarmos em fazer o bem. O verdadeiro cristão, nesse nosso atual mundo de provas, expiações, é aquele que a cada dia procura se melhorar, porque o melhoramento vai vir, né, gente, ao longo de inúmeras, inúmeras, inúmeras
bem. O verdadeiro cristão, nesse nosso atual mundo de provas, expiações, é aquele que a cada dia procura se melhorar, porque o melhoramento vai vir, né, gente, ao longo de inúmeras, inúmeras, inúmeras encarnações, mas é um passo de cada vez. O que a gente não pode é se acomodar, dizer: "Não, Jesus fez para nos salvar e ele fez por nós e nós não precisamos mudar. Equívoco, tá? Então é essa é a religiosidade intrínseca. É a gente vivenciar independente do nosso sagrado. E a extrínseca é o contrário, né? tá ligada só a fatores externos, só a se benzer, a a pagar indulgências, a a receber a água benta, nós a ficar tomando água fluidificada, cada vez mais água fluidificada e só e não faz mais nada além disso, né? É mais e mais. Quando vê vai dar até problema, porque até a água em excesso faz mal, né? e não extrair a essência da sua religião. Bom, entrando agora mais, né, na nessa relação da religiosidade e espiritualidade com a saúde mental, o que que acontece? O que que a religião e a espiritualidade, já que nós estamos entendendo um pouquinho melhor, pode trazer de bom paraa nossa saúde mental? A maioria dos estudos mostram um maior bem-estar psicológico, menores índices de depressão, menos pensamentos e comportamentos suicidas e mais específico na dependência química, um menor uso e abuso de álcool e todas as outras drogas. Gente, eh, como ser humano, nessa atual encarnação, eu exerço a profissão de psiquiatra lá no estado do Rio Grande do Sul, na cidade de Santo Ângelo, atendendo de forma presencial e de forma online. também já são de profissão médica, eu vou fechar no ano que vem 30 anos deformado e atendendo o ser humano com as suas dificuldades, procurando fazer a minha prática psiquiátrica da melhor maneira possível, utilizando eh toda a ciência a mais atual possível, procurando fazer os diagnósticos. e e medicando eh de uma forma muito parecida as pessoas com as mesmas patologias. Então, com esses anos, a gente vai adquirindo um entendimento, uma prática, embora a
procurando fazer os diagnósticos. e e medicando eh de uma forma muito parecida as pessoas com as mesmas patologias. Então, com esses anos, a gente vai adquirindo um entendimento, uma prática, embora a prática da gente seja pequena em relação a todos os estudos que existem. Mas na minha humilde prática médica, eu digo para vocês assim, ó, que eu medico com dosagens menores de medicação aquelas pessoas que realmente vivenciam o seu sagrado, independente da sua religião. Se eu pudesse dividir os meus assistidos, os meus pacientes entre pessoas que vivem realmente a fé, uma fé intrínseca, não extrínseca, ou aqueles que são ateus, aqueles que só se dizem religiosos, mas não vivenciam, que a fé é muito pequenininha, muito fraquinha, ou que não tem, usam dosagens maiores de remédio. Outra coisa que eu vejo na prática é que as pessoas que vão se espiritualizando mais, a gente vai diminuindo mais rapidamente os remédios. Vejo também que a pessoa que tá com a sua fé, a sua religiosidade muito forte, a gente consegue encerrar o tratamento, zerar o tratamento e é bem difícil voltarem a adoecer. Enquanto que as pessoas que não têm essa religiosidade forte, não vivenciam e que também, claro, não vou dizer que é só religião, mas aquelas pessoas que muitas vezes pela forma que elas funcionam, elas querem uma resposta só do remédio. O remédio que vai fazer o milagre. Não, eu vim no Dr. Edson, conversei com ele, ele me deu o remédio, vou estar curada. E aí as pessoas chegam, ah, o remédio ficou fraco. Bota outro remédio, aumenta a dosagem. Tá, mas qual é a função do remédio na sua vida? Qual é a função da espiritualidade na sua vida? O remédio, a espiritualidade é para te deixar em pé frente a um momento difícil, frente a uma depressão, frente a uma ansiedade, frente ao transtorno pelo uso de drogas que um dia esteve na tua vida, é para te deixar firme, mas não é para resolver teus problemas. Um remedinho, uma pílulazinha, ela não tem capacidade de resolver teus problemas. A religião,
o de drogas que um dia esteve na tua vida, é para te deixar firme, mas não é para resolver teus problemas. Um remedinho, uma pílulazinha, ela não tem capacidade de resolver teus problemas. A religião, ela não tem a capacidade de resolver os teus problemas, porque senão seria muito fácil. Deus nos colocaria aqui no mundo, viria um remédio mágico, nos transformaria e nós nos tornaríamos pessoas evoluídas. Mas não é assim. Não é assim que o criador quer. O criador quer que nós passemos as nossas aflições, que nós passemos as nossas dificuldades. Mas eu vejo muito claramente que aquele paciente que a gente conversa, que a gente explica, modifica a tua vida, modifica teus hábitos, começa a fazer exercícios físicos que liberem endorfinas, vai te deixar mais feliz, menos ansioso, menos deprimido, vai para uma vida onde tu vai estar mais ligado a a aos exercícios físicos, tu vai buscar muito menos álcool, tabaco, outras drogas. Busque uma vida física mais saudável e espiritual mais saudável. Modifica os amigos. Larga os amigos de bar, largos amigos que tem que estar jogando e bebendo. Largos amigos que tem que fazer uma festinha, um batizado, um churrasco, seja lá o que for, e que tem que estar a bebida ali. Modifica. Aqueles que modificam e vão seguindo a religiosidade, as orientações médicas, psicológicas, grupos, dá certo, vencem, mas aqueles que não, não conseguem. Então, isso é muito importante da gente entender em que meio a espiritualidade está inserida. É um contexto. É um contexto médico, é um contexto psicológico, é um contexto físico, é um contexto familiar. E a gente tem que ir fazendo mudanças. E a espiritualidade, ela vem para nos orientar um sentido de vida espiritual mais saudável. E aqueles que vão modificando, a gente vê que vão se melhorando e vão deixando de ser meus pacientes com a graça de Deus. Eu muitas vezes eu fico pensando, eu seria um psiquiatra muito mais feliz se um dia as pessoas deixar deixassem de ser doentes espirituais e emocionais. Ah, mas aí tu não ia ter cliente, é, não
Deus. Eu muitas vezes eu fico pensando, eu seria um psiquiatra muito mais feliz se um dia as pessoas deixar deixassem de ser doentes espirituais e emocionais. Ah, mas aí tu não ia ter cliente, é, não iria ter, mas a missão estaria cumprida. Estaria muito feliz com isso. Ia buscar outra coisa para fazer, porque as pessoas se curaram. E é isso que Jesus sempre disse. Se você tem fé, tua fé te cura. Porque a cura ela tá dentro de nós. É que a gente não quer fazer as mudanças necessárias. E aí, por isso que ainda existe tanta dificuldade para se manter saudável. Mas vamos adiante. Vamos lá. Temos mais coisas para ver ainda. Ah, não posso deixar de falar, né? comportamento suicida, gente, quanto ser humano. Isso é é quase que diário, né, na na minha caminhada, na minha carreira profissional, as pessoas com pensamento suicida. Quantas pessoas não cometeram o suicídio por já terem ouvido da doutrina espírita que mataria só o corpo, que a alma, o espírito continuaria vivo e que ao deixar o corpo pelas portas do suicídio, iria encontrar um sofrimento de 8 a 20 vezes maior do que quando estava aqui encarnado, por ser uma coisa óbvia, né? A primeira seria a decepção de continuar vivo e com os mesmos problemas. Depois do mundo espiritual pro mundo corporal, enxergar, ouvir, ver seus familiares sofrendo, filhos sofrendo porque a mãe abandonou o corpo carnal, filhos sofrendo porque o pai se suicidou, uma mãe sofrendo, familiares sofrendo, amigos sofrendo. Então, a dor moral ela é muito grande, é imensa. ficar andando, né, por zonas umbralinas. Certa vez uma uma paciente, né, de tanto que ela dizia que queria se matar, que queria se matar, queria se matar e e as filhas adolescentes sofrendo com aquilo, eu disse para ela assim: "Olha, eh, tu tá sempre jogando isso e, felizmente tu não tem toda a força para fazer isso, porque senão a tua ruína ia ser muito maior. Só que tuas filhas estão sofrendo muito com isso. A próxima vez que você falar nisso, eu vou melhorar teu remédio, aumentar teu
da a força para fazer isso, porque senão a tua ruína ia ser muito maior. Só que tuas filhas estão sofrendo muito com isso. A próxima vez que você falar nisso, eu vou melhorar teu remédio, aumentar teu remédio, mas eu já estou quase sem recursos para isso. Eu vou internar você. Aí passou um tempo, ela chega no consultório, não é porque eu vou me matar? interne era uma paciente que ela não tinha muitas condições financeiras, então ela internou eh pelo Sistema Único de Saúde e era numa ala que tinha a dependência química também. E naquela ala, ela é uma ala bem difícil, uma ala complicada. Ela uma dona de casa, uma mãe de família. E as regras eram ficar cinco dias sem receber nenhum tipo de visita. Eu recebi um telefonema de tarde no consultório, era a enfermeira chefe daquele setor. Eh, doutora, eu tenho um pedido da sua paciente. Ela me disse que, como ela não é dependente químico, ela não precisaria ficar sob essa regra de ficar cinco dias sem receber sua família, que ela queria receber visita. Aí eu disse pra enfermeira, diga para ela que eu vou passar tarde no hospital e converso com ela. Bom, chegou à tarde e eu fui até o hospital. Cheguei lá, ela estava brava comigo porque eu não liberei a visita para ela. Aí eu disse para ela, eu não liberei a visita porque você morreu. Hã? Como assim, doutor? Tu não sabia que tu morreu? Você morreu, mas eu tô aqui. Não morrer mesmo. Tu não morreu, mas nós vamos fazer de conta que tu morreu. Porque tu quer tanto morrer. Então vamos fazer de conta que tu te matou. Tu morreu. Em tu morrendo, tu não iria receber a visita dos teus familiares, porque eles iam estar no plano corporal e tu no plano espiritual. Então eles não podem te visitar, tem uma barreira. E tu vai ficar esses cco dias pensando se realmente tu tivesse morrido. Vou ter dizer uma coisa aqui tu tá no bem bom porque tu tem um médico que vem TV, tu tem enfermeira, tu tem os assistentes todos aqui, tu tem uma caminha para tu dormir. Lá no umbral não tem nada disso. Dr. Edson não tá lá,
aqui tu tá no bem bom porque tu tem um médico que vem TV, tu tem enfermeira, tu tem os assistentes todos aqui, tu tem uma caminha para tu dormir. Lá no umbral não tem nada disso. Dr. Edson não tá lá, enfermeira não tá lá, tua família não tá lá, tu vai tá numa ruim. Então, esses cinco dias tu vai pensar, resumo da história, isso deve fazer uns 15 anos. Nunca mais falou em se matar. E tá muito bem, obrigado. Você recuperou, se curou, as filhas cresceram, tem suas famílias, tão muito bem. Ela vem uma vez de ano em ano, né, só para dizer: "Ó, tô bem, não quer te matar, às vezes eu brinco com ela, não, né?" Então, gente, a religião, ela tem esse papel muito importante de esclarecer. e evitar males maiores. Eh, existe nessa relação, né, da religião e espiritualidade com com a saúde mental, uma influência muito benéfica no estilo de vida saudável que as religiões propõem para as pessoas. também repouso e ver o corpo como templo sagrado. O que que nós aprendemos com a doutrina espírita sobre o nosso corpo? Ah, o importante é o espírito. Mas a gente diz na doutrina espírita que a gente não deve cuidar do corpo, que a gente deve estar chicoteando o corpo. Não, a gente tem que cuidar, né? Não é o que aprendemos que o corpo é é o burrinho, né? é o burrinho que carrega o nosso espírito. Então, a gente aprende isso na religião, que a gente tem que amar também o nosso corpo, cuidar do nosso corpo. Eh, relacionamentos interpessoais saudáveis, a gente ouve aqui, né? Hoje mesmo eu já falei, gente, vamos tratar bem o nosso próximo, vamos tratar bem o nosso semelhante, vamos tratar bem a todos sem distinção. Jesus já nos ensinou isso. Amar o amigo, orar pelo inimigo, qualquer fariseu faz. O diferencial é a gente compreender e orar pelo nosso inimigo. Então, tratar as pessoas de uma maneira saudável, independente de quem seja. estímulo à vida em família, onde nós vivemos atualmente, infelizmente, numa sociedade onde cada vez mais eh se deteriora os valores familiares, cada vez mais se fala, né,
l, independente de quem seja. estímulo à vida em família, onde nós vivemos atualmente, infelizmente, numa sociedade onde cada vez mais eh se deteriora os valores familiares, cada vez mais se fala, né, que ah, casar, é, casar, isso aí não é mais importante, né? Não deu certo, a fila anda, fica com um, fica com outro. perguntando certa vez para um jovem, né? Como é que funciona as coisas atualmente? Vão para uma balada, vão para uma festa, como é que é? Fica com alguém? Não, não, doutor, o senhor tá desatualizado, né? Não, ninguém fica com alguém. Ninguém vai para ficar com alguém. Fica com uma, duas, três. É duas, três numa mesma noite, tá? E transa também com essas pessoas. Transa também. Depois quando chega na de volta na balada, não, cada um vai para um lado para ver se tem a outra conquista. Então a coisa é complicada, né? Então a gente tá vivendo isso atualmente na sociedade. Como é que as pessoas não vão se perder? Antigamente estudava-se que o conceito de promiscuidade sexual era três parceiros diferentes num ano, mas agora no anoitada já tem três parceiros diferentes, três parceiros diferentes. Então a religião é que ela vem sem sermos moralistas, né, gente? Não é essa questão, mas hoje a gente aprende muito claramente com André Luiz através da psicografia de Chico Xavier, onde André falando sobre a sexualidade, trazendo que toda sexualidade que ela é desregrada, que é simplesmente carnal, sem afeto, sem amor, não existe uma proteção espiritual. Os obsessores, a espiritualidade inferior que também se compraz desse tipo de relação, tá tudo em cima. vampirizando toda aquela energia, não tem uma uma proteção. Ao contrário, aquele casal que está se relacionamento, se relacionando, isso independente se é homem e mulher, se é dois homens, são duas mulheres, não é essa questão. Muito pelo contrário, é a questão de respeito, é a questão de afeto, é a questão de amor, onde as pessoas estão ali naquele quarto e aquele quarto ele se transforma em algo sagrado, porque ali tem carinho,
pelo contrário, é a questão de respeito, é a questão de afeto, é a questão de amor, onde as pessoas estão ali naquele quarto e aquele quarto ele se transforma em algo sagrado, porque ali tem carinho, ali tem afeto, ali tem amor. E a espiritualidade trata de proteger aquele ambiente e o espírito inferior não entra ali. Então, a gente tem que entender essas coisas para chegarmos no nosso ponto principal, que é a dependência química, que vamos falar em seguida. É diminuído também, né, através da religião, eh, o estress, os desafios do cotidiano. Por quê? Porque a religião ela funciona como um grupo de apoio. Tu é apoiado na religião. Tem um irmão que te ouve, tem um atendimento fraterno que te escuta, que te acolhe num momento difícil, que te dá força, que te dá esperança, que te indica um livro, que te indica um filme para ver, que te acolhe para um grupo de estudo naquele momento mais difícil. então te apoia e diminui o teu estress no dia a dia. Então todos esses são benefícios que a ciência comprovou que a espiritualidade, a religiosidade traz para o ser humano e acaba contribuindo pro equilíbrio mental do ser. Mas diretamente em relação à dependência química, olha o que que os estudos trazem. Quanto maior é a religiosidade e a espiritualidade de uma pessoa, menor é o uso de álcool e outras drogas. Quanto maior religiosidade e espiritualidade, menor a chance de desenvolver fissura. O que que é fissura? Fissura é o desejo, é a vontade de consumir álcool. tabaco, outras drogas. Então, quando uma pessoa quer parar, né, ah, eu não quero mais beber, eu não quero mais fumar, não quero mais usar droga. Só que isso não é uma coisa fácil, porque tem que ter todo um tratamento em cima disso. Porém, tem coisas que são facilitadoras ou dificultadoras da pessoa conseguir esse intento de não usar mais a substância. E uma dessas é a fissura, esse desejo que ele é quase que insuportável e a pessoa não aguenta e usa sua droga de preferência. Quando que uma fissura acontece? Nós temos uma memória química,
ubstância. E uma dessas é a fissura, esse desejo que ele é quase que insuportável e a pessoa não aguenta e usa sua droga de preferência. Quando que uma fissura acontece? Nós temos uma memória química, assim como temos memória para tudo, é óbvio que nós vamos ter uma memória química. Eu vou estimular um pouquinho a memória de vocês, tá? provocar essa memória. Eu quero que vocês pensem no prato mais gostoso para vocês. Eu, como gaúcho poderia ser um belo de um churrasco, né? Quem é vegano vai pensar na sua comida vegana predileta, mas para quem é eh não é vegano, né, vai pensar também um franguinho com um macarrão. Se tem algum mineirinho aqui, vai começar a pensar no seu pãozinho de queijo bem quentinho, no queijinho de Minas, acompanhado de um cafezinho preto, né? Então, comecemos a pensar em todas essas comidas boas. O que que começa a acontecer conosco? A gente começa a visualizar, pensar, quando vê, a gente tá sentindo quase que o cheirinho daquela comida. Quando vê as lumbrias começa a se revoltar no estômago, né? começa a dar fome. Isso que não é químico, é simplesmente um alimento. Agora imagina uma pessoa que fez uso de álcool do tabaco, que isso tá impregnado na sua genética do atual corpo físico e que a pessoa teve todo um comportamento adictivo e tá tentando sair disso e começa a estimular essa memória química. Estimula como? Voltando aos velhos amigos que usam. Ah, eu fui lá no bar, dei uma passadinha lá no bar, mas eu não bebi. Mas tava todo mundo bebendo. Tá vendo? Tá sentindo o cheiro, tá olhando. Daqui a pouco ele tá salivando por aquilo ali. E o que que acontece? Os obsessores entram. Eles começam a pensar, é, eu só tava esperando esse companheiro dar uma brechinha que nem o gato tocaiando o rato. Isso tá na obra de Kardec. Os maus espíritos, Kardec perguntou, eles se afastam quando alguém muda os seus hábitos, as suas atitudes? E os espíritos responde: "Que querias que fizessem?" Eles se afastam. Não tem como eles agirem. Porém eles ficam espreitando que
, eles se afastam quando alguém muda os seus hábitos, as suas atitudes? E os espíritos responde: "Que querias que fizessem?" Eles se afastam. Não tem como eles agirem. Porém eles ficam espreitando que nem o gato espreita o rato. Se a pessoa tem um deslize, eles vão lá e pegam. Então a fissura nada mais é do que aquela brecha que o usuário abriu de ficar voltando para um antigo lugar, de ficar dando bobeira onde não deve, estimulando a memória. E onde é que os espíritos atuam? de perespírito para perespírito, mente com mente. Eles não têm como obrigar pegar da mão e fazer a pessoa entrar num bar, mas ele pode induzir naquela pessoa que já está abrindo uma brecha, já entrou lá e aí começa a dizer: "Bebe só um pouquinho. Faz tanto tempo que tu não usa, tu vai resistir. É só hoje. Não vai dar nada. Ninguém tá vendo". E por aí vai. E aí a pessoa vira uma fissura imensa e ela cai. Por isso que nós na doutrina espírita ensinamos, né? Vigiai e orai, que vem lá do Cristo. Vigiai e orai. E da mesma forma tem um provérbio chinês que fala a mesma coisa, que diz assim: "Nós não conseguimos evitar que os pássaros da tristeza voem por cima da nossa cabeça, mas a gente poderia evitar que eles fizessem um ninho, só que a gente muito pouco vigia e vai abrindo esse espaço e a fissura vem, tá? Então, a religiosidade, espiritualidade, quando a gente tá aqui, a gente não tá lá, porque não dá para servir a dois senhores. Nós não podemos servir a Deus e a Mamon ao mesmo tempo. Nós temos aqui bem na minha frente, eu tenho duas linhas paralelas, ou poderíamos dizer que são essas cadeiras onde vocês estão sentados, que elas estão muito bem postadas e elas estão completamente em linha. Então aqui eu tenho duas linhas paralelas. O que que a física ensina pra gente? Que se duas linhas são exatamente paralelas, tu traça ao infinito e elas não se encontram nunca. Seria a pessoa que tá seguindo o caminho da porta estreita, o caminho que Jesus nos ensinou, nos exemplificou. o caminho que a religião
e paralelas, tu traça ao infinito e elas não se encontram nunca. Seria a pessoa que tá seguindo o caminho da porta estreita, o caminho que Jesus nos ensinou, nos exemplificou. o caminho que a religião nos ensina e o outro caminho que é o caminho da porta larga. Então eu quero me manter em recuperação, eu não quero recair, eu não quero usar mais, então eu me agarro na minha espiritualidade. E quem passa por uma comunidade terapêutica, que passa pelos grupos de ajuda mútua, sabe que existe um tripé pra pessoa ficar em pé na dependência química, que é trabalho, oração e disciplina. Então eu ter o meu trabalho, meu trabalho formal, meu trabalho com a minha família, as minhas obrigações, ter a minha oração, o meu sagrado tem que estar comigo e a disciplina que os tratamentos nos grupos de autoajuda dão. Só que às vezes a pessoas, não, eu acho que eu já tô bem, eu acho que eu tô curado e não existe cura porque é uma doença progressiva, ela não para e ela se torna muitas vezes irremediavelmente fatal e a pessoa vai cair num dos três sers, que é numa cadeia, infelizmente, porque bater em alguém, brigou com alguém, se acidentou, atropelou alguém, causou mal a sociedade. numa cama com inúmeras doenças causadas pelo uso de substâncias químicas, álcool, tabaco e outras, ou num cemitério ou num crematório. Esses são os trcs. Então, o que que acontece quando nós estamos diante disso? Nós não podemos perder a nossa vigilância. Porque se a gente dá um pulinho lá para visitar um amigo da ativa, se a gente der um pulinho naquele bar, a gente entortou 0,01 da nossa linha. E ao entortar essa linha, ela já não é mais paralela. em algum momento ela vai encontrar outra linha e o ser humano vai recair. E por isso que a gente diz que uma recaída ela não acontece no primeiro dia que a pessoa eh foi naquela festa regada bebida que não deveria ir, que muitas vezes quem leva é a própria família, são os codependentes, que são os familiares do dependente, que quando não são tratados eles pensam assim:
aquela festa regada bebida que não deveria ir, que muitas vezes quem leva é a própria família, são os codependentes, que são os familiares do dependente, que quando não são tratados eles pensam assim: "O problema é ele que não sabe beber. Eu posso beber a minha cerveja aqui do lado daquele coitado, daquele ser humano que quer sair dessa situação. Eu não, eu digo para ele que ele não tem que beber. Sim, tu diz que ele não tem que beber, mas tu tá com a bebida do lado dele mexendo na memória química, fazendo ele pensar, abrindo portas paraa influência espiritual. Então sim, você familiar está sendo responsável pela recaída do teu ente querido. Se o familiar não entra num plano de tratamento e não entende que a mudança não é só do dependente, que o familiar ele tem que se comprometer, que nem aquela anedota que a gente diz, né, que o porco foi convidado pela galinha para fazer um café da manhã. E aí o a galinha diz pro porco, vamos fazer um bac com ovos? Eu entro com os ovos. E o porco, gente, com que que entra? Coitado do porco. A galinha no bem bom. Assim é a família do dependente químico que não quer se tratar. Vamos fazer o tratamento, tu dá o teu couro, mas eu não preciso mudar nada. No máximo eu dou dois ovos. Aí deu. Não é assim. A família tem que estar comprometida com tratamento, com a mudança. Ao familiar, uma pessoa que vai namorar alguém que foi uma pessoa nativa da dependência química, ela ela pode beber? Não, não pode. É uma renúncia. Se eu quero conviver com essa pessoa e quero verdadeiramente ajudar, eu não posso levar para festas com bebida. Não posso fazer isso. Mas vamos adiante, tá? no nosso horário, já estamos encerrando, eh, outros benefícios, né, da religiosidade, espiritualidade na dependência química. Eh, evangélicos e católicos usam a confissão e o perdão, exercendo forte apelo à reestruturação da vida e aumento da autoestima. Então, a pessoa se perdoa, é perdoada naquele momento e se ela leva isso a sério mesmo e tenta um novo caminho, isso é muito benéfico. Por isso
apelo à reestruturação da vida e aumento da autoestima. Então, a pessoa se perdoa, é perdoada naquele momento e se ela leva isso a sério mesmo e tenta um novo caminho, isso é muito benéfico. Por isso que cada religião tem sua importância. O que mantém os usuários de álcool e outras drogas na religião e na abstinência é o quê? o bom acolhimento, pressão positiva do grupo, oferta de uma reestruturação de vida e apoio incondicional dos líderes religiosos. E aí a gente se pergunta, nessa casa, nós estamos recebendo isso, né, essa coisa positiva, esse bom acolhimento, tudo isso a gente tem que entender, porque nós temos que oferecer isso, porque é isso que vai ajudar uma pessoa a se manter dentro dessa casa, o bom acolhimento. Vamos nossa hora. Ó, mais 5 minutos. >> OK, 5 minutinhos. Vamos encerrar a doutrina espírita, mais diretamente, né? A doutrina espírita, ela vai trabalhar fatores de vulnerabilidade que levam os jovens a consumir a bebida alcoólica. A gente tem que entender isso, né, que a religião nós temos que apresentar para as crianças o mais cedo possível, o mais precoce possível. E aqui nessa casa, né, como na em algumas outras casas, não são todas, mas tem evangelização desde bebês, tem lugares que tem desde a mãe gestante. Então, por que que nós vamos esperar o jovem, depois de ser jovem escolher se vai ir para uma religião ou não? Nós é que temos que apresentar, mas nós temos que dar esse exemplo. A gente tem que estar em grupo de estudo que os filhos vão vir, porque eles conhecem isso dos pais. genética. Muito importante de entender. Se um jovem já vem de uma família onde o avô bebia forte, a avó bebia forte, alguns tios, pai, mãe, tem bebedores fortes, o ideal é afastar a bebida da família, porque esse jovem, ele não reencarnou nessa família por acaso. Se ele veio numa família que tem pessoas que bebem ou fumam, que já usaram drogas, ele veio porque a genética dele mapeada pelo perespírito na encarnação anterior necessita. Ele vem passar por essa prova. E a família com o
ia que tem pessoas que bebem ou fumam, que já usaram drogas, ele veio porque a genética dele mapeada pelo perespírito na encarnação anterior necessita. Ele vem passar por essa prova. E a família com o conhecimento que nós estamos passando, né, na doutrina espírita, tem que entender: "Eu sou responsável". Então eu tenho que proporcionar um exemplo, um modelo sem isso. E certa vez um paciente me levou seu pai no meu consultório, que era um tabagista, e ele queria que o pai parasse de fumar e o pai tava se adoecendo. E o pai disse: "Eu tenho três filhos, os outros dois não fumam. E justo esse que fuma fica brigando comigo para eu parar de fumar, né? Aí eu disse para ele que que ele não queria aceitar aquilo do filho, queria dar como desculpa invalidar o gesto do filho. Aí disse: "Olha, esse seu filho é o que mais pede, porque infelizmente é o que seria mais suscetível ao teu exemplo negativo. Os outros não." Então, desde a criança que ele pedia para tu não fumar, porque no fundo, no fundo, ele sentia que talvez fosse muito pesado para ele e ele ia cair nisso. Gente, teríamos muitas coisas para falar, né? Eh, a função dos pais educando da melhor maneira possível. E às vezes nós temos pais ausentes, o exemplo negativo, o estilo de vida, amigos usuários, os traumas da infância, o ambiente familiar e comunitário que às vezes facilita o uso de de álcool, de drogas. Às vezes as pessoas não entendem. A porta de entrada é o álcool e o tabaco. As outras drogas vem depois. Então, se eu tenho dentro de casa o uso de álcool, por mínimo que seja, eu já estou estimulando, incentivando para pior das drogas, que é o álcool. Então nós espíritas, ainda sabedores de toda a influência espiritual que existe para quem bebe, porque se aqui ao invés de um copo d'água tivesse me dado uma taça de vinho ou uma cervejinha, qual é o espírito que iria se aproximar para estar perto de mim nesse momento? Seria um espírito bom, um espírito mais superior? Não. Seria um espírito que gosta do vinho, que gosta da cerveja?
jinha, qual é o espírito que iria se aproximar para estar perto de mim nesse momento? Seria um espírito bom, um espírito mais superior? Não. Seria um espírito que gosta do vinho, que gosta da cerveja? Então, por isso que nós temos que pensar, não é quantidade, a mínima quantidade vai atrair quem gosta desse tipo de bebida. Além de atrair isso para dentro da nossa casa, e nós espíritas temos que ter a consciência disso, será que nós devemos utilizar, mesmo que seja o mínimo? Porque nós estamos atraindo o quê para dentro da nossa casa, pra nossa vida? E qual é o tipo de exemplo que nós estamos trazendo pros jovens? É que isso é bom. Às vezes tem barzinhos dentro de casa que parecem altares e somos nós muitas vezes que fazemos. Eu não, graças a Deus que eu já acordei para isso, mas eu quero que vocês acordem. Queridos. Infelizmente o tempo terminou. Eu gostaria de ficar falando pelo menos mais uma meia hora, mas depois fica o convite que às às 19 horas nós continuaremos e aí eu vou poder aprofundar mais coisas ainda sobre tratamento, grupo de ajuda mútua. Venham, não percam, porque nós vamos interagir com vocês através de perguntas e respostas. Muito obrigado, um abraço no coração de todos e até em seguida. Não é, não é, venham, não fiquem, né? Porque nem precisa de sair. Pode ficar aí, os outros que venham, né? Eh, vou fazer uma proposta para vocês. Eh, se no segundo momento ele vai falar do grupo de ajuda mútua, mas se vocês quiserem, vai ter alguém aqui colhendo pergunas. Se vocês quiserem fazer alguma pergunta sobre esse esses últimos tópicos que ele disse, pode fazer. Por quê? Porque nós vamos ter muitas perguntas e não vai ter tempo dele responder, não é, Dra. Márcia? Pois então que ela vai auxiliar ele nesse segundo momento, estar com ele, né? Então vocês podem fazer porque depois nós vamos fazer o quê? Passar essas perguntas para ele e com a produtora elas mandam um link e ele pode responder todas. E nós transformamos isso num programa que vocês podem assistir depois, só entrar no site da
zer o quê? Passar essas perguntas para ele e com a produtora elas mandam um link e ele pode responder todas. E nós transformamos isso num programa que vocês podem assistir depois, só entrar no site da diretoria de atendimento e orientação que vão estar as respostas de vocês. Pode ser, doutor? Então, tá combinado. Então, fiquem aqui, né? Tome um café, compra o livro, né? o livro do Dr. Edson, Dr. Alejandro e que ele vai estar lá na sala, lá em cima, naquela mesinha redonda de plástico branco autografando para vocês, certo? Ou se quiser também ficar aqui, mas o lado isso aí, depende de você. Então nós vamos encerrando esse nosso momento, mas a gente, como são dois momentos distintos, eu convido a Dra. Márcia Leão para fazer a prece de encerramento desse nosso momento. Por favor, doutora. Dra. Márcia Leon é da Associação Médica do Planalto e que está com o marido dela ali também, que é da Associação Médica do Planalto. >> Amigos queridos, vamos então fechar os nossos olhos, rendendo graças a Jesus, a Deus nosso Pai, a Dr. Bezerra de Menezes, patrono deste auditório, desta casa e também de todas as Ames espalhadas pelo nosso Brasil e também espalhadas em outros países em trabalho conjunto com Leon Deni. Agradecemos por esta oportunidade que temos de escutar orientações tão sensíveis ao nosso campo mental. Agradecemos a espiritualidade amiga que aqui derrama sobre nós luzes, bênçãos, pétalas de flores que nos trazem paz, confiança e esperança em dias melhores, não só para nós aqui neste salão, mas também em todos os lares conectados conosco através da TV Comunhão. Que possamos abrir a nossa mente, abrir o nosso coração, estender as mãos a todos os irmãos necessitados, muitas vezes solitários dentro do uso de substâncias. E assim, rendendo graças a ti, Senhor, lhe pedimos autorização para finalizar este momento e que em breve, nos próximos minutos, possamos estar aqui novamente para mais um momento de discussão neste tema tão abençoado para nós. E assim agradecemos o Senhor Jesus por tudo e
izar este momento e que em breve, nos próximos minutos, possamos estar aqui novamente para mais um momento de discussão neste tema tão abençoado para nós. E assim agradecemos o Senhor Jesus por tudo e portanto que assim seja. Então, até daqui a pouquinho. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. >> Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações.
espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a [música] tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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