Deixai vir a mim as criancinhas, com Jarbas Arrais | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Deixai vir a mim as criancinhas. ESE, Cap. 8, itens 18 e 19. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
Boa tarde, queridas irmãs, queridos irmãos aqui presentes na sede do Distrito Federal da Federação Espírita Brasileira, conhecida como Casa de Ismael, Tenda de Ismael e Também irmãos e irmãs que nos acompanham pelas redes sociais, virtuais da nossa amada FEB. Sejamos todos nós, querido irmão Jarvas, Lenira, sejamos todos muito bem-vindos a essa casa de amor e paz. Então, daremos início nesse momento a mais essa tarde de estudos do nosso amado Evangelho Segundo Espiritismo, que sempre ocorre aos domingos às 17 horas até às 18. No estudo sequencial, iniciaremos com a oração para nos harmonizarmos em sintonia com alto, com Deus, nosso pai, com Jesus. Em seguida, faremos o nosso estudo preparatório e após isso, a palestra. Oremos então em conjunto. Pai amado, de todo amor e bondade, estamos aqui, Senhor, unidos em pensamento, em coração, todos nós, elevando os nossos pensamentos a ti, Senhor, agradecendo mais essa oportunidade de vida que temos, de vida que nos deste, Senhor. Como somos gratos pela capacidade de aprendermos pela capacidade de aprendermos o evangelho de Jesus, que aqui está disponível ao nosso alcance. a cada lição e morredoura que nos toca o coração e nos faz ter vontade de praticarmos com nossas mãos e vivenciarmos primeiramente mente em nós e estendermos a todos os irmãos que estiverem ao nosso alcance. Gratidão, Senhor, por esse estímulo que o estudo do Evangelho segundo o Espiritismo nos provoca. Quanta gratidão. Agradecemos também essas bênçãos, benfaz incessantes que sentimos. Neste exato momento, neste outono de de 2025, que recai sobre nós em Brasília e em todo o planeta. todos que acompanham neste momento e que posteriormente acompanharão este estudo. E neste coração de todos nós grato que somos, pedimos a permissão para iniciarmos este momento de estudo e reflexão da tarde de hoje, dizendo graças a Deus. Passamos agora a palavra à nossa querida irmã Lenira. Boa tarde, amigos. Que Jesus esteja no coração de todos nesse domingo de Páscoa, né? Hoje celebramos não só a
arde de hoje, dizendo graças a Deus. Passamos agora a palavra à nossa querida irmã Lenira. Boa tarde, amigos. Que Jesus esteja no coração de todos nesse domingo de Páscoa, né? Hoje celebramos não só a passagem da morte para a vida, mas como renovamos nossa boa vontade e coragem moral para resistir às más influências e enfrentar os problemas. Que a mensagem do amor de Jesus Cristo seja sempre lembrada no coração de cada um de nós. É muito bom estar aqui com vocês para refletir sobre os ensinos desse nosso mestre, nosso guia, nosso modelo. E hoje a nossa leitura de harmonização é sobre o tema Tendo Medo que está no capítulo 132 do livro Fonte Viva. Busquemos escutar com os ouvidos, mas compreender, né, com o coração, como nos ensinou Jesus, tendo medo e tendo medo, escondi na terra o teu talento. Assim nos disse Jesus no versículo 25 do capítulo 25 de Mateus, as considerações de Emanuel. Na parábola dos talentos, o servo negligente atribui ao medo a causa do insucesso que se infelicita. receber a mais reduzidas possibilidades de ganho, contar apenas com um talento e temer a lutar para valorizá-lo. Quanto aconteceu ao servidor invigilante da narrativa evangélica, há muitas pessoas que se acusam pobres de recursos para transitar no mundo como desejariam e recolhem-se a ociosidade, alegando o medo da ação. Medo de trabalhar, medo de servir, medo de fazer amigos, medo de desapontar, medo de sofrer, medo da incompreensão, medo da alegria, medo da dor e alcançam o fim do corpo como sensitivas humanas, sem o mínimo esforço para enriquecer a existência. Na vida agarram-se ao medo da morte, na morte confessam o medo da vida. E a pretexto de serem menos favorecidos pelo destino, transformam-se gradativamente em campeões da inutilidade da preguiça. Se recebeste, pois, mais rude tarefa no mundo, não te atemorizes à frente dos outros e faça dela o teu caminho de progresso e renovação. Por mais sombria seja a estrada que foste conduzido pelas circunstâncias, enriquece-a com a tua luz do teu esforço
te atemorizes à frente dos outros e faça dela o teu caminho de progresso e renovação. Por mais sombria seja a estrada que foste conduzido pelas circunstâncias, enriquece-a com a tua luz do teu esforço no bem, porque o medo não serviu como justificativa aceitável no acerto de contas entre o servo e o senhor. Pois é, né, gente? Hoje, Emano nos traz esse convite pra gente refletir sobre o medo. Esse medo que paralisa os nossos sentidos e a nossa vontade, que nos paralisa a ação. Há aqueles que não ajudam o próximo, pois têm medo de perder dinheiro acumulado, outros medos de adoecer, outros medos de se comprometerem. São tantos temores, na verdade diríamos que sim, são desculpas que revelam muito mais a nossa preguiça e a nossa inutilidade. Entretanto, a vida vai passando, né? E quando nos damos conta, passou uma existência. E o que de bom realizamos de fato nessa existência? É isso que nos cabe sempre perguntar. E é doloroso quando percebemos que perdemos oportunidades grandiosas de crescer. e de evoluir espiritualmente. A inércia, a preguiça, o medo paralisante, quando eles nos governam, eles nos levam a perder oportunidades valiosas de interagir com o nosso próximo, de aprender, de errar também, de tornar a aprender, né? enfim, também de servir, de conhecer, de expandir os nossos horizontes e viver com alegria os novos desafios que a vida nos oferece. Deus nos oportuniza a todo momento, durante cada encarnação, o uso apropriado dos nossos talentos. Talentos esses que são dádivas, dádivas divinas que nos possibilitam promover a nossa própria evolução. Alguns desavisados não percebem claramente a existência dessas dádivas, desses dons e talentos. cegos ou milpes espirituais não entende que a que literalmente tudo que a gente detém até a própria existência são exemplos dessas dádivas do Criador, por mais simples e óbvios que nos pareçam, como o dom da palavra, a possibilidade da audição, da visão, a capacidade de locomoção, o raciocínio lúcido, o tempo livre que dispomos, são muitos, muitos
, por mais simples e óbvios que nos pareçam, como o dom da palavra, a possibilidade da audição, da visão, a capacidade de locomoção, o raciocínio lúcido, o tempo livre que dispomos, são muitos, muitos os recursos emprestados pela divindade e empréstimos que teremos que prestar contas em algum momento. Já pensaram naquelas pessoas que temporariamente não detém esses recursos básicos ou não desfrutam desses dons em perfeito equilíbrio? Mas nem por isso elas se deixam abalar pelo medo paralisante e se entregam com boa vontade e coragem para construir um mundo melhor, mais fraterno, mais solidário. Ou seja, elas conseguem multiplicar os seus talentos. Esse é o motivo que a parábola dos dos talentos foi contada por Jesus. é uma metáfora, né, que ensina sobre a responsabilidade e o uso adequado dos dons e habilidades que cada um recebe, bem como ilustra como o medo pode paralisar e impedir a realizão realização do nosso potencial individual. Em linhas gerais, essa essa parábola dos talentos, ela nos fala de um homem, de um senhor que prestes a viar vigiar, viajar, ele distribui os talentos entre seus servos, cada um recebendo um número diferente e espera que eles o usem para multiplicar. Aqueles que usam seus talentos para gerar mais são elogiados e recompensados, enquanto que o servo, que esconde o seu talento com medo de perdê-lo é condenado por negligência. Ou seja, os servos que usam seus talentos com coragem e iniciativa, multiplicando-os e demonstrando a sua responsabilidade, são recompensados com mais talentos. Já o servo que esconde o seu talento, seja por medo de perder ou de falhar, ou de ser responsabilidade, responsabilizado pelo seu mau uso, acaba perdendo até o talento que ele tinha. Ou seja, a parábola nos ensina que o medo é uma barreira que impede o crescimento e a realização. É preciso superar o medo e usar de coragem para desenvolver talentos e aproveitar oportunidades que nos são dadas. Em suma, a parábola dos talentos servem como um alerta para que não nos deixemos
ção. É preciso superar o medo e usar de coragem para desenvolver talentos e aproveitar oportunidades que nos são dadas. Em suma, a parábola dos talentos servem como um alerta para que não nos deixemos paralisar pelo medo e ao invés disso, assumamos a responsabilidade de usar nossos talentos para aprender a fazer o bem. E gente, o erro faz parte do processo da aprendizagem. Já a preguiça e a inércia de nada contribuem pro nosso progresso, não é mesmo? E superar o medo é confiar em Deus. São reflexões, muitas reflexões, eu sei que de fórum íntimo. E refletindo sobre tudo isso, eu me lembrei de uma parábola que fala sobre a coragem e o medo, que eu gostaria de compartilhar com vocês ainda hoje. Ela fala assim: "Numa pequena aldeia havia uma fonte de águas cristalinas, essencial paraa sobrevivência de todos os seus moradores". Certo dia, uma terrível tempestade desabou sobre a região e um deslizamento de terra e pedras contaminou aquela fonte, tornando a água imprópria para consumo. Os aldeões, liderados pelo ancião do vilarejo, reuniram-se em desespero. A única solução era limpar a fonte, mas para isso alguém teria que mergulhar naquelas águas turvas e remover os detritos. Era uma tarefa perigosa, devido à falta de visibilidade e ao risco de novos desamentos. O medo tomou conta de todos, pois entrar nas águas, agora perigosas poderia ser fatal. Foi então que Ana, uma jovem que sempre viveu a sombra de seu medo de águas profundas, deu um passo à frente. Tremendo, ele olhou para os rostos temerosos ao seu redor e disse com voz firme: "Eu vou. Meu medo é grande, mas a necessidade de água limpa para as nossas famílias é maior." E antes que alguém pudesse dissuadi-la, Ana amarrou uma corda em volta da cintura, entregue pelas mãos trêmulas do seu próprio pai. e entrou naquela água barrenta. Os minutos passaram como horas, enquanto todos aguardavam em silêncio, até que finalmente ela emergiu, trazendo consigo os detritos que bloqueavam a nascente. Exausta, mas com um sorriso de
barrenta. Os minutos passaram como horas, enquanto todos aguardavam em silêncio, até que finalmente ela emergiu, trazendo consigo os detritos que bloqueavam a nascente. Exausta, mas com um sorriso de triunfo, Ana foi acolhida por sua comunidade que a celebrava como heroína. Ela havia enfrentado seu maior medo e com isso não só salvou a fonte, mas também deu um exemplo de coragem para todos. A coragem", disse o ancião, enquanto todos ouviam, "não é a ausência de medo, mas a decisão de que algo é mais importante do que o medo." E assim a coragem de Ana tornou-se uma história contada de geração em geração naquela aldeia, lembrando a todos que mesmo nos momentos de maior temor, a força para superar vem da certeza que algumas coisas na vida valem mais do que o próprio medo. Que saibamos, né, enfrentar os nossos medos. Obrigada, gente. Vamos ao nosso palestra de hoje. Agradecemos a querida Lenira pelas reflexões e passamos agora a palavra ao nosso irmão Jarvas Arrais, por gentileza. Boa tarde a todos os irmãos, a todas as irmãs. Que a paz de Jesus esteja entre nós em todos os instantes de nossas vidas. Vamos lembrar que hoje mais uma vez nós lembramos da passagem do mestre aqui entre nós, tomar conhecimento para que fôssemos mais assertivos nas nossas escolhas, para que pudéssemos acertar mais e errar menos. Ele continuou tendo vida e vida em abundância que ele ofereceu a cada um de nós. Se sacrificou, veio, renunciou e passou entre nós o tempo necessário para que as informações viessem de forma viva na prática, não pela teoria, pelo conhecimento, que é importante, sim, mas é importantíssima prática, a vivência. E ele veio nos demonstrar que a vida continua, a vida permanece para sempre. Nós passamos por dificuldades, sejam elas quais forem, mas nós vamos continuar. E como ele mesmo próprio, ele próprio disse, nós vamos perseverar, porque aquele que perseverar até o fim será salvo. Salvo de quê? dos vícios, paixões, más tendências, ilusões, enganos que nos trazem a infelicidade. É
róprio, ele próprio disse, nós vamos perseverar, porque aquele que perseverar até o fim será salvo. Salvo de quê? dos vícios, paixões, más tendências, ilusões, enganos que nos trazem a infelicidade. É necessário, então, lembrar do mestre na Páscoa, como em todos os dias, como o modelo e o guia. Não temos um modelo maior. Deus nos deu Jesus, para que pudesse servir de modelo e guia. e nas dificuldades pelas quais nós possamos passar. Já temos passados por passado por muitas, talvez num instante estejamos passando por alguns obstáculos, mas o certo é que no momento em que confiarmos em Jesus, na sua mensagem de amor, misericórdia, para que nós possamos vencer não mais aos nossos irmãos, mas a nós mesmos, nós nos reabastecemos de forças. A desconfiança nos retira a condição de acolher as energias necessárias, as intuições que precisamos para a solução das dificuldades. E nós ficamos entregues a nós próprios. Lembrando que na escala tem algumas delas, mas uma delas nos diz que nós temos três níveis de evolução. Espíritos imperfeitos. Depois de vencer essas etapas, os bons espíritos e por último os espíritos puros. Os espíritos puros são aqueles que já conseguiram vencer as dificuldades da matéria e a matéria já não traz mais nenhuma influência sobre eles. Pelo contrário, eles controlam totalmente a matéria. E no outro lado da escala, no início, são espíritos imperfeitos. Somos nós. Se somos imperfeitos, devemos esperar sempre auxílio de alguém que possa nos encaminhar a direção correta. E a direção correta será sempre a do bem. A do bem para todos. Não um bem seletivo. Para quê? Para nossa família somente ou para alguns amigos ou para alguém que queiramos beneficiar em particular. Mas o bem para todos. Isso é bem se for para todos. Se conseguimos alguma coisa e alguém foi prejudicado com aquilo que foi a nossa conquista, devemos parar, refletir, raciocinar, utilizar da paciência para que nós venhamos a descobrir qual deve ser a nossa ação, para não nos comprometermos ou fazermos
o com aquilo que foi a nossa conquista, devemos parar, refletir, raciocinar, utilizar da paciência para que nós venhamos a descobrir qual deve ser a nossa ação, para não nos comprometermos ou fazermos más escolhas que terão que ser corrigidas às ações que nós possamos ter praticado de maneira errônea. Mas a infinita misericórdia de Deus nos traz sempre nos trouxe e vai nos trazer no futuro oportunidades de refazer aquilo que por acaso não tenha sido completo. Vai nos dar oportunidade de aprendizado até chegarmos a uma pureza de espírito relativa ao que nós podemos alcançar, já que absoluto somente Deus o é. E nestas condições, ele nos apresenta a reencarnação, a possibilidade de voltarmos em um outro corpo para exercitarmos aquilo que vai nos libertar, que vai nos sentir, fazer nos sentir plenos, aprovados pela nossa própria consciência, mesmo que de algum momento ou durante alguns momentos nós tenhamos uma dificuldade que nós enfrentemos de sabores ou obstáculos, porque eles serão colocados sempre como forma de exercitar aquilo que temos em germem. Fomos feitos à imagem e semelhança de Deus. Tudo que Deus tem colocou em germe para que nós pudéssemos desenvolver por intermédio do trabalho. Talvez por isso Jesus tenha nos lembrado no seu evangelho. Meu pai trabalha e eu trabalho. Não há como crescermos sem trabalharmos. Não só o trabalho remunerado, que é importante para vencermos as dificuldades materiais que precisamos atender, a casa, a vestimenta, o colégio dos filhos, o nosso transporte ou o plano de saúde em uma situação de emergência, mas indo além como uma ocupação útil. Os espíritos nos informam que trabalho é toda ocupação útil. Tudo aquilo que agregar valor, que gerar progresso, que voltar e fizer o reequilíbrio se instalar, é trabalho. Então, se permanecemos muitas vezes calados diante de uma dificuldade apresentada pelo nosso irmão, pela nossa irmã, porque sabemos que se formos falar a verdade, como dizem, nua e crua, a dificuldade do nosso irmão ou da nossa irmã aumentará.
diante de uma dificuldade apresentada pelo nosso irmão, pela nossa irmã, porque sabemos que se formos falar a verdade, como dizem, nua e crua, a dificuldade do nosso irmão ou da nossa irmã aumentará. É preciso graduar essa verdade para que possa ser assimilada com proveito por todos nós e principalmente por aqueles que nós desejamos com muito amor e com muito carinho dar de nós. Deus é o eterno e infinito doador. Se ele nos fez a imagem e semelhança dele, nós deveremos desenvolver a capacidade de doação também, não só da doação do recurso financeiro, mas a doação da nossa paciência, a doação da nossa calma, da nossa tolerância, do nosso perdão, da nossa misericórdia, da nossa compreensão e todas as virtudes que nos foram colocadas e dadas para que nós possamos amos viver em harmonia, para que possamos confiar uns nos outros, para que se estabeleça um ambiente de paz e de concórdia que todos nós desejamos, mas é preciso uma ação continuada de cada um de nós para construir esse essa terra, essa terra mais fraterna e por consequência mais feliz. Enquanto não modificarmos as nossas escolhas, que são muitas vezes feitas pelo interesse pessoal, nós não atingiremos essa meta. Foi isso que Jesus veio demonstrar a nós, para que nós pudéssemos ter essa vida, vida em abundância. E o que seria a morte, senão a contrariedade que nós causamos à nossa própria consciência. Lá está escrita a lei de Deus. E não há como corromper a nossa consciência. Podemos tentar não escutá-la, podemos fazer com que ela se desligue como se fosse o interruptor, mas ela volta a nos chamar à posição de equilíbrio para que deixemos a ilusão e todos nós vamos desencarnar. seramos chamados a ficar somente com os valores que nós conseguimos amealhar por intermédio do nosso esforço, do nosso trabalho. Os bens materiais vão ficar, passarão para outras mãos de alguns conhecidos nossos, outros nem tanto, e outros até desconhecidos, mas eles serão remanejados. Temos uma cota de tempo, de permanência durante a encarnação para
icar, passarão para outras mãos de alguns conhecidos nossos, outros nem tanto, e outros até desconhecidos, mas eles serão remanejados. Temos uma cota de tempo, de permanência durante a encarnação para exercitarmos aquilo que nós tomamos conhecimento lá no plano espiritual e fizemos, participamos de um planejamento reencarnatório. Quando verificando de mais alto, vimos que necessitaríamos de mais paciência, de mais tolerância, de mais compreensão, de mais caridade, de mais amor aos nossos irmãos, à nossas irmãs. Para que assim possamos assimilar isso tudo, é preciso passar por experiências. E Deus não nos retira essas experiências para que nós possamos crescer. Qual de nós com uma criança pequena, um filho ou responsável por alguma criança e ela não quer de maneira nenhuma tomar uma vacina porque aquela picadinha dói e nós sabemos que dói. E ela pede ao pai ou pede à mãe ou pede ao seu responsável que não deixe acontecer aquilo, mas nós sabemos que aquilo vai protegê-la de dificuldades maiores no caso da saúde para que ela possa se desenvolver e crescer. com tranquilidade, com equilíbrio, e nós deixamos que ela receba aquela vacina antitetânica ou outra contra qualquer com a prevenção para qualquer outra doença. O pai também age assim conosco. Ele não tira de nós as dificuldades. Ele nos dá a oportunidade de exercitarmos aquilo que está em germe em nós para que nós possamos ser felizes. E aí vem o objetivo da encarnação, que nós passamos a ler na pergunta 132 do livro dos espíritos. Qual o objetivo da encarnação dos espíritos? E os espíritos respondem: Deus lhes impõe, é determinante a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. E todos nós vamos chegar à perfeição. Das ovelhas que meu Pai me confiou, nenhuma se perderá. Para uns é expiação, para outros missão. Mas para alcançarem essa perfeição, tem que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal. Nisso é que está a expiação. Ou seja, todos nós vamos ter a possibilidade de reparar aquilo que no passado ficou incompleto ou mal feito.
, tem que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal. Nisso é que está a expiação. Ou seja, todos nós vamos ter a possibilidade de reparar aquilo que no passado ficou incompleto ou mal feito. Somos espíritos imperfeitos, como dizia ainda há pouco, mas somos perfectíveis. Nós vamos alcançar a perfeição relativa que aguarda a todos nós sem exceção. Não há como fugir da lei do progresso. O progresso é para todos. E se nós tentarmos resistir durante algum tempo, conseguiremos retardá-lo. Mas dentro em breve nós seremos arrastados, como dizem os espíritos, por uma força maior que nos vai fazer melhores por intermédio do enfrentamento das dificuldades que vêm como problemas financeiros, problemas de doença, problemas de relacionamento na nossa família, nos locais de trabalho, com traições que chegam até nós, em que nós somos convidados a exercer o perdão. Perdão. Quantas vezes? pergunta Pedro a Jesus até sete vezes e Jesus diz: "Não sete, mas 70 vezes 7 também não são 490 vezes. São quantas vezes o nosso irmão, a nossa irmã necessitado do nosso perdão? Não fomos feitos à imagem e semelhança de Deus? Se ele nos perdoa e nos proporciona uma nova oportunidade de aprendizado, porque nós não seríamos convidados a fazer igual a Deus, nosso pai? Não somos deuses. Nós não temos a capacidade infinita que ele tem, mas temos a possibilidade de exercitar aquilo que ele colocou em germen em nós. E Jesus veio demonstrar isso. Perdoou a todos. serviu a Judas na última ceia, sabendo que ele o estava a atrair, mas mesmo assim ele fez com que a misericórdia fosse maior do que a sua intenção de se prevenir contra um mal que no final acabou acontecendo. Ele foi crucificado. Nós, todos nós já temos conhecimento. É importante sabermos que para exercitarmos esses atributos que temos, temos que passar por várias encarnações. E nascemos com uma oportunidade pela pela união de um pai e de uma mãe que nos dá uma possibilidade de chegarmos à vida. E passamos por um período infantil. Nesse período
assar por várias encarnações. E nascemos com uma oportunidade pela pela união de um pai e de uma mãe que nos dá uma possibilidade de chegarmos à vida. E passamos por um período infantil. Nesse período infantil, nós somos mais maleáveis as orientações. Aceitamos com muito mais facilidade as orientações dos pais, das mães, dos pais ou daqueles que são responsáveis pela educação. Já que sabemos que a educação, como dizem os espíritos, é a arte de mudança de caracteres que geram, geram hábitos bons. É preciso então que nós identifiquemos em nossos filhos e filhas aquilo que eles precisam melhorar e possamos ter forças e energias e sabedoria para conseguir encaminhá-los na direção de Deus, nosso pai. Essa é a maior missão do pai e da mãe, encaminhar aqueles que vêm até nós por intermédio da encarnação para o caminho da plenitude. E nós sabemos que não há como retirar Deus do centro. pergunta no item, na pergunta 1009 do livro dos espíritos, tem uma mensagem de Paulo de Tarso, que ele diz que a nossa destinação é orbitar em torno da unidade divina. Quando retiramos Deus do centro e nos colocamos no centro, nós perdemos a oportunidade de receber aquilo de que tanto necessitamos, as informações, porque não temos a sabedoria necessária, o discernimento completo para tomarmos as decisões todas e precisamos de auxílio. podemos recorrer a Deus, a Jesus, o nosso mestre, irmão, fazendo aquela pergunta que os que venceram a si próprios realizaram e fizeram: "Senhor, que queres que eu faça?" Não entendo porque estou passando por essa situação difícil. Não consigo vislumbrar o fim dessa mesma situação, mas eu quero o teu amparo, teu socorro. Confio em ti e me diz o que que eu devo fazer. A resposta virá, como nos diz Emmanuel, de infinitas formas, às vezes na palavra de um amigo, às vezes numa leitura de um trecho, de um livro, às vezes na leitura de um outdoor, na escuta de uma conversa de alguém que está dialogando perto de nós, mas sem se dirigir a nós próprios, pela intuição de algo que nós não
de um trecho, de um livro, às vezes na leitura de um outdoor, na escuta de uma conversa de alguém que está dialogando perto de nós, mas sem se dirigir a nós próprios, pela intuição de algo que nós não havíamos pensado. E esse essas possibilidades estão à disposição de todos nós, sem exceção. A prece é o momento de ligação com Deus. A prece é o momento em que nós podemos recorrer de maneira humilde, sem tentar impor à divindade aquilo que é o nosso desejo, mas aceitando a vontade perfeita do Pai. Se me colocou essa situação difícil, se tenho filhos difíceis, eu também tenho assistência para vencer essas dificuldades. Me auxilia para que eu possa contribuir com este que vem ao mundo, para que a lei do progresso eu não resista. Por isso que Jesus diz: "Vinde a mim as criancinhas, e pede que não as impeaçais". Muitas vezes nós impedimos a ida de alguém, não só a criança, mas pode também ser um adulto, a Jesus. Impedimos de que forma? Quando nós tiramos a esperança daquele ou daquela que necessita de um incentivo, quando nós dizemos que não há solução para aquela dificuldade que ela apresenta, quando no período infantil nós fazemos barganha com os nossos filhos, se você fizer isso, eu te darei aquilo, como se fosse um jogo de negócio, quando eu teria que, na verdade, fazer com que os meus filhos, as minhas filhas, fossem orientadas na execução do bem e que ele experimentasse, ele ou ela, o prazer que nós temos, a felicidade que chega em nós quando fazemos o bem, mas que não seja um jogo de troca, de troca com alguém ou com ameaças que muitas vezes nós fazemos. Se você não fizer isso, darei aquele seu brinquedo para outra pessoa. Se você não fizer aquilo, eu não te darei esse doce que você gosta tanto. Nós temos que orientar as crianças para procurarem dentro de si próprios a maneira de conviver com as outras pessoas, não só materialmente falando, porque é importante que nós tenhamos recursos para proveres, mas é preciso lembrar de uma das passagens em que Jesus disse:
s a maneira de conviver com as outras pessoas, não só materialmente falando, porque é importante que nós tenhamos recursos para proveres, mas é preciso lembrar de uma das passagens em que Jesus disse: "Procurai primeiro o reino de Deus e a sua justiça. Tudo o mais virá por acréscimo. Ele não disse que nós não precisamos de muitas outras coisas. Precisamos da roupa, precisamos da casa, do recurso financeiro, recursos para o nosso transporte e outras tantas necessidades. Mas ele diz que nós não devemos inverter a prioridade. Isso não é o prioritário, virá. Mas o prioritário é a construção do reino de Deus, que se inicia dentro de nós próprios. Todos nós queremos a paz, mas nós temos comportamentos pacíficos. Nós perdoamos ao nosso irmão, nós ficamos em silêncio quando aquilo que vamos falar vai trazer um desequilíbrio maior do que o que já está instalado. Nós cedemos ao nosso irmão do nosso tempo, nós procuramos ser caridos a resposta cada um deve dar a si próprio. Nós temos possibilidade de crescimento, mas muitas vezes nós perdemos essas oportunidades porque não visualizamos qual seria a melhor a melhor escolha a fazer. E é sempre óbvio que toda escolha vai gerar uma perda. Não há como ganharmos tudo. Por isso Jesus nos deu a prioridade. Primeiro, atenda a sua própria consciência. E qual é a chave para nós examinarmos a nossa consciência? Tem uma pergunta que as religiões, várias delas fazem fazer aos outros o que gostaria que os outros nos fizessem. Nós queríamos ser tratados daquela maneira se nós estivéssemos em erro? Ou gostaríamos de ter uma oportunidade, de sermos compreendidos, de sermos levado em consideração o esforço que fizemos? Devemos dar aos outros aquilo que nós desejamos receber. Se queremos ser justos, nós devemos tratar a todos de maneira igual, concedendo oportunidades quantas a pessoa necessitar para superar a si própria, já que nós não viemos para disputar absolutamente nada com ninguém. E nós vamos nos permitir terminar de ler essa pergunta, a resposta à pergunta
quantas a pessoa necessitar para superar a si própria, já que nós não viemos para disputar absolutamente nada com ninguém. E nós vamos nos permitir terminar de ler essa pergunta, a resposta à pergunta 132. Quando os espíritos nos dizem: "Viz ainda outro fim à encarnação, o de pôr o espírito em condições de suportar a parte que ele toca na obra da criação. Cada um de nós tem algo a colaborar. Nenhum de nós está isento da condição de auxiliar a construção de uma terra mais fraterna e, portanto, mais feliz." Como dissemos ainda há pouco, não há possibilidade de vivermos bem esperando que venha tudo de presente para nós. Nós temos condição de construir o melhor para nós próprios, por intermédio da educação, examinando dos nossos irmãos, não só aquelas criancinhas, porque todos nós somos essa criancinha, porque não aprendemos tudo. Somos espíritos imperfeitos. Jesus não estava querendo dizer só daquelas crianças que certamente estavam em algazarra, que estavam no parecer dos apóstolos causando algum tumulto e por isso queriam separá-las de Jesus. Mas Jesus se coloca de novo, novamente à disposição de todos, dizendo: "Deixai virem a mim as criancinhas." Nós não podemos impedi-las. E como é que a gente impede um adulto considerado uma criancinha espiritual de ir a Jesus? Quando nós distribuímos doutrinas que são nocivas ao conforto espiritual daquela pessoa, quando dizemos que aquela situação não tem jeito e ela vai ter que enfrentar e talvez nunca cesse. Quando tiramos a esperança, quando tornamos a fé aquela muito leve e que se quebra facilmente, que ela não é raciocinada, como diz Kardec, fé inabalável sou é aquela que pode enfrentar a razão frente à frente em todas as épocas. Se nós retiramos essa possibilidade que nós todos já temos do conhecimento da doutrina espírita e não multiplicamos, como lido ainda há pouco e comentado pela Lenira, nós estaremos guardando o nosso talento no bolso. Se a doutrina espírita e o evangelho de Jesus libertam as consciências, é obrigação
o multiplicamos, como lido ainda há pouco e comentado pela Lenira, nós estaremos guardando o nosso talento no bolso. Se a doutrina espírita e o evangelho de Jesus libertam as consciências, é obrigação nossa multiplicar tudo isso sem medo, mas sem forçar a quem quer que seja. Porque Jesus, o modelo e guia da humanidade, o governador do nosso planeta, respeitou a todos. Em determinada ocasião, quando ele encontra o senador Públo Lentoles, está descrito lá no livro Há 2000 anos, ele convida esse senador que hoje é Emanuel, um dos que nos traz os comentários ricos do Evangelho. Ele diz a ele: "Está, senador, está na sua vontade, está no seu querer me seguir agora ou daqui a milênios?" Ele estava respeitando a condição de momento do senador Públo Lentolus, alguém que tinha a autoridade na época na Palestina para fazer com que o império romano fosse obedecido e que se isentou. Poderia ele ter contribuído para que o mestre não tivesse a sua crucificação, mas não o fez. Por sentido de orgulho dos patrícios, ele se recusou a isso fazer. Mas Jesus continua a trabalhar por ele como por todos nós. Vamos lembrar que o planeta Terra tem, segundo a ciência, mais ou menos 4 bilhões 500 milhões de anos. Vamos lembrar também que os espíritos superiores eles planejam. Então, houve um planejamento paraa criação do nosso planeta de desprendimento do sol e tudo que era necessário para que nós pudéssemos ter esse ambiente agora propício pro nosso desenvolvimento mais algum tempo, talvez 500 milhões de anos ou mais. E Jesus está nessa atividade há mais ou menos 5 bilhões de anos. Não temos precisão no que estamos falando, mas de uma ordem para que nós tenhamos uma ideia. O Homo sapiens tem 200 e poucos mil anos. Jesus está nessa tarefa de auxílio a todos nós há bilhões de anos. Não renunciou à sua tarefa. Continua se sacrificando em prol de todos nós e confiando de que Deus não erra. Se nós acharmos que alguém não pode progredir, que alguém não vai se melhorar, ou, como diz o ditado popular,
ua tarefa. Continua se sacrificando em prol de todos nós e confiando de que Deus não erra. Se nós acharmos que alguém não pode progredir, que alguém não vai se melhorar, ou, como diz o ditado popular, Paulo que nasce torto, morre torto, nós estaremos desfazendo da perfeição da divindade. Ele usa, como diz Humberto de Campos, ele usa o tempo, não usa a violência. Deus não é violento e muitas vezes nós queremos resolver as situações que nos são apresentadas de maneira violenta e passamos isso aos nossos filhos e aos nossos irmãos. Não vai funcionar. É preciso descobrir outras maneiras de fazermos com que a consciência se mantenha desperta e que nós não venhamos a nos iludir com a posição social, com a conta bancária gorda, com a aprovação dos nossos irmãos ou irmãs, com a promoção do trabalho, porque tudo isso é passageiro, nos dá um prazer momentâneo, mas vai passar. Mas aquilo que nós tivermos aprendido, isso permanecerá conosco e ficará sempre à nossa disposição. Temos duas asas para progredir. Nós temos que progredir em intelecto, em inteligência e em moral. Somos espíritos imperfeitos, repetimos, mas somos perfectíveis. Temos condição de exercitar sempre em prol dos nossos irmãos e fora da caridade. Não há salvação. Todos já escutaram. Porque é na ação da caridade, que é o amor em ação, que nós colocamos as engrenagens que estão muitas vezes paralisadas, não lubrificadas dentro de nós próprios. Vamos lembrar que os campeões da caridade não vieram sempre com a condição máxima de vencedores. Vamos lembrar de Madre Teresa de Calcutá, quando estava no início nos trabalhos de enfermagem, ela não conseguia ficar perto dos pacientes e tinha ânsia de vômito. Ela se resguardava, saía de perto do paciente, mas procurava uma enfermeira mais antiga e pedia socorro, pedia auxílio. me ajuda a vencer essa dificuldade. E como é que eu vou atender as pessoas se eu não consigo suportar ficar perto delas, suportando aquelas dificuldades que elas também carregam? E ela venceu. Ela
io. me ajuda a vencer essa dificuldade. E como é que eu vou atender as pessoas se eu não consigo suportar ficar perto delas, suportando aquelas dificuldades que elas também carregam? E ela venceu. Ela venceu por boa vontade, por vontade, que é uma das potências da alma. Todos nós podemos direcionar a nossa vontade naquilo que é bom, naquilo que é belo, naquilo que gera o bem. Todos nós, sem exceção, não somos limitados. Todos nós recebemos recursos benditos. Vários foram ditos aqui na preparação inicial para conseguirmos realizar aquilo que nós prometemos no nosso planejamento reencarnatório. Mas eu não lembro qual é o meu planejamento reencarnatório. O que que eu devo fazer? Aquilo que se apresenta como um dever é o que eu devo fazer. fazer aos outros o que gostaria que os outros me fizessem. Se eu me encontro em uma situação em que tenho que atender aos filhos pequenos, eu é dever meu fazer o melhor de mim para não passar as dificuldades que eu possa ter ainda, porque sou o espírito imperfeito para ele ou para ela, para cooperar, para que ele se sinta bem seguro e que aquela segurança se propague em toda a sua vida, permaneça para sempre com ele para não gerar um ambiente tumultuado em que gero condições adversas dentro da minha própria casa e que faz com que a criança se sinta insegura e leve aquela insegurança para toda a sua vida até que ela perceba isso e tente refazer todo o caminho mental, psíquico, que ela deve fazer para superar as dificuldades. Somos nós responsáveis pela influência que causamos nas criancinhas. E as criancinhas são todos os que não aprenderam ainda, não só os novos de idade. Temos criancinhas de 80, 90, 100 anos que não aprenderam ainda e nós temos que cooperar com eles. Temos que fazer com a lei, com que a lei maior, a do amor, a solidariedade, seja uma constante em nossa vida, atendendo a todos a educação. Aquela arte de modificar os caracteres deve estar em nossa mente. Nós estamos numa época de transição, tentando passar de um nível
dade, seja uma constante em nossa vida, atendendo a todos a educação. Aquela arte de modificar os caracteres deve estar em nossa mente. Nós estamos numa época de transição, tentando passar de um nível do nosso planeta de provas e expiações para regeneração. Isso acontecerá como? Por um decreto divino, por um presente divino ou pelos nossos esforços que devem ser constantes na realização do bem, fazendo com que a caridade se estabeleça sempre. Não é só para determinado grupo, já que um dos instrutores de André Luiz, em um dos seus livros, eh, quando perguntado o que que era bem e o que que era mal, eles queriam, André Luiz e os outros alunos queriam aumentar o seu discernimento. E a resposta vem: o bem é a justiça, o progresso, a segurança, o amor, a caridade. E o que seria o mal? o progresso, a justiça, a segurança, a caridade só para você ou só para o seu grupo. Ou seja, é a mesma coisa, mas um para atender ao interesse pessoal e o outro para atender a todos. Essa segunda é o bem. É o bem construído por nós, que vai fazer com que as pessoas se sintam incluídas. Jesus não excluiu a Judas. Jesus não excluiu a Pedro, que o haveria de negar. Ele informou isso antecipadamente, mas ele não excluiu porque sabiam, sabia que eles tinham capacidade de superação como todos nós o temos. Nós podemos nos superar pela vontade de aplicar na prática aquilo que já temos conhecimento que devemos fazer. André Luiz nos disse que se você já tem uma ou duas semanas de conhecimento espírita, já sabe a saciedade o que deve realizar. Todos nós já sabemos fazer aos outros o que gostaríamos que os outros nos fizessem. Mas muitas vezes isso para em uma resistência nossa, que não queremos mudar, mas nós teremos que mudar para progredir. Deveremos experimentar o auxílio aos nossos irmãos. A colaboração ativa em todos os instantes, a resignação, porque quando nos revoltamos, perdemos a lição e ela voltará. A perfeição nos aguarda e quando erramos, a divindade diz de novo. Tornamos a errar e a divindade diz de
todos os instantes, a resignação, porque quando nos revoltamos, perdemos a lição e ela voltará. A perfeição nos aguarda e quando erramos, a divindade diz de novo. Tornamos a errar e a divindade diz de novo, na forma de experiências repetidas, para que em algum momento nós façamos a melhor escolha. Façamos a escolha de realizar não mais a nossa vontade de satisfação dos desejos, mas a vontade de Deus que é perfeita. infinitamente amorosa. Quando perguntado, eh os espíritos respondem que nós devemos sempre fazer o bem, mas qual o limite desse bem? E eles respondem o limite das forças, o limite das possibilidades. Vamos lembrar que Chico Xavier com 90 e poucos anos, ele faleceu acho que com 91, 92 anos, se não me recordo bem, mas a gente via que ele estava até o final procurando trabalhar, procurando atender aos irmãos, à irmãs, sem um interesse pessoal, sem um interesse de paga, nem de aprovação, muito menos de elogio. Ele fazia a vontade do Pai, como Jesus dizia, vim para fazer a vontade do Pai. O meu alimento é fazer a vontade do Pai, porque ela é perfeita. A vontade de Deus é perfeita e nós temos acesso à divindade. Ele está à nossa disposição em todos os instantes. Só não fala como estamos falando aqui. Essa energia sonora que impressiona o tímpano de cada um e que faz com que nós tenhamos a comunicação estabelecida, mas ele tem infinitas formas de nos atender. Lá no livro a Gênese, Kardec diz que os sempre a providência divina tem infinitas formas de nos auxiliar. Ela virá de alguma maneira o auxílio ou a resposta daquele questionamento que tínhamos feito. Se não conseguirmos então orientar os nossos filhos, as nossas criancinhas, nós devemos recorrer à aqueles que já estão mais à frente e perguntar mais uma vez: devo agir com o meu filho, com a minha filha, para que ele desenvolva todos os potenciais e estendendo tudo isso aqueles que não são nossos filhos, compreendendo e perdoando a todos. É difícil para nós ainda perdoar. perdoo, mas não quero mais nunca encontrar essa
volva todos os potenciais e estendendo tudo isso aqueles que não são nossos filhos, compreendendo e perdoando a todos. É difícil para nós ainda perdoar. perdoo, mas não quero mais nunca encontrar essa pessoa. não conseguiu ainda perdoar, porque oferece resistência à reconciliação, oferece resistência aquilo que nós mais dia, menos dia teremos que fazer, a inclusão de todos em um sentimento de amor que hoje não conseguimos ainda realizar, mas que deve ser um exercício constante, iniciando os nossos lares, se estendendo ao nosso local de trabalho e ampliando para com todos aqueles com os quais nós travarmos contato. fazendo sempre a vontade de Deus, fomos feitos à imagem e semelhança dele. Não podemos esquecer que a nossa destinação é a perfeição de espírito. É a capacidade que temos todos nós de superação. Nenhum de nós vai ficar para trás. Repetimos: ovelhas que meu pai me confiou, nenhuma se perderá. As dificuldades vão passar. Se elas se apresentam nesse instante, tenhamos confiança de que ela vai passar. Todos nós recebemos aquilo que necessitamos para crescermos, para nos melhorarmos. Como é que a gente faz para aumentar os nossos músculos se não for exercitando o nosso psiquismo, a nossa vontade, a nossa disciplina funciona da mesma forma. E sabemos que para atingir um processo completo de educação é preciso disciplina. E Emanuel vem nos acalmar o coração quando ele diz que a disciplina precede a espontaneidade, antecede a espontaneidade. Precisamos então trabalhar para que mais à frente aquilo se torne um patrimônio nosso, aquisição nossa, que nós não mais perderemos. E se queremos isso para nós, temos que auxiliar aos nossos irmãos, aos pequeninos, as criancinhas, como se diz, como falou Jesus, e não as empeçais. Vamos analisar qual seria, quais seriam os nossos impedimentos a destinação que todos nós temos, que é uma aliança com Deus, nosso pai. Quais são as ações que eu posso cooperar com o meu irmão para que ele entenda de que é um filho de Deus? Que ele aceite o amor de Deus
nação que todos nós temos, que é uma aliança com Deus, nosso pai. Quais são as ações que eu posso cooperar com o meu irmão para que ele entenda de que é um filho de Deus? Que ele aceite o amor de Deus entrando e permanecendo com ele ou com ela? para que ele tenha a condição de perceber que aqueles momentos de exercício que nós consideramos sofrimento e obstáculo vão passar e que a destinação nossa é da felicidade. A felicidade que todos nós vamos alcançar conforme o nosso esforço. Não vai ficar ninguém para trás. E sobre as criancinhas, nós trouxemos uma das mensagens do espírito Meimei que nós vamos pedir permissão para ler para vocês hoje. A mensagem, o título é mensagem da criança. Dizes que sou o futuro, não me desampares no presente. Dizes que sou a esperança da paz, não me induzas à guerra. Dizes que sou a promessa do bem. Não me confieis ao mal. Dizes que sou a luz dos teus olhos. Não me abandones nas trevas. Não espero somente o teu pão. Dai-me a luz e o entendimento. Não desejo tão só a festa do teu carinho. Suplico-te, amor, com que me eduques. Não te rogo apenas brinquedos. Peço-te bons exemplos e boas palavras. Não sou o simples ornamento do teu carinho. Sou alguém que te bate à porta em nome de Deus. Sou. Ensina-me o trabalho e a humildade, o devotamento e o perdão. Compadece-te de mim e orienta-me para que seja bom e justo. Corrija-me enquanto é tempo, ainda que eu sofra, ajude-me hoje para que amanhã eu não te faça chorar. É uma mensagem de mei do espírito mei que possamos aceitar o convite de Jesus que se renova em todos os instantes das nossas vidas. Vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados e eu vos aliviarei. Aprendei comigo que sou brando e humilde de coração e encontrareis sossego paraas suas almas. Meu fardo é leve, meu julgo é suave. Que a paz de Jesus permaneça em nossos corações em todos os dias. Então, nós agradecemos ao nosso querido irmão Jarbas as reflexões, a palavra que nos trouxe profundas reflexões, não é mesmo? E antes de encerrarmos com a
ermaneça em nossos corações em todos os dias. Então, nós agradecemos ao nosso querido irmão Jarbas as reflexões, a palavra que nos trouxe profundas reflexões, não é mesmo? E antes de encerrarmos com a oração, esse momento dessa tarde, eh gostaríamos, não vamos fazer a oração primeiro, depois faremos os comentários. Senhor Jesus, agradecemos, Senhor, estes momentos de paz que tivemos esses momentos de plenitude, ao termos o contato, Senhor, com seu evangelho, refletindo sobre nossas vidas, nossas relações, nossos compromissos, sobre o nosso compromisso enquanto humanidade, Senhor. Isso nos traz gratidão. Gratidão pelo progresso já realizado. Gratidão pelos que vieram antes de nós, ao passo que nos faz rogar, Senhor, o auxílio constante ao Senhor, para que possamos continuar contribuindo com progresso, progresso da construção da era do amor, da paz, com o progresso de cada um de nós, Senhor, que possamos nos construir utilizando os seus exemplos, mestre. Auxilia-nos, Senhor. Este dia especial nos auxilia ainda mais nessas reflexões, mas a gratidão a Deus é imensa por nos sabermos aqui, encarnados e desencarnados. a caminho, a caminho desse progresso infinito. E por isso damos graças. Glória a Deus, nosso Pai. Paz na terra aos homens de boa vontade. Graças a Deus. Que assim seja. E gostaríamos de encerrar com dois recadinhos. Primeiro eh apresentar aqui esses dois volumes. Eles estão à disposição nas bibliotecas dos centros espíritas, na biblioteca aqui também da FEB. Eles têm letras grandes. Esse aqui é uma edição especial que ela tá aqui disponível. tem capa dura, mas também tem a edição em letras grandes de todo Pentateuco em edições econômicas. Então, às vezes, às vezes a gente que já usa óculos, é uma boa pedida a as edições e letras grandes. Eu gosto. E também eu gostaria de compartilhar eh uma atividade da área de atendimento espiritual, que o nosso irmão Jarazarrais é o coordenador aqui da nossa Federação Espírita Brasileira. Nós temos um atendimento espiritual à
ria de compartilhar eh uma atividade da área de atendimento espiritual, que o nosso irmão Jarazarrais é o coordenador aqui da nossa Federação Espírita Brasileira. Nós temos um atendimento espiritual à distância, ou seja, ele tá à disposição pro planeta inteiro, né? já não só pro Brasil, para qualquer estado, mas também para qualquer pessoa que tem um telefone à mão. Eu vou ler o texto inteiro para não deixar passar nenhuma informação. Em tempos difíceis, buscamos auxiliar os irmãos em necessidades e uma forma de fazê-lo é assistir espiritualmente por meio do atendimento fraterno virtual. O atendimento fraterno é a porta de serviço edificante aberta a todas as criaturas que perderam o rumo de si mesmas e que podem ser assistidas individualmente por meio do diálogo espontâneo e sigiloso. Estamos à disposição diariamente das 6 horas da manhã às 24 horas no número 0800 2023 2 2 2 Eu vou repetir 0800 20 23 2 2 2 2 Vocês podem divulgar né, pros amigos, para quem vocês desejarem, você encontrará um ambiente seguro para expor suas dificuldades, problemas, aflições, sendo acolhido com muito amor. Seja bem-vindo, Federação Espírita Brasileira. É o mesmo atendimento fraterno que ocorre aqui presencialmente também. Então, eh, é um, é uma atividade, né, virtual que ficou após a pandemia, assim como os estudos virtuais, eh, que ficaram também. Então, pra gente eh e são atendimentos, são realizados não só por colaboradores da FEB, mas do Brasil inteiro. Ele é coordenado eh por todo o movimento espírita brasileiro. Então isso é é uma informação importante pra gente tá divulgando também, né, nesses tempos a gente pós pandemia a gente ainda tem uma epidemia de doença eh mental, emocional, que tá aí reverberando silenciosa. Então, por isso a gente divulga. Então, para encerrarmos, temos aqui também o passe disponível. A equipe tá aguardando só para iniciar. Então, quem desejar, basta ficar no salão, eh, quietinho que vai ser chamado. E eu peço licença, só mais um minutinho, já 30 segundos, na
ém o passe disponível. A equipe tá aguardando só para iniciar. Então, quem desejar, basta ficar no salão, eh, quietinho que vai ser chamado. E eu peço licença, só mais um minutinho, já 30 segundos, na verdade. E eu gostaria de pedir uma licença para vocês também, eh, para um pedido pessoal. Eu quero tirar uma foto da plateia hoje, tirando uma Tudo bem para vocês? Alguém tá contra? Porque hoje é um dia especial para mim, pessoal, porque hoje é um dia que é a primeira palestra pública da minha mãe, primeira palestra pública espírita que ela vem assistir. Então, eu tô muito agradecida a Deus por essa oportunidade. Eu não vou deixar de registrar esse esse fato. Ela tem 85 anos, ela tá aqui e eu vou registrar ela na casa de Ismael aqui assistindo bonitinho. Já tiramos foto ali, né, mãe? Com Jesus. E Javas tá aqui. Ele faz atendimento também. A equipe de atendimento espiritual também faz orientação sobre eh orientação sobre evangelho no lar. Então é, basta pedir, né, Jaressa orientação paraa equipe do atendimento fraterno. Eh, coincidentistemente, o Jarbas também fez essa orientação lá no meu lar há anos e anos atrás. Então, a coincidência a gente sabe que não existe no espiritismo. Então, gratidão Jarvas Lenira por essa oportunidade e principalmente a Deus, né, gente? Então, gratidão também a vocês que por esse momento da gente poder compartilhar. Então, muita paz a todos, uma ótima semana e basta a gente permanecer a quem eh a quem gostaria de quiser tomar o passe. Muita paz.
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