Cuidados Paliativos e Espiritismo
Ivana Raisky entrevista a Prof. Dra. Tânia Menezes e o psicólogo Dimilson V. Bezerra sobre cuidados paliativos e sua relação com os princípios do Espiritismo.
o olá boa noite bem vindo dos nossos amigos queridos que tem acompanhado aí a nossa programação degese que nós tenhamos hoje uma outra uma nova oportunidade de muito aprendizado e muito felizes porque estamos recebendo duas pessoas muito importantes que entendem muito desse assunto e que eu pensei que os canais vão poder aprender muito com eles a professora tá nesses que a nossa amiga lá que salvador professora da universidade federal da bahia tânia bem-vinda boa noite boa noite ivana agradeço o convite de estar participando desse momento e dialogando sobre nossa experiência com o tempo fala para nós um pouquinho quem é você você trabalha com quê conta para nós um pouquinho de você olá eu sou docente da universidade federal da bahia escola de enfermagem trabalho lá há 22 anos e quando iniciei a minha trajetória acadêmica eu ensinava em uma disciplina que fiquei por oito anos nessa disciplina que era naquela época primeira disciplina de estágio do curso de enfermagem que acontecia no terceiro semestre do curso que era bases teóricas e técnicas da assistência de enfermagem então a minha aproximação com a temática da morte começou com essa disciplina que na verdade elas passavam se mestre inteiro e tinha última aula que a gente tratado uma das questões da morte como era terceiro semestre então é a gente tinha alunas muito jovens alunas e alunos não é com 18 19 20 anos e conversar sobre morte com essa população mais jovem causa um certo impacto então era sempre o que a gente desenvolvia através de dinâmicas mas que elas tinham dificuldade eu falo elas porque a maioria dos nossos alunos são mulheres então ela tinha dificuldades de estar se expressando sobre esse conteúdo eu sair dessa disciplina e continue a minha trajetória mas na pós graduação nós já temos seis anos que oferecemos a disciplina cuidados paliativos é essa disciplina o nosso curso ele é multiprofissional então nós temos não só enfermeiros como profissionais de outras categorias que fazem parte dessa dessa
erecemos a disciplina cuidados paliativos é essa disciplina o nosso curso ele é multiprofissional então nós temos não só enfermeiros como profissionais de outras categorias que fazem parte dessa dessa disciplina é uma disciplina que chama muita atenção por conta de que os profissionais que buscam eles têm dificuldades em está lidando com as questões da morte dos cuidados paliativos e nós observamos que ao longo da do a disciplina é pelos relatos que chegam depois isso vai acontecendo de uma maneira mais suave e a própria discussão sobre a morte que eles não têm geralmente durante a academia vão esclarecendo algumas alguns pontos que são necessários para lidar com essa questão da morte que é uma prática do profissional pelo menos da enfermagem lida muito com exercício da sua profissão com as questões da morte muito espírita trabalhador espírita eu ato no centro espírita caminho da redenção que está tem as obras sociais da mansão do caminho porque na verdade as pessoas conhecem mansão do caminho mas a mansão do caminho está dentro do centro espírita caminho da redenção lá eu coordeno a evangelização infantil n c moacir eu dirijo uma reunião a única participa de uma outra reunião mediúnica também sou palestrante espírita que bom denilson a gente conhece como jimmy viu tânia aqui é o dinda quando um pouco para gente jimmy como é que é a tua vida que que você faz boa noite boa noite a todos que estão no joão vindo neste momento eu agradeço a ivana o convite e o dele está aqui discutindo sobre o tema que eu só apaixonado eu acho que assim quanto mais nós divulgarmos cuidados paliativos nós vamos ter mais chances de implementações é dentro do sistema na aceitação das pessoas é nossa das pessoas mas como até mesmo dos profissionais então é agradeço a oportunidade está com a tânia e continuam aqui com ela é eu sou psicólogo é faço parte de uma equipe de cuidados paliativos de um hospital público daqui de goiânia é do aula também especialização em cuidados paliativos sou especialista em cuidados
com ela é eu sou psicólogo é faço parte de uma equipe de cuidados paliativos de um hospital público daqui de goiânia é do aula também especialização em cuidados paliativos sou especialista em cuidados paliativos e na área de psicologia hospitalar em é e só espírita atuante no movimento espírita de goiás é estou como dirigente do grupo espírita caminheiros da luz e como secretário da com centro do sudeste né muito bem pessoal se vocês tiverem perguntas para dirigir aí as nossas convidadas na medida em que nós estamos conversando aqui vocês podem ir colocando tá aí na nova o nosso chat que nós vamos intermediando aqui as perguntas eu gostaria de começar conversando também com você é perguntando afinal de contas o que que são esses cuidados o bom é os cuidados paliativos é uma abordagem que ela procura auxiliar o paciente ea sua família um paciente que está no processo de morrer então auxiliar a ele ea sua família é observando os mais variados aspectos do ser humano na verdade os cuidados paliativos ele atenta não somente para a questão do biológico mas se amplia para a questão do social emocional psicológico e acima de tudo lado espiritual nós estamos vendo na atualidade uma ampliação dessa abordagem das questões espirituais diversos estudos já estão sendo feitos os estados unidos eles descontam no mundo com essas no entorno da espiritualidade no brasil a gente também tem avançado nesse sentido nós temos a universidade federal de juiz de fora com alexander moreira e companhia que tem trabalhado né né com pesquisas e aqui também na escola de enfermagem nós nós somos pioneiras nesses trabalhos com relação à questão da espiritualidade o que a gente vemos cuidados paliativos essa abordagem multiprofissional onde diversas categorias ela se envolvem para poder cuidar deste paciente que está em processo de morrer os cuidados paliativos devem ser colocados é para as pessoas que têm uma doença e está de fora hora de possibilidades terapêuticas então nós vemos hoje que isso é muito
que está em processo de morrer os cuidados paliativos devem ser colocados é para as pessoas que têm uma doença e está de fora hora de possibilidades terapêuticas então nós vemos hoje que isso é muito mais amplo e quando a gente pensa em termos de doenças crônicas a exemplo da doença de alzheimer é uma doença que está fora de possibilidades terapêuticas então o que é que nós devemos primar para essas pessoas a qualidade de vida então está no processo de terminalidade pode ser um processo de terminalidade no início do diagnóstico de uma doença crônica como também a terminalidade e quando se refere aos últimos estantes de dívida quando se fina mesmo conforme fala raiva é ver né filósofo que trabalhou muito com essa questão do ser para a morte ele é fenomenológico e nós também trabalhamos com essa abordagem da fenomenologia então é esse cinardo ser é a última etapa de vida bom e que é em síntese o que busca os cuidados paliativos é proporcionar qualidade de vida a essas pessoas que estão vivendo os seus últimos instantes de edmilson é a professora tânia falou desse aspectos né multidisciplinar aí dos cuidados paliativos quais são os profissionais que pode oferecer os cuidados paliativos e quem deve receber esses cuidados com o corpo então ivana é na verdade a gente como você diz é uma abordagem moche multidisciplinar né mas infelizmente a gente ainda não consegue em todos os serviços é termos uma equipe completa né então no mínimo é necessário que tenha um médico né um assistente social enfermeiro psicólogo a gente tá falando aí de uma equipe mini é né mas é dentro da equipe de cuidados paliativos nós vamos encontrar o médico o enfermeiro o assistente social ou psicólogo fisioterapeuta fonoaudiólogo é o farmacêutico odontólogo nós temos a figura do capelão nem que aquela pessoa que tem a formação de dar esses essa esse suporte espiritual para as pessoas que estão em cuidados paliativos né é isso é um sonho nosso que me liga aí dentro do movimento de cuidados paliativos para que as instituições
de dar esses essa esse suporte espiritual para as pessoas que estão em cuidados paliativos né é isso é um sonho nosso que me liga aí dentro do movimento de cuidados paliativos para que as instituições tenham essas equipes formadas mas por outro lado a gente sabe da realidade que estão pouco serviços que apresentam uma equipe multidisciplinar completa né e quem recebe é esses cuidados paliativos é todas aquelas aquelas pessoas que estão com uma doença como a tânia colocou que a vida ela tem critério de elegibilidade para receber cuidados paliativos embora dentro da nossa cultura é até dentro de uma de uma percepção profissional e esses profissionais encaminham esses pacientes para cuidados paliativos quando eles estão em uma condição de um processo ativo de morte quando ele já estão uma fase final de vida quando na verdade nós podemos instituir cuidados paliativos precocemente uma doença crônica é uma doença que pode ser baleada né que na verdade é a doença que que traz critérios de cuidados paliativos na uma pessoa né gente a pessoa que é paliativa né a doença ela apresenta critérios de cuidados paliativos bom então todas essas pessoas que trazem doenças que é de certa forma não tem um um prognóstico curativo ela é uma pessoa impaciente candidato a receber e já inicialmente esses cuidados né então bom porque esse termo paliativos de onde veio isso não ver exatamente de paliar que significa manto protetor então é como se nós estivéssemos isso é exatamente levando essa proteção é importante a gente trazer as duas precursoras né do rosto esse moderno e foi cicely saunders elas isso ele enfermeira ela no reino unido na década de 60 em torno de 1967 ela começou com esse movimento esse é o movimento do rossi morre após pieces moderno ela fundou o saint christophe roques é em homenagem a são cristóvão que era o protetor dos viajantes e o que é que ela trazia na sua concepção na guide paliação justamente essa abordagem das questões psicológicas e espirituais ampliando aquele aquele contexto do aspecto físico
protetor dos viajantes e o que é que ela trazia na sua concepção na guide paliação justamente essa abordagem das questões psicológicas e espirituais ampliando aquele aquele contexto do aspecto físico porque essa é uma dar um dos princípios que é trazido pela oms né da questão do conforto então a gente teve cicely saunders no reino unido e nos estados unidos nós tivemos a clube roça na década de 60 e também começou com este movimento então paliar que vende manto protetor justamente para conferir essa proteção às pessoas que estavam no seu processo de morrer é muito bem o nós já temos algumas perguntas aqui do nosso público eu quero começar com a pergunta da rose kelly eu colocando aí na tela para vocês e vai para os dois tá destaque um caso que marcou a vida a sua vida no trabalho paliativo vamos começar com a tânia você tem algo que te marcou na verdade tem uma experiência que me marcou profundamente quando eu estava eu acompanho também estágio dos alunos que estão no nono semestre do curso que é o último semestre de estágio na rede hospitalar no 10º semestre eles fazem estágio na atenção básica então esses alunos que estão nesse no no período né do curso eles ficam de segunda a sexta numa unidade hospitalar e quando eu cheguei para fazer a supervisão porque na verdade fica o mercado unidade então a gente faz uma supervisão passando por essas unidades eu cheguei cedo a uma unidade e eu vi um grito de uma mãe que estava desesperada e aí eu procurei saber o que estava acontecendo a enfermeira da unidade ela disse foi a filha de 14 anos que foi a óbito ela tinha insuficiência renal crônica então naquele momento inicialmente eu me coloquei no lugar daquela mãe eu não pensei como profissional eu disse meu deus ele tem uma filha quase que nessa idade como seria a minha reação de chegar por que a filha tinha passado a noite com o pai o pai era que era o acompanhante e o óbito aconteceu em torno de três horas da manhã então muito provavelmente esperarão amanhecer o dia para poder dar
por que a filha tinha passado a noite com o pai o pai era que era o acompanhante e o óbito aconteceu em torno de três horas da manhã então muito provavelmente esperarão amanhecer o dia para poder dar notícia mãe né oi e aí nessa primeira nesse primeiro impacto de pensar como mãe eu fiquei sem palavras para poder chegar até este enfermaria e conversar com essa mãe depois eu pensei como profissional que eu de fato precisaria né chegar e dá o meu apoio me colocar à disposição só que isso eu levei pelo menos 15 a 20 minutos para sair da minha posição de mãe e em projetar essa posição de profissional então quando eu me senti apta eu adentrei ao quarto a mãe estava chorando desesperadamente apesar de saber que estava por acontecer aquele desfecho para a situação de sua filha e aí é quando a gente chega no momento desse parece ter as palavras é do que dizer a esta pessoa eu coloquei a mão no ombro dela ela não choro compulsivo ela foi aos poucos amenizando o seu choro e eu disse estou aqui ao seu lado para lhe ajudar ela veio me abraçou chorava compulsivamente porque parece que quando a gente oferece apoio a pessoa desaba mais então ela chorou chorou chorou agradeceu eu não tinha tido contato prévio com essa mãe apesar de conhecer o caso da adolescente que tinha insuficiência renal crônica e aí é quando ela parou um pouco mais ela disse que precisava de ajuda para poder preparar o corpo da filha que ela queria participar daquele momento e de fato esse é o momento que os profissionais pedem para os familiares se afastarem e quando você vê uma mãe pedindo para poder auxiliar no preparo do corpo você imagina logo ela vai ter condições de acompanhar esse momento então se a um pedido nós temos que estar junto e favorecer na medida do possível àquele acompanhamento e de fato foi um momento muito difícil porque na medida que nós começamos a fechar os orifícios é como se tivesse apunhalando e esse a gente pode usar esse expressão aquela mãe que tá vendo que cada vez mais ela vai ficando distante daquele
orque na medida que nós começamos a fechar os orifícios é como se tivesse apunhalando e esse a gente pode usar esse expressão aquela mãe que tá vendo que cada vez mais ela vai ficando distante daquele corpo que representava a vida da sua filha então esse foi um dos momentos que me marcou muito nessa etapa de de fechamento de processo né de morte o denilson ivana é eu gostaria só de acrescentar quando a tânia traz o conceito de cuidados paliativos e aí na prática a gente enfrenta uma dificuldade muito grande quando nós vamos abordar as familiares e pacientes porque a palavra ela não nos ajuda né porque no senso comum quando você fala de paliativo você tá falando de gambiarra você faz um dá um jeitinho né uma coisa para segurar e aí quando a gente vai para esse é que até uma coisa muito incoerente porque o conceito é muito bonito né vem de manhã tu vem de proteção e aí quando a gente vai abordar esses familiares para apresentar a proposta de cuidados paliativos é nós encontramos muita resistência por causa do termo né então é porque não tem mais o que fazer é e agora vocês vão deixar esse esse familiar mo de qualquer jeito né então a gente é tem muito essa dificuldade no início da nossa dona do trabalho nosso a gente às vezes até evitava de falar isso não usar esse tempo né eu só vou se tiver acrescentar até para deixar claro para as pessoas que estão ouvindo que paliativo não é deixar morrer não é não tem mais o que fazer pelo contrário né a gente tem muito que fazer e eu te vi e a rose né que fez essa pergunta eu tenho eu tive muitas experiências como a gente fica é uma uma enfermaria própria de cuidados paliativos a gente tem muita história onde que nos comove né mas eu vou trazer a história de uma adolescente de 14 anos que tinha uma doença auto-imune reumatológica quando nós fomos acionados pela equipe assistente para acompanhar esse essa paciente na verdade a gente teve muita é isso inicialmente né é porque era uma equipe que insistia muito quando na verdade já não tinha mais respostas
pela equipe assistente para acompanhar esse essa paciente na verdade a gente teve muita é isso inicialmente né é porque era uma equipe que insistia muito quando na verdade já não tinha mais respostas dentro das terapêuticas apresentadas dentro das linhas de tratamentos e medicamentos não tava tendo resposta e era uma doença que deformava fisicamente então ela tinha uma imagem muito deformada ela e aí você pensa numa uma menina de 14 anos que está na adolescência toda preocupada com a autoimagem com a vaidade e ela se via é totalmente é se desfazendo né mas muito lúcida muito espiritualizada e a gente conversava muito de uma forma muito clara com ela e e um dia ela falou assim para gente ela chamou os pais e ela falou é que o sonho e era assistia ela tinha uma irmã de 18 anos e que tinha um namorado e esses pais muito envolvidos no cuidado muito presente na vida dessa dessa adolescente permite com que é essa irmã engravide essa irmã engravidou ela como é que tava com no sexto mês de gestação quando ela falece e antes dela falecer ela diz assim é para mim jimmy na verdade eu não tenho sonho de ser tia é eu sei que eu não eu não tenho mais tempo aqui meu tempo está muito curto tá acabando eu quero que quando eu for embora a minha família esteja com esteja ocupado com uma outra ela é uma garota de 14 anos mostra todo uma estratégia é preparando essa família para o processo de luto e de aceitação da sua morte né então isso não se tocou bastante mexeu muito com com todos nós com o hospital né ela pediu que fosse feito um jardim que esse jardim tiver essa representação de cada profissional que cuidou dela os pais fizeram esse jardim no interior nesse jardim instalar e uma história muito bonita né foi um momento de desfecho muito bonito né e que tô corpo tá mas você avalia que o envolvimento dos aspectos psicológicos e espirituais no tratamento é fazem toda a diferença com certeza com certeza é tanto que assistimos ao neném é trazida pela tânia né como uma das pra e da filosofia de cuidados paliativos
psicológicos e espirituais no tratamento é fazem toda a diferença com certeza com certeza é tanto que assistimos ao neném é trazida pela tânia né como uma das pra e da filosofia de cuidados paliativos ela ela deixa isso muito expresso quando ela vai conceituar a dor ela fora de dor total né então no o quanto a medicina olha para o ser humano enquanto ser biológico e vai buscar fazer o manejo ou controle dessa dor física se você me traz o aspecto social traz o aspecto espiritual aspecto emocional porque ela vi ela entendia né esse ser humano de uma forma muito mais completa como mais holística vamos dizer assim e aí na prática a gente percebe muito isso ivana seja é o aspecto espiritual interferindo né no físico porque aí quando a gente fala de dor total logicamente que a gente vai ter um aspecto físico dessa dor aí a gente vê o aspecto muitas vezes espiritual por é daquela dor manifesta né e o aspecto emocional o aspecto social a gente teve um um paciente jovem e ele tinha um aspecto emocional espiritual muito presente na sua dor por quê porque ele abandonou a família foi viver a vida foi usuário de nem de drogas de substâncias que deixaram essa dependência e naquele momento ele quando ele abandonou e foi viver essa vida e quando ele retorna para família com um tumor é fácil já comentasse e aí ele se ver na condição de ser cuidado por essa família isso já dava muita dor né quando ele vai me falar assim olha eu sou usuário de droga eu falei não tem problema para mim não tem problema eu só sinto mais você eu acho que seja estranho e o prepara uma escolha que você fez não cabe a mim julgar a escolha que você fez mas nesse momento cabe a mim cuidar de você e ele sentiu muita vergonha da família né então era uma dor é que trazer um aspecto espiritual e psicológico muito grande né então esses dois aspectos urbanos são fundamentais e para quem está na prática você percebe a manifestação deles muito claramente né e aí também por um outro lado você percebe quando você cuida dessa desse aspecto
ois aspectos urbanos são fundamentais e para quem está na prática você percebe a manifestação deles muito claramente né e aí também por um outro lado você percebe quando você cuida dessa desse aspecto psicológico e espiritual nem aí dentro do espiritual nós vamos englobar um monte de fatores nós não estamos falando do espírito ao espírito né lindo aspecto religioso mas só se não for da espiritualidade do ser né e aí quando a gente cuida desses aspectos nós vamos observar resultados muito positivos é é de acolhimento de manejo de dor de manejo de sintomas desses pacientes que estão em situações de cuidados paliativos você fala que o aspecto é da espiritualidade não da religião ou da religiosidade isso implica que a pessoa que é também materialista ateu ela vai ter também essa oportunidade de trabalhar essas pectus da espiritualidade sim até porque a espiritualidade ela traz a essência do ser né agora logicamente que a religiosidade ela pode ser um caminho de para você alcançar esse espiritualidade mas não necessário necessariamente eles sejam único caminho então nós vamos encontrar pessoas materialistas que se intitulam com matheus que não tem nenhuma crença que não acredita em deus mas que é elas podem trazer em si uma espiritualidade muito significante e que tem um vamos assim com aspecto muito em e na vida delas é isso essa essa esse tema que você traz é muito importante porque as pessoas ficam pensando que é para eu é cuidar ou desenvolver a minha espiritualidade eu preciso ser religioso né e não necessariamente esse é o caminho né é muito bem nós temos ali também mais algumas perguntas mas eu quero antes pessoal para vocês que são e nos acompanhando quem ainda não curtiu a nossa página no facebook por favor vai lá dá uma curtidinha na página compartilha divulga esse vídeo com os amigos mas também em nosso canal no youtube tá entra lá e o tube jesus goiás é nós dessa forma vamos divulgando mais ainda esse trabalho que nós estamos realizando para levar esse tipo de
vídeo com os amigos mas também em nosso canal no youtube tá entra lá e o tube jesus goiás é nós dessa forma vamos divulgando mais ainda esse trabalho que nós estamos realizando para levar esse tipo de assunto e tantos outros importantes aí para muitas pessoas né então a gente vai acompanhando a gente aí dá essa força tá é antes de fazer uma pergunta aqui que a luciene deixou para o dimilson e depois tem uma outra pergunta também para tânia eu queria aquele que você falasse um pouquinho para gente dos princípios que a organização mundial de saúde definiu para o trabalho com os cuidados paliativos por favor hoje nós vamos falar dos princípios não em uma ordem de prioridade porque eles estão eles se somam né então é quando a gente pensa é um dos primeiros que a gente traz inclusive nós já falamos que é o alívio da dor foi importante quando o jimmy trouxe a questão trazida para os isso ele saudades com relação à dor total onde ela de fato observou não somente a dor física mas a dor social a dor emocional adora espiritual eu gosto de frisar bem isso porque quando nós estamos trabalhando com essa questão dos cuidados paliativos se pensa sempre na questão física vamos avaliar aquela dor vamos nós utilizamos instrumentos que pontuam de 0 a 10 as escalas numéricas que são validados para poder avaliar essa dor só que muitas vezes uma dor física se manifesta decorrente de um outro tipo de dor que indivíduo está está trazendo né então um dos princípios seria os se e com esse fone sou uma coisa um dos princípios seria não é proporcionar esse alívio da dor né afirmar a vida e encarar a morte como natural será que é fácil para uma pessoa porque para nós espíritas que acreditamos na imortalidade da alma certamente que a morte é algo que nós lidamos com mais facilidade apesar de que aí nós podemos já trazer para esse tempo de pandemias sem fugir à pergunta que você trouxe sobre esses princípios o quanto nós tô vendo pessoas que têm essa crença na imortalidade estarem com medo da morte
s podemos já trazer para esse tempo de pandemias sem fugir à pergunta que você trouxe sobre esses princípios o quanto nós tô vendo pessoas que têm essa crença na imortalidade estarem com medo da morte por conta do vírus outro princípio é não apressar ou adiar a morte na verdade é nós espíritas encaramos a morte como um processo natural é uma passagem de uma experiência de vida diante de tantas outras experiências e nós já tivemos é por isso que se apresenta o medo da morte o que é esse medo da morte é algo ancestral porque como espírito que somos nós tivemos já outras experiências onde experimentamos esse processo da morte e isso fica em nosso inconsciente e dá esse medo da morte é o medo ancestral é outra coisa outro princípio da one piece é oferecer um sistema o apoio para ajudar a aos pacientes a vender o tão ativamente quanto eles possam ser possível ter essa essa vida em atividade então o paciente que está a morrer não significa que é um paciente que está em cima da cama que não pode fazer nada ou ainda que ele esteja em cima de uma cama ele pode estar fazendo a leitura ele pode estar hoje com esse mundo virtual que nós vivemos tá lá mexendo no seu celular ouvindo alguma coisa que seja agradável a ele então a gente possibilitar o quanto ele possa está ativo nas suas atividades usaram abordagem de equipe que possa atender as necessidades então uma coisa que time também já tinha trazido o quanto mede me a gente pensa dificuldade enquanto categoria e ouvindo todas é a esse respeito nós tivemos uma orientação de mestrado o que foi defendido o ano passado onde foi trabalhada a questão dos cuidados paliativos atuação dos cuidados paliativos em unidade de terapia intensiva e foi trabalhado com todas as categorias profissionais da terapia intensiva uma das coisas que ficou evidente salada pelo técnico de enfermagem foi que eles não participavam das discussões sobre o paciente em cuidados paliativos quando eram eles que ficava a maior parte do tempo prestando o cuidado aquele paciente então nós
nico de enfermagem foi que eles não participavam das discussões sobre o paciente em cuidados paliativos quando eram eles que ficava a maior parte do tempo prestando o cuidado aquele paciente então nós precisamos tentar de alguma forma resgatar essa participação de todas aquelas categorias que estão envolvidas no cuidado outro o ms é a melhoria da qualidade de vida em soltar dentro do próprio conceito do cuidado paliativo outra questão trazida pela organização mundial de saúde é que o cuidado paliativo ele seja é determinado desde o início do curso do processo da doença que jimmy já falou um pouco sobre isso e buscar e o processo de investigação de tudo quanto seja possível para poder trazer a melhor resposta aos pacientes ao quadro dos pacientes no que se refere à qualidade de vida então são esses os princípios que é o ms preconiza para a questão dos cuidados paliativos eu não sei se eu deixei de falar alguma coisa de dentro dos princípios e não fácil você eu tava eu trabalha tânia desculpa eu tava aqui acompanhando é você passou por todos muito bem tânia o sérgio godoy está nos assistindo aí ele pega o seguinte a formação religiosa ou espiritual dos profissionais tem sido fundamental nas equipes ajuda o trabalho na verdade nós já temos também pesquisa com com relação a isso é nós fechamos um a dissertação de mestrado que trabalhou com cuidadores de pessoas idosas é que trabalhavam sobre essa questão da dimensão espiritual nós observamos que quando o indivíduo ele tem uma prática da sua religião não importa qual é a religião isso favorece mais na sua prática enquanto e por outro lado nós nessa pesquisa que nós desenvolvemos com cuidadores observamos que alguns têm dificuldade de lidar com essa questão quando a religião não é a religião do profissional então uma coisa que a gente precisa deixar assim bem claro enquanto o profissional que tem a sua religião eu preciso saber respeitar a crença a religião a religiosidade do outro essa crença que o meu paciente tem aquele que eu cuido tem
deixar assim bem claro enquanto o profissional que tem a sua religião eu preciso saber respeitar a crença a religião a religiosidade do outro essa crença que o meu paciente tem aquele que eu cuido tem ela pode ser uma ponte que vai favorecer o seu processo de aceitação por exemplo da sua finitude porque se nós pensarmos que um dia nós nascemos é faz parte do processo da existência de qualquer ser humano nascer crescer desenvolver e amadurecer e morrer é só que parece que a morte ela sempre fica distante do pensamento de cada um de nós principalmente nós e fazemos parte dessa sociedade ocidental onde nós sabemos que o oriente já trabalha o mundo oriental já tem uma proximidade maior com essa questão da morte eles cultuam né e nós porque fazemos parte de uma sociedade capitalista nós temos esse recheio nós temos esse temor da morte esse medo que nós carregamos né dentro de nós justamente porque nós vivemos o agora nós vivemos a materialidade e não pensamos em termos de etapa de vida que um dia nós nascemos e fatalmente o dia chegará o momento da nossa morte o metano ivana se me permite só queria acrescentar na fala da tânia assim é o que nem ela tá trazendo o que que eu percebo assinar na prática essa formação religiosa quando a gente vai está falando do paciente e odor familiar porque às vezes esse paciente ele já não tem mais autonomia para fazer as suas as suas escolhas as suas decisões né é o que que eu tenho percebido quanto mais é esse esse familiar tem uma uma uma prática religiosa é dentro de um segmento religioso é que trabalha essa essa fé cega mais difícil nós conseguimos ajudar esse familiar e esse esse paciente o que que eu tô dizendo a gente vai para olha a mente ele ele não não tem mais é benefício ele receber o tratamento intensivo não mas eu acredito que deus cura o símbolo escura mas ele está numa condição de que ele está caminhando para o seu processo de morte mas até a ele muitos deles sintam passagens bíblicas em mas aconteceu isso né já teve caso de
s cura o símbolo escura mas ele está numa condição de que ele está caminhando para o seu processo de morte mas até a ele muitos deles sintam passagens bíblicas em mas aconteceu isso né já teve caso de uma mãe é como uma dor muito grande fino único frequentadora de uma igreja x e essa e ela chegou nesse dia quando a gente foi dar o a notícia de morte ela falou assim olha vocês fizeram tudo que vocês podiam fazer mas agora é comigo e com deus e eu ele me prometeu e eu tô com óleo não sei de que aqui com ela trouxe um monte de instrumentos agora ele vai levantar e pra gente tem uma dificuldade nós passamos praticamente três horas conversando com essa mãe tentando trazer ela para realidade e tem tanto mostrar para ela oi tia morreu e tu meu deus não era ruim porque o filho dela morreu foi um processo né então a gente encontra uma das maiores dificuldades quando a gente vai abordar as famílias e acompanhar essa fé cega sabe vânia e tânia essa fé cega impedindo com que esse familiar seja beneficiado de uma forma mas mais acolhedora né que com que ele possa ter trabalhar esse no tu é de um de um de um jeito mais saudável né eu queria só acrescentar isso quando a gente referindo ao paciente ou ao familiar me é muito bem aproveita então jimmy já respondi à pergunta da luciene ela pergunta como você avalia o desenvolvimento dos cuidados paliativos no brasil e em goiás eu e mais você já aproveita e já respondi à pergunta da flávia te pergunta é quem cuida dos cuidadores quem cuida dos cuidados tem que cuida de nós meta né então é o movimento é de cuidados paliativos né e embora ele seja né ah até hoje eu trouxe datas aí que a gente percebe que é um movimento que já vem lá de trás mas em embora seja algo novo né vamos assim estar é um serviço que está crescendo mas é quando a gente vai olhar no atlas da associação é dia de cuidado paliativo associação nacional de cuidado paliativo nós vamos vamos observar que esses serviços eles estão centralizados no sudeste e nós vamos encontrar em salvador né tânia salvador
é dia de cuidado paliativo associação nacional de cuidado paliativo nós vamos vamos observar que esses serviços eles estão centralizados no sudeste e nós vamos encontrar em salvador né tânia salvador no nordeste e nós vamos encontrar um norte e centro-oeste é com muito pouco serviços né em goiânia nós temos um hospital que tem uma enfermaria com 10 unidades os dez leitos né eu acredito que ia ser seja um avanço mas nós já temos equipes de suporte equipes é supervisores que vão acompanhar esse paciente né mas é não temos ali uma unidade para dar esse atendimento mas um outro lado a gente percebe que tem crescido o movimento o interesse pelos profissionais especializar em goiás nós temos uma especialização em cuidados paliativos então a gente percebe que é um movimento que ir embora mesmo que seja pequeno pequeno ele está crescendo e é muito pouco diante o número de pessoas que precisam nós temos aí em torno de 40 milhões de pessoas e precisa de cuidados paliativos e nós temos poucas equipes né talvez a tânia pode trazer é a experiência de salvador que é bem mais atuante do que goiás tem eu digo atuante no sentido de ter mais serviços né do que goiás e mais eu vejo como um movimento que está crescendo as pessoas estão sendo vamos de senhor em assadas estão tendo conhecimento acho que esse esse momento nosso aqui é muito bom ivana uma atitude do sesi assim excelente de levar esse conhecimento de levar essa discussão eu sei que aqui não vai esgotar todo o assunto mas é um é abrir para a discussão né gostaria de falar e não bom então vamos seguir aproveitando a joselita tevez nosso amigo joselito tá aqui nos acompanhando um abraço né gente para todo mundo que tá aí como osso aqui agora ao vivo nos acompanhando muito obrigada por estarem aqui conosco nesta noite de quarta-feira a joselita diz assim demilson recentemente você e a equipe do hgg prestaram atendimento paliativo ao meu pai exorico soares ele retornou à pátria espiritual no dia treze de abril desse ano nossa gratidão pelo carinho recebido
lson recentemente você e a equipe do hgg prestaram atendimento paliativo ao meu pai exorico soares ele retornou à pátria espiritual no dia treze de abril desse ano nossa gratidão pelo carinho recebido ficar aí né registrada o agradecimento aí da da joselita é eu queria falar pois não tá nem aí pode falar eu lembrei de uma colocação inicial de jimmy quando ele trouxe a figura do capelão bom e o que nós observamos pelo menos na nossa realidade de salvador é que muitos hospitais eles têm é ele escutou uma questão do catolicismo e quando o capelão ele passa para poder visitar os pacientes normalmente eles levam a a palavra do catolicismo da religião católica e o capelão ele deveria ter uma abordagem a respeito de todas as religiões então é nós entendemos na prática que esse papelão por ser hospitais que trazem a religião católica mas mais presente porque esses hospitais por exemplo nosso hospital universitário onde tem uma capela outros hospitais que a gente faz a prática tem as suas capelas então a capela normalmente é leva aí e da religião católica mas a figura do capelão ele deveria atender a todas as crenças e religiões daqueles pacientes onde eles vão levar o conforto e não somente levar a bíblia do católico a hóstia na extremo são e sim ele eles deveriam né porque quando a gente pega na experiência dos estados unidos o capelão é esses e é esse profissional que está trazendo a respeito de todas as religiões e o que a gente observa pelo menos na nossa realidade aqui em salvador não é assim tânia é isso que você coloca é muito importante né porque é o capelão não está ali para evangelizar ele está ali para dar um suporte espiritual é aqui goiânia a gente na nossa unidade a gente não tem um capelão nós temos serviço de capelania que é com cada denominar o que é um grupo que está lá sempre dando assistência mas a gente tem uma capelão do hospital araújo jorge eu vou aproveitar aqui para parabenizar o trabalho dela que a ir a senha mas é uma pessoa se fantástica ela é presbiteriana
empre dando assistência mas a gente tem uma capelão do hospital araújo jorge eu vou aproveitar aqui para parabenizar o trabalho dela que a ir a senha mas é uma pessoa se fantástica ela é presbiteriana e e você conversa com ela em momento algum você vai perceber a denominação religiosa dela prevalecendo na assistência ao paciente ou familiar até os profissionais que estão ali envolvido com o trabalho né então realmente capelão ele ele tem que ele não pode deixar sobressair a fé deles ali para levar o conforto né beijo denilson a nazaré pergunta se existe trabalho voluntário nessa atividade é sim na nossa unidade não não tem trabalho voluntário um projeto que a gente está desenvolvendo mas no hospital das clínicas no hospital araújo jorge que tem serviço de cuidados paliativos existem o serviço de voluntariado também nós podemos considerar que a eutanásia seja um tipo de cuidado paliativo e na verdade é vamos falar em termos de doutrina espírita porque eu acho que a gente não pode fugir o que é autonazia é você abreviar o sofrimento levando à morte então nós entendemos que tudo quanto o indivíduo está passando ele faz parte do seu processo de amadurecimento e de evolução e que é necessário para que ele atravesse aquele momento eutanásia você vai abreviar o sofrimento fazendo com que ele tenha uma morte precoce quando de fato não deveria acontecer aquele aquele momento então não é não somos favoráveis né a eutanásia o indivíduo deve passar por todo seu processo no tempo que ele é destinado é porque quando a gente pensa em termos também da doutrina espírita o que é o que é a morte é o momento em que o nosso corpo ele deixou de trabalhar as suas funções vitais elas deixam de existir porque esse fluida esse princípio vital ele se esgotou então é isso deve acontecer naturalmente é claro que nós podemos abreviar o nosso tempo de vida por usar excessivamente esse fluido vital que nos anima se isso acontece aí nós vamos estar respondendo por isso né porque que nós abreviamos o nosso
aro que nós podemos abreviar o nosso tempo de vida por usar excessivamente esse fluido vital que nos anima se isso acontece aí nós vamos estar respondendo por isso né porque que nós abreviamos o nosso retorno mas enquanto profissional você se achar apto a oferecer um medicamento que vai provocar a morte daquele indivíduo porque ele está sofrendo muito e a gente já assistiu diversos filmes né que fala desse desse suicídio assistido né quando o indivíduo realmente ele faz opção a gente sabe que na suíça mesmo existem clínicas né onde você optar por deixar de ter o seu sofrimento e aí você tem todo um preparo que é assistido por profissional que lhe dá uma medicação e que você é abrevia este sofrimento então eutanásia não e você podia pede aproveitar explicação um pouquinho para gente os temos é ortotanásia é distanásia a distanásia é justamente você está é abrevie prolongando o sofrimento né então você está com medidas para poder o indivíduo se manter vivo então por que que eu vou um exemplo aplicar uma quimioterapia no indivíduo que já está se eu te mando ou seja vai ser um sofrimento a mais para ele aquele procedimento e o que não comporta mais é uma reanimação de um indivíduo que já está no seu final de vida por que que eu vou investir em reanimar um paciente que já está se eu te mando então eu vou ter um desgaste de energia um gasto investimento em medicações em materiais em algo que talvez deixe ele ficar mais um dia dois dias é diferente da eutanásia é é perfeito ea ortotanásia seria um processo natural o processo natural muito bem e a ivana eu assinei tá um um outro tipo de morte que eu percebo que é muito comum no brasil principalmente que a mistanásia que a morte pela falta né de de atendimento é aquela morte é que nós olhamos aí na televisão na porta dos cais sem atendimento sem sem ter um mínimo de dignidade né então é um conceito que cabe muito nesses momentos em que a gente vive né certo não nós já estamos aí com 52 minutos não é de conversa é a conversa é tão boa que a
em sem ter um mínimo de dignidade né então é um conceito que cabe muito nesses momentos em que a gente vive né certo não nós já estamos aí com 52 minutos não é de conversa é a conversa é tão boa que a gente nem sente o tempo passar na verdade nós então para encerrarmos vamos fazer a nossa última pergunta e eu gostaria de pessoas falassem fique à vontade quem quiser começar como é que fala que os princípios do espiritismo podem auxiliar no trabalho com os cuidados paliativos existe algum princípio espírita que seja que tenha conexão com os princípios do cuidado paliativo se você quiser começar a dani eu queria trazer joanna de ângelis no livros e integral né é tem um tópico que ela fala de medo e morte e ela apresenta uma psicoterapia onde nós podemos estar auxiliando a essas pessoas que têm o medo da morte porque isso é muito comum aos pacientes que está em cuidados paliativos ele tem esse medo exagerado e muitas vezes esse medo ele extravasa o reações de negação da doença e são aquelas fases de club r e a raiva a raiva muitas vezes ela se manifesta diante daquelas pessoas que são as vezes as pessoas mais próximas seja o profissional que cuida seja familiar que está ali próximo a ele então é joanna de ângelis ela apresenta algumas sugestões para que as pessoas elas possam lidar melhor com este medo da morte que eu acredito que isso vai estar favorecendo também a nossa atuação enquanto profissionais então ela fala pensar e agir bem como funciona o padrão de pensamento daquelas pessoas que estão para morrer aí nós lembramos de victor franco é o quando ele coloca eu acho um livro excelente em busca do sentido né que é justamente a narrativa de victor franca quando ele foi para os campos de concentração e ele é na e ela estava chegando ao campo que abriu as portas do vagão que entrou o os que eram prisioneiros também mas que estavam na função numa patente maior ele chegaram para poder deslocar todos daquele vagão então ele relata no livro que o otimismo ele sempre está presente
ou o os que eram prisioneiros também mas que estavam na função numa patente maior ele chegaram para poder deslocar todos daquele vagão então ele relata no livro que o otimismo ele sempre está presente na minha vida mesmo nas situações mais difíceis então esse pensamento otimista é algo que a gente deve valorizar e estimular as pessoas que estão chegando na sua etapa final de vida amar e amar se é outra recomendação de joanna de ângelis então ainda que meu corpo ele esteja né numa condição difícil limitado eu tenho que continuar me amando e aceitando aquela e essa como é uma oportunidade de crescimento servir como forma de ser feliz de que maneira eu posso servir nessa condição de terminalidade eu consigo observar muito isso no hospital quando eu estou junto com os alunos pessoas às vezes na em condições mais difíceis elas estimulam aqueles que estão na condição melhor mas mostra sua experiência olhe como eu estou veja a minha condição você pode melhorar sua condição observando como eu estou também joana de angelis coloca essa vinculação com a fonte superior da vida então eu penso que uma crença não importa qual seja a sua crença mas você trazer essa força criadora esse propósito da existência o que me move oi e o sentido da vida e por fim e não menos importante ela também coloca a respeito da meditação então é é importante nós aqui é carlos a nossa mente e sugeri irmos isso para o nosso paciente existe uma técnica não sei se vocês conhecem que é relaxamento imagens mentais e espiritualidade e foi desenvolvido por elias é uma psicóloga de são paulo onde ela trabalha com imagens justamente em pacientes terminais imagens que mostra ele escolhe uma imagem para trabalhar e através de exercícios de relaxamento de mentalização vai fazendo com que ele tile o seu momento a sua mente daquela dor daquela dificuldade para poder transcender e viver melhor diante das suas dificuldades então eu apresentar e essa proximidade com esse essa proposta de joanna de ângelis para que a
a mente daquela dor daquela dificuldade para poder transcender e viver melhor diante das suas dificuldades então eu apresentar e essa proximidade com esse essa proposta de joanna de ângelis para que a gente possa trabalhar esse medo da morte em nós é muito bem demilson ivana se a gente pegar os princípios dos cuidados paliativos em trazido pela tânia no inicialmente é um princípio é organizado pela oms que traz em cuidado paliativo é promover o alívio da dor e do sofrimento né isso a gente pega a teoria o pensamento espírita e o que que o cristo fez em todo momento ele veio para acolher para fazer guardar para acalmar para serenar né então é o conhecimento espírita pelo menos para mim na minha prática diária ela ele vem de encontro com o que é a proposta de cuidados paliativos né você pode descrever novamente todos os princípios de cuidados paliativos você vai encontrar uma uma ressonância um encontro com o príncipe o ensino a valorização da vida então nós temos o princípio de que nós não vamos nem acelerar e nem adiar a morte dos nossos pacientes em quando até ela até falou da questão da eutanásia e o espiritismo valoriza a vida ele preserva a vida nós acreditamos na continuidade da vida isso é muito consolador para nós é para o paciente que esteja numa situação de terminalidade deixando essa vida material o perdão né reconciliar e com seus inimigos gente é como é visível a dor eo sofrimento das pessoas que estão indo embora e naquele momento elas entram em contrato em contato consigo mesmo sem ter necessidade de pedir perdão para alguém ou se perdoar né então todas essas esses ensinamentos que a gente tem aí no dia a dia e as obras básicas da doutrina espírita no evangelho do cristo são suportes para que a gente possa auxiliar ajudar a colher melhores esses pacientes que estão numa situação de finalização da vida né é muito bem o pessoal então chegou o momento de nós agradecer né agradecemos assim muito muito muito professora tânia que atendeu o nosso convite com tanta
stão numa situação de finalização da vida né é muito bem o pessoal então chegou o momento de nós agradecer né agradecemos assim muito muito muito professora tânia que atendeu o nosso convite com tanta gentileza com tanto carinho muito obrigado a professora que deus abençoe aí o seu trabalho em cuidados paliativos em salvador e em qualquer outro lugar que você esteja a tânia que é amiga do florêncio do florence ontem a nossa me querido né flores que também é especialista nos cuidados paliativos são muito obrigada tânia que deus abençoe você pela anos que de uma outra oportunidade possamos dar sequência aí a esse assunto né porque como edmilson mesmo disse o tempo às vezes é curto não é tarde e eu queria agradecer por essa oportunidade de estar participando desse momento ivana nós nos conhecemos exatamente lá em florêncio né numa atividade e jimmy que eu conheci agora e foi um prazer também jimmy eu acho que a gente pode continuar trocando as nossas experiências né fortalecendo esses laços dos cuidados paliativos que eu acho que pelo menos enquanto o profissional nós crescemos muito com as experiências que a gente lida com esses pacientes que estão realmente na terminalidade da existência bom obrigada tio nilson nosso querido time nosso amigo muito obrigada viu da mesma forma qual que nós fizemos o convite já aceitou para nós a motivo de muita alegria ter você aqui quando você nessa noite e ela é nós somos muito devedores a vocês dois porque com certeza nós aprendemos muito aqui viu time muito obrigada vamos marcar para mim outra oportunidade tá ivana é eu acho que eu que agradeço a oportunidade é sempre bom falar daquilo que a gente faz aquilo que a gente gosta né obrigado por conhecer a tânia né lá em salvador tem uma musicoterapeuta para a ativista rita que faz um trabalho excelente muito bonito é eu acho que a gente pode trocar sim as figurinhas com certeza e obrigado ivana por abrir esse espaço tão importante né eu acho que tem muita coisa aí para gente falar de
balho excelente muito bonito é eu acho que a gente pode trocar sim as figurinhas com certeza e obrigado ivana por abrir esse espaço tão importante né eu acho que tem muita coisa aí para gente falar de espiritualidade é o para as pessoas entenderem o que que é o que que não é o a cidade né e e eu só tenho agradecer muito obrigado as pessoas que compareceram que estão participando conosco espero que a gente possa ter contribuído de certa forma a um novo pensar em relação aos cuidados paliativos e nós temos na próxima sexta-feira né mas queremos aproveitar para convidar sonho de 1100 a todos vocês estão nos acompanhando a nossa larga de sexta-feira a nossa amiga nazaré ela vai conversar com o dr seis pessoas que médico infectologista e com a letícia talarico que é psicóloga sobre a questão da imunidade e da das emoções net forma que as emoções elas podem influenciar na nossa imunidade não é enologia emoções espiritismo nós vamos conversar um pouco sobre isso aí fica aí o convite na sexta-feira às 21 horas transmissão pelo facebook e pelo canal e aí jéssica se você cotia ativar e clicar lá no sininho você vai até receber a notificação né para não esquecer aí o compromisso então mais uma vez muito obrigado a todos que nos acompanharam que vem nos acompanhando e eu gostaria de pedir que a tânia fizer essa nossa prece de encerramento por favor você foi vamos então neste momento nos conectar com a espiritualidade superior que nos assiste aos nossos anjos guardiãos guardiães que a todo instante nos acompanha nos estimulando a prosseguirmos confiantes vencendo os desafio com a certeza dos propósitos do nosso pai te agradecemos por este momento que partilhamos as nossas experiências e que através delas possamos refletir para que cada vez mais estejamos nesta caminhada seguindo os passos do nosso mestre jesus que ele nos abençoe e nos envolva com teu infinito amor e com a tua paz agora e sempre que assim seja e que assim seja muito obrigada pessoal boa noite a todos fiquem com deus que
o nosso mestre jesus que ele nos abençoe e nos envolva com teu infinito amor e com a tua paz agora e sempre que assim seja e que assim seja muito obrigada pessoal boa noite a todos fiquem com deus que jesus possa nos abençoar nos nossas propostas do bem
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