CRÍTICAS - Luzardo Silva [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 08/11/2025 (há 4 meses) 46:15 258 visualizações

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Transcrição

Qual o [música] valor dessa missão? Foi [música] nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver. Doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando aos amigos, boa tarde, boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa comunhão. Nós vamos ler uma mensagem do livro Bilhetes Fraternais, que se intitula O teu óbulo, fazendo uma alusão ao óbvulo da viúva que nos é contado por Jesus. E diz assim a mensagem: serviço é condição que a lei estabelece para todas as criaturas, a fim de que o criador lhes responda. Albino Teixeira. E a mensagem é a seguinte: irmãos queridos, o Cristo apresentou aos teus aos seus discípulos na parábola do óbulo da viúva o sentido da verdadeira doação, aquela que vem do sacrifício e da profunda dedicação ao bem. Todos que aqui estamos somos hoje servidores, mas necessitamos avaliar a qualidade do óbvulo oferecido, bem como se a quantidade entregue é proporcional às nossas possibilidades. O serviço na seara do Cristo deve ser feito com o máximo sentido da doação, de generosidade, dar o que não nos está abundante, mas o que implicará em sacrifício, em profunda e generosa doação ao próximo. É chegado o momento do testemunho, quando iremos responder ao Cristo que tipo de trabalhadores somos e quanto estamos dispostos a nos dedicar ao serviço do bem. Analisa pois, o teu óbvulo perguntando-te se tem feitos, se tens feito o que é possível, mas avalie ainda se tens realizado o que é necessário. Siga o caminho do servir e tenha certeza que o Cristo nos indicará o melhor modo de doar e servir. E assim segue adiante, servindo a Jesus, construindo a paz e a harmonia em torno de ti. Que o exemplo do Cristo inspire e ampare a todos. Eliel, meus amigos. Então, vamos fazer a nossa prece, unindo os nossos pensamentos, aos nossos sentimentos e vamos agradecer ao nosso Pai porque chegamos até esse momento. Obrigada, Senhor, por esse momento nosso de serenidade, de introspecção, em que nos colocamos à disposição para refletir sobre a nossa vida. nos brinda, Mestre Jesus, com os

chegamos até esse momento. Obrigada, Senhor, por esse momento nosso de serenidade, de introspecção, em que nos colocamos à disposição para refletir sobre a nossa vida. nos brinda, Mestre Jesus, com os teus ensinamentos maravilhosos, a fim de que possamos pensar em como aplicá-los no nosso dia a dia. Fortalece, Senhor, a nossa fé, a nossa vontade de melhorar, a nossa vontade, como aprendemos na lição, de servir, de fazer o nosso melhor. E assim, Mestre Jesus, nós pedimos a tua proteção para todos nós, para o nosso querido palestrante, para que possamos assim juntos e abençoados estudar o teu evangelho. Graças a Deus, meus amigos. Então, nós temos hoje o Luzardo Silva, que nos traz o tema críticas. Então, com a palavra nosso querido irmão. >> Boa tarde, meus irmãos. É com satisfação que aqui estamos mais uma vez para o nosso encontro de reflexão sobre a moral cristã, sobre a moral do evangelho de Jesus, conforme nós temos as explicações dentro da doutrina espírita. O nosso tema de hoje, simplesmente críticas, que vem a ser, como lidar com isso, de que forma isso pode ser útil ou não. E a primeira coisa que vamos procurar entender é a origem da palavra. A palavra crítica, ela está baseada numa palavra do latim críticos, que quer dizer capaz de julgar. Então, podemos entender a capacidade de julgar, né? E de maneira diferente do que muitas vezes ela é entendida, aplicada, há uma compreensão comum de que toda crítica ela é negativa, ela é destrutiva, é uma ofensa, é uma agressão. Muitas vezes é mesmo, mas será que sempre é negativa? Nada de bom pode se obter de uma crítica. os antigos, particularmente os históicos, na época de Platão, né, e Aristóteles e outros mais, na Grécia antiga, eles tinham a crítica como uma ferramenta de autoconhecimento. Ele buscava ouvir aquelas pessoas que estavam criticando, que estavam julgando, né? capacidade ou capaz de julgar, isso que quer dizer a crítica, e buscava refletir, avaliar aquilo que estava acontecendo para com ele. Hoje, na nossa vida presente,

riticando, que estavam julgando, né? capacidade ou capaz de julgar, isso que quer dizer a crítica, e buscava refletir, avaliar aquilo que estava acontecendo para com ele. Hoje, na nossa vida presente, nos relacionamentos que a sociedade nos permite, tanto familiar, social, profissional, todos nós estamos submetidos a críticas. Quem por acaso já não recebeu uma crítica ao longo da sua atual existência? Quem também não já fez uma crítica a quem quer que seja sobre qualquer outra coisa? Isso quer dizer que faz parte da dinâmica de relacionamento das pessoas de hoje em dia. Verdade é que ultimamente esse recurso de interação entre as pessoas está muito mais sendo usado no seu viés negativo. Vamos colocar assim. Busquemos entender que a crítica é como se fosse uma moeda, uma moeda chamada crítica. De um lado, de uma face, são as críticas construtivas, positivas e do outro as críticas negativas ou destrutivas. Então, quando que eu uso um ou outro? Depende do dono da moeda, ou seja, aquele que faz a crítica. ou ele usa o lado negativo, vamos chamar de coroa, ou a cara que é do outro lado, que é o lado positivo. Ele faz as suas escolhas. Então, a crítica pode ser negativa ou positiva e atua, né, como lados de uma moeda cujo lado é escolhido por quem usa. E no que entra o papel moral, espiritual das críticas. Uma crítica, ela é positiva quando ela favorece o aprimoramento de si próprio ou do outro, o autoconhecimento. Nós temos a tendência naturalmente de ao ouvirmos uma crítica, nós ficamos numa atitude defensiva. Nós reagimos contra aquilo. Ah, o fulano falou tal coisa. Ah, ele tá pensando o que? Quem ele é e tal. A pessoa não para para avaliar se aquilo que foi dito sobre você tem alguma pertinência, se de fato está relacionado à sua atitude, a sua forma de ser, de agir ou de ou de pensar ou não. Então, antes de se ofender ao ouvir uma crítica, ah, a psicologia não diz respira fundo, hã, busca se harmonizar para observar aquilo que está lhe sendo dito, que muitas vezes

de ou de pensar ou não. Então, antes de se ofender ao ouvir uma crítica, ah, a psicologia não diz respira fundo, hã, busca se harmonizar para observar aquilo que está lhe sendo dito, que muitas vezes a crítica pode ser uma oportunidade que alguém lhe oferece para uma mudança. de atitude ou de comportamento. Por exemplo, você às vezes não percebe, mas está ansioso. E essa ansiedade você busca compensar na alimentação, busca comer em excesso várias vezes, ó, uma alimentação, mas você está tão ansioso, tão envolvido naquele processo, naquela dificuldade, que não é capaz de observar o que está fazendo, age de maneira inconsciente e aí alguém para olha para você, você acabou de de fazer uma refeição, você tá aqui comendo de novo e tal, né? Quer dizer, no primeiro momento, essa pessoa é uma intrometida, ela tem nada a ver com que eu como, que eu deixo de comer, quando eu como, porque como, essa reação defensiva que impede a avaliação daquilo que nos chega. Se eu paro para refletir e avalio realmente eu tinha acabado de fazer uma refeição suficiente para minha necessidade. Por que que eu tô tendo que comer agora? Porque essa necessidade o meu corpo não precisa disso. O que é que eu estou procurando suprir com isso? E à medida que você faz essa reflexão, a crítica do outro, ela tocou num ponto do seu íntimo, lhe permitindo tomar consciência de um comportamento, de uma ação muitas vezes inadequada para você mesmo. E ao vez de ficar aborrecido, deveria ficar grato de alguém ter observado, de ter muitas vezes gasto o seu tempo em lhe observar para lhe dizer tal coisa, para se despertar, para essa conscientização. Verdade é que as críticas quando são feitas, elas não consideram aquilo que o outro está disposto a ouvir. Elas são feitas em grande parte, sem serem solicitadas. Eh, são intromissões que alguém se veste, eh, sei lá, de verde. Ah, você não gosta de ver se é uma cor, você tá parecendo, sei lá, uma planta toda de verde, cheia de folha, alguém critica, se você se veste

ão intromissões que alguém se veste, eh, sei lá, de verde. Ah, você não gosta de ver se é uma cor, você tá parecendo, sei lá, uma planta toda de verde, cheia de folha, alguém critica, se você se veste amarelo, você chama se é vermelho. Gostos. Isso aí não tem nada a ver, é gosto. Então, ao observar isso, a kit que alguém faz, você está trajando uma roupa da cor vermelha, amarela, azul, é uma questão de gosto. E gosto de cada um tem o seu. Então, aquela crítica que está lhe sendo feita procede. Você simplesmente ignora, mas não precisa revidar. Você ouve, compreende que aquilo é uma manifestação muitas vezes de uma pessoa ansiosa, portanto desarmonizada, que busca de alguma maneira extravazar essa ansiedade nos relacionamentos que ela tem e muitas vezes de uma maneira agressiva, porque ela também não tem compreensão da sua própria dificuldade. Na hora que você recebe aquela crítica, avalia se é boa, útil, se não vale e não toma uma reação defensiva, aquela pessoa fica sem argumentos, ela é desarmada e surge, quem sabe a oportunidade e aí entra a caridade de você interagir com ela para tentar fazê-la entender o porquê de tanta ansiedade, tanta aflição, se ela o permitir, senão também estaremos sendo intrometidos, invasivos na vida de tudo depende das permissões que as pessoas nos dão e que nós damos a elas. Perfeito. Então esse é o primeiro ponto. Então a crítica positiva podemos encarar como sendo uma bênção. Uma bênção. Alguém nos chama atenção para algo que devemos mudar, melhorar, pelo menos nos faz refletir se aquilo que eu de fato estou fazendo é o mais adequado, é o correto, é o bom e justo. Um dos parâmetros para avaliar isso é ver como você gostaria de ser tratado numa situação dessa, tivesse no lugar de outra pessoa. Se você gostaria que alguém, né, ã, agisse também com essa observação, lhe chamando atenção, mas sempre de uma maneira positiva. E aí entra a psicologia. psicologia moderna, ela nos ajuda, eh, ela diz assim: "Em vez de você simplesmente chegar criticando a pessoa,

vação, lhe chamando atenção, mas sempre de uma maneira positiva. E aí entra a psicologia. psicologia moderna, ela nos ajuda, eh, ela diz assim: "Em vez de você simplesmente chegar criticando a pessoa, você pode apenas fazer uma observação sobre algo que não está adequado e muitas vezes você mesmo se coloca como sendo uma pessoa dessa condição. Isso não é algo falso, não é algo hipócrita, não, mas algo que seja verdadeiro, que seja autêntico, para que a pessoa que ouve aquilo que você está falando não se sinta nem invadida, nem agredida. Feito? Então, para que a gente consiga entender um pouco melhor, vamos fazer uma espécie de estudo de caso aqui que talvez nos ajude a entender todas essas eh passes da questão da crítica, todos esses pontos. Vamos supor que uma pessoa trabalha numa empresa, ela é vendedora dessa empresa, vende vários produtos junto com outros elementos da equipe e no final do mês, o gerente de vendas da loja solicita uma reunião com todos os vendedores para fazer um fechamento do mês, saber que o quanto cada um vendeu, o que vendeu, etc. por adiante. Pois bem, a pessoa que entrou recente, ela ainda muitas vezes inexperiente, não tem ainda aquela capacidade de analisar, de fazer uma um relatório que permita uma análise crítica do gerente, né? Ele vai lá e dizer: "Olha, eu vendi R$ 10.000". coloca isso no relatório dele, aí vai paraa reunião. Aí na reunião ele vê que outras pessoas, outros vendedores, mas ó, eu vendi 1000, né, de se pô um supermercado, 1000 de arroz, 1000 de de farinha de trigo, eh, mais 2.000 de refrigerante, não sei o que e tal. P bá bá. Então isso aí produz uma diminuição do meu estoque, né? estoque lá do supermercado. Isso permite o quê? Que o o vendente de vendas programe as próximas compras, porque se você tá vendendo, você precisa repor o seu estoque. Mas aquele inexperiente chega lá e diz: "Ó, vendi 10.000." Mas 10.000 de quê? Que que você vendeu? Ah, não. Eu não foi, não foi o quê? que não não se sabe. Bom, o gerente pode ter duas atitudes. Aí

e. Mas aquele inexperiente chega lá e diz: "Ó, vendi 10.000." Mas 10.000 de quê? Que que você vendeu? Ah, não. Eu não foi, não foi o quê? que não não se sabe. Bom, o gerente pode ter duas atitudes. Aí vamos analisar o aspecto positivo e negativo. O aspecto negativo durante a reunião, o gerente, como todos os vendedores, sei lá, 10, 15 vendedores, se reúne e essa pessoa entrega o relatório, o gerente fica indignado com aquilo. Que que você tá me dizendo aqui? Tem que vender o 10.000. Tá um um bom volume, mas vendeu o quê? Como é que eu vou saber o que é que eu tenho que repor no meu estoque? Que é que saiu, que é que não saiu? Seu relatório não serve nada, é inútil. Rasga e joga na lixeira. Isso na frente de todo mundo. Isso não é uma crítica. tá criticando o trabalho, né, daquela pessoa, sem considerar que muitas vezes aquela pessoa era inexperiente. Esse é um lado da questão crítica negativa. Isso vai o quê? Humilhar aquele vendedor e possivelmente no próximo mês ele não vai mais nem vender aqueles 10.000, porque ele estará desmotivado, desacreditado perante a equipe como um incapaz ou incompetente, né, e assim por diante. Bom, mas que outra atitude poderia ter esse gerente? Como diz, isso vem do evangelho, sempre que tiveres uma diferença com quem quer que seja, busca entrar em entendimento com essa pessoa de maneira discreta. Chame-a em separado para conversar, entrar no entendimento. Não torne isso uma coisa pública que dificultará com certeza algum tipo de entendimento. Então o que que esse gerente poderia ter feito? Viu todo mundo viu dele, terminou a reunião, ele dispensou: "Ô fulano, dá para você vir aqui um minuto?" Pois não. Ah, olha, é o seguinte, eu observei que você teve uma boa venda, você conseguiu aí vendeu 10.000. Parabéns. Mas tá faltando dados, tá faltando informação. Peço que você refaça esse relatório. Você viu como é que os outros fizeram? Eles detalharam os setores que cada um vendeu. Então, reconstrua esse relatório para que com base nisso eu

tando informação. Peço que você refaça esse relatório. Você viu como é que os outros fizeram? Eles detalharam os setores que cada um vendeu. Então, reconstrua esse relatório para que com base nisso eu consiga fazer o meu fechamento e fazer as compras que pedir pro setor de compras fazer as compras corretas. Perfeito. Beleza. Então, foi uma crítica, foi? Alguém se sentiu como criticado? Não. As pessoas vão se sentir o quê? Compreendidas. Aí vai talvez tentar justificar. Não, porque eu nunca fiz. Beleza. Agora você já sabe como faz. A partir de agora você já sabe o que precisa fazer. Beleza? Ele vai lá e faz seu relatório. Isso ele conversou em particular. Ele não expôs aquela pessoa, né, a humilhação pública, foi lá e corrigiu. Qual é a outra eh o outro lado dessa moeda, o lado do vendedor? Agora vamos entender. O gerente foi agressivo, né? Ele humilhou, descartou e tal. Qual seria a atitude da pessoa criticada? Observar aquilo que ele falou procede ou não procede? Avaliar o que os outros apresentaram e que ele havia apresentado. O que eu apresentei era insuficiente. Então ele espera normalmente, né? Não espera que termine. Vamos conversar. Olha, realmente reconhece que errou no relatório. Eu não sabia que precisava de todas essas informações. O senhor tá correto em necessitar e pedir esse tipo de relatório. Tenho a certeza que eu vou melhorar, vou fazer um novo relatório agora e tal de entendimento e desfaz aquela má impressão de que parecia uma pessoa incapaz ou incompetente ou desleixada. Essa é uma atitude que que recebe uma crítica às vezes agressiva, mas não fica na atitude defensiva, busca refletir sobre aquilo que lhe foi dito para que ele possa superar. Mas esse mesmo vendedor poderia não ter essa atitude positiva em relação à crítica recebida. Ele poderia encarar aquilo como uma humilhação, como uma agressão, como uma perseguição. Então ele fica com raiva, ele fica revoltado. Aí ele começa a tentar promover intrigas, a fazer críticas agora de maneira escondida dos gerentes, a

humilhação, como uma agressão, como uma perseguição. Então ele fica com raiva, ele fica revoltado. Aí ele começa a tentar promover intrigas, a fazer críticas agora de maneira escondida dos gerentes, a tentar puxar o tapete do gerente. Ou seja, ele cria um clima de animosidade no ambiente. A crítica negativa dentro do que nos fala a doutrina e o evangelho de Jesus é chamado de maledicência. Maledicência você falar mal das pessoas. Essa é a crítica negativa. Maledicente é aquele que faz intrig, que faz fofocas, que fala mal, que denigre a imagem das pessoas, ofende isso de maneira escondida. Ele vai buscar minar, se vingar daquela humilhação. Então, em vez dele buscar crescer, ele acaba criando mais dificuldades, criando um clima, um ambiente profissional negativo. Daqui a pouco uns um vendedor saem, outro saem e de repente o o dono da empresa decide mudar toda a área de venda, despacha todo mundo e todos vão ser renovados. Inclusive o que estava fazendo as críticas negativas, né? Então esse ambiente tá poluído, não vai progredir. Isso acontece muito. Você observe que nas empresas que ficam cheias de grupinhos, de panelinhas, como se fala, uma falando da outra, criticando, se torna um ambiente hostil. A produtividade cai, as pessoas ficam amarguradas, desalentadas, desmotivadas. Isso acontece em todos os ambientes. Eu tô dando um exemplo ambiente profissional que é o mais comum de todos. Eu acredito que a imensa maioria, a exceção dos muitos jovens, não tenham tido essa experiência ainda. Mas isso acontece em outro lugar, uma casa espírita, como sempre, como a nossa. Existem funções que têm responsabilidades, existem os trabalhadores da casa. os voluntários, né, que estão submetido a regras, regras de trabalho, regras de convivência. Se ele foge a esse padrão, ele pode ser chamado atenção. Como será chamado atenção? Aí vai depender de quem o faz. A moeda é a mesma, vai usar que lado? Aquele que vai fazer a crítica, ele deve antes se posicionar na condição do outro. como eu gostaria, se tivesse

rá chamado atenção? Aí vai depender de quem o faz. A moeda é a mesma, vai usar que lado? Aquele que vai fazer a crítica, ele deve antes se posicionar na condição do outro. como eu gostaria, se tivesse errado, como ele errou, de ser tratado com boa vontade, com consideração, com respeito, embora seja objetivo naquilo que precisa ser dito, como eu gostaria de ser tratado. Esse é um bom parâmetro que nos ajuda a moderar a forma que nós criticamos o outro. E aí eu vou ter uma atitude mais positiva. Eu vou chegar junto àquela pessoa pulando, tudo bem, tal, como é que estão as coisas? Beleza, olha, tá acontecendo esse tipo de situação, tal, tal. Como você acha que a gente pode resolver isso? De que maneira a gente pode superar esse fato? dá ele a responsabilidade de se corrigir, de se melhorar sem condenar. Volto à palavra original, críticos latim, capaz de julgar. Capaz de julgar é capaz de avaliar, analisar, refletir, não é de condenar, tá? capacidade que todos nós temos de criticar é de analisar, de julgar e avaliar. Agora, como nós após essas conclusões agimos, é que tem a diferença de agirmos com caridade, com amorosidade, embora firme nas suas posições, mas com a a humanidade, não querer humilhar ninguém, não querer fazer com que aquela pessoa se sinta má, né, se sinta desacreditada. E e as críticas que nós muitas vezes recebemos de maneira injustas e isso ocorre. Simplesmente busquemos perdoar a essas pessoas. É indulgência, né, que se fala. Vamos ser indulgentes com erro alheio. E ao fazer isso, eu estou me libertando daquela crítica muitas vezes até maldosa, além de injusta, maldosa, feita contra mim. E aí diante desse quadro, eu simplesmente não me manifesto, não tenho necessidade de entrar em atrito com a pessoa. É aquilo lá, não alimentar a fornalha. Quanto mais você busca se defender, mais o outro se sente estimulado a lhe provocar, a lhe perseguir e assim por diante. Então, respira fundo, busca o seu equilíbrio. Não é fácil, é um esforço de autocontrole, de

você busca se defender, mais o outro se sente estimulado a lhe provocar, a lhe perseguir e assim por diante. Então, respira fundo, busca o seu equilíbrio. Não é fácil, é um esforço de autocontrole, de autodomínio, porque senão quem vai assumir o controle são os nossos, são as nossas sombras interiores. Quem vai assumir o controle é aquele raivoso explosivo que no meio da reunião ao receber uma crítica novamente o caso do vendedor, por que que o senhor não? Eu não fiz porque o senhor nunca me disse como fazer, que se tem alguém competente aqui é você, não eu. Você como gerente deveria ter me orientado e criar um clima péssimo, diferente dele absolver, refletir e dar a volta por cima. Então, não é no confronto, no embate direto, no conflito que se tem boas resoluções. As boas resoluções só ocorrem quando estamos em paz, quando estamos serenos, quando o nosso coração se manifesta de maneira amorosa e não raivosa. Esse é o domínio que nós devemos buscar. no nosso dia a dia, na nossa prática diária. E aí entra um último componente dessa nossa história, que é a autocrítica. Nós falamos da crítica do outro contra nós, da nossa crítica contra alguém e da nossa autocrítica. eh capacidade de julgar a si próprio. E é exatamente nesse ponto que temos, né, os filósofos da antiga Grécia e outros mais falando de conhece-te a ti mesmo. E Jesus fala em conhecereis a verdade, ela vos libertará. Que verdade é essa? A verdade que Jesus se referia era a o autoconhecimento. É você se conhecer, é você ser capaz de realizar em si, mediante a sua vontade, as transformações morais para que a minha vida se torne mais branda, porque eu deixo de me atritar com todo mundo, eu vou ser mais compassivo, eu vou ser mais compreensivo. e vou desenvolver a capacidade de resiliência frente os confrontos que muitas vezes me chegam. Eu vou observar, ver o que é pertinente daquilo que me foi apresentado, na crítica que me foi feita. Se for algo positivo, eu vou aproveitar aquilo, eu vou descartar tudo. Aquilo que não me me

chegam. Eu vou observar, ver o que é pertinente daquilo que me foi apresentado, na crítica que me foi feita. Se for algo positivo, eu vou aproveitar aquilo, eu vou descartar tudo. Aquilo que não me me diz respeito, não tem nada a ver comigo, ignoro. Não vou perder meu tempo nem energia com aquilo, mas aquilo que é relevante eu aproveito, eu absolvo e progrido. que a medida que eu consigo tomar consciência das minhas limitações, particularmente das minhas limitações morais, eu começo o meu processo de reforma íntima. É uma frase muito usada, né? Uma palavra dentro da doutrina reforma íntima é a transformação moral, ampliação da consciência. Isso só ocorre quando você se conhece, ou seja, você sabe da sua realidade, da sua verdade. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Abendo a verdade, eu posso dizer o seguinte: eu acrescento um item intermediário. Conhecereis a verdade e ela num primeiro momento lhe perturbar. Muitos vão ficar perturbados. Você se perceber uma pessoa egoísta, eu não sou uma pessoa tão bondosa. Eu entrego aqui todo mês uma cesta básica aqui na comunhão. Eu visito o lar dos velhinhos, né? Eu visito as crianças da creche, eu faço isso, eu faço aquilo e tal, tal. Atos exteriores que não correspondem ao sentimento que emana do coração. O que faz de ajuda ou faz por vaidade e orgulho, porque quer ser reconhecido como uma pessoa bondosa, um benfeitor, ou por outros interesses em busca de favores. Eu tô te ajudando aqui, tô dando essa mão. Então, quando eu precisar, você vai me pagar de volta, né? Você vai assumir é uma troca. Ainda não entendeu o que é fraternidade, o que é de fato caridade, que é uma doação incondicional. Não importa aquela pessoa a quem você está ajudando, se ela é preta, branca, amarela, se é homem, se é mulher, se é transgênero, não importa. é um ser humano. Tudo que nos discrimina nos distancia. É aquilo que os hindus falavam de separatividade. Nós somos um. Não tem essa de raça branca, raça amarel. Só existe a raça humana. Não tem

orta. é um ser humano. Tudo que nos discrimina nos distancia. É aquilo que os hindus falavam de separatividade. Nós somos um. Não tem essa de raça branca, raça amarel. Só existe a raça humana. Não tem outra raça. Existem etnias. Hoje tem mais compreendido. Mas raça é só uma. O sangue é o mesmo para todos. Portanto, devemos buscar na crítica a possibilidade de ser uma bênção, de ajudar alguém, se você faz aquilo de coração verdadeiramente. Ou pode ser uma pedrada, se você não souber fazer, você vai agredir alguém. É relevante usar da palavra, da sua palavra para erguer pessoas, para estimulá-las e não para torná-las pessoas humilhadas e depressivas. E podemos dizer, para concluir, nessa nossa conversa, aprendemos que o seguinte, a falar com amor nas nossas relações, o amor, sentimento de amor, a ouvir o que os outros nos dizem com serenidade e a transformar as críticas que nos são feitas em aprendizado. Assim, estaremos convivendo com essas questões sociais de relacionamento de uma maneira positiva, construtiva e que em vez de gerar dor e sofrimento, vai gerar oportunidade de crescimento. Gratidão a todos pela atenção. Até uma próxima oportunidade. Fiquem todos na paz do mestre Jesus. Que assim seja. Então, nós agradecemos ao nosso palestrante Luzardo. Teve um dia que teve uma palestra aqui, eu falo o nome no começo e não falei o nome no final. Aí alguém me fez uma crítica aqui. Olha, diz o nome do final porque eu cheguei no meio e eu não peguei quem que era o palestrante. Eu peguei a crítica, né? E tô dizendo, usado Silva. [risadas] Muito obrigada, meus amigos. Tem um recado aqui para nós. Vocês sabem que a comunhão faz o Natal, né? São mais de 300 famílias que são assistidas na ceia de Natal. Então eles pedem a nossa ajuda, que a gente possa trazer até o dia 30 de novembro. E a gente pode escolher, olha, farofa, batata palha, panetone, enlatados. Aí eles sugerem sardinha, milho, ervilha, azeitona. Pode trazer geleia, suco de fruta, mas aí embalagem longa vida, não pode ser no vidro, né?

scolher, olha, farofa, batata palha, panetone, enlatados. Aí eles sugerem sardinha, milho, ervilha, azeitona. Pode trazer geleia, suco de fruta, mas aí embalagem longa vida, não pode ser no vidro, né? chocolate, doces em lata, bombões achocolatados e shark embalado a vácuo. Onde entregar? Aqui no amo xarifado. Então a a nossa casa conta com todos nós, né, para fazer esse Natal dessas famílias. Vamos então fazer a nossa prece, aproveitando, né, o tema da palestra que nós ouvimos, a crítica. Então vamos aproveitar e pedir uma força para Deus, nosso pai para que ele possa nos ajudar a colocar isso que nós aprendemos hoje em prática. Pai querido, como é difícil falar com amorosidade, como é difícil ouvir com serenidade. Temos ainda tanta dificuldade, certamente por conta do orgulho que ainda trazemos. Senhor, acerena o nosso coração para que nós reflitamos antes de falar com alguém, que possamos medir a palavra, que possamos tomar o cuidado de não machucar, de não ferir. E se por acaso assim o fizermos, que possamos ter a grandeza de pedir desculpas, de reparar, de contornar o mal entendido, levando amorosidade, levando compreensão, que tenhamos também a serenidade para receber as críticas que nos são endereçadas, sabendo que temos muitos defeitos a corrigir, que estamos ainda aprendendo, que estamos caminhando, mas nem por isso Deixamos de ser merecedores do teu infinito amor, mestre Jesus, abençoa esses nossos esforços de crescer. Abençoa a nossa boa vontade, a nossa perseverança. Abençoa, Senhor, os nossos lares, familiares queridos. Abençoa aqueles com quem ainda temos dificuldade de convivência, os nossos mestres da paciência, da superação, que vem nos ensinar a arte da compreensão. Mestre Jesus, nós te agradecemos por esse momento de paz e de luz e pedimos a permissão para encerrar essa primeira parte dos nossos trabalhos. Graças a Deus. Eu digo a primeira parte que a segunda é o passe, né? >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de

o para encerrar essa primeira parte dos nossos trabalhos. Graças a Deus. Eu digo a primeira parte que a segunda é o passe, né? >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir [música] necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música]

ada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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