CRÍTICAS - Adolfo Marques [PALESTRA ESPÍRITA]
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Beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda beleza. de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando [música] a ti. Obrigado a comunhão [música] espírita de Brasília. Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de [música] coração a paz dentro [música] de mim. Boa tarde a todos que nos assistem, que nos ouvem pelas redes sociais vinculadas à Comunão Espírita de Brasília e a vocês, encarnados e desencarnados que comparece ao auditório Bezerra de Menezes para mais uma atividade da casa. Sintam-se todos abraçados nesse dia que a temperatura de 21º, meio chuvoso, né? nos faz assim criar um clima para reflexão, para que nós possamos mergulhar dentro de cada um de nós, encontrarmos a aquela situação que alguma aflição está nos trazendo. E nada melhor do que realmente comparecer aqui ao auditório ou ligar a televisão para assistir uma palestra, uma atividade, porque é nesse instante de recolhimento que a espiritualidade já está aqui presente e junto com os nossos irmãos que nos assistem e eles fazem um mergulho na nossa mente, eles leem a nossa tela mental, vem aquilo que estamos buscando e sempre um auxílio, uma ajuda nos chega. ão. Eu agradeço a comunhão espírita pela oportunidade que me dá de poder trabalhar em prol da divulgação da nossa doutrina. E para a nossa harmonização, nós vamos ler uma mensagem desse livro Episódios Diários, de autoria do espírito Joana de Angeles, na psicografia do nosso querido e saudoso Divaldo Franco. E a mensagem a 28 que tem o título Crítica. E exatamente é esse título o nosso tema da reflexão. E eu vou ler para vocês. Crítica. Diante dos acontecimentos chocantes do dia a dia e em face de determinados comportamentos equivocados que recebem aplauso geral, vemte à tentação de criticar. algumas palavras bem colocadas e serão suficientes para desmascarar mandatários
dia a dia e em face de determinados comportamentos equivocados que recebem aplauso geral, vemte à tentação de criticar. algumas palavras bem colocadas e serão suficientes para desmascarar mandatários inescrupulosos e indivíduos subservientes de conduta viu. Quase todas as pessoas do ciclo onde eles se movimentam conhecem-lhes as falhas. Não obstante, sorriem com falsa anuência em relação à sua forma de viver, quase os detestando. Tu que procuras ser honesto contigo mesmo e com o próximo, ficas magoado, desejoso de te referires às deficiências que caracterizam essas pessoas e esses fatos. Esse procedimento em nada ajudará aos criticados que se irritarão, carregando-se de ódio contra ti e passando a perseguir-te, piorando a própria situação. A crítica ácida, inspirada pela revolta ou pelo ressentimento, não contribui para a mudança delas ou das ocorrências examinadas. Ninguém gosta de sofrer críticas, mesmo quando merecidas. A palavra gentil de ajuda e de esclarecimento produz melhor efeito do que a acusação irada, a censura severa. A tua melhor maneira de criticar o erro será agir com acerto, diferenciando-te pela forma de atuar em relação à aquele que se comporta irregularmente. Força da retidão se expressa pela conduta, muito mais do que através das palavras. Evita a crítica forma sutil de vingança e não raro de despeito sórdido. A tua vida deve tornar-se uma lição viva de correção e dignidade, sem que estejas apontando os erros e debilidades alheios. e harmonizados que já estamos com essa espiritualidade que aqui nos envolve. Eu convido a todos para a nossa prece inicial. Aqueles que se sentirem confortáveis, fechem seus olhos e dirigindo o nosso coração, as nossas emoções, o nosso sente, o nosso sentimento para o pai criador e a Jesus, nosso mestre, nosso modelo, nosso guia. Nós te pedimos, Pai, que nos abençoe, que nos fortaleça, visite os nossos lares, os nossos locais de trabalho e auxilia-nos, Pai, porque às vezes nós não aguentamos as o peso que nos cerca, os pesos que às
e pedimos, Pai, que nos abençoe, que nos fortaleça, visite os nossos lares, os nossos locais de trabalho e auxilia-nos, Pai, porque às vezes nós não aguentamos as o peso que nos cerca, os pesos que às vezes os dias nos trazem pelos conflitos, pelas mágoas, pelo desalento, pelos meios medos. Senhor, abençoe-nos, fortaleça-nos na fé, que nós possamos nos reerguer e caminharmos de mãos dadas com Jesus, nosso modelo, nosso guia, nosso irmão querido. Abençoe-nos a todos, abençoe essa casa. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus queridos irmãos, minhas queridas irmãs, nós vamos falar sobre críticas, que é uma mensagem desse livro Vidas vazias, de também de autoria de Joana de Angeles, pelo pela psicografia de Divaldo Franco. Nós vamos falar sobre crítica. Porém, nós costumamos, antes de adentrar na mensagem fazer um retrospectivo, retrospectiva, porque a maioria de nós é espírita. Estamos numa casa espírita, vamos falar de espiritismo. E o espiritismo ele é o cristianismo rede vivo. E o espiritismo foi as fontes da doutrina, foi as fontes de Jesus, aquela época em que Jesus caminhava, exemplificava e nos falava tanto por parábolas, nos trazendo ao seu reino de amor e de de retidão e de harmonia. Então, o espiritismo é esse cristianismo rede vivo. E o objetivo do espiritismo, qual é? É a transformação moral da humanidade que passa pela nossa transformação individual. Cada um de nós nos transformando moralmente, acabará o dia em que todos nós, toda a humanidade estará transformada. esse objetivo e o espiritismo, esse cristianismo redivido, o que ele trouxe de Jesus? Trouxe a moral para o espiritismo. Não importa muito se ele subiu ou desceu ao monte, se ele curou, se fez milagres, onde ele nasceu, se ele tinha irmãos, se ele nasceu de Maria, se não nasceu, não tem grande importância. O importante é a moral que ele nos trouxe. E a moral do Cristo, ela não tem controvérsia e nem nenhuma outra crença. É a moral do Cristo que que nós trouxemos. E tem uma particularidade importantíssima no espiritismo que ele
ue ele nos trouxe. E a moral do Cristo, ela não tem controvérsia e nem nenhuma outra crença. É a moral do Cristo que que nós trouxemos. E tem uma particularidade importantíssima no espiritismo que ele vem no momento em que ele se ele aponta a nossa transformação moral. Ele vem e diz com essa palavra que o materialismo deve ser destruído. É forte isso. Destruir o materialismo é a grande luta que nós espíritas temos que fazer. Porque um materialismo ele vai chegando devagarzinho e você às vezes nem percebe sendo espírita, sendo cristão, que o materialismo se enraizou em você. Então, a destruição do materialismo é para o espiritismo cristão, que somos nós, é uma ferramenta de luta a todo momento. Então, ao fazermos essa ponderação, nós então podemos dizer que para nós podermos chegar a esse reino que a missão de Jesus, a missão de Jesus, qual foi a missão de Jesus? foi trazer o reino de Deus para dentro do coração de cada um de nós. E para trazer o reino de Deus para o nosso coração, é preciso exatamente fazer o que a doutrina dos espíritos nos diz, destruir o materialismo. E destruindo o materialismo, nós vamos estar tirando do nosso coração o orgulho, o egoísmo, a vaidade, o interesse pessoal e tantas outras. o apego e tantos outros, perdão, e tantos outros vícios que nos faz ficar às vezes cabisbaixos, sofrendo, porque não intronizamos a beleza do Cristo e da sua mensagem. E poucos de nós até acredita de só menos no que Jesus falou. Às vezes nós acreditamos dentro da casa espírita, dentro do templo evangélico ou da igreja católica, nós vamos e nos ajoelhamos, fazemos todos os atos, mas na hora que nós vamos viver a mensagem de Jesus, essa mensagem que alivia as nossas dores, nós às vezes não acreditamos e não fazemos. Portanto, meus queridos, dentro dessa perspectiva espírita cristã, toda a mensagem, qualquer uma que o palestrante vem aqui trazer, vá falar sobre crítica, como falaremos, sobre apego e desapego, amor, amor ao próximo, qualquer uma, ela tem que estar
espírita cristã, toda a mensagem, qualquer uma que o palestrante vem aqui trazer, vá falar sobre crítica, como falaremos, sobre apego e desapego, amor, amor ao próximo, qualquer uma, ela tem que estar embasada nesse arcabolso que nós falamos. Ela tem que nos trazer uma mensagem que possa nos levar para dentro de nós na busca desse reino de Deus. Ela tem que vir e trazer uma solução para aquilo que nós estamos buscando. Então, as mensagens são muitas e ela tem que nos fazer refletir sobre o que tá se passando dentro de cada um, que nos impede de darmos esse passo decisivo da nossa vida e de adentrarmos nesse reino de amor que Jesus nos convida. Por isso, meus irmãos, ter espírita vivência de tudo que aprendemos e sabemos. É viver os ensinamentos em todos os momentos da nossa vida. Em todos os momentos da nossa vida, nós devemos viver os ensinamentos de Jesus. E somente conseguiremos sentir que estamos no caminhos quando percebermos que a nossa vida não está vazia. E nesse instante, quantos de nós não está sentindo um vazio? A minha vida está vazia, eu não consigo preenchê-la. Eu perdi o sentido da vida. Hoje em dia tá muito comum as pessoas procurarem as casas religiosas, psicólogos, amigos, porque perderam o sentido da vida, perderam o sentido de tudo mais. E às vezes a mente começa então a a viajar em tantas e tantas esferas, se esquecendo que o guia modelo é Jesus. Ele nos diz como resolver tudo isso. Estamos momentaneamente nesse mundo muito passageiro e aqui o mundo da ilusões. Eles nos eles nos embaraçam, eles nos envolvem. Nós temos que sair disso. E é um esforço pessoal que cada um deve exercer. E Vidas vazias é exatamente o nome do livro que na nossa livraria deve ter para vender. É important. tem várias mensagens que vai nos dar assim um um up para nós podermos assim a na leitura resolvermos assim realmente tomar as rédias da nossa vida. Não podemos deixar que nenhuma situação, nenhuma pessoa, nada, nada tome as rédeas da nossa vida. Ninguém tem o poder de fazer, de dizer o
ra resolvermos assim realmente tomar as rédias da nossa vida. Não podemos deixar que nenhuma situação, nenhuma pessoa, nada, nada tome as rédeas da nossa vida. Ninguém tem o poder de fazer, de dizer o que eu sou, o que eu faço, a não ser a minha consciência, a minha consciência bem encaminhada pela mensagem do Cristo. E o tema crítica se insere exatamente nos no que nós falamos a respeito de acabarmos com o materialismo e resolvermos a nossa vida num novo passo de busca do caminho, não vou dizer o caminho correto, o caminho adequado para nós podermos sair das aflições, sair desse desse redemoinho que muitas vezes envolve a o nosso ser. É normal algumas pessoas ou todos nós atribuírem o mesmo significado ao termo crítica ao de julgamento. A pessoa confunde crítica ou julgamento ou opinião. E alguns dicionários até dizem que esses termos crítica, julgamento e opinião são a mesma coisa, mas não são. Então, a partir daí, nós vamos desenvolver um raciocínio que possa nos levar a uma conclusão que Joana nos convida a chegar. De forma simples, podemos dizer que criticar é ação de apontar ou ressaltar as imperfeições de alguém ou de algo. Salientar qualidades ou defeitos, analisar, apreciar, avaliar e examinar. Enquanto que julgamento nos leva a uma decisão, a formação de um conceito sobre alguém ou alguma coisa. Já a opinião que se parece muito com o julgamento é um ponto de vista. Se eu não tenho um conhecimento aprofundado de alguma coisa, eu tenho uma opinião e eu dou essa minha opinião. É a minha opinião, é uma questão pessoal minha. Então, vamos dar um exemplo para que nós possamos eh sedimentar esses conceitos. Vamos imaginar que a comunhão espírita ela vai fazer um concurso de poesias e várias pessoas vão se inscrever no dia. Cada um vai subir aqui no palco para declamar a sua poesia e a comunhão para poder avaliar vai convocar jurados, os críticos. E esses críticos, para serem críticos, eles devem conhecer sobre poesia, como se declama, a gesticulação, o tom de voz, a
sua poesia e a comunhão para poder avaliar vai convocar jurados, os críticos. E esses críticos, para serem críticos, eles devem conhecer sobre poesia, como se declama, a gesticulação, o tom de voz, a imposição. Então eles estão aqui e a pessoa vem e declama. Porque se esses críticos não conhecerem com profundidade aquilo que vão posteriormente julgar, eles não irão criticar, eles darão opinião. Aí podem me chamar, eu não entendo nada de poesia. Eu sei quando ela é bonita ou não é bonita. Eu sei quando ela atinge o meu coração. Não. Se me colocarem aqui para julgar, eu vou dar minha opinião. Mas o crítico, ele tem que conhecer. Então a a pessoa sobe e declama a sua poesia. Terminado. O que que o crítico vai fazer? Ele vai iniciar ressaltando aquilo que de bom a pessoa fez. Olha, a sua voz é muito boa, a sua imposição é boa e tal. Contudo, eu acho que você poderia melhorar nisso ou naquilo outro. Quer dizer, é uma crítica que não vai botar a pessoa lá embaixo. Imagina se o crítico fala: "Olha, o que que você veio fazer aqui? Essa voz engançada, essa gesticulação horrível vai embora daqui e mas essa pessoa vai se enfiar num buraco, nunca mais aparece." Então a crítica ela tem que ressaltar, ela tem que fazer que a pessoa aperfeiçoe, que ela pessoa cresça. Então a pessoa sendo criticada nesses moldes, ela vai sair daqui falar: "Puxa, realmente eu vou procurar me melhorar". Bom, então cada um é criticado. Chega ao final, esses jurados se recolhem e vão então debater sobre as pessoas que eh declamaram as poesias. Aí vão julgar, olha, esse é o primeiro colocado, é o segundo, o terceiro e quarto. Eles vão dar uma ordem de valor à eles declamaram e vão julgar, vão decidir, já que é um concurso, quem foi melhor e assim por diante. Então aí nós podemos avaliar o que seja crítica, julgamento e opinião. Outro exemplo nós encontramos é no Evangelho de João, no capítulo 8, versículo 1 a 11, onde é relatado o episódio da mulher adúltera. Ah, alguns fariseus pegam a mulher que tinha sido
mento e opinião. Outro exemplo nós encontramos é no Evangelho de João, no capítulo 8, versículo 1 a 11, onde é relatado o episódio da mulher adúltera. Ah, alguns fariseus pegam a mulher que tinha sido flagrada em adultério e jogam aos pés de Jesus e falam para ele que ela foi pega em adultério. E para testar Jesus, eles perguntam: "O que faremos com ela?" Porque na lei, pela lei daquela época, ela deveria ser apedrejada. E querem testar Jesus para ver se se ele vai ser contrário à lei, o que que ele vai fazer. Aí Jesus para, ele tava escrevendo no chão, ele para e diz: "Aquele dentre vós que for perfeito, que nunca cometeu algum deslize, algum pecado, que atire a primeira pedra". Todos param, refletem sobre aquilo e um a um vai se retirando e a mulher fica, Jesus já toma no peito e diz: "Mulher, algum dos teus julgadores ainda está aí?" Ela diz: "Não, todos foram embora." E Jesus diz: "Então segue e não peques mais e ela vai embora". Então, nós observamos aí duas críticas. A primeira daqueles que viam naquela mulher o próprio pecado e queriam apedrejá-la. Jesus não não disse que ela não era pecadora. Tanto é que falou: "Segue a tua vida e não peques mais". Mas ele fez uma crítica de construção. Enquanto um uma crítica levava o apedrejamento, a outra crítica erguia aquela mulher. que certamente depois disso muito deve ter pensado e tomado um outro rumo na sua vida. Relembremos também, meus irmãos, o que nos ensina o nosso Evangelho Segundo o Espiritismo no capítulo 17, no item sede perfeitos, onde eh que fala sobre o homem de bem, né? Diz assim, quando vai falar o que é um homem de bem. O homem de bem é indulgente. O que que é uma pessoa indulgente? É uma pessoa que tem clemência, que tem tolerância. Então, um homem de bem é indulgente para as fraquezas alheias. Então, se nós pretendemos um dia sermos um homem, quer dizer, um homem e uma mulher de bem, a primeira questão é sermos indulgente, termos tolerância com a fraqueza do outro e com as nossas também, porque sabe que também necessita
ia sermos um homem, quer dizer, um homem e uma mulher de bem, a primeira questão é sermos indulgente, termos tolerância com a fraqueza do outro e com as nossas também, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente essa sentença do Cristo. Atile-lhe a primeira pedra. Atilhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado. No item seguinte a essa, esse homem de bem, Kardec nos diz, os bons espíritas, que somos nós que pretendemos ser bons espíritas, os bons espíritas são aqueles aqueles verdadeiros que reconhecendo, que se reconhecem pela transformação moral que estão fazendo em si e que emprega todos os esforços para domar as suas mais inclinações. Então, se nós somos homens de bem, o espírita, ele tem um plus a mais, ele tem alguma coisa mais para buscar, ele tem aquele dever, aquela obrigação de domar as suas mais tendências. Essa é uma obrigação que nós temos de fazer. E feita essas considerações, retomemos a mensagem de Joana Críticas do livro Vidas Vazia. E Joana nos alerta de que ao criticarmos devemos ter o cuidado de contribuir em favor do aperfeiçoamento daquilo que se encontra sobre a nossa observação. Sim, nós espíritas devemos ter o cuidado, e aqui repetimos, de ao fazermos uma crítica, essa crítica seja para levantar, para aperfeiçoar, para resgatar, jamais para colocar a pessoa no buraco, no lixo. Não podemos fazer isso de maneira alguma. E muitos de nós fazemos isso e às vezes diariamente e sem nem percebermos o que fazemos. Um exemplo, dentro dos nossos lares, isso costuma acontecer muito. É certo que a missão dos pais é educar os filhos para que eles possam, né, crescer e terem assim uma vida sadia, uma vida moral sadia. Mas acontece que no lar é onde estão aqueles aqueles amigos de outras vidas, aqueles aqueles espíritos que vem se resgatar conosco, nós com eles, ou então aqueles espíritos amorosos se reúnem no lar e com a convivência do dia a dia, muitas vezes o homem tá lá na cozinha, vai lá fazer algum algum detalhe mexendo na panela. Normalmente, hoje em dia o
ntão aqueles espíritos amorosos se reúnem no lar e com a convivência do dia a dia, muitas vezes o homem tá lá na cozinha, vai lá fazer algum algum detalhe mexendo na panela. Normalmente, hoje em dia o homem já tem muita habilidade para isso, mas uns não têm. Vamos lá fritar o ovo, fazer o arroz e suja aquilo. A mulher, ao invés de criticá-lo assim, ô meu amor, que bom que você tá fazendo. Olha, eu limpo tudo isso, mas foi muito bom ver você aqui fazer esse arroz. Deve estar uma uma delícia o arroz. Depois vamos limpar juntos a a a cozinha. Mas não fal, você é um porco. Olha, você sujou tudo. Para de fazer. Eu limpei essa cozinha ontem. Olha o que você está fazendo. Aí falou: "Mas você também, você é uma desleixada". E aí começa uma briga, uma crítica, as pessoas botam para fora um xingamento. É ego brigando com ego. Isso vai para onde? Muitas vezes numa coisinha que podia ser resolvida, é num abraço, numa palavra, num num conselho, mesmo numa crítica positiva. Isso vira uma guerra dentro de casa. E depois essas pessoas estão se vendo todos os dias. Aquele filho pequeno que vai na mercearia, viu ali o ovinho da Páscoa, ele tá vontade de comer chocolate, ele vai, pega o ovinho, bota no bolso, vai embora. Aí o pai vê aquilo, ele não vai chegar. Você é um ladrão, você é um marginal, vai crescer isso. Não, vem cá, meu filho. Isso não se faz, isso é do outro. Ele trabalha, ele se esforça na no seu local de trabalho para poder eh ter lucro e manter a a a família dele. Vem cá comigo, filho. Vamos devolver o ovinho lá na na mercearia. Leva o filho, devolve. o filho vai compreender aquilo. Então, é uma maneira de você criticar fazendo, perdão, que o outro cresça no no na sua vida, nos locais de trabalho, quando o funcionário ele não faz um serviço bem feito. É óbvio que tem que fazer um serviço bem feito, mas você não precisa chamá-lo de adjetivos que vão afundá-lo, vão humilhá-lo perante os outros colegas. Não é essa a maneira que um homem de bem, um espírita cristão age na vida. Quando você se depara com uma
não precisa chamá-lo de adjetivos que vão afundá-lo, vão humilhá-lo perante os outros colegas. Não é essa a maneira que um homem de bem, um espírita cristão age na vida. Quando você se depara com uma situação dessa, a primeira visão que nós devemos ter é de reerguer aquele irmão que não tá sabendo como fazer. Obviamente que isso é um exemplo bem simples, né? Existem eh várias situações que às vezes merece uma crítica um pouco mais eh eh efusiva, mas normalmente se você vai conversa, às vezes é uma uma situação que a pessoa tá tá vivenciando, que tá muito dolorosa para ela, então jamais em momento algum criticar. Os jornais nos falam de crimes absurdos que acontecem, que estão acontecendo hoje em dia no nosso mundo, no nosso Brasil e na nossa cidade. E nós olhamos aquilo, a primeira coisa que nós fazemos é criticar. A gente quer pegar aquela pessoa, botar dentro de uma prisão e que ele sofra todas as amarguras que possa sofrer. Mas nós somos espíritas. Nós não é ser espírito, não é ser bonzinho, não é ter consciência de que nós somos espíritos imortais. Esse irmão que praticou esse essa situação tão deplorável, ele vai ser julgado pela justiça dos homens. E ela vai vai colher as provas, a materialidade, a autoria, vai ao juiz, vai dar o direito de defesa e ele vai ser julgado ou não pelas leis daqui da terra. Mas nós somos espíritas. A nossa lei é a lei de amor, justiça e caridade. E nós sabemos que estamos num mundo de expiação e provas. E todos nós estamos sujeitos a isso. Aquele irmão pode ter praticado alguma coisa realmente muito violenta, mas ele um dia vai ser um espírito perfeito também. Vamos nos lembrar que Paulo, quando ele era Paulo de Tarso, ele não mandou apedrejar Estevão. Morreu apedrejado e perseguia os cristãos. era bárbaro aquela situação, mas ele se transformou, virou o Saulo de Tarso, o apóstolo de Jesus, e ele virou e foi aquele que deu toda a divulgação ao cristianismo. Então, nós não podemos fazer uma crítica. Vamos verificar sempre o lado
se transformou, virou o Saulo de Tarso, o apóstolo de Jesus, e ele virou e foi aquele que deu toda a divulgação ao cristianismo. Então, nós não podemos fazer uma crítica. Vamos verificar sempre o lado melhor, o lado bom daquele que está praticando qualquer que seja a violência, não é compactuar com a violência. Jamais, jamais compactuar, mas sempre olhar que aquela pessoa é mais necessitada do que realmente passiva de qualquer outra coisa. E pela lei do progresso, a lei de justiça, amor e caridade, a lei de sintonia, a lei de causa e efeito, sinceramente, a pessoa vai resgatar aquilo que fez. E esse é é o nosso papel quando falamos eh no aspecto da crítica. No aspecto da crítica. Eh, Joana, nessa sua mensagem, ela nos diz assim, isso também é de uma importância muito grande no nosso cotidiano. Ela fala assim: "No teu, no nosso cotidiano, tem cautela nas tuas observações, pois os teus comentários críticos podem destruir vidas que anelam pelo crescimento, pelo direito de amar e de ser." Então, às vezes, a pessoa, um amigo seu ou uma pessoa que não é conhecida, ela até tá procurando eh crescer em alguma situação da sua vida e você ao invés de ampará-la, de desenvolver nela a motivação para esse esse caminhar, você a a humilha criticando às vezes um comportamento que ela às vezes tá tendo de uma maneira tão simples, tão tão tão assim poeril, você vai às vezes destrói uma vida, destrói uma vida e nós vemos isso acontecer dioturnamente, principalmente pelas redes sociais. Pelas redes sociais. Então o Chico Xavier dizia: "Se alguém faz uma crítica e se alguém quer chegar a você fazendo crítica de alguém, ele falava assim: "Espera um pouquinho. O que você vai falar? Eu preciso saber o que você vai falar é útil. O que você vai falar vai ajudar alguém? Não vai. Então não me fala não. Então as mensagens nos chegam e a gente é são tantas que a gente nem presta atenção. Ah, isso é bacana. Isso vai dar maior repercussão. E tem umas mensagens que falam assim: "Olha, manda isso paraa
o. Então as mensagens nos chegam e a gente é são tantas que a gente nem presta atenção. Ah, isso é bacana. Isso vai dar maior repercussão. E tem umas mensagens que falam assim: "Olha, manda isso paraa frente porque isso aqui é uma bomba. Isso aqui vai arrasar". vai fazer coisa nenhuma. As coisas vão continuar sendo como são e nós vamos seguir a nossa vida nesse caminho de Jesus e não vamos eh começar a compartilhar com essas pessoas que querem causar o caos, querem causar aflição na gente. Não é ficar a parte do que aconteça no mundo. E Jesus mesmo disse: "Dai a César o que é de César. Dai a Deus o que é de Deus. Vamos buscar o reino de Deus, construir os tesouros das virtudes para dentro de cada um de nós. Não vamos servir a Deus e a mamã. Vamos escolher servir a Deus. Buscai primeiro o reino de Deus e tudo mais vos será entregues. Então, meus irmãos, um dos aspectos e são muitos, muitas das mensagens que nos chegam é nós estamos falando hoje da crítica. Então, que a crítica a partir de hoje seja aquela crítica construtiva, aquela crítica que levanta. Se alguma crítica é para denegrir alguém, evite. Mas às vezes você precisa falar, porque é um caso em que se você não falar poderá perecer um grande número de pessoas, mas que você saiba falar isso de uma maneira amena e menos prejudicial possível. Porque quando nós fazemos essa crítica ácida, nós estamos falando de nós mesmos, porque a boca fala daquilo que o coração tá cheio. Quando nós somos ácidos, quando nós somos ásperos, maledicentes com o próximo, é porque a maledicência tá instalada dentro de cada um de nós. Então, antes de você ver isso no outro, chega a noite para e reflete: "Ô meu pai, como eu fui maledicente, como eu fui ácido, como eu machuquei essa ou aquela pessoa, principalmente dentro de casa, como eu machuquei minha mulher, como eu machuquei meu esposo, meu filho, a minha sogra, coitada das sogras, que muitas vezes são são atentadas. você e então é é esse o momento de você procurar trazer para sua esfera íntima
a mulher, como eu machuquei meu esposo, meu filho, a minha sogra, coitada das sogras, que muitas vezes são são atentadas. você e então é é esse o momento de você procurar trazer para sua esfera íntima as coisas boas, criar uma sintonia de paz em volta de você. E quando você evita essa crítica ácida e maledicente, pode ter certeza, tudo vibra, porque o mundo vai mudar a partir da mudança que você faz de você. Você não tá feliz com a sua vida, você não tá feliz com o que tá acontecendo com você. Muda. Não espera que alguém venha mudar para você, não. Muda o seu modo de pensar, o seu modo de agir, o seu modo de fazer. Faz diferente. Faz diferente. Jesus é o caminho da verdade e da vida. E é muito simples o caminho que ele veio nos ensinar. E nós não colocamos em prática. Ele não veio ensinar pra gente jogar na bolsa de valores. Qual é a melhor moeda, é o dólar? é o euro. Se eu aplico aqui, eu aplico ali, não. Ele veio ensinar aquilo que é importante. Ele veio ensinar o caminho da vida real, que é a vida espiritual. E para esse caminho ele só diz uma coisa muito fácil. Amar a Deus sobre todas as coisas, ao próximo como a ti mesmo. E diz mais, ame o vosso inimigo. E muita gente se confunde dizendo, mas eu vou amar meu inimigo. Eu vou ter que gostar dele, eu vou ter que ter um afeto por ele? Não, você não tem que gostar dele, você não tem que ter afeto por ele, você não tem que se vingar dele, você tem que buscar ajudá-lo se houver uma necessidade para isso. Então, esse é o amar o inimigo. Não é você, eu vou ter que amar esse cara, essa pessoa que me machucou, que me traiu. Não, só não queira mal. Tire de dentro de você a vingança. Tire a mágoa, que a mágoa antes de chegar nele, ela vai passar por todas as suas células. E as maiores enfermidades que nós temos no corpo físico, elas decorrem das enfermidades do espírito, quando nós não conseguimos conviver com tantas, tantas eh eh tantas coisas que estão dentro da gente, tantas mágoas, tantas invejas, aflições, orgulho, egoísmo.
decorrem das enfermidades do espírito, quando nós não conseguimos conviver com tantas, tantas eh eh tantas coisas que estão dentro da gente, tantas mágoas, tantas invejas, aflições, orgulho, egoísmo. Quando a gente não consegue ver com isso, não consegue depurar isso da gente, isso tudo aparece de que maneira? enfermidade, dor no estômago, vários tipos de câncer. Não tô dizendo que isso é é matemático, não, mas muitas e muitas enfermidades decorrem disso. Vamos ter uma vida sadia, vamos ter uma vida próspera, vamos fazer como Cristo fazia. Ele nunca chegou para ninguém e fez uma crítica para acabar, para ferir a pessoa. A crítica dele sempre foi bom. Até ao morrer na cruz, dando exemplo da maior humildade, nasceu numa manjedoura, dando exemplo de uma humildade. Passou toda a sua vida, não tinha uma pedra para encostar a cabeça. Humildade. Morreu numa cruz. E para mostrar mais ainda que o seu reino não era desse mundo, ele se deixou crucificar e uma coroa de espinho sobre a sua cabeça, porque os poderosos da época eram coroas de flores. E ele quis ressaltar no seu último momento que o seu reino não era desse mundo. E é esse convite que ele nos faz para que nós possamos rasgar as imperfeições que ainda brotam do nosso coração. que nós possamos amar com toda a intensidade aqueles que ele colocou em torno de nós para essa jornada que estamos fazendo pela terra. E tenhamos toda a certeza, isso é certo. Jesus está junto de cada um de nós. Buscai e achareis. Mas buscai o quê? Buscai a luz. Buscai a força da fé. E tenho certeza, tenhamos certeza que nós somos vencedores. Nós venceremos caminhando de mãos dadas com Jesus. Meus irmãos. Então, muito obrigado por vocês estarem aqui nessa terça-feira e reflitamos todos nós, porque eu preciso talvez mais do que vocês refletir sobre tudo isso. E que Deus nos abençoe a todos. Que assim seja. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual,
nos abençoe a todos. Que assim seja. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo [música] e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se [música] encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e
possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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