CRITÉRIO DE JESUS E DOS HOMENS - Roberta Assis [PALESTRA ESPÍRITA]
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Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor. Boa noite, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles que estão nos assistindo, todos nós sejamos muito bem-vindos a esse nosso momento. Vamos fazer uma leitura desse livro Fonte Viva. Ele é uma psicografia do Francisco Când Xavier pelo espírito Emanuel. É lá na lição 147 que fala: "Refugia-te em paz". E tem uma passagenzinha do apóstolo Marcos, eh, capítulo 6, versículo 31, que ele fala assim: "Havia muitos que iam e vinham e não tinham tempo para comer." Aí o espírito Emanuel vem explicando para nós, né? O convite do mestre para que os discípulos procurass procurar para que os discípulos procurem lugar a parte a fim de repousarem a mente e o coração na prece é cada vez mais oportuno. Todas as estradas terrestres estão cheias dos que vão e vêm, atormentados pelos interesses imediatistas, sem encontrarem tempo para a recepção de alimento espiritual. Inúmeras pessoas atravessam a senda famintas de ouro e voltam carregada carregadas de desilusões. Outras, muitos, muitas, muitas correm as aventuras sedentas de novidade emocional e regressam com o tédio destruidor. Nunca houve no mundo tantos templos de pedra como agora para as manifestações de religiosidade e jamais apareceu tamanho volume de desencanto da nas almas. A legislação trabalhista vem reduzindo a atividade das mãos como nunca. No entanto, em tempo algum surgiram preocupações tão angustiosas como na atualidade. As máquinas de civilização moderna limitaram espantosamente o esforço humano. Todavia, as aflições culminam presentemente em guerras de arrastamento científico. avançou a técnica da produção econômica em todos os setores, selecionando o algodão e o trigo por intensificar-lhes as colhetas. Mas para os olhos que contempla a paisagem mundial, jamais se verificou entre os
técnica da produção econômica em todos os setores, selecionando o algodão e o trigo por intensificar-lhes as colhetas. Mas para os olhos que contempla a paisagem mundial, jamais se verificou entre os encarnados tamanha escassez de pão e vestiário. Aprimoram-se as teorias sociais de solidariedade e nunca houve tanta discórdia. Como aconteceu nos tempos da permanência de Jesus no apostolado, a maioria dos homens permanecem no vai e vem nos caminhos. entre a procura desorientada e o achado falso, entre a mocidade leviana e a velice desiludida, entre a saúde menosprezada e a moléstia sem proveito, entre a encarnação perdida e a desencarnação em desespero. Ó meu amigo, se adotaste efetivamente o aprendizado com divino mestre, retira-te a um lugar a parte e cultiva os interesses da tua alma. É possível que não encontres o jardim exterior que facilite a meditação, nem algum pedaço de da de natureza física onde repouses no do cansaço material. Toda a vida penetra o santuário dentro de ti mesmo. Há muitos sentimentos que te animam há séculos, imitando em teu íntimo fluxo e o refluxo da multidão. Passam apressados de teu coração ao cérebro e voltam do cérebro ao coração. Sempre os mesmos, incapacitados de acesso à luz espiritual. São os princípios fantasistas de paz e justiça, de amor e felicidade que o plano de carne te impôs. Em certas circunstâncias da experiência transitória, podem ser úteis. Entretanto, não vivas exclusivamente ao lado deles. Exerceriam sobre ti o cativeiro infernal. Refugia-te no templo à parte, dentro de tua alma. Porque somente aí encontrarás a as verdadeiras noções da paz e da justiça, do amor e da felicidade, felicidade reais a que o Senhor te destinou. E assim nós damos início com a nossa prece desse momento. A gente falou para nos refugiar, né? Então vamos nesse momento refugiar dentro de nós pra gente fazer a Ave Maria, que é Ave Maria da ao cair da tarde, nós estamos já com 3 minutos já da tardezinha, do final da tarde pra noite. Então vamos nesse momento elevar
to refugiar dentro de nós pra gente fazer a Ave Maria, que é Ave Maria da ao cair da tarde, nós estamos já com 3 minutos já da tardezinha, do final da tarde pra noite. Então vamos nesse momento elevar os nossos pensamentos, o nosso coração a Deus, aos bons espíritos e dizer: Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois entre as mulheres, bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nosso desencarne. E que assim seja. Graças a Deus. Bom, amigos, nós temos a Roberta, né? A gente tem um grupinho de quatro, de vez em quando é de cinco. Grupinho é que é carinhoso, né? Então hoje ela vai falar do critério de Jesus e dos homens. Vamos ver qual é esse critério, né? De Jesus e nosso. Vamos ver se é parecido o nosso com de Jesus, né? Então a palavra tá com ela. Boa noite a todos e todas. É uma alegria a gente poder tá aqui para para conversarmos juntos sobre Jesus. É sempre uma alegria, né? E a respeito desses critérios, bom, a ideia é que a gente consiga nessa encarnação, dessa vez aproximar esses critérios, né? O nosso e o do Cristo. Essa ideia eh já não é sem tempo, né? Hoje mais cedo eu lembrava de um uma passagem, né, do Chico que perguntavam para ele: "E aí, Chico, quais são as novidades?" Ele sempre respondia as novidades. O evangelho, cujo significado da palavra evangelho é boa nova, né? continua sendo uma novidade, mas com a esperança que é o sol nas nossas consciências de que nesta encarnação eh já deixa de ser uma novidade para ser uma prática, né? O evangelho passe então eh aquilo que a gente conversa com alguma frequência, né? passe da nossa compreensão simplesmente da inteligência alcance o nosso coração, o centro de radiação dos nossos sentimentos e finalmente transforme as nossas mãos em ações que transformem não só a nossa vida, mas o mundo ao nosso redor. Esse ainda é o convite. E a gente tá refletindo aqui no livro, né, em torno do mestre do Vinícius. E esse capítulo em que ele vai falar sobre
ansformem não só a nossa vida, mas o mundo ao nosso redor. Esse ainda é o convite. E a gente tá refletindo aqui no livro, né, em torno do mestre do Vinícius. E esse capítulo em que ele vai falar sobre o critério de Jesus e o critério dos homens, ele dá eh o título, quando a gente vai olhar até o título tá em latim, né, ou em italiano, não sei. Eh, e mas na tradução é nada de novo sobre o sol. E é interessante porque essa citação é uma citação do Antigo Testamento. Você fala: "Poxa vida, mas a gente não vem conversar de Jesus?" Sim, a gente vem conversar de Jesus. E a gente vem conversar de Jesus e iluminar tudo que a gente conhece desde agora até antes e até depois com o ensinamento do Cristo. Então é natural que a gente visite de vez em quando alguns livros do Antigo Testamento. Quando a gente pega a Bíblia, o texto da Bíblia, tem lá, né, os livros do Antigo Testamento, os Evangelhos, né, depois o ato dos Apóstolos, as cartas dos discípulos e, finalmente, o apocalipse, que é escrito pelo eh apóstolo João. Eh, mas Jesus refundou todos esses conhecimentos que constam do Antigo Testamento. Então, é com esse olhar que a gente vai visitar esse esse esse livro do Antigo Testamento, em que eh o narrador, né, que é atribuído a ser o rei Salomão, diz essa frase: "Não há nada de novo sobre o sol". E Vinícius vai nos chamar a reflexão com Jesus sobre essa assertiva. E aí é importante que a gente saiba o seguinte, essa fala tá lá no livro do Eclesiastes, que é um dos livros chamados livros da sabedoria, livros do Antigo Testamento, que são livros da sabedoria. Por que eles têm esse nome? Eles têm esse nome porque eles refletem justamente sobre o sentido da vida, sobre o que fazermos e especialmente com as nossas existências e especialmente o livro do Eclesiastes, que é essa referência que o Vinícius nos traz para conversarmos sobre o critério do Cristo. O livro do Eclesiastes fala muito sobre as vaidades do homem, o quanto que a gente se ilude com aquilo que permanece na terra e o quanto que a gente se
az para conversarmos sobre o critério do Cristo. O livro do Eclesiastes fala muito sobre as vaidades do homem, o quanto que a gente se ilude com aquilo que permanece na terra e o quanto que a gente se equivoca. E conversa muito com a mensagem que a Rute nos trouxe de entrada. A gente encarna e esquece que somos espíritos. Nós não temos um espírito, nós somos um espírito. Estamos encarnados. O que a gente tem, na verdade, é um corpo que vai ficar aqui, inclusive com tudo que de material nós experimentamos aqui. O que que é essencial, afinal? E eh nesse nesse capítulo que nessa referência de Eclesias, o profeta Salomão vem dizendo assim: "O que foi é o que será. O que aconteceu é o que há de acontecer. Não há nada de novo sobre o sol." E aí vai dando um nó na cabeça da gente, mas a gente vai desdar esse nó aqui hoje, porque a gente precisa refletir sobre Deus. O livro do Eclesiast em todo o seu caminhar vai chamar a nossa atenção, especialmente se a gente ler esse livro com a chave espírita, tendo conhecimento espírita, ele vai fazer muito mais sentido para nós, porque ele vai nos chamar a todo momento para que a gente consiga iluminar a nossa existência na matéria do ponto de vista do espírito. E isso significa que a gente vai redimensionar todas as nossas escalas de valores. É inevitável. a gente para de eh enxergar nos bens materiais ou na fama ou na dominação, eh, objetivos em si mesmos. E muitas vezes a gente vai enxergar grandes equívocos, pois nós seremos chamados constantemente a ir e vir entre os planos na até que a gente consiga amadurecer o suficiente para que esse reencarne e desencarne não signifiquem tão grandes choques para o espírito que somos. Porque é interessante nós observar, observarmos que do ponto de vista de nós encarnados, o desencarne ainda significa em grande medida um grande drama. Mas quando nós estamos desencarnados, prestes a reencarnar, nós fazemos drama semelhante. É muito interessante que nós fazemos semelhante drama até que a gente consiga
m grande medida um grande drama. Mas quando nós estamos desencarnados, prestes a reencarnar, nós fazemos drama semelhante. É muito interessante que nós fazemos semelhante drama até que a gente consiga interiorizar a mensagem do Cristo constante nos sinalizando que a morte não existe e que a vida ela é um fio que se conduz continuamente. Não obstante a gente mergulhe na carne e dela saia com alguma frequência. Então, o que que é que a gente vem fazer aqui e onde a fonte? E aí o Vinícius nesse capítulo e também o livro do Eclesiastes vem nos chamar a atenção que nós precisamos estar atentos à fonte, a manifestação do amor. Onde está? Nós todos somos manifestações do amor de Deus. Todos nós, criaturas desse criador. A fonte, a fonte não somos nós. O criador é Deus. E Deus, aí vem o pequeno nó, né? Deus não foi nem será. Deus simplesmente é. Porque o tempo, quando falamos de Deus em essência, não tem o tempo cronológico não tem o menor significado. E tudo que há para descobrir e conhecer, tudo que a nossa ciência vai tateando e vai descobrindo e vai conhecendo, somos nós nos aprofundando no desvendando o mistério da criação. Tudo cartas do Criador. A gente separa muito, né, ciência e a espiritualidade. Não quero nem falar sobre religiões, porque não é questões de dogmatismos, mas a gente separa muito ciência de espiritualidade quando na verdade a gente vê que as coisas vão convergindo, que cada descoberta científica nos aproxima do que é e sempre foi. Nós é que não sabíamos tanto e agora descobrimos. Descobrimos de quê? do funcionamento da natureza, certamente, mas descobrimos mais sobre Deus e sobre nós e a nossa integração e como nós reagimos nesses sistemas do Criador. Mas ao fim e ao cabo é tudo sobre o amor e o criador. E aí a gente vai prestar atenção no tempo, né? Muito embora, muito embora o tempo de Deus seja o tempo oportuno, nós estamos aqui dentro de um cronograma e eu imagino final do dia todos vocês já estão querendo retornar ao lar para descansar. Vamos ficar de olho no
to embora o tempo de Deus seja o tempo oportuno, nós estamos aqui dentro de um cronograma e eu imagino final do dia todos vocês já estão querendo retornar ao lar para descansar. Vamos ficar de olho no tempo. Mas Jesus vem nos chamando atenção de tantas coisas. né? Nunca cessa, a gente vai ir de novo, né? Tudo que a gente aprende sobre Jesus e reaprende sobre Jesus sempre deixa uma deixa para aprender um pouco mais. Quando a gente acha que já viu tudo, a gente fala: "Nossa, mas eu nunca tinha pensado nisso desta forma". Bom, um novo convite para nós, para olharmos para Jesus consciente. Jesus absolutamente já realizado em Deus, uma criatura perfeita, no sentido de que compreende a Deus. A gente ainda vai ter que comer um pouco de feijão de arroz, feijão com arroz para chegar lá, né? Mas a gente vai chegar também. E foi o próprio Cristo que disse, mas esse espírito perfeito que é Jesus em sua manifestação aqui no planeta Terra, quando é encarnado, realizando ensinamentos, realizando curas, testemunhando sem cessar, sabendo muito mais do que nós poderíamos acompanhar. Então, muito de seus ensinamentos ficaram e ficam em parábolas que nós vamos descascando, né, vida após vida, século após século, até a gente poder compreender na integralidade, compreender com o Cristo, como o Cristo, compreender o quê? Compreender a Deus, compreender a vida, cessar o sofrimento da nossa ignorância. Não estaremos certamente imune aos sofrimentos dos nossos irmãos, a quem nós socorreremos sempre. Se hoje, na nossa pequeneza, nós conseguimos nos mobilizar com o sofrimento dos nossos irmãos, tanto mais quanto mais evoluídos estivermos. Mas haverá uma conexão e uma confiança e uma sabedoria para além das palavras com o próprio criador. Essa é a nossa meta. No fim das contas, é para isso que a gente encarna. A gente, muitas vezes, a gente eh faz, se equivoca, né? E eu gosto de uma comparação que é bastante simples e nos ajuda a compreender com bastante clareza essa situação. Quando nós estamos na
encarna. A gente, muitas vezes, a gente eh faz, se equivoca, né? E eu gosto de uma comparação que é bastante simples e nos ajuda a compreender com bastante clareza essa situação. Quando nós estamos na escola, eu já fiz essa comparação aqui outras vezes, peço paciência para quem já ouviu, mas quando nós estamos na escola frequentando anos e anos de escola, nós passamos longos anos nos bancos escolares e ao sairmos dela, muitos de nós vão fazer vestibular ou Enem ou Pás ou qualquer seja o sistema de aferição para ingressarmos no ensino superior. Quando nós vamos fazer essa prova, a gente leva as carteiras nas quais a gente estudou. A gente leva as lousas, as canetas dos professores, a gente leva os livros e os cadernos de jeito nenhum. Não tem consulta. O que a gente leva, o que a gente conseguiu aprender. E com isso seremos aferidos. Vale o mesmo paraas nossas encarnações. Nós não levaremos nada de material, nem mesmo nosso próprio corpo. O que levaremos? Que a nossa mala não chegue cheia de frustrações, mais uma vez, de desilusões. Ah, mas eu construí um império, tá? E quantos saciaram a fome neste seu império? E quantos puderam prosperar junto contigo nesse teu império? É isso que importa. O quanto de perseverança você aprendeu, porque o império em si mesmo fica para trás. Tudo o que a gente eh tem é o que a gente sente, o que a gente vive, o que a gente de fato conseguiu aprender de novidade. E pessoal, orgulho e egoísmo, a gente não precisa aprender mais nada, a gente já sabe de cor. Isso aí a gente, o que a gente conseguiu colocar, a gente tá tentando tirar esses pilares da sustentação do nosso ser, porque o nosso ser imperfeito ainda é estruturado nesses pilares do egoísmo e do orgulho. E a gente quer que a nossa casa esteja estruturada em alicerces mais seguros. Porque quando vem as tribulações que vêm para todos nós, esses alicerces sempre jogam a nossa casa na enchente, na arribanceira abaixo. Nós precisamos de alicerces mais seguros da fé inabalável. E estes são os
ando vem as tribulações que vêm para todos nós, esses alicerces sempre jogam a nossa casa na enchente, na arribanceira abaixo. Nós precisamos de alicerces mais seguros da fé inabalável. E estes são os da caridade e da humildade. E esse é o nosso esforço de aprendizado. É esse o nosso esforço. Então, é um chamado para que a gente preste atenção no que importa, mas também no como ir pelo mundo. E aí a gente eh traz Jesus aqui, na verdade Vinícius traz Jesus nos chamando a atenção sobre como Jesus ensinava. E Jesus sempre dizia: "O que ensino, o que vos dou, não é meu, mas daquele que me enviou. Eu não falo por mim mesmo, eu falo pelo meu pai, pelo nosso pai. Eu falo de Deus. E Jesus falava do que conhecia. Jesus quando curava e as as pessoas o agradeciam, ele comumente, reiteravamente, reiteradamente falava: "A tua fé o curou. Vai e não volte a errar. Pelo menos não esse erro, né? Vamos inovar aí nos erros. Não tem problema de gente errar, mas pelo menos os que a gente já sabe, os comportamentos que a gente já sabe que não nos favorecem, esse a gente pode deixar de lado. Jesus não está preocupado com punição, né? Jesus nos chama a atenção paraa luz que existe em nós. Olha, o fato de você acreditar que era possível, acreditar em Deus, foi isso que te curou. E que essa fé te mova diante. Vá discutindo em novos horizontes, não volte a cometer esses erros. Ele não recomenda penitências, ele recomenda mudança de atitude. Mas sobretudo Jesus tira o holofote de si mesmo. Quem crê em mim, não é em mim que crê, mas naquele que me enviou. Jesus veio nos ensinar sobre Deus. E tanto é assim que ele refunda toda a lei que nós conhecíamos até então nesse nesse lugar de amor, nesse signo amoroso, porque Deus é amor. E eu vim falar para vocês, Jesus nos diz, eu vim falar para vocês de Deus, não de mim, Jesus. Jesus, é bom que a gente reflita, não fundou religião nova nenhuma. É claro que após a partida do Mestre, a renovação que ele semeou fez com que nós criássemos todo um outro ramo de
não de mim, Jesus. Jesus, é bom que a gente reflita, não fundou religião nova nenhuma. É claro que após a partida do Mestre, a renovação que ele semeou fez com que nós criássemos todo um outro ramo de relacionamento com a fé. E daí o cristianismo e todas as suas ramificações, conforme hoje a gente vê no planeta. Mas Jesus não fundou nada. O que Jesus queria fundar mesmo era luz nos nossos olhos e amor nas nossas consciências. Dar cumprimento amoroso a tudo que existe, a tudo que há. Então, a gente precisa refletir bastante nesse ponto, no exemplo do mestre, porque essa será a nossa régua. A nossa régua, tanto de comportamento quanto de discernimento, é bastante difícil porque a gente quer sempre o holofote. Tô eu aqui debaixo de vários, inclusive. a tarefa um tanto quanto desafiadora de qualquer um de nós, né, Rute, que se aventure a falar sobre o evangelho, porque no mínimo o que se espera de nós é que a gente esteja tentando aprender o que nós estamos tentando ensinar, que a gente esteja mais coerente. E nós todos aqui trabalhadores somos igualmente necessitados e doentes, como qualquer um que bate as portas dessa casa, precisando de aprender a nos redimir, de aprender a amar. E mais uma vez, precisamos do exemplo do Cristo para dizer: "Não é sobre nós. Não olhe para nós. Olhe para a fonte. Nós dizemos: "Olhe para o Cristo". E o Cristo diz: "Olhe para Deus e olhe para dentro, porque Deus está dentro de cada um de nós, porque somos centelhas divinas. Somos filhos de um pai que é absolutamente amoroso. Então, quando nós formos ajudar, auxiliar, falar do evangelho, que nós tenhamos a consciência sempre que se de alguma sorte recebermos qualquer agradecimento, de redirecionar esse agradecimento a quem de direito não me agradeça, porque a graça não me perto. Nós não podemos nada. A graça sempre é divina. O que nós podemos e temos à nossa disposição é sermos pequenos mensageiros de pequenas parcelas dessa graça do amor de Deus que quer chegar a todas as criaturas. Deus
os nada. A graça sempre é divina. O que nós podemos e temos à nossa disposição é sermos pequenos mensageiros de pequenas parcelas dessa graça do amor de Deus que quer chegar a todas as criaturas. Deus se manifesta ao homem pelo próprio homem. Deus se manifesta às pessoas através das próprias pessoas. Somos chamados a sermos ajudados, mas também a ajudar. E toda vez que ajudamos, nós estamos dispensando algo que não é nosso, a graça divina. E daí a gente se lembra da música que fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas e sabem ser generosas. As rosas são de Deus. A bênção, o lenitivo, a cura, a graça, o conhecimento, tudo provém de Deus. Mas sempre que nós nos permitirmos estar ao lado nessa dispensação amorosa, despretenciosa, conscientes do nosso lugar, nem mais nem menos, restará em nossas mãos um pouco do perfume que o Pai faz descer sobre aqueles mais necessitados que nós no momento. E isso é uma felicidade gigante. Que nós saibamos aprender a humildade, não é que nós sejamos dispensáveis porque não somos. É certo que se a misericórdia divina decidiu chegar na vida de alguém, se nós nos eh abstivermos ou nos negarmos a ajudar alguém quando somos chamados a fazer isso, a misericórdia divina procurará outras mãos que não as nossas. Porque se bem há de chegar, mas como nós ficamos, não é mesmo? Sem dúvida nenhuma, mas pobres. E é interessante que quando a gente fala um dos xingamentos mais duros que eu acho que se pode direcionar a alguém e não é interessante que a gente faça xingamentos nenhum, né? Xingamento de nenhuma sorte, mas é desgraçado ou palavra complicada. Porque é afastado da graça. Por nós vamos nos negar a sermos partícipes da graça de Deus, que quer se revelar, que quer se se espalhar, que quer ajudar, que quer unir, que quer dividir para multiplicar. Por que nós vamos nos colocar como desgraçados, fora da graça, não é? Não, agraciados, que a cada descoberta que nós conseguirmos fazer com a nossa inteligência, nós consigamos fazer
para multiplicar. Por que nós vamos nos colocar como desgraçados, fora da graça, não é? Não, agraciados, que a cada descoberta que nós conseguirmos fazer com a nossa inteligência, nós consigamos fazer conhecimento virar sabedoria, que são coisas diferentes. Eu posso ser muito instruído, muito culto, mas não ser sábio. É aquela história, né, fazendo pequenas comparações pra gente poder entender, né? Eh, conhecimento é saber que tomate é um fruto e sabedoria é não colocá-lo no doce e sim na salada. Que nós saibamos compartilhar, porque é isso que precisamos no final das contas aprender. Que saibamos o nosso papel. Toda vez que alguém falar agradecer a nós, agradeça a Deus e que a gente saiba fazer isto de coração. Mas se é uma regra de conduta, é também uma regra de discernimento. Todos que estão se apropriando do Cristo em benefício próprio, estão se colocando naquele lugar em que Jesus nos adverte, olha, cuidado, haverá falsos Cristos e falsos profetas. Muitos dirão: "Eu sou o Cristo". Ou façam o que eu Mas são promessas vazias. Saibamos reconhecer a mensagem do Cristo naqueles que realmente estão tentando testemunhar o Cristo para além das palavras e para além do proveito próprio. ainda antes que a gente encerre. fazendo a reflexão desse capítulo, a gente fica com a seguinte reflexão. É importante que a gente aprenda a desejar o que que é que a gente anda querendo. Porque a a orientação do Cristo, ela a promessa, né? Buscai e achareis. Não é só uma promessa, mas é também uma advertência. Onde está o teu tesouro também, aí está seu coração. Se nós estamos destinando as nossas vidas, investindo tudo das nossas vidas, simplesmente na materialidade, sem nenhum proveito para o nosso espírito, acharemos exatamente o que estamos procurando e estaremos frustrados, porque a matéria vai permanecer aqui. Nós desencarnaremos e precisaremos reiniciar novos círculos. Para que a gente possa, é lógico que momentos de despedida e de desencarne são sempre delicados. Sempre fica a saudade daqueles que estão na
ós desencarnaremos e precisaremos reiniciar novos círculos. Para que a gente possa, é lógico que momentos de despedida e de desencarne são sempre delicados. Sempre fica a saudade daqueles que estão na estação, né? os que estão ficando, estão indo a tanto o encarne quanto o desencarne. A estação é uma figura que ilustra bem esse momento. Então nós estamos sempre meio eh felices, felizes e tristes ao mesmo tempo, porque estamos reencontrando alguns e deixando outros. Mas que a gente consiga se saber levando o essencial, o melhor de nós, o aprendizado, a integração do conhecimento da vida que jamais se extingue e que nós permaneceremos sempre integrados no amor e no pai. que todos nós possamos ter hoje um bom descanso. A Roberta foi longe com aquessa música, né, das rosas, né, mas e continua falando, dar ao pobre, dá o, eu botei aqui, dar um pouco do que se tem a aquele que tem menos ainda. Então é a continuação da música dela, né? Então, todos nós podemos ter pouco, mas tem gente que tem menos ainda. Então, eu acho que todo mundo pode dar um pouquinho. Aí a gente entra na campanha Alta de Souza. é aquele que pede. Eu já participei e uma senhora uma vez foi num bairro com de muita necessidade e ela falou: "Não, mas eu só tenho uma barra de sabão, mas faz assim, eu vou partir ao meio, te dou a metade e fico com a metade." Quer dizer, dá um pouco. Ela só tinha uma barra de sabão. Ela pegou aquele pouco, dividiu e deu um pedacinho. E a gente aceitou. A gente aceitou porque era aquilo que ela queria dar, né? Então vamos terminando esse nosso momento, agradecendo, né, agradecendo pelas rosas, né, que emite os perfumes e no caso a todos nós que emitimos boas vibrações. Quando a gente vê esse público tão fantástico daqui, a gente vê quantas emanações de paz, de amor está tendo nesse salão. Ponto de certeza aqueles que estão nos ouvindo também. E a espiritualidade ela não perde tempo porque ela trabalha muito. Então ela pega todas essas boas vibrações e leva para onde precisa.
sse salão. Ponto de certeza aqueles que estão nos ouvindo também. E a espiritualidade ela não perde tempo porque ela trabalha muito. Então ela pega todas essas boas vibrações e leva para onde precisa. Então, sempre que nós eh pararmos para fazer a prece que ele falou aqui na o Emânel, espírito Emmanuel falou, a gente fica no silêncio, no nosso silêncio, porque eles vão nos ajudar com esse silêncio, porque nós estamos nessa vibração maior. vai colher um pouquinho daquilo que nós temos e levar por um para um hospital, para um orfanato, para aqueles que estão em situação de rua, para poder refazer aquilo que for necessário. Então, a gente tem que agradecer essa oportunidade que Deus nos dá de aqui poder estarmos nesse planeta que diz que é de provas e expiações, né? mas que essas provas são muito boas e essas expiações também faz a gente crescer a cada dia mais. E assim nós terminamos dizendo: "Graças damos a esse pai maravilhoso, a Jesus, esse irmão que nos acolhe sempre e a Dr. Bezerra de Menez que prepare esse banquete aqui de boas energias para todos nós. Que assim seja e nós nos encontramos na próxima quarta-feira nesse mesmo horário. Mas antes disso, eu tenho um convite para você. fazer para vocês. Acho que eu nunca fiz um convite para vocês, né? A primeira vez nós no sábado, a nossa diretoria de atendimento e orientação, ela sempre tá trazendo um tema muito importante para nós trabalhadores e para aqueles que assistem também eh aqui a comunhão espírita de Brasília e aqueles que nos assistem pelos meios de comunicação. sempre traz um tema muito interessante, o palestrante que já trabalha bem na naquele tema. E nesse sábado nós vamos falar eh não porque tá no mês de Maria, porque não tá no mês das mães, mas nós vamos falar da maternidade, uma eclosão de vida. E das 19 horas, das 17 horas com a Dra. Márcia Leon, que ela é da AM Planalto e a AM Brasil. Então ela vai falar para nós. E hoje a gente vê que maternidade não é só de mulher, ela também é de homem. Porque
19 horas, das 17 horas com a Dra. Márcia Leon, que ela é da AM Planalto e a AM Brasil. Então ela vai falar para nós. E hoje a gente vê que maternidade não é só de mulher, ela também é de homem. Porque quantas mulheres ganham a criança, mas quem tá levando ela o tempo todo é o pai, né? Então a gente vai no segundo momento, a gente vai falar desse desse pai. É a maternidade é uma coisa só de mulher ou hoje ela é de homem e de mulher, né? hoje. Então, vai ter todo esse bate-papo às 19 horas que a gente traz a Dra. Márcia Leão novamente. Trazemos o Saulo César também, acho que é a primeira vez que ele vem à comunhão, né? É um excelente palestrante. E vamos trazer a Dra. Débora, que é da AM, Distrito Federal, para interagir com esses dois convidados nossos. Se vocês não puderem estar aqui, assistem em casa ou assistem depois que vai estar gravado. Esse é o primeiro encontro nosso agora de maio, junho, nós temos mais agosto, nós temos mais outubro e temos novembro. Mas eu falo para vocês até lá, tá certo? Uma boa noite, um beijo no coração de cada um daqui. Beijo de coração vocês que estão nos assistindo e até quarta-feira que vem. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre
fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a
lmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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