CRISTIANISMO E JUSTIÇA - Roberta Assis [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 20/11/2025 (há 4 meses) 45:50 223 visualizações

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Transcrição

amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou aqui. para agradecer [música] de coração [música] a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza [música] de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. [música] Senhor, mesmo tão longe de atingir [música] a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti, buscando a ti. Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Para começar esse nosso momento, vamos fazer uma leitura, uma leitura bem bonitinha, né? Deixa ver. Eu separei duas leituras para nós aqui. Vou ver qual delas, né? Eu recebi um livro novo, queria ler para vocês aqui, mas não dá tempo. Roberta não deixa por causa do tempo dela, né? Depois eu no final faço a propaganda do livro. Nós vamos, estamos aqui, José Carlos Deluca, né? Força espiritual. Lembrando a vocês que isso aqui não é psicografia, viu? São mensagens que ele mesmo escreve. Todos os livros dele não tem psicografia. É contágio mental. A cautele-se contra o perigo do contágio mental. O pensamento é força criadora e plasma na atmosfera o produto da nossa aspirações. Pela lei de afinidade, os pensamentos negativos comuns se ligam e formam densas nuvens psíquicas e a envolverem os que transitam na mesma faixa de intenção. Cuidado para não ficar preso na tia dos pensamentos negativos. Sua vida muitas vezes não caminha bem porque seus pensamentos não caminham na direção do bem. Se você, por exemplo, mergulhar com frequência nas faixas mentais da tristeza, seu pensamento se unirá a indefinível número de mentes tristes, estabelecendo uma ligação psíquica de influências mútuas. Você nunca estará triste sozinho por muito tempo. Nos momentos de calamidades ou de grandes tensões sociais, maior deverá ser o nosso cuidado mental, pois do contrário, nos tornaremos

luências mútuas. Você nunca estará triste sozinho por muito tempo. Nos momentos de calamidades ou de grandes tensões sociais, maior deverá ser o nosso cuidado mental, pois do contrário, nos tornaremos presas fáceis dos grandes adençamentos energéticos negativos que se formam nessas ocasiões. Nada mais oportuno do que a recomendação evangélica. Orai e vigiai. A melhor defesa psíquica sempre será o bem que conseguimos espalhar pela vida. Pensar no bem, falar no bem e agir no bem serão nossos escudos protetores contra as arremetidas do mal. E de nada adianta agir assim somente quando estamos em tarefas religiosas. Espiritualidade é o que fazemos quando saímos do tempo da nossa fé, de nossa fé. A leitura diária de páginas edificantes corrige o leito do rio dos pensamentos desequilibrados. Mudar o curso dos pensamentos é tarefa prioritária quando nos sentirmos mergulhados em estados de tristeza, irritação e agressividade. A melhor recomendação para se ver livre das energias negativas é não se achar imune a elas. Bom, vamos com essa leitura que deu a impressão de ser uma leitura densa, mas não é não. A gente vai sintonizar os os outros vão sintonizar com o nosso estado mental. Então, nós temos que ter muito cuidado pra gente estar sempre com pensamento justo, correto, bondoso, alegre, criativo, para que se aproxima de nós só pessoas que estão com o mesmo pensamento. E assim nós vamos elevar esses nossos pensamentos agora que nós estamos aqui nessa casa de essa casa que nos acolhe, essa casa que nos trata, é levar esses pensamentos em forma de gratidão. Gratidão pelo Pai que nos acolhe a todos os momentos. Gratidão por essa casa que também nos fornece o tratamento que nós precisarmos. Gratidão pelo nosso pai, pela nossa mãe que nos deu a vida, que aqui nós estamos hoje, porque eles falaram sim em um determinado momento. Gratidão por essa cidade maravilhosa que nó que nós habitamos, que nós moramos. Gratidão por cada momento que Deus nos ajuda nessa nossa caminhada, nesse nosso percurso.

sim em um determinado momento. Gratidão por essa cidade maravilhosa que nó que nós habitamos, que nós moramos. Gratidão por cada momento que Deus nos ajuda nessa nossa caminhada, nesse nosso percurso. Mas nós ainda continu continuamos a rogar para ele, por rogarmos a ele, rogarmos aos bons espíritos que nos ajude nessa nossa caminhada. Primeiro para que a gente seja grata a tudo que nós recebermos. Segundo, é porque a gente saiba valorizar através dessa energia positiva as coisas que nos são ofertadas, que não são coisas materiais, são coisas espirituais, para que a gente prossiga na nossa caminhada de uma forma amorosa e cuidadosa. E assim nós começamos esse nosso momento de dando graças a Deus e graças a esse Jesus amigo e graças a Dr. Bezerra de Menezes. Bom, amigos, a gente tá aqui com a Roberta, né, nossa querida Roberta, nossa amiga, e ela vai falar sobre cristianismo e justiça. A palavra tá com ela. Boa tarde a todas e a todos. Mais um, mais um dia de muita alegria, que é um dia que a gente pode estar entre amigos, eh, entre amigos aqui, né, e entre amigos com a Rute, tão querida, e entre amigos com o Evangelho. É preciso que a gente tava aqui pensando, né, enquanto a gente ouvia a Rute com a mensagem de entrada do nosso encontro, eh é preciso que a gente se reconheça numa num encontro entre amigos, né? Aqui nós estamos todos num encontro entre amigos. Encontrar com Jesus, encontrar com evangelho, antes de tudo, é um encontro com um amigo, um amigo extremamente fraterno, um amigo que nos conhece na nossa integralidade e que nos aceita até naquilo que nós rejeitamos em nós. Jesus nos acolhe, nos aceita até mesmo naquilo que a gente insiste em não ver, porque rejeitamos. No entanto, é importante que a gente eh reflita a esse respeito, porque Jesus não exige de nós o que nós constantemente exigimos, não só de nós mesmos, mas de todo mundo ao nosso redor, que é a perfeição. Como não nos é possível a perfeição, muitas vezes a gente faz simulacro da perfeição, né? E aí é quando a gente

nte exigimos, não só de nós mesmos, mas de todo mundo ao nosso redor, que é a perfeição. Como não nos é possível a perfeição, muitas vezes a gente faz simulacro da perfeição, né? E aí é quando a gente começa a negar em nós ou em quem nós amamos defeitos, porque defeitos não deveriam existir, sendo que nada poderia estar mais longe da nossa verdade momentânea e espiritual. Então, nesse lugar de acolhimento, em que a gente pode eh baixar as nossas defesas, porque quando estamos entre amigos, podemos baixar as nossas defesas e sermos quem somos. na certeza de que seguiremos sendo amados. É assim que Jesus vem conversar conosco nessa certeza de que somos integralmente errados, ó, desculpem, integralmente aceitos. Errados ou certos, não importa. Somos todos filhos de Deus e filhas de Deus. Somos todos expressão do amor, seres em jornada e encaminhada. No nosso estágio evolutivo, não nos é possível não cometer erros. No nosso estágio evolutivo, nós ainda carregamos muitas doenças decorrentes de um orgulho e um egoísmo, interiorizados, eh, enraizados dentro de nós, que fazem não só os outros, mas sobretudo a gente mesmo sofrer. Então, no se espera, nem a espiritualidade, nem mesmo Jesus não esperam de nós perfeição, pessoal. Esperam de nós autenticidade e esforço. Esperam de nós compaixão e vontade de mudar. E é um pouco sobre isso que a gente vai conversar, porque quando a gente fala sobre justiça e sobre justiça divina, muitas vezes a gente caminha por lugares de severidade. E não é sobre isso. Ah, quando a gente vai conversar sobre justiça divina, sobre cristianismo e justiça, nós precisaremos conversar sobre o amor e a misericórdia e a responsabilidade sobre a aceitação de aprendizes que somos, com necessidade de refazermos várias lições que a gente ainda não aprendeu, com necessidade de nos aventurar. os em lições que a gente nem nunca executou e que, por isso mesmo, cometeremos erros, mas em processo constante de mudança. Então, é preciso que a gente consiga, né, essa egrégora amorosa que nos abraça

em lições que a gente nem nunca executou e que, por isso mesmo, cometeremos erros, mas em processo constante de mudança. Então, é preciso que a gente consiga, né, essa egrégora amorosa que nos abraça agora, depor as armas. A gente vai falar de cristianismo e justiça, mas ninguém vai acusar ninguém. o livro que a gente tá seguindo, né, em torno do mestre do Vinícius, né, a gente vem seguindo esse livro já algum tempo, né? Então, eh, nas quartas-feiras a gente conversa nesse horário, eh a gente se senta em torno do mestre nesse convite do Vinícius, fazendo essas reflexões. Vinícius, nesse capítulo, ele vai começar a conversar com a gente sobre os símbolos e a força que os símbolos têm, né? Toda, todo o simbolismo, toda a imagética carrega muito significado para nós. Uma imagem carrega uma multiplicidade de significados. Muitas vezes, ao simplesmente vermos uma imagem, nós não precisamos das inúmeras palavras que nós utilizamos para descrever qualquer coisa. E essa imagem se traduz para nós em conceitos, emoções, transcendência. E um desses simbolismos, quando a gente vai falar da justiça, um dos simbolismos que nos vem e a gente vai conversar primeiro da justiça dos homens. E muito embora a gente ainda se recinta da nossa justiça dos homens na suas dificuldades e e imperfeições, ainda assim o simbolismo que ela carrega e os ideais de justiça que nós já conseguimos eh equilibrar, né, que nós já conseguimos juntar eh naquilo que a gente entende como justiça, como senso de justiça. já traz muita beleza. Então, é nesse lugar também da gente compreender a justiça como algo bom, algo desejável, algo que faz com que a gente consiga se organizar de uma maneira civilizada, de uma maneira em que todos tenham a possibilidade da existência, de ser quem são. E no simbolismo da justiça humana, a gente vai ter com muita frequência a uma imagem que todos nós conhecemos, não é? De uma mulher com uma venda e uma espada numa mão e uma balança em outra mão. Esse é o símbolo mais clássico da

mana, a gente vai ter com muita frequência a uma imagem que todos nós conhecemos, não é? De uma mulher com uma venda e uma espada numa mão e uma balança em outra mão. Esse é o símbolo mais clássico da justiça nas nossas culturas. Nós usamos esse símbolo com e variações dele com muitíssima frequência. E esse símbolo é um símbolo bastante antigo. Ele vai remontar aí a Grécia antiga e a deusa Temes, a deusa da justiça. E são símbolos importantes que a gente coloca nessa imagem, naquilo que a gente deseja que seja a justiça, que todos que sejam levados perante a justiça estejam confrontados, mas também protegidos por esses ideais, sejam criminosos ou sejamos nós mesmos, não é? É importante pensar a justiça não só como um mecanismo de punição, mas também como uma prerrogativa de um processo justo, porque todos nós estamos sujeitos a erro e poderemos enfrentar a as barras, né, da lei, a justiça. E o que nós esperamos é que haja um processo que respeite as minhas prerrogativas de existência, que a gente pague na medida do que a gente deve, nem mais nem menos, que se leve em consideração todo o nosso contexto e especialmente as atenuantes, né, gente? Mas quando a gente pensa justiça, a gente não deve pensar em vingança. Então essa imagem da deusa Temes de uma mulher com uma venda, uma espada e uma balança, ela vai ter estes símbolos que vão ter significados muito importantes. O porqu justiça tem uma venda nos olhos. para que se garanta a imparcialidade. Ou seja, o cidadão, seja rico ou pobre, poderoso ou não, ao levado aos ao enfrentar um processo, que ele seja julgado pelos seus atos, pelo que ele fez e não por quem ele é. Todos são tratados com igualdade. Esse o significado na imagem da justiça que a gente projeta e espera que todos sejam tratados igualmente. A balança vai significar o equilíbrio que a gente deseja de um processo que ele seja justo, que todas as circunstâncias sejam levadas em consideração e haja equilíbrio e parsimônia nesse julgamento, para que se possa realizar de fato uma

que a gente deseja de um processo que ele seja justo, que todas as circunstâncias sejam levadas em consideração e haja equilíbrio e parsimônia nesse julgamento, para que se possa realizar de fato uma justiça que não excede, mas também não falta. Então esse é o simbolismo da balança. Há também uma espada e a espada vai simbolizar a necessidade que teremos de coragem e força para impor o direito, especialmente coragem e força quando nós precisarmos aplicar as leis aos poderosos ou aqueles que amamos. Então, é necessário que a justiça carregue todos esses ideais simbolizados nessa figura. Quando a gente vê então a imagem da justiça em frente a tribunais pelo mundo afora, né, ou em petições de advogados, né, muitas vezes a gente vai ver a espada, balança ou a imagem completa, essa referência completa. Nós estamos reafirmando o nosso desejo de que a justiça seja feita sempre desta maneira equilibrada, justa e igualitária. Mas hoje nós vamos conversar sobre a justiça divina, não é? Estamos num templo e num templo cristão. Aqui seguimos o Cristo e o evangelho. E aí nós vamos ter um outro simbolismo bastante forte e bastante antigo, que é a cruz. A cruz ela, a gente, nós cristãos, nós identificamos a cruz e com o madeiro, com o suplício do Cristo, não é? é a primeira identidade que a gente faz desse símbolo tão poderoso. Ah, ao estudarmos sobre simbolismo, a gente fica pensando que talvez não seja ao acaso que Jesus, no seu testemunho final, enquanto encarnado, deixou o planeta por uma cruz. A cruz tem um simbolismo que vem desde antes, antes de ser apropriado como instrumento de tortura, porque era isso que era pelos romanos, era a cruz também é um simbolismo de integração. Integração entre planos divino e terreno, integração de nós mesmos. E quando a gente reflete esse ressignificar que o cristianismo vai fazer da cruz após a crucificação, o cristianismo levou muito tempo para se apropriar desse símbolo em razão do trauma que carregávamos, da dor que o Cristo experimentou.

ificar que o cristianismo vai fazer da cruz após a crucificação, o cristianismo levou muito tempo para se apropriar desse símbolo em razão do trauma que carregávamos, da dor que o Cristo experimentou. crucificado, inocente, mas crucificado. Mas nós fomos transformando isso que o simbolismo consegue fazer, é isso que a imagética consegue fazer. Nós fomos nos apropriando desse símbolo e fomos colocando significado e camadas. Jesus é este que integra também na cruz o divino e o humano. Na cruz que simboliza uma espada enterrada com a sua lança para baixo, nos remetendo ao Cristo, dizendo ao Pedro: "Embainha essa espada agora". Quando foram prender Jesus no monte das oliveiras, Pedro, eu imagino, sempre imagino que eu faria como Pedro. Eu me identifico bastante com Pedro. A gente tantas vezes sem entender o mestre, né? Chegam os guardas, vão prender Jesus. O que que Pedro faz? Cata logo uma espada e arranca a orelha de um soldado. Penso eu que faria exatamente a mesma coisa. E Jesus fica bravo com o pobre do Pedro. É o Pedro que toma o pito, que toma um xingo ali na hora. Pedro, o que que é isso? Jesus vai lá, cura a ferida do soldado e fala com Pedro: "Tu emba sua espada". Oi, como assim? [risadas] Mas eu tô aqui te defendendo. Sim, você vai me defender, mas de outro jeito e de outras formas. E é o mesmo e é a mesma arrogativa que o Cristo faz a nós. Embainha a tua espada agora. Esse chamado continua válido para nós. Ao olharmos para a cruz, nos lembremos disso, que a nossa luta é uma luta pela paz, pela paz interior e pela paz uns com os outros. Por mais legítimos que sejam as nossas Por mais legítimas que sejam as nossas razões e os nossos propósitos e as nossas causas, elas precisam ser estabelecidas em equilíbrio e paz, com espadas embahadas. Não é sobre guerras, porque se fosse Jesus teria testemunhado a guerra. E naquele momento ele se entrega sabendo tudo o que iria ocorrer. E ainda chama atenção de todos nós que somos Pedro querendo brigar. Não é para brigar, eu

se fosse Jesus teria testemunhado a guerra. E naquele momento ele se entrega sabendo tudo o que iria ocorrer. E ainda chama atenção de todos nós que somos Pedro querendo brigar. Não é para brigar, eu já ensinei. É para oferecer outra face. Oi? Como assim Jesus oferecer outra face? É, se estiverem te agredindo, oferece a outra face. Não num sentido, gente, de subserviência, falar: "Olha, continuei a me bater". Não é disso que Jesus tá falando. Jesus está nos dizendo a como reagir de outra forma. Busca dentro de você as forças, a criatividade, a inspiração para responder em paz, em equilíbrio qualquer agressão. Quantas vezes ela for feita pacientemente. Olha aí o chamado para o aprendizado da paciência e do perdão repetidas vezes, porque até que a gente fique realmente bom nisso, vai levar tempo. Quando a gente tiver completamente formado na disciplina do perdão, né, que a gente recebeu o nosso diploma com relação a essa virtude, a gente vai aprendido tudo que o perdão tem para ensinar. Nesse dia, nós não teremos mais a necessidade de exercitar essa virtude. Ela vai ter se tornado desnecessária, porque nós não mais nos magoaremos. Mas ainda falta um tempo. Até lá, até lá ficamos com amigo perdão a nos auxiliar. Porque o perdão, o perdão liberta, não é ao agressor. Liberta a mim mesmo de viver com mágua. liberta a mim mesmo de todas as vezes que eu me lembrar de determinada agressão, eu sofrer aquela emoção ruim toda de novo. Quando a gente consegue perdoar uma agressão, a gente consegue lembrar do que ocorreu sem sentirmos um tormento no peito, sem sentirmos vontade de chorar, sem sentirmos raiva. Aí a gente alcançou o entendimento. Não é amnésia, é simplesmente nós não querermos mais nos vingar, mas nos reconhecermos já livres. da dor. Claro que todos nós preferíamos que esses eventos não tivessem acontecido. Ninguém aqui tá fazendo uma apologia da dor por si mesmo, mas aconteceram. E hoje em perspectiva eu consigo entender. Eu superei, eu integrei, eu continuo a minha jornada. Isso não me

ssem acontecido. Ninguém aqui tá fazendo uma apologia da dor por si mesmo, mas aconteceram. E hoje em perspectiva eu consigo entender. Eu superei, eu integrei, eu continuo a minha jornada. Isso não me desintegrou. Eu tô até mais forte do que eu julgava que eu era. Então, a gente vai completando ciclos de perdão até o momento em que a gente não terá necessidade de perdoar, porque nós não nos magoaremos. Isso significa que o agressor está liberado. Ah, então se você não ficou chateada, se eu não te magoei, tá tudo certo. Posso continuar aí? Não, tudo o que nós fazemos permanece conosco. O mal que eu faço a outro é impossível eu fazer mal a alguém sem fazer mal a mim mesmo. Porque acontece o seguinte, ainda que o outro não se recinta, não tenha necessidade de me perdoar, eu criei um desequilíbrio. Eu agi errado. e a minha consciência é minha testemunha. Mas cedo ou mais tarde, esse desalinho vai se expressar no meu campo emocional e no meu campo mental e eu vou querer resolver. E aí eu vou atrás, por exemplo, da Rut, Rute, pelo amor de Deus, me perdoa. Lá falar assim, mas eu não tenho que perdoar, tá tudo bem, tá tudo certo, mas eu permaneço com um malestar, porque eu estou em desalinho não com a Rute, mas com a lei de amor, porque eu agi mal perante uma irmã e eu quero restaurar. Não posso restaurar com ela porque não há nada a restaurar, porque não há mágua. Poxa, mas há tanta necessidade no mundo, tantas lágrimas, tanto a fazer. Eu posso colocar as minhas mãos em testemunho, secando lágrimas ao invés de derramá-las, e ir me reajustando, curando em mim feridas do ontem através do amor. O que a justiça divina espera de nós? Então, é esse aprendizado, é esse ciclo. Uma cruz também representa um ciclo, um ciclo de autoconhecimento. A cruz também é um simbolismo de autoconhecimento, de ciclos que se repetem. Ao olharmos para a cruz, nós seremos chamados a integrar os planos, a nos lembrar de que a morte orgânica significa muito pouco ou quase nada, pois nós existirmos antes do berço

ciclos que se repetem. Ao olharmos para a cruz, nós seremos chamados a integrar os planos, a nos lembrar de que a morte orgânica significa muito pouco ou quase nada, pois nós existirmos antes do berço e seguiremos existindo após o túmulo. E o que a gente precisa mesmo é construir dentro de nós uma integração mais profunda com o amor. O que a justiça divina sempre nos assinalará através de recomeços reencarnatórios, é oportunidade de refazer e recomeçar os nossos ciclos para as da encarnação conseguirmos passo a passo, encarnação a encarnação, transcendermos o orgulho e o egoísmo e nos integrarmos ao amor maior, a planos que a gente no momento só intui. A felicidade real, que não tem nada a ver com a felicidade material. Então, a cruz vai ser esse símbolo a nos chamar, a ressignificar a vida. A cruz também é símbolo de que a morte é uma ilusão. Jesus deixou um túmulo literalmente completamente vazio. Não havia nem corpo orgânico lá a nos simbolizar e a nos chamar a transcender a materialidade, não no sentido de não dar importância às nossas circunstâncias. a vida material, aos processos e conquistas que nós devemos fazer, mas a ressignificar cada atitude, cada contexto, cada dor, cada conquista do ponto de vista do espírito. Por exemplo, ah, eu conquistei uma casa própria, imagina uma grande vitória. Fique em mim a satisfação de conseguir construir um lar nesta casa. Que fique em mim a satisfação de conseguir manter disciplina com relação a um objetivo ao longo dos anos e saber dosar as minhas vontades e desejos em razão de um objetivo maior. É esse o progresso que se fez. A casa em si mesmo, a gente vai morar nela durante algum tempo. A gente não sabe se muito ou pouco do ponto de vista cronológico, mas isso não é o mais importante. O mais importante é o processo que nós fizemos nessa conquista. E mais importante ainda é o significado que a gente vai dar a essa conquista. que a gente possa ampliar o nosso olhar a cada vez que a gente olhar a cruz nessa justiça misericordiosa

nessa conquista. E mais importante ainda é o significado que a gente vai dar a essa conquista. que a gente possa ampliar o nosso olhar a cada vez que a gente olhar a cruz nessa justiça misericordiosa que sempre vai nos dar oportunidade de recomeçar, que nos aceita como a gente é. A gente não precisa ser diferente do que a gente é, mas que sempre vai nos chamar a reconstruir, a continuar caminhando, a ressignificar, a espiritualizar. a existência. Uma boa noite para todos nós. Bom, amigos, vamos terminando esse nosso momento antes da prece final, que o Antônio já está ali apostos para levar vocês pro passe. A gente vai falar sobre esse livro porque depois a gente sai com a com a oração final. Eh, recado de Anacleto já existe. Ele é bem antigo. É da Hilda, é Hilda Alonso pelo espírito Anacleto. Ele é antigo, sabe? Ele é antigo. A gente lê muito recados eh eh sobre a AnaClé, a Hilda Alonso, mas com a mãe dela, que eu espito a mãe da mãe dela. E esse aqui tá chegou na livraria agora. Chegou na livraria. São mensagens curtas, muito bonitas. Ele antigamente era uma capa meio marrom, estranha. O meu já era, eu acho que era uma um marrom de sujeira, sei lá de que, de velice, né? Não, velhice não é sujo não, né, gente? É de manuseio, né? Muito manuseio. E depois teve um verde que o Alcir disse e agora tá esse aqui. Então ele foi entregue na livraria agora. Então já tá já podemos adquirir um bom uma boa lembrançazinha de Natal, né? Dar mensagem para as pessoas ler e falar assim: "Olha, você lê até o final do ano, né? E vai ter sim, são muitas mensagens. Então vamos agora na nossa prece final, eh, que sempre é uma prece de agradecer. Começo, a gente agradece, final, a gente agradece, a gente, a gente tem que agradecer sempre, ter uma gratidão pela vida, né? Uma gratidão. É, a vida é muito bela e às vezes a gente acha, não, essa vida tá assim tão ruim, né? A vida tá tão difícil, a vida tá isso. Não, as coisas que acontecem na vida é pro progresso. Se tá ruim é para ver como

vida é muito bela e às vezes a gente acha, não, essa vida tá assim tão ruim, né? A vida tá tão difícil, a vida tá isso. Não, as coisas que acontecem na vida é pro progresso. Se tá ruim é para ver como que eu vou me ajeitar diante das dificuldades. Vou ter paciência, vou ter tolerância, vou agradecer. Quer dizer, tudo é uma uma expiação, né? que estamos aqui para espiarmos, para aprendermos, para quando a gente sair daqui, a gente está bem melhorado. E quem não quer melhorar, a gente entra na escola para aprender ler. Quando aprende ler, a gente vai continuando. Por que que nós temos um objetivo que é fazer um curso profissionalizante, entendeu? A vida também é assim, a gente chega aqui, nem fala, nem anda, né? Só escuta, né? só escuta e vamos crescendo, crescendo e nos tornamos adultos como somos hoje. Então assim também são as dificuldades, mas também as alegrias, porque elas Deus sempre idosa, né, as coisas. Ele não dá só uma não, ele dá também momentos alegres. Então, a gente agradece imensamente e vamos pedir a Maria Santíssima, né, essa mulher forte, essa mulher que teve paciência, né, e como paciência para viver toda essa situação de um filho tão tão injustiçado, né, segundo a sociedade, ele não tava nem aí para isso tudo. Mas quem é que mãe que quer ver um filho passar pela situação que ela passou? Então, e ela passou ali em pé, principalmente naquela época que a mulher não tinha voz. Se fosse hoje, a Roberta ia lá, gritava, fazia uma multidão, fazia uma greve, levava todo mundo da comunhão para se defender. Ela não podia, né? Nós mulheres naquela época não tínhamos vozes. Então, ela teve que ter aquele Deus no coração e entender que aquele filho era um filho diferente, né? Então, todos nós somos esses filhos. Então, todos nós estamos aqui para poder entender as coisas difíceis que nós temos, vamos, temos passado e vamos passar ainda. Então, a gente sempre roga a ela que cuida de nós, né? Que cuida de nós, como as nossas mães aqui biológicas, cuida e quer só o bem, só porque a daqui protege

amos, temos passado e vamos passar ainda. Então, a gente sempre roga a ela que cuida de nós, né? Que cuida de nós, como as nossas mães aqui biológicas, cuida e quer só o bem, só porque a daqui protege demais, né? A gente não é essa gracinha e ela acha que é a gracinha. Maria mantinha em silêncio, porque aquele filho também era toda graça, né? Então vamos fazendo esse Ave Maria e vamos endereçar aquele irmão. Ele não é filho, mas ele é irmão, né? Ele é irmão nascido do pai, criado pelo pai. Vamos endereçar a ele, as nossas preces, essa Ave Maria, para que ele encontre, serenidade e se for pra gente que a gente faz, fica só com a gente. Não é egoísmo, não. É cuidado, né? A gente tem que se cuidar para depois cuidar do outro. Então vamos, podemos fazer em voz alta, não tem problema nenhum. Os os amigos da das 16 horas, que eu tenho amigos 16:1. né? Eles eh a palestrante começou em voz alta, alguém aí andou fazendo em voz alta. Não tem problema, nós estamos em família, então em família a gente também pode fazer em voz alta, alta, sem problema nenhum. Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por nós pecadores, agora e na hora do nosso desencarne. Que assim seja e graças a Deus. Amigos, uma boa noite, um beijo no coração, um abraço grande. Entrego vocês a Antônio, vocês estão em boas mãos e ele vai acompanhar vocês até o passe. >> Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia [música] no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta

mor. Essa energia amorosa auxilia [música] no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um [música] que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa [música] estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de [música] nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu.

Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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