Coral Teatralizado | HOLOFOTES: UM CONVITE À VIDA - Coral Elos de Luz [Entrevista]
✨ (PALESTRA ESPÍRITA) ✨ Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. 👉 Assista até o final para não perder nenhum detalhe! 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 📢 Interaja com a gente! Deixe sua opinião nos comentários. ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais, conforme Lei n.º 9.610/1998 (Lei de Direitos Autorais), e a aplicação de sanções pelo YouTube e e demais redes sociais. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@tvcomunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Olá a todos, olá a todas. Sejam bem-vindos, bem-vindas a mais um bate-papo do Cantando a Doutrina. Essa edição agora nós teremos como sempre, né, uma participação, uma apresentação muito especial da prata da casa aqui na comunhão espírita de Brasília, 604 Sul, no auditório Bezerra de Menezes, cai num sábado, dia 14 de junho, sábado às 19 horas, estão todos convidados e nós temos aqui duas pessoas muito muito queridas, eh, do coral Elos de Luz, que é prata da casa aqui da comunhão, o Aroldo Oliveira, que é chefe de divisão aqui da diretoria, né, de arte e cultura, regente, né, do coral de luz. E aí, Vielío Camargo, né, que é tá há menos tempo no no coral, mas já tá também como regente, né? Eh, eu queria dar as boas-vindas para vocês. Sejam bem-vindos. Obrigado, nós já estamos trabalhando juntos, né? Você aí na na chefia da divisão da de música, né? E eu queria saber de vocês, como é que é essa experiência aí de vocês regendo o coral? Como é que é, como é que é isso para vocês, como é que funciona? Primeiras damas. É, eu acho que é uma experiência inimaginável, né? Eh, região coral é tem uma responsabilidade, mas tem muita alegria também, porque nós estamos ali na à frente de todos, eh, conduzindo as músicas e e aquele conjunto vai nos emocionando. Às vezes a gente tem vontade de chorar quando tá regendo, porque a música é muito emocionante, mas a gente tem que reger, não pode perder o compasso. E às vezes chora mesmo. Tem gente que chora tanto que fica sem enxergar, tem que saber a partitura todinha decorada, decorada para ela conseguir. Se chorar, não deixar de ler, né? Então é muito, é muito instigante paraa nossa, é um desafio, né, para nós regentes. Eh, tem sido muito instigante para mim, porque a cada dia a gente tem que estudar mais, melhorar na regência e e nós somos ali e nós somamos ali um conjunto porque nós não somos nada sem os cantores, né? Como sempre diz o Aroldo, se a gente não, se a gente deixar por um minuto de achar que os cantores não são importantes,
ali e nós somamos ali um conjunto porque nós não somos nada sem os cantores, né? Como sempre diz o Aroldo, se a gente não, se a gente deixar por um minuto de achar que os cantores não são importantes, imagina uma pessoa só balançando o braço ali na frente. Ele sempre fala isso. Então também tenho uma tem uma troca de amorosidade, é um vínculo maravilhoso e eu tenho adorado essa experiência e agradeço ao Aroldo por ter confiado em mim, né, me ensinando sempre, porque fomos alunas dele na regência prática e um ano fizemos de curso, né? Então é maravilhosa essa experiência. Agora eu vou passar a bola para ele. Então, eh, reger um coral espírita é uma responsabilidade muito grande, porque nós estamos trabalhando com a emoção das pessoas e nós estamos trabalhando com algo muito precioso, que é ensuflar nas pessoas alegria, ensuflar nas pessoas fé, ensuflar nas pessoas esperança. Então, eh, graças a esse trabalho com a arte espírita, que tem uma profundidade inimaginável às vezes, porque aonde alguns trabalhos não chegam, a arte espírita chega e toca os corações das pessoas. Então, todos os trabalhos dentro da casa espírita são importantíssimos. o parte, as palestras, os estudos, a evangelização infantil, todos os trabalhos, os trabalhos de caridade, os trabalhos da divisão de assistência social, da diretoria de promoção e assistência social, são importantíssimos todos, né? Mas existem algumas pessoas que elas passam por problemas tão graves de depressão, de ansiedade, que às vezes essa pessoa ela está inacessível a uma palestra pública, por exemplo. E aí é onde a arte espírita que fala direto aos corações, que tem o poder de entrar dentro do coração de uma pessoa e tocar com profundidade, como se fosse uma cirurgia sem misturi. Uhum. E é aí que a importância da arte espírita se revela. Não só a música, mas também o teatro, que também tem a mesma força que a música espírita, a poesia espírita, Maria Dolores, a arte de uma forma geral, a dança espírita. Então, eh, a arte espírita bem empregada e bem
, mas também o teatro, que também tem a mesma força que a música espírita, a poesia espírita, Maria Dolores, a arte de uma forma geral, a dança espírita. Então, eh, a arte espírita bem empregada e bem embasada nos fundamentos doutrinários, nos princípios da doutrina espírita, ela é muito poderosa. Então, para mim, eh, tem sido há exatamente 23 anos muita honra poder participar dos corais espíritas e e reger corais espíritas. Então você, Aroldo, você tá, você falou que tá há 23 anos trabalhando, mas no coral é luz de luz? Não, no Coral é elos de luz eu estou desde 2017, então esse é o meu nono ano de trabalho aqui na comunhão espírita de Brasília junto ao coral Elos de Luz. E o coral Elos de Luz, ele tem quanto tempo? Eu sei que eu já fiz essa pergunta em algum momento, mas só pro Então, coral Elos de Luz eh iniciou suas atividades aqui na comunhão espírita em 2006. Então, em 2026 ele estará fazendo 20 anos e nós vamos fazer uma grande festa. Imagino. Vai ser uma grande comemoração bem especial, né? Sim. E eu sei que vocês estão preparando uma coisa bem especial aí para para esse evento do dia 14 de junho, né? Sim, fala aí um pouco pra gente. Sim, sim. Nós nós estamos eh preparando eh uma obra chamada Holofotes, Um convite à Vida. Eh, será uma apresentação de canto coral teatralizado. É uma novidade pelo Brasil afora. Em algumas partes do mundo já é mais presente esse tipo de de obra, né, esse tipo de evento. Mas aqui no Brasil é uma novidade. São poucos corais, né, pelo Brasil. fora, talvez muito reduzido mesmo os corais que fazem esse tipo de apresentação. Então aqui no canto coral teatralizado, seguindo uma das orientações da Federação Espírita Brasileira que fala que dentro da casa espírita a arte deve conversar com as outras eh áreas do Centro Espírita é a chamada transversalidade da arte, mas que também deve ser aplicada dentro da própria diretoria de arte e cultura, dentro da própria arte. Então, nós estamos conversando com as outras artes, como por exemplo, a arte da poesia, como
te, mas que também deve ser aplicada dentro da própria diretoria de arte e cultura, dentro da própria arte. Então, nós estamos conversando com as outras artes, como por exemplo, a arte da poesia, como por exemplo a arte do teatro. E nós estamos dando as mãos, unindo forças para tocar os corações das pessoas para o belo e para o bem. Eu fico até imaginando aqui, porque é, então é é algo parecido assim com um musical, né? Algo assim. Sim, é parecido com o musical, né? Porque ele tem cantos, eh, ele tem o canto coral, ele tem canto solo, ele tem instrumentistas solo, ele tem instrumentistas tocando em conjunto e ele tem a parte teatral, a parte de representação teatral que será feito por 21 atores, três são da divisão de teatro e os outros 18 são do próprio coral. elos de luz e mais os nossos eh o coral elos de luz hoje está com aproximadamente 100 coralistas. Não vão caber todos no palco, mas teremos em torno de 80 coralistas no palco. E 80 coralistas no palco, imagino que teremos a casa cheia, né? Porque sim, além de ser um um trabalho tão diferente, tão imagino que seja tão bonito assim, acho que tô tô até convidando as pessoas para virem, porque realmente é uma coisa inovação mesmo, né? Sim. Uma inovação e que junta as artes, né? A arte da música com teatro, né? E assim, eu queria antes de de aprofundar um pouquinho nessa questão, você falou aí dessa questão da das outras atividades da casa, né, da importância do artista, né, ser também um participante da casa espírita, né? Sim. Eu sei que vocês participam é aqui da comunhão, vocês que outras atividades vocês dois fazem aqui na comunhão? por orientações da Federação Espírita Brasileira, eh, o artista espírita deve ser um trabalhador da casa espírita, né? Ele não deve ser apenas aquela pessoa que chega e vai cantar no palco sem tirarmos a importância da música, né? eh, enorme, mas o a Federação Espírita eh fez orientações ao centro espírit aos centros espíritas e ela quer que o artista espírita seja um trabalhador da
lco sem tirarmos a importância da música, né? eh, enorme, mas o a Federação Espírita eh fez orientações ao centro espírit aos centros espíritas e ela quer que o artista espírita seja um trabalhador da casa. Então, a Evelise é uma trabalhadora aqui da da comunhão espírita de Brasília. Eu vou pedir para ela falar sobre todos os trabalhos que ela realiza aqui na comunhão e depois eu vou falar sobre os que eu realizo. A gente trabalha no Mãos Estendidas, né, as sextas-feiras, que é um trabalho muito bonito com os assistidos em situação de rua. Eh, trabalhamos como médiuns no grupo Francisco de Assis. Somos voluntários também no Elos de Luz, que também é um trabalho, né, da casa. E e no Francisco de Assis eu trabalho como médium, psicógrafa, psicofônica, passista psicopictógrafa, já trabalhei em outra casa também. E e trabalhamos juntos nesses dois grupos, né? Trabalhamos juntos. Aí eu já falei sua parte. Esse grupo Francês de Assis é um que fica lá no Não é aqui mesmo? Na casaudo aqui na casa. É. É, eu, então eu eu também sou dialogador, eu sou passista, trabalho no grupo Francisco de Assis, no projeto Mãos Estendidas da Diretoria de Promoção e Assistência Social, eu trabalho como cabeleireiro, cortando o cabelo dos assistidos em situação de rua. E nós também fazemos um trabalho com a arte espírita, né? Eh, dentro do projeto Mãos Estendidas, nós já fizemos trabalhos com a música e com outras artes dentro do projeto Mãos Estendidas, que tem uma uma oficina de artes que é maravilhosa, né? Eu esqueci de falar que eu sou atendente fraterna também e trabalho no no Mãos Estendidas como assistente, como com atendente fraterna, ou seja, o currículo é grande, né? E eu também ministro palestras, né? Eh, aqui na comunhão já fiz em outras casas espíritas também. Então, eh, a minha formação no espiritismo é os cursos que a casa ofereceu. Fiz todos. Fez todos. E como é que foi aí na história de vocês? Que que veio primeiro? A música ou vocês foram na casa espírita que descobriram a
rmação no espiritismo é os cursos que a casa ofereceu. Fiz todos. Fez todos. E como é que foi aí na história de vocês? Que que veio primeiro? A música ou vocês foram na casa espírita que descobriram a música? Como é que vocês eh a história de vocês com a doutrina, né? Chegou primeiras damas de novo. Chegou primeiro a doutrina, a música. Como é que foi isso? No meu caso, primeiro foi a música, né? Eu comecei a tocar violão com 3 anos de idade. Minha mãe era professora e eu ficava vendo, né? Professora de violão, de violão. E comecei então com o violão e depois sempre uma criança muito cheia de de desejo, de arte e cantava, dançava, gostava de teatro e e fui caminhando. Depois fui pro canto coral dentro da universidade e aí não saí mais do canto coral, né? E até hoje, né, aí já vários lugares que eu trabalhei, eu cantava em coral e quando soube do do elos de luz, né, depois a gente vai dizer para vocês quando é a nossa o nosso a data de de nossos exames de nossos testes vocais, né, para quem tiver interessado, depois a gente vai falar. E aí quando houve essa chamada para esse teste vocal, eu vim, né, e não consegui sair mais. Eu falo que o canto coral, o canto coral espírita, ele ele nos cura todos os dias. Eu falo isso sempre, o Elos de luz me cura todos os dias. Então, realmente vale muito a pena cantar, né? Acho que cura tanto quem canta, né? E quem quem ouvindo, né? É verdade. Exatamente. Então, para exemparam em aulas de flauta doce. com professor particular em casa. E aí aos 12 anos, eu já aluno do Colégio Militar de Brasília, eu toquei Requinta na banda do Colégio Militar de Brasília. Então a Requinta é um instrumento transpositor afinado em Mi bemol e eu tive essa experiência com a música. Depois, anos depois, eu saí e me afastei da música. E eu retornei para a música aos 34 anos de idade, mas aí eu vim através do espiritismo, através da casa espírita. Uhum. Foi um momento de muita dificuldade para mim, de muita dor, né? Eh, de depressão e de vontade de desistir da
aos 34 anos de idade, mas aí eu vim através do espiritismo, através da casa espírita. Uhum. Foi um momento de muita dificuldade para mim, de muita dor, né? Eh, de depressão e de vontade de desistir da vida. E isso era muito forte em mim. Eu quase cheguei a desistir da vida e naquele momento a arte espírita me salvou. Um coral espírita da cidade de Planaltina, Distrito Federal, e um teatro espírita da cidade de Planaltina, Distrito Federal, me salvaram. Então, eu trabalho no coral com muito amor, com muita dedicação, com muita doação, porque eu tenho consciência da força da arte espírita. Eu sei que não é um um conto que de livros, não é uma historinha. A arte espírita é algo tão poderoso, tão poderoso, que tem a capacidade de salvar a vida das pessoas. Literalmente, né? Comecei experimentando isso em mim mesmo. Então, por isso eu não duvido. Eu não duvido da força da arte. E por isso eu sou um defensor da arte espírita, do coral, do teatro, eh, da poesia, da dança, porque eu sei, eu fui salvo pela arte espírita. Então eu vou defender a arte espírita até meu último dia de vida, porque eu sei que não é uma historinha de livros, mas sim uma realidade. É uma história muito bonita, né? Muito assim, muito verdadeira, né? Isso torna a obra eh mais bela, porque quando você fala de um caso seu particular, eh, é um depoimento, na verdade, né? E eu assim, eu até compartilho isso que você tá falando. Eu também sofro de depressão e ansiedade. E a música também foi para mim uma um instrumento de de resgate, né, de de expressão, né, e ainda mais o poder que ela tem, né, de de trazer aquelas ideias consoladoras da doutrina através de melodias, né? Naquele momento que eu passei por um período muito difícil da minha vida, eh eu não estava aberto para receber orientações de palestras ou de cursos. Eu o meu coração não estava aberto para isso. Mas a arte espírita, ela chegou em mim e tocou meu coração. E aí eu achei tão bonita uma apresentação de canto coral que eu assisti lá, que eu senti
rsos. Eu o meu coração não estava aberto para isso. Mas a arte espírita, ela chegou em mim e tocou meu coração. E aí eu achei tão bonita uma apresentação de canto coral que eu assisti lá, que eu senti vontade de entrar para o coral. E aí entrando pro coral, mesmo triste, mesmo com aquela ideação de desistência, todos os dias rondando a minha cabeça durante alguns meses, né? Eh, foi que era muito forte. A gente sabe, a gente que estuda a doutrina espírita sabe da influenciação espiritual e sabe de todo o processo obsessivo que ocorre. Então, mesmo com aquilo tudo rondando a minha cabeça, eu fui me alegrando no coral. O coral foi conseguindo me ensuflar esperança. Uhum. Porque quem desiste da vida é porque uma a pessoa está sem esperança, a pessoa está triste. E quando nós conseguimos ensuflar esperança, nós realmente mudamos realidades ao nosso redor. Nós alteramos o estado psicológico, o estado psíquico, o estado espiritual, o estado psiquiátrico das pessoas através da esperança. Porque uma pessoa que está em depressão, você pode conversar com ela, ela perdeu a esperança por por vários motivos. Normalmente a depressão é multifatorial. Ela não é por conta de um uma coisa ruim que aconteceu na vida da pessoa. Ela é multifatorial, inclusive questões orgânicas, né? Sim. também tem questões químicas e a alegria, quando se ensufla esperança, fé, alegria numa pessoa, nós mudamos a química dessa pessoa, nós mudamos a química cerebral. Então, a música, ela tem um efeito químico também no ser humano. Então, por isso tudo eu desenvolvo o meu trabalho com muita responsabilidade, com muito amor, com muito carinho e com muita fé e com muita esperança. Não, imagino que você, tendo vivido essa experiência, né, acho que cada um que entra no coral tem também sua história, né? Com certeza. E eu tenho várias histórias parede de pessoas que chegaram até mim e falaram: "Aoldo, eu não desisti da vida por causa do coral". Isso aqui é é o que está me segurando ainda, que está me alegrando e
. E eu tenho várias histórias parede de pessoas que chegaram até mim e falaram: "Aoldo, eu não desisti da vida por causa do coral". Isso aqui é é o que está me segurando ainda, que está me alegrando e que faz eu continuar já depois da minha história. E eu não duvido, eu eu não poderia duvidar com a minha própria história que eu acabei de falar, né? Eu eu eu fico arrepiado de verdade porque é uma coisa muito verdadeira mesmo, né? Hoje o coral além de esse trabalho, né, de que vocês vão apresentar 14 de junho, coral teatralizado, né, mas tem outros trabalhos que o coral faz, né, assim, como é que como é que tá sendo esses trabalhos, apresentações e também eu gostaria de saber assim, como é que a pessoa que tá interessada em entrar no coral, como é que como é que funciona esse Sim, sim. No ano passado nós fizemos 26 apresentações, né, que é uma produção assim excelente para um coral amador. Nós somos um coral amador, né? não são não são profissionais os cantores. E nós fizemos 26 apresentações e três apresentações de canto coral teatralizado. Então, eh nós continuamos com as apresentações normais de canto coral, mas as nossas apresentações, elas sempre procuram, buscam levar o pensamento das pessoas para algum lugar. Então, nós fazemos roteiros da apresentação e entre as músicas nós temos falas doutrinárias entre as músicas. Então, a nossa apresentação normalmente tem uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão, visando conduzir o raciocínio da plateia para algo que desperte a espiritualidade, que ensufle a fé, que ensufle esperança, que são grandes remédios pro nosso mundo atual. E, aliás, o Evangelho Segundo o Espiritismo, ele fala isso, né? O mal e o remédio, né? Ele fala justamente da fé. E a fé, eh, lógico que Kardec trouxe a fé raciocinada, mas não quer dizer que assim, a emoção faz parte também, né? Quando a gente consegue sentir aquela emoção. E eu imagino que vocês devem ter histórias assim de lugares que você já foram e e às vezes o coral tá fazendo o trabalho ali e tá tá
faz parte também, né? Quando a gente consegue sentir aquela emoção. E eu imagino que vocês devem ter histórias assim de lugares que você já foram e e às vezes o coral tá fazendo o trabalho ali e tá tá vendo um trabalho espiritual por trás, né? Não sei se já. Eu vou, eu vou falar um exemplo. Eh, tem vários exemplos, né? Mas eh lembrando da primeira da primeiro trabalho, da primeira obra que a gente fez no em 2024, que foi o Busquem a Jesus, dias melhores, ã, em um dos momentos o tema a adoção. E depois que acabou o espetáculo, a gente veio nos contar, uma coralista veio nos contar que uma das pessoas que inclusive era trabalhava com ela disse: "Olha, eu já estava postergando bastante fazer uma adoção, mas depois que eu vi esse trabalho, esta semana que vem eu já vou começar a papelada para adoção." Então a gente vê esse tipo de depoimento e e isso, nossa, nos alegra muito porque o objetivo é esse, fazer as pessoas refletirem ao nosso redor e para melhor. Exatamente. E eu vou dar um outro exemplo de uma de um fato que aconteceu, acho que foi na semana retrasada, nós estávamos fazendo um ensaio desse novo dessa nova obra, né, o Holofotes, um convite à vida. E e nós estávamos eh já no final eh numa fala que eu mesma falo, que eu não vou dar spoiler aqui qual é para vocês irem assistir, vi nos assistir. E depois que acabei, eh, fomos todos embora e ficamos ali um pouco ali na frente conversando sobre os trabalhos da gente com a nossa coordenadora, eu e Aruda, nossa coordenadora. e se aproximou uma pessoa, uma moça, e ela disse assim: "Eu podia te dar um abraço? Eu, lógico que podia me dar um abraço. E ela falou que ela chegou e ouviu a nossa a nossa fala final, a minha fala final, e que ela estava pensando em desistir da vida. E quando ela ouviu aquela fala, ela sentiu uma esperança, uma coisa diferente dentro dela, ai, um alívio. E ela saiu daqui melhor, não pensando mais em desistir da vida. Isso foi um ensaio, hein? foi no ensaio e aí ela me deu um abraço muito carinhoso e se ela tiver me ouvindo
dentro dela, ai, um alívio. E ela saiu daqui melhor, não pensando mais em desistir da vida. Isso foi um ensaio, hein? foi no ensaio e aí ela me deu um abraço muito carinhoso e se ela tiver me ouvindo depois quando essa entrevista for para o ar, eu quero mandar um beijo para ela e dizer que aquele abraço nos deu um sentido muito maior de estarmos aqui fazendo esse trabalho com os nossos irmãos espirituais, né? Então, agradeço por esse feedback que é tão importante, não é? Nossa, é faz dar o sentido, né, da daquele que a gente tá fazendo, né, porque o Aur deve saber música dá trabalho, né? Dá trabalho demais. Muito. Eu trabalho todos os dias e é muito verdade, muito trabalho. Verdade. Eu tô te dizendo do trabalho para o coral Elos de Luz. É bastante. Eu sou testemunho disso. E vocês além, como você falou, né, nós somos amadores todos, né? Eh, embora a gente tenha que exercer essa esse trabalho amador como uma profissão, né, fazer com excelência, né? Uhum. Mas eu sei que vocês trabalham eh eu eu tava eu conversei com você antes, eu vi que você trabalha como advogado também. Sim, eu tenho duas formações de advogado e de engenheiro civil. E os meus estudos da música foram eh na Escola de Música de Brasília. Eu fiz o curso de fagote na Escola de Música de Brasília. Eh, eu fiz o curso de regência também na Escola de Música de Brasília e e faço todos os anos eu faço o curso internacional de verão de regência e de canto coral todos os anos. Então, eu já tive aulas com maestros da das Filipinas, com maestro da Alemanha, com aula em alemão, com tradutor dentro da sala de aula. Eh, já fiz eh cursos internacionais de verão com professores eh como o Ângelo José Fernandes lá de Campinas, que é doutor em em regência coral. Então, são foram vários professores que eu tive a oportunidade de ter na nessa escola maravilhosa que é a Escola de Música de Brasília. Eise me acompanhado nos últimos dois anos. Ela tem me acompanhado também nesses cursos internacionais de verão de regência.
ade de ter na nessa escola maravilhosa que é a Escola de Música de Brasília. Eise me acompanhado nos últimos dois anos. Ela tem me acompanhado também nesses cursos internacionais de verão de regência. E aí, Velis, como é que é a história? Se você então tem engenharia, direito e música. Minha cabeça não dá conta. Eu tô na, tô na outra área. Eu tô no do no outro polo. Eu sou psicóloga, tá? Eí, eu tô no outro polo. Junta perfeito, né? Junta tudo, né? Se complementa, não é? Mas é é um complemento. Um complementando o outro. É. E ali no no no coral é luz de luz, você falou que são 100 coralistas atualmente, né? Em torno de 100 coralistas. Nós estamos passando de 100 coralistas, um pouquinho mais de 100 coralistas. E para fazer esse trabalho mais teatralizado tem 20 e poucos, né? É, dos do nós temos 21 pessoas que desenvolvem papéis de atores. Três são da diretoria de teatro, né? da divisão de teatro, desculpa, da de Teia e os outros 18 são do próprio coral. E assim, pra pessoa que tiver interessada assim, como é que ela faz um Nós temos o ingresso no Coral Elos de Luz através de teste vocal. Eh, eu realizo um teste rítmico, eh, um vocalize para ver a afinação da pessoa e classificar a voz da pessoa. E é o vocalize e o teste rítmico. São esses testes que são aplicados sempre feitos no primeiro final de semana de fevereiro de cada ano, apenas uma vez por ano, que é então final de fevereiro, que é quando antes de começar assim os trabalhos mesmo, né? Isso. Eh, eu também eh toco acordes maiores, acordes menores e acordes diminutos para ver se a pessoa consegue emitir aqueles acordes melodicamente, não harmonicamente, melodicamente que é mais fácil, né? Mas a a pessoa precisa ter alguma algum conhecimento musical para poder entrar no coral de luz. Não precisa ter nenhuma leitura de partitura, né? Nós trabalhamos com vozes guias, mas a pessoa precisa conseguir ouvir um som e emitir aquele som e ter e ter uma noção boa de ritmo, porque sem ritmo a gente não consegue, né? É, senão aí fica
ra, né? Nós trabalhamos com vozes guias, mas a pessoa precisa conseguir ouvir um som e emitir aquele som e ter e ter uma noção boa de ritmo, porque sem ritmo a gente não consegue, né? É, senão aí fica difícil. Então o coral ele tem a a osc eh os chefes de naipe, os facilitadores, como é que é? Ele tem os facilitadores de naipe, né? Parides, nós chamamos de facilitadores de naipe. O coral é uma grande equipe, uma grande família. uma grande família, uma grande família e uma grande equipe. Nada acontece só com dois regentes ou só com um regente. Nós temos a nossa coordenadora maravilhosa, Lucinda Soares, nós temos a Angélica Soares, a nossa que também é coordenadora adjunta. Nós temos várias pessoas dentro do coral que nos auxiliam em nas diversas atividades do coral. Nós temos os facilitadores de naipe, de sopranos, de contratos, de tenores de baixo. Então nós somos uma grande família e uma grande equipe. O coral é bastante unido. Ou seja, em dado momento da música se reúne ali os naipes, né? Soprando, baixo, contral, contralto, entendeu? Isso. No coralos de luz, a gente trabalha com as divisões de baixo barítono, contutos um e dois, sopranos um e dois e tenores um e dois, né? Existem várias divisões, várias nomenclaturas, né? Eh, no canto erudito ou eh que são vários nomes meso soprano, eh, soprano e são vários soprano dramático, soprano ligeiro, são várias nomenclaturas. No coral a gente utiliza baixo um e dois, que é baixo barítono, tenor um e tenor dois, contra alto um e contralto dois e soprano um e soprano dois. E às vezes a gente precisa de uma soprano que canta numa região mais aguda ainda. E como é que vocês pegam assim os arranjos? Tem de vários arranjadores. O Coral Elos de Luz tá trabalhando com o nosso arranjador, André Vidal. André Vidal é arranj é genial. O André Vidal, ele ele tem formação na Inglaterra. Ele se formou lá nessa nessa matéria, né? Ele se formou em música e e em arranjo na Inglaterra. Ele é um tenor maravilhoso, professor da Escola de Música de Brasília e ele faz os nossos
na Inglaterra. Ele se formou lá nessa nessa matéria, né? Ele se formou em música e e em arranjo na Inglaterra. Ele é um tenor maravilhoso, professor da Escola de Música de Brasília e ele faz os nossos arranjos. Eu sempre eh peço para ele, falo mais ou menos como que eu quero e ele sempre vem com arranjos brilhantes, arranjos lindos, né? Então nós fizemos, o coral encomendou com ele um arranjo da música Olofot de Silvio Sodré, que é uma música lindíssima, que ele canta com o Hércules Hércules Mota, que é o outro autor também, né? E aí veio um arranjo lindo, um arranjo e o Coral está executando esse arranjo lindo e esta música linda deu origem, né? eh a todo esse trabalho de canto coral teatralizado que nós apresentaremos no dia 14 de junho, sábado, às 19 horas. Eu tô assim muito curioso para ver porque realmente é uma coisa bem diferente, né? E assim, a comunhão ela já tem uma uma trajetória muito boa com teatro e com o coral e agora tá juntando os dois, né? é juntar a força das artes, é potencializar o poder transformador que a arte tem. Então, quando nós juntamos no nosso canto coral teatralizado nessa obra Holofotes, um convite à vida, nós temos dança, nós temos poesia de Maria Dolores, nós temos poesia de espíritos diversos, nós temos poesia que foi passada através de Chico Xavierra no livro Mãe, né? no livro Mãe, que que na verdade é uma carta poesia consoladora. Eh, está presente no nessa obra Holofó, um convite à vida. Nós temos a força do canto coral, nós temos a força do canto solo, nós temos a força da música instrumental e nós temos a força do teatro. Então isso tudo somado é a potencialização da arte para transformar para melhor as realidades ao nosso redor. É um trabalho sério, profundo, doutrinário, esclarecedor e consolador. Sei que também dentro do coral tem pessoas musicistas, né, profissionais também, né? Sim. A nossa pianista é profissional, né? Ela é professora da escola de, foi professora da escola de música durante muitos anos, hoje está aposentada. Nós temos também o
né, profissionais também, né? Sim. A nossa pianista é profissional, né? Ela é professora da escola de, foi professora da escola de música durante muitos anos, hoje está aposentada. Nós temos também o nosso violinista, que ele foi a vida inteira músico profissional e hoje está aposentado também, Luiz Mar. E e ele está conosco. A nossa pianista é a Suzi Magalhães e o nosso violinista é o Luiz Marques. Nós temos também pessoas brilhantes, musicistas brilhantes, que é a Paula, flautista transversal. E a Cláudia, que é a nossa fagotista. É, eu eu toco um pouquinho de flauta transversal, mas assim, admiro muito quem quem toca assim, eh, instrumento de sopro, fagote lá na minha casa, meus filhos tocam fagote. É lindo, né? É família musical. Que bacana. Assim, gente, foi assim um prazer conversar com vocês. Eh, eu queria Prazer. Foi todo nosso. Foi todo nosso. Assim, muito bom saber que tem um trabalho na nossa casa, né, feito assim com tanta, tanto propósito, né, tanta tanta vontade, tanto amor pela arte, pelo pelo o que ela produz nas pessoas, né? Eu queria agradecer aí a Iveliz, ao Haroldo, agradecer essa parceria, né, Haroldo, que você agora tá trabalhando conosco na como chefe de visão, né, assim, vocês, só finalizando aqui, tem alguns projetos em mente, o coral, algum projeto agora, o projeto mais importante que a gente tá eh e realizando é essa obra do Holofores, um convite à vida. Ele começou em maio do ano passado. Nós recebíamos assim algumas inspirações, de madrugada acordávamos e aí passávamos pro papel eh durante o dia e desde maio que essas inspirações vêm vindo e os roteiros foram sendo feitos baseados nessas inspirações. É um roteiro que tá muito bonito. A direção é nossa, né? né? O rote, nós somos os roteiristas e os diretores desse projeto, dessa obra. E os temas são muito palpitantes, muito atuais, eu acho de muita relevância. Eh, nós vamos tratando também dos cinco princípios da doutrina espírita. E aí eu acho que o Aroldo vai acrescentar algumas coisas aí.
são muito palpitantes, muito atuais, eu acho de muita relevância. Eh, nós vamos tratando também dos cinco princípios da doutrina espírita. E aí eu acho que o Aroldo vai acrescentar algumas coisas aí. Eh, sim, paredes, essa obra trata dos cinco princípios básicos da doutrina espírita, que é a são a existência de Deus, a imortalidade da alma, a reencarnação, a comunicabilidade dos espíritos e a lei de causa e efeito. Todos esses princípios são tratados além de vários outros temas palpitantes, como a quebra financeira, o desemprego, a honestidade afetiva. Então são temas palpitantes, atuais e a obra ensufla esperança nas pessoas. a obra que nós eh inspirados escrevemos, que nós sabemos que eh a nossa participação é como de um telefone, né? Então eles nos inspiram e nós as coisas bonitas que nós escrevemos são sob inspiração da espiritualidade superior. Uhum. E e nós escrevemos esse roteiro desde maio de 2024. Ele foi se construindo ao longo desse período e quando nós vimos, nós tínhamos um roteiro todo pronto. Esse roteiro é sempre submetido à nossa diretora de arte e cultura, a Germana Carsten. E não apenas ela, todos os chefes de divisão da diretoria de arte e cultura participam eh da leitura do roteiro. Então esse roteiro foi aprovado e nós agora no dia 14 de junho é iremos apresentar esta obra que fala trata de todos esses temas atuais, palpitantes, doutrinários, profundos e que ocorrem dia no dia a dia ao nosso redor. E o objetivo do trabalho, o objetivo desta obra é ensuflar nas pessoas esperança, coragem, fé e dar um direcionamento para elas o que nós fazemos nos momentos difíceis da vida para salvar a nós próprios e aqueles entes queridos que nós temos ao nosso redor. trabalho no bem, a caridade que nos ajuda a transmutar essas essas esses sentimentos pesados de desistência da vida. Então são temas assim que hoje em dia, com a profundidade da doutrina espírita, eles ajudam que a gente possa eh se reconectar com nós mesmos, né, encontrar caminhos, porque é muito difícil quando
da. Então são temas assim que hoje em dia, com a profundidade da doutrina espírita, eles ajudam que a gente possa eh se reconectar com nós mesmos, né, encontrar caminhos, porque é muito difícil quando a gente tá num processo de depressão profunda, né, onde vem pensamentos eh de desistência e temos também muitas vezes as influências espirituais. Nós lemos 10 obras para fazer esse trabalho também, eh, inspiradas e indicadas por eles, né, pela espiritualidade. Então, a nossa intenção é que as pessoas quando estejam lá conosco, eh, vendo, ouvindo esse trabalho, que elas possam se sentir assim identificadas com as coisas que vão ser faladas ali, porque é lógico que os irmãos que estão conosco, que que querem o nosso bem, eles vão nos levar para aqueles lugares e para aquelas pessoas, situações que vão nos ensuflar esperança, que vão mudar os nossos pensamentos, vão vão fazer com que a gente veja uma saída pros nossos problemas, né? Então essa obra tem esse objetivo, que as pessoas saiam daqui com o norte, né? Não é só falar do tema em si, mas é trazer como nós dentro da doutrina encontramos caminhos para que essas questões sejam tratadas dentro de nós, para que a nossa vida possa fluir de uma maneira diferente e que esses pensamentos sejam afastados da nossa cabeça, né? E além de ser uma obra, como o Aroldo falou, né? Inspirada, né? É, ela também é inspiradora, né? Sim. Porque como é um toda a arte ela inspira outras pessoas também a fazer Sim. obras semelhantes, né? É verdade. Eu acho fantástico vocês estarem fazendo isso com sendo vai ser uma referência com certeza, para outras pessoas verem esse trabalho e se espelharem, né? Inspira e salva vidas, como ocorreu comigo, Paredes, que foi uma história fantástica, né? maravilhosa. E eu acho que a arte tem sempre essas histórias para contar, né? Quem sabe um dia a gente não conta a história do Arold numa arte, né? Já pensou. Eu eu fiquei muito feliz de ter vocês conversando aqui comigo. Nós também estamos felizes de estar aqui. Sim. E tô
né? Quem sabe um dia a gente não conta a história do Arold numa arte, né? Já pensou. Eu eu fiquei muito feliz de ter vocês conversando aqui comigo. Nós também estamos felizes de estar aqui. Sim. E tô feliz de ver assim a a comunhão ter um trabalho desse. O o movimento espírita tem um trabalho espírita merece, né? uma casa, uma das maiores casas espíritos, se não a maior do mundo. Ela merece um trabalho bonito. Assim, eu fico muito feliz e tô torcendo para que seja maravilhoso eu voltar aí. Vamos estar na primeira fila. Vamos, vamos pedir a ao pessoal que está nos vendo, né, que compareçam, né? E vou pedir aí a ao aos dois fazerem o convite pra galera que vir aí, né? Cavaleiros. Isso. O meu convite, o meu fechamento. Eu vou usar as palavras de uma carta consoladora do espírito de Luís Roberto pra sua mãezinha. É ele, Luís Roberto desencarnado, a mãe encarnada, sofrendo a saudade do filho. E através da psicografia de Chico Xavier, nosso querido Francisco Cândido Xavier, Luís Roberto se manifesta e passa a seguinte carta consoladora, poema, para sua mãe: "Não me procures, mãe, sob o jazigo que recobres de joias e a sucenas. Fita o campo das lágrimas terrenas, mãe. Levanta-te da lousa e vem comigo. Aqui chora a viuvez amargas penas. Ali geme a orfandade ao desabrigo. Ergamos para dor um pouso amigo e as nossas dores ficarão pequenas. Transformemos o luxo, mãe querida, em consolo, agasalho, pão e vida. na inspiração do bem que nos governa e seguiremos juntos dia a dia, transformando a saudade escura e fria em bendito calor de luz eterna. E assina Luís Roberto. Com essas palavras eu gostaria de convidar ao público, esta é uma das poesias que estão na obra Holofotes, Um convite à vida. E eu gostaria de convidar o público a no a vir no dia 14 de junho às 19 horas, mas chegue antes para conseguir um lugar para sentar, senão vai assistir de pé às 19 horas, né? Chegue antes para assistir Olofotes, um convite à vida, essa obra tão profunda, atual e transformadora de realidades ao nosso redor.
uir um lugar para sentar, senão vai assistir de pé às 19 horas, né? Chegue antes para assistir Olofotes, um convite à vida, essa obra tão profunda, atual e transformadora de realidades ao nosso redor. Agora é minha vez. Para aqueles que ainda estão conosco e pensam em desistir, estendamos as nossas mãos, doando o nosso tempo, a nossa presença, o nosso carinho, o nosso abraço, o nosso amor. Ensuflemos esperança, esperança, esperança. Um beijo para todos vocês e esperamos vocês no dia 14 de junho às 19 horas e cheguem cedo, viu? Porque eu tenho certeza que essa obra vai ser transformadora, transformadora para muitos de nós. Já é para nós dois. E eu espero que vocês estejam aqui conosco. Um abraço a todos. Um abraço. Dias de sol dias de imaginar de solas as coisas mais simples que se imaginar.
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