CONVULSIONÁRIOS - QUESTÕES 481 A 483 [O LIVRO DOS ESPIRITOS]

Comunhão Espírita de Brasília 04/12/2025 (há 4 meses) 1:07:31 265 visualizações

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Transcrição

Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver. >> Doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor me >> Olá, pessoal, boa noite. Tudo bem? Vamos iniciar o nosso estudo do livro dos espíritos nesta noite de quarta-feira, a primeira do mês de dezembro. E aproveitando apenas para informar que nós teremos este estudo nas três primeiras semanas, ou seja, hoje, a semana que vem e na próxima, que as duas últimas quartas-feiras do mês de dezembro já serão, respectivamente véspera de Natal e véspera de ano novo, ou seja, dia 24 e dia 31. Então nós não estaremos aqui nesses dias. No dia na 24 haverá uma palestra Jesus no Getsemani e seguida de passe. Ela é feita no horário mais cedo, às 18 horas. Geralmente muita gente vem a essa a essa oração coletiva, digamos assim, né? nessa palestra seguida do passe, antes das celebrações natalinas, em família, com amigos, etc. E no dia 31, a comunhão desde os primórdios tem uma reunião reunião mediúnica aberta, quando médiuns ficam aqui na à mesa, quem não conhece pode vir esse ano pela primeira vez para conhecer, e recebem comunicações inscritas do mundo maior. Geralmente essas essas essas comunicações são direçadas a à comunhão e aos frequentadores da casa. nos falam do ano que se encerra e algumas vezes pontuam metas ou falam de coisas por vir no ano vindouro. Então, desde já estão todos convidados e nós estaremos então essas três primeiras semanas de dezembro retornando então em janeiro de 2026. Saudamos também aos que nos acompanham pela TV e Rádio Comunhão. Saudamos aos irmãos que estarão nos assistindo pelas redes sociais, onde os trabalhos ficam gravados. Lembrando que a comunhão tem cinco facilitando o acesso a todo conteúdo que a TV Comunhão e a comunhão espírita de Brasília colocam em prol da comunidade. Como leitura preparatória, o livro Fonte

dos. Lembrando que a comunhão tem cinco facilitando o acesso a todo conteúdo que a TV Comunhão e a comunhão espírita de Brasília colocam em prol da comunidade. Como leitura preparatória, o livro Fonte Viva de Emmanuel, ditado por Emanuel, psicografia Chico Xavier, nós vamos ler trechos da mensagem 158 de Fonte Viva, chamada na Ausência do Amor. Em resume a mensagem que diz: "Quando falta o amor, nasce o pessimismo, surge o pessimismo." Nós leremos apenas alguns parágrafos para podermos manter o respeito ao tempo. Carta de João, primeira epístola de Primeira carta de João, capítulo 2o, versículo 11. Mas aquele que aborrece a seu irmão está em trevas e anda em trevas e não sabe para onde deva ir, porque as trevas lhe cegaram os olhos. E aí comenta: "Se não sabes cultivar a verdadeira fraternidade, serás atacado fatalmente pelo pessimismo. Tanto quanto a terra seca sofrerá o acúmulo de pó. Tudo incomoda aquele que se recolhe à intransigência. Os companheiros que fogem as tarefas do amor são profundamente tristes pelo fel de intolerância com que se alimentam. Chamados à caridade, consideram nos irmãos e sofrimento inimigos prováveis, afastando-se irritadiços. Caminho no mundo entre a amargura e a desconfiança. Não há carinho que lhes baste. Vampirizam criaturas por onde estagiam, chorando, reclamando, lamentando. Não possuem rumo certo, declaram-se expulsos da sociedade e da família. Afirmam-se incompreendidos porque não desejam compreender. Ausentes do amor, ressecam a máquina da vida, perdendo a visão espiritual. Immeáveis ao bem, fazem-se representantes do mal. Se o pessimismo começa a beirar-se de teu espírito, recolhe a oração e pede ao Senhor te multiplique as forças na resistência ante o assalto das trevas. Aprendamos a viver com todos, tolerando para que sejamos tolerados, ajudando para que sejamos ajudados. E o amor nos fará viver prestimosos e otimistas no clima luminoso em que a luta e o trabalho são bênçãos de esperança. Até hoje, amados irmãos, amadas irmãs,

rados, ajudando para que sejamos ajudados. E o amor nos fará viver prestimosos e otimistas no clima luminoso em que a luta e o trabalho são bênçãos de esperança. Até hoje, amados irmãos, amadas irmãs, nós espíritas não encontramos algo que o amor não cure. Não conhecemos nenhum resultado que nos seja extremamente positivo da vivência do amor. Guardando essa reflexão em nosso coração, elevemos ao Pai a nossa prece íntima, silenciosa. Gratos por estarmos aqui. Gratos por estarmos em um trabalho espírita, gratos por estarmos estudando, recebendo informações que vão nos permitir compreender mais e melhor as leis que regem a nossa vida terrena e todas de todo o universo. O Senhor nos revela para que nós possamos com esse conhecimento termos paz interior, estabilidade e alegria de viver. Agradeçamos a Jesus, amado e querido mestre, que ele possa nos abençoar também hoje, porque ele está junto de nós, ele nos acolhe nesta casa, ele está conosco em todos os momentos de nossa existência. que nós possamos abrir a nossa morada íntima a Jesus, convidá-lo a estar, a entrar, a estar conosco, a habitar conosco. Sejamos morada do Cristo e o Cristo em nós nos faça trabalhadores do bem e que possamos produzir mais e melhor para a transformação desse planeta, minimizando o sofrimento, a dor, dissipando as trevas à ignorância e trazendo aos corações a iluminação da boa nova que o mestre nos dá. Agradeçamos aos espíritos protetores e amigos que nos abençoem e nos guardam. Bez de Menezes, protetor da casa, de seus trabalhos, Ismael na liderança do Brasil. E nós temos instrutor Alexandre como parainfo do nosso trabalho e todos aqueles que já estão aqui conosco possam nos inspirar para que possamos aprender da melhor forma possível todo o conteúdo dessa noite. Entendendo os temas que a doutrina nos dá, nós vamos conseguir entender toda a realidade da existência e isso facilitará o nosso caminhar, abrirá portas ao nosso por vir, que poderá ser muito mais tranquilo, mais sereno e mais produtivo no amor. A

vamos conseguir entender toda a realidade da existência e isso facilitará o nosso caminhar, abrirá portas ao nosso por vir, que poderá ser muito mais tranquilo, mais sereno e mais produtivo no amor. A grande força do amor a de um dia ser a nossa maior força também. Com Deus, Jesus, espíritos protetores, iniciamos. este encontro. Que assim seja. Nós temos hoje o nosso irmão Fernando Torres falando, vai falar sobre convulsionários. Por que isso? Porque nós estamos falando da intervenção dos espíritos no nosso mundo material. Então, só para nos situarmos, nós já passamos pelos temas penetração do nosso pensamento pelos espíritos, influência oculta dos espíritos sobre os nossos pensamentos e as nossas ações. Vimos no encontro passado os casos dos possessos e hoje nosso irmão nos fala sobre os convulsionários. Com a palavra nosso querido irmão Fernando Torres. Meus amigos, boa noite. Nós definimos o fanatismo como um estado psicológico em que o caracterizado por um fervor excessivo, irracional e persistente. Ou seja, é uma pessoa que está cristalizada numa ideia de bases irracionais e que dura muito, muito tempo. Ninguém consegue demovê-la daqueles ideais que ela abraçou. Se o fanatismo ficasse restrito apenas ao fanático, nós poderíamos até olhá-lo com indiferença. Mas o problema é que muitas vezes o fanatismo é como se fosse uma doença, uma praga que se espalha e afeta outras pessoas. E é incrível como em pleno século XX, tempos modernos em que o homem pisou na lua, já está sonhando em pisar em Marte, conquista a a vitórias incríveis sobre as doenças, está à beira de curar o câncer, dominar o átomo. Nós vejamos às vezes nos jornais, na televisão, certas notícias que nos deixam assim tão atônitos que é difícil imaginar que nesses nesses dois séculos a século XX, século XX, essas coisas ainda estejam acontecendo. Eu vou citar aqui uns três casos para ilustrar isso que chocaram muito as pessoas a a num passado relativamente recente e que ecoam até o dia de hoje como um alerta

s coisas ainda estejam acontecendo. Eu vou citar aqui uns três casos para ilustrar isso que chocaram muito as pessoas a a num passado relativamente recente e que ecoam até o dia de hoje como um alerta para o fanatismo. O primeiro caso aconteceu em 1997. uma seita chamada Heavens Gate lá nos Estados Unidos, liderada por Marshall Apple White e Bonnie Netals. De repente começaram a aparecer na televisão notícias estranhas de que algumas pessoas haviam se suicidado numa mansão lá nos Estados Unidos. O cado só foi descoberto alguns dias depois, quando era inevitável que os os copos começassem a eh exalar aquele odor característico da decomposição. Mas foram 39 pessoas e o o líder da seita deixou um vídeo gravado em que ele explicava que eles ele acreditava que a Terra estava num período de transição. E naquela época, em torno de março de de 97, foi um foi o período em que um cometa chamado Heil Bob estava cruzando o firmamento. muito bonito. Por sinal, eu me lembro, eu cheguei a ver iso foi o último comento que eu consegui assistir a Olho Nu, mas ele acreditava que as algumas pessoas seriam ah, vamos dizer assim, salvas dessa dessa desse período de reciclagem que a Terra iria passar e as suas almas seriam levadas por esse cometa para um lugar mais feliz. Então ele convidou a a alguns seguidores essa seita, que não eram muitos, né? total 39 a cometerem suicídio. E, é claro, todo mundo ficou espantado com isso. Mas esse caso 39 pessoas ainda é pouco diante do que acontecido também nos Estados Unidos, um país, né, que a gente ah admira pelas conquistas da ciência, mas que ainda tem muitos problemas sociais. Quando em 1993 houve um massacre na cidade de W, no Texas, quando um líder religioso chamado David Cores, que criou uma dissidência da Igreja Adventista do Sétimo Dia e fundou uma comunidade na na cidade de W, no Texas. E depois de algum tempo começaram a aparecer denúncias de abuso sexual, de violência contra contra as mulheres, contra as crianças e porte ilegal de armas, né? A gente sabe que nos Estados

, no Texas. E depois de algum tempo começaram a aparecer denúncias de abuso sexual, de violência contra contra as mulheres, contra as crianças e porte ilegal de armas, né? A gente sabe que nos Estados Unidos a a os estados têm a tolerância com relação à porte de armas, mas o que tava acontecendo ali já era demais. Então, depois de uma investigação, a a Polícia Federal Americana, um FBI, eh, cercou o complexo onde se ficavam seguidores da seita e exigiu que eles se rendessem. Eles não saíram. E o David Cores, leite da seita, eh, exortou seus seguidores a defenderem a a o complexo até a morte. E o FBI numa numa missão desastrosa, ele entrou com tudo, com tanque, tudo, carros blindados dentro da do do complexo e no final 82 pessoas morreram eh baleadas, né, no tiroteio que aconteceu em seguida ao a invasão. também era foi uma foi uma notícia que permeou os jornais do mundo inteiro chocando as pessoas eh do bem que não estavam acostumados a ver assim um desfecho tão tão trágico para uma seita que tomou um caminho considerado errado, né, pela população local. Mas esses dois casos que eu citei para vocês não se comparam ao que aconteceu em 1978. Talvez os os que têm mais de 50 anos vão se lembrar bem disso, né? Né? Em 1978 vieram notícias inquietantes do interior da selva amazônica na Guiana, quando e eram notícias tão absurdas que ninguém acreditava no que estava lendo nos jornais. Tudo começou em 1954, quando de novo, um líder de seita norte-americano chamado Dindo, não tô dizendo que essas seitas só acontecem nos Estados Unidos, elas acontecem em vários países, mas eh elas têm uma maior repercussão por serem americanos e pela mídia americana ser mais eh eh eh eh difundido no mundo. Então eles eles têm uma uma dispensão maior dessas notícias, né? Mas em 54, esse Jim Jones também criou uma seita chamada seita templo dos povos. E devido ao mau uso do dinheiro, um uso obscuro do da sua fortuna, ah, dos seus bens, a o Jan Jones se mudou para Guiana, saiu dos Estados Unidos e levou

riou uma seita chamada seita templo dos povos. E devido ao mau uso do dinheiro, um uso obscuro do da sua fortuna, ah, dos seus bens, a o Jan Jones se mudou para Guiana, saiu dos Estados Unidos e levou seus seguidores para Guiana, um país que fica ao norte do Brasil. E lá ele criou uma comunidade no meio da selva chamada Jon Town, ou seja, a cidade de Jones. É uma homenagem a a si mesmo. Ele mesmo deu a si mesmo o nome da da cidade, né? e tinham 3.000 membros morando nessa comunidade eh religiosa. Ah, esse culto começou a chamar a atenção das pessoas quando algumas alguns repórteres relataram ah quadros de de punições severas, curas milagrosas, sodomia. E a polícia americana começou a investigar porque eram cidadãos americanos que estavam morando na Guiana, que estavam sendo objetos desses abusos, né? E aí um deputado norte-americano chamado Léo Ryan, ele foi até o local junto com alguns jornalistas da rede eh NBC para verificar em loco se tudo aquilo era realmente verdade o que tava acontecendo. Quando ele chegou na cidade, na comunidade, alguns tudo parecia normal, eles prepararam a visita do deputado. limparam tudo e cancelaram os cultos que eram frequentes, tudo foi preparado para dar assim uma uma aura de limpeza moral na no ambiente. Só que alguns membros da seita, que não conseguiam fugir do local porque ele estava no meio da selva, em privado, confessaram pro pro deputado o que tava realmente acontecendo ali. E essas reclamações vazaram e chegaram ao conhecimento de Jane Jones. Aí no dia que o que o deputado foi eh voltar paraos Estados Unidos, foi em 18 de novembro de 78, eh alguns fanáticos da seita mataram o o deputado e vários jornalistas que tá faziam parte da sua mataram seis pessoas, inclusive o o deputado Ryan. Foi a única vez a história dos Estados Unidos que um deputado foi assassinado no cumprimento do seu dever. Já houve outros casos de de congressistas mortos em tribuna, mas fora do Congresso, cumprindo o seu dever, investigando em nome do Congresso americano, foi a

i assassinado no cumprimento do seu dever. Já houve outros casos de de congressistas mortos em tribuna, mas fora do Congresso, cumprindo o seu dever, investigando em nome do Congresso americano, foi a primeira vez que isso aconteceu. E assim que esse que o deputado foi morto, assassinado junto com os jornalistas, o líder da seita, o Jean Jones, convocou a aos seus seguidores a se suicidar, suicidarem com siano. E aqueles que não morreram vitimados pelo cananeto foram fuzilados porque tentaram fugir e foram fuzilados. Alguns fugiram e no total 90 pessoas morreram. Somente dias depois, quando a polícia chegou, é que o o tamanho do do da carneficina se revelou na sua plenitude. Ninguém tava preparado para ver algo como aquilo. Ah, a no momento em que houve esse suicídio coletivo, algumas alguns microfone foram gravadas as vozes das pessoas e ali elas revelavam um estado de transe coletivo, um frenezinho incontrolável que as pessoas nem sabiam, muitas pessoas morreram sem saber que estavam tomando veneno. Elas foram enganadas pelas pessoas dizendo, ó, toma esse remédio aqui, toma, bebe dessa bebida e morreram nessa forma. Tudo isso, isso é o clímax de um processo que tem sua origem num fanatismo. Além desses casos ah mais isolados, nós temos na história da humanidade alguns eventos eh muito importantes que também foram o resultado de um fanatismo descontrolado. Basta, por exemplo, e geralmente o fanatismo tá associado ou à religião ou à política ou até mesmo ao esporte. O esporte gera fanáticos, a gente sabe disso, gera fanáticos que são às vezes são estão envolvidos em mortes, assassinatos, e eh violências nos estádios, tudo isso por causa do fanatismo esportivo, mas o mais comum é o fanatismo religioso, mas existe também um fanatismo político também que leva à morte, brigas entre facções, né? Mas de todos esses exemplos de fanatismo, talvez nenhum se compare ao que Hitler fez com Alemanha no ali na nos primeiros nas primeiras décadas do século passado. Seus discursos

gas entre facções, né? Mas de todos esses exemplos de fanatismo, talvez nenhum se compare ao que Hitler fez com Alemanha no ali na nos primeiros nas primeiras décadas do século passado. Seus discursos inflamados envolveram todo uma toda uma nação com bases falsas, ideologias ultrapassadas e e e erradas. E mas no entanto, um povo tão civilizado, tão adiantado, em sua grande maioria aceitou aquele discurso e levou a Alemanha a uma guerra mundial, que todos nós sabemos o que aconteceu depois disso. Analisando todos esses casos de fanatismo, nós podemos tirar algumas conclusões com relação aos sintomas do fanatismo. convicção da posse de uma verdade e recusa da realidade. O o próprio filósofo Niet, também alemão, dizia o seguinte: "As convicções são piores inimigas da verdade do que as mentiras. Porque quem mente sabe que está mentindo, mas quem está convicto não se dá conta do seu engano. Muitas vezes o fanático não sabe que tá enganar. A convicção dele é tão forte que para ele tá tudo certo. Eu tô fazendo a coisa correta. Eu lamento vocês que não estão me seguindo, porque eu tô vendo a verdade. O fanático foge da realidade. Ele não, ele não aceita a realidade. A única realidade que existe é aquela que existe na cabeça dele. Isso é característico de uma loucura, de um estado de loucura ou de psicose. É por isso que nós definimos o fanatismo no início como um estado psicológico. É uma patologia. mental é um problema que tem que ser tratado por pela psicologia e até pela psiquiatria, dependendo do grau em que a pessoa está envolvida no no fanatismo. Hitler, por exemplo, com relação a essa essa a a pga da realidade, chegou a dizer o seguinte num dos seus discursos, que as lágrimas da guerra preparariam as colheitas do mundo futuro. E todo mundo acreditou. Nem todo mundo, mas boa parte acreditou nessas promessas. Não vai vir uma guerra aí, mas não se preocupem, isso aí é para adubar a terra pro mundo que tá vindo daqui a pouco, né? E ele confessou a um a um intelectual alemão chamado Fusin o seguinte:

omessas. Não vai vir uma guerra aí, mas não se preocupem, isso aí é para adubar a terra pro mundo que tá vindo daqui a pouco, né? E ele confessou a um a um intelectual alemão chamado Fusin o seguinte: "A nossa revolução é uma nova etapa ou antes a etapa definitiva da evolução que conduz a supressão da história." Ou seja, Hitler queria acabar com a história, com toda a cultura, com tudo que havia acontecido com a humanidade antes. Ele queria pagar tudo aquilo com uma brocha e recomeçar. A partir do momento é isso vai acontecer, é o alienismo, é a prevalência, a primazia da raça branca, da raça germânica e o resto nós já sabemos, né? Número dois, segundo sintoma, imposição de sua verdade por meio de frases e autoelogios. Isso é típico do do fanático. O fanático ele não fala, ele faz discursos monológicos, geralmente longos. tediosos, muitas vezes incompreensíveis, ilógicos, que é uma característica do fanático. De novo, eu tô citando aqui algumas frases do Ritter para ver como é que ele se encaixa bem nisso, né? Olha só o que que ele disse. Não sabem nada de mim. Os meus camaradas do partido não fazem a menor ideia dos sonhos que carregam comigo e do difício grandioso do qual pelo menos alicer estarão edificando quando eu morrer. É promessa dele. Número três, colocar uma causa suprema, podendo essa ser justa ou delirante acima de sua vida e dos outros. Mais uma vez citando Hitler, uma confissão a esse ao Hling que era que era o esse intelectual. Há uma curva decisiva do mundo. Ei-nos na charneira dos tempos. Haverá uma alteração do planeta que vós, os não iniciados, sois incapazes de compreender. O que se passa não é mais do que o aparecimento de uma nova religião. Isso o próprio Rita falando isso. Ou seja, é é é uma causa suprema. O que eu tô falando ou o que Rita tava falando para as pessoas representava a vontade de uma causa suprema. Era uma nova religião, entre aspas, que deveria ser implantada. Número quatro, isolamentos do convívio da família e amigos e adoção de modo de vida

pessoas representava a vontade de uma causa suprema. Era uma nova religião, entre aspas, que deveria ser implantada. Número quatro, isolamentos do convívio da família e amigos e adoção de modo de vida narcisista. O fanático, ele tende a a sair do convívio familiar, porque as as primeiras críticas vêm da própria família. do pai, da mãe, dos irmãos, seja lá quem for, da mulher, dos filhos, ele foge da família, ele não aceita a crítica. E outro sintoma é é que ele começa a criar, ele até muda os seus hábitos, muda o jeito de se vestir. Começa por aí, são pequenas coisas que vão se somando, somando até a pessoa se converter no fanático total, né? Não vou, não tô querendo dizer aqui que existe modismos, é claro, tem certos os jovens gostam de mudar a sua aparência, tudo, mas não, isso não representa um fanatismo, isso é apenas uma transição perfeitamente natural, compreensível. Na adolescência acontece isso, né? Mas eu tô falando dos casos extremos, né? Número cinco, o indivíduo ou o grupo perde um bom senso na lógica de comunicação e nas ações do cotidiano. Ou seja, eles começam a fazer um discurso repetitivo, enfadonho, um lero lero que vai envolvendo as pessoas. É, é, é, é tanta informação repetida que as pessoas começam a acreditar naquilo, como dizia lá no no no nazismo também, né? Uma mentira. Assim, se ela for propagada várias e várias vezes, se torna uma verdade. Lá goblers, né? Número seis e último, não é o último não, penúltimo. Perder o sentido de respeito e humanidade para alguns diferentes em nome de uma causa transcendente. Ou seja, é desrespeita as pessoas de outra raça, desrespeita as pessoas de outra cor, desrespeita as pessoas homossexuais, desrespeita um outro partido político. Ele ele pede respeito por por ninguém que queira eh eh eh seguir uma outra linha. Isso é outra característica do fanático. E número sete, que é é o é o mais eh eh o perigoso, né? O fanático não tem remo que faz e nem assume culpas. Se ele for pego mais tarde pela polícia, seja o que for, ele vai legar: "Não, eu

fanático. E número sete, que é é o é o mais eh eh o perigoso, né? O fanático não tem remo que faz e nem assume culpas. Se ele for pego mais tarde pela polícia, seja o que for, ele vai legar: "Não, eu não sabia de nada. Não, não fui eu que tava fazendo isso. Ele, ele ele é covarde. Geralmente os baratos são covardes. Quando eles se vêem acuados, eles mudam discurso, né? Mas eles não têm remorço. Mas muitos não têm remorço, não. Eu fiz e faria de novo se pudesse, mas alguns mudam o discurso completamente. O caso é tão grave, é é é é tão importante de ser estudado sobre o ponto de vista da psicologia a social. Uma americana chamada Marlene Wine, ela escreveu um livro chamado Live ining the Folds, a Guide fora fundamenta lesionado a Living The Religion. Ou seja, é um livro que trata de pessoas que abandonaram a seita fanática. Olha que interessante que conseguiram escapar da seita e depois eh eh relataram para ela o que se passou quando elas estavam envolvidas n na seita eh religiosa. E ela começou a descrever todos os sintomas que essas pessoas tinham. E havia um padrão. Havia um padrão. E esse padrão ela classificou como síndrome de trauma religioso, STR, assim que ela definiu, né? Eh, eram transtornos mentais que ocorriam em que ocorriam em decorrência da lavagem cerebral de religiões fundamentalistas. Então são casos extremos de pessoas que foram tiveram fizeram uma lavagem cerebral nelas e e muitas vezes, aliás, na grande parte das vezes, essas religiões eram cristãs, pasme, eram religiões cristãs em que muitas vezes era era evocada aquela imagem de Jesus sendo crucificado e as pessoas tinham pesadelos com aquilo. eu eu não posso deixar Jesus sofrer. Então era justificativa para ela fazer um caso de coisa errada, né? Eh, o o eh diante disso, né, se me fala em memória, foi o próprio Marat Magand, que não era cristão, mas respeitava muito o cristianismo, né? Ele dizia o seguinte: "Como é que isso pode dar esses frutos? Como é que essa religião de amor começou lá com com os ensinamentos de

gand, que não era cristão, mas respeitava muito o cristianismo, né? Ele dizia o seguinte: "Como é que isso pode dar esses frutos? Como é que essa religião de amor começou lá com com os ensinamentos de Jesus, poôde dar esses frutos que a gente tá vendo hoje em dia? Tal a deturpação que o cristianismo sofreu ao longo dos séculos. Não é um processo recente, não. Ele ele a deturpação começou ali 50 anos depois de Cristo ali no norte da África. Esse Emanuel conta no livro 50 anos depois. Já ali já começava a deturpação da mensagem de Cristo. O que, por que eu tô falando sobre isso? Sobre fanatismo, sobre Hitler, sobre todas essas coisas? Porque o tema de hoje, os convulsionários, tem tudo a ver com isso que a gente tá falando aqui. E por que que Kardec trata desse assunto justamente nesse capítulo que é sobre intervenção dos espíritos do mundo corporal, não é isso? Por que que ele trata desse assunto? Bom, primeiro, quem eram os convulsionários de Kardec tava se referindo? Olha só, pega a definição de convuncionários, tá lá, fanáticos jansenistas franceses do século XVI, em quem a exaltação religiosa produzia convulsões e que se infligiam diversas torturas. Parece que a gente já viu isso antes. Era uma seita de fanáticos eh eh que ainda existia na época de Kardec. Mas qual é a origem dessa seita? Eu falei fanáticos jancenistas, franceses. E o que era o jancenismo ouismo, né? Tudo tem a ver com uma doutrina que foi elaborada por um bispo ah católico holandês chamado Cornélio Janco. E essa doutrina dele, essa esse pensamento se difundiu na França no século X e e XI, né? Bom, eh, o a base dessa doutrina tá um livro que o Jancenio escreveu chamado Augustinos em 1640, ali, que tá a base do jancenismo, né? E o que que o que que diz o jancenismo? O jancenismo diz o seguinte, ele quer retomar as teses Santo Agostinho da graça, eh, as teses relativas à graça. O que que é isso? O que que ele quer dizer com isso? Segundo o o Jancêo, né? Ah, a doutrina do Santo Agostinho, ela entende que o

mar as teses Santo Agostinho da graça, eh, as teses relativas à graça. O que que é isso? O que que ele quer dizer com isso? Segundo o o Jancêo, né? Ah, a doutrina do Santo Agostinho, ela entende que o pecado original tirou do homem a liberdade de querer. Pecado original lá da Adão e Eva, maçã, tirou do homem a liberdade de querer e o tornou incapaz ao bem. Ele não tem, ele ele tá irrevercialmente destinado a fazer o mal. Mas existe alguns eleitos, alguns que já nascem eh com o merecimento de Jesus. É uma teoria da predestinação, porque não faz sentido, né? Por que e o homem tá fadado a fazer o mal, mas alguns nascem para serem salvos pela graça. É isso que se baseia o jancenismo, né, nessa nessa doutrina da graça, né? Bom, o que aconteceu foi o seguinte. Inclusive, pessoas importantes aderiram a essa doutrina, como por exemplo Pascal. Quem gosta de matemática, né, já deve ter vido falar em Pascal. Pascal foi aquele que fez aquela frase, né? O coração tem razões que a própria razão desconhece. Isso é pascal, matemático. Para ver como é que às vezes o fanatismo atinge até as pessoas mais inteligentes, né, que a gente menos espera que abrace uma Mas veja bem, tem que ver o contexto da época em que isso aconteceu, né? Tem que ver o contexto. Bom, como essa doutrina do Jancêo, ela ia contra a própria doutrina católica oficial, né? O Papa Inocêncio 10 condenou o livro Augustínios de Jancenor. Mas após a condenação, e isso foi em 1653, após a condenação da obra, ah, os seguidores do jancenismo se dividiram em dois, em apelantes e aceitantes. Os apelantes eram eram os que não aceitavam a condenação da Igreja Católica, enquanto que os aceitantes aceitaram a condenação tranquilamente, tá bom? Tá errado, bola pra frente. E dentre os aceitantes, ah, desculpa, os apelantes, havia um diácono francês chamado François de Paris. E aí começa a o envolvimento de Kardec. Só essa uma introdução para chegar nos convulsionários, né? Bom, o que que esse diácono François Paris eh eh representou

cono francês chamado François de Paris. E aí começa a o envolvimento de Kardec. Só essa uma introdução para chegar nos convulsionários, né? Bom, o que que esse diácono François Paris eh eh representou na época de Kardec? Ele morava no bairro de São Marcel e ali ele se dedicou sem reservas a às práticas da penitência. Ele era um um gansenista. Ele era um jeansista, mas era um jancenista que se preocupava com a caridade. Ele ele tinha um costume de fazer meias, meias para eh eh distribuir entre os pobres. Ele se tornou uma pessoa muito popular na França, sobretudo em Paris. E quando ele desencarnou em 1727, o irmão dele eh erigiu um um túmulo no cemitério de San Mededart. um túmulo de mármore. E aí as pessoas da comunidade que amavam o o o diácono François Parris iam lá para fazer suas orações, como nós hoje em dia, as pessoas vão ao cemitério orar eh diante de um túmulo, de uma pessoa importante, né? O Brasil tem vários exemplos assim, né? Mas o que aconteceu foi o seguinte, algumas pessoas assim eh começaram a apresentar algumas eh alguns sintomas estranhos. Eh, elas começavam a ter convulsões porque a elas iam num cemitério, tocavam no túmulo e começavam a ter uns trimiliques, começavam a ter umas convulsões, uma histeria. Ah, é negócio. E aquilo foi assim, avançando, avançando, quase virou uma epidemia, todo mundo chegava lá, tocava no túmulo, já era, sentia aquela eletricidade, começava a ter convulsões, caía no chão, se contorcia todo e fic virou matéria no jorn e por isso atraiu a atenção de Allan Kardec. Allan Kardec se interessava por essas coisas. Eu já contei na na semana passada, na última vez que eu tive aqui, quando ele foi visitar aquelas múmias lá na região de Bordô, né? E esse é o segundo caso que eu trago para vocês. Então, Kardec se interessou por esse caso e, bom, daí o nome e essas pessoas que tinham essas manifestações foram chamadas de convulsionários, porque elas tinham essas convulsões. Ah, algumas eram diziam que eram curadas. Eh, era uma histeria coletiva,

í o nome e essas pessoas que tinham essas manifestações foram chamadas de convulsionários, porque elas tinham essas convulsões. Ah, algumas eram diziam que eram curadas. Eh, era uma histeria coletiva, ah, fanatismo e a coisa cresceou de tal forma que criou uma comoção local ao ponto do da direção do do hospital do hospital não, do cemitério San Medibir a entrada deles, sei lá, chega, acabou, não quero mais essa essa bagunça aqui no meu no meu cemitério, né? E isso foi em 27 de janeiro de 1732. bem Kardec, né? Mas a a ideia, a imagem dos convulsionários se ecoou durante muitos anos, né? E chamou a atenção de Kardec. Então, quando ele fez essa proibição, né, os Janinistas disseram: "Proíbe-se em nome de do rei que Deus faça milagres". Colocaram uma placa assim em desafio, né? Proíbe-se em nome de do rei que Deus faça milagres nesse local. Bom, os ancienistas, eles foram para suas casas, fizeram seus cultos domesticamente e a seita desapareceu e com ela o jancenismo morreu na França. Bom, Allan Kardec, curioso como qualquer investigador, ele resolveu a evocar a o espírito mais importante estar envolvido com esse caso, que era o próprio diácono François Paris. Ele evocou numa reunião em 1859 e a entrevista que ele fez com esse diácono foi publicada na revista espírita do mesmo ano. E o e o diácono falou: "Olha, eu fiquei sensibilizado com as pessoas se lembrarem de mim na reunião mediúnica, né? Fiquei sensibilizado com as pessoas que que que se lembraram de mim, mas eu não tenho nada a ver com isso que tá acontecendo. Eu eu não participei disso, não foi influência minha que que eles estavam tendo essas convulsões. E ele falou, foram espíritos de categoria pouco elevada que estavam causando aquela desordem toda, aquela confusão toda ali no cemitério, né? E Kardec queria checar. Ele não não satisfeito com a com a com a explicação do do do diácono. Ele evocou ele evocou ninguém menos do que a São Vicente de Paula e confirmou: "Olha, o diácono tá certo". Foi exatamente isso que aconteceu.

satisfeito com a com a com a explicação do do do diácono. Ele evocou ele evocou ninguém menos do que a São Vicente de Paula e confirmou: "Olha, o diácono tá certo". Foi exatamente isso que aconteceu. O que estava acontecendo ali na na no cemitério de Samedat era um fenômeno interessante em que o fanatismo religioso, haliado ao magnetismo, magnetismo é aquela força interior que algumas pessoas possuem de eh exercer uma influência sobre outra pessoa. combinação das duas coisas fazia com que as pessoas que iam até o o o cemitério rapidamente, elas completamente despreparadas, rapidamente entravam em sintonia com aqueles espíritos inferiores e começavam faziam algumas coisas que eram eh eh reprováveis na época e continuam sendo reprováveis hoje em dia. Elas começaram a bom, eu vou citar aqui algumas coisas que elas faziam ali no cemitério. mineiro, elas tinham faculdade, resistir a pancadas tão terríveis que os corpos deveriam ficar esmagados. Ou seja, a a e eles chamavam essa essas torturas, eles se torturavam, se auto torturavam e eles chamavam isso de o grande socorro. Eles achavam que era coisa certa. Eles estavam se torturando. Alguns até inocentes que não tinha nada a ver com a história, eram crucificados. Não morriam, mas eram crucificados a uma forma de tortura. Ah, e é uma coisa que se repetiu, século XX e até hoje existe em alguns países esse tipo de autoflagelação. Por exemplo, nas Filipinas, na época da Páscoa, na na semana santa, sobretudo na semana santa, algumas pessoas e eh católicos, eles eh eh simulam a paixão de Cristo ah expressando no próprio corpo que Jesus teria passado durante o seu calvário. Se chicoteiam, ficam todos ensanguentados. É uma cena horrível assim, uma cena forte. É, mas é aquela fé assim e pixa, né? E eh eh eles acham que estão fazendo a coisa certa, estão felizes fazendo aquilo, mas são cenas fortes. Os espíritos aquilo tem pouco, pouco efeito na evolução espiritual deles. Não precisa, não precisa fazer isso para demonstrar sua fé, o seu amor a Jesus,

felizes fazendo aquilo, mas são cenas fortes. Os espíritos aquilo tem pouco, pouco efeito na evolução espiritual deles. Não precisa, não precisa fazer isso para demonstrar sua fé, o seu amor a Jesus, né? Ah, também existe nos Estados Unidos, né, de novo, ah, o culto às serpentes. Não sei se vocês já ouviram falar nisso, né? É o a igreja do Senhor Jesus é uma igreja bizarra, eh eh também de de origem cristã, em que eles eh nas suas sessões eles entram num trans frenesi e eles começam a brincar com cascavel, né? E eles acham que não vão ser, não vão morrer por causa da picada, porque eles estão com o Espírito Santo ali na hora. desafiam a cascavel, brincam com a cascavel, jogam para cima e todo mundo, aleluia! E de repente o que aconteceu em 2012, 2014, dois pastores morreram picados pela Cascavel. Óbvio, né? Pastor Mark Wolfords morreu picado em em maio de 2012 e o pastor Jamie Cuts morreu em janeiro de 2014. Olha que custou, o preço que custou essa esse fanatismo, né? Não precisava disso. E e as pessoas vão atrás e elas ficam tão fanáticas que elas não elas acham que não vão sentir dor. Olha, não sentir dor, essa insensibilidade física eh eh tem que ser explicada mais profundamente, porque ah na exaltação religiosa pode levar a uma sensação, a uma não sensação da dor. Como adrenalina ativada na hora do medo também nos alivia da dor. Depois a gente sente a dor depois, mas na hora a gente não sente por causa das carga de adrenalina. Ah, agora a a Emanuel fala que isso está no livro há 2000 anos. Quem já leu deve se lembrar desse episódio. Na hora em que os cristãos eram eh ccidados em holocausto na na no Coliseu. Obrigado. No Coliseu, ele dizia que eles não sentiam dor na hora que os as feras os devoravam. Mas é bem diferente desses casos. Eles entravam de mãos dadas, rezando, orando. E segundo Emanuel, Emmanu diz o seguinte: "Porque o brando anestésico das potências divinas, eles balsamizou o coração dorido e dilacerado no tormento, no no tormentoso momento." Ou seja, os

, orando. E segundo Emanuel, Emmanu diz o seguinte: "Porque o brando anestésico das potências divinas, eles balsamizou o coração dorido e dilacerado no tormento, no no tormentoso momento." Ou seja, os espíritos pouparam aqueles cristãos de sentir dor naquela hora de suplício porque eles mereciam. É bem diferente do desse outro caso aqui que o fanatismo religioso faz com que eles não sintam dor, né? Os faquires também não sentem dor. Então a dor ela pode ser quando a gente sabe disso, tem vários exemplos no Oriente, tem vários exemplos de pessoas que tem um domínio da mente sobre o corpo, elas conseguem controlar a dor. Mas a gente tá se referindo aqui a a a insensibilidade à dor causada por um por um fanatismo, por um frenes religioso. Outra coisa, então eles não sentiam dor. Outra coisa que os funcionários e eh eh faziam, eles falavam em línguas ignoradas ou esquecidas, línguas estranhas. Será que é verdade mesmo? Será que alguém na naquele frenesia começa a falar numa língua morta, numa língua estranha, latim, grego? Bom, isso acontece hoje em dia também, vocês sabem disso, né? E alguns movimentos religiosos, por exemplo, alguns eh necostais, os chamam de batismo de pentecostes, né? e algumas eh algumas divisões da Igreja Católica, a renovação carismática também tem fenômenos assim de se fala línguas estranhas. Na verdade, eles não falam línguas estranhas, eles balbuciam qualquer coisa, blá blá blá blá blá, que ninguém entende nada. E acho que aquilo tá falando em línguas, né? Na verdade, estão balbuciando alguma coisa que que é é é inintelegível. Ninguém entende o que eles estão falando. E, no entanto, dizem que é o Espírito Santo tá se manifestando ali. Bom, tudo isso se baseia em Pentecostes, no fenômeno de Pentecostes. Mas olha, é o dom das línguas que eles dizem. Mas olha só, vamos lá ver Atos 2, 1 traço 11. Olha o que aconteceu. Eh, eu eu faço eu peço a paciência de vocês, porque é interessante isso aqui, ó. Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no

r Atos 2, 1 traço 11. Olha o que aconteceu. Eh, eu eu faço eu peço a paciência de vocês, porque é interessante isso aqui, ó. Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania e encheu a casa onde eles se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito inspirava. morava em Jerusalém, judeus, devotos e todas as nações do mundo. Quando ouviram barulho, juntou-se à multidão e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. Cheios de espantos de de admiração, diziam: "Esses homens que estão falando não são todos galileus? Como é que nós escutamos a nossa própria língua? Nós que somos partos, medos, elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, da Frí e da Panfíilha, do Egito, da parte da Líbia, próximas de Sirene, também romanos que aqui residem, judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós escutamos anunciarem as maravilhas de Deus na nossa própria língua. Ou seja, no fenômeno de Pentecostes, ninguém estava falando um blá blá blá, uma coisa que ininteligível. Eles estavam falando na língua deles, mas as pessoas em volta entendiam na sua própria língua. É como se eu falasse aqui em inglês e se você fosse francês, você entenderia o que eu tô falando em francês, não inglês. É esse que eu falando pentecoste. Não tem nada de blá blá blá de de de uma língua estranha. É bem diferente do que do que, né? E e estão dizendo que é alguma coisa sagrada, santa. Não, inclusive os espíritos dizem que isso é é é um é um é um caso até de obsessão. Falar nessas línguas línguas entre aspas estranhas, é é uma indicação de uma obsessão, né? Bom, o que aconteceu então lá em em em eh no hospital de Medartes foi o seguinte: um espíritos inferiores desempenharam um

línguas línguas entre aspas estranhas, é é uma indicação de uma obsessão, né? Bom, o que aconteceu então lá em em em eh no hospital de Medartes foi o seguinte: um espíritos inferiores desempenharam um papel muito importante, tá? Então houve foi um fenômeno em que houve intervenção de espíritos. Daí Kardec tem colocado nesse capítulo intervenção espíritos mundo corporal. Então, espíritos inferiores se aproveitaram daquilo, poderiam até mistificar e muitas vezes até eles se divertem. Eles poderia até rir do que estava acontecendo. Eles vê uma pessoa se estrebuchando no chão, achariam até graça nisso. Um convulsionário ali, coitado, uma pessoa simples que, infelizmente, caiu naquela, naquela malha de de fanatismo. Para eles, eles achariam isso interessante, engraçado, né? Isso comprazia em ver isso, né? Então, o fanatismo atrai espíritos inferiores. Ponto. Conclusão. Em segundo lugar, é que houve a uma ação do magnetismo, uma pessoa tentando influenciava outra pessoa e é o efeito em cascata. Olha, teve um teve um caso que eu não eu já contei em outras palestras. Se eu tivesse dado a palestra semana passada sobre os processos, sobre os processos semana passada, eu teria contado esse caso. É o caso dos processos de Mozini, é que Kardec cita na revista espírita. Mozini é uma cidade francesa nos Alpes que em eh no século XIX houve uma epidemia de possessão lá durante 13 anos. o o todos os habitantes da daquela cidade eh eh ficaram possessos possuídos e a os agentes públicos foram para lá ver o que tava acontecendo. Será que é comida que estão comendo? É o leite que eles estão bebendo? O governo mandou cientistas para investigar o caso e e era um caso de possessão coletiva e da mesma forma que ele veio, desapareceu, né? A gente falou tanto em em fanatismo, né? E eu queria encerrar para vocês a discutindo uma coisa muito importante que é o seguinte. Existe fanatismo no espiritismo? Essa questão do de tocar no no no na lápide, no túmulo. Existe uma analogia no espiritismo que é

r para vocês a discutindo uma coisa muito importante que é o seguinte. Existe fanatismo no espiritismo? Essa questão do de tocar no no no na lápide, no túmulo. Existe uma analogia no espiritismo que é o próprio busto de Kardec. Tá lá no Per Lachess. Quando Kardec desencarnou em 1869, ele ele foi primeiro enterrado num cemitério e depois o corpo dele foi transladado pro pernahchese. E os espíritas fizeram um dolmen, né, uma estrutura de pedra para relembrar a origem druídica de Allan Kardec e fizeram um busto de bronze para sinalar que ali o codificador do espiritismo estava enterrado, né? E as pessoas e eh adeptas ao espiritismo até hoje, desde 1860, quando o túmulo foi eligido, eles chegam ali no, eu nunca fui lá, mas eu ouvi relatos. Eh, as pessoas chegam ali, colocam a mão na lapela esquerda de do Burg Kardec, faz um pedido, faz uma oração, né? Mas ali não tem nenhum uma indicação de fanatismo. A gente assim, olha, são pessoas, tudo bem, elas querem fazer uma prece, isso não pode condenar uma coisa feito essa. Ninguém tem uma convulsão depois tocando bug de Kardec. Ninguém tem. Da mesma forma que numa numa igreja católica as pessoas vão rezar ali, tocam ali na nos pés de Jesus, de Santa Rita, Santo Antônio. Não é, a gente não tem como condenar isso. Isso é uma coisa bonita de se ver. é a fé das pessoas, é é aquele desejo de ter uma vida melhor, de superar as suas e dificuldades. Tudo se resume numa fé, mas é uma fé ali é inocente, pura, né? Então, nesse sentido, a gente não pode consificar isso com fanatismo. Aí o Herculano Pires uma vez foi questionado sobre isso. Ele disse, perguntaram para ele se havia fanatismo no meio espírita. E ele diz o seguinte, ó, do ponto de vista espírita, um fanático espírita é uma aberração, porque o espiritismo é uma doutrina racional que não comporta fanatismo. Já vimos que a fé no espiritismo está sujeita ao exame crítico, onde se fala de crítica no sentido exato do termo, que é o do exame aprofundado e sereno das coisas, não há lugar para

mporta fanatismo. Já vimos que a fé no espiritismo está sujeita ao exame crítico, onde se fala de crítica no sentido exato do termo, que é o do exame aprofundado e sereno das coisas, não há lugar para manifestações de fanatismo. Kardec já dizia, porém, que o entusiasmo excessivo é mais prejudicial à doutrina que as campanhas dos adversários. Olha só, Cadec falou. Se entendemos fanatismo exagerado ou entusiasmo de certas pessoas, não há dúvida que isso é mais prejudicar a doutrina do que o fanatismo dos que a combatem. Ou seja, a a o o o os maiores inimigos do espiritismo estão dentro da própria doutrina quando eles eh tendem a a fugir da fé raciocinada. Nós buscamos a fé raciocinada, aquela que é baseada no raciocínio, na análise serena das coisas e não numa fé cega, que não tem controle, não se sabe a origem e que tem confere às pessoas uma um um fundamentos fracos que a pessoa desmorona diante da das evidências que se aparecem para ela. O espírita sempre tem que tá preparado para isso. Ele sempre tem que aceitar a renovação das coisas como como um processo natural. Então é esse tipo de fé que o espiritismo prega a gente não é não é contra a fé, porque a fé é uma característica do ser humano. É tão característico do ser humano da embora muitos queiram destruir a fé dizendo que é uma fraqueza do ser humano, o espiritismo exalta a fé contando que ela tenha bases racionais. E é tão importante para nós a fé que mei numa das minhas mensagens favoritas chamada confia sempre, né? Ela chega a dizer o seguinte: "De todos os infelizes, os mais desgitosos são os que perderam a confiança em Deus e em si mesmos. Porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo. Que Jesus nos abençoe nos ampare hoje sempre." Tivemos a noite de hoje essa exposição com várias referências históricas, bibliográficas. Depois quem quiser pode pesquisar esses temas, esses fatos. Sempre o professor Fernando faz referência à revista espírita, né, que é um relato do que Kardec viveu, passou, experimentou.

ibliográficas. Depois quem quiser pode pesquisar esses temas, esses fatos. Sempre o professor Fernando faz referência à revista espírita, né, que é um relato do que Kardec viveu, passou, experimentou. uma obra paralela a ao que ficou codificado também de referência. Fernando, eu vou ler aqui esse trecho da questão 4 e 83, a última, que diz assim: "Não sabeis que quando o espírito está fortemente preocupado com uma coisa, o corpo não sente, não ouve, não vê?" A gente chegou até a questão 483 e vimos que nós temos um poder muito grande com o nosso pensamento, né? com aquilo que a gente chama de inteligência, que é a característica maior do do espírito. Quando você foca muito numa coisa, só naquilo, naquilo, você mergulha na naquilo de tal forma que parece que o resto desaparece. E é que você disse há pouco, né? A gente às vezes se dedica a uma atividade, por exemplo, quem é acadêmico escreve uma tese, faz mestrado, doutorado, pesquisa aquela coisa toda e vai cansando, cansando, mas não percebe porque tá enfocado naquilo. O dia que você entrega a tua tese, tá aqui, cara, 5 minutos depois você cai, você desmorona, né? Você sente todo aquele cansaço acumulado. E a gente já viveu essas experiências na vida, né? Você sente o cansaço depois, aí você cai, como diz assim, acaba a guerra, aí o soldado vai sentir a dor, vai ver que, ah, tô ferido aqui, porque até então ele não tava percebendo e acontece muito com a gente. A gente foca demais nas coisas, nós temos essas capacidades que o resto a gente anula, tipo assim, tira a dor, né? Anula a dor. E é que a gente faz muito na vida. Então é sempre um alerta de ter cuidado, de manter equilíbrio, para você não se focar demais, fanatismo, né? esquecer do resto. Aí quando você vê, nossa, tá faltando uma perna, um braço, um dedo, caiu pelo caminho, não sei nem onde ficou. Então é isso, é um alerta que a doutrina nos dá, nos ensinando sempre a viver com equilíbrio, com paz, com harmonia e de forma produtiva. Então nós vamos ficando

pelo caminho, não sei nem onde ficou. Então é isso, é um alerta que a doutrina nos dá, nos ensinando sempre a viver com equilíbrio, com paz, com harmonia e de forma produtiva. Então nós vamos ficando por aqui. Desejamos um bom final de noite, um bom transcurso de semana. Repetindo, nós só temos três encontros este mês. Hoje, o próximo e o seguinte, porque no no o quarto e a quinta sexta-feira deste mês já será véspera de Natal de Ano Novo e tem uma programação especial. Já um quadro ali publicado na parede, quando saírem à esquerda, tem um quadro ali da sexta-feira com a agenda das quartas-feiras deste mês de dezembro. Então, muita paz, muita alegria, muita firmeza. Estudem, aprendam. E vamos seguindo adiante nesse processo de aprender e de evoluir. Que Deus nos abençoe agora e sempre. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os [música] fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, [música] mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons

, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem [música] nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um [música] de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da [música] vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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