"Conversão e cura", com Roracy Corrêa e apresentação de Adriano Máscimo

Conecta Espiritismo TV 18/11/2025 (há 4 meses) 1:13:48 3 visualizações 1 curtidas

Live de estudos espíritas com o tema "Conversão e cura", com Roracy Corrêa e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não perca!!!

Transcrição

เฮ Pai Deus [música] protetor, aqui me ponho aos seus pés para lhe [música] falar: Pai, pequeno eu sou, mas seu amor me [música] deu a chance de poder recomeçar. >> Por isso peço em oração que ilumine [música] meu caminho de cristão. [música] Que eu jamais esqueço o que eu tenho nas mãos. A doutrina da [música] consolação. Pai [música] meu criador, bênção maior, tesouro [música] igual, neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, [música] com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar [música] no lar, na casa de oração, [música] numa rua onde houver algum irmão, levarei [música] com toda a minha Minha devoção, a doutrina do [música] meu coração. >> Pai meu criador, bção. maior tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão [música] lhe peço forças para fazer multiplicar [música] no lar, na casa de oração, numa [música] rua onde houver algum irmão. >> Levarei com toda a minha devoção a doutrina [música] do meu coração. Ah. Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live do Gés Instituto Goiano de Estudos Espíritas. É com muito prazer que nós estamos aqui com vocês neste dia 17 de novembro. de 2025 para mais uma noite de estudos, né, de um tema relacionado à doutrina dos espíritos. E noite especialíssima porque estará conosco aqui, aliás, já está, vou adicionar lá o palco nesse momento a nossa amiga Roraci Correa. Seja muito bem-vinda, Roraci. Tudo bem? Tudo bem? Muito obrigada pelo convite. É com grande alegria que mais uma vez estou em Goiânia junto de vocês, junto de todos vocês, com seu convite maravilhoso. Muito obrigada pela oportunidade de estarmos juntos e conversarmos sobre Jesus e a doutrina dos espíritos. >> Que bacana, que bacana. É sempre um prazer muito grande receber aqui, Oraci, sempre elegantria, né, Roraci? essa voz marcante, essa voz de de locutora de rádio, [risadas] essa voz tão bonita. E então é sempre um prazer te receber aqui, que você sempre traz temas interessantes, temas que agregam, né? E nós ficamos muito felizes aqui com a sua presença. Deixa eu só

adas] essa voz tão bonita. E então é sempre um prazer te receber aqui, que você sempre traz temas interessantes, temas que agregam, né? E nós ficamos muito felizes aqui com a sua presença. Deixa eu só falar aqui que a Suza e Prudente aqui do Lar de Jesus de Goiânia deixou a sua mensagem de boa de boa noite. Valeu demais, Sus. Muitíssimo obrigado por estar conosco mais uma vez. Equipe da TV Secal também deixou aqui uma mensagem de boa noite. Sejamos envolvidos em energias de paz e serenidade. É isso aí. Um grande abraço a todos da equipe TV Secal, assim como do Grupo Espírita Fonte Viva, TV Goiás Espírita, eh, Rede Amigo Espírita, Conecta Espiritismo, TV Seal e Web Rádio Fraternidade, que são os canais que retransmitem o nosso conteúdo, né? Então, muita gente que nos assiste eh chegou por meio desses canais parceiros. Então, fica aqui o nosso grande abraço a todas essas equipes e também um abraço muito especial aqui paraa Dayane Pinheiro, que é aqui do Jardim do Serrado, aqui em Goiânia. Ela que também está nos acompanhando, ela que participa conosco lá do trabalho do grupo Grupo Espírita Fonte Viva lá na eh Ozic, lá no Jardim do Serrado. Então, muito bom ter você aqui conosco, Diane. Valeu demais. Muitíssimo obrigado. Ó, antes de mais nada, vamos fazer a nossa prece inicial aula. Eu vou pedir que todos os nossos olhos, vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, pedir que o divino amigo esteja conosco neste momento nos amparando e nos intuindo. Nós que te pedimos, Senhor, o tratamento espiritual que todos necessitamos. O Senhor, permita que uma cachoeira de Águas Cristalinas caia sobre nós neste momento, tirando de nós todas as energias pesadas e deletérias que porventura estejam nos envolvendo. Tudo aquilo que nos traz sensação de cansaço, de tristeza, de amargura, de agonia. Tudo isso possa ser dissipado e que realizada esta limpeza, que o Senhor possa nos beneficiar, Jesus com energias bemfazas que nos trazem tranquilidade, paz, harmonia, mas ao mesmo tempo ânimo,

gonia. Tudo isso possa ser dissipado e que realizada esta limpeza, que o Senhor possa nos beneficiar, Jesus com energias bemfazas que nos trazem tranquilidade, paz, harmonia, mas ao mesmo tempo ânimo, vigor, coragem para o enfrentamento de todas as dificuldades da vida. E que todos esses benefícios sejam estendidos a aqueles que são caros aos nossos corações, aqueles que convivem conosco no nosso ambiente doméstico, parentes, amigos, vizinhos, companheiros de estudo e de trabalho, companheiros de casa espírita, de movimento espírita e mais especialmente, Jesus, todos aqueles que sofrem neste momento, que necessitam de ti, da tua presença, o Senhor possa ser o lenitivo que todos esses nossos irmãos necessit neste momento estão buscando. Muito obrigado por tudo. Graças te damos. Que assim seja. Graças a Deus. Pessoal, é isso. A minha minha patroa Mônica Leal deixou boa noite aqui também, está desejando uma boa live. Valeu demais, Moniquinha. Eh, Lucas também deve estar assistindo a nossa ferinha, o nosso [risadas] 5 anos. Pensa na energia, pensa na energia do menino. É uma feira. >> Delícia. >> Eh, Luquinhas, Luquinhas que aprontou bastante no final de semana. [risadas] Então a gente antes de passar a palavra para Rorais, só pedir para que vocês estejam nos prestigiando aqui no canal do YouTube. Acessem o canal do Ges Instituto Gen Estudos Espíritas, se inscreva no canal, ativem as notificações, curtam e compartilhem todos os vídeos, né, inclusive que você está assistindo. Isso é muito importante para que o nosso conteúdo tenha maior repercussão aí junto à plataforma e possa ser indicado a mais pessoas, consequentemente chegar a mais lares, tá bom? Então a gente pede a todos vocês e nos busquem aí nas redes sociais, Instagram, Facebook, através dos nossos perfis você vai acompanhar a nossa programação, tá joia? Então, sem ficar com muita enrolação, passar a palavra paraa Voraci, que é o que interessa, que vai falar pra gente acerca de um tema. Com certeza que quem estiver com coração

sa programação, tá joia? Então, sem ficar com muita enrolação, passar a palavra paraa Voraci, que é o que interessa, que vai falar pra gente acerca de um tema. Com certeza que quem estiver com coração que abrir o coração para receber a mensagem, vai compreender, vai ser tocado com a mensagem, porque a Roraci vai falar sobre conversão e cura e pelo que a gente conversou previamente, eu tenho certeza que vai beneficiar a todos nós que soubermos aproveitar. Ora assim, então a palavra está contigo, minha amiga. >> Muito obrigada. Mais uma vez agradecemos essa maravilhosa oportunidade de estarmos com vocês. Era um dia em que Jericó forma-se uma multidão ao lado de alejados, cegos, paralíticos, exlepros, muitas dores, muitas aflições. E souberam que Jesus iria passar por ali. souberam, sabiam de tudo, todos os feitos que Jesus estava realizando. Ele passava de Jericó para Jerusalém e muitos, muitos se amontoavam e ali estava o cego. Alguns dizem que ele cegou-se, que era um cego de nascença. Outros que o pai, ele era filho de Timeu, conhecido pelo nome de Bartimeu. filho, filho de Timeu, não tinha nome, era como se fosse um apelido. E Barbar Bar, ele tinha, Timeu tinha sido cego por Roma. Ele era um trabalhador de Roma e traiu Roma. foi eh foi assassinado e o filho de alguém que tinha sido assassinado, se tivesse 12 ou mais idade, seria cego para que não fizesse o que o pai fez. Então, nós não sabemos ao certo se ele era cego de nascença ou se ele foi cego quando furaram os olhos dele. A verdade é que ele estava ali junto de todos aqueles mendigos, junto de todos aqueles que sofriam. E uma pessoa quando é anulada um sentido dela, o outro fica muito aguçado. E ele, o menino inteligente, aguou bem a sua audição. E ouviram os passos. Não sabia quem era, mas ouvi os passos. Muita gente era uma multidão. E eu saí dali, os seus discípulos e a multidão, Bartimeu, cego, estava sentado à beira do caminho, mendigando. E nós tiramos essa passagem de Marcos 10:46 52. Sabendo que era Jesus, ele começou a

dão. E eu saí dali, os seus discípulos e a multidão, Bartimeu, cego, estava sentado à beira do caminho, mendigando. E nós tiramos essa passagem de Marcos 10:46 52. Sabendo que era Jesus, ele começou a gritar: "Jesus, filho de Davi, tende compaixão de mim!" Muitos repreendiam para que parasse de gritar. E ele gritava mais alto: "Filho de Davi, tende compaixão de mim". Jesus parou. Ouvindo aquele grito, Jesus parou e disse: "Chamai-o!" Chamar o cego, dizendo-lhe: "Coragem, levanta-te, ele te chama". Lançando fora a capa, o cego ergueu-se e foi ter com ele. Jesus, tomando a palavra, perguntou-lhe: "Que queres que eu te faça?" Respondeu ele: "Que eu veja, Rabone, Mestre, que eu veja." Jesus disse-lhe: "Vai, a tua fé te salvou". Nesse mesmo instante, ele recuperou a vista e foi seguindo Jesus pelo caminho. Então, nós temos muito, muito que conversarmos sobre esse cego. Essa nossa lição de hoje foi tirada, que nós lemos o título do livro de Elion Peixoto, o Evangelho, Conversão e Cura. Aqui ela nos traz vários personagens do evangelho e nós escolhemos o cego, porque dessa passagem nós temos tanta coisa para ver e também tiramos do do livro Caminho, verdade e vida, lição 44, o cego Bartimeu. e do livro O Viajor, capítulo 8o, em que Bartimeu, cego, não, ali estava encontrando-se na inutilidade da sua vida, o cego. Então, nós vamos conversar um pouquinho. Temos tanto a falar desse cego, então, como nós falamos ali naquele caminho, tinham muitos, vários cegos, vários alejados, diversos transtornos. Quantos transtornos foram curados por Jesus pela simples passagem dele, por ele estar ali, a fé salvava realmente. E houve-se um um grito: "Jesus, filho de Davi, tende misericórdia de mim". Jesus para. Jesus para. Quando nós chamamos por Jesus, não tenhamos dúvida, ele nos ouve. para e vemonde nós estamos. Vamos acreditar nisso. Quantos transtornos são curados, quantas dificuldades são curadas. Quantas aflições, quantas enfermidades, cânceres, transtornos mentais, transtornos físicos,

monde nós estamos. Vamos acreditar nisso. Quantos transtornos são curados, quantas dificuldades são curadas. Quantas aflições, quantas enfermidades, cânceres, transtornos mentais, transtornos físicos, obsessão, tristeza, angústias. Eu me lembro que quando meu filho desencarnou, eu já era espírita há 18 anos. Então eu pensei, ou eu enlouqueço pela desencarnação do meu filho acidente de carro, ou eu vou seguir Jesus. Eu vou abraçar mais e mais ainda essa doutrina consoladora. Então, houve-se um grito e ele para. Jesus o chama e Jesus no chama. Coragem. levanta-te e ele te chama. Levantar, levantar da nossa aflição, levantar do nosso sofrimento, levantar da nossa angústia, levantar das dificuldades que possamos estar vivendo naquele momento. Chama, eu tenho uma fé muito grande também em Maria de Nazaré. Passa na frente, Maria, vá até ele, porque um pedido feito por uma mãe, eu acredito que vai mais rápido. É assim, nós acreditamos dessa forma. Então, chama por Jesus. E Jesus diz, enquanto todos gritavam, fica quieto, para, para de gritar, a multidão falava com ele. Então Jesus parou e disseram: "Traga-o". Bartimeu levanta e a capa cai. Vamos analisar cada versículo dessa nossa conversa. de 35 a 43, nós escolhemos o capítulo de Marcos 10:46 52. Lucas 18 35 a 42. Ele era um homem que tinha tudo para desistir da vida. Ele tinha um conjunto de coisas desfavoráveis que poderia levá-lo a desistir. Dependendo da situação que estamos vivendo, existe sim. muitos e muitos problemas que nos leva a desistirmos da vida. Ele começou a mendigar muito cedo pela orfundade. Ele não tinha nome. Imagine uma pessoa viver sem nome. Ei, baixinho, ei, gordinho, ei, fulano, ei, moleque, ei, moleca, ei, você. Então ele tinha vivido uma vida inteira sem ter nome. Era mais um, mais um na sociedade e cego. Ele não tinha identidade. Quando levanta e grita, ele deixou de ser Bartimeu, o cego, e passou a ser o cego curado. Quando nós levantamos e vamos de encontro a Jesus, nós tomamos outra identidade. Aquela que foi curada, foi

e. Quando levanta e grita, ele deixou de ser Bartimeu, o cego, e passou a ser o cego curado. Quando nós levantamos e vamos de encontro a Jesus, nós tomamos outra identidade. Aquela que foi curada, foi curado de vários transtornos. Ele é o nosso mestre. Cada capítulo de Jesus, cada situação de Jesus, nós lembramos: "Vinde a mim, vós que estais aflito e sobrecarregado, que eu vos aliviarei." Então, ele não tinha nome. Olhar o nome é muito importante quando nós vamos ser atendidos por alguém, olhar o nome daquela pessoa no crachá. Ainda essa semana aconteceu isso comigo. Eu fui conversar com uma pessoa e ela me estava me tratando na situação que eu estava de uma forma meio indiferente. Pode ser pela situação que esteja vivendo, pode ser pelo transtorno da vida normalmente, pode ser por vários problemas. Aí eu parei o que eu estava falando e falei com ela, não tinha crachá. Eu falei com ela: "Qual é o seu nome?" Ela parou assim como se tivesse respirando. Eu me chamo fulana de tal. Mudou. Mudou o nosso, o nosso entendimento naquele momento. Mudou a nossa conversa, nada melhor do que chamar alguém pelo nome dela. Então ele não tinha, ele era conhecido, ele era, quando nós não temos o nome, quando nós não tratamos alguém pelo nome, ele é um invisível. Pode ser invisível pela posição social, pelo preconceito, pela etnia, pela raça, pela pobreza, pelo cargo que está exercendo naquele momento. Se é uma pessoa que está nos atendendo, não importa onde, em que lugar, é um trabalhador ou não, é um atendente ou não, é uma enfermeira, é um médico, qual é o seu nome? Depois de eu estudar essa palavra, todo esse ensinamento que Aci nos traz no seu livro, ela, quem não sabe, ela ela é filha de Peixotinho. O Peixotinho que trabalhou com as materializações em Macaé, na cidade vizinha nossa. Então ela nos traz esse livro e ela vem nos dizer que o seguinte, ele não tinha teto, ele não tinha família, ele era cego, era alguém para se sentir uma pessoa apagada. Poderia se achar um pobre coitado. Sim, um pobre coitado,

vro e ela vem nos dizer que o seguinte, ele não tinha teto, ele não tinha família, ele era cego, era alguém para se sentir uma pessoa apagada. Poderia se achar um pobre coitado. Sim, um pobre coitado, uma vítima e acreditar. Eu não mereço a cura, eu não mereço nada. Dependendo do que estamos vivendo, nós pensamos isso. Eu não mereço nada. Eu não mereça cura, entidade de onda. Ó, minha vida é mesmo assim. Eu nasci assim, eu vou morrer assim. O que me importa, eu não quero crescer, eu não quero ser alguém. Já me acostumei com a miséria da vida, tô nem aí. E dá de ombro. Então ele pensava: "Eu não mereço a cura, eu não mereço ser feliz. Não vou ser ser feliz. Para mim tanto faz como tanto fez. Não, não pense assim. Nós estamos numa oportunidade, uma oportunidade única. Estamos espíritas. Conhecereis a verdade e a verdade te libertará. É o que Jesus nos diz. Somos seres imortais. Fomos criados para sermos felizes. Fomos criados para alcançarmos a perfeição. Não é Jesus disse: "Podeis fazer o que eu faço e muito mais. Deixe brilhar a vossa luz. Sede perfeitos. Olha, ele falou agora da criancinha de 5 anos, Lucas, não é Lucas? E eu tenho um netinho de 5 anos, o Antônio. Que presente bom. Ser avó é maravilhoso. Eu tenho Guilherme, tem e tenho duas mais que o meu filho que eu criei também me trouxe. Então, que maravilha. As circunstâncias, circunstâncias da vida não nos define. Eu sou minha mãe, não casou com meu pai. Eu, meu pai não conhecia o meu pai. Ele desencarnou não tem muito tempo, mas eu não o conheci. e fui criada, eu tenho 70, vou fazer 72 anos, num período em que ser filha de mãe solteira era um problema muito sério. Agora, hoje em dia, não era aquele tempo era, tem que fazer valer, fazer valer a sua posição, o que você é. E não a situação de uma certidão de nascimento, não uma situação que não existe o porquê disso, entendeu? Então, ser realmente somos somos filhos de Deus criados para perfeição, para felicidade. O que eu estou vivendo agora não vai me colocar

ento, não uma situação que não existe o porquê disso, entendeu? Então, ser realmente somos somos filhos de Deus criados para perfeição, para felicidade. O que eu estou vivendo agora não vai me colocar nunca numa posição de coitadinho, numa posição de miserável. Então, nós não temos que ter medo. E a gente tem que levantar e gritar: "Eu sou". Ora se correia, mãe do Guilherme, mãe do Vítoro, do Bruno, do Bruno que me antecedeu a pátria espiritual, esposa do Hélio Caldas de Oliveira. Então, hoje eu sou estou uma palestrante espírita, coordeno grupos de estudo. Estou aqui no Cantinho de Maria, no sítio Tio Bruno, aonde eu faço o acolhimento, as mães quando o Bruno desencarnou, minha vida, achei que minha vida ia acabar. Não, eu tive o prazo de menos de uma semana de levantar. Ele aparece para mim, tinha seis ou sete dias. Mãe, o que aconteceu? Eu morri. Não, meu filho, você sabe que a gente não morre. Ele foi criado na casa espírita, foi ao centro espírita a primeira vez 6 anos, frequentou evangelização, enfim, na cidade. Então, a gente tem que pensar, nós somos importantes para Deus. Sim. Não importa a posição, não importa a posição, não importa a nossa posição. Jesus chama por ele, ele levanta, ele fica de pé e deixa cair a sua capa. Ele deixando cair a sua capa, a capa naquele tempo tinha tinha significava muito para ele, muito significava aquela capa. Então ele levanta e deixa gritar e deixa ficar de pé e grita. Ele deixa a capa e dá um pulo. A capa era um cadastro que ele tinha em Roma para poder esmolar. Sem aquela capa, ele não podia esmolar. E naquela capa vinha um carimbo que dizia que ele era uma pessoa, um miserável, um um um mendigo miserável e podia esmolar. Mas quando ele ouve Jesus, que Jesus manda ele levantar, ele levanta. Nisso que ele levanta, a capa cai. Porque a verdade é essa. Quando nós vamos de encontro a Jesus, essas capas que nós trazemos de preconceitos, de diferenças, de posição social, toda elas caem, porque daquele momento em diante eu passo a ser um

verdade é essa. Quando nós vamos de encontro a Jesus, essas capas que nós trazemos de preconceitos, de diferenças, de posição social, toda elas caem, porque daquele momento em diante eu passo a ser um seguidor de Jesus, um irmão de Jesus, um filho de Deus. Imagine irmão de Jesus, do nosso governador sideral, modelo e guia para todos nós. A capa caiu com ela. Ele ele perde o carimbo de incompetência, de miserável. Quando nós seguimos Jesus, nós não temos mais esse carimbo. Ele era agora naquele momento um candidato à sobrevivência. Ele estava naquele momento deixando a sua zona de conforto que era de mendigar. Ele deixou com aquela capa, ele deixou a zona de conforto dele que era mendigar. Não poderia voltar e pegar a capa. Por quê? Porque com certeza tinha outros cegos ali atrás que não tinham aquela capa que pegaram. Ele estava deixando a condição de sua sobrevivência que era mendigável. Ele não importou. Ele ouviu e foi e grita: "Jesus! Filho de Davi, tende misericórdia de mim. E Jesus manda, chama ele, chama. Ele deixou a condição de ser incapaz. Ele, quantas pessoas ficam num relacionamento infeliz, ficam numa vida difícil, numa posição social difícil, mas não solta aquela capa de miserável, não solta. Quantas pessoas não querem soltar e seguir, seguir Jesus. Isso, seguir Jesus é mudar a nossa vida. É acreditarmos naquilo que somos capazes de fazer, naquilo que somos capazes de realizar. Mas nós precisamos dar o primeiro passo. Preciso dar o primeiro passo. Preciso dar e pegar aquela aquilo que nós temos dentro de nós, que pode ser uma migalha, mas é o que está dentro de nós. No livro Fonte Viva, lição 133, que tendes? Quando eu vou de encontro a Jesus, eu tenho eu tenho que dar a minha migalha de esperança, a minha migalha de acreditar, curar a minha cegueira. Eu quero mudar a minha vida. Não mais, não mais ser um miserável. Não aguento mais eu estragar o meu futuro, sabotar o meu futuro. Eu não aguento mais ser vítima do meu passado. Quantos passados existem

quero mudar a minha vida. Não mais, não mais ser um miserável. Não aguento mais eu estragar o meu futuro, sabotar o meu futuro. Eu não aguento mais ser vítima do meu passado. Quantos passados existem que as pessoas ficam presas a ele pelo que eu fiz ontem? O que eu fiz ontem eu não sabia. Eu não tinha entendimento que eu tenho hoje. Eu não sabia o que eu estava fazendo normalmente. Eu preciso me dar uma nova chance. Eu preciso botar essa essa isso dentro de mim. Não suporto mais o meu discurso de coitadinho. Ninguém me ama, ninguém me quer, ninguém me chama de meu amor. Não, não precisamos mais disso. Eu sou uma identidade pertencente a Deus. Eu sou, eu fui criada para isso. Eu quero ser feliz. Eu posso estar no lugar que eu estou, na posição que eu estou, vivendo as dores que eu posso estar vivendo e ser feliz. O meu marido, eu sou casada, vai fazer em janeiro 50 anos de casada e ele adquiriu 17 tumores com câncer, fez mais de 320 kg, mais de 320 radioterapias. E eu perguntei para ele, o que que você acha do câncer? e a morte. Se Deus não quiser e o câncer quiser me levar, ele não me leva. E se Deus quiser, ele não precisa do câncer. Trabalha, luta, ficou com mutilhado no rosto pelos 12 do que teve no rosto, mas ele continua lutando. Eu quero ter dignidade na minha dor. Eu não quero mais sofrer. É isso que nós falamos. Quando vamos de encontro a Jesus, eu não quero mais sofrer a dou. O nosso mundo ainda é um mundo de dor. Ainda é um mundo de provas e de expiações. Ainda é um mundo que nós merecemos estar aqui. O que eu fiz nesses milênios? Quantas coisas eu fiz? Quantos eu decaptei e fui decaptada? Quantos eu matei e fui morta? Quantos eu traí e fui traída? Porque nessa não é a nossa primeira experiência aqui na Terra. Nós sabemos disso. Eu acho muito engraçado quando a pessoa diz assim: "Eu quero que essa seja a minha última encarnação". Não é? Nós ainda viveremos muitas e muitas e muitas até atingirmos o patamar de dizer: "Eu e o Pai somos". Fazendo alusão que Jesus disse: "Eu e o

: "Eu quero que essa seja a minha última encarnação". Não é? Nós ainda viveremos muitas e muitas e muitas até atingirmos o patamar de dizer: "Eu e o Pai somos". Fazendo alusão que Jesus disse: "Eu e o Pai somos um. Deixe brilhar a vossa luz". Mas isso a gente vem fazendo há milhões de anos. Eu tenho certeza que estivemos lá pelo Egito. Estivemos com Abraão, com Moisés, o início do cristianismo. Morremos na fogueira, matamos na fogueira, vivenciamos Lutero, judaísmo, tudo isso nós vivemos. E hoje nós estamos na doutrina dos espíritos, que vem nos dizer: "Deixe brilhar a vossa luz". Quando penso assim, eu grito, eu grito assim: "O que você realmente quer?" Jesus perguntou para ele: "O que queres?" Eu tenho um medo desse dessa pergunta. Imaginemos nós se Jesus chegar perto de você agora, perguntar para mim o que eu quero. É uma lista interminável. É uma lista interminável. Ele poderia ter dito muita coisa, mas ele disse que eu veja. Mas para que eu consiga alguma coisa nessa lista, como eu disse, nós temos que ter migalhas dentro de nós. E a ação dele foi levantar, deixar aquela capa de miserável. Eu não quero mais essa capa de miserável. Eu não quero mais. Eu quero prosseguir a minha vida. Eu quero seguir. Mas para isso eu preciso gritar. Eu preciso ter coragem. Eu preciso levantar. em cima de uma cama com dó de mim, eu não vou conseguir nada, não vou. Eu dei um prazo, eu dei um prazo paraa minha grandea, que foi a desencarnação do meu filho, foi eu não posso ter medo. Daqui eu faço encontros aqui em casa, no sítio Tio Bruno, no Cantinho de Maria. Primeiro sábado de cada mês, nós encontramos com as mães que perderam filhos. Tem mães que chegam aqui que nem falar não conseguem falar, só chora, chora, chora, chora, não consegue falar. As outras que estão aqui já vivenciando algum tempo, ajudam. Cada uma dá o seu exemplo. O seu exemplo do filho que formou-se, do filho que pulou do 23º andar, do filho que sofreu um acidente de carro, como foi o meu filho, do filho que eu gerei e

tempo, ajudam. Cada uma dá o seu exemplo. O seu exemplo do filho que formou-se, do filho que pulou do 23º andar, do filho que sofreu um acidente de carro, como foi o meu filho, do filho que eu gerei e nasceu e morreu. Nós não podemos negligenciar esse momento que ficou com o filho de nasceu e desencarnou. A espiritualidade nos diz que esse espírito precisava de um choque no corpo, um choque anímico para poder construir, limpar, curar alguma ferida perespiritual. O meu filho pode ter virado para mim lá atrás, bem lá atrás, 1000 anos, 2000 anos, não sei, 100 anos, 200 anos, 10ª 22ª, terceira, quarta encarnação e falou comigo pela mãe para eu preciso de 21 anos para completar o que eu fiz há tanto tempo atrás. Nós estávamos juntos. Eu fiz. Então eu preciso de 21 anos para curar uma ferida espiritual. Você aceita, vocês aceitam, eu e o Pai, me gerar, me dar a luz, me amamentar, me encaminhar, levar para evangelização, para mocidade, preparar e com 21 anos sai de Cabo Frio para receber um diploma na Marinha no Rio. Primeira vez que foi de carona. Ele é de ônibus. Quebra a barra da direção do carro e desencarna ele, o motorista. Ele estava sentado atrás. Como ele tinha machucado o pé dois dias ou três dias antes, não lembro, ele pediu que estava sentado na frente para dar o lugar para ele. Deu o lugar para ele, menos de uma hora na frente, o carro quebra a barra de direção, entra debaixo do caminhão, desencarna ele e o motorista. Por que que ele pediu para ir pra frente? Por que que ele não ficou lá atrás? Então, seguir Jesus é pegar essa migalha de ferro, gritar, ter coragem, levantar, perder o medo. Sim. E para isso é preciso ter a minha migalha dentro de mim para que eu possa prosseguir diante dessa dor. Porque Deus vai utilizar essa migalha de fé, de esperança que eu trago dentro de mim e fazer ser um pão e dizer: "Não vou mais ser a vítima. Não vou culpar mais ninguém pela minha cegueira. Não vou culpar mais ninguém pela minha pobreza. Não vou culpar o motorista do caminhão

o de mim e fazer ser um pão e dizer: "Não vou mais ser a vítima. Não vou culpar mais ninguém pela minha cegueira. Não vou culpar mais ninguém pela minha pobreza. Não vou culpar o motorista do caminhão que meu filho entrou com carro debaixo dele morreu. Não vou culpar a minha família, não vou culpar os meus relacionamentos, não vou culpar os meus pais, o meu pai que não me aceitou. Não vou responsabilizar para ninguém pela minha vida. Não vou. Ele Bartimeu usou. Ele teve uma atitude profilática. E qual foi essa atitude profilática de Bartimeu? O que que ele usou? Ele levanta para seguir Jesus. Ele levanta para seguir Jesus. Nós levantamos para seguir Jesus diante da nossa dor. O fica usando 1500 remédios psiquiátricos, nada contra nada. Nós ficamos usando a bengala do outro, a vida do outro. Então, nós temos que acreditar além daquele momento. É querer sobretudo caminhar, porque nós já fizemos o uso da profilaxia, que é Jesus. O Evangelho Segundo o Espiritismo tem que ser o nosso livro de cabeceira, o livro dos espíritos, 109 questões que esclarece a nossa vida, fala de Deus das leis de destruição. Foi necessária aquela lei de destruição para que meu filho desencarnasse. Foi necessário o câncer para que minha mãe desencarnasse. Foi necessárias tantas coisas. Seguir Jesus para não adoecer mais. Ele é, eu vim para aquele, para os enfermos. Eu vim para que tivesses vidas, vida e vinda em abundância. Eu não preciso mais daquela capa. Eu não preciso mais daquele padrão mental. Eu preciso ter a minha maturidade. Afinal de contas, estou com 71, caminhando ou 72. Então isso não perdendo de vista quanto tempo que nós estamos aqui voltando ao corpo físico. Quanto tempo nós estamos aqui com esse com o corpo para crescer, deixar de choramingar, deixar de fazer pirraça, porque nós fazemos pirraças com a vida. Não deixa a pirraça para o nosso queridinho de 5 anos, para o meu neto de 5 anos. crescer, passar a vida fazendo pirraça, procurando lá fora o que tem dentro de mim, procurando no outro que eu tenho

. Não deixa a pirraça para o nosso queridinho de 5 anos, para o meu neto de 5 anos. crescer, passar a vida fazendo pirraça, procurando lá fora o que tem dentro de mim, procurando no outro que eu tenho dentro de mim. Não deixe de fazer pirraça e não aceitar o que o outro diz que não é bom, não permitir que faça eco dentro de mim. Seguir Jesus é abrir o evangelho quando a coisa é difícil olhar e seguir, não se sentir incapaz, sentir-se merecedor da felicidade, só de estar aqui nesse corpo, quando eu vou ter novamente um corpo perfeito, inteligente, capaz, quando novamente eu vou ter essa oportunidade? Quantos filhos agora a família tem? Um, dois filhos e acabou. Quantos filhos nós vamos ter ainda? Quantas oportunidades? É saber que a felicidade é uma construção pessoal intransferível. Tá certo que dependendo da situação a gente fica triste, a gente chora. Eu nunca li em lugar algum que não se possa chorar. Você tá com vontade de chorar? Chora, chora, chora, chora. Lavou o rosto, passou o batom e vida que segue. Não é assim para nós mulheres? Não permita que o outro tenha dó de você. Não, não. Não permita que o outro tenha pena. Quem tem pena é galinha, é pássaro. É saber que a felicidade é pessoal, intransferível, não tem ótulo. Meu filho desencarnou, eu não vou ser mais feliz. Como que eu vou conseguir que ele seja feliz? Se eu estou infeliz aqui, ele vai dizer: "Nossa, eu sou culpado. Toda minha mãe está infeliz, meu amor. Eu morri, você sabe que não morreu. Segue a vovó Teresa e a vovó JC. Continua. trabalha, luta, cresce, a vida prossegue. Não esquece tudo que você aprendeu é deixar que a capa da ilusão vá embora. Vá, deixe que essa capa siga adiante. Nós temos dois exemplos que nós vamos falar aqui. Bartimeu, ele era invisível e social. Ele era uma descrença total, era um homem totalmente falido na possibilidade. Tirou a capa para crescer. Tirou aquela capa para crescer. Paulo. Paulo era um homem rico, um rapaz bonito. Olha, uma boa, um rapaz assim bom para casar, um jovem rico, belo,

falido na possibilidade. Tirou a capa para crescer. Tirou aquela capa para crescer. Paulo. Paulo era um homem rico, um rapaz bonito. Olha, uma boa, um rapaz assim bom para casar, um jovem rico, belo, poderoso, culto. Paulo tirou a capa do poder que ele cai e a capa cai. Paulo tirou a capa para se diminuir. Tanto é que mais na frente ele diz: "Eu não sou mais eu que vivo, é o Cristo que vive em mim. A capa de Paulo era confortável. A capa de Bartimeu era de miserável. A capa de Paulo era difícil de abrir mão dela porque ela era uma capa que dava poder. Ele era um cidadão romano. Ele era um judeu jovem, um judeu rico. E ele tirou a capa e jogou fora. Enquanto Bartimeu levanta e solta a capa que representava a sua sobrevivência, Paulo cai e perde a capa. São movimentos para que o Cristo seja o centro dele, o centro da possibilidade. Quando acontece a entrega de Jesus, ele se entrega naquele momento e diz: "Já não sou eu que vivo, é o Cristo que vive em mim." Ali ele se humilhou quantas vezes na escuridão, clarificou o seu caminho sem a capa. Nunca mais naquele momento Bartimeu deixou de seguir Jesus. E seguindo Jesus, Bartimeu ficou de pé. A característica dele também é a mesma de Zaqueu. Zaqueu corre, sobe numa árvore para falar com Jesus. A mulher hemorroíça, ela correu o risco. Correu o risco, sim. Ela correu o risco de ser morta. Porque ela tinha um fluxo menstrual. Ela correu o risco de ser vítima de tudo aquilo, mas ela permitiu, ela levantou e para tocar Jesus, Zaqueu levanta para chamar a atenção de Jesus. A mulher hemorroíça toca a borda da veste de Jesus. Paulo deixa cair a capa do poder. Zaqueu a capa de miserável. O que que nós estamos fazendo em nossas vidas para deixarmos a capa cair? Muitas vezes é a capa da hipocrisia, a capa da mentira, a capa de uma posição que não existe, a capa da falsidade. Eu não quero apontar a capa de ninguém porque eu conheço bem as minhas, que não é uma, são várias capas. E a luta tem sido grande para que essas capas deixem de existir,

o existe, a capa da falsidade. Eu não quero apontar a capa de ninguém porque eu conheço bem as minhas, que não é uma, são várias capas. E a luta tem sido grande para que essas capas deixem de existir, para que essas capas não existam mais em minha vida. Ele era invisível socialmente. Paulo era uma pessoa importante. Nós vamos ver a mulher adúltera. A mulher adúltera, ela foi encontrada, encontrada no adultério. Aqueles homens jogam aquela mulher nos pés de Jesus. Ela é uma adúltera. Jesus escrevia na terra. Alguns dizem que ele escrevia ali o erro de cada um daqueles homens hipócritas que ali estavam. Quantas vezes usou uma mulher de vida equivocada em fus. Ela casou com toda esperança, com toda alegria, mas o marido com o tempo começou a abandoná-la. Não que se justifique o que ela diz para Jesus nesse mesmo livro citado, ela é jogada nos pés de Jesus. Não que isso justifique o meu erro, eu errei. Agora o que que vai ser de mim? Ela é jogada nos pés de Jesus. Jesus escrevendo estava. Jesus continuou escrevendo. E aqueles hipócritas diz tentando pegar Jesus. O que dizes tu? A lei diz: "Quando uma mulher é pega em adultério, ela tem que ser morta pelas pedras". O que tu dizes? A lei ou a mulher? Se eles diz a mulher, ele iria contra a lei. Ele poderia ser apedrejado até a morte. E se ele diz a lei, ele iria contra a sua lei de amor, de justiça e de caridade e de perdão. Então ele escreveu a versão de que aqueles homens liam ali o que ele escrevia. E eles insistem: "E tu o que dizes?" Ele levanta os olhos sem levantar-se ali ao lado daquela mulher, jogada como lixo nos pés dele. E tu o que dizes? Ele olha para aqueles homens e diz: "Quem estivesse em pecado atire a primeira pedra. Se ali estava escrito o que eu li dos meus pecados, entre aspas, e tornar público aquilo não seria bom". Então vão saindo. Não que tivessem medo de Jesus, não que tivessem qualquer dúvida a cerca de apedrejar aquela mulher. Eles saem um após o outro. Quando saem todos, Jesus pergunta: "Aonde estão os teus acusadores?

ndo. Não que tivessem medo de Jesus, não que tivessem qualquer dúvida a cerca de apedrejar aquela mulher. Eles saem um após o outro. Quando saem todos, Jesus pergunta: "Aonde estão os teus acusadores? Senhor, foram todos embora. Não se nem eles te condenaram, muito eu, muito menos eu? Vá! e não volte a pecar. Aquela mulher levanta humilhada, sofrida. O marido abandonou pelas pelas coisas da vida, ela não sozinha. E ela caiu no erro. Livrai-nos da tentação. Quantos nós temos uma tentação difícil? E ela caiu no erro, mas arrependeu-se. À noite, Jesus estava na casa de Simão, que não era Simão Pedro, o fariseu. Ela entra, ajoelha seus pés de Jesus e o fariseu pensa: "Se ele realmente é o enviado, ele sabe quem é aquela mulher? Como que ele permite que aquela mulher ajoelhe nos seus pés?" Jesus vê o sentimento dele, sabe o que ele estava pensando, o que ele estava sentindo. Cheguei na sua casa, não me deste a água para eu lavar as minhas mãos. Não me pedisse que alguém cuidasse de mim e me acolhesse. Não me deixa de comer. Essa mulher ajoelha-se nos meus pés. Repete, hipócritas que sois todos. Aqui, aqueles homens, a grande maioria via, passavam por tudo, sabiam que eles tinham errado. Mas somos hipócritas, na grande maioria, lançamos da pedra para pedrachar. OK? E aonde estava o jovem adúltero? Aonde estava? E aquela mulher vai e pede a Jesus: "Senhor, Senhor Jesus, deixe que eu fico contigo?" E o homem disse: "Não, Jesus disse: "O filho do homem não tem aonde encostar a sua cabeça. Vá, eu estarei sempre contigo." E ela foi sem ter para onde ir, sozinha. A família não aceitou mais a hipocrisia do ser humano. A família não aceitou mais ela não tinha mais para onde ir e foi confiante de que Jesus estaria com ela. Essa é a confiança de estar uma única vez com Jesus e acreditar: "Senhor, hoje eu estou passando por essa dor tão difícil. Me ajuda a sobreviver essa dor. Abre os meus caminhos. coloque por misericórdia alguém diante de mim para que possa me ajudar. E Jesus disse a

"Senhor, hoje eu estou passando por essa dor tão difícil. Me ajuda a sobreviver essa dor. Abre os meus caminhos. coloque por misericórdia alguém diante de mim para que possa me ajudar. E Jesus disse a ela: "Vá, que eu estarei contigo". Ela foi. Na estrada de Tiro, ela encontra um Casebre. Casebre muito humilde, caindo aos pedaços, ela entra e ali ela reforma. Outras pessoas vêm e ali passa a ser uma casa de acolhimento naquela cidade, naquela estrada. E 10 anos se passaram. 10 anos se passaram. E o adúltero, o adúltero três anos depois ele foi expulso da cidade porque apareceram uma apareceu uma dermatite na sua pele e ele foi confundido, foi confundido pela lepra e ele foi expulso pelas pedras. Foi expulso pelas pedras e foi aconchegar-se na casa do caminho, na estrada de Jó. E ali os apóstolos Pedro, Tiago, João acolheu a ele como acolhos e ele tornou-se um cristão, trabalhador de Jesus. E 10 anos se passaram. Chega um homem muito ferido pela lepra. Já não tinha mais enxergava. O rosto já não era mais reconhecido, porque a lepra destruiu todo o seu rosto e trataram dele naquela casa. Aquela casa de socorro, naquela casa que acolhe, naquela casa que se diz: "Eu sei o que você está vivendo, porque eu vivo a mesma coisa. Eu não quero mais viver porque meu filho morreu. Eu quero morrer, acolher, abraçar, envolver. Eu tenho até Robson. Você pode dar o meu telefone para quem precisar, porque a gente tem o grupo Unidos pela Saudade com Presencial e o Grupo Unidos pela Saudade no WhatsApp que nós conversamos mais. Certa-feita me chegou aqui uma mãe que não conseguia falar, só chorava, chorava, chorava, chorava. E nós temos um amigo cantor que canta nas nossas reuniões presenciais. E eu me levantei para acolher aquela mãe e pedi a ele para que cantasse. Todas as mães presentes também cantaram. E aí eu cheguei para ela e a espiritualidade falou comigo: "Diga ela para ela cantar". Eu fiquei em dúvida: "Meu Deus, como eu vou pedir uma mãe que sepultou o corpo de um filho tem, me lembro bem, 15, 20

eu cheguei para ela e a espiritualidade falou comigo: "Diga ela para ela cantar". Eu fiquei em dúvida: "Meu Deus, como eu vou pedir uma mãe que sepultou o corpo de um filho tem, me lembro bem, 15, 20 dias, eu vou pedir a ela para cantar? Não tem como eu eu pedir, meu Jesus. E a espiritualidade falou comigo: "Peça ela para cantar". E ela só chorava. Eu abracei e falei com ela: "Canta". Ela me olhou meio assustada. Canta. Não é agora. A hora que você puder, você canta. Canta. Porque nós ouvimos dizer que cantar quem canta seus males. Esse nome. Canta. Ela não entendeu nada. Nem eu. Quando ela chegou em casa, cerca de 40 minutos, mais ou menos que a distância da casa dela na minha, ela me ligou e falou assim: "Ora, eu vim cantando da sua casa na hora que eu entrei no carro, eu cantei a música que meu filho cantava para mim e eu cantei durante o velório. Eu vim cantando até a minha casa. Funcionou como se fosse um remédio eu entendi" e ela cantou. E aquele canto, até hoje ela falou a música qual era. E quando ela vem no encontro, o nosso cantor toca e canta a música dela. Então são coisas que a gente não entende que a espiritualidade nos fala. E aquele homem foi tratado, foi cuidado e ela não reconheceu. Quando ela vem, fala assim, depois que ele foi cuidado, que ele foi alimentado, ele fala, ela fala e ela veio para trazer as lições de Jesus e começa a falar sobre Jesus. Aí ele pergunta: "Esse Jesus que você está falando é aquele Jesus que morreu entre dois ladrões crucificado?" Sim, eu o reconheci e ele me levantou. Ela falou, pois eu procurei por ele que eu queria que ele me dissesse aquele que libertou a mulher adúltera e não deixou ela ser abrejada. Sim, mas ela não se declara. Pois eu procurei por ele durante 10 anos, durante 3 anos para que ele me dissesse aonde ela estava, que eu queria pedir perdão a ela, porque ela fez o que fez, porque eu negligenciei no meu amor, no meu carinho e não entendi a joia que eu tinha dentro da minha casa, mas eu não a encontrei. Eu

stava, que eu queria pedir perdão a ela, porque ela fez o que fez, porque eu negligenciei no meu amor, no meu carinho e não entendi a joia que eu tinha dentro da minha casa, mas eu não a encontrei. Eu queria tanto dizer a ela o quanto eu amo. Eu penso comigo. Se fosse eu naquele momento com aquele prato de sopa quente na mão, acho que eu tinha jogado o rosto dele. Eu tinha jogado ela, não. Ela cuidou dele e ele acabou. Depois de todos os cuidados, depois de todos os socorros, ele desencarnou os braços dela. Conversando, converter-se a Jesus, reconhecer que com o amparo de Jesus nós podemos tirar todas as encrencas dos nossos corações, tirarmos todas as nossas aflições e reconhecer que ele é o caminho. É a verdade e é a vida. E que nós merecemos a vida. A vida em abundância. Eu vim para que tivesses vida e vi abundância, sem capas, sem ser miserável. Ser muita paz a todos. Graças a Deus. Você vai voltar? Olha que bacana aqui, ó. O Raimundo, não, Raimunda. Raimunda Júlia Vasconcelos, eh, lá do Pará, Brejo, Grande do Araguaia, Pará. Ah, ela é do meu grupo. >> Que bacana, que bacana. Obrigado, Raimunda. Valeu demais. Obrigado por estar aqui eh interagindo conosco. Valeu demais, viu? Grande abraço. E o José da Costa, José da Costa, que é de Goianes, cidade aqui do interior de Goiás, ele colocou aqui, Adriano, olha o atrasadinho da live. Mas chegou, José, o importante é que chegou. [risadas] E como a gente falou anteriormente, né, a live fica aí na plataforma, fica no canal do YouTube. Quem quiser assistir posteriormente vai ter essa oportunidade e tem muita gente que às vezes tem outro compromisso no horário e que se e que assiste posteriormente, né? Então fica aí o convite também para todos os que não podem assistir ao vivo. Pessoal, que bacana, Roraci. Eu tenho certeza aí que essas reflexões fazem com que todos nós reflitamos, né? E como a gente precisa refletir, afinal de contas, eh, se estamos aqui nesse mundo de provas e expiações, não é porque a gente é santo, né, no Brasil,

reflexões fazem com que todos nós reflitamos, né? E como a gente precisa refletir, afinal de contas, eh, se estamos aqui nesse mundo de provas e expiações, não é porque a gente é santo, né, no Brasil, é porque a gente ainda carrega muitos defeitos e a gente precisa trabalhar para ser a cada dia melhor, como nos ensina a doutrina espírita, né? E ah, deixa eu só fazer aqui um um um merchã, né, do dos seus canais aí, eh, que eu não falei no início, só para quem não sabe. Eh, aliás, eu vou deixar para você falar, Roraci, do trabalho aí que você falou durante a live, mas eu vou pedir para você repetir do trabalho >> que você faz aí, né, na na no sítio tio Bruno e falar das suas redes sociais, né, do Instagram e do canal do YouTube. Roraci Correa no YouTube. Correia no YouTube. Instagram. Não não consigo. Eu não consigo organizar meu meu meu Instagram no Mas no no YouTube sim, mas no Instagram não. E tem o o WhatsApp, né? O WhatsApp é uma delícia. >> Certo. Mas no Instagram, se jogar Correia Roraci, encontra o seu perfil. >> Encontra. Ah, então que bom. >> Encontra. [risadas] >> Eu tenho um amigo, tem um amigo meu, tem um amigo meu que falou que ia fazer todos esses canais. Então ele deve ter feito, eu e eu tô deixando de lado. >> Eu vou rever com ele a senha. Eu vou rever com ele a senha. >> Tá joia. Encontra sim. Então se jogar, quem quiser conhecer a Roraci tem todo um trabalho. Ela auxilia inclusive GES e com a ela compartilha com a gente vídeos que ela produz, né, com mensagens edificantes que são maravilhosos. Então quem quiser conhecer esse trabalho da Roraci, vai lá no Instagram dela, Correa não tem i, né? Correa Rora >> não é é Correia sem e >> o nome é Rora Correia sem o >> e no Face é Roraci Correia direto. Então no Instagram é Correia Roraci e no Face é Roraci Correia. Isso >> e no canal do E no YouTube também Roraci Correa. >> Isso. Raraci Correia. Aí você vai encontrar o material da R lá. Isso no YouTube e no e no WhatsApp é reflexões da Luz Evangelho. >> Bacana. Bacana demais.

anal do E no YouTube também Roraci Correa. >> Isso. Raraci Correia. Aí você vai encontrar o material da R lá. Isso no YouTube e no e no WhatsApp é reflexões da Luz Evangelho. >> Bacana. Bacana demais. >> Tá. E quem vier na região dos lagos, que é uma região maravilhosa, muita gente vem a Cabo Frio, São Pedro Aldeia, Buzos, Arraial do Cabo, eu estou aqui nesse meio. Nós moramos num sítio que eu fico a 20 minutos de Búos, 15 minutos de Cabo Frio, 15 minutos de São Pedro e 20 minutos de Arraial do Cabo. Podem vir no Sítio Tio Bruno. faço encontros no primeiro sábado de cada mês, presencial e e online junto e faço também grupos de estudos na na terceira, quinta-feira, sábado do mês. No primeiro sábado do mês, o grupo do Unidos pela Saudade das Mães e no terceiro sábado, o estudo do Livro dos Espíritos e do Evangelho Segundo Espiritis, não, do Livro dos Médiuns, do Evangelho Segundo Espiritismo. Assim, antes de terminarmos, eu vou te pedir para que você deixe uma mensagem, por favor. Eh, se não me engano, na semana passada, não sei se foi semana passada ou semana retrasada, nós tivemos um episódio em uma cidade aqui perto de Goiânia de um jovem que desencarnou eh eh eh em virtude foi brincar com colegas eh do eh ali do do bairro eh uma brincadeira que eles chamam de lutinha. Eu sei que essa lutinha não deu certo. O o a o adolescente se machucou muito e veio a desencarnar em decorrência disso. >> E era filho e era filho único. E era filho único, né, de uma mamãe que já não é já não é novinha. Dá e eh dá dá dá entender que já é uma mulher que talvez não possa mais ter outros filhos, né? >> Sim. Ou seja, ela ela perdeu eh o único filho dela, né, um adolescente que, pelo que eu entendi, já não pode mais ter filhos eh dela mesma, né? E eu queria te pedir, você que passou por essa situação do desencarne de um filho, eu queria te pedir para deixar uma mensagem para todos nós aqui, todos, né, e todo mundo que tá prestigiando aqui a o nosso vídeo, >> eh, para mães, para pais, né, que passam

o desencarne de um filho, eu queria te pedir para deixar uma mensagem para todos nós aqui, todos, né, e todo mundo que tá prestigiando aqui a o nosso vídeo, >> eh, para mães, para pais, né, que passam por essa situação e especialmente para pais e mães que às vezes já não podem mais ter outros filhos, né? Então assim, como como agir, como proceder, enfim, como lidar com essa situação que a gente sabe que deve ser, não deve ser fácil, né? Para alguns casais ou para alguns pais, para algumas mães, deve ser até desesperador. Mas como lidar com isso? A gente tem que ter a certeza que o pai não criou o meu filho, seu filho, meu marido, minha esposa para morrer. A morte não existe. E quando é uma desencarnação assim, uma desencarnação como do meu filho, eles estão muito ligados a nós. Ele fechou os olhos no corpo físico, mas eles vêm bater a porta do nosso coração. El vem, isso foi Divaldo que falou comigo. Quando você sentia a presença do seu filho no seminário no Rio de Janeiro, assim que Bruno se encarnou, entra no silêncio do seu quarto e fala com seu filho. Mediunidade não é privilégio de ninguém. Ele pode estar procurando o socolo através dessa mãe. Então, abra o seu coração, feche seus olhos, faça uma oração, peça ajuda ao seu santo protetor, ao seu guia, ao seu anjo guardião, acima de tudo a Deus e a Jesus. e pede para falar com ele. Dá uma mensagem de amor, de carinho, para que esse espírito possa seguir adiante. Foi o que eu falei, Bruno estava s dias ali sem saber o que tinha acontecido. Eu falei com ele: "Vai, meu filho, você não morreu, a morte não existe. Acompanha a vovó Juraci, acompanha a vovó Teresa, que é a mãe do meu marido, é minha mãe. Então nós temos que ter lucidez, porque eles eu me coloquei na posição de levantar da cama, sair da aflição, da dor para ajudar o meu filho, ajudando outras mães. Então eu ela precisa procurar ajuda de um psicólogo, de um terapeuta, de um psiquiatra. Psiquiatra não é médico de louco, somente psiquiatra é médico pra gente não

r o meu filho, ajudando outras mães. Então eu ela precisa procurar ajuda de um psicólogo, de um terapeuta, de um psiquiatra. Psiquiatra não é médico de louco, somente psiquiatra é médico pra gente não enlouquecer. Você veja só, eu já tinha 18 anos de doutrina espírita. estudando a finc livro dos espíritos não sei quantas vezes, evangelho sei quantas vezes. Eu precisei do psiquiatra, eu precisei da terapia, eu fiz com pessoas ligadas a a a ao meio, entendeu? Há pouco tempo depois eu tive 13 pneumonias depois da desencarnação do Bruno. Foram 13 pneumonias, curei pela homeopatia. Então, meu bem, você procura o recurso que você tem, que é o recurso de ser ajudada para poder ajudar o seu filho, renunciar ao seu desespero para que ele fique bem, renunciar à sua aflição para que ele livre da aflição, para que ele não tenha culpa, não fique procurando desculpa. Ah, minha culpa foi, porque que eu não vi, porque que eu permiti nada disso. Não tem volta mais. O corpo que eu gerei, o corpo que você gerou e foi sepultado, acabou. Acabou. Se puder doar as coisas dele, se ainda não for o tempo, ah, foi me dito que era para eu esperar 4 meses para que os fluidos que ele tinha na nos objetos deles fossem dispersados. Então, botei tudo dentro de um guarda-roupa. Exatamente quando fez 4 meses, a a funcionária de uma amiga minha, o filho ia pra Marinha, eu tinha colocado a farda dele toda na Marinha e doei tudo. Mas não, não fique constrangida em chorar, chore. Eu nunca li desses desses 26 anos que Bruno desencarnou que não se pode chorar, não pode chamar por ele, não chama. Porque você foi, porque o que que você fez? que você fez isso? Não, não fale nada disso. Não fale nada disso. Se aconteceu na minha vida, se aconteceu na sua vida, é porque nós somos capazes de suportar, que nós somos capazes de ficar de pé. Procure alguma coisa útil para fazer. Não fique em cima de uma cama, porque cama não é cama é para nos adoecer. Não fique. Procure a sua aptidão. Procure o que você gosta de

os capazes de ficar de pé. Procure alguma coisa útil para fazer. Não fique em cima de uma cama, porque cama não é cama é para nos adoecer. Não fique. Procure a sua aptidão. Procure o que você gosta de fazer. Procure, vai cuidar, vai cuidar de criança, vai cuidar de planta, vai cuidar de cachorro, vai cuidar de gato, vai cuidar. Procure ocupar o seu tempo. Retornei. Traz o coração repleto de esperança. Um poema que diz: "Traçara tantos planos de alegrias, os sonhos adornavam meus dias. Aí veio o temporal, trouxe-me a dor, trouxe-me a lágrima, a solidão. Voltei os olhos para o céu como indagar, porque rolaram pelo chão todos os meus sonhos. Todos os meus planos de felicidade. Chorei, mas choro. Ninguém semeia a dor e colhe a paz. Hoje eu tenho que eu plantei lá para trás, mas o amanhã está em minhas mãos. Tenho que prosseguir, tenho que continuar e acender a luz mesmo que doa. E assim verei o meu reencontro com meu amor, com meu filho preto. É assim. Um dia nós vamos nos reencontrar, mas se eu ficar presa a essa dor, a esse desespero, a esse sofrimento, eu não vou conseguir vê-lo que está ao meu lado me pedindo socorro, me pedindo prece, me pedindo novo. Que a gente tenha a serenidade nesse momento difícil, como se ele estivesse internado num hospital, porque ele está internado, que ele estivesse internado no hospital e precisa de mim para sair daquela enfermidade. É isso que acontece com ele precisa de você para sair dessa enfermidade. E quem ele procurava quando doía a barriga? A mãe. Quem ele procurava quando doía a cabeça? A mãe. O pai. Quem ele procurava quando acabava o namoro? A mãe. Quando que ele procurava quando tirava uma nota vermelha no colégio. A mãe, o pai. Então ele vai te procurar. E você tem que estar forte para dizer a ele: "Eis-me aqui, Jesus me ajude. Não abandone a prece, não abandone a oração, não abandone a sua fé. Fique firme na sua fé, porque Deus não é culpado de nada e nem você. Somos todos responsáveis. E agora somos responsáveis. Temos que

Não abandone a prece, não abandone a oração, não abandone a sua fé. Fique firme na sua fé, porque Deus não é culpado de nada e nem você. Somos todos responsáveis. E agora somos responsáveis. Temos que pegar essa responsabilidade e ficar de pé. Meu filho, eu estou aqui para te ajudar. Nem que esteja em pedaço, acabada, arrasada, mas eu estou aqui para te ajudar como se ele tivesse caído no chão e quebrado a perna e eu tinha que ajudar ele concentrar aquela perna, tá bom? E se precisar de mim estou aqui, tá? Que Jesus abençoe. >> É isso aí, BRC, um privilégio ter você aqui com a gente, viu? Um privilégio meu. >> Ó, a Selma Denmark tá lá nos Estados Unidos, eh, mandou uma mensagem aqui, né, de boa noite. Ela falou aqui, nossa, que palavras sábias. É isso aí, Celminha, valeu demais, Celma, que está lá nas terras do tio San. Obrigado por estar nos prestigiando. A Dayane falou aqui, né, que já passou eh pela perda de uma filha recém-nascida, que tinha somente dois meses, né? E eu acho que só só entende essa dor quem passa pela situação, porque não adianta falar, né, Oraci, é só que filinha, a filinha de dois meses precisava desse choque ano anímico no corpo por dois meses que você construiu, consertou alguma coisa, voltou, teve um tempo para dar de volta. >> É isso aí. É isso aí, >> ó. Reta final. Agradecer a todos vocês que estiveram nos acompanhando, vocês que vão assistir posteriormente essa live. Muitíssimo obrigado. E pedi então para orar, vou te pedir a nossa prece de encerramento, varaci, por favor. >> Antes de fazer a prece, eu quero só acrescentar o seguinte. Quando nós chegamos a essa conclusão que meu filho precisava de 21 anos, que seu filho precisava de dois meses, um mês, três meses, não importa sua filha, nós deixamos de ser vítimas para sermos colaboradoras de Deus nesse processo de limpar o perespírito de algumas marcas perespirituais que nós construímos. Então, deixamos de ser mãe órfã para passarmos a ser mãe cuidadora, para sermos uma trabalhadora de Deus nesse

se processo de limpar o perespírito de algumas marcas perespirituais que nós construímos. Então, deixamos de ser mãe órfã para passarmos a ser mãe cuidadora, para sermos uma trabalhadora de Deus nesse momento. Então, que Jesus nos abençoe, os anjos amigos possam nos envolver mais uma vez, dando-nos a certeza, Senhor Jesus, que tu és o caminho para todos nós. Ajuda-nos que Maria de Nazaré, a mentora do nosso trabalho junto às mães limitadas, possa envolver cada um que nesse momento chora pela desencarnação do seu ente querido. Que ela possa fortalecer a cada um de nós que ela viu. Ela acompanhou toda que ela via cruz de Jesus. Ela viu aqueles pregos de 20 cm penetrando na média de Jesus. E ele volta e vem e diz: "Eu que ave Maria cheia de graças, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, mãe de todos nós, rogai por nós, seus filhos, ainda pecadores e graças, Senhor Jesus. E que essa oração feita a Maria por Isabel, a primeira parte e por João Batista no ventre de Isabel possa ajudar a todos nós a vencermos as nossas perdas, a nossa saudade e as nossas dificuldades. Seja conosco, pai querido. E em nome de Deus, em nome de Jesus, em nome de Maria de Nazaré, nossa mentora do grupo Unidos pela Saudade, possamos encerrar esse maravilhoso banquete da noite de hoje. Na certeza, Jesus que tu és o caminho a seguir, és a verdade e és a vida. Muita paz a todos. Muito obrigada. Graças a Deus. >> Graças a Deus. É isso aí. Pessoal, então, encerrando com chave de ouro a live de hoje, agradecer a todos vocês que estiveram nos acompanhando, muitíssimo obrigado. E agradecer novamente a Roraci pela disponibilidade, por estar conosco. Se Deus quiser, em 2026 ela vai voltar para conversar novamente conosco e deixar mensagens tão lindas como essa de hoje. Valeu demais, Oraci. Obrigado. Beijo no coração. >> Beijo para todos. Beijo nos corações de todos vocês que estão nos acompanhando. Valeu demais e até a próxima

mensagens tão lindas como essa de hoje. Valeu demais, Oraci. Obrigado. Beijo no coração. >> Beijo para todos. Beijo nos corações de todos vocês que estão nos acompanhando. Valeu demais e até a próxima segunda-feira, se Deus quiser, segundo às 19 horas e GESI falando de espiritismo. Mas só lembrando que amanhã nós estaremos com a série de Moisés a Kardec, tá? A partir das 21:30 eu vou vou estar apresentando o programa eh juntamente então com Jorge Alará, professor Severino Celestino e Álvaro Mornerai. Então, série de Moisés a Kardec, quinta temporada, amanhã a partir das 21:30. É isso aí, pessoal. Vamos ficando por aqui, então. Lembrando que todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Beijo nos corações e fiquem com Deus. Ciao. Ciao.

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