Conversando com Mayse | #151 - NOSSAS CRUZES - Mayse Braga, Leandro Carraro e Waleska Maux

Comunhão Espírita de Brasília 21/10/2020 (há 5 anos) 30:46 47,698 visualizações

Programa Conversando com Mayse 151 Tema: Nossas Cruzes Mayse Braga, Waleska Maux e Leandro Carraro. O Programa Conversando com Mayse, é uma produção da Comunhão Espírita de Brasília. Em bate papo leve e descontraído com Mayse Braga, diversos temas da vida cotidiana e da espiritualidade são debatidos à luz da Doutrina Espírita. #ConversandoComMayse #MayseBraga TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.

Transcrição

Olá, mais uma semaninha com vocês aqui firme e forte na pandemia que está acabando, está acabando. Vamos ter fé. Vamos ter fé no programa de hoje aqui com Maí Braga, Leandro, diretamente de Brasília, que vinculado à comunhão espírita de Brasília. Vamos falar sobre as nossas cruzes, como a gente explicou semana passada, Maí escolheu esse tema porque nós temos nossas cruzes diárias ou eternas ou temporárias. Eu escolhi, Maís e Leandro, um trecho de uma mensagem do Emanuel dizendo assim: "Qu a doutrina espírita que nos revela o significado real das palavras do Cristo, aprendemos hoje que não bastam fugas e omissões do campo de luta a fim de alcançarmos a meta sublime." Asevera Jesus, que se nos dispomos a encontrá-lo, é preciso renunciar a nós mesmos e tomar a nossa cruz. Além a face disso, nossas cruzes incluem todas as realidades que o mundo nos oferece, dentro das quais somos convocados a esquecer-nos da construção da felicidade geral. Os fardos que nos cabem transportar, a fim de que venhamos merecer o conv convívio do mestre. Basta às vezes contém as dores das grandes separações, as farpas do desencanto, as provações em família. Não nos enganemos. O próprio Cristo transportou o madeiro que a nossa ignorância lhe atribuiu, palmilhando senda marginada de exigências, injúrias, pancadas e deserções. Ninguém abraça o roteiro do evangelho para estirar-se em redes de fantasia. O cristão é chamado a melhorar e elevar o nível da vida e para quem efetivamente vive em Cristo. A vida é um caminho pavimentado de esperança e trabalho, alegria e consolo, mas plenamente aberto às surpresas e ensinamentos da verdade, sem qualquer ilusão. Muito lindo Nossa Emanuel Nossa Senhora. Extraordinário. Meu Deus do céu. Cada frase, sabe, quando você me dá, quando você me dá os temas, né, que eu vou fazer o roteiro, que eu abro assim o computador e vou, aí eu olho assim, nossas cruzes, aí na minha cabeça vem se é Manuel, se é Maria Doloures, se é Chico, se é Raul Teixeiro, como foi aquele. Aí eu vou

er o roteiro, que eu abro assim o computador e vou, aí eu olho assim, nossas cruzes, aí na minha cabeça vem se é Manuel, se é Maria Doloures, se é Chico, se é Raul Teixeiro, como foi aquele. Aí eu vou procurar que eu não sei, né, qual é. Aí acho é maravilhoso, porque cada frase dessa é como uma pílula que você toma, um remédio, um medicamento se você souber utilizar, vai ficar agindo no seu organismo para que você esteja eh, sabe, protegido de tanta coisa, não é, Leandro? É verdade. Nossas cruzes aparecem em todas as épocas da nossa vida. Você acha? Elas têm peso diferentes determinadas épocas. Tem nossas cruzes, como o próprio Emânel citou no texto aí, são os fardos que nós temos que carregar na vida. Próprio Cristo sabia da cruz que ele tinha que carregar e não se se colocou fora dessa situação, pelo contrário, aceitou com resiliência, com vontade de fazer o bem. E isso tornou quem ele é para todos nós hoje, esse exemplo de amor, de carinho, de perseverança. Então, mas e por que que é tão importante, tão importante? a gente aceitar as nossas cruzes, sabe? Eu acho que cada cruz nossa tem um sentido de aprendizado muito grande. Se você não aceitar, vai ser complicado, porque você vai lutar contra uma coisa que você muita, na maioria das vezes, só vence se suportar. E é incrível aquele momento em que Jesus carrega o madeiro quando o Cirineu vem para ajudá-lo no peso que quase vergava ao Cristo. Não se esqueçam de que ele tinha sido barbaramente torturado na noite anterior. Imagine, estava dentro de um corpo físico, embora fosse a alma gigante que era. Então estava quase curvado pelo peso daquele madeiro. E vem o sereneu. Eu tenho certeza que o olhar de Jesus para o Cineu mudou para sempre a vida dele, porque ali estava ele prestando ajuda à aquele homem absolutamente abandonado, que estava sendo crucificado como um ladrão comum. E vem a mulher para secar o suor do rosto do Cristo e mostra impressionada o pano em que o rosto do Cristo ficou como que desenhado por um artista. E era puro

a sendo crucificado como um ladrão comum. E vem a mulher para secar o suor do rosto do Cristo e mostra impressionada o pano em que o rosto do Cristo ficou como que desenhado por um artista. E era puro sangue. Dr. Bezer de Menezes uma vez contou na comunhão que a gente não tem ideia da dor que era uma coroa de espinhos fincada na cabeça. Sabe, a gente às vezes não se lembra dessas coisas, não se lembra de que ali havia uma grande lição, sabe? Jesus era uma alma perfeita, mas ele quis deixar no último instante uma lição para nós. Cada um de nós vai atravessar o seu deserto. E às vezes serão muitos. Cada um de nós vai ter que carregar as suas cruzes. E há uma história deliciosa no espiritismo em que dois homens para chegar a um oase cheio de água e de frutas precisavam atravessar um abismo. Cada um tinha uma cruz. E eles sabiam que precisavam usar cada um aquela cruz. para deitar no chão num certo momento, fazer de ponte e atravessar do deserto para o oasis. Um muito esperto, que provavelmente devia ser brasileiro, achou muita, muito pesada a cruz e a cada pedaço do caminho ele cortava um pedaço da cruz. O outro, mais cheio de possibilidades de renúncia, continuou com a cruz inteira. atravessaram o deserto. Quando eles chegaram no abismo, aquele que tinha a cruz inteira deitou a cruz e ela era do exato tamanho do abismo. Cada um só podia usar a própria cruz. O outro, esperto, só tinha um cotoquinho, porque ele atravessou o deserto com facilidade, que a cada pedaço do deserto ele cortava um pedaço da cruz. E aí o que que os espíritos contam? que aquele que tinha cotoquinho teve que voltar o deserto inteiro, colando pedaço a pedaço até tornar a sua cruz inteira novamente. Voltar tudo de novo, botar no chão, atravessar o abiro. Quando eu escutei essa história a primeira vez, já nem me lembro mais quem me contou que faz muitos anos, não sei se foi seu João Alonso, Dr. Júlio Capiler, mas a verdade é que ali está a lição. Cada um de nós só vai poder utilizar a sua própria cruz para

me lembro mais quem me contou que faz muitos anos, não sei se foi seu João Alonso, Dr. Júlio Capiler, mas a verdade é que ali está a lição. Cada um de nós só vai poder utilizar a sua própria cruz para avançar, sabe? Não vai adiantar cortar os pedaços, porque nós vamos precisar mostrá-la inteira, sabe? Ali estava Jesus entre o bom e o mau ladrão. Ali estava Maria, Marta e João, o único discípulo que ficou. Todos amedrontados se esconderam. Porque imagina você passar 3 anos andando do lado de uma pessoa, seguindo essa pessoa, entendeu? E de repente essa pessoa tá ali sendo crucificada, abandonada, taxada de doida, taxada de ladra, sabe? Eles estavam absolutamente sóiss. Imagina a perturbação, gente. Eles eram antigos pescadores. Então, hoje a gente olhando para trás não tem noção do que foi, mas cada um deles transformou a própria vida. fez da fraqueza força. Pedro negou Jesus três vezes e depois se tornou pilar do que viria a ser o cristianismo. Só para citar um exemplo. Então, quando chegam as nossas cruzes, aí nós somos aquele menino birrento. Ah, mas eu frequento centro espírita. Ah, mas eu vou à missa todo domingo. Ah, mas pelo amor de Deus, eu faço caridade. Como que eu tô passando por isso? como se cumprir o nosso dever fosse evitar que nas nossas horas decisivas não aparecessem as nossas cruzes. Mas se nós fazemos o que é certo, na hora da nossa cruz haverá um entendimento, não é, Valesca? Exatamente. Inclusive tem uma pessoa que ele disse que podia dizer o nome, o nome dele é Caio, que ele fez uma pergunta que acho que a gente já até já abordou em alguns programas, mas que muitas pessoas querem saber. Leandro e Maí. Ah, Leandro, tem uma pergunta hoje para você que rir de rir e a mulherada vai adorar. Então o Caio pergunta assim, diz assim: "Maí, gratidão por ter voltado em um de seus programas que você falou que muitas vezes imploramos pelas nossas provas e aqui achamos um fardo pesado demais. Será, maíse, que existe alguma maneira de aliviar essas provas já

voltado em um de seus programas que você falou que muitas vezes imploramos pelas nossas provas e aqui achamos um fardo pesado demais. Será, maíse, que existe alguma maneira de aliviar essas provas já estabelecidas? Todo mundo quer saber. [risadas] Leandro, adivinha qual é a solução? Conta aí, meu amigo. Ai, ai. Tem tem uma maneira fazer o bem. Ô, meu Deus, você usou a frase, a frase que eu tava pensando. Essa é a única maneira que tem, não tem outra. O grande problema é que a gente faz o bem esperando uma recompensa por ele. Esse é o problema imediata. É, eu vou fazer o bem e não pode acontecer nada de ruim comigo, porque eu estou fazendo bem. Os espíritos têm que me proteger, me colocar numa redoma e pode explodir o mundo, mas eu fico dentro dela e protegido, né? E não é para ser assim, não. Não é isso. Não é o bem para nós. O bem para nós é carregar a cruz, é botar ela nas costas aqui e saber que eu tenho que vencer as dificuldades que existem dentro de mim, que serão cutucadas, porque eu só melhoro aquilo que eu enxergo. Se eu não enxergar, eu nunca vou melhorar. Então, para que que existem as dificuldades da vida, os problemas? Para cutucar e falar: "Meu irmão, meu querido, presta atenção. E se você ainda é dor? E se em você ainda é tristeza, ainda é sombra? Olha, trata, trabalha. Vamos, vamos. Você só vai conseguir ser feliz quando você resolver isso. Não adianta empurrar para debaixo do tapete. Não vai adiantar. Você está adiando algo que você precisa resolver. como o irmão que foi cortando a cruz, achando que tava fazendo o máximo. [risadas] Mal, ele sabia que ele teria que depois ter o trabalho de colar tudo e carregar tudo de novo. Então, né, não adianta, é, a gente faz isso naturalmente, porque a gente espera que fazer o bem existe uma recompensa de não ter problemas e não é isso, não é essa a solução. Então, por isso que a gente tem que estar sempre atento. né? E você sabe, às vezes a gente percebe no nos comentários de televisão, eh, as pessoas que cometem

lemas e não é isso, não é essa a solução. Então, por isso que a gente tem que estar sempre atento. né? E você sabe, às vezes a gente percebe no nos comentários de televisão, eh, as pessoas que cometem crimes, né? Você vê as pessoas falando, você percebe claramente pelo rosto da pessoa, pelo comentário dela, seja ela o criminoso que for, desde o alto escalão até o o ladrão de carteira. A verdade é que começa um desequilíbrio que sabe-se lá quando vai terminar. As nossas cruzes também são o resultado do que nós fizemos de negativo ao outro em vidas que se foram ou até mesmo nessa. Do jeito que o mundo está. Não tá demorando paraa outra encarnação, pra gente ter as nossas cruzes, não. Elas se ela elas se formam aqui agora, mas você vê que é um processo de loucura. loucura no sentido do desequilíbrio profundo que começa quando a pessoa nem foi presa, ela nem foi eh acusada, só a consciência dela sabe e quando ela faz comentários, ela parece tão respeitável na sociedade, mas você vê que ali já está, já está a cruz, porque a cruz também é isso, sabe? Não é a cruz iluminada do Cristo, é a cruz do desequilíbrio. E a pessoa vai fingir. Tem gente que vive do fingir. Eu não fiz, eu não queria, o problema é do outro. Quem sou eu? Sabe, mas já está ali, já está ali um processo que vai acompanhar a pessoa até o outro lado da vida. Então, gente, eu me lembro de um orador espírita conhecidíssimo, mas obviamente ninguém sabe quem foi de verdade, que os espíritos contam que ele falava, falava, aliás, é o pavor que eu tenho falar, falar, falar o que que os outros devem fazer e não fazer nada da própria vida, entendeu? E não sei, né, porque eu não sei quem foi a pessoa, não sei que outras coisas ele andou fazendo, mas ele precisou ser afastado no mundo espiritual de outras pessoas, assim, tipo encarcerado, sabe? E aí uma vez, quando Chico já tinha desencarnado, o Chico foi visitar esse hospital, que é praticamente uma penitenciário no mundo espiritual, para quem tinha muito conhecimento

ipo encarcerado, sabe? E aí uma vez, quando Chico já tinha desencarnado, o Chico foi visitar esse hospital, que é praticamente uma penitenciário no mundo espiritual, para quem tinha muito conhecimento e não fez nada, né? falava pros outros, mas não fazia. Pois vocês acreditam que a loucura da pessoa era tamanha? Sabe que quando ela viu o Chico Xavier passar, ela disse: "Ah, Chico Xavier, eu sabia que você vinha me ver. Eu fui tão importante no espiritismo na Terra que eu sabia que depois que você desencarnasse, você vinha me visitar. Olha a tristeza disso, sabe? É uma coisa impressionante, porque a pessoa, sabe, dizia pros outros: "Aguente a sua cruz, leve a sua cruz". Ah, gente, na minha na época da minha avó espírita, as pessoas procuravam a casa espírita e quando elas contavam o drama, a violência que elas sofriam em casa, porque essas coisas sempre existiram. O espírito ainda dizia: "Ah, seu marido é uma cruz que a senhora tem que carregar". Então, eu aprendi com os espíritos que muitas vezes nós odiamos as nossas coisas. Ainda está longe o tempo em que nós vamos amar nossas coisas, vamos entender por que elas existem, sabe? Mas esse dia virá, porque tudo é um processo evolutivo. Por enquanto, se elas surgem, pensemos. Se elas não vieram do passado, são ensinamento para esse dia. Então, vamos evitar cortá-las de imediato. Vamos saber que temos que seguir com elas da melhor maneira possível. Fazendo bem, né? Ela vai ficando mais leve. Fazendo bem. Olha, o Leandro resumiu tudo. Eu sou muito prolixa para falar, mas o Leandro com uma frase ele já desmaia, gente. Leandro, se prepare que um amigo, que não vou dizer o nome mandou uma pergunta específica aqui. Leandro, gostaria de saber de você, meu irmão, como se manter sereno com a alma feminina tão inconstante e complicada. Tento elevar minha vibração, mas minha esposa, embora eu ame muito, é a criatura mais complicada que Jesus colocou na terra. Nada está bom, ninguém é confiável. Eu estou surtando. Coloco o fone de ouvido e assisto vocês. Alivia

, mas minha esposa, embora eu ame muito, é a criatura mais complicada que Jesus colocou na terra. Nada está bom, ninguém é confiável. Eu estou surtando. Coloco o fone de ouvido e assisto vocês. Alivia muito, Leandro, alivia essa alma, alma feminina. É, meu irmão, não é fácil uma relação, seja tanto pro homem perante a mulher, como a mulher perante o homem, não é fácil. Nós somos seres que estamos vivendo um momento diferente na existência, né? A gente nasce como homem com uma necessidade de trabalho e a mulher com uma necessidade de trabalho ímpar também. E quando a gente se une, eh, tenta montar uma família, tenta montar um lar, o objetivo que a gente tem que ter não é que a gente tenha um mundo de rosas, né? Que tudo seja mil maravilhas, que não haja problemas, mas que a gente consiga trabalhar as nossas dificuldades juntos, se melhorem juntos. E quando e são fases da vida. A vida são fases, né? São momentos. É, ela sobe, desce, sobe e desce para que a gente na hora da descida pegue força, pegue resistência e treina a nossa capacidade de ser melhor. E quando ela começa a subir, ficar tudo mais tranquilo, você já dá uma relaxada, já dá um uma pacificação e tudo mais para depois você ter que enfrentar tudo de novo. Então, se você tá passando um momento difícil com a sua esposa ou com qualquer pessoa que conviva com você, o trabalho não é na pessoa modificar quem ela é, porque isso você não pode fazer por ela e não dá, né? Jesus conviveu com todos os discípulos e ele tinha problemas todos os dias. dos mais ímpares que você pode pensar. Até até quando a gente pensa em discípulo de Jesus, a gente pensa que todos já tinham um desenvolvimento muito grande, ninguém discutia quem era o melhor, não. Eles discutiam quem era o melhor entre eles, quem teria mais benefícios quando fosse pro céu no reino prometido. Discutiam isso com Jesus do lado. Então é normal, é do nosso espírito ter imperfeições a melhorar. Então essa pessoa que está com você tá no caminho de melhora. E se você

e pro céu no reino prometido. Discutiam isso com Jesus do lado. Então é normal, é do nosso espírito ter imperfeições a melhorar. Então essa pessoa que está com você tá no caminho de melhora. E se você aceitou dividir o lar com ela e essa divisão não prejudica vocês a ponto de vocês se tornarem amargurados perante a vida, isso também tem que tomar muito cuidado, né? Que nem a Maí falou, a pessoa que está do seu lado não é uma cruz que você tem que carregar. A cruz é você tem que carregar sobre você mesmo, sobre suas dificuldades, sobre os seus dilemas. Você não tem que carregar a cruz do outro, porque a gente não consegue carregar nem a nossa como é que eu vou carregar do outro, né? Eu vou acabar prejudicando a vida do outro. Então, se essa pessoa tá na sua vida, o que tem que mudar é o seu olhar, é a sua forma de enxergar. E a gente não consegue fazer isso muitas vezes sozinhos. Não dá, não dá. Tem momentos na vida que a gente, por mais que a gente tente, por mais que a gente busque às vezes leitura, às vezes não, a gente não consegue. É, é como se fosse um algo automático e muito mais forte do que nós. Por isso que a gente recomenda muito a terapia, né? buscar ajuda, buscar uma palavra diferente, buscar escutar muito mais às vezes do que falar quando tá com a pessoa, ter o trabalho da paciência, trabalhar a paciência, buscar ser paciente, não é quando a gente pede, né, pros nossos mentores ou quando a gente pede a Deus ou a Jesus, ah, eu quero tanto ter paciência, a gente normalmente acha que a vida vai dar coisas tranquilas para que a gente fique paciente, né? é o contrário. A vida vai dar trabalho para que você desenvolva a paciência, vai dar dificuldade para você trabalhar. E uma dessas dificuldades que acontecem são as relações que a gente tem com as pessoas. Por quê? Porque a gente cria expectativa. Toda relação é uma expectativa, né? A gente tá aqui eh com vocês, a gente tem uma expectativa, por mais que a gente tenta não colocar, tente ela como sendo primordial, mas a gente tem

ria expectativa. Toda relação é uma expectativa, né? A gente tá aqui eh com vocês, a gente tem uma expectativa, por mais que a gente tenta não colocar, tente ela como sendo primordial, mas a gente tem essa expectativa. A pergunta que se tem que fazer é: "E se essa expectativa não for atingida, qual será a minha reação?" A expectativa não pode ser o principal do seu trabalho, o principal das suas atitudes. A suas o principal das suas atitudes deve ser: "Eu vou continuar tentando fazer o meu melhor. Continuar tentando fazer o bem". Lembra? Para resolver as cruzes é fazer o bem. Eu vou continuar assim. Se deu errado, lógico, eu vou me chatear. Eu sou humano, né? Não tem como eu não ficar, deu errado, a pessoa tá brigando comigo, a pessoa tá nervosa, ela nem reconhece o que eu tô fazendo, nem tá enxergando a atitude de amor, carinho que eu tive, só enxergou um outro ponto de vista que nem eu tava imaginando, mas ela enxergou. E agora como é que eu faço? E vem briga. Tenha calma, respira uma, duas, três, quatro, cinco vezes. Porque uma coisa que é difícil colocar na nossa mente, que eu também tenho trabalhado muito isso em todas as relações minhas, é, mas é muito difícil colocar, tá, gente? É que quem quer ter razão é o orgulho. O amor quer ter paz. Então, se eu amo alguém, eu quero ter paz. Agora aqui como mulher te digo, muito abraço, muito beijo. A coisa que eu mais gostei foi você dizer que ama a sua mulher e olha, tem umas técnicas ótimas. Diga para ela de vez em quando, você sabe por que eu me apaixonei por você? E enumera todas as qualidades dela, principalmente nos dias difíceis. Quando ela tiver falando um monte de coisa para você, diga: "Já falei que eu te amo hoje?" ou me esqueci de dizer: "Ah, faça isso." Sabe o que desarma? Ela perceber que, apesar dela tá chata, apesar dela tá cheia de angústia e muitas vezes não saber expressar, dela não tá fim naquele dia de nada, o homem que ela escolheu um dia ainda vê nela aquela pessoa com todas as qualidades de quando a gente se apaixona.

de angústia e muitas vezes não saber expressar, dela não tá fim naquele dia de nada, o homem que ela escolheu um dia ainda vê nela aquela pessoa com todas as qualidades de quando a gente se apaixona. A gente só vê que não tem saída quando não sonhamos juntos, quando olhamos para lados diferentes, aí acabou. Mas a coisa mais bacana do seu relato foram duas, que você ama e com isso todas as possibilidades são de luz e que você coloca o fone e nos assiste secretamente para não ter raiva de nós três. [risadas] Muito legal. Mais e Leandro, a gente sabe que tem vários tipos de cruz, né? E uma das cruzes mais pesadas é a não realização dos nossos sonhos, né? Porque a gente não sabe se se é para se conformar, se é para continuar buscando até quando ou se o sonho tá errado. A gente recebeu aqui um e-mail. Mais eu casei há 5 anos e já sofri três abortos. A única explicação que encontro é que fui alguém muito má em outra vida. Mas gostaria de saber até onde devemos tentar e esperar pelos nossos sonhos. O meu é ser mãe, mas tenho sofrido muito. Olha, vai depender da sua característica pessoal, do quanto o seu corpo ainda vai aguentar, né? Porque às vezes nós desgastamos muito na tentativa de algo que o nosso próprio organismo não tem condição de manter. Não importa se veio de outra vida e é a nossa prova, mas com certeza é uma lição. Mas você sabe, toda vez que eu ouço um relato desse, me vem à mente o quanto nós podemos ser mães pelo coração. Você acha que há realmente diferença entre um filho que você geraria, um filho biológico, como se diz, e alguém que você traga para junto de você pela adoção, sabe? Que você se torne responsável pela pessoa, que você a receba com todo o carinho, sabe? Meu Deus, em 100% dos casos, a pessoa que trazemos para junto de nós, não pelo pelo pelo físico, mas pelo coração, pelo amor, está íntimamente ligada ao nosso destino. É às vezes o grande amigo que nos acompanhará muito mais do que o filho biológico. Eu ficaria aqui o dia inteiro contando

físico, mas pelo coração, pelo amor, está íntimamente ligada ao nosso destino. É às vezes o grande amigo que nos acompanhará muito mais do que o filho biológico. Eu ficaria aqui o dia inteiro contando as histórias arrepiantes de gente que lutou, lutou, lutou para ter um filho. finalmente teve e o filho era o grande adversário, sabe? Não é para te confortar, não é porque isso existe mesmo. Então, sabe, se não for possível, vá até onde o seu coração, a sua emoção aguente sem adoecer. e não adoecendo e não podendo ter um filho biológico, vá em busca de quem você pode trazer para junto do seu coração e amar e será seu filho ou sua filha do mesmo jeito que tivesse nascido, de que tivesse nascido de você. Meu Deus do céu, você não imagina o quanto esse amor, esse amor que a gente não determina, mas que nós escolhemos ter, é luz eterna paraa nossa alma. Tenho certeza absoluta de que se não for possível gerar um filho, você há de ter a compreensão de trazer para junto de você alguém que será a luz dos seus dias. Tenho certeza absoluta disso, porque aprendi com a vida, vendo as pessoas muitas vezes, sabe, egoísticamente terem tudo para poder adotar alguém e se recusar a isso e mais tarde viverem dramas graves na vida em que o espírito amigo dizia que se tivesse sido diferente, a pessoa não estaria passando por aqui. E através de Chico Xavier, Valério contava a história de uma mãe que ah abandonou uma criança recém-nascida. Esse homem, esse essa criança torna-se um assaltante. Ela já idosa, sozinha em casa, ele entra pelo basculhante da cozinha e quando ele a viu, ele não viu a idosa que ele queria roubar. inconscientemente ele se recordou de que tinha sido abandonado por ela e não em outra vida, nessa mesma. E ele tira a vida dela. E Valério contava essa história através do Chico para dizer que ela mudou o destino dela quando ela abandonou aquela criança que viveu do jeito que pôde até tornar-se o assaltante que anos depois chegaria até ela. Porque a gente chega, não tem jeito. E para não terminar desse jeito,

dela quando ela abandonou aquela criança que viveu do jeito que pôde até tornar-se o assaltante que anos depois chegaria até ela. Porque a gente chega, não tem jeito. E para não terminar desse jeito, me recordo de um casal que era tão apaixonado um pelo outro ao longo das vidas que em toda a vida ele se casava. Imagina você casar na mesma encarna em várias encarnações com a mesma pessoa. Eles não se desgrudavam, né? Eram almas muito chegadas. E um dia, para o processo evolutivo deles avançar, tinha que haver a separação dos dois. Olha só, como mesmo o amor daqueles assim de sem ele eu não vivo, sem ela eu não respiro, chega uma hora que no mundo espiritual cada um tem que seguir sozinho por um tempo até poder se reencontrar. Mas eles ficaram pensando no mundo espiritual, como é que a gente vai fazer para mesmo numa encarnação em que a gente não vai se encontrar poder estar ligado um ao outro? Olha só como é a nossa lógica fora da matéria. A matéria ainda é uma coisa que cria muito obstáculo para pra nossa compreensão. Do lado de lá a gente enxerga melhor. Eles escolhem reencarnar na cidade de São Paulo, no início da década de 60, ela completamente cega. Ele com o resgate de desencarnar aos 20 e poucos anos de idade num acidente de carro. Ele era doador. Adivinha quem foi que recebeu as córneas dele? Ela. Foi a maneira que eles tiveram de sem nunca se encontrar nessa encarnação, poderem estar juntos. Ele foi o doador dos olhos que ela passou a ter. Meus amigos, no dia em que nós soubermos que tem duas coisas que são destino, aquilo que a gente escolhe do outro lado e vem cumprir aqui e aquilo que aqui a gente resolve transformar para melhor, isso se chama destino. Sejam quais sejam nossas crises, que nós possamos, eu, Leandro, Valesca, começa por nós três, Rodrigo, Daniel, Joe, que é o nosso pessoal dos bastidores, Mateus e todos aqueles que nos auxiliam, que nós possamos mais do que carregá-las, torná-las luzes. No dia que elas forem luz, não serão mais cruzes. É ou não é?

que é o nosso pessoal dos bastidores, Mateus e todos aqueles que nos auxiliam, que nós possamos mais do que carregá-las, torná-las luzes. No dia que elas forem luz, não serão mais cruzes. É ou não é? É. Chegamos ao final de mais um programa e inspirada como você está agora, Maisa, eu gostaria que você escolhesse um tema para o próximo, porque não deu tempo a gente discutir sobre isso. Vamos falar sobre a importância do querer. Ixe, vou até anotar para não esquecer. Tá bom. A importância do querer é perigoso, não peça que receberá, né? Isso mesmo. Então, meus queridos, uma ótima semana para vocês. Resto de semana vamos atravessando essa pandemia, tá no final, daqui a pouco é fim de ano, daqui a pouco temos com vacina. Muito amor no coração. Beijos a todos e na próxima semana a importância do querer vai est aqui com a gente. Queira estar aqui com a gente, viu? Não é pressão não, mas é bom, né, Leandro? Verdade. Então, até lá. Até a próxima. Até a próxima. Beijo com a importância do querer.

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