CONVENIÊNCIA - Ruy Meireles [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 16/10/2025 (há 5 meses) 37:10 163 visualizações

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Transcrição

Queridas irmãs, meus queridos irmãos, paz e luz aos nossos nossos corações. Mais uma vez e com muita alegria, estamos aqui reunidos em nome de Jesus para mais uma harmonização. E eu vou convidar a todos neste instante para o nosso recolhimento íntimo e fazermos a nossa oração inicial. Querido amigo e mestre Jesus, fonte sublime de paz, amor e caridade, aqui nos encontramos reunidos em teu nome para alimentarmos o nosso espírito através dos teus ensinos, ensinos que são como luzeiros a direcionar os nossos nossos passos na nossa grande jornada evolutiva. agradecerte por nos permitir este momento, por esta casa que nos acolhe virtualmente, agradecer, Senhor, por todas as oportunidades que temos, em especial a oportunidade deste momento, desta encarnação. E queremos também nesse instante rogar-te que continue a derramar as tuas bênçãos sobre cada um de nós. bênçãos de paz, harmonia, serenidade, equilíbrio, de bom ânimo e coragem para o enfrentamento dos desafios da vida, rogando que estenda essas bênçãos aos nossos lares, aos nossos familiares, à comunidade em que vivemos, ao nosso país e a nossa casa planetária, o planeta Terra. Assim, amigo querido, em teu nome nós iniciamos mais esta harmonização. E que assim seja. Bem, queridas irmãs e queridos irmãos, hoje nós estamos trazendo para o nosso estudo e reflexão uma mensagem que está no livro Renovando Atitudes, ditado pelo Espírito Ramed ao médium Francisco do Espírito Santo Neto. Essa mensagem tem o título de conveniência e ela está na página 161 da 11ª edição deste livro que mencionamos através da editora Boa Nova. Afirmou-nos Jesus em seu evangelho a seguinte passagem: "Quando derdes um jantar ou uma ceia, não convideis nem vossos amigos, nem vossos irmãos, nem vossos parentes e nem vossos vizinhos que forem ricos. de modo que eles vos convidem em seguida a seu turno e que assim retribuam o que havia recebido de vós. Mas quando preparardes uma recepção, convida pobres, mutilados, coxos, cegos, e serás bem-aventurado,

do que eles vos convidem em seguida a seu turno e que assim retribuam o que havia recebido de vós. Mas quando preparardes uma recepção, convida pobres, mutilados, coxos, cegos, e serás bem-aventurado, porque esses não têm como te retribuir. passagem que deve ser muito bem compreendida por nós. Porque se passarmos as vistas por ela somente, sem aprofundarmos-nos no seu na sua essência, nós podemos achar que Jesus está fazendo uma discriminação, está fazendo uma acepção de pessoas. essa mensagem que vai nos eh avalizar, se podemos assim dizer, para compreendermos esta mensagem do espírito hamet. Então, busquemos eh trabalhar não só a mensagem do remédio, como essa passagem do Evangelho. Porque, amigos, fazer o bem pelo único prazer de fazê-lo, amar sinceramente, dando o melhor de nós mesmos, sem pensar em retribuições. Portanto, a base do amor incondicional. Amor incondicional. Esse conforme nos afirmou Jesus na passagem evangélica que acabamos de ler. A sinceridade é o melhor antídoto para afastar as falsas amizades, as amizades interesseiras. convidar a mesa os pobres, os estrupados, os coxos e os cegos, conforme nos recomendou Jesus, é angarear relacionamentos satisfatórios, relacionamentos leais, relacionamentos que nos estimulem sem segundo intenções. E talvez pela criatura querer levar vantagem e proveito em tudo, ela acaba traindo para o seu círculo afetivo amizades que são vazias, amizades distorcidas. nos seus interesses e que vão representar verdadeiros parasitas de nossas energias, sugando essas boas energias. E por isso a criatura possa sentir algumas vezes inadaptada. ela pode sentir deslocada do meio ambiente em que vive das suas relações. Existe um refrão eh da conveniência que sempre fala o seguinte: "Vou te amar se põe uma condição no amar". A conveniência também é quando fala: "Se me recompensares, serei teu amigo". Há uma proposta interesseira nessa afirmação. Por exemplo, outra. Se me convidares, eu te prestigiarei. Se ficares sempre ao meu lado,

cia também é quando fala: "Se me recompensares, serei teu amigo". Há uma proposta interesseira nessa afirmação. Por exemplo, outra. Se me convidares, eu te prestigiarei. Se ficares sempre ao meu lado, eu te amarei. Se concordares comigo, concordarei contigo. Vejam as propostas de cunho interesseiro e que perpassa essas eh inconveniências nas nossas relações. Então Jesus, ele nos pede desinteresse nas nossas relações e não imposições de conformidade com as nossas paixões. nos ensina a lição de que não para que não manipulemos ocasiões, porque toda cobrança ela fragiliza relacionamentos e em verdade é uma questão de tempo para que tudo venha a ruínas. Então, quando Jesus nos fala na passagem evangélica que nós citamos, é uma advertência com relação às nossas, os nossos relacionamentos, eh, com quem nós convivemos, quem é que senta a nossa mesa, quem é que frequenta a nossa casa, quem participa das nossas relações? eh, sociais, interpessoais, religiosas, quais são os interesses dessas pessoas para conosco? E foi justamente para nos alertar com relação a isso que Jesus eh colocou no seu evangelho a passagem que nós lemos. Porque, meus queridos, os sentimentos verdadeiros, eles não são mercadorias permutáveis, mas sim alimentos nutrientes das almas, os quais vão nos dar um fortalecimento para as nossas provas, como também para o nosso suerguimento nas lutas diárias. Quando esperamos que os outros supram nossas carências e nos façam felizes de forma gratuita, não estamos de fato amando, mas estamos explorando essas pessoas. E nas nossas relações, e eu tô falando quando eu falo das nas nossas relações, né, das relações das criaturas. Há um processo danoso que ocorre naturalmente, talvez ainda pelo nosso estágio evolutivo, mas sempre há eh interesses envoltos no processo, vamos assim dizer, de amizade, de afetividade e chegando muitas vezes até nos processos familiares. Então, em muitas ocasiões, fundimos nossos sentimentos com os de outros seres, por exemplo, os cônjuges,

s assim dizer, de amizade, de afetividade e chegando muitas vezes até nos processos familiares. Então, em muitas ocasiões, fundimos nossos sentimentos com os de outros seres, por exemplo, os cônjuges, os pais, os filhos, amigos, os irmãos. E nesse processo nós perdemos as nossas fronteiras individuais, por ser para nós ou para os outros momentaneamente conveniente e cômodo. Mas a partir daí, o que que vai acontecer? Nós esperamos sempre retribuições deles, dos nossos amados, e sofremos se eles não fizerem tudo o que desejamos. E nós vamos percebendo até por uma experiência, né, de vida de que normalmente isso ocorre quando há relacionamentos de interesse, e nós estamos dizendo aqui de interesse de posição, de poder, eh, financeiro, material, sempre há essa cobrança, o que enfraquece as relações Porque mais hoje, mais amanhã, nós vamos descobrir às vezes até de uma maneira muito dolorida, de que naquele relacionamento era um relacionamento de interesses e não um relacionamento de amor, de convivência saudável, não é? Então, amigos, a vantagem eh dos relacionamentos sinceros é que esses relacionamentos vão dar uma abertura de nossa afetividade em círculos cada vez maiores e que, por sua vez, edificaram, criaram, né, estabeleceram uma atmosfera de carinho, como também de lealdade em torno de nós mesmos. E aí atraindo e induzindo criaturas francas e maduras a partilhar conosco toda uma existência de amor. E aqui nós lembramos que muitas vezes nós somos refratários, nós não aceitamos a verdade. Quando alguém é leal, é sincero, não usa de hipocrisia conosco, nós ficamos a redil essas pessoas, porque dizem: "É verdade para nós." Será que e muitas vezes nós achamos que o melhor relacionamento é aquele cheio de elogios, né, de de máscaras e na verdade não é. Eh, as pessoas que usam de franqueza, de lealdade para conosco, contribui muito para esses relacionamentos. Agora, vale dizer aqui que quando nós falamos franqueza, é uma franqueza amorosa, não é aquela franqueza que fere e que e

anqueza, de lealdade para conosco, contribui muito para esses relacionamentos. Agora, vale dizer aqui que quando nós falamos franqueza, é uma franqueza amorosa, não é aquela franqueza que fere e que e causa às vezes distanciamento das relações. Nós lembramos aqui do nosso querido e amado Chico Xavier. quando ele diz em determinado momento que nós sempre devemos dizer a verdade para as pessoas, que nós sempre devemos ser francos com as pessoas, mas que nós usemos um uma gota de verdade num balde de amor. Porque a franqueza, a lealdade, a verdade, ela tem que ser dita com amor e não de uma forma que vai denegrir, que vai desanimar, desencorajar e muitas vezes eh ferir uma outra pessoa. Então, quando nós falamos da franqueza, não é, da eh da lealdade, é tudo isso com muito carinho, porque aí nós vamos sim contribuir para que essa esse essa relação se torne cada vez mais saudável. Não é uma relação com conveniência, é uma relação com consciência. E daqui a pouquinho nós vamos trabalhar essa questão da conveniência, que é o título da nossa mensagem e a consciência. Em outro momento também Jesus nos adverte sobre isso numa passagem que nós podemos ampliá-la para as nossas relações. Foi quando ele disse: "Não saiba a vossa mão esquerda o que faz a mão direita?" que é a nossa ação sem nenhuma intenção em todos os aspectos até de dizer a de de orgulho, de vaidade nossa, dizer que somos bons e por outro aspecto, que é o aspecto das relações humanas, não é? Nós não temos que eh utilizar desse recurso, né? Devemos amar, devemos ser fraternos, ser canhosos nas nossas nações, sermos leais, como foi falado, não é? para que essa relação ela se fortaleça. Esse é o processo e sai de uma eh relação conveniente. Conveniente é daquilo que me convém e nem sempre é o que convém a todos para uma relação consciente mesmo, né? Então, por isso mesmo, nós achamos importante neste momento eh fazermos uma consideração sobre a conveniência, o que me é conveniente, mas muitas vezes não é conveniente para as outras

ente mesmo, né? Então, por isso mesmo, nós achamos importante neste momento eh fazermos uma consideração sobre a conveniência, o que me é conveniente, mas muitas vezes não é conveniente para as outras pessoas, e a consciência. Eh, e esse entendimento é é muito importante para nós compreendermos o tema que abordado, né? Então, a conveniência, como nós vimos, ela é vista eh geralmente como o oposto da consciência, onde a primeira, que é a conveniência é a busca de soluções fáceis e de interesses pessoais. Enquanto a segunda, a consciência é a bússola moral que guia para o caminho do bem, mesmo que seja o mais difícil. Então, vejam bem, eh, fica para nós essas duas, vamos dizer assim, entre aspas modalidades na na questão dos relacionamentos ou nós agimos de forma conveniente, que é essa que tem o apoio, né, nas coisas fáceis, no interesse pessoal e não no interesse do grupo, da comunidade. como nós agimos com consciência. E a consciência, como foi falado aqui, é essa búsola moral que vai nos guiar para o caminho do bem, que vai nos guiar para as boas relações, onde nessas relações há um crescimento de todo o grupo, há um crescimento das pessoas. que participam dessas relações. A conveniência é, portanto, um atalho, uma troca de favores ou então uma troca de prazer momentâneo, de uma satisfação momentânea, enquanto a consciência é a nossa busca pela melhoria. e iluminação com a consciência moral, registrando e cobrando as escolhas feitas. Então, percebamos que a diferença eh na nossa forma de participar desse processo, das relações nossas, da convivência com as pessoas ou nós usamos o processo da conveniência, que pode até nos dar uma satisfação, mas não real, uma coisa momentânea. ou então nós trabalhamos com as relações da consciência, que é o o total reconhecimento das possibilidades, das condições dos outros membros que participam conosco, não é? Então nós vamos entender dessa forma. Conveniência atende a interesses pessoais, ao prazer momentâneo. Consciência é a percepção

idades, das condições dos outros membros que participam conosco, não é? Então nós vamos entender dessa forma. Conveniência atende a interesses pessoais, ao prazer momentâneo. Consciência é a percepção do, entre aspas, eu interior. É a voz de Deus dentro de nós. A conveniência, ela busca a solução mais fácil, o atalho parece a estrada menos longa. A consciência guia-nos para as leis morais e para o caminho reto. conveniência, ela pode se manifestar em troca de favores ou retribuição de convites e a consciência busca a melhoria espiritual e moral, mesmo que exige forças. Então, quando nós falamos por último da conveniência que pode ser manifestada como troca de favores ou retribuição de convites, nós vamos lá na mensagem inicial de Jesus, quando ele fala para nós não convidarmos, né, os amigos, os parentes, não é, as pessoas e ele faz uma referência aí, pessoas ricas, pessoas de posse, de posição, social, política, de poder. Porque quando nós convidamos essas pessoas para o nosso convite, para o nosso banquete, como diz Jesus, necessariamente pode ocorrer por um interesse. Eu vou convidar esse tipo de pessoa que ocupa essa determinada posição, porque eu estou precisando que ele me dê uma ajuda depois. Foi nesse sentido que Jesus quis dizer. é a o nosso interesse. Nós estamos reunindos, reunindo aquelas pessoas escolhidas por nós por interesse ou não. E aí Jesus dá nos faz brilhantivos da sua fala quando ele leve para a sua convivência pessoas iguais a você, onde o amor vai sobressair porque não há interesse. Evidentemente que Jesus não falou que nós não devêsemos reunir com essas pessoas. Ele estava dizendo o nosso interesse. Qual é o meu interesse de colocar num banquete comigo, promovido por mim, pessoas que t posses, que são ricas, que t poder. Qual o meu interesse? Se for o interesse de retribuição, eu estou fazendo um processo de conveniência. Agora eu posso reunir todas essas pessoas porque são meus amados, meus queridos e sem nenhum interesse, a não ser a da

Se for o interesse de retribuição, eu estou fazendo um processo de conveniência. Agora eu posso reunir todas essas pessoas porque são meus amados, meus queridos e sem nenhum interesse, a não ser a da boa relação. Isso é que nós temos que entender. Uma vez um amigo me disse o seguinte, que ele não compreendia essa passagem do evangelho, que Jesus foi discriminatório, que ele discriminou pessoas, que ele ele ele eh depreciou, vamos assim dizer, os coxos, os cegos, os estropiados. A gente tem que entender o evangelho. Quando Jesus menciona essas pessoas, ele ele está dizendo das pessoas que não podem nos oferecer nada em troca daquele banquete, a não ser a sua presença, o seu carinho, o seu amor. É nesse sentido, né? A a conveniência, ela pode ser comparada a, entre aspas, porta larga. que representa o materialismo e o prazer imediato, a alegria terrena passageira. A consciência é a, entre aspas, porta estreita que vai simbolizar o caminho espiritual, exigindo esforço e sacrifício. E assim, queridas irmãs e queridos irmãos, nós finalizamos esta nossa reflexão trazendo uma fala do apóstolo Paulo que está em Coríntios, capítulo 6, versículo 12, quando o Paulo nos dá uma lição dizendo: "Todas as coisas me são lícitas. Mas nem todas as coisas me convém. E eu eu penso que é nesse caminho de compreendermos de que nem tudo é conveniente para nós. Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas me convem. Então, queridas irmãs e queridos irmãos, está posta aí a nossa reflexão. Que Jesus nos abençoe, nos fortaleça, nos ampare e eu conclamo a todos para mantermos em harmonia, eh, sintonizados nessa energia maravilhosa para recebermos o passe que virá a seguir. Muita paz ao coração de todos e que assim seja. Finalidade, auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no

o os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino,

da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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