Contação de Histórias | GRUPO CORA CORALINA (MACES 2024)
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que aprendi toda a beleza de viver doando amor vibrando luz buscando a ti Senhor meu Mesmo tão longe de atingir a perfeição aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor vibrando luz buscando a ti buscando a ti Obrigado Comunhão Espírita de Brasília Senhor estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor vibrando luz buscando a ti Senhor Mesmo tão longe de atingir a perfeição aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que a aprendi toda a beleza de ver doando amor vibrando luz buscando a ti buscando a ti Obrigado Comunhão Espírita de Brasília Senhor estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão foi nessa casa que aprendi toda a belea de viver doando amor vibrando luz buscando a ti senhor mesmo tão longe de atingir a perfeição aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza a de viver doando amor vibrando luz buscando a ti buscando a ti Obrigado Comunhão Espírita de Brasília Senhor estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor vibrando luz buscando a ti senhor mesmo tão longe de atingir a perfeição aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi beleza de viver doando amor vibrando luz buscando a ti buscando a Obrigado Comunhão Espírita de Brasília Senhor estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor vibrando luz buscando a ti senhor mesmo tão longe de atingir a perfeição aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor vibrando luz buscando a ti buscando a ti Obrigado Comunhão Espírita de Brasília Senhor estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim
essa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor vibrando luz buscando a ti buscando a ti Obrigado Comunhão Espírita de Brasília Senhor estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor vibrando luz buscando a ti senhor mesmo tão longe de atingir a perfeição aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa e aprendi toda a beleza de viver doando amor vibrando luz buscando a ti buscando a ti Obrigado Comunhão Espírita de Brasília Senhor estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de de mim que encontrei na comunhão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor vibrando luz buscando a ti senhor mesmo tão longe de atingir a perfeição aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa a que aprendi toda a beleza de viver doando amor vibrando luz buscando a ti buscando a Obrigado Comunhão Espírita de Brasília Senhor estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão foi nessa casa que aprendi toda a belezaa de viver não é problema de autoestima é porque eu tenho que esperar o verde o verdez da TV Web senão não posso falar mas quem quiser experimentar vem para cá que deve curar a baixa estima todos me olham tô curada ó lá a luz acendeu e apagou pode começar não tá vermelha então tô curando mais um pouquinho me olhem por favor mamãe e papai não me olharam Então agora eu preciso do Olhar dos outros papai e mamãe papo de terapeuta gente mas enquanto a luz não acende Que bom que vocês estão aqui prestigiando a nossa mostra de arte e cultura Só existe mostra se tiver olhos para ver e às vezes as pessoas não entendem isso né que se você tá em casa assistindo pela TV Web é muito bem-vindo as pessoas porque às vezes as pessoas têm doença T limitação física não pode mas se você pode caminhar dê aos artistas o seu olhar sua presença a arte só se faz com o artista com a arte e a plateia se não tiver plateia não tem arte e o olhar da plateia é que completa
não pode mas se você pode caminhar dê aos artistas o seu olhar sua presença a arte só se faz com o artista com a arte e a plateia se não tiver plateia não tem arte e o olhar da plateia é que completa o evento Então eu fico muito feliz quando vejo pessoas que se colocam a vir prestigiar esses artistas que ensaiam às vezes 6 horas por semana não é fácil e a luz verde não acende eu acredito que eu vou ter que ganhar muito mais tempo contando histórias aqui para vocês que eu não sei contar eu não sou contadora de história mas esse grupo Cora Coralina nasceu de um esforço da DPS da divisão de da Diretoria de promoção social que dentro do trabalho dos dos moradores do das da dos moradores em situação de rua que agora tem que falar situação de rua porque estão temporariamente situação de Rua eles eles chamaram uma pós doutorada Acredite nisso em a contação de história é uma ciência fantástica e está na nas academias ela é pós-doutorado em contação de histórias montou uma ONG e ela é uma das das líderes aí da contação de história no Brasil e ela foi convidada e voluntariamente ela criou uma geração de contadores de histórias e foi desse grupo que nasceu o que vocês vão conhecer agora boa tarde a TV Web a todos que estão em casa nos assistindo sejam bem-vindos amostra de arte e cultura nós agora teremos apresentação do grupo Cora Coralina com vocês a contação de histórias Boa tarde Boa tarde nós somos o grupo de contadores de histórias da Diretoria de promoção social assumidos pela apadrinhados pela daque para estarmos aqui nós temos um trabalho de raiz social como diz a Germana nós vamos a instituições parceiras da comunhão nós contamos histórias levamos sonhos contos fáb para pessoas que estão nos hospitais para crianças em situação de abrigo para idosos que estão né em lares e para Famílias em situação de vulnerabilidade também e também para onde quer que nos convidem escolas parques tudo que é lugar nós estamos sempre dispostos Air então nós estamos sempre convidando
res e para Famílias em situação de vulnerabilidade também e também para onde quer que nos convidem escolas parques tudo que é lugar nós estamos sempre dispostos Air então nós estamos sempre convidando pessoas para estarem conosco duas vezes por ano nós fazemos uma oficina de contação de histórias paraa qual todos vocês estão convidados ela acontece sempre na última semana de Janeiro e na última semana de julho quem quiser participar pode nos procurar e nós teremos muita alegria de acolhê-los em nosso grupo antes de começar a gente quer fazer uma homenagem à nossa mentora que se apresentou como mentora do grupo Cora Coralina um belo dia ela se anunciou como a mentora desse trabalho e nós somos muito felizes em homenageá-la não te deixes destruir ajuntando novas pedras e construindo novos poemas recria tua vida sempre sempre remove pedras e planta Roseiras e faz doces recomeça como pode um peixe vivo viver fora d' Água Fria como pode um peixe vivo viver fora d' Água Fria Como poderei viver Como poderei viver sem a tua sem a tua sem a tua companhia sem a tua sem a tua sem a tua companhia não deu tempo fech já como pode um peixe vivo viver fora d'água fria como pode um peixe vivo viver fora d'água fria como poderei viver Como poderei viver sem a sua sem a sua sem a sua companhia sem a sua sem a sua sem a sua companhia Cadê mais Era Uma Vez Maria nasceu no dia de São João e por pouco a menina não nasce no meio da dança da quadrilha a Parteira já não teve trabalho ao tirá-la da barriga da sua mãe por qu ela já nasceu berrando um choro sentido que nada fazia parar benzer deram banho de ervas novamente benero fizeram mil simpatias nada de parar de chorar fizeram a menina Aliás só parava quando dormia e mamava mas assim que acordava a sinfonia de choro começava os pais coitados já não sabia mais o que fazer batiza que logo passa disseram as comadres uma vizinha até sugeriu o nome da pequena Maria do pranto e assim ficou o seu nome Maria do pranto batizaram mas o choro não cessou a
sabia mais o que fazer batiza que logo passa disseram as comadres uma vizinha até sugeriu o nome da pequena Maria do pranto e assim ficou o seu nome Maria do pranto batizaram mas o choro não cessou a benzedeira já deu caso por encerrado porque já não tinha mais o que benzer Maria Maria continuava chorando os já não tinha mais o que fazer passaram um tempo Maria ouviu uma música e lá estava Maria chorando Maria o que foi que você tem não é que essa música é linda demais me deu vontade de chorar aí Ela olhava a natureza a paisagem admirava e começava a chorar a natureza de Deus é linda e as águas as as lágrimas desci pelos seus olhos apelido na escola ela tinha vários imagine criança tem mania de pô apelido em todo mundo Basta Ser diferente mas ela ela não ligava ela não tava nem aí o negócio dela era chorar ela chorava e pronto a A menina estava crescendo ficando moça linda seus olhos sempre estavam brilhante pois ela sempre estava chorando um belo dia Maria estava sentada na janela da sua casa com os olhos brilhantes e ela viu lá embaixo na rua uma viúva chorando muito Maria não resistiu seus olhos começaram logo a vazar e Ela desceu abra Aquela mulher e chorou chorou chorou a mulher recebeu aquele abraço mas logo ficou intrigada Quem é essa moça tão bonita que chora tanto pelo meu marido que ela nem conhece ou será que conhece a mulher ficou brava a viúva ficou muito brava quis partir para cima da Maria a Maria quase apanhou foi preciso os vizinhos intervirem não Não senhora essa é a Maria ela chora até em enterro de passarinho por isso é que a gente chama ela de Maria do pranto e essa história voou pela cidade inteira logo todo mundo conhecia a história da Maria a moça que chorava até por defunto desconhecido e a história voou tanto que foi pousar nos ouvidos do dono da funerária e ele ficou intrigado surpreso Mas viu aí uma oportunidade no dia seguinte estava ele batendo lá na porta da Maria E aí ele disse olhou pr pra Maria e a Maria quando viu começou a chorar e ele até pensou em perguntar
igado surpreso Mas viu aí uma oportunidade no dia seguinte estava ele batendo lá na porta da Maria E aí ele disse olhou pr pra Maria e a Maria quando viu começou a chorar e ele até pensou em perguntar para ela por que ela tava chorando mas diante do histórico da moça ele resolveu deixar para lá só quem perguntou para ela queima roupa Maria você quer trabalhar para mim e a Maria trabalhar numa funerária o que que eu vou fazer numa funerária e ele perguntou Você nunca ouviu falar das carpideiras carpideiras é carpideiras aquelas mulheres que vão pros enterros e ficam chorando porque um morto é mais importante mais querido quanto mais pessoas choram por eles ainda mais esse choro tão sentido como da Maria a Maria pensou pensou pensou e decidiu aceitar afinal de contas ela já chorava tanto e também que podia até ganhar o dinheirinho com isso e a Maria não demorou nada no dia seguinte Já começou a trabalhar como carpideira e ela ia a todos os enterros da cidade e chorava chorava chorava e quanto mais importante mais querido morto mais requisitada Maria ficava ela estava em todos os lugares e todo mundo já ia lá só para ver a Maria chorar ela ficou tão famosa que virou até sócia da funerária Maria ela não chorava no momento quando ela ia tratar de negócios Porque ela tinha que pôr preço no serviço e ela sabia que choro e soluço demais atrapalha passarinho na gaiola fez um buraquinho voou voou voou voou e a menina que gostava tanto do bichinho Chorou Chorou Chorou Chorou passarinho na gaiola fez um buraquinho voou voou voou voou e a menina que gostava tanto do bichinho Chorou Chorou Chorou Chorou sabia fugiu do terreiro foi cantar no abacateiro e a menina PSE a chorar vem cá sabia vem cá e a menina de luando sabia eu estou te esperando sabia responde de lá não chores que eu volto já passarinho na gaiola fez um buraquinho voou voou voou voou e a menina que gostava tanto do bichinho Chorou Chorou Chorou Chorou passarinho na gaiola fez um buraquinho voou voou voou voou e menina
o já passarinho na gaiola fez um buraquinho voou voou voou voou e a menina que gostava tanto do bichinho Chorou Chorou Chorou Chorou passarinho na gaiola fez um buraquinho voou voou voou voou e menina que gostava tanto do bichinho Chorou Chorou Chorou Chorou ajuntei todas as pedras que vieram sobre mim levantei uma escada muito alta e no alto subi desci um tapete floreado E no sonho me perdi uma estrada um leito uma casa um companheiro tudo de pedra entre pedras cresceu a minha poesia minha vida quebrando pedras e plantando flores Era uma vez a moça tecelã ela acordava ainda no escuro como se ouvisse o sol chegando por trás das beiradas da noite e logo sentava se altear linha Clara para começar o dia delicado traço cor da luz que ela ia passando por entre os fios estendidos enquanto lá fora a claridade da manhã já desenhava o horizonte depois lãs mais vivas quentes lã iam tecendo hora a hora um longo tapete que nunca acabava se era forte demais o sol e no Jardim pendiam as pétalas a moça colocava na lançadeira grossos fios cinzentos de um algodão mais felpudo em breve na penumbra trazida pelas nuvens escolhia um fio de prata que em Pontos longos rebordava sobre o tecido leve a chuva vinha cumprimentá-la a janela mas se durante muitos dias o vento e o frio brigavam com as folhas e espantavam os pássaros bastava teer com seus belos fios Dourados para que o sol Voltasse a acalmar a natureza e assim jogando a lançadeira de um lado para o outro batendo os grandes pentes do tear para a frente para trás a moça passava seus dias Nada lhe faltava na hora da Fome tecia um lindo peixe com cuidado de escamas e Eis que o peixe estava na mesa pronto para ser comido se sedinha suave era a lã cor de leite que entremeava o tapete e à noite depois de lançar o seu fio de escuridão dormia tranquila teer era tudo que fazia teer era tudo que queria fazer mas tecendo e tecendo ela própria trouxe um tempo em que se sentiu sozinha e pela primeira vez pensou em como seria bom ter o marido ao lado
uila teer era tudo que fazia teer era tudo que queria fazer mas tecendo e tecendo ela própria trouxe um tempo em que se sentiu sozinha e pela primeira vez pensou em como seria bom ter o marido ao lado não esperou o dia seguinte com o capricho de quem tenta uma coisa nunca conhecida começou a entremear no tapete as lãs e as cores que lhe dariam a companhia e logo o seu desejo foi aparecendo chapéu emplumado rosto barbado corpo aprumado sapato engraxado estava justamente acabando de entremear o último fio da ponta dos Sapatos quando bateram a sua porta Nem precisou abrir o homem meteu a mão na maçaneta tirou o chapéu de pluma e foi entrando em sua vida aquela noite deitada no ombro dele Ela pensou nos lindos filhos que teceria para aumentar ainda mais a sua felicidade e feliz foi durante algum tempo mas se ela tinha pensado em filhos logo se esqueceu porque tinha descoberto poder do tear e nada mais pensou somente nas coisas que este poderia Lar uma casa maior é necessária disse para a mulher e parecia justo pois agora eram dois existiu que escolhesse as mais belas lãs cor de tijolo fios verdes para os tapetes e pressa para a casa acontecer mas pronto a casa já se pareceu cente para que até casa se podemos ter o palácio perguntou sem querer a resposta imediatamente ordenou que fosse de pedra com um pai Rem Matos em prata dias e dias semanas e meses trabalhou a moça tecendo tetos e portas pátios e escadas salas e Poços a neve caía lá fora e ela não tinha tempo de chamar o sol a noite chegava e e ela não tinha tempo de arrematar o dia descia e entristecia enquanto sem parar batia os pentes acompanhando o ritmo da lançadeira Afinal o palácio ficou pronto e entre tantos cômodos o Maris esc olhou para ela e o seu tear o mais alto quarto da mais alta torre era para que ninguém saiba do Poder do tapete ele lhe disse e antes de trancar a porta chaves advertiu faltam as estrebarias E não se esqueça dos Cavalos sem descanso tecia mulher os caprichos do marido enchendo o Palácio
saiba do Poder do tapete ele lhe disse e antes de trancar a porta chaves advertiu faltam as estrebarias E não se esqueça dos Cavalos sem descanso tecia mulher os caprichos do marido enchendo o Palácio de joias a sala de moedas a casa de criados tcer era tudo que fazia tcer era tudo que queria fazer e tecendo ela própria L TSE o o tempo que a sua tristeza lhe fez morada e pela primeira vez pensou como seria bom estar sozinha de novo e só esperou anoitecer e esperou o marido adormecer e subiu descalça as escadas da alta torre e sentou-se no seu tear e desta vez não precisou escolher linha nenhuma pegou a lançadeira ao contrário e foi de um lado para o outro desfazendo todinho o Seu tapete desceu os cavalos as carruagens as estrebarias e os jardins depois desceu os criados o palácio e todas as maravilhas que Ele continha e novamente se viu na sua casa pequena e a e viu a janela o sol a noite chegava e o marido acordou extremamente abalado e olhou em volta percebeu que tudo já havia se acabado e Ela desceu os sapatos e ele viu sumindo as pernas e rapidamente subiu-lhe pelo corpo tomou o peito aprumado o emplumado chapéu e então como se ouvisse a chegada do Sol a moça escolheu uma linha Clara e foi passando aagar entre os fios delicado traço de luz que a mãe traz na Linha do Horizonte alegrin alegrin dourado que nasceu no campo sem ser semeado alegrim alegrim dourado que nasceu no campo sem ser semeado foi meu amor disse assim que a flor do campo é um alegrim foi meu amor e me disse assim que a flor do campo é o alegrim alegrim alegrim dourado que nasceu no campo sem ser semeado alegrim alegrim dourado que nasceu no campo sem ser semeado foi meu amor que me disse assim que a flor do campo é o alegrim foi meu amor e me disse assim que a flor do campo é o alegri eu sou aquela mulher a quem o tempo muito ensinou ensinou a amar a vida não desistir da luta recomeçar na derrota renunciar a palavras e pensamentos negativos acreditar nos valores humanos ser otimista creio numa força imanente que
empo muito ensinou ensinou a amar a vida não desistir da luta recomeçar na derrota renunciar a palavras e pensamentos negativos acreditar nos valores humanos ser otimista creio numa força imanente que vai ligando a família humana numa corrente Luminosa de fraternidade Universal creio na solidariedade humana creio na superação dos erros e angústias do presente era um fio fio diferente fio que Ava gente resistente fio com cara de dilema Era o fio de Filomena de onde vem para onde vai esses fio esse fio que está bem ali Será que continuaremos ligadas Quando eu sair daqui perguntava-se Filomena de dentro da barriga da mamãe Jurema era mais largo que fio dental mais complexo que fio de miada mais ligado que fio na tomada mais resistente que fio de Cipó lá estava o fio ap pulsar até chegar o Dr joar inventado cortar Como ousa Nos Parar mal sabia Filomena que o fio ao ser cortado não levava embora a questão trazia um belo encontro em vez de uma separação hum O cheirinho da mamã o calorzinho pele na pele aquela voz Suave que ela tanto amava poderia ser mais perfeito pelo olhar da sua Mamã que enchia de sentimento Filomena viu que o fio mudava de forma virou agora sodou chamigo e sustento Filomena crescendo entre ela e sua mãe estava sempre lá hum vocês sabem o qu né isso o fio às vezes fininho e comprido outras vezes Largo e encolhido ora todo embolado ora soltinho e engomado na maioria dos dias o fio tomava forma de poesia ou linha de pipa dançar ao vento ou até mesmo fumacinha com cheiro de pão de ló mas às vezes o fio enrolava amarrava e dava nó quando isso acontecia vinha gente de todo o canto o pai tentava desatar o nó com os dentes a avó corria de lá para cá o avô trazia a sua caixa de ferramentas e logo logo surgia a vizinha a tricotar todos todos todos queriam ajudar te se Lan das suas histórias bordadeiras de memórias logo logo as duas se entendiam novos risos elas teciam as amarras se desfaziam mas a Trama não acaba aí sempre que tua mamã tinha que est que sair para trabar
as suas histórias bordadeiras de memórias logo logo as duas se entendiam novos risos elas teciam as amarras se desfaziam mas a Trama não acaba aí sempre que tua mamã tinha que est que sair para trabar jantar ou namorar a menina se punha a chorar não sei como com saudade me o fao o fio quando ela não filom menina esper depois deo sear Tom fio P mãos fez novas cordas pro seu violão e aprendeu a costurar fez coleira pro cachorro chamou a amiga para brincar através da Diversão fez do Fio uma invenção e não parou mais de criar viajou pelo mundo inteiro construiu o seu próprio Lar era porque o fio existia que a Filomena ia sabendo que poderia sempre voltar cada uma em seu percurso construíram novos espaços e a cada novo encontro no aconchego dos abraços Filomena viu que o fio virava ninho outras costuras lindos laços o meu chapéu tem três pontas tem três pontas o meu chapéu se não tivesse três pontas não seria o meu chapéu vocês sabem porque que o chapéu do contador de histórias tem três pontas ele representa as três dimensões do ser humano é o saber o sentir e o agir uma história deve sempre buscar um equilíbrio entre essas três dimensões ela deve trazer um conhecimento deve desenvolver um afeto e deve trazer um convite para agir Então agora eu vou convidar vocês eu vou convidar vocês a se juntarem à gente e divertir cantando essa contando essa música eh Eu não sei se todos sabem aqui mas a gente vai fazer o gesto a cada palavra que a gente disser meu a gente vai fazer assim no peito o chapéu a gente vai colocar a mão na cabeça o três a gente vai fazer o três com as mãos e o pontas a gente vai fazer assim com as pontas e agora a gente vai cantar a música cantando e fazendo os gestos o meu chapéu tem três pontas tem três pontas o meu chapéu se não tivesse três pontas não seria o meu chapéu o meu chapéu tem três pontas tem três pontas o meu chapéu se não tivesse três pontas não seria o meu chapéu gente que maravilha eu tô vendo que todo mundo Acertou tá muito fácil todo mundo acertou e tá muito fácil
tem três pontas tem três pontas o meu chapéu se não tivesse três pontas não seria o meu chapéu gente que maravilha eu tô vendo que todo mundo Acertou tá muito fácil todo mundo acertou e tá muito fácil agora eu vou dificultar Então agora eu vou desafiar a gente não pode cantar há uma palavra a cada vez que a gente cantar a música por exemplo a gente vai cantar o meu o meu chapéu tem três pontas não pode começar falando a palavra meu mas tem que fazer o gesto depois a cada vez que a gente cantar tá a gente vai tirando uma palavra primeiro a gente tira a palavra meu depois chapéu depois três depois pontas até chegar a só fazer gesto e não cantar nada Vamos lá vamos ver se dá certo o chapéu tem três pontas tem três pontas o chapéu senão não tivesse três pontas não seria o meu chapéu vamos lá próxima palavra agora meu e chapéu o chapéu meu e chapéu tem três pontas tem três pontas o se não tivesse três pontas não se iia o Aê agora meu chapéu e três vamos lá vamos lá o o tem pontas Tem ponta azul se não tivesse três pontas não seria o agora agora vai o pontas que a gente acrescenta sem o pontas o tem tem um se não tivesse TR não seria o e todo mundo de parabéns como pode um peixe vivo viver fora d'água fria como pode um peixe vivo viver fora d'água fria Como poderei viver Como poderei viver sem a sua sem a sua sem a sua companhia sem a sua sem a sua sem a sua companhia como pode um peixe vivo viver fora d'água fria como pode um peixe vivo viver fora d'água fria Como poderei viver Como poderei viver sem a sua sem a sua sem a sua companhia sem a sua sem a sua sem a sua companhia agora nós vamos fazer uma atividade para encerrar a nossa conta a nossa roda de contação de histórias Primeiro lugar eu acho que é melhor todo o mundo se levantar que que h que eu acho que é para ficar mais forte mais divertido agora pois pois pois pois agora pois vamos todos imaginar um um pedido um desejo um sonho uma coisa que a gente queira muito Já pensaram agora vamos todos pôr o pé direito à frente
orte mais divertido agora pois pois pois pois agora pois vamos todos imaginar um um pedido um desejo um sonho uma coisa que a gente queira muito Já pensaram agora vamos todos pôr o pé direito à frente sem cair gente vamos lá todo mundo equilibrado com as duas mãos Vamos fazer uma conchinha e vamos colocar aqui na altura do coração estão a ver pronto e vamos suprar todos os nossos pedidos para dentro dessa conchinha sopraram os meus estão aqui vamos começar a aquecer esses sonhos esses pedidos vamos esfregar uma mão na outra e vamos aquecer como se uma bolinha de luz tratasse e vai aquecendo e vai aquecendo tá esquentando e a bolinha de luz vai ficando cada vez mais quente e maior e agora eu vou contar até três e ao três vamos todos gritar um grande r e enviar todos os nossos pedidos para o céu Ok preparados 1 do 3 N momentoe quem quiser a compartilhar uma história conosco também como hoje não é possível eu quero convidar vocês a fazerem o próximo curso de contação de histórias que vai acontecer na última semana de Janeiro e se juntar a essa equipe maravilhosa do grupo Cora Coralina vocês estão todos convidados a contar e encantar conosco gente eu quero lembrar aqui que nessa foto eu sei que ela tá lá assistindo pela TV Web nossa querida Rosane Rosane gratidão por você ter trazido essa turma para cá por você nos ensinar sua ciência até por online você não desiste de nós que Deus te abençoe aí em Minas Gerais e lembre-se você é uma de nós obrigada rochane um abraço Rossane um beijo eu não me arrisco a entrar nesse grupo Você viu como todo mundo é afinado sou desafinada agora não são só contadores só agora virou coral eu acho que é você que é oculpado p
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