CONTAÇÃO DE HISTÓRIA | CONTOS DO MUNDO: POR MAIS HISTÓRIAS DE PAZ (MACES 2025)

Comunhão Espírita de Brasília 07/09/2025 (há 7 meses) 43:00 243 visualizações

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Transcrição

de atingir a perfeição. Aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. เ เ Boa tarde. >> Boa tarde. >> Nós somos o grupo de contação de histórias Cora Coralina. Nós somos da diretoria de promoção social aqui da comunhão espírita e levamos sempre histórias, brincadeiras, alegria, música, sonhos para vários lugares aqui do Distrito Federal, entorno e muitos outros lugares. Convivemos com crianças, famílias, idosos, pessoas em situação de vulnerabilidade e muitos outros que a quem nós podemos alegrar e que alegram também a nossa vida, nossos domingos, nossas manhãs e nossos dias. Ficamos muito felizes de fazer parte e estamos muito felizes também de fazer parte aqui da Massis, esse lugar em que se celebra a arte. A arte que celebra a vida por meio da música, com cantores, com atores, com menestis que trazem tanta alegria e tantos sonhos para nós. E nós vamos aqui lembrar que a arte faz toda a diferença na vida, porque a arte preenche as lacunas. E hoje nós estamos aqui para falar de paz e de sonhos. Lembrando também que neste momento existem vários lugares no mundo, como a Rússia, Ucrânia, a África, Jerusalém, né, a Palestina e Israel que estão em guerra, mas que mesmo nesses lugares existe música, existem pessoas que sorriem, que contam histórias, que celebram a vida. E contar histórias é uma maneira de trazer essas pessoas, de lembrar, de mostrar que elas são mais do que sofrimento e dor, que a vida está aqui para trazer beleza e a arte representa essa beleza. Então, estamos aqui para mostrar que essas pessoas têm histórias bonitas, t música e tem vida a ser celebrada. Vamos hoje celebrar a vida e contar a história de todas essas pessoas. Agradecemos a oportunidade e lembramos também que aqui nós fazemos um voto muito especial, um voto que todos esses sonhos, que toda essa música, que toda essa alegria chegue até eles como

sas pessoas. Agradecemos a oportunidade e lembramos também que aqui nós fazemos um voto muito especial, um voto que todos esses sonhos, que toda essa música, que toda essa alegria chegue até eles como uma rua pavimentada de amor, de pedras preciosas, que nós construímos juntos em prol da paz nesses lugares e no mundo. é o nosso desejo. Se esta rua, se esta rua fosse minha, >> eu mandava, eu mandava ladrilhar com pedrinhas, com pedrinhas de brilhante para o meu para o meu amor passar. Nesta rua, nesta rua tem um b >> que se chama, que se chama solidão. Dentro dele, dentro dele mora um anjo que roubou, que roubou o meu coração. Se eu roubei, se eu roubei seu coração, tu roubaste, tu roubaste o também. Se eu mudi, se eu coração, é porque é porque te quero bem. Sì. Há muito tempo atrás, mas muito, muito tempo mesmo, na Palestina tinha um rei muito rico e muito poderoso. volta de uma das viagens que ele me fez, ele descobriu que a sua esposa tava namorando todo mundo. Ele ficou furioso e mandou matar a esposa. com tanto ódio das mulheres que ele resolveu. A partir daquele dia, ele ia casar com uma esposa e no dia seguinte mandar matar a coitada. E isso ele fez por um ano, 2 anos, 3 anos. O primeiro ministro era o responsável por escolher a donzela para se casar com o rei. Um dia ele chegou em casa apavorado, não tinha encontrado ninguém. Ele tinha uma filha, Cheirazade, uma jovem linda, mas o melhor, ela era muito, mas muito inteligente e ela se ofereceu para casar com o rei. O pai não quis nem saber dessa história, masad pediu, implorou, suplicou, dizendo que ia acabar com a maldição do reino e dá uma ótima lição para o rei. Sem terra alternativa, o primeiro ministro levou a sua filha Xazade até o castelo. E quando Xerazad chegou diante do rei, ele ficou profundamente impactado com aquela jovem, de olhar firme e ao mesmo tempo sereno. Diferentemente das outras jovens, Sherazad não parecia ter medo dele. ao contrário, olhou para ele com olhar de segurança e disse: "Majestade,

com aquela jovem, de olhar firme e ao mesmo tempo sereno. Diferentemente das outras jovens, Sherazad não parecia ter medo dele. ao contrário, olhou para ele com olhar de segurança e disse: "Majestade, posso lhe fazer um pedido?" O rei ficou sem palavras, mas meneou com a cabeça que sim. E Xazade disse: "Como será a minha última noite? Eu gostaria de contar a última história para minha irmã Dunazad." O rei não viu problema em relação a isso e permitiu. Acontece que Sherazad era uma contadeira de histórias das melhores. Conhecia muitas narrativas belas, personagens variados e cenários intrigantes, diversificados. E a noite chegou e Sharazad começou a contar a história para Dunazad e para o rei que estava ali foi se aproximando e foi ouvindo. E as horas foram passando e Sarazad foi contando e o rei ali ouvindo aquelas aquela história. E aí os primeiros raios do sol foram surgindo e nesse momento, quando o sol nasce é o momento sagrado para os árabes. Eles param o que estão fazendo para fazer as orações. E o rei teve de interromper a história e disse para Xirazade: "Somente por uma noite eu vou lhe permitir você continuar viva para você continuar a história por uma noite." E quando a noite chegou, Sherazade continuou a história e terminou aquela e já emendou numa outra história. E os dias foram passando, as noites foram passando, na verdade 100 noites, ao final das quais o rei já estava completamente apaixonado por aquela jovem e melhor, curado e não queria saber de matar mais ninguém. Essa história tão antiga viajou com vento. A conto, a reconto, mas não invento. Era uma vez há muito, muito tempo atrás, numa pequena aldeia no interior da Ucrânia, havia um homem. Ele tinha um gato, mas esse gato já estava muito velho, não fazia mais nada, quase não conseguia sair do lugar e não conseguia mais caçar ratos. O senhor pensou: "Qual que eu vou fazer com esse gato? Eu não vou conseguir alimentá-lo. Ele não consegue mais caçar ratos. Que eu vou fazer?" Pensou, pensou, teve uma

não conseguia mais caçar ratos. O senhor pensou: "Qual que eu vou fazer com esse gato? Eu não vou conseguir alimentá-lo. Ele não consegue mais caçar ratos. Que eu vou fazer?" Pensou, pensou, teve uma ideia. Vou levar esse gato pra mata. e pegou o gato e foi andando pela mata. Passou montes, vales, rios e lagos. Chegando bem no meio da mata, ele deixou o gato no chão, virou as costas e foi embora. deixou o gato ali sozinho, um gato velho abandonado. Passou um tempo, surgiu ali uma raposa. A raposa olhou, estranhou aquele bicho diferente que ela nunca tinha visto e perguntou: "Que bicho és?" E ele disse: "Eu sou Barão Gatão Kotsk". E ela disse: "Quer se casar comigo? Venha morar comigo na minha toca. Tudo que eu caçar, eu vou compartilhar com você. E assim foi. O gato foi morar com a raposa e tudo que ela caçava, ela também dividia com ele. Se ela caçava uma galinha, ela também dividia com um gato. E foram vivendo passando o tempo. Um tempo depois, ela caminhando, indo em busca de uma caçada, encontrou o coelho. O coelho olhou para ela e falou: "Irmãzinha rapozinha, vou te pedir em casamento. Quer se casar comigo?" E ela falou: "Não posso, já tenho o Barão Kotsk. E cuidado, ele é muito bravo, muito perigoso. Ele pode te matar." E o coelho assustado, saiu correndo contar pros seus amigos, o urso, o javali e o lobo. E falou: "Olha só, agora tem um bicho diferente agora na mata. é o marido da raposa, mas ele é muito perigoso. E todos ficaram: "Quem será esse bicho que ninguém vê? Vamos fazer alguma coisa para encontrá-lo, para conhecê-lo". E tiveram uma ideia: "Vamos fazer um almoço". O lobo falou: "Eu levo a carne, a gente faz uma sopa". O javali falou: "Eu trago as beterrabas e as batatas". O coelho falou: "Eu levo o repolho". O urso disse: "Eu levo o meles". E assim foi feito. Eles montaram aquele banquete, aquela mesa recheada de golose e aí pensaram: "Como vamos chamá-los para almoçar?" O urso falou: "Eu não posso, sou muito pesado, não vou conseguir correr se for

feito. Eles montaram aquele banquete, aquela mesa recheada de golose e aí pensaram: "Como vamos chamá-los para almoçar?" O urso falou: "Eu não posso, sou muito pesado, não vou conseguir correr se for o caso. Ele é muito perigoso." E aí o javali disse: "Eu sou muito desengonçado". E o lobo falou: "Eu sou muito velho, quase não enxergo direito. Tem que ser o coelhinho". O coelho então saiu correndo, foi bater na toca da raposa. E aí quando ela abriu a porta perguntou: "Que queres aqui?" E ele falou: "Dona Raposa, viemos convidá-los para um almoço. Já está tudo pronto, um banquete todo arrumado, pronto para receber vocês." E ela disse: "Tudo bem, nós vamos, mas vocês têm que se esconder, porque ele é realmente muito perigoso, muito bravo. Ele vai estrangular vocês." O coelhinho saiu correndo, contou paraos seus amigos e eles foram se esconder. O urso subiu numa árvore. O lobo ficou atrás de uns arbustos. O javali se escondeu debaixo de uns gravetos e o coelho atrás de uma moita. E aí quando o gato chegou, olhou para toda aquela comida, toda aquela carne, ele fez aquilo que o gato mais faz. Ele miou. Miau. Miau. E eles lá escondidos pensaram: "O filho do demo já está reclamando, nem comeu ainda, ele é mesmo muito bravo." E o gato foi, comeu de tudo, subiu na mesa, se saciou, se lambuzou, comeu tudo que podia. A barriga já não aguentava mais, já tava estourando os botões. Mas aí o javali que estava debaixo dos gravetos foi picado por um mosquito e ele se mexeu. Quando o gato viu aquele rabo se mexendo debaixo dos gravetos, o instinto dele pensou que fosse um rato. Ele avançou e aí segurou o rabo do javali. O javali ficou tão assustado que saiu correndo e o gato se assustou mais ainda quando viu o javali e começou a querer fugir. Ele foi andando e queria subir pela árvore. Começou a subir o urso lá em cima, desesperado, falou: "Ele tá vindo na minha direção". E tentou subir mais ainda. Subiu tanto que o galho se quebrou. Ele caiu em cima do lobo que estava atrás dos arbustos. Os

subir o urso lá em cima, desesperado, falou: "Ele tá vindo na minha direção". E tentou subir mais ainda. Subiu tanto que o galho se quebrou. Ele caiu em cima do lobo que estava atrás dos arbustos. Os dois desesperados começaram a correr. O coelhinho viram que eles corriam, correu também. Correram muito, muito, muito. Foram para tão longe que só Deus sabe. Quando chegaram lá e se encontraram, eles falaram: "Tão pequeno e quase nos devorou". E essa história rodou por toda a Ucrânia e todo o mundo, entrando por uma porta e saindo por outra. E quem quiser que conte outra. A paz do mundo começa em mim. Se amor, com certeza sou feliz. Se eu faço bem ao meu irmão, tenho a grandeza dentro do meu coração. >> Chegou a hora da gente construir a paz. Ninguém suporta mais o desamor. Faz pela paz pro mundo novo. >> Faz pela paz a esperança. Pela paz, >> pela coragem de mudar. >> Paz pela paz. >> Pela justiça. >> Paz pela paz. A liberdade pela paz, >> pela beleza de te amar. Ah. Era uma vez, há muito tempo, em uma aldeia lá na Rússia, existia uma menina que se chamava Vasili. Ela era muito bela, carinhosa, bondosa, querida por todos da cidade. Mas ainda na infância, a mãezinha de Vasilça ficou gravemente doente. Nos seus últimos dias de vida, chamou a menina até o seu leito e lhe entregou uma bonequinha mágica. disse a ela: "Minha filha, quando você sentir medo ou passar por alguma dificuldade, dê a essa bonequinha um pedacinho de pão e ela vai lhe ajudar". A menina recebeu aquela boneca como se recebesse uma bênção. Se tornaram companheiras inseparáveis. onde ela ia, levava sua boneca, conversavam. Já na sua juventude, passados os anos, o seu pai decidiu que era hora de formar uma nova família. Queria dar mais companhia a Vasilissa, pois ele viajava muito. Então se casou com uma viúva da cidade que tinha outras duas filhas, e foram todos morar juntos em uma casa na entrada de um bosque. Mas a madraça e as irmãs eram muito malvadas. Faziam vasilista trabalhar nos afazeres doméstico durante horas. maltratavam a

uas filhas, e foram todos morar juntos em uma casa na entrada de um bosque. Mas a madraça e as irmãs eram muito malvadas. Faziam vasilista trabalhar nos afazeres doméstico durante horas. maltratavam a menina, tinham inveja dela. Foi então que uma noite, quando seu pai viajava, as irmãs apagaram todas as velas da casa e disseram paraa vasilça: "Vá até o bosque escuro, fale com a babaiaga e peça-lhe fogo para que possamos acender as velas". A vasilissa, que era muito prestativa, pegou seu casaquinho, a sua bonequinha mágica e entrou no boss escuro. E todo mundo sabia que Babayaga era uma bruxa terrível. morava numa cabana que andava sobre patas de galinha e comia todo mundo que não a obedecesse. Vasiliza não teve opção e foi à floresta e foi caminhando, caminhando, caminhando. Mas durante todo o caminho, ela alimentava a bonequinha mágica para orientá-la e protegê-la. E assim foi. De repente, Vasiliza chegou na casa da bruxa, mas ela teve uma terrível visão. Ela olhou e o portão era feito de ossos humanos e a casa não parava de girar. E eu fic e ela ficava olhando, olhando, olhando aquela visão muito estranha e de repente apareceu a bruxa babaga. Ela olhou pra menina e falou assim: "O que você está fazendo aqui, menina?" E ela respondeu. Vasiliza respondeu dizendo: "Vim buscar fogo". Ela falou assim: "Tudo bem, mas antes você vai ter que fazer três tarefas e se não fizer tudo muito bem feito, você vai ser o meu jantar". Vasilisa ficou assustada porque as tarefas eram impossíveis. Separar grãos de milho dos da terra, tecer um pano enorme em um dia só e varrer toda a casa que não parava de mover. Vasilissa não pensou duas vezes, deu um pedacinho de pão para sua bonequinha. e esperou a mágica acontecer. Cada uma das tarefas foi sendo cumprida. No dia seguinte, encontrou a Babaga inquieta, andando de um lado para outro dentro da casa. E assim que ela viu a menina, gritou: "Como você conseguiu cumprir todas as tarefas? Me diga quem lhe ajudou". E a vasilicea, com toda a sua humildade

ta, andando de um lado para outro dentro da casa. E assim que ela viu a menina, gritou: "Como você conseguiu cumprir todas as tarefas? Me diga quem lhe ajudou". E a vasilicea, com toda a sua humildade respondeu: "Foi a bênção da minha mãezinha que me ajudou". A bruxa, que não gostava de nada dessa história de bênção, quis logo se livrar da menina e foi cumprir a sua parte da promessa. Foi até o seu portão de ossos, pegou uma caveira que tinha olhos flamejantes de fogo e entregou a menina. Disse: "Tome, leve o fogo que você precisa e volte para sua casa". A vasilice então voltou pelo bosque e nem precisou alimentar a sua bonequinha, porque o fogo da caveira iluminou todo o caminho. Quando chegou na sua casa de volta, se deparou com a madrasta e as irmãs a aguardando a porta e elas estavam com muita raiva. olhavam paraa vasilista sem entender como aquela menina conseguiu voltar paraa casa do bosque. Foi então que o fogo saiu pelos olhos da caveira, queimou as três totalmente, porque a maldade delas não era capaz de suportar aquele fogo mágico. Vasilissa, então voltou a viver em paz na sua casa com seu pai. Passado um tempo, resolveu ajudar uma anciã da cidade, que era costureira do rei, já que ela adorava costurar também. Não demorou muito para que o rei quisesse conhecer quem era aquela ajudante tão habilidosa. E assim, quando ele conheceu Vacili, foi amor à primeira vista, se encantou por ela e a pediu em casamento. Será que ela aceitou? Pois Vasilisa aceitou e ela se casou com rei. Viveram felizes no reino e Vasilisa sempre guardou consigo a sua bonequinha mágica, que era a bênção da sua mãezinha. E essa história entrou por uma porta e saiu por outra. Quem quiser que conte outra. Era uma vez numa cidade na África você eh os animais falavam como gente, vocês acreditam? falavam mesmo. E ali pela savanas, o rei Leão era o rei absoluto das savanas, das terras do Nilo. E todos temiam, todos obedeciam as suas ordens, respeitando. Mas havia um animal muito esperto. Era o

falavam mesmo. E ali pela savanas, o rei Leão era o rei absoluto das savanas, das terras do Nilo. E todos temiam, todos obedeciam as suas ordens, respeitando. Mas havia um animal muito esperto. Era o Chacau, que vivia por ali de pequenos truques, mas nunca aceitava a injustiça calado. Um dia, o leão ordenou que todos trouxessem comida para ele e sobre a pena de serem devorados, caso não obedecesse. E todos obedeciam. Mas quando chegou a vez do chau, ele pensou: "Se eu levar minha comida para o leão hoje, ele ficará satisfeito e amanhã continuará a exigir e acabará devorando a todos nós. Preciso arrumar um jeito de ensinar esse leão a nos respeitar". E assim o chacal desceu para o rio e procurou o maior peixe. Encontrou um peixe já morto, cheio de espinhos. e levou até o leão e disse: "Majestade, encontrei esse peixe mágico no rio Nilo. Ele traz sorte, mas só se for comido do jeito certo." E o leão, que era curioso, guloso, logo perguntou: "Como assim tem o jeito certo?" O chacau respondeu: "Sim, quem comer esse peixe não pode engolir nenhum espinho ou ter seu terá um destino cruel." E o leão, que era muito vaidoso e guloso, estava faminto. Logo aceitou o desafio e já começou a comer ali, tentando separar todos os espinhos da carne, mas quando de repente, sem querer, ele engoliu um espinho e logo se apavorou e lembrou da maldição. desesperado, saiu à procura do chau e quando encontrou, logo implorou, dizendo assim: "Chacal, o que que eu faço agora? Me ajude". E o chau sorriu com calma e sabedoria, respondeu: "Majestade, o destino cruel do qual eu disse não é mágico. Ele existe para todos os reis que não cuida do seu povo. Um dia acaba sufocando com a sua própria fome." E o leão, ouvindo isso, logo entendeu e aprendeu a lição. E a partir desse dia não mais cobrou tributos exigindo comida, passando a caçar para ele próprio. E também aprendeu a respeitar todos os animais. E assim todos puderam viver em paz ali pelas savanas do Sudão. E como já dizia Dom Serafim, essa

tos exigindo comida, passando a caçar para ele próprio. E também aprendeu a respeitar todos os animais. E assim todos puderam viver em paz ali pelas savanas do Sudão. E como já dizia Dom Serafim, essa história chegou ao fim. เฮ Jacob era pobre, mas muito feliz, livre como um salto em banco. Amava o seu país Israel, a sua cidade de Jerusalém. tinha uma enorme alegria em caminhar pelas ruas e observar as árvores, os pássaros, o céu azul, amava tudo. Só que ele percebeu que quando ele caminhava pela cidade, as pessoas sequer olhavam nos olhos umas das outras quando se cruzavam na rua. Não falavam bom dia, não se cumprimentavam. E ele sentiu que as pessoas estavam com o coração endurecido. E ele pensou: "O que eu posso fazer para ajudar, para passar um pouco do meu amor para essas pessoas?" E ele teve uma ideia: "Eu vou passar a contar histórias". E aí ele caminhando numa praça, ele encontrou um banco, logo subiu nesse banco e passou a contar histórias prodigiosas ali. Rapidamente os idosos, as mulheres e as crianças se ajuntaram e começaram a prestar atenção. Mas passado um pouco, eles retomaram o seu caminho e foram embora. Yob percebeu que era impossível mudar um mundo num único dia. E ele determinou-se: "Voltarei aqui amanhã". E no dia seguinte lá estava Jacob contando novamente uma nova história. E se juntaram outras pessoas, mas mais rapidamente do que no dia anterior, as pessoas começaram a sair. Alguns até chamaram ele de louco, mas ele não deu ouvidos. No dia seguinte, no outro e no outro, ele voltou lá. E as pessoas começaram de repente a desviar daquele ponto onde estava na praça, mas ele determinou-se: "É isso que eu amo, é isso que eu gosto de fazer e vou continuar assim". E ele passou a contar histórias de olhos fechados. E o tempo passou e passou. E num sábado à tarde lá estava Yob praça sobre o banco, contando uma história de olhos fechados. O sol vinha se impondí de repente Jácob sentiu algo puxando a manga de sua camisa. Ele abriu os olhos, olhou para

do à tarde lá estava Yob praça sobre o banco, contando uma história de olhos fechados. O sol vinha se impondí de repente Jácob sentiu algo puxando a manga de sua camisa. Ele abriu os olhos, olhou para baixo, era um pequenino, era uma criança que chegou a fazer uma careta para Jacob. E aí ele, a criança perguntou a Icob: "O que você está fazendo?" Icob falou: "Estou contando histórias". E a criança olhou de novo para ele e falou: "Mas por que você conta histórias? Ninguém está te ouvindo. Ele falou: "Eu conto histórias para mudar as outras pessoas". E o menino pergunta novamente: "Mas você é louco? Nunca te escutaram? Não estão te escutando e talvez não te escutaram nunca. Por que continuas?" Eub olhou novamente para aquele sol se pondo, respirou, admirou a beleza daquele lugar e falou: "Eu conto histórias para que as guerras que existem no mundo não mudem os meus sonhos de paz". Colorim Colorado. Este conto está terminado. Minha é minha só. Ela é de todos nós. Ela é de todos nós. Minha ciranda não é minha só. Ela é de todos nós. Ela é de todos nós. Para dançar canda, juntamos mão com mão, formando uma roda, cantando uma canção. Minha ciranda não é minha, só ela é de todos nós. Ela é de todos nós. Minha ciranda não é minha som. Ela é de todos nós. Ela é de todos nós. >> Para dançar ciranda juntamos mãos mãos, >> formando uma roda, >> cantando, >> cantando uma canção. Minha ciranda não é minha só. Ela é de todos nós. Ela é de todos nós. Minha ciranda não é minha só. Ela é de todos nós. Ela é de todos nós. >> Para cansar ciranda juntando mãos com mão, >> formando uma roda, >> cantando uma canção. Minha ciranda não é minha só. Ela é de todos nós. Ela é de todos nós. >> Minha crianda não é minha só. Ela é de todos nós. Ela é de todos nós. Siranda >> juntamos mão com mão, >> formando uma roda, >> cantando uma canção. Minha ciranda não é minha só. Ela é de todos nós. Ela é de todos nós. >> Minha ciranda não é minha só. Ela é de todos nós. Ela é de todos nós. >> Para dançar candos

o uma roda, >> cantando uma canção. Minha ciranda não é minha só. Ela é de todos nós. Ela é de todos nós. >> Minha ciranda não é minha só. Ela é de todos nós. Ela é de todos nós. >> Para dançar candos mão com mão, >> formando uma roda, >> cantando uma canção. >> Minha ciranda não é minha só. Ela é de todos nós. Ela é de todos nós. Minha ciranda não é minha só. Ela é de todos nós. Ela é de todos nós. >> Parabéns. Obrigada. Obrigada pela obrigada. Fica o tempo está.

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