Consequências da ausência paterna no desenvolvimento infantil | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 21 de agosto de 2024, abordaremos o tema "Consequências da ausência paterna no des...
Boa noite amigos e amigas sejam muito bem-vindos ao nosso família noá esse programa que aborda temas relacionados à família fundamentados na a luz do Espiritismo Quem de Nós não conhece uma criança ou um adolescente que reclama pela ausência do pai que faz com que essa criança solicite que ele compareça as atividades da escola e ele não pode ou M mes que após uma separação dos Pais esse pai também Se separe das Crianças esse é o nosso tema da noite de hoje nós vamos falar sobre a ausência paterna e suas consequências no desenvolvimento infanto juvenil para conversar conosco sobre esse assunto vamos estar aqui conversando com duas amigas muito especiais a Márcia Leon que na sua vida profissional é gastropediatra a é da am planal trabalha no departamento de família da AM Brasil e na vida pessoal a Márcia é mãe irmã esposa e tem dois filhos lindos com os quais ela desenvolve uma relação muito apaixonada seja bem-vinda Márcia Obrigada Cris é sempre uma alegria receber o convite do família no ar um convite seu da área de família da FEB a gente fica muito feliz porque ade a gente da área de saúde a gente gosta de falar de tudo mas eu particularmente eu prefiro a família então a gente realmente hoje em dia precisa dar uma atenção né então muito obrigada pelo convite sempre e a gente tá aqui à disposição ok nós vamos pedir para Márcia chamar a nossa segunda convidada que é uma irmã companheira muito querida e aí a Márcia vai fazer a apresentação dela isso mesmo Então nós vamos chamar a nossa querida Fabiana Guariglia Bass a Fabiana que é companheira Nossa no departamento de família da AM Brasil ela é mentora de pais especialista na disciplina positiva é mãe de três filhos lindos também trabalha na evangelização da sociedade Espírita e filantrópica irmã Francisca em Sorocaba do qual ela faz parte da am Sorocaba seja bem bem-vinda Fabiana muito obrigada pelo convite muito feliz de estar aqui e compartilho com a Márcia a alegria e o prazer de falar sobre família né que é o núcleo a célula da nossa sociedade o
seja bem bem-vinda Fabiana muito obrigada pelo convite muito feliz de estar aqui e compartilho com a Márcia a alegria e o prazer de falar sobre família né que é o núcleo a célula da nossa sociedade o nosso celeiro de regeneração do planeta né Muito obrigada pelo convite Pois é vai ser um bate-papo muito bom e muito esclarecedor porque esse é nosso objetivo Minhas irmãs nesse mês de agosto Nós já estamos falando sobre paternidade desde o nosso primeiro encontro nós falamos sobre a paternidade à luz do Espiritismo analisando a paternidade como uma missão eh e aí a doutrina nos esclarece que é realmente uma missão e partindo dess desse pressuposto que a paternidade é uma missão qual seria a participação ou o papel do pai no desenvolvimento psicoemocional da Criança e a gente pode chegar no adolescente também vamos começar pela Fabiana e depois a má cima eh eu fiquei pensando tanto nessa questão e eu lembrei de Jesus por que que eu lembrei de Jesus né porque ele teve um pai ele inicia o apostolado dele do lado de José né mesmo ele Endo o funcionamento mais ínfimo da matéria na área subatômica Jesus conhecia ele ficou ao lado do pai trabalhando lá na marcenaria E que valor que José tinha né o valor do trabalho o valor da Fé da confiança então eu creio que todo o apostolado de Jesus nos traz um ensinamento n e quando Jesus fala pro pai né que eles estão lá com Jesus adolescente preocupado que ele se perde ele fal assim mas não sabe que eu estava na casa do meu pai né então nos mostra realmente a importância dessa figura paterna para o desenvolvimento espiritual inclusive né psicológico físico eu tenho aqui três meninos e é muito como é diferente o relacionamento com a mãe e com o pai né Eh comigo eu vejo que eles vem e eles conversam e ficam sensíveis eu pego na escola ai não porque hoje aconteceu tal coisa tal com o pai já tem uma questão mais de firmeza não mas aconteceu e eu consegui porque é uma energia diferente né no nosso lar naquela conversa do André Luiz com a dona Laura que ela traz
u tal coisa tal com o pai já tem uma questão mais de firmeza não mas aconteceu e eu consegui porque é uma energia diferente né no nosso lar naquela conversa do André Luiz com a dona Laura que ela traz aquela imagem tão bonita do Lar como a mulher sendo eh a linha vertical e o homem sendo a linha horizontal Traz essa questão da importância da paternidade né a base a segurança a base a firmeza tudo isso é fundamental né para estruturação da formação do ser mesmo né Uhum e e a gente lembra né Fabiana no livro O Livro dos Espíritos né o primeiro publicado por Kardec que até o Geraldo campet trouxe essa reflexão no programa anterior sobre a paternidade né A questão 582 do Capítulo 10 das ocupações e missão dos Espíritos quando Kardec procura né saber pode se considerar como missão a paternidade né então os espíritos vão responder a Kardec é sem contestação possível uma verdadeira missão E por que missão a a Fabiana já trouxe bem basado né A questão da base familiar a questão da segurança individual o ânimos da relação no dizer de Joana De Angeles aquela personalidade que tem mais uma sobriedade vamos dizer assim no sentido da questão da educação moral como a Fabiana trouxe a questão de José em relação a Jesus foi o Esteio daquela família com o seu trabalho com o seu discernimento recebendo as pessoas ali na sua na sua oficina né na sua Carpintaria então quando a gente pensa nisso a gente sabe que pai e mãe cada um tem o seu H porém essa missão de velar pela educação formal Mas também da educação moral do espírito reencarnante é uma função importantíssima da figura masculina né E que saiu muitas vezes de um perfil altamente autoritário até há pouco tempo atrás para estar agora permeado na família ajudando na construção de dias melhores não só da sua família mas também dos Espíritos ali envolvidos né Cris Então essa questão da dessa desse desenvolvimento psicoemocional da Criança e do Adolescente faz total sentido quando a gente tem pais participativos e responsáveis por esta
tos ali envolvidos né Cris Então essa questão da dessa desse desenvolvimento psicoemocional da Criança e do Adolescente faz total sentido quando a gente tem pais participativos e responsáveis por esta participação é como eu falo pros meus pais no consultório Não basta ser pai tem que participar viu viu Cris né é com toda a certeza e a gente sabe que esse papel do pai vocês colocaram da segurança da proteção da família isso é muito importante mas também ele representa psiquicamente um pouco da da Norma da regra de trazer os princípios do mundo externo para o ambiente interno e quando você tem um pai ausente muitas vezes a relação se torna uma relação emocional ainda muito infantilizada eh Super protegida a criança não tem segurança de alguma maneira o pai ajuda esse filho a se sentir seguro para também poder sair do ninho É verdade então é é importante todo esse esse processo Mas prosseguindo na nossa reflexão nós sabemos que no nosso Brasil eh as estatísticas indicaram no ano de 2023 que cerca de 5% das certidões de nascimento só constavam o nome da mãe e aí não tínhamos aquela participação nem a identificação de quem seria o pai né refletindo um pouco sobre Esse aspecto e que tipo de consequência a gente pode observar nessa desse desconhecimento dessa figura paterna que nem delega o seu nome ao seu próprio filho a gente queria conversar um pouquinho sobre isso Uhum Então Cris quando a gente Eh tá no nosso ambiente profissional eu como pediatra a gente recebe inúmeras crianças né nessa situação ao longo das semanas muitas dessas dessas ausências familiares muitas vezes se devem dos relacionamentos fortuitos né que a mãe Sec só inha a gente teve lá atrás nos anos 90 nos anos 2000 a questão da Maternidade solo né onde você produção independente né isso exatamente a a a produção independente como se fosse um alguma coisa em produção em Cadeia né E e aí a gente vê eh Nesse quesito o quanto que o egoísmo individual partiu do princípio que só ela seria o suficiente né não se pensou na criança e
o se fosse um alguma coisa em produção em Cadeia né E e aí a gente vê eh Nesse quesito o quanto que o egoísmo individual partiu do princípio que só ela seria o suficiente né não se pensou na criança e hoje em dia a gente tem muitas vezes nessas ausências viu Cris são relacionamentos muitas vezes que não seguem adiante ou quando seguem são relacionamentos pouc funcionais ou relacionamentos que se quebram facilmente por qualquer coisa onde a gente vê muitas vezes que existe um uma relação de sentimentos verdadeiros envolvidos E além disso uma das coisas que a gente vê também Nesse quesito é a questão do pai estar inserido formalmente nesta ligação eh do casamento ou da relação de morar a dois né como algo que eh estaria presente independente das circunstâncias né então muitas vezes a gente tem eh nessas ausências os pais que não seguem adiante ou porque os seus filhos nasceram com alguns problemas físicos ou crianças que tiveram paralisia cerebral ou crianças sindrômicas crianças epilépticas eh crianças que TM das mais variadas eh atividades eh desconcentradas em termos do seu próprio corpo físico ou campo mental e o que a gente vê naturalmente são mães que seguem sozinhas porque elas são eh deixar a deriva no sentido de só Patrocinar muitas vezes quando acontece a pensão alimentícia que às vezes nem isso né então eu penso que quando a gente fala nessa questão eh da da ausência do Pai são multi são multicausais em que se Pee a necessidade do do autto centrar na paternidade responsável né uma vez formado uma família nós sabemos pelo Missionários da luz que ninguém cai de paraquedas em qualquer endereço Então existe uma programação reencarnatória a gente muitas vezes se depara com essas situações que deixam a família em desamparo né não Fabiana é eh infelizmente é uma realidade muito dura eu não sei como isso é em outros países mas a gente sabe que aqui no Brasil essa ausência paterna é muito grande né inclusive né como a Cris colocou na documentação da criança a criança não tem nenhum nome do pai né
isso é em outros países mas a gente sabe que aqui no Brasil essa ausência paterna é muito grande né inclusive né como a Cris colocou na documentação da criança a criança não tem nenhum nome do pai né fica lá vazio o espaço né então quanto isso deve ser doloroso pro espírito né saber que quem o concebeu nem o nome quis dar né eh e aí a gente tem também uma questão da nossa sociedade ser uma sociedade extremamente patriarcal ainda né onde o homem tem um poder muito grande e nessa questão desse poder muito grande da sociedade atual a mulher acaba realmente sendo prejudicada e ela fica com toda a sobrecarga desses cuidados né com essa criança eh a gente sabe que tem alguns casos que no Brasil é muito comum também né é legado as avós porque muitas vezes a mãe também é muito jovem e aí sobrecarrega as avós também né Eh só que a gente sabe também que nada é por acaso né era muito provavelmente ao se ter ess planejamento ao se ter esse plano reencarnatório haver há essa possibilidade essa possibilidade era elencada essa possibilidade foi levantada que talvez poderia acontecer um abandono né tendo em vista as características psicológicas emocionais e espirituais deste pai né ou dessa mãe também né mas eh a gente sabe que haveria essa possibilidade e também tem a questão a Cris falou né dos relacionamentos fortuitos a gente tá numa sociedade de muita ausência de responsabilidade né Então as pessoas vão tendo relacionamentos como se não houvesse consequência de nenhum tipo nenhum tipo de consequência e muitos desses filhos são gerados nesses relacionamentos fortuitos E aí fica muito mais difícil realmente a questão da vinculação do compromisso da responsabilidade né porque pra mãe tá no ventre dela né Uhum isso quando né a gente sabe que infelizmente acontecem os abortos mas tá no ventre dela tá no corpo né É É mais a gente fala assim a mãe vira mãe quando começa quando engravida né porque o corpo muda completamente tudo muda né O pai vai virando pai de vagar né quando vê a criança que nasce mesmo Que ele
É mais a gente fala assim a mãe vira mãe quando começa quando engravida né porque o corpo muda completamente tudo muda né O pai vai virando pai de vagar né quando vê a criança que nasce mesmo Que ele acompanhe que ele vê a barriga é um outro relacionamento e se é uma pessoa ausente acaba que este ser que nasceu não sabemos quem é e o que a Cris fala ela não é a primeira vez que eu vejo a Cris não a Márcia falando desculpa e é tão real né quando nós vemos eu comecei eu sou mãe de gêmeos meus mais velhos são gêmeos E aí quando eu engravidei dos gêmeos eu fui descobrindo que muitas mães quando descobrem que estão grávidas de gêmeos são abandonadas muitas A grande maioria A grande maioria é abandonada mesmo que tenha um casamento estruturado e a Cris repete e fala da questão das síndromes né das dificuldades físicas fisiológicas eh o quanto abandono existe também né Por estes pais então a gente sabe que realmente é uma carga muito grande a ser carregada por este pai que abandonou e essa família precisa né se reestruturar precisa caminhar precisa levantar e sabemos que nada é por acaso mas sabemos que a dor é real né Uhum é essa dor acompanha né Essa essa criança esse adolescente às vezes chegando à vida adulta com a essa lacuna e quando às vezes há a a o interesse tardio do genitor de de se colocar nesse contexto nem sempre esse indivíduo que é mais porque já não não fez parte da Constituição dele Aquela presença mas aí a gente tá falando do aspecto social psicológico diante da lei de causa e efeito essa ausência paterna como é que nós poderíamos eh pensar nas suas repercussões no desenvolvimento no crescimento espiritual do do pai que se ausenta e também a gente falou um pouquinho né dessa constituição dessa família que às vezes essa ausência já é já é e eh eh imaginada no planejamento reencarnatório como é que nós podemos ver isso diante da a gente tá falando da lei de causa efeito mas diante da da da dimensão espiritual eh eh eu fui pesquisar sabe sobre essa questão e eu achei na Revista Espírita
omo é que nós podemos ver isso diante da a gente tá falando da lei de causa efeito mas diante da da da dimensão espiritual eh eh eu fui pesquisar sabe sobre essa questão e eu achei na Revista Espírita uma lição que chama um pai negligente com os filhos Olha só né e nessa é na Revista Espírita de maio de 1866 tô colando tá eu não sei Decor legal e chama assim um pai negligente com os filhos eh esse pai ele ele era alcatra né ele era alcatra e acaba tendo filhos mas não assume os filhos absorv pela bebida né nunca se preocupou com a educação dos filhos nem com o futuro dos filhos ele desencarna e os filhos sequer souberam que ele tinha desencarnado E aí é interessante um dos filhos acaba Seguindo os passos do pai se torna alcoólatra segue a mesma história e um outro olha só como que é né Tem uma natureza diferente que fala na na Revista Espírita né que a conduta dele foi diferente né então cedo ele teve que trabalhar porque não tinha pai né cedo ele teve que trabalhar Ele foi estudar ele era Operário um bom trabalhador os patrões gostavam dele casou nunca foi rico mas casou E aí e uma numerosa família e ele se Pergunta ele se preocupa que ele nunca pode dar uma vida digna pros filhos né E numa reunião Espírita O pai dele vem e ele fala assim que a consequência do abandono a lei de causa efeito é de que ele era entre aspas o espírito protetor desse filho dele do desse filho que seguiu a vida na reta do bem né E olha só eu vou ler porque eu acho que é muito interessante né Por que que isso é eh ele se torna o o espírito protetor ele fala assim eh cadê Deus me condenou a velar pelo meu filho que jamais morrerá por Acidente porque em toda a parte sempre eu o salvo de uma morte violenta E aí tem uma observação de que esse filho viia passando por situações perigosas né quase se afogou quase se queimou quase foi esmagado na engrenagem trabalho e este pai já desencarnado é o que evitava que ele desencar que ele morisse que era que evitava que acontecesse algo mais grave então o que que a gente pode
u quase foi esmagado na engrenagem trabalho e este pai já desencarnado é o que evitava que ele desencar que ele morisse que era que evitava que acontecesse algo mais grave então o que que a gente pode pensar né a lei de causa e efeito não é a lei de itão precisamos ter isso muito claro né a lei de causa efeito não é lei de talião a lei de causa efeito é uma lei de amor então qual foi a oportunidade que Deus encontrou neste caso que esse pai depois que desencarna zelasse por esse filho encarnado ainda E aí uma hora ele fala mas por que você fala que é uma Penitência porque ele sentia as dores daquele possível acidente né então o filho quase se afogava ele sentia toda a questão do afogamento o filho quase se queimou ele sentia tudo isso no seu perispírito Lógico que é alimentado pela consciência culpada né então a gente tem diferentes recursos aí né que a que a bondade Divina nos traz no Missionários da Luz quando nós temos a história do Segismundo a gente sabe né de toda a história de que teve o assassinato na vida anterior e quando chega a vez o Segismundo reencarnar eh a mãe não consegue engravidar porque o a o pensamento do pai acaba matando os espermatozóides né então se a gente pensar num abandono Será que numa outra Encarnação às vezes esse espírito não vai ter o desejo de ser pai e vai ter mais dificuldade para isso uhum Será que numa outra Encarnação Eh ele também não pode passar pela experiência semelhante mas tudo com objetivo de aprendizado né não não precisamos tomar cuidado com esse julgamento né com a lei de causa efeito e e sempre é tempo de se arrepender né nem que seja na hora da morte nem que seja nos últimos instantes desse pai que abandonou o filho se há um arrependimento Deus é bondoso né Deus é bondoso e aproveita-se de todas as situações Então esse filho que foi abandonado pode ter um grande aprendizado também né de lutar de batalhar eh a mãe também tem um aprendizado porque nada por acaso na vida né nada perfeito hum Marcinha que que você acha Olha acho
foi abandonado pode ter um grande aprendizado também né de lutar de batalhar eh a mãe também tem um aprendizado porque nada por acaso na vida né nada perfeito hum Marcinha que que você acha Olha acho que a Fabiana colocou muito bem né Essa questão porque na realidade a lei é de Justiça amor e caridade né então quando a gente pensa Nessas questões e foi muito bom ela trazer essa questão do pai negligente porque na realidade quando a gente tá falando da ausência paterna eu posso ter ausência paterna com o pai morando dentro de casa uhum né E tem muito né E tem muito então muitas vezes preocupado consigo mesmo ou distraído pelas ondas do mundo e preocupado Só com seu desenvolvimento profissional e não tá nem muito preocupado como é que as coisas estão acontecendo dentro de casa né então na realidade quando a gente pensa Nessas questões eh a gente vê que a consciência ela vai dar uma despertada Em algum momento e essa esse despertar da consciência faz com que o Espírito do pai né ao longo das suas existências tem assim uma certa imposto por ele mesmo e não pelo pela lei divina mas imposto para por ele mesmo a questão da reparação uma coisa é você eh nem pensar em reparação outra coisa é você estar disposto reparar mas as situações que estarão envolvidas na reparação vão fazer que que na intimidade do Espírito aquilo fique martelando na consciência e consequentemente muitas vezes se tornam muito difíceis as relações dentro de casa né E daí a gente vê nos dias eh nas existências atuais as dificuldades que nós temos eh e vemos né de dificuldade entre relação entre pai e filho pai e filha pai e mãe e entre todos ou seja tudo isso na certeza de que a reparação vai trazer o melhor resultado possível até que esta reparação se torne plena e todos aprendam com aquele ensinamento né mas não é Deus que Castiga e sim a criatura que tende a reparar pela culpa que está ali eh igne dentro do seu campo mental Uhum é e todos esses aspectos que vocês colocaram são muito importantes e nos
mas não é Deus que Castiga e sim a criatura que tende a reparar pela culpa que está ali eh igne dentro do seu campo mental Uhum é e todos esses aspectos que vocês colocaram são muito importantes e nos alertam para a necessidade de uma discussão melhor Quanto a essa participação do homem dentro a preparação dele para que ele seja um um ser nessa relação que atue de uma maneira diferente até do ponto de vista histórico social que nós tínhamos no Brasil uhum porque até a primeira metade do século passado a criança era responsabilidade da mãe o pai tinha que ser mantenedor isso né hoje a gente quer um pai que participe que saiba trocar fralda que possa eh brincar com a criança que se responsabilize mas Mas temos que prepará-lo também para isso Posso acrescentar Cris Claro Posso acrescentar que que acontece eu sempre falo pros nossos pais assim eh Quando nasce a gente tem essa essa frase na nossa cartilha da infância adolescência quando nasce uma criança nasce o pai e uma mãe né mas a a dificilmente as famílias param hoje em dia para poder pensar assim qual educação que eu volto Tá qual é o papel da mãe qual é o papel do pai E qual o papel do casal na educação familiar a gente não tem esse hábito de falar sobre isso aí eu falo para eles Olha quando a gente vai comprar um carro um apartamento senta a esposa o esposo né Eh ou nas nas outras relações familiares vai sentar o casal e vai definir precisamos cortar isso e isso e isso para sobrar dinheiro para fazer isso isso e isso para comprar isso aquilo aquilo na educação da família não acontece isso né até hoje eu nunca tive um um casal que chegasse em mim e falasse nós estamos fazendo um planejamento Educacional não existe isso é Como Se repetisse o cenário é um dia atrás do outro desde sempre só que agora nós não temos mais o autoritarismo mas nós temos uma coisa preocupante que é a permissividade né nos modelos parentais que às vezes bera negligência então quando a gente pensa nessa questão do modelo Educacional isso é responsabilidade de
nós temos uma coisa preocupante que é a permissividade né nos modelos parentais que às vezes bera negligência então quando a gente pensa nessa questão do modelo Educacional isso é responsabilidade de ambos né e e e isso precisa ficar definido em família né meninas Uhum E você sabe eh Márcia que você falou uma coisa tão importante né que a gente não prepara as crianças né para terem uma família e não prepara os meninos por quê Porque as meninas brincam de casinha brincam de bebê trocam fralda e os meninos não né eu lembro que isso sempre me incomodou sados né muitas vezes se eles querem fazer isso às vezes são até cerceados Não não pode fazer isso que você é brincadeira de menina e e eu conscientemente pensando nisso eu comprei bonec para meus filhos meus três filhos T boneca eles têm boneca el são os filhos deles tem nome por falei gente se um dia eles vão ser pai eles têm que aprender a carregar eles TM que aprender essa questão dessa responsabilidade e a gente precisa quebrar enquanto sociedade eh essa coisa da brincadeira de menino e de menina né então eu sempre comprei comprei mesmo boneca para meus filhos bebê assim sabe eles tiveram cozinha eles tiveram panelinha eles tiveram comidinha eles tiveram ferro de passar roupa por quê Porque eu quero que quando eles se tornem homens adultos eles participem de verdade da família que eles sabam cuidar de uma criança que eles sabam cuidar de uma casa inclusive né que isso é eh é papel do casal né A Cris falou no começo que hoje dia a gente fal ai o pai tem que participar né não é que o pai tem que participar não o pai tem que ser pai né porque eh tem que ele é pai então ele tem que sim trocar fralda ele tem que sim que acordar de madrugada ele tem sim que levar o filho no pediatra ele tem sim que saber o nome da professora do filho ele tem o pai tem que saber disso não pode ser apenas da mulher isso não pode né só que a gente só consegue fazer isso ensinando desde pequena as crianças e eu encontrei uma fala do Chico falando
ilho ele tem o pai tem que saber disso não pode ser apenas da mulher isso não pode né só que a gente só consegue fazer isso ensinando desde pequena as crianças e eu encontrei uma fala do Chico falando exatamente disso do Chico não eh um espírito desencarnado do Chico encarnado ainda falando que é responsabilidade dos Pais sentar com os filhos perguntar como fi à escola perguntar se tem alguma coisa incomodando algum sentimento do pai e não apenas da mãe né Eh então pra gente pensar porque a gente falou desses pais que abandonam os filhos né que não põe o nome que descobre que vai ser uma coisa difícil que vai ser gêmeos que vai ser eh se vai ter algum alguma questão e abandona porque ele não foi educado para assumir esse tipo de responsabilidade né então a gente precisa enquanto adultos enquanto mãe enquanto pai enquanto educador pediatra evangelizador ensinar isso pras crianças né desde muito pequeno desde muito pequeno principalmente dos meninos né a ensinar a ser pai porque não também não vai adiantar quando ele se tornar adulto exigir algo que ele nunca sequer viu né Graças a Deus existe hoje um movimento muito recente ainda incipiente de paz repensando essa maternidade né existe eh o Thiago Queiroz que ele tem um livro chamado paizinho vírgula ele fala disso era muito interessante que eles tinham um podcast que chamava tricô de pais era ele mais três pais falando disso e é legal ouvir porque a conversa é assim eu furo orelha da minha filha no furos né preocupações que geralmente são das Mães né então a sociedade precisa quebrar isso e depende também da gente da mulher e da mãe uhum né Por quê gente porque o pai vai fazer diferente uhum ah o pai não vai fazer do seu jeito mas a gente também precisa largar a mão desse poder achar que a gente faz melhor senão eles também nunca vão aprender né É É essa delegação não é uma delegação Como existe numa outra função na verdade o o papel dele tá lá eu preciso dar o espaço para que esse papel venha se desenvolver mas na tua fala Fabiana eu
nder né É É essa delegação não é uma delegação Como existe numa outra função na verdade o o papel dele tá lá eu preciso dar o espaço para que esse papel venha se desenvolver mas na tua fala Fabiana eu vejo que é um alerta muito importante aqui quem como eu e você somos Mães de meninos nós somos responsáveis por alertar para essas coisas porque muitas vezes nós deixamos o nosso filho muito distanciado de qualquer coisa que seja operacional da casa do cotidiano e pretendemos que depois eles tenham um estalo e mudem de papel rapidamente né ao passo que no caso da mulher ela vai no caso da Maternidade ela vai se acostumando com aquela ideia a à medida que o corpo vai se desenvolvendo mas como o pai pode ser colocado dentro disso né inclusive dentro de um processo de de de Psicologia Perinatal quando eu faço atendimento Eu costumo trazer o companheiro falou assim quero ouvir você porque Ah tem sintoma tem medo né não sabe como é que vai ser essa relação no futuro Isso precisa ser discutido também né bom meninas tem muita coisa pra gente conversar e que a gente pode tá tá vendo dentro desse assunto mas a gente sabe que a luz do Espiritismo vocês eh trouxeram aí a reencarnação seja os mundo Às vezes quem vai vir como filho é alguém com quem nós tivemos algumas dificuldades no passado às vezes foi só uma dificuldade de relacionamento mas às vezes foi um crime foi um um um relacionamento completamente Desastrado eh eh cheio de de de culpas de dificuldades será que uma parte dessa desse abandono que nós observamos eh nas nas famílias pode ser colocado por conta desse aspecto de vivências pretéritas difíceis entre esse esse pai e esse filho e ou esse triângulo né pai mãe e filho e aí o pai sai fora por conta desse aspecto espiritual Vamos começar com a mácia agora pois é Cris se a gente for lá no capítulo né né da reencarnação do Segismundo a gente vai ver um detalhe interessante que na realidade o próprio Segismundo estava ressabiado de seguir o processo encarnatório Porque ele sentia da parte
apítulo né né da reencarnação do Segismundo a gente vai ver um detalhe interessante que na realidade o próprio Segismundo estava ressabiado de seguir o processo encarnatório Porque ele sentia da parte do Adelino né que seria o seu futuro pai né aquele rancor aquele medo novamente de algo acontecer a gente sabe que a maioria dos problemas que a gente tem em família eh acontece nessa vida atual né mas a gente não pode esquecer que as repercussões do passado também somam até porque no capítulo onra pai e mãe do Evangelho Segundo espiritismo Kardec traz a questão dos laços familiares né E esses laços familiares quando são para ser trabalhados as arestas em termos de dificuldades de relacionamentos muitas vezes eles se fragilizam e se quebram facilmente e daí você tem as separações cada um para um lado Geralmente as mães ficam com as crianças o pai segue em outra vida às vezes até amorosa né E tem aquele divórcio emocional do pai para com o filho e para com a ex-esposa né então quando a gente observa isso é claro que as relações anteriores Elas têm um um um percentual de intenção naquilo que não consegue se resolver bem nas relações intrafamiliares e isso a gente vai trabalhar muitas vezes busca-se eh dentro dos consultórios da Psicologia quando se entende que precisa pelo menos tentar recuperar os relacionamentos seja com eh o cônjuge ou seja com os filhos mais velhos né e a gente vê isso muito nos com os adolescentes eh a gente precisa buscar as relaç tornar as relações empáticas até porque a gente pensa que geralmente os mais velhos costumam ter o bom senso ou costumam pensar sobre isso né mas hoje em dia a gente também vê pais que estão tão preocupados consigo que eles não buscam também eh trabalhar essas questões das relações empáticas ou seja Ah não não dá certo não deu certo Deixa para lá né E isso não adianta porque isso vai repercutir na vida futura vai ser causa de aflição futura de novo né então ao trabalhar esses recursos dentro da família mesmo que as relações Sejam difíceis pelo menos a
o não adianta porque isso vai repercutir na vida futura vai ser causa de aflição futura de novo né então ao trabalhar esses recursos dentro da família mesmo que as relações Sejam difíceis pelo menos a gente ouve a tentativa e não falta recurso uhum não falta recurso psicológico não falta recurso pedagógico não falta diálogo e não falta a resiliência que as pessoas às vezes não t ainda inseridas em si essa capacidade de se colocar no lugar do outro então hoje em dia se a gente for pensar lá no Segismundo como exemplo nós estaríamos hoje recheado de possibilidades de de pais que não tê condições de seguir adiante e às vezes também não estão determinados para isso né porque isso é trabalhoso isso não é uma coisa que você resolve de um dia paraa noite e aí existe o pivô importante né Cris que é a mãe ou a cuidadora que vai dar esse tom esse olhar diferenciado quando ela está realmente preocupada com seu núcleo familiar e tentar abordar isso de uma maneira ou profissional associado com essas relações empáticas da mãe para com a sua família né então eu penso que na realidade a gente pode buscar ajuda sempre né Uhum uhum eh eh só complementando a gente precisa tomar muito cuidado né com com esta fala ah a a o relacionamento está difícil Porque numa outra Encarnação um prejudicou o outro enfim a gente sabe disso enquanto Espírita né mas o que ficou no passado Ficou não podemos usar isso como desculpa inclusive no Evangelho no capítulo que a Márcia citou dos laços de família é é claríssimo quando fala assim que os espíritos eles combinam no espiritual há uma reconciliação a reconciliação houve existiu o que acontece quando a gente chega na carne tudo fica difícil né a gente eh fica muito mais difícil mesmo né a gente fica aqui mergulhado na matéria nas ilusões vem tudo à tona então a gente precisa tomar cuidado porque eu já ouvi gente falando assim ah não é porque na outra Encarnação ele deve ter feito mal pro meu filho e tal gente então se nessa veio como pai é porque há
então a gente precisa tomar cuidado porque eu já ouvi gente falando assim ah não é porque na outra Encarnação ele deve ter feito mal pro meu filho e tal gente então se nessa veio como pai é porque há condições de reparar né então a gente precisa ter essa consciência que sim tem coisas do passado principal Lógico né gente nos relacionamentos mais difíceis tem essa questão do passado né A Cris pode falar uma coisa para mim e não acontecer nada aí minha mãe vai falar a mesma frase nossa senhora por quê Porque nós temos essas vinculações do passado né mas não adianta a gente ficar olhando pro passado não adianta ficar usando como desculpa a gente precisa realmente ter essa clareza F assim bom estamos juntos então vamos dar a mão e vamos tá difícil né A Márcia falou vamos buscar ajuda né psicológica buscar ajuda na casa Espírita prece evangelho pass tudo o que for possível né E a gente não sabe às vezes naquela Encarnação eh vencer aquela Encarnação é aen esses dois espíritos pensando no pai e no filho não acabarem com a vida um do outro se eles terminar a Encarnação assim já foi uma grande Vitória para eles né Uhum é eu tava ouvindo vocês duas falando e pensando nos recursos que a gente tem também na casa Espírita que nem sempre são utilizados pela família quando você tem esse tipo de dificuldade então é importante eu gostaria que a gente pudesse falar um pouquinho sobre isso também porque a família tudo bem a gente pode dar essa ajuda profissional Mas além da compreensão a casa Espírita pode oferecer a essa família também alguns elementos que vão favorecer bastante a essa harmonização pode ser que não se chegue a ter um vínculo amoroso positivo mas pelo menos uma convivência com com urbanidade né e um certo respeito Vocês podiam falar um pouquinho sobre isso a Marcinha eu sei que ela tem uma recomendação que ela sempre faz faz pros pais para melhorar o ambiente doméstico né Márcia é assim né Cris a gente sabe que na casa Espírita A gente tem a entrada desses problemas
sei que ela tem uma recomendação que ela sempre faz faz pros pais para melhorar o ambiente doméstico né Márcia é assim né Cris a gente sabe que na casa Espírita A gente tem a entrada desses problemas muitas vezes pelo atendimento fraterno Uhum mas eu acho que tanto a evangelização quanto os grupos de pais à luz que estudam esses temas à luz da doutrina espírita são ferramentas importantíssimas por quê Porque quando você tem um grupo de pais onde você vai ter Eh vamos supor 10 casais né 10 pais ou ou ou cuidadores né todo mundo ali Junto e Misturado trabalhando esses temas muitas vezes um problema de um acaba sendo o problema de quase que todos né que são as dificuldades de relacionamentos que são muitas vezes o entendimento interpessoal que são não estarem ainda vinculados com o evangelho dentro no lar através do estudo do Evangelho no Lar né Então essas relações dentro da casa Espírita elas são fundamentais para que a gente possa trabalhar essas questões dos relacionamentos por quê Porque às vezes as pessoas não têm condições de buscar uma assist ência terapêutica mas a casa Espírita pode fornecer nesse sentido a luz do Evangelho né e trazendo a coisa não no limar espiritual mas para dentro das relações familiares do dia a dia porque todo mundo vai passar por uma dificuldade assim né então eu penso viu Cris que nessa nesses casos quando a casa Espírita se propõe né E principalmente agora área de família trabalhando esses temas eu acho que a gente existe assim um um corredor enorme pela frente a ser desbravado mas precisa trazer isso pra praticidade do dia a dia né porque é falando que você ten a oportunidade de eh trazer esses pais no sentido no de estarem eh mais próximos né assim como o evangelizador percebeu a criança diferente o ele tá envolvido no problema porque ele é o evangelizador ele tem que chamar o pai ou a mãe olha tô notando isso tô notando aquilo alguma coisa que aqui a gente pode trabalhar né não pode ter aquela dicotomia evangelizador evangelizando e pais né
angelizador ele tem que chamar o pai ou a mãe olha tô notando isso tô notando aquilo alguma coisa que aqui a gente pode trabalhar né não pode ter aquela dicotomia evangelizador evangelizando e pais né tem que ter né Fabiana tem que est integrado né porque faz parte uma mesma família uhum sim Nossa eh exatamente né como eu penso também e é fundamental é fundamental às vezes eu vejo algumas casas espíritas com receio Ah mas eu vou convidar os pais eles vêm eles vêm eles estão ávidos por se sentir amparados também né então começa um grupo de pais na hora da evangelização gente a melhor coisa é na hora da evangelização porque a evangelização às vezes é um tempo tão curto né ah não dá nem tempo de fazer uma compra mas na hora da evangelização o pai e a mãe deixa a criança lá e tem o seu momento e é riquíssimo e o quanto isso fortalece mesmo né os laços familiares com certeza bom tem uma outra questão né a gente tá falando aqui da ausência do pai em que por alguma circunstância às vezes um problema de saúde eh o pai desencarna muito precocemente e não pode acompanhar a trajetória desse desse filho essa ausência desse pai vai ter eh pode ser mitigada e vai ter o mesmo efeito de um abandono né ou aos ausência do pai pela morte é diferente do abandono olha no meu entendimento são coisas diferentes porque na realidade você tem uma predisposição mórbida ou seja um adoecimento que fez com que essa separação ocorresse e aí no livro obreiros da vida eterna a gente vai ter um caso de desencarnação em que o pai está próximo de desencarnar e faz um tratamento domiciliar né e os filhos que são pequenos participam fazem o Evangelho com ele dão quando chegam da escola dão assistên ao pai juntamente a mãe né então são crianças que participam desse processo da desencarnação gradual né então quando você tem esse e você não viu ninguém orado na no relato de André Luiz quando o pai desencarna estão todos muito seguros de si porque sabem que é uma etapa apesar de serem crianças apesar de terem chorado apesar de sentirem saudade
inguém orado na no relato de André Luiz quando o pai desencarna estão todos muito seguros de si porque sabem que é uma etapa apesar de serem crianças apesar de terem chorado apesar de sentirem saudade né que isso uma coisa não implica na ausência da outra mas não é abandono porque você tem uma etapa que foi interrompida por uma necessidade não só para o pai a mas também vamos olhar no sentido suave da coisa em termos de trabalhar questões familiares né o no abandono é diferente o abandono a criatura de cabeça erguida resolve que não vai seguir adiante e que também não tem mais nenhuma responsabilidade viu Cris eu penso que é por aí OK é eu eu penso também e depende assim pensando na criança né no filho nos filhos depende muito de como esse processo é conduzido né eu falo muito muito a importância de falar a verdade paraas crianças né Não vai falar que o papai virou estrelinha não vai eu já vi Espírita falar não virou estrelinha né gente papai continua vivo papai tá no plano espiritual só o corpinho que desencarnou né papai continua papai tá perto assim ele vai continuar o tratamento assim que possível Ele vai vir nos visitar a gente vai vê-lo nos sonhos a gente pode conversar com ele é diferente do Abandono agora Como que essa criança vai elaborar isso ao longo da existência dela Aí cabe a ela né Uhum mas eu eu fico eu a gente teve um caso muito recente na nossa evangelização do pai ter ido cedo e que inclusive participava com a gente do grupo de paz foi um infarto fuminante foi um negócio assim que ficamos bem impactados né ela tem dois filhos pequenos e e foi muito interessante porque a um dos meninos falou assim mas eu já sei mamãe que é só o corpinho do papai que foi embora quando Deli vai vir nos visitar Lógico que sofrendo Lógico que com dor mas e a mãe conta pra gente que uma semana antes eles estavam conversando em família e ele tava ele tinha começado a participar do grupo mediúnico e ele falou assim falou assim olha agora eu já posso desencarnar porque se eu precisar ajuda eu sei como
es estavam conversando em família e ele tava ele tinha começado a participar do grupo mediúnico e ele falou assim falou assim olha agora eu já posso desencarnar porque se eu precisar ajuda eu sei como faz e uma semana depois ele desencarnou e ele teve essa conversa em família com a mãe e com os filhos pequenos né então é diferente do abandono claro que é agora a gente precisa falar a verdade pras crianças Precisa né e não dá falar que virou estrelinha não dá pr falar que tá no céu com o papai do céu a criança vai olhar pra nuvem vai falar Como assim cadê meu pai porque a criança é concreta né a criança concreta então a gente fala a gente é espírita a gente acredita nisso vamos falar a verdade porque medo né eu vejo mães pais com medo né o avô desencarnou a como que eu vou falar vai falar que o corpinho morreu e que o vovô continua vivo no plano espiritual aí eu acho que é diferente do que falar que virou estrelinha né eu tenho você viu que eu tenho uma implicância com a estrelinha né mas a gente precisa tomar muito cuidado mesmo é real isso né é interessante que que vocês estão falando eu lembro de uma situação do pai e uma outra situação de uma mãe que deixaram cartas foi um processo de câncer eles sabiam que iam desencarnar cartas datadas para serem entregue aos filhos em determinadas épocas e é muito interessante Porque apesar de estar fora do campo físico ele deixa ali os valores a presença uma mensagem um carinho para aquele filho que tá ali e que mostra essa continuidade da história que pode acontecer e é muito importante nisso que vocês duas falaram a participação da família não só da mãe mas da família como um todo para dar esse suporte porque às vezes essa figura paterna Que Se Foi muito precocemente esse papel às vezes vai sendo exercido por um tio ou por um avô que vai trabalhando enquanto a criança vai estruturando aquilo ali na cabecinha dela de uma maneira mais adequada tá bom temos ainda uma situação que infelizmente no nosso país ela é muito frequente que são os os meninos que se
o a criança vai estruturando aquilo ali na cabecinha dela de uma maneira mais adequada tá bom temos ainda uma situação que infelizmente no nosso país ela é muito frequente que são os os meninos que se tornam pais muito precocemente então então a gente fala da gravidez precoce mas a gente tem o pai precoce né no nosso país a gente ainda tem um expressivo número de crianças que nascem dessas gestações precoces né 19% dos homens entre 15 e 29 anos segundo o senso de 2009 formações do do do IBGE eram pais né como trabalhar né Esse aspecto da paternidade tão precoce né Tanto do ponto de vista preventivo quanto do ponto de vista da de uma paternidade responsável Apesar desse pai ser tão jovem aí vocês já fazem essa essa resposta já com uma mensagenzinha final porque vai ser o nosso tempo de de fechar o programa perfeito Cris olha eu tenho no consultório três pais de 15 anos que ficaram assoberbados quando souberam que as namoradas estavam gestantes né e eu os Trato como Senhor porque o hábito do pediatra é o respeito do pai para e a mãe então é o Senhor e a senhora né então na realidade quando a gente vê isso a a a gente tem que lembrar que o diálogo familiar ele é fundamental desde o início como a a a Fabiana colocou e você colocou também Cris desde pequeno tem que conversar e hoje em dia como a gente tá tendo essas relações familiares muito permissivas eh se terceiriza muito essa questão da educação sexual e se chama pouco na responsabilidade o diálogo familiar porque ser pai e ser mãe não é brincar de casinha ser pai e ser mãe e você ser responsável por alguém né então Eh quando a gente trabalha essas questões né a gente sempre orienta para os pais que vão procurando essa questão da educação sexual no dia a dia falar o que pode o que não pode o que deve o que não deve é função de pai falar o que pode o que não pode a gente não pode ser amigo a gente tem que ser amigo mas antes de tudo eu tenho que ser pai ou mãe né eu tenho eu sou responsável pel aquela criatura então a gente precisa prevenir
pode o que não pode a gente não pode ser amigo a gente tem que ser amigo mas antes de tudo eu tenho que ser pai ou mãe né eu tenho eu sou responsável pel aquela criatura então a gente precisa prevenir mas numa Educação de diálogo aberto e Franco com esses adolescentes acima de 15 anos os hormônios já estão aí supitando nas meninas e nos meninos os óvulos já estão sendo liberados e a possibilidade de engravidar ela sempre existe então ser pai e ser mãe é ser é ser mais do que amigo é você trabalhar no fim noções de responsabilidade para com o seu próximo mesmo que esse seu próximo seja sua namorada e seu futuro filho se você não tomar cuidado né Não que seja ruim mas precisamos dar tempo necessário e o tempo de educação eh eh com fidelidade da responsabilidade para que essas crianças que são adolescentes né Elas possam entender a vida de uma maneira diferente e com isso Cris eu agradeço muito a oportunidade de estar aqui com vocês a gente sempre o departamento de família sempre agradece muito a área de família pelos convites que fazem para nós todos os anos ok Fabiana eh eu vou complementar o que a Márcia tava falando sobre a questão de ensinar responsabilidade né os pais a mãe e o pai tem sim que ser eh autoridade não autoritários com os seus filhos não tem que ser amigo não é mãe e pai né é mãe e pai tem que ter uma relação de respeito mútuo do filho para o pai e do pai pelo filho a gente também precisa respeitar as crianças e os adolescentes né E se a gente quer que os nossos filhos se tornem adultos responsáveis adolescentes responsá precisamos ensinar responsabilidade desde cedo Lógico que adequado a idade de cada criança então ele precisa aprender essa responsabilidade e a consequência dessa dessa falta de responsabilidade e essa consequência não é dar castigo não ele perceber na real dar um exemplo muito prático hoje hoje indo PR escola mamãe não tem meia escola olha eu lavei a roupa porque o combinado é que eu lavo a roupa que tá no cesto não a que tá jogada no chão não que tá enfiada no
xemplo muito prático hoje hoje indo PR escola mamãe não tem meia escola olha eu lavei a roupa porque o combinado é que eu lavo a roupa que tá no cesto não a que tá jogada no chão não que tá enfiada no armário né falei assim eu lavei a roupa do cesto ai as meias estão todas aqui falei então o que que você vai fazer agora eu não vou sair correndo ele já veja eles já estão com 11 anos né não é uma criança de quatro não vou sair correndo comprar meia para ele ele sabe que a responsabilidade dele é simplesmente pôr a meia no cesto que que eles fizeram um foi sem meia e o outro pois a meia suja Ou seja eu não dei castigo mas ele aprendeu com uma coisa simples uma responsabilidade e é nessas coisas simples onde nós não vamos fazendo tudo pelos nossos filhos sendo permissivos como a Márcia falou mas também não sendo autoritários castigando né xingando deixando de castigo batendo mas ensinando simplesmente a vida como ela funciona né não ter não querer adular os nossos filhos mas também e estar do lado quando eles precisarem e eu queria muito agradecer também tô muito feliz de participar eh deste trabalho que eu acho que é o principal paraa nossa sociedade pro planeta realmente ser um planeta Regeneração que a gente tá falando tanto e a casa Espírita Tem que olhar mesmo para a evangelização infantil pra mocidade pro grupo de pais porque aí que é a base e aí que tudo começa né Muito obrigada meninas gratidão por esse trabalho tão bonito por esse bate-papo tão gostoso na certeza de vê-las aqui conosco mais algumas vezes porque sempre temos muito para falar e conversar porque afinal de contas a família é a principal instituição que existe no nosso mundo é ela que vai transformar a sociedade e para que ela transforme a sociedade ela também precisa se transformar crescendo evoluindo trabalhando tantos assuntos até a próxima semana fiquem com Deus até já bye bye somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do Evangelho do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o que
até a próxima semana fiquem com Deus até já bye bye somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do Evangelho do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o que conquistamos o nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis a comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar a quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas produzidos por comunicólogos produtores audiovisuais cenógrafos editores de designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a você apoiador do nosso trabalho e somos gratos por toda a sua doação até aqui mas este trabalho precisa continuar podemos acolher ainda mais pessoas e para continuar alcançando tantos corações precisamos de você por isso mais uma vez contamos com seu apoio financeiro apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você trabalhamos pelo consolo pelo esclarecimento e pela esperança e sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente a padrinha FEB TV estamos juntos com você através da FEB TV acesse do febtv.com.br e faça sua doação eu quero viver
Vídeos relacionados
#836 Vamos Orar | 18/06/25
FEBtv Brasil
#136 Um Tesouro Chamado Infância e Juventude | Clube de Leitura
FEBtv Brasil · Lusiane Bahia, Simone Ferreira, Renata Barros
#83 A criança à luz do espiritismo | Clube de Leitura
FEBtv Brasil · Lusiane Bahia, Renata Barros, Pedro Azevedo
BLOCO 3 MANHÃ - 8º CEU - CONGRESSO ESPÍRITA DE UBERLÂNDIA-MG
FEBtv Brasil · Adeílson Salles
Papo com o Autor – Para Além das Telas Digitais | Família no Ar
FEBtv Brasil
4º Congresso do Espiritismo.net, Bloco 2: Espiritismo e a Religião Contemporânea
FEBtv Brasil · Thiago Barbosa, Ana Tereza Camasmie, Rafael Siqueira
BLOCO 3 MANHÃ - 8º CEU - CONGRESSO ESPÍRITA DE UBERLÂNDIA-MG
FEBtv Brasil · Cacá Rezende, Thiago Alves, Moacyr Camargo, Anatasha Meckenna, Adeílson Salles
#369 Palavras de Luz - Mensagem ao seu coração | 13/05/22
FEBtv Brasil