CONECTANDO COM O PALESTRANTE | IVANA RAISKY
"Conectando com o palestrante" é um programa do canal CONECTA ESPIRITISMO no formato de entrevistas com o objetivo de apresentar ao público informações pessoais dos mais requisitados palestrantes do movimento espírita. Conduzido por Paulo Witter, do CEAK Conchal/SP, vai ao ar todas as segundas, às 20h30! Nesse programa a entrevistada é a colaboradora do Conecta IVANA RAISKY, de Goiania/GO. Conecte-se conosco! https://www.youtube.com/@ConectaEspiritismo https://www.instagram.com/conectaespiritismooficial/ #kardec #kardeciscmo #espiritismo #evangelho #conectaespiritismo ✅ Inscreva-se no canal 👍 Deixe seu Like ✍️ Escreva seu comentário 🔔 Ative as notificações para não perder nenhum vídeo. 📲 Compartilhe com seus amigos
Bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada para todos nós, para aqueles que estão ao vivo, para aqueles que irão assistir depois. Estamos aqui para mais um programa Conectando com o palestrante do nosso canal Conecta Espiritismo. E hoje temos a grata satisfação de receber Ivana. Ivana Heisk, boa noite, boa tarde, bom dia, boa madrugada, Ivana. >> Então a gente diz: "Oi, tudo bem, pessoal?" >> É simples, né? [risadas] >> Que bom estarmos aqui, Paulo, para conversarmos. Muito obrigada pelo convite. >> Eu que agradeço. Lembrando que esse nosso programa ele é recente, ele estreu há poucas semanas e o propósito dele é ter um contato, uma aproximação, nos conectarmos propriamente dito com esses nomes do movimento espírita que tanto nos auxiliam, nos ensinam, nos trazem reflexões. E a Ivana tá nesse time, por isso o nosso convite. E ela gentilmente concordou em participar para contar um pouquinho da sua trajetória, do seu contato com o espiritismo, né? O seu contato com a tribuna espírita, né? Név? Então eu queria que você fizesse uma prece inicial pra gente abrir. Pode ser? >> Pode sim. Nós queremos, Senhor, neste momento agradecer por tudo que o Senhor nos dá. mas principalmente pela doutrina espírita nas nossas vidas, por este conhecimento que nos esclarece e nos consola. Obrigada, Senhor, pela presença e pelo amparo dos benfeitores amigos. E que nós possamos sempre estarmos sintonizados com esses bons espíritos para fazermos sempre aquilo que for o melhor, o melhor que pudermos ser a cada dia. Muito obrigada, Senhor. Pedimos que fique conosco hoje e sempre. Que assim seja. Que assim seja. Então, Ivana, como a proposta do programa é uma um formato de entrevista, eu não vou te apresentar, vou pedir para que você se apresente para o pessoal. >> Bom, vamos lá. Eh, eu sou Ivana Rais, eu sou goiana de nascimento, nascida em Jataí, que é uma cidade que fica a sudoeste do estado de Goiás, mas me mudei paraa Goiânia ainda na infância, então eu sou mais goianiense, né? porque
ana Rais, eu sou goiana de nascimento, nascida em Jataí, que é uma cidade que fica a sudoeste do estado de Goiás, mas me mudei paraa Goiânia ainda na infância, então eu sou mais goianiense, né? porque vivi quase a minha vida toda em Goiânia. Sou casada, tenho dois filhos e sou espírita desde 1990. Eu tinha na época 20, 20 e poucos anos e tive a alegria de conhecer o espiritismo da melhor forma possível. Qual é essa melhor forma? Não foi pela dor, eu fui porque eu queria aprender, né? Graças a Deus, não foi. Eu era uma pessoa que sempre gostei muito de leitura, eu gostava muito de ler e eu tinha sido criada como católica, fiz primeira comunhão, tudo aquilo, né, que a minha mãe me conduziu. E é interessante, Paulo, que a minha família, pelo lado da minha mãe, a maioria eram evangélicos, pelo lado do meu pai eram espíritas e mas nós éramos católicos. Então, quando eu cheguei na adolescência, eu participava da juventude, da igreja que ficava próxima da minha casa. E eu sempre tive eh uma característica de ser muito curiosa. Eu queria entender as coisas. E eu perguntava muito nas nossas reuniões de jovens. Eu devia ter na época 14, 15 anos. E eu perguntava muito. E o coordenador de juventude da igreja uma vez disse para mim: "Minha filha, você se preocupa com muitas coisas, mas isso são mistérios de Deus, né? Você não precisa ficar se preocupando com isso." E isso para mim foi assim um balde, né, de água fria, porque eu eu não eu não entendia muitas coisas que a igreja defendia. Eu não achava que aquilo era certo e ninguém me explicava. Então, depois disso, eu me desencantei, parei de frequentar a igreja. Durante um tempo, eu participava de cultos evangélicos, porque eu tinha alguns amigos evangélicos e eu achava muito bonita aquela parte inicial do louvor. Eu achava muito lindo aquela parte que eles cantam, né? Aquilo ali eu me sentia muito acolhida. Mas quando o pastor começava o culto propriamente, o que ele falava, eu não concordava. Eu achava uma absurda algumas coisas que
uela parte que eles cantam, né? Aquilo ali eu me sentia muito acolhida. Mas quando o pastor começava o culto propriamente, o que ele falava, eu não concordava. Eu achava uma absurda algumas coisas que ele falava. Então eu percebi que também não era aquilo que eu procurava, né? E é curioso porque quando a gente vai numa igreja evangélica, existe assim uma certa pressão, né, para que você aceite Jesus. Era aquela coisa, né? É, >> eu me lembro que às vezes eu ia no culto e quando começava o culto, o pastor começava a falar assim: "Aquele que sente o chamado, que aceita Jesus no seu coração, levante-se, venha à frente." E eles viravam e olhavam assim para mim. Então, eu percebi que não dava mais para ir, porque eu ainda não queria aceitar aquele Jesus que eles me ofereciam, né? Porque eu achava que eu já tinha Jesus, né? Aceito em mim. Mas foi já no início da vida adulta que uma amiga me emprestou um romance espírita. E eu li esse romance, me encantei, comecei a a ler outros romances e nessa época meu marido viu um anúncio nos classificados do jornal popular aqui de Goiás, que é o maior jornal, né, de circulação no estado. >> E nesse anúncio dizia assim: Início de novas turmas do estudo sistematizado da doutrina espírita na Federação Espírita de Goiás. Pronto. >> Isso foi no comecinho de 1990 e eu fui parar na federação e nunca mais saí, né? Me encantei com espiritismo e encontrei o que eu procurava. [risadas] Finalmente. >> Não só foi parar na federação, como se tornou presidente dela depois. Toda uma trajetória que você vai detalhar pra gente, né? >> Pois é. Coisas da vida, né? [risadas] >> Muito legal. Agora, essa experiência com a a igreja evangélica, eu não tive eh mas eu tive a experiência do catolicismo, né? Uma família toda católica, embora entrevistada seja você, mas vou me permitir aqui essa essa colocação eh de pais que davam curso de casamento, curso de crisma, a minha avó tinha uma uma um coral na igreja, ela ela ela sempre foi ministra da igreja. Então essa transição pro espiritismo é
essa colocação eh de pais que davam curso de casamento, curso de crisma, a minha avó tinha uma uma um coral na igreja, ela ela ela sempre foi ministra da igreja. Então essa transição pro espiritismo é interessante porque quando você colocou o estudo, né, e as coisas que se encaixam, quantos de nós que não somos de berço espírita temos esse movimento porque parece que algo não completa, né, Ivana? Fica faltando o encaixe. Você citou a parte do louvor na igreja evangélica que te atraía e te acolheu, mas a parte intelectiva não, né? Então é interessante, né? Exatamente. Porque eu sempre questionava, não é, essa questão das penas eternas, essa questão das desigualdades do mundo. E eu tentava entender como é que aquele Deus que a igreja nos apresentava como sendo o Deus de amor, o pai, não é? conforme Jesus nos ensinou como é que esse Deus eh permitia que pessoas aparentemente, né, pessoas boas que nunca tinham feito mal para ninguém sofressem tanto, ao passo que outras, né, aparentemente viviam uma vida de muitos privilégios. Então, essa coisa das desigualdades, das riquezas, da das pessoas já nascerem deficientes, né? Eu tenho um sobrinho que tem síndrome de Down. Ele foi o primeiro filho da minha irmã. Minha irmã tinha 20 anos quando ele nasceu. Então ela não era uma mulher madura que normalmente, né, esses casos vêm com mulheres mais velhas. Não havia assim uma explicação para aquilo. >> E eu tentava entender, não é, por que que Deus permite que algumas pessoas já nasçam com essa condição de uma síndrome, de um de um uma deficiência física, mental e outras não, né? Como é que Deus escolhia? E então assim, eram muitas coisas que eu queria entender, mas que a religião na época não me satisfazia. E quando eu comecei a estudar o espiritismo, eu me lembro assim que no meu primeiro ano eu fiquei tão empolgada com aquilo, porque eu comecei a entender, né? Eu comecei a achar as respostas e eu pensava: "Meu Deus, as pessoas têm que saber disso, né? As pessoas precisam conhecer isso
ano eu fiquei tão empolgada com aquilo, porque eu comecei a entender, né? Eu comecei a achar as respostas e eu pensava: "Meu Deus, as pessoas têm que saber disso, né? As pessoas precisam conhecer isso porque é revolucionário esses conceitos, né? Eh, como assim vem e abre a nossa mente para que a gente possa entender a vida, né, e as coisas da vida. >> Muito legal. E como foi o contato para chegar, início pro estudo, pelo esse envolvimento, essa empolgação e quando que chegou a Ivana Palestrante? Pois é, em 1990, então eu comecei no ESD, eh, fui uma aluna exemplar, digamos assim, porque eu não faltava. E interessante, né, Paulo, na época, eu ainda bem jovem, né, com 20, eu acho que eu tinha o quê, 21 anos, 22 por aí, eh, eu não tinha carro, eu morava longe, então eu precisava ir de ônibus pra federação. Eh, o ponto de ônibus era distante da federação, da federação, cerca assim de oito quarteirões que eu tinha que ir a pé. E eu não medi esforçar com >> Pois é, [risadas] era sim. E eu não medi esforços, eu não achava difícil, porque eu amava estar ali. Eh, então, logo depois, eu já estava mais ou menos no terceiro ano do estudo do ESD, quando a federação ofereceu um curso de formação de palestrantes espíritas. E eu me matriculei nesse curso. E nessa época eu já era professora, eu atuava como professora de ensino fundamental, de ensino médio. Então eu já não eu não tinha dificuldades, né, para me comunicar. Eu já tinha tido também uma experiência desde muito jovem com movimento comunitário. Eu fazia parte da associação de bairros no meu bairro. Então eu já tinha um certo costume de participar de reuniões, já havia ali algum, né, conhecimento prévio. E eu comecei a fazer o curso de palestrantes, que na época eh nós fazíamos em um semestre, eram seis meses, todos os sábados das 14 às 18. Hoje eu fico rindo porque a gente oferece um curso de palestrante de fim de semana e as pessoas não têm tempo de fazer, né? Naquela época a gente fazia assim. E assim foi, eu comecei a, né, logo que
. Hoje eu fico rindo porque a gente oferece um curso de palestrante de fim de semana e as pessoas não têm tempo de fazer, né? Naquela época a gente fazia assim. E assim foi, eu comecei a, né, logo que nós estávamos finalizando o curso, nós tínhamos um colega que fazia o curso conosco, que era dirigente de um centro espírita e era um centro espírita próximo à minha casa, inclusive foi a primeira casa espírita que eu entrei na minha vida foi lá. E quando nós finalizamos o curso, ele disse assim para mim: "Minha irmã, agora você já está pronta. Eu já vou marcar para você a primeira palestra lá na nossa casa". E assim, né? Eu fiz essa primeira palestra e depois nunca mais parei. >> E aí foi foi nesse centro e começou a ampliar começaram a surgir convites para outras casas, depois para outras cidades. >> Exato. O que que acontece, né? você começa e aí as pessoas, um comenta com o outro, uma casa pede indicação de palestrante pro outro, né? E foi muito curioso que aconteceu, um fato que aconteceu comigo, Paulo, que eu acho que assim me mostrou que eu tinha, eu tinha eu tinha condições de fazer aquilo, porque quando nós fazíamos o curso, a primeira palestra que o nosso instrutor marcou, ele nos deu 10 minutos, deu um tema e nós tínhamos que preparar uma palestra com 10 minutos. E eu pensava assim: "Meu Deus, mas 10 minutos é tempo demais, não é? O que que eu vou falar em 10 minutos?" E fiz a palestra em 10 minutos. Quando nós finalizamos o curso, eu fiz a minha primeira palestra lá na Casa Espírita que eu frequentava, era um sábado. Então, era um sábado, o público era menor, o nosso dirigente marcou justamente no sábado para eu me sentir um pouco mais confiante, né? não ir logo para um dia que era a maior reunião, me marcou na reunião menor >> quando foi na semana seguinte, eu cheguei no centro para assistir a palestra, entrei, me sentei e tô ali aguardando. E eu percebi que o dirigente da casa tava sozinho lá na mesa, na frente, né? E eu pensei: "Ah, vai ver que hoje ele é o palestrante da noite",
sistir a palestra, entrei, me sentei e tô ali aguardando. E eu percebi que o dirigente da casa tava sozinho lá na mesa, na frente, né? E eu pensei: "Ah, vai ver que hoje ele é o palestrante da noite", porque não tinha outra pessoa com ele. Ele fez a prece. Assim que ele terminou a prece, ele disse assim: "Agora eu quero chamar a nossa irmã Ivana para vir fazer para nós a a palestra da noite. Eu queria que o chão se abrisse, né, que e eu pensei: "Meu Deus, que que ele tá fazendo comigo?", né? Mas o que que eu fiz? Eu me levantei e fui, porque eu pensei, alguém vai ter que fazer isso. Ele me chamou, eu vou. >> Mas ele fez de casa pensado ou faltou o palestrante? >> Faltou o palestrante. >> Sim. >> Ele esperou até o último minuto porque ele pensava assim: "De repente eu faço a preça, o tempo do palestrante chegar, né? Como o palestrante não chegou, ele pensou, ela fez a palestra no sábado, era terça da semana seguinte, ela vai saber. Quando ele me chamou, eu olhei para ele, me fui e perguntei para ele assim: "Mas eu vou falar o quê?" Aí ele disse: "Faz a palestra do sábado". >> "Repe. >> Repete." E eu fiz a palestra do sábado. Depois disso, eu perdi o medo. Eu disse assim: "Tudo bem, [risadas] não é? Se você se prepara, se você estuda, você estudou, você se preparou, pronto, você vai fazer o melhor que você puder, não é? E o que que fez com que eu começasse a ir para outras cidades? Eu fui trabalhar na federação. Então, como o meu estudo foi lá, eu acabei me vinculando também à FEG. Eu era trabalhadora de uma casa espírita, mas eu também era voluntária na FEGO. E a partir de 2000 nós começamos a fazer um trabalho em todo o estado de Goiás, percorrendo o estado, com visitas, né, com encontros de trabalhadores. E acabou que eu fiquei conhecida no estado inteiro, né, por conta de estar em contato com os trabalhadores do estado inteiro. Então, começaram os convites para semanas espíritas, né, palestras no interior. Eh, eu era da área de comunicação social espírita da FEGO,
a de estar em contato com os trabalhadores do estado inteiro. Então, começaram os convites para semanas espíritas, né, palestras no interior. Eh, eu era da área de comunicação social espírita da FEGO, então nós íamos pro interior para oferecer cursos diversos, cursos de oratória, uma série de coisas, né? Então, logo eu comecei a fazer palestras no estado inteiro e a questão de fazer palestra em outros estados começou com o trabalho da febre, porque em 2007 eu fui convidada pelo Miricea, que era na época o nosso coordenador nacional da área de comunicação social espírita. O Meri me convidou para assumir com ele a coordenação adjunta da área. Então, de 2007 até 2019 eu fiquei na área de comunicação na FEB. E nesse trabalho, né, nós viajamos o Brasil inteiro, nós fomos para todos os estados do Brasil. Fui várias vezes em vários estados. Então a gente acaba o quê? Você fica conhecido, a pessoa te conhece, né? Você faz amizade, a pessoa te convida. E eu sempre nunca tive dificuldade, sabe? Graças a Deus, eu tenho um marido que é super apoiador, ele sempre me apoiou muito, então eu aproveitava para trabalhar. É, isso é muito importante, né? Ter em casa quem quem concorda, quem eh permite, né? Porque se houver uma trava ali, uma dificuldade, uma parte do trabalho fica tolhido, né? Porque normalmente é final de semana, né, Ivana? Fica >> sexta, sábado, domingo fora, volta domingo à noite, segunda de manhã, né? Eu acho que é >> é por aí, né? É >> agora uma coisa certa, viu? >> Desculpa, desculpa. Pode. >> Não, não, não. Eu digo nesse ponto, eu realmente sou muito abençoada porque eu só tenho que agradecer. Meu marido sempre foi muito parceiro. >> E eu e você falou que você passou a ser muito conhecida, mas só ser conhecida não resolveria. Ou seja, você tem essa capacidade da oratória, dessa capacidade da transmissão, né, essa essa didática que você citou enquanto professora, que certamente eh auxilia em muito, né, a explanação e e essa expansão do conhecimento. E um ponto que chamou
essa capacidade da transmissão, né, essa essa didática que você citou enquanto professora, que certamente eh auxilia em muito, né, a explanação e e essa expansão do conhecimento. E um ponto que chamou atenção na tua fala foi quando você começou no ESDE e descobrindo aquele universo novo, né? Disse: "É preciso que isso chegue a mais pessoas, precisa ser divulgado, espalhado, né? E é exatamente o trabalho que você faz, né? E os palestrantes fazem Brasil afora, né?" Então, na verdade, logo que eu terminei o ESD, eu fui, na verdade, assim que eu terminei o curso de oratória, eh, na época nós tínhamos um instrutor, uma pessoa fantástica, e ele, eh, identificou ali naquele grupo algumas pessoas que já tinham uma certa facilidade, né, com a oratória. Então, nós passamos a compor a equipe da federação. Então, nós começamos, eu comecei a, eu me tornei uma trabalhadora para oferecer o curso de oratório. comecei a dar cursos de oratório. Então também isso me ajudou muito, eu aprendi muito e eu sempre digo, eh, às vezes as pessoas dizem assim: "Ah, não, mas eu, eu não tenho esse dom, eu não nasci para isso". A gente tem que lembrar que dom é algo que a gente adquire, ele não vem de graça. Então, se eu tenho hoje uma certa facilidade, no começo não foi tão fácil assim. E talvez essa facilidade venha de uma experiência anterior, de uma reencarnação anterior, onde eu tive que começar, não é? E e todos nós podemos ser esses multiplicadores da mensagem espírita. Todos nós temos condições. É claro que, como em qualquer área da vida, algumas pessoas se destacam mais, não é? Então, nós temos um Divaldo Franco que, poxa, influenciou o mundo inteiro, né, levando a mensagem do espiritismo. Eh, nós temos o Maroldo Dultra Dias, que é uma pessoa fantástica e que tem, não é, ele tem aquela habilidade com a oratória. Então, eles estão lá num patamar que a maioria de nós, não, nós estamos aqui, ó, mas nós estamos fazendo o nosso papel, não é? O não é o importante não é que a gente seja o melhor entre todos, é que nós
tão, eles estão lá num patamar que a maioria de nós, não, nós estamos aqui, ó, mas nós estamos fazendo o nosso papel, não é? O não é o importante não é que a gente seja o melhor entre todos, é que nós possamos ser o melhor que nós conseguirmos ser. Então se você se coloca na condição daquele que quer ajudar, você se dispõe a estudar, a preparar, não é a sua exposição, qualquer pessoa pode ser palestrante. Isso aí é fato, não é? >> Perfeito. E é um trabalho tão importante, né? Porque você tá falando, né, nesses níveis, né, diferentes de de palestrantes, de capacidade mesmo. E a gente observa aqui num patamar às vezes entre trocas de palestrantes das casas espíritas, né? Então você que é do movimento federativo, né, eu acho que uma das formas de de maior aproximação entre as casas é exatamente essa permuta de palestrantes. É o palestrante da casa A que vai falar na casa B, que vai na C e da C vai para B e da B vai para A. E isso fortalece demais, né, o movimento. >> Com certeza. Com certeza. E o que que nós observamos quando a pessoa começa, né, entra para esse campo da oratória, das palestras espíritas, naturalmente ela é convidada a ir para outras casas. Então, mesmo que você é trabalhador de uma casa, você recebe o convite de várias outras para palestras. E esse é um intercâmbio muito positivo, né? É isso que você falou, nós precisamos nos unir. Então, essa esse intercâmbio de palestrantes entre as casas, nossa, isso só enriquece. Isso é muito bacana mesmo. >> É muito importante. É muito importante. E conta pra gente um pouquinho, Ivana, esse tem um envolvimento com a questão do da unificação mesmo, né? A o teu ingresso na FEGO, você chegou a ser presidente da FEGO, correto? Depois desse trabalho junto à FEB na área da comunicação também fluiu muito assim rapidamente naturalmente. >> É quando eh quando eu terminei o ESD em 1994 na FEGO, eu era eu fazia parte da equipe de comunicação, né, junto com na época era o Luís Signates, que era o nosso eh na época era vice-presidente de
>> É quando eh quando eu terminei o ESD em 1994 na FEGO, eu era eu fazia parte da equipe de comunicação, né, junto com na época era o Luís Signates, que era o nosso eh na época era vice-presidente de comunicação social espírita, mas eu era trabalhadora de uma casa espírita. Então, o meu vínculo com a federação, ele era, né, eu ajudava ali na área de comunicação, mas eu não era eh do dia a dia, o meu dia a dia era mais na casa espírita. Isso para mim também foi muito importante, né, vivenciar todas as atividades das casas espíritas, mas eu ajudava, né, em eventos pontuais, me chamava, eu ajudava. Quando em 1999 eu recebi um convite para ajudar na organização do Congresso Espírita Estadual que a FEGO organiza. Foi um ano interessante porque Goiás cediou também, se não me falha a memória, foi o segundo congresso espírita brasileiro que foi feito aqui em Goiânia, né? Então, a FEB, em parceria com a FEGO organizaram esse evento. E naquele ano o então presidente da FEGO, ele entendeu que seria muito complexo pra Federativa realizar dois grandes eventos no mesmo ano, que seria o Congresso da FEGO no Carnaval e o brasileiro em outubro. Então ele declarou que em 1999 a FEGO não faria o Congresso estadual, seria só o brasileiro que seria aqui. Eh, havia um conselho espírita local em Goiânia que então disse: "Ó, então o conselho vai assumir e nós vamos fazer o congresso do carnaval". E nessa época eu fui convidada para compor a equipe de organização desse congresso. Foi quando eu comecei então a participar, né, da organização do Congresso Espírita de Goiás, porque ajudei nesse ano e nunca mais deixei, né, continuei. Eh, então eu me liguei de novo a FEGO em função do congresso e aí fui convidada para participar eh na equipe de comunicação desses encontros que estavam começando, indo pro interior. Então, reunia-se a equipe da federação, nós lotávamos aqui um ônibus com 40, 45 pessoas e nós íamos paraas diversas regiões do estado fazer encontro regional de trabalhadores espíritas. Comecei como, né, uma
reunia-se a equipe da federação, nós lotávamos aqui um ônibus com 40, 45 pessoas e nós íamos paraas diversas regiões do estado fazer encontro regional de trabalhadores espíritas. Comecei como, né, uma trabalhadora da equipe de comunicação. Eh, logo depois, quando veio a primeira eleição, eu já fui eleita como diretora ou vice-presidente de comunicação, não me lembro como é que era na época, já assumi o departamento e o trabalho vai surgindo, né? E eu me encantei com a proposta de unificação do movimento espírita, porque eu acredito que nós precisamos estar unidos. E quando a gente fala em unificar, não é uniformizar. Unificar é nós termos como base da das nossas atividades espíritas a obra de Kardec. É unificação em Kardec. Então, eh, esse movimento para unificar, para unir os espíritas é algo que eu acredito muito e que é um grande desafio, na verdade. Então, eu me vinculei à FEGO neste período e, naturalmente, representando a FEGO, eu participava dos encontros que a FEB organizava. Então, encontros da da Comissão Regional Centro, que é a comissão regional que a FEGO faz parte. E nessa de participar desses encontros, eu fiquei conhecendo o Meri, que era o coordenador nacional. A época, o Meri era um coordenador que trabalhava sozinho na área, né? Não tinha a figura de um adjunto. E a FEB entendeu que seria interessante que todas as áreas tivessem sempre dois, não é? um coordenador e um adjunto, porque na dificuldade de um tinha o outro que acompanhava o trabalho e foi quando o Meri me convidou para assumir com ele essa coordenação. Então, a partir de 2007 eu comecei também esse trabalho de unificação com a FEB, que para mim foi assim espetacular, porque eh a oportunidade de conhecer todo o movimento espírita brasileiro, porque nós somos em todos os estados, né? Podemos conhecer o trabalho realizado em cada estado brasileiro. Isso para nós é aprendizado imenso. Nós aprendemos muito, né? Um período assim de muito aprendizado para mim. Eu tenho assim uma gratidão imensa ao Meri. O Meri hoje ele
ado em cada estado brasileiro. Isso para nós é aprendizado imenso. Nós aprendemos muito, né? Um período assim de muito aprendizado para mim. Eu tenho assim uma gratidão imensa ao Meri. O Meri hoje ele está no plano espiritual, ele desencarnou há algum tempo e é uma pessoa muito querida, sabe? Um um uma pessoa que fez a diferença, né? foi o foi o fundador, foi o o que o primeiro que assumiu a área de comunicação socialita na FEB, quando a área foi criada. E ele fez assim, ele implantou essa área, né? E uma pessoa boníssima, sabe? É uma pessoa que faz muita falta pra gente, >> mas tá auxiliando o lado de lá, com certeza. >> Ah, eu não tenho dúvida. e era um apaixonado por Coralina. Então a gente tinha muita afinidade. >> Olha aí que coisa boa. Eu fico imaginando assim esse pessoal quando você começou a trabalhar na organização dos eventos, né? Essa tua capacidade de liderança assim, essa menina é danada, vamos trazer ela para dentro que aquela aqu ela vai liderar pra gente. Muito bom. >> Eu fiquei imaginando também, desculpa, posso falar? Perdão. >> É, não, eu digo, a gente na verdade nunca pensa isso, né, Paulo? Quando você chega, a gente chega assim, querendo aprender, né? >> Ávido por aprender e e e foi o que eu fiz, né? Eu comecei aprendendo mesmo e mas bom, vamos seguir. >> É, mas quem tem essa capacidade, né, de organização, né, de de liderar também, eh, se destaca naturalmente, né, não é uma liderança forçada, é uma liderança natural. Isso vem vem com tempo e e é quase que inevitável, né? Porque o destaque ele surge, né? Não não é não é nada impositivo nem vaidoso. É uma consequência natural mesmo da capacidade, né? >> É. E eu acho que deve ser isso, né? Porque eu, olha, eu me lembro a primeira vez que eu coordenei o congresso da FECO, eu fazia parte da equipe e aí um dos nossos amigos, que já tinha sido coordenador várias vezes, desde que eu cheguei, ele me acolheu com muito carinho, ele me ensinava tudo, ele me mostrava e a gente estava sempre ali ajudando. E quando nós então avaliamos o
tinha sido coordenador várias vezes, desde que eu cheguei, ele me acolheu com muito carinho, ele me ensinava tudo, ele me mostrava e a gente estava sempre ali ajudando. E quando nós então avaliamos o congresso anterior, né, e a gente sempre avaliava o congresso anterior e já escolhíamos a equipe, né, quem ficaria à frente, quem estaria na coordenação e tal. E na reunião de avaliação ele indicou meu nome. Ele disse assim: "Olha, eu acho que a gente tem que ter uma mulher agora na coordenação, sempre são homens e eu acho que a gente tem que ter uma mulher e eu quero indicar a Ivana". Eu quase cai para trás que eu falei: "Meu Deus, eu não tenho a menor condição, sabe?" Eu falei: "Não, mas eu eu não tenho condição. Eu eu não tenho esse". Eu falou: "Tem, tem e eu estarei com você. Você não está sozinha, eu estarei com você". E realmente assim, eu aprendi muito com ele, né? Ele esteve comigo o tempo inteiro, mas é claro, eu me interessei, eu quis saber como era, eu fui atrás, eu fui buscar. Então eu penso que isso é uma coisa que acontece naturalmente. E uma coisa que ele me falou, Paulo, que na época marcou muito para mim e que eu percebo isso, a realidade do que ele me falou, quando nós estávamos começando o congresso, esse primeiro congresso que eu estive na coordenação, ele disse assim para mim: "Eh, minha irmã, agora você vai perceber que você se tornou vidraça. Quando nós estamos à frente do trabalho, nós somos vistos. Inevitavelmente nós somos vistos e inevitavelmente nós somos atacados. Então, tome muito cuidado, porque você a partir de agora é vidraça, você está sendo vista e talvez você seja atacado. E é impressionante como é isso mesmo, né? Porque eh na verdade quando você é visto, isso incomoda muita gente. >> Sim, >> né? Não interessa se você foi visto porque você fez um trabalho e naturalmente é o trabalho que te mostra, quer você queira ou não, >> quer, >> não é uma coisa que você escolhe, é, é natural que aconteça, né? >> Então a gente tem que ter muita
você fez um trabalho e naturalmente é o trabalho que te mostra, quer você queira ou não, >> quer, >> não é uma coisa que você escolhe, é, é natural que aconteça, né? >> Então a gente tem que ter muita maturidade, né? Para não achar que, ah, porque eu sou maioral, eu sou melhor, eu sou Nossa, de jeito nenhum, porque sozinho a gente não faz nada, né? Exato. >> E como diz Emanuel, né, se nas primeiras horas o cristianismo, a crucificação e o apedrejamento fazia parte, hoje ela ele ele continua existindo de outras formas, né? Então vamos em frente que atrás vem gente e seguimos no trabalho. >> Agora eu tô com uma caneca aqui, V, que eu trouxe especialmente porque você tá presente que é a do café com Kardece. Eu tô mostrando a caneca para que você fale também sobre o Ighim. Nossa, Ig é é um projeto assim que eu tenho maior carinho. Como começou o Igno na presidência da FIEO, né? Eu fiz 4 anos de 2013 a 2016 como presidente da FEBO. E logo no começo de 2017, nós começamos assim uma algumas coisas no movimento espírita, algumas falas que a gente ouvia, eh, de pessoas que vinham com essa tese que o espiritismo estava desatualizado, que precisava atualizar Kardec, né? pessoas do movimento espírita que defendiam legalização do aborto. Então, assim, algumas pautas ideológicas, né, político ideológicas que as pessoas tentavam a todo custo implantar no movimento espírita. E aquilo me incomodava profundamente, porque eu sempre eu penso que a gente tem que respeitar todas as pessoas. Você pode pensar o que você quiser, um direito seu, mas você querer eh fazer com que a gente aceite isso como sendo uma prática do do movimento espírita, não, né? a gente não pode fazer isso. E nós começamos a conversar com alguns amigos e um deles era o Adriano, que, né, atualmente é o nosso presidente do Igese. E eu, Adriano começamos a conversar, tínhamos na época Nazaré e outras pessoas. Eh, nós precisamos fazer um trabalho de esclarecimento, de divulgação do espiritismo, não é? para que as pessoas reflitam, não aceitem
começamos a conversar, tínhamos na época Nazaré e outras pessoas. Eh, nós precisamos fazer um trabalho de esclarecimento, de divulgação do espiritismo, não é? para que as pessoas reflitam, não aceitem qualquer coisa sem passar pelo crio da razão. E conversando disso, nós resolvemos criar o IGE. Então, em 2018, o IGES foi criado. Começamos com alguns estudos virtuais, porque desde o início a proposta do GES é que seria uma instituição virtual. Nós não tínhamos sede. O nosso objetivo não era realizar trabalho de centro espírita, era mesmo um instituto voltado para o estudo e a divulgação do espiritismo. E começamos os nossos estudos. Inclusive um dos nossos primeiros estudos foi acerca do aborto. Nós estudamos eh numa visão espírita e numa visão médica, né? Uma obra que trazia as consequências do aborto do ponto de vista da medicina. Eh, muito interessante o nosso estudo. Fazíamos naquela época pelo Skype, que era, né, o que a gente tinha na época, era o SK, >> era o que tinha pro momento, >> era. Eh, e tínhamos o desejo de fazermos coisas ao vivo, mas nós não sabíamos muito bem como fazer aquilo, né? Nenhum de nós tinha assim na época um conhecimento técnico. Eh, não haviam os aplicativos, as plataformas que nós temos hoje, como Stream, era tudo um pouco mais complexo, né? exigir alguns equipamentos mais complexos. E quando foi em 2020, no carnaval de 2020, Congresso da FEGO, nós estávamos conversando, conversamos com um amigo, Marcelo Xa, que é técnico dessa área, pro Marcelo nos nos orientar, Marcelo, como que a gente faz para produzir programa, para botar ao vivo, né? Que a gente queria muito fazer isso. E olha como são as coisas, né? 10 dias depois ou 15 dias depois vem a pandemia. e automaticamente a gente teve que sair atrás de recursos, né, para ocupar o espaço da internet. E eu fiquei conhecendo o streamar participando de uma live logo no início de abril com a rede amigo espírita e eu falei: "Nossa, que sistema interessante é esse, né, Zé Aparecido?" >> Era uma live que o Rafael Papa
nhecendo o streamar participando de uma live logo no início de abril com a rede amigo espírita e eu falei: "Nossa, que sistema interessante é esse, né, Zé Aparecido?" >> Era uma live que o Rafael Papa apresentava >> e eu disse: "Que que sistema é esse que vocês usam?" Ah, é um streamiard. E aí eu, claro, fui pesquisar, falei com o Adriano, falei: "Ó, já sei o que que a gente vai fazer agora. A gente agora já sabe como fazer live, né? >> Já temos [risadas] o caminho. Já temos o caminho. E foi um período tão produtivo, sabe? Mas assim, tão produtivo, a gente produziu tanta coisa boa que se você visita o canal do Jes, você vai encontrar lá, olha, uma enormidade de conteúdos, né? >> Aquele é um absurdo. >> É, fizemos muita coisa, muitas séries de estudos, né? Nós criamos a cultura das séries de estudos, então fazíamos a primeira, a segunda, a terceira temporada das séries de estudos e uma delas está em vigor até hoje, que é de Moisés a Kardec, que começou em 2021 comigo, La e o Álvaro Mori. Depois, né, eu, olha, eu tenho um talento, sabe, Paulo, que é descobrir talentos. Eu tenho um talento de descobrir talentos. Tá na Adriano. >> E aí descobri a Denise Balou. A Denise >> Denise antes, com certeza. >> Isso. >> Denise Balou. Eh, a Denise acompanhava as nossas lives pelo chat e pelos comentários que a Denise fazia, eu falava: "Gente, essa Denise tem que vir trabalhar com a gente". E foi o que aconteceu, né? Se tornou trabalhadora do jaz. Então foi um período assim muito bom, muito produtivo. 2021 eu voltei pra presidência da FEGO e aí a gente também levou paraa FEGO essa cultura de produzir conteúdo, né? Também produzimos muito conteúdo pela FEGO em 2021, 2022. Um deles permanece até hoje, que hoje foi incorporado pelo Conecta, que é eh Afinal, Somos O espírito no tempo, que começou lá com o estudo do livro Brasil, coração do Mundo, pátria do Evangelho, depois o estudo do Aaminha da Luz, né, e na sequência esse. Então foi algo que começou lá em 2021, quando a gente começou à frente da FEGO novamente. Eh,
Brasil, coração do Mundo, pátria do Evangelho, depois o estudo do Aaminha da Luz, né, e na sequência esse. Então foi algo que começou lá em 2021, quando a gente começou à frente da FEGO novamente. Eh, e nossa, muita coisa boa, viu, que a gente produziu com a Ges. E o GES continua aí, né, firme, né, mantendo, claro que hoje é com uma produção menor, porque depois que a pandemia se foi, todos nós voltamos, as nossas atividades também presenciais, então naturalmente, né, reduziu um pouco aí a quantidade de produções >> e agora estamos com Conecta. >> É, eu eu já ia aproveitar o gancho para chegar no Conecta. Eh, mas só um comentário antes que eu queria fazer, eh, como que esse advento da da pandemia, né, naquilo que a gente aprende, que tudo na vida tem o seu contraponto lá do que a gente olha uma pandemia, claro que ninguém vai gostar de passar por ela, mas o quanto que ela nos trouxe de aprendizados e no caso do do movimento espírita, como ele se abriu de tal forma que aquilo que você comentou agora a pouco que motivou Boa Fundação do Jez hoje as lives promovem de uma forma eh absurdamente eh eficaz, que é uma certa eh utilizando o tema que você usou, não é uma uniformização do espiritismo, mas que os princípios básicos da doutrina hoje eles estão ao a acesso de todo mundo, né? Então, aquela pessoa que tava lá no interior do Maranhão ou no recanto do do sul do país que tinha frequentava ali uma casa espírita, né, pequenininha, que eventualmente podia estar com alguns conceitos de sorcidos, com personalismo, né, o famoso espiritismo Alacart, com a a pandemia e com as lives todas, né, você citou os programas do GES, as séries que foram produzidas a que remanece eh a mesma coisa com a FEGO e assim Brasil todo, né? Amigo espírita, web rá de fraternidade, né? uma um assim um avalanche, né, Ivana, de informações, de ensinamentos e que trouxe, poxa, uma uma possibilidade da gente olhar para para o o a doutrina espírita e o movimento espírita e outro olhar, né? >> Com certeza. E, e é interessante isso
formações, de ensinamentos e que trouxe, poxa, uma uma possibilidade da gente olhar para para o o a doutrina espírita e o movimento espírita e outro olhar, né? >> Com certeza. E, e é interessante isso que você falou, porque da mesma forma com eh que aqui nós nos organizamos e começamos a produzir conteúdos, isso aconteceu, né, no Brasil inteiro. Então, e nós estabelecemos muitas parcerias bacanas, né? Então, em GES sempre teve parceria com a TV Secal, com a Rádio Portal da Luz, com a a Web Rádio Fraternidade, a Rede Amiga Espírita, a TV7 e por aí vai, né? Vários canais produzindo, muita coisa boa sendo produzida. Isso é muito gostoso. E o que que eu destaco também de muito positivo, quanta gente boa nós ficamos conhecendo, pessoas que antes nós não conhecíamos e que nós descobrimos essas pessoas assistindo as lives da internet. Não é? Então, puxa vida, que coisa boa a gente saber de tanta coisa boa que existe por aí acontecendo, né? Hoje a gente tem, por exemplo, o café, o Bom Dia Café com a Estela, que eu acho fantástico, né, o trabalho da Estela, né, de segunda a sexta, todos os dias ela está ao vivo às 7 da manhã, não é? E tantas outras iniciativas assim muito legais, né? Eh, você mesmo, né? Eh, a Incal também sempre muito atuante, sempre produzindo. Então, puxa vida, né? Eh, muita coisa boa. E também, né, gente, unindo pessoas do mundo inteiro, porque você vê, né, o Jes, o Igzi com uma equipe internacional, porque, né, o Robson, o Bin lá em Atlanta, a a Patrícia de Ros que >> que começou nos Estados Unidos, depois se mudou pra Espanha, né? Então a gente tinha assim gente do Brasil inteiro vinculado, trabalhando junto e do mundo. Fantástico isso, né? >> Pessoal do Japão, muito >> pessoal do Japão. Nossa, bom demais. >> Muito bom mesmo. Eu conheci Ivana exatamente na pandemia. Ela teve eh participando conosco aqui de lives pro pro SEC de Conchal, porque quando, como você citou aí o caso da Feg Ego, né, quando fechou tudo, gente, v ter que descobrir como é que faz de uma semana,
teve eh participando conosco aqui de lives pro pro SEC de Conchal, porque quando, como você citou aí o caso da Feg Ego, né, quando fechou tudo, gente, v ter que descobrir como é que faz de uma semana, né, precipitamos e assim botamos no ar. Eh, estudo é uma coisa, uma experiência muito, muito boa. Ivana nos deu a alegria de participar mais de uma vez. >> Falando em conecta, antes de você falar sobre o Conecta, eu vou trazer aqui, Ivana, a divulgação do Conecta Campinas. >> Aí na volta você fala sobre o Conecta. Pode ser? >> Claro, pode ser. Eu vou nos tirar da tela aqui para poder colocar o videozinho. M. เฮ >> Conecta espiritismo é recente, né? É bem recente, bem recente. Olha, o Conecta teve um uma gênese bem parecida até com a do Igese, porque o Conecta surgiu de um incômodo que nós estávamos sentindo, né? Eu em conversa com alguns amigos e a gente falando dessa questão desse pós-pandemia que nós percebemos que eh de repente eh a gente precisava de uma nova forma, a gente precisava aprender uma nova forma para se comunicar, porque uma realidade que nós percebemos no movimento espírita pós-pandemia, as casas espíritas esvaziadas, né, na grande maioria, claro que existem as exceções. Mas na maioria dos casos uma diminuição no número de trabalhadores e de público frequentador. ah, as nossas lives espíritas, lives espetaculares que você observa uma quantidade pequena de pessoas acompanhando e nós pensamos, olha, a gente precisa eh se unir pra gente refletir sobre isso e tentar entender, né, como que a gente vai fazer para para trazer de volta essa pujança, né, para levar o espiritismo para mais pessoas. Então, foi isso que fez com que a gente se unisse e pensássemos, vamos criar uma instituição e uma instituição que tenha como eh DNA, né, um único objetivo divulgar o espiritismo. O Connect existe para isso. Ele não existe para fazer a atividade que ninguém já está fazendo como exclusividade. Então, assim, nós não teremos, nós não temos atividades de centro espírita. Todas as
. O Connect existe para isso. Ele não existe para fazer a atividade que ninguém já está fazendo como exclusividade. Então, assim, nós não teremos, nós não temos atividades de centro espírita. Todas as nossas atividades têm um objetivo. Qualquer atividade que seja ela, o objetivo é divulgar a mensagem do espiritismo. E é claro que eh testando, aprendendo, a gente precisa aprender a fazer algo diferente. Nós nos acostumamos a a fazer as nossas atividades de uma certa forma e eu acho que a gente ainda tá tendo muita dificuldade de entender que talvez a gente precise de um novo formato, sabe, para nos comunicarmos. Então o conector, ele tá nessa fase de aprender isso. Nós tivemos uma experiência muito positiva que foi o Congresso Espírita de Juiz de Fora, que é um evento que já acontecia, mas que especificamente nesse ano nós já estávamos ali no fim, no fim do mês de março, início de abril, o nosso amigo Rafael Papa disse: "Olha, eu não sei se nós vamos fazer o congresso de Juiz de Fora". Eu não estou seguro, porque fazer um congresso, gente, é muito complexo, é um evento grande, né? É uma demanda muito grande de trabalho, tem toda uma responsabilidade financeira que a gente assume, porque é um evento que fica muito caro. E o Rafael, realmente, ele tava muito inseguro se ia fazer ou não. Quando nós falamos do Conecta, ele sugeriu, puxa, então por que que o Conecta não assume o Congresso de Juiz de Fora? E nós topamos o desafio. Então, fizemos o evento, foi espetacular, né? Fizemos lá a avaliação com os participantes, as pessoas gostaram muito e já pensamos, vamos pensar num outro evento e aí surgiu a ideia de fazermos um evento em Campinas. Eh, procuramos algumas instituições espíritas locais, né, para formarmos uma parceria, buscarmos um apoio. E assim nós teremos, né, de 20 a 22 de fevereiro esse encontro lá em Campinas. sempre, gente, com esse objetivo, né, de chamar os espíritas para estarmos juntos, para vivermos essa proposta do espiritismo. Porque nós quando estamos
a 22 de fevereiro esse encontro lá em Campinas. sempre, gente, com esse objetivo, né, de chamar os espíritas para estarmos juntos, para vivermos essa proposta do espiritismo. Porque nós quando estamos em casa assistindo uma live, assistindo a transmissão de um evento, nós estamos recebendo, nós recebemos naquele momento. Mas e o que que nós estamos doando de nós? Quando nós estamos num evento, nós não estamos só recebendo, nós estamos doando. Mesmo que a gente não tenha feito nada para organizar o evento, nós estamos doando com as nossas energias. Nós estamos ajudando a compor a psicosfera espiritual daquele evento. Então, a gente precisa ter sempre isso em mente. Nós temos que não só receber, nós temos que doar, nós temos que nos unirmos. E esse é o propósito do Conecta Espiritismo Campinas. Teremos lá conosco o Paulo, que é um dos nossos mestres de cerimônia do Conecta junto com a equipe e puxa vida, uma grande equipe de gente boa que está lá conosco, né, Paulo? >> E promete muito, né, Ivana? Eu acho que eh a proposta do Conecta Espiritismo e do Conecta Campinas, né, que é o evento em específico, ela é muito interessante porque pensando em termos de evento, eh, existe uma lacuna no estado de São Paulo, né, que eu tô, eu sou aqui da região, né, eh, de eventos desse porte, né, então é uma oportunidade única, né, que pelo menos os últimos anos todos, né, me lembro de um evento que aconteceu em São Paulo, eh, há uns anos atrás, mas já tem um bom tempo isso. E a gente observa, né, vários eventos em vários em vários locais, mas no estado de São Paulo essa essa lacuna. Então temos ali, né, um um local muito interessante que é a chutura do Parque Dom Pedro, né, o Shopping de Campinas, a rede hoteleira, o aeroporto de Congonhas ali na nas proximidades. Então a gente pode unir aí todo o entorno eh das casas de espírito num raio de 100 km. Tem muita coisa, né? Inclusive a capital, né? >> Inclusive. Então, a gente vai com certeza ter uma uma oportunidade única para, como você
aí todo o entorno eh das casas de espírito num raio de 100 km. Tem muita coisa, né? Inclusive a capital, né? >> Inclusive. Então, a gente vai com certeza ter uma uma oportunidade única para, como você bem colocou, construir uma nova forma de divulgação da doutrina espírita. Muito legal isso. >> É, e é interessante dizer isso, né? Nós estamos aprendendo, então, toda sugestão é bem-vinda, toda ajuda bem-vinda, não é? Se você, de repente, que tá nos assistindo tem uma ideia, fala: "Olha, eu tenho uma ideia legal, queria compartilhar". entra em contato com a gente pela rede social, né? Nós temos o Instagram Conecta Espiritismo Oficial. Nós temos lá no canal do YouTube, onde talvez você esteja assistindo aqui esse programa, >> deixa lá, né? No site, nós temos um WhatsApp de contato. Então, traga também a sua contribuição. E é interessante também, Paulo, porque eh por outro lado, nós agora começamos a trabalhar com a produção de conteúdos paraa internet. Então, né, eh, esse seu programa é uma dessas iniciativas, né, uma produção do Conecta para trazer conteúdo de qualidade para os nossos internautas. Estamos com a série, Afinal, somos o espírito no tempo, que nós, né, compartilhamos agora e estamos com dois programas eh sendo preparados paraa estreia em breve. Um deles será apresentado pelo Adeísson Sales. E eu já vou adiantar para vocês o título em primeira mão, né? Tudo começa em casa. Eh, >> break news, break news, >> break. Tudo começa em casa. Será um programa semanal com Adeuson Sales, né? Já estamos na na fase de produção desse programa. >> O título de um livro de um dos livros dele, não é? >> É um título de uma obra de um psicanalista, eh, Winicot. Ah, sim. Isso ele citou em uma palestra que eu vi. >> Isso, exatamente. Então ele ele trouxe, né, ele ele pegou a inspiração dessa obra e é um programa que que tem como objetivo abordar temáticas variadas, mas relacionando com a família, né, com os relacionamentos em casa da família. Eh, estávamos na semana passada, no fim de
ssa obra e é um programa que que tem como objetivo abordar temáticas variadas, mas relacionando com a família, né, com os relacionamentos em casa da família. Eh, estávamos na semana passada, no fim de semana passado, não é? Eh, ontem e na verdade e deixa eu ver. Hoje nós estamos aqui, nós estamos em Campos dos Goitacas, congresso de Campos, né, 17, 18 de novembro. >> E lá estávamos conversando com Ana Teresa Cammi e a Ana falando de uma experiência que tem lá no Centro Espírita no Tarefiro de Jesus, que ela faz parte no Rio. E da nossa conversa surgiu também uma ideia para um programa fantástico que daqui a pouco a gente vai contar para vocês, tá? Mas eu posso garantir que vai ser espetacular um programa com a Ana Teresa Camasmi e o Júlio César de Sarroris, que é o esposo da Ana, né, que faz um trabalho lindo juntos. Então também temos novidade pela frente aí daqui a pouco. >> Que coisa boa, que notícia ótima. >> É, >> você sabe que >> ah >> não, eu comento com a com a Ana que ela tem que trazer o Júlio com ela para pr pra pr pra telinha, né? Porque o Júlio tem muita contribuição para >> muita, muita. O Júlio estará conosco em Campinas, viu? Ah, sensacional. >> Ah, eu acho que eu preciso te contar o que a gente vai fazer em Campinas, que é uma novidade. >> Oba. >> É novidade. Pouca gente sabe porque nós ainda não anunciamos, mas vamos anunciar em breve. Nós teremos lá em Campinas uma programação paralela à programação do Congresso no auditório principal, >> Sim. >> Que é uma atividade chamada sala de conversa. O que que é a sala de conversa? Ali durante uma hora as pessoas são acolhidas, é feita a leitura de uma página, de uma obra, por exemplo, de Emanuel, né, de um tema específico. E aquele tema é debatido ali no grupo, dando a oportunidade das pessoas falarem, eh, tirarem as suas dúvidas, mas principalmente aplicando aquele conteúdo ao seu cotidiano, a sua vida prática, né? de que forma que a gente pode entender esse ensinamento de Emano na nossa vida prática. Então, nós
suas dúvidas, mas principalmente aplicando aquele conteúdo ao seu cotidiano, a sua vida prática, né? de que forma que a gente pode entender esse ensinamento de Emano na nossa vida prática. Então, nós teremos no decorrer do evento algumas dessas salas acontecendo. São ambientes pequenos, em torno de 25 pessoas por cada sala dessa, em que a o Júlio e a Ana estarão na coordenação dessa atividade. Então, nós teremos também, né, nós vamos lançar isso ainda, as pessoas vão ter que se inscrever para participar. Só pode participar da sala de conversa quem estiver inscrito no evento, né, no Conecta Espiritismo em Campinas. E eu imagino que vai ser também um momento muito rico, né, que a pessoa ela ela vai abrir mão talvez de uma palestra lá no auditório, mas para participar de uma coisa mais intimista, né, ali um bate-papo com o palestrante, analisando um tema. Eu acho que vai ser muito gostoso isso. Tô bem animado. >> Eu tenho, eu tenho certeza. >> É. E olha, temos agora Rafael Siqueira conosco. Rafael Siqueira vai, né, tá integrando a nossa equipe, viu, Paulo, justamente para nos ajudar nessa parte de produção de conteúdo. Então assim, estamos nos fortalecendo. Conecta tá nascendo, mas estamos nos fortalecendo. >> Eu chamo Rafael de Rafa Francisco. >> Ah, >> aquele seujeito franciscano. >> Cara dele. É verdade. Não é, [risadas] Ivana, gente, caminhando pro final já, eu queria trazer para você uma sessão que é chamada de tríates, porque eu eu costumo dizer que o espiritismo adora o número três, né? Então assim, são três a as formas de batismo. Nós somos compostos de corpo, espírito e perespírito. Então a, né, a lei de amor caridade, Deus Cristo e caridade é tudo três, né? Então, >> Deus, espírito matéria. >> Espírito [risadas] matéria. Então, eh, expia, eh, arrependimento, expiação, reparação, >> é três para todo lado. Então, essa tríade, eu vou te perguntar, então, três livros espíritas eh inesquecíveis para você. Você citou no início que leu, começou com um romance, né? Adentrou o
aração, >> é três para todo lado. Então, essa tríade, eu vou te perguntar, então, três livros espíritas eh inesquecíveis para você. Você citou no início que leu, começou com um romance, né? Adentrou o espiritismo por um romance. Três livros que te marcaram, >> tá? Então vamos começar nessa categoria romance, né? Você falou do romance, eu comecei lendo romance, mas assim, dentre os romances maravilhosos que eu li, eu li muitos, eu gosto muito do estilo romance de literatura espírita, eu destacaria Paulo Estevan de Emanuel, que assim eu acho que é um romance belíssimo, né? Que >> nossa, assim, é uma obra que nos toca muito, né? Eh, eu não posso deixar de falar de o livro dos espíritos, porque é nele que está toda a base da nossa doutrina espírita. Então, o livro dos espíritos, eu digo que é o livro que transformou minha vida, não é? Porque foi por meio dos ensinamentos contidos ali que eu me transformei, né? Que eu me tornei uma pessoa espírita. Então, o livro dos espíritos para mim é um livro de cabeceira, é um livro muito importante. Agora, é difícil escolher um terceiro, viu, Paulo? Porque Jesus amado, eu tenho um profundo amor pelo livro Memórias no Suicida, que foi um livro que eu evitei durante muitos anos quando eu comecei a estudar o Espiritismo, porque as pessoas diziam assim, as pessoas diziam assim: "Olha, você não lê esse livro ainda não? Ele é um livro muito pesado e tal e eu tinha medo daquele livro, sabe? Mas quando eu me dispus a ler, nossa, é um livro muito impactante, né? Mas se eu não falar do Boa Nova também, eu não vou ficar feliz. Então eu vou falar quatro. [risadas] >> Pode falar à vontade. >> Boa nova de Humberto de Campos pela Chico Xavier também para mim é um dos tops. >> Tô apaixonado também. Apaixonado. Olha e eu gabarito com você nesses quatro aí. Vamos em frente. Uma coisa que uma coisa que você falou eh sobre o memórias eh é interessante porque quando você vai observar a memória de um suicida, a parte pesada do livro são os dois primeiros capítulos. O resto é todo
oisa que uma coisa que você falou eh sobre o memórias eh é interessante porque quando você vai observar a memória de um suicida, a parte pesada do livro são os dois primeiros capítulos. O resto é todo acolhimento, é tudo durito, né? >> Nossa, eu falo que é o livro mais consolador que existe. Nossa, porque você vê que aqui, acho que o pessoal para ali, não avança e depois não >> se você passar daquele comecinho, você vai descobrir que lindo que era aquele livro. E olha uma coisa interessante, Paulo, para falar, eh, às vezes a pessoa tem dificuldade com a leitura do livro. Uma opção para que você quer conhecer a história é a rádio novela. A rádio novela Memórias foi, né, produzida pela L, >> muito bem feita, está disponível no YouTube, linda, linda, linda e muito fiel ao livro. Então, olha, eu me lembro que eu ficava trabalhando em casa depois com a rádio novela lá ligada no YouTube, sabe? É muito gostoso de ouvir, muito mesmo. >> Tem muita obra espírita nesse formato de audiolivro, rádio, né, rádiovela, os romanes deano também estão disponíveis. Muito legal. >> Três livros não espíritas agora, Viana, por favor. >> Então, meu pai do céu, como é difícil isso, porque eu eu já li tanto na minha vida, tanto, tanto, tanto. Eh, eu sempre gostei muito dessa categoria de romance, né? E eu gosto, e eu sempre gostei muito de romances históricos. Então, eu não vou falar um livro, mas eu vou falar de uma autora que eu li todos os livros dela, que é a Lucinda Hilley. >> A Lucinda Hiley era uma eh, eu acho que inglesa ou irlandesa, mas ela assim, uma habilidade para escrever, para emocionar, sabe? Muito gostoso, né? Então assim, nessa nessa categoria de romance, eu diria, a Lucinda Hiley é a minha autora predileta. Aí a gente tem que pensar também eh nessas outras obras, por exemplo, eu li muitos os os livros de Augusto Curi. Ele tinha muitos livros bons, né? Eh, gostava muito de ler Augusto Curi. Eh, e agora eu eu quero dizer que eu eu estou eh apaixonada, né, pela psicologia. Tô finalizando um curso
vros de Augusto Curi. Ele tinha muitos livros bons, né? Eh, gostava muito de ler Augusto Curi. Eh, e agora eu eu quero dizer que eu eu estou eh apaixonada, né, pela psicologia. Tô finalizando um curso de psicologia transpessoal e estudando também psicanálise e tô encantada, né, com tudo isso. >> Eh, então eu diria que também a obra eh de Jung, Car Gustavo Jung, né, tem muita coisa interessante eh essas essa literatura, né, que traz pra gente essa importância do autoconhecimento. Nossa, é, tem muita coisa boa, né, nesse universo aí pra gente, mas eu destacaria Jung. >> Que legal, você não trouxe livros, trouxe autores. Muito bons, muito bom. Ampliou o leque, né? Ampliou bastante. >> Pois é, porque veja, a Lucinda Hil, eu não poderia destacar um livro. >> Todos são maravilhosos, eu gostei de todos, sabe? Então, >> um livro, um livro só da Joana de Angeles, né? >> Exatamente. Como é que você fala de um só, né? Você tem tantos livros ótimos, né? Como é que você cita um só do Manoel Flamengo de Miranda? >> Isso. >> Todos são ótimos, né? >> É verdade. Muito bom. Três filmes inesquecíveis. >> Um filme inesquecível para mim, que quando foi lançado, eu era muito jovem e eu fui muitas vezes ao cinema para assistir. Foi Ghost do outro lado da vida com Patrick Saz e a Demw. Aquele filme para mim foi assim muito marcante, muito. >> Eu achei só umas sete, oito vezes só. >> Ah, eu também é assim daí para mais, sabe? Porque meu Deus, como aquele filme foi marcante para mim. Eh, depois, eh, o filme Divaldo, Mensageiro da Paz, para mim, de toda essa safra aí de filmes espíritas, com temática espírita, foi o melhor de todos. >> Muito bem. >> Não é? Não só porque a gente tem um amor muito grande pelo Divaldo, mas pela forma como ele foi, né, retratado. Esse é o outro que eu devo ter assistido umas 10 vezes no mínimo, e não me canso. E todas as vezes que eu assisto, eu choro, eu me emociono com o filme, porque o Dival tá muito presente dentro da gente, né? E aí a gente vai falar também de um
mas 10 vezes no mínimo, e não me canso. E todas as vezes que eu assisto, eu choro, eu me emociono com o filme, porque o Dival tá muito presente dentro da gente, né? E aí a gente vai falar também de um outro filme que eu também já assisti, gente, um monte de vezes e eu adoro assistir, que é Mama Mia. Mamamia. Um e dois. >> Excelenteção. >> Adoro aba, adoro as músicas do aba. Então, mama mia um e dois é um musical, né? Os dois são musicais com a Mary Street, com Pierce Bros, né? Uma equipe, um elenco fantástico e eu amo cantar aquelas músicas, adoro aqueles filmes, acho que passa uma mensagem muito gostosa. Então, se você não assistiu Mamamia, assiste porque vale a pena. Mama mia, que lembrança boa que você trouxe. Muito [risadas] bom, muito bom. E para encerrar tríades, as tríades, três personalidades que você admira e muito. >> Nossa, também é difícil porque são tantas, né, que nós admiramos. Bom, a gente tem que falar primeiro de Jesus, que é o nosso modelo guia e é o, né, o nosso, a quem a gente segue. A gente tem que falar de Allan Kardec. que foi por ele que nós tivemos a possibilidade da codificação da doutrina espírita. E aí agora eu vou ter que falar de quatro porque no meu coração ocupa o mesmo espaço que é Chico Xavier e Edivaldo Franco. >> Eu já sabia. >> Eles eles ocupam o mesmo espaço no meu coração. Então [risadas] eu não poderia dizer um e não dizer o outro, sabe? >> Verdade. Não, com certeza. Muito bom. Muito bom. Excelente, Ivana. Muito obrigado pela tua disponibilidade, por nos contar um pouco da sua trajetória admirável, por sinal. Eu queria que você eh deixasse aqui uma última palavra pros nossos ouvintes e depois a gente já encaminha para prece. Paulo, um prazer esse bate-papo muito gostoso, né? A gente nem viu o tempo passar e eu tenho muito amor pelo espiritismo e é isso que me move, né? Porque tudo que a gente faz dentro das nossas eh dificuldades, com as nossas imperfeições, que são enormes, mas o desejo sincero é de que essa mensagem chegue a mais corações, porque eu posso
ove, né? Porque tudo que a gente faz dentro das nossas eh dificuldades, com as nossas imperfeições, que são enormes, mas o desejo sincero é de que essa mensagem chegue a mais corações, porque eu posso garantir o quanto ela fez a diferença na minha vida. Eu tenho certeza que ela pode fazer a diferença na sua vida também. Então, que nós todos estejamos aí atentos para estudarmos, para conhecermos essa doutrina, que ela tem muito a nos ensinar, muito a nos ensinar. E uma alegria estarmos juntos aqui, Paulo, muito obrigada pela oportunidade. >> Alegria, alegria nossa te receber e te ouvir. Vou fazer a prece para gente encerrar, tá bom? Senhor Deus, nosso Pai, Senhor das nossas vidas, Jesus, mestre e amigo, benfeitores espirituais, a nossa gratidão por esta oportunidade, por estarmos aqui reunidos virtualmente e que o propósito da vida da Ivana possa também ser o propósito de todos nós este trabalho de divulgação, compartilhando com aqueles que estão em busca de conhecimento, Senhor, os ensinos da tua verdade à luz dessa doutrina tão confortadora e consoladora que nós abraçamos e que queremos que outros também abracem, se aconcheguem, sejam acolhidos com a compreensão. mas também com o sentimento, com a parte intelectual, mas também com a parte do acolhimento. Obrigado, Senhor, por tudo. Fica conosco hoje e sempre. Ivana, mais uma vez, obrigado. Um beijo no teu coração e até a próxima. >> Até a próxima. Obrigada.