Conciliação - Márcia Maria Ramos
Conciliação - Márcia Maria Ramos
por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros da Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde, às vezes relativa o dia de hoje. E ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuemos buscando a presença amorável de Dr. Bezerra de Menezes, para suplicar a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade, na fé. Procedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritas, divulgadores da doutrina, pela nossa ação, pelo amor que tivemos nos nossos corações. Bçãoos pedimos para os aflitos da terra, pelas condições climáticas, por toda violência, para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde. Mas vamos irradiar para o Brasil, para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida, através do trabalho, da alimentação, da habitação, da segurança, da educação, dignas. Que as nossas autoridades se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, respeito às leis, a responsabilidade administrativa, a importância de darem bons exemplos. Mas vamos pedir também para o movimento espírita, que as nossas lideranças se fortaleçam na sabedoria, na humildade, no sentimento de união e unificação do movimento, abençoando cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita nesse nosso imenso Brasil, as nossas federativas, o Conselho Espírita Internacional, a Federação, a a Federação Espírita Brasileira, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, o nosso congresso de 2026, mas vamos pedir para o nosso grupo espírita mensageiros da luz, com todas as nossas unidades e frentes de trabalho, mas também para os nossos lares, lares enlutados, com pessoas enfermas, cirurgiadas, hospitalizadas,
para o nosso grupo espírita mensageiros da luz, com todas as nossas unidades e frentes de trabalho, mas também para os nossos lares, lares enlutados, com pessoas enfermas, cirurgiadas, hospitalizadas, para aquelas pessoas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogadição, alculismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividades, qualquer que seja a aflição da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. Bçãos pedimos para as nossas crianças e jovens. Conceda a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas com dignidade através do estudo do trabalho, da religião, livrando os nossas livrando-os de todos os espíritos aflitos, entristecidos, enfermos, equivocados, que estiverem nossos lares, levando desassossego, o sentimento de solidão, a enfermidade, os que aqui vieram, em qualquer lugar que estiverem, que todos sejam amparados, esclarecidos, acolhidos e encaminhados às colônias espirituais. Aquilo que viemos buscar possamos receber. Que as bênçãos de Deus nos envolva a todos em muita paz. E você que nos honra com a presença, nos assistindo pelas redes sociais, estamos transmitindo da sede do Grupo Espírita Mensage da Luz. Que Deus te abençoe e te envolve muita paz também. Com esses pedidos, agradecimentos, louvor, nós passamos aqui as nossas colocações à luz da doutrina espírito, Evangelho Segundo o Espiritismo. Lembrando que o Evangelho tem 28 capítulos e Allan Kardec dividiu esses capítulos, agrupou de acordo com os assuntos. Quando nós vemos os primeiros cinco capítulos do Evangelho Segundo o Espiritismo, todos eles se reportam, se referem aos princípios da doutrina, a paternidade de Deus, a comunicabilidade dos espíritos, a pluralidade dos mundos. São os cinco primeiros capítulos. do capítulo 7º ao 10º, ele faz referência, Allan Kardec faz referência aos a as bem-aventuranças, o sermão das bem-aventuranças e nos concita, nos chama a todos para a nossa reforma moral. Portanto, do capítulo 7o ao capítulo 10, é a colocação de Kardec nos
az referência aos a as bem-aventuranças, o sermão das bem-aventuranças e nos concita, nos chama a todos para a nossa reforma moral. Portanto, do capítulo 7o ao capítulo 10, é a colocação de Kardec nos traz exatamente sobre a reforma moral. E aqui no capítulo 10, que nós vamos trazer algumas colocações hoje, ele vai falar: "Bem-aventurado os que são misericórdia, misericordiosos". Portanto, é o sermão do monte. E entre os itens que foram trazidos, ele vai nos trazer o cinco e o seis, Allan Kardec falando: "Reconciliar, reconcilia-te com os teus adversários". E o evangelista Mateus vai nos trazer essa colocação. Reconciliai-vos o mais cedo possível, não pode demorar, o mais cedo possível com vosso adversário, enquanto estiverdes com ele a caminho. E eu vos digo em verdade que não saireis de lá, quer dizer, das dificuldades enquanto não houverdes pago até o último seitil. Quer dizer, todas as nossas contendas, as nossas animosidades para com outra outras pessoas, nós só poderemos habitar um mundo de regeneração, um mundo de paz, um mundo de alegria, quando nós tivermos quitado estas contas. Quem vai nos falar muito sobre isso também é André Luiz nos 13 livros que ele se reporta ao mundo espiritual pela psicografia iluminada de Francisco Cândido Xavier. enquanto nós não tivermos acertado as contas, ele vai começar, André Luiz, ele começa nos falando do livro Nosso Lar lá para o final do capítulo, quando ele tinha o espírito André Luiz já havia sido acolhido na colônia de voltar à sua residência. É aquela história assim do apego. Eu quero ver o que que tá acontecendo lá na minha casa. que Narcisa eh falasse com ele, que esperasse mais um pouco. Narcisa era uma enfermeira que estava lar e que o ajudou bastante. Por mais que ela dissesse ele que esperasse mais um pouco. E esperasse mais um pouco era exatamente para que ele tivesse mais maturidade, mais sabedoria, mais humildade para receber as adversidades que por acaso houvessem estivessem acontecendo na sua residência.
perasse mais um pouco era exatamente para que ele tivesse mais maturidade, mais sabedoria, mais humildade para receber as adversidades que por acaso houvessem estivessem acontecendo na sua residência. Por mais que ela insistisse com que esperasse, ele também insistia que queria visitar o lar dele. E nós sabemos, aprendemos também com a doutrina espírita que todos nós temos a inteligência e o livre arbítrio. Lá no começo do livro dos espíritos, questões 115, 116, a gente vai ver que nós todos fomos criados da mesma maneira, simples e ignorantes. Todos os espíritos criados assim, simples e ignorantes, no sentido de nada sabermos, dotados de inteligência e livre arbítrio. Portanto, o livre arbítrio nos leva à vontade e ele tinha vontade de à sua residência. E por mais que Narcisa falasse para ele, esperasse mais um pouco, mas a vontade dele atendida, quando ele chega a sua residência, ele tem uma grande surpresa, porque a esposa já havia consorciado com outra pessoa, os filhos também não se lembravam mais dele e às vezes eram até censurados quando falavam sobre o pai. E ele entra num processo de grande desequilíbrio nesse instante. Ego, ciúme, sentimentos inferiores o envolvem naquele instante. E quando ele está nesse momento, ele percebe que se ele não tivesse a vigilância, que a gente falou a semana passada, se ele não tivesse a humildade, ele poderia resvalar e voltar novamente para aquela situação complicada que ele estava antes de ser socorrido na colônia Nosso Lar. E aí ele faz uma oração, busca pelo pensamento a figura de Narcisa e ela diz a ele assim: "Agora chegou o momento da exemplificação. Você vai atender o marido da sua esposa. Ele está enfermo e você vai atendê-lo." Todos sabemos que André Luiz era médico. E ele naquele instante ele pensa assim: "Mas eu fao da esposa naquele momento e ele vai para o quintal e pega algumas plantas e faz alguns procedimentos médicos e também fluídicos. O certo é que ele trata o marido da esposa, então ele reconciliou, embora não houvesse um adversário
le vai para o quintal e pega algumas plantas e faz alguns procedimentos médicos e também fluídicos. O certo é que ele trata o marido da esposa, então ele reconciliou, embora não houvesse um adversário anterior, porque a situação só surgiu de um novo casamento depois que ele já havia retornado ao plano espiritual. Mas aí nós aprendemos lá no último capítulo do da do livro Nosso Lar, que ele quando ele chega na colônia Nosso Lar, ele é recebido como cidadão, portanto antes ele não era considerado como tal, cidadão da colônia Nossular, exatamente pela pelo altruísmo dele e feito de uma maneira assim muito de coração mesmo, ele realiza aquele trabalho por orientação, por influência exatamente da Narcisa. Mas se nós permearmos outras obras também de André Luiz, nós vamos ver lá no livro que se chama Ação e Reação, a família do Antônio Olímpio. E essa família, a dificuldade dela, porque nós vimos aqui que a dificuldade do André Luiz com a esposa e os filhos era exatamente relacionada à questão do ciúme, do apego relacionado às pessoas. Na obra Ação e reação, no livro Ação e reação, a situação é diferente, porque lá o apego é por questões de ordem material. O certo é que o pai deixou uma fazenda e os filhos começam o desentendimento ali por conta daquela herança e acabam dois deles indo a óbito. uma numa cilada mesmo que aconteceu ali, vão para um um rio e aquele terceiro irmão, eram três, o terceiro irmão, ele simula uma um acidente. Os irmãos são mortos, afogados naquele rio. Mas vamos lembrar que Allan Kardec também nos fala que a lei de Deus está escrita na nossa consciência. E a partir daquele momento, aquele que havia cometido aquele homicídio, ele não teve mais paz. E os dois que haviam sido mortos naquela situação, eles articulam no plano espiritual, porque vamos lembrar também que eles só perderam o corpo físico. Eles continuaram espíritos com as suas identidades, eh, caminhando na jornada até alcançar a luz. E eles dois, quando percebem que havia acontecido aquela cilada, os dois eles
perderam o corpo físico. Eles continuaram espíritos com as suas identidades, eh, caminhando na jornada até alcançar a luz. E eles dois, quando percebem que havia acontecido aquela cilada, os dois eles contratam um grupo de vingadores, espíritos vingadores. Todas as semanas, quando a gente faz as nossas orações, nós pedimos para os obsediados e todas as pessoas a fascinação e todos os os graus de obsessão que existem, que a gente observa, estuda lá no livro dos médiuns. Exatamente. O livro dos médiuns é para ser lido, estudado e colocado em prática, porque é uma uma salvaguarda que nós temos quando nós conhecemos a ação dos espíritos, espíritos bondosos e espíritos equivocados também. A obra de André Luiz vai nos mostrar isso e também a obra da codificação, que são os cinco livros trazidos por Allan Kardec, vai nos contar e é através da do conhecimento que nós vamos nos libertar, que nós temos as condições de nos defendermos, de vigiarmos, de olharmos, vigiarmos e orarmos para não cairmos em tentação, que foi o que a gente trouxe a semana passada. O certo é que nessa história dessa família Antônio Olímpio, as dificuldades foram assomando cada vez mais. A fazenda não prosperava, vieram os herdeiros e houve necessidade que todos aqueles, ó, a ação, a reação, a reconciliação. Houve necessidade que todos aqueles que estavam envolvidos naquela trama reencarnassem de novo como irmãos. na mesma família. E aí a gente imagina que se não houver assim muito evangelho no lar, se não houver uma ação no bem, esses irmãos vão continuar com dificuldades na numa outra encarnação, que é a encarnação que foi programada para eles. E Emanuel, nesse livro que se chama Pão Nosso, ele interpretando os evangelistas, ele vai nos trazer também a palavra conciliação e a necessidade que a gente se esforce para conciliar com todos aquela pessoa que a gente não tem a mesma afinidade de pensamento, mas ela tem o direito de pensar diferente de nós. Então, a necessidade de que a gente se esforce, tenha a humildade e sobretudo a
dos aquela pessoa que a gente não tem a mesma afinidade de pensamento, mas ela tem o direito de pensar diferente de nós. Então, a necessidade de que a gente se esforce, tenha a humildade e sobretudo a sabedoria para conciliarmos uns com os outros. E nessa essa lição número 120 do livro Pão Nosso, que se intitula Conciliação, a ementa, quer dizer a frase trazida pelo evangelista Mateus, é a mesma: "Concilia-te depressa, aqui ainda tá falando depressa com o teu adversário enquanto está a caminho com ele." E Emanuel nos dá uma uma orientação muito precisa. Ele diz assim: "Asevera a palavra do Senhor, concilia-te". O que é que vale dizer? Faz a tua parte. Porque muitas vezes a gente quer até conciliar com outra pessoa, mas ela não tá ainda naquela, naquele momento, naquela fase e sobretudo relacionado com os familiares, porque normalmente as essas questões estão mais atinentes ou próprias às nossas famílias, os relacionamentos familiares. Então, concilia-te equivale a dizer, faz a tua parte. E ele segue aqui. Corrige quando for possível relativamente aos erros do passado. Movimenta-te no sentido de revelar a boa vontade perseverante. Quer dizer, hoje eu tô com boa vontade, mas amanhã talvez. Não é perseverar na boa vontade. Insiste na boa vontade, insiste. Ele tava repetindo, insiste na boa vontade e na compreensão. Então aquela pessoa mais complicada da nossa casa, agora chegando Natal e muitos vão pensar assim: "Nossa, vou ter que encontrar com o fulano, beltrano de novo? Olha, era melhor que eu tivesse até Covid para não ter que ir essa ceia, esse almoço de Natal. Tá falando aqui para conciliar sempre. Mas ele acrescenta aqui, se o adversário é ignorante, mas às vezes somos nós também, né? Se o adversário é ignorante, medita na época em que também desconhecia as obrigações primordiais. Quer dizer, antes da gente conhecer a doutrina espírita, nossa vida era de uma maneira. Depois que a gente conhece a doutrina espírita, a nossa vida muda para sempre. Nós quando visitamos
primordiais. Quer dizer, antes da gente conhecer a doutrina espírita, nossa vida era de uma maneira. Depois que a gente conhece a doutrina espírita, a nossa vida muda para sempre. Nós quando visitamos Francisco Cândido Xavier a primeira vez na década de 70, deve ter sido lá pelos anos de 73, nós perguntamos a ele assim: "O Chico, nós queríamos uma orientação, estávamos com o Nizinha, professor Múcio, dona Elba, era uma fila enorme, madrugada dentro. E nós queríamos um uma espírita, volta paraa Goiânia, estuda a doutrina espírita e você vai achar A orientação, essa orientação não foi para mim, não é para todas as pessoas estuda a doutrina espírita que a oo da vida. ele nos derita na época que também desconhecia as obrigações primordiais. Se é perverso, categoriza-o na conta de doente e dementado em vias de cura. Quer dizer, tem pessoa que tem o coração mal mesmo, né? Essa pessoa é uma pessoa doente e o tempo vai se encarregar de curá-la. De alguma maneira, ela vai ficar ótima nesta ou em outra encarnação. Trabalha, pois, quando possível, no capítulo da harmonização. Mas se o adversário te desdenha os bons desejos, concilia-te com a própria consciência e espera confiante. Então, a gente tem que ter confiança e reconciliarmos conosco mesmo. O o Neo Lúcio, nesse livro que se chama Alvorada Cristã, Neo Lúcio é o que Ne Lúcio da obra 50 anos depois, o avô da Célia, ele vai nos falar também de uma outro outro adversário que nós temos e a gente vai passar bem ligeiro aqui para não ter dificuldade com o tempo. E aí ele vai falar assim: "O pior inimigo". Porque aí então a gente tá achando que o pior inimigo é o cunhado, é a sogra, a nora, o próprio filho, a esposa, o marido, a madrasta. E ele tá dizendo assim: "O pior inimigo, um homem admirável." E são histórizinhas que servem também para as crianças, por isso ele é todo eh ilustrado o livro, mas para todos nós ele também traz muitas recomendações úteis. E ele diz assim: "Um homem admirável pelas qualidades foi visto pelos inimigos da humanidade
s, por isso ele é todo eh ilustrado o livro, mas para todos nós ele também traz muitas recomendações úteis. E ele diz assim: "Um homem admirável pelas qualidades foi visto pelos inimigos da humanidade que conhecemos por inimigos da humanidade. Quais são eles? Ignorância, calúnia, maldade, discórdia, vaidade, preguiça, desânimo. São os inimigos nossos. Além dos terceiros que existem, nós ainda temos todos esses inimigos. E aí ele vai falar sobre a ignorância. E a ignorância começou a congitar da perseguição, porque o ignorante é ignorante mesmo, né? Por isso é que todas as nossas as vezes que fazemos as nossas orações, nós pedimos também para aquelas pessoas ignorantes tá aqui apresentando ao povo como um uma pessoa má, aquela pessoa que é ignorante. E esse lavrador, ele era um lavrador, ele perdoou a ignorância, assim como também ele vai perdoar. Ficou difícil com o microfone na mão, né? Ele vai perdoar também a calúnia e ele vai chegar à conclusão que a calúnia estava enganada. Porque o caluniador dizem que é assim: se você pegar um travesseiro de penas e jogar de cima para baixo, é a calúnia. E depois você pode tentar juntar todas as penas, você não vai conseguir. Alguém vai achar que aquela situação é verdadeira mesmo. E a e a conversa segue para a frente. Então ele vai dizer que também perdoava a calúnia porque a calúnia estava enganada. Depois vem a maldade e ele também diz que a maldade era a ausência da luz e que também perdoava a maldade. Depois vem a discórdia que passou a assediá-lo na própria casa. dentro da casa dele. Discordia é dentro de casa, é no centro espírita, é no trabalho, é na vizinhança. Nós não temos discórdia com ninguém que mora lá na Austrália, na Rússia, na no Japão, na China. A gente não conhece nenhuma pessoa lá, portanto a gente não tem discórdia com ninguém que mora nessas nesses locais. E ele continuou. Então, veio a vaidade e ele também perdoou a vaidade. E a vaidade dizia que ele era um grande herói e a vaidade então ensuflava cada
scórdia com ninguém que mora nessas nesses locais. E ele continuou. Então, veio a vaidade e ele também perdoou a vaidade. E a vaidade dizia que ele era um grande herói e a vaidade então ensuflava cada vez mais a vaidade nele. E ele chegou à conclusão que ele não tinha essas condições que a vaidade o colocava. E ele dizia que a glória pertencia tão somente a Deus. E depois veio a preguiça. E aí a gente imagina assim, a preguiça encerrou tudo aqui. Não, ele vai trabalhar a preguiça, vai começar a fazer as sopas, vai começar a ir para o centro espírita, a realizar os trabalhos dentro da casa espírita. Ele também venceu a preguiça. Mas por último veio o desânimo. Isso que nós não podemos admitir na nossa vida é o desânimo. Desanimar de chamar a atenção do filho com fraternidade. Desanimar de nos nos proporcionarmos melhores condições para nós mesmos, existenciais, psíquicas, através da oração, através do bom trabalho. Então nós não podemos desanimar nem das pessoas, nem de nós mesmos. E aí a gente fala: "Nossa, mas eu tô tão entristecido com a humanidade, tanto problema, tantos, tantas dificuldades. Não vamos desanimar, não, porque as propostas que a gente tem ouvido no nas lideranças espíritas são as melhores possíveis. Vamos passar por um momento de grave, como diz o nosso presidente da FEB, mas daqui a pouquinho a luz haverá de brilhar para todos. Então nós somos viajores do tempo, caminhando para a luz e por maiores que sejam as nossas aflições pessoais, nós vamos vencer, porque a gente já venceu tantas outras. Quando a gente observa, por exemplo, próprio movimento espírita e a gente vê a garra dos dirigentes de casa espírita, a gente fica realmente assim comovido de ver tanto que os os trabalhadores espíritas eles pegam mesmo, realizam o trabalho. Nós chegarmos há pouco e Dr. Aítou como é que foi a nossa viagem. A gente estava ontem em Rio Verde. Antônio Carlos estava conosco, a Márcia Riso, o Rodrigo Rizo e mais 10 companheiros nossos da federação e aqui do Mensageiros da Luz nos acompanharam e a
ssa viagem. A gente estava ontem em Rio Verde. Antônio Carlos estava conosco, a Márcia Riso, o Rodrigo Rizo e mais 10 companheiros nossos da federação e aqui do Mensageiros da Luz nos acompanharam e a hora que nós pegamos o carro para vir embora, pode contar para eles lá, viu Antônio? Eh, a hora que nós pegamos o carro, tô com muita vergonha. E alguém fou: "Vergonha de quê? Foi porque eu nunca fiz nada. Esse povo é que trabalha, trabalho belíssimo que é realizado na cidade de Rio Verde. E além do trabalho belíssimo que é realizado lá, a gente observa a gratidão. A gratidão por aqueles que iniciaram, porque não tem nenhuma casa. Nós fomos em vários locais ontem lá e no final encerramos com a palestra no Centro Espírita que tem 98 anos, o Euríped Barçanuf. Tem nenhum lugar que a gente foi que a gente não ouviu uma referência face ao Dr. Paulo Campos, que é um baloarte do movimento espírita em Rio Verde e no estado de Goiás. Então o trabalho de todos os lugares que a gente faz vai e fala assim: "Isso aqui começou com o Dr. Paulo Campos, isso aqui foi o Dr. Paulo Campos". quer dizer, a gratidão das pessoas e o seguimento das realizações que são efetivadas lá com o coordenador que a gente tem muito dedicado, muito aguerrido mesmo, que é o Rodrigo Pereira. Quer dizer, o trabalho lindo que é feito em muitas e muitas casas espíritas, no todo o estado de Goiás, essas realizações. E por último, o Neio Lúcio e nós também. Ele vai dizer então sobre o desânimo. O homem forte e valoroso, que triunfara de muitos combates, começou a ouvir as interrogações do desânimo, deitou e passou sem sem com 100 anos sem levantar-se. Isso não pode acontecer conosco, porque nós já temos a bênção do conhecimento da doutrina espírita. Temos uma casa espírita para de referência e temos o trabalho da doutrina espírita que nos dá as oportunidades de sermos cada vez mais felizes, porque nas palavras do Chico é o trabalho que engrossa o fio da vida. Por isso é que a gente tá vendo no sábado, nós fizemos
trina espírita que nos dá as oportunidades de sermos cada vez mais felizes, porque nas palavras do Chico é o trabalho que engrossa o fio da vida. Por isso é que a gente tá vendo no sábado, nós fizemos uma um seminário na Academia Espírita de Letras falando sobre longevidade. Era tinham psicólogos, médicos e outras pessoas e eu também tava por lá. E exatamente dizendo da importância de trabalharmos para o bem. E aí se é para todo mundo que quiser ficar mais um tempo aqui no planeta Terra encarnado, quando a gente trabalha a gente engrossa o fio da vida. Vamos ver Chico Xavier. Divaldo, que retornou esse ano ao plano espiritual. Então, a receita da longevidade é sempre o trabalho no bem. Que Jesus nos abençoe, nos envolve muita paz. Nossa gratidão à presença de todos e nós passamos agora para o nosso trabalho de passe, convidando os nossos companheiros médiuns para se posicionarem para a transmissão dos passes. Lembrando que o passe é uma transmissão de energias, todos estamos recebendo, vamos descruzar braços e pernas. Isso não é um ritual, então somente para que as energias fluam melhor. Se emanação de luz, bênçãos de nós Jesus, gesto tão puro de amor de nossas qu para outras mãos. Em nome de nosso senhor. Fortalece no caminho. Ameniza por alma. alivia e reconforta como bálsamo para ser nação de luz. Bênçãos de nosso Jesus, gesto tão puro de amor de nossas mãos. Arras mãos em nome de nosso Senhor. Fortalece o teu caminho. Meniza, cura, Roma, alivia e reconforta com balsamador. Fortalece no caminho. Ameniza por alma. alivia e reconforta com o balsamador. Que Jesus nos abençoe, nos envolva em muita paz. Ant папа.
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