COMPREENSÃO E CONCILIAÇÃO - JESUS (MATEUS, 5:25) - Eugênia Matos [PRECE AOS SUICIDAS]
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Encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver. >> Doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda beleza. de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti. [música] Queridos irmãos encarnados, desencarnados, os nossos irmãos que nos ouvem, que nos assistem pelos meios eletrônicos, que sejamos todos muito bem-vindos a esse ambiente de paz, de harmonia, preparado com muito carinho pelos amigos espirituais que nos aguardam e nos recebem nesta casa de amor. nesse santuário de luz, nesta oportunidade sublime que nos convida a acalentar o nosso coração. Dia muito nós fomos convidados para aqui estar e recebemos esse convite. E é por isso que aqui nós nos encontramos hoje. Nós escolhemos estar aqui. E o domingo à tarde é o domingo muito especial, porque aos domingos nós estamos a orar aos nossos irmãos que desistiram de continuar a sua jornada neste momento em que inserido estava neste planeta, nesta carne, mas que a misericórdia de Deus não desampara a ninguém e nos trouxe aqui neste lugar a oportunidade de abrir os nossos pensamentos, abrir os nossos sentimentos para compreender que a vida é única e que estamos a vivenciar diversas existências. E no aprendizado, no progredir, do ir e vir, nós estaremos a caminho da plenitude e todos nós um dia seremos anjos. Nenhum de nós está afadado ao sofrimento eterno. E estes domingos de tardes de trabalho, em direção ao sofrimento, a dor profunda de alma, revigora em nós a esperança. Então, que nós possamos nos sentir agraciados. de fazermos parte desta família que aqui está. Fazemos parte da família dos domingos à tarde. É um público relativamente fiel. E para que a gente possa continuar nesse campo que está sendo formado de integração, de respeito, de acolhimento, nós vamos ler a mensagem de número 58 de o livro Pão Nosso, psicografia de
mente fiel. E para que a gente possa continuar nesse campo que está sendo formado de integração, de respeito, de acolhimento, nós vamos ler a mensagem de número 58 de o livro Pão Nosso, psicografia de Francisco Cândido Xavier. pelo espírito Emanuel, que nos diz assim: "Contribuir, cada um contribua segundo propôs em seu coração, não com tristeza ou por necessidade, porque Deus ama o que dá com alegria." Paulo, segundo Coríntios, capítulo 9, versículo 7. Quando se divulgou a afirmativa de Paulo de que Deus ama o que dá com alegria, muita gente apenas lembrou a esmola material. O louvor, todavia, não se circunscreve às mãos generosas que espalham óbvulos de bondade entre os necessitados e sofredores. Naturalmente, todos os gestos de amor entram em linha de conta no reconhecimento divino, mas devemos considerar que o verbo contribuir na presença de lição aparece em toda sua grandiosa excelitude. A cooperação no bem é questão palpitante de todo lugar e de todo dia. Qualquer homem é suscetível de fornecê-la. Não é somente o mendigo que é a espera, mas também o berço de onde se renova a experiência, a família em que acriolamos as conquistas das virtudes, o vizinho, nosso irmão em humanidade e a oficina do trabalho, que nos assinala o aproveitamento individual no esforço de cada dia. Subvindo o momento de repouso de o turno, cada coração pode interrogar a si próprio quanto a qualidade da sua colaboração no serviço, nas palestras, nas relações afetivas, nessa ou naquela preocupação da vida comum. Tenhamos cuidado contra as tristezas e sombras esterilizadas. Má vontade, queixas, insatisfação, leve andades não integram o quadro dos trabalhos que o Senhor espera de nossa atividade no mundo. Mobilizemos nossos recursos com otimismo e não nos esqueçamos de que o Pai ama o Filho que contribui com alegria. E os trabalhadores de Jesus é assim, não é? Vive com alegria. Alegrai-vos. Tá doendo, alegrai-vos. Tá sofrendo, alegrai-vos. Estamos aqui para aprender, para sairmos daqui e sermos livres. Um dia todos nós
trabalhadores de Jesus é assim, não é? Vive com alegria. Alegrai-vos. Tá doendo, alegrai-vos. Tá sofrendo, alegrai-vos. Estamos aqui para aprender, para sairmos daqui e sermos livres. Um dia todos nós seremos anjos. E para tanto é necessário trabalhar e que o nosso trabalho seja o trabalho do alegrar, alegrar os corações, porque estamos no caminho a serviço do Mestre Jesus. Somos os convidados para sermos os obreiros do Senhor. Somos os últimos convidados para passarmos a banquetearmos através do trabalho para a edificação de um mundo novo sobre a face da terra. Então, que nós possamos agradecer a esta doutrina de luz que nos tira da ignorância, a esta doutrina de amor que nos apresenta o mestre em todo o seu vigor. Que nós possamos projetar na nossa tela mental a figura doce, amorável de Jesus, que na contribuição justa, no trabalho efetivo, onde a sua presença era a representação viva do Pai, que nós possamos nos alegrar. Porque sabemos que se Jesus voltasse hoje, o seu nome seria alegria. E nós nesta hora possamos nos sentir felizes. Estamos no porto seguro, estamos na casa bendita de oração, estamos recebendo refrigério às nossas dores para continuarmos no trabalho edificante da construção de um mundo novo. possamos mentalizar a nossa charrua e a nossa enchada. E vamos ao trabalho como um jardineiro que ao carpir e ao promover a terra deposita as as mudas de flores para que amanhã ele possa ver um jardim em multicores que alegra a todo aquele que possa olhar. que possamos ser os trabalhadores que vamos contribuir para a transformação deste mundo que passa pela prova, pela expiação, mas que no alvorecer já nos encontramos na regeneração. Que tudo se faça mais belo, que tudo se faça mais suave, que tudo se faça mais feliz, porque os nossos corações em alegria agradecemos a Jesus, a Bezerra de Menezes, aos mensageiros de luz, aos nossos mentores e anjos guardiões que nos promovem este momento singular em nossa existência. Na tarde de hoje, nós vamos ter nossa irmã Eugênia e ela vai trazer para nós
, aos mensageiros de luz, aos nossos mentores e anjos guardiões que nos promovem este momento singular em nossa existência. Na tarde de hoje, nós vamos ter nossa irmã Eugênia e ela vai trazer para nós um tema bem apropriado para este momento de alegria, de trabalho convidativo, que nós possamos compreender e conciliar, porque a palestra dela é compreensão e conciliação. Que Jesus te inspire. Boa noite. Todos me ouvem bem? A última fileira. OK. Tá ruim. Graças a Deus. >> Pensei que eu não ia conversar. Eh, meus irmãos, eu começo agradecendo eh o convite para fazer esse trabalho aqui no domingo, esse trabalho de reflexão, porque isso me leva ao estudo do Evangelho de Jesus. E nesse estudo de hoje, nós vamos ver uma passagem de Mateus 5:25. Eu agradeço, mas agradeço sobretudo de estar na presença e recebendo as influências, assim como vocês, recebendo as influências da equipe espiritual desta casa de Bezerra de Menezes. E os nossos votos, os nossos desejos é que as reflexões dessa noite possam se transformar em atitudes no nosso cotidiano. O tema que nos foi proposto, como a nossa irmã já falou, ah, é entender a compreensão como prrequisito para chegarmos à conciliação. Ou seja, se eu não compreendo, eu não vou me conciliar, ou seja, vou tentar vou buscar entender, né? Eh, a conciliação e e a compreensão são caminhos para Gente, eu vou trabalhar com microfone ou sem microfone? Avisei. Então, eh, a compreensão e a e a conciliação são caminhos para a harmonia, para a nossa harmonia interior, para a nossa harmonia no nosso lar, no ambiente social que frequentamos, no nosso ambiente de trabalho. E essa harmonia, conforme esses autores que eu li falam, é importante que ela inicie dentro de nós, porque às vezes a gente eh tem uma ideia ou a pessoa trabalha uma imagem de ser uma pessoa muito conciliadora e tal, aí de repente você fica até assustado com com a forma como a pessoa explode numa circunstância mínima. É porque isso não, essa conciliação, essa compreensão das pessoas, das circunstâncias, não veio de
í de repente você fica até assustado com com a forma como a pessoa explode numa circunstância mínima. É porque isso não, essa conciliação, essa compreensão das pessoas, das circunstâncias, não veio de dentro. Foi uma coisa eh de aparência e algum momento a máscara cai, né? Então, eh, todos aqueles que conciliam são pacificadores e a gente sabe que ser pacificador foi uma das bemaventuranças de Jesus, que Jesus nos falou, né? Então, o pacificador ele ele pacifica no ambiente do lar, ele pacifica no ambiente trabalho, ele pacifica no ambiente social, porque às vezes eh a gente consegue desenvolver um um uma aparência de conciliação num determinado local, por exemplo, socialmente você aí quando você recebe um cargo, você já não concilia mais, né? muda totalmente. Em casa às vezes você, no trabalho você consegue, mas em casa você já não consegue. Há uma frase de Joana que eu trouxe para nossa reflexão, Joana de Anjelos, o Espírito, que diz assim: "Onde te encontrares, estimula a paz e vive em paz". Ou seja, nós não só vamos cultivar a paz entre as pessoas, né? Eh, é aquela aquela situação que assim, você é parte do problema ou você é parte da solução? Quando você é parte da solução, que Joana tá nos dizendo é o seguinte: você vai fazer isso em todos os lugares. Você vai ser aquela pessoa que vai buscar sempre uma uma uma forma de dessa reunião terminar bem. você vai procurar maneiras de que aquelas pessoas eh se entendam. A obra base para essa reflexão da tarde de hoje é um livro do do Emanuel na psicografia do Chico, que é o mesmo livro que a irmã, nossa irmã leu, só que a nossa mensagem no livro Pão Nosso é a 120 e o título dele é conciliação. Mas eu usei também alguns outros textos que eu passo a falar para vocês, porque de repente esse é o tema do seu momento. Esse é o esse é o momento que você tá mais precisando dessas dessa compreensão e dessa e conciliação, seja em qual for o âmbito da sua vida. Então eu passo a falar porque aí quem quiser aprofundar a pesquisa é o seguinte, Joana Edivaldo
á mais precisando dessas dessa compreensão e dessa e conciliação, seja em qual for o âmbito da sua vida. Então eu passo a falar porque aí quem quiser aprofundar a pesquisa é o seguinte, Joana Edivaldo tem um livro chamado Vida Feliz e no capítulo 31 ele fala exatamente sobre isso e o título chama pacificador. Chico e Emanuel, além desse dessa desse pão nosso que eu falei, tem um um livro chamado Palavras de Vida Eterna. O capítulo 70 fala sobre pacificar sempre. Agora, olha que interessante, além de falar sobre pacificar sempre, no mais adiante, no 108, ele fala especificamente de construir a paz no nosso lar. O título é paz em casa. E além disso, aquilo que eu já citei no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 9, bem-aventurados dóceis e pacíficos. Mas tem um exemplo que eu queria trabalhar com vocês nessa tarde, um exemplo bíblico. Não sei se vocês conhecem. Então vamos lá. Quem já leu ou quem já ouviu, já comentou, assistiu um filme sobre José do Egito. Hum. Ótimo. Então é sobre ele que nós vamos usar como exemplo para essa nossa conversa da noite de hoje. José era filho de Jacó e Raquel e era o filho predileto de Jacó. Por que que ele era o filho predileto? Vocês lembram? É porque ele era filho de Raquel. E para casar com Raquel, Jacó trabalhou muito. Primeiro, eh, eh, conversou, conciliou, concordou com os com o sogro, que ele ia trabalhar 7 anos pro sogro e e como eh ele daria autorização, o pai, né, daria autorização para ele casar com a Raquel. Só que quando decorrer dos 7 anos, ele deu, o pai deu um jeitinho para ele continuar trabalhando mais e não deu a Raquel em casamento, deu Lia. Então ele ele aqu obrigação na época era de criar sucessores, então ele tinha que ter filhos e ele teve filhos com várias mulheres, mas o filho da mulher que ele ama é José. Então ele tinha todo aquele carinho, né? Eh, essa história de de Jacó e Raquel é tão interessante que eh o um poeta, né, Camões escreveu um soneto sobre isso. E numa dessas dessas é num um trecho desse desse soneto, ele
o aquele carinho, né? Eh, essa história de de Jacó e Raquel é tão interessante que eh o um poeta, né, Camões escreveu um soneto sobre isso. E numa dessas dessas é num um trecho desse desse soneto, ele diz assim que outros tantos s anos ele so que ele, olha, primeira vez foi sete, segunda sete, ele serviu 14 anos para conseguir casar com a Raquel. E e ele diz, né, que a na sua história de amor, quando Camões faz esse soneto, ele diz o seguinte: "Mais tempo eu eu serviria". Ou seja, foi 14, mas precisasse mais, eu serviria mais. Se não fora para tão longo amor, tão curta a vida. E ele tinha noção exatamente que a vida já ele já não era o jovem de 14 anos atrás e ela também já não era tão jovem. Então eles tinham muita preocupação de gerar esse filho, dela dele ter esse filho. Aí nasce José. Tô contando o contexto para vocês entenderem porque os irmãos tinham tanto ciúme dele. E José, segundo a história que a gente lê, tinha mais dois predicados. José tinha o dom da clareidência. Ele era capaz de interpretar sonhos, ele tinha visões. Então isso aí era mais um complicador da vida de José. Se a época de hoje a mediunidade da gente já traz os problemas que traz, você imagina a época. E mais um detalhe, José era bonito e isso trazia muitos problemas para ele, como a gente vai ver. Então, esses irmãos, por ciúme, vendem José a mercadores israelitas. E esses mercadores levam eh José para o Egito e ele é vendido para um um homem chamado Potifar, que era oficial do faraó e chefe da guarda. José era muito competente, muito dedicado. Então, rapidamente ele colocou, vamos dizer nas palavras de hoje, a contabilidade de Potifar em dia, etc. Só que lembram que ele era um homem muito bonito, pois a mulher de Potifá queria o José. Como José eh recusa, ela inventa uma história e conta uma história diferenciada pro marido e o marido, obviamente acreditou nela e manda José para ir pra cadeia. É a cadeia real. Só que é aquela tal história do pacificador. Quem pacifica pacifica. José foi paraa cadeia com essa
a pro marido e o marido, obviamente acreditou nela e manda José para ir pra cadeia. É a cadeia real. Só que é aquela tal história do pacificador. Quem pacifica pacifica. José foi paraa cadeia com essa mesma disposição que ele sempre teve. Então, as pessoas adoravam ele e tinha um dentre eles um oficial que gostava muito dele e eles todos eh pediam para ele interpretações, etc. e tal. Então ele tava tava preso fisicamente, mas tava muito bem na fé, eh, em contesto que ele tinha no Deus único. Bom, então, eh, como é que José chegou a a a trabalhar pro rei? O rei tinha um sonho, teve um sonho. Vocês lembram aquela história que as avós falavam? sete, sete vacas gordas, sete vacas magras. Pois é, desse sonho que ele tinha. E ele sonhava sempre isso, com sete vacas bem gordas, depois as vacas, sete vagas vacas bem magras. E aí, eh, nessa, nessa, nessa coisa, ele chamou vários advinhos e ninguém conseguia. Aí esse oficial que conhecia José lá da cadeia, José já tinha dado 1000 apoios para ele, disse: "Olha, tem um cara lá que tá na prisão, mas ele ele entende desse negócio de sonho". E aí o rei mandou chamar José e José disse: "Olha, isso é um aviso. Vão, você vai ter 7 anos de fartura e durante esses 7 anos você tem que economizar, juntar, porque depois virão mais 7 anos. muito difíceis e assim foi. E com essa e com essa habilidade de adivinhar sonhos e com essa capacidade de planejar, porque ele que organiza, faz os celeiros e e tudo. E a e ao final dos 7 anos, quando começam os 7 anos difíceis, tava tudo organizado. Ele era também um ótimo administrador. Aos 30 anos, José se torna governador do Egito. O que que acontece com os irmãos dele? Os irmãos dele estão passando privações por causa dos sete das sete 7 anos de dificuldade. Ele chama os irmãos, apoia os irmãos, ele faz uma pegadinha. No começo eles, ele já é um homem feito, 30 anos, os irmãos já nem reconhecem mais dele. E ele faz uma brincadeira, fica perguntando pelo irmão mais novo, cadê o seu irmão? chamava José, porque quando
No começo eles, ele já é um homem feito, 30 anos, os irmãos já nem reconhecem mais dele. E ele faz uma brincadeira, fica perguntando pelo irmão mais novo, cadê o seu irmão? chamava José, porque quando ele ele tá no Egito, ele não tem esse mesmo nome. E aí não, ele sumiu, ele foi, não, vamos contar a verdade aqui, fez uma cariação e eles acabam contando que tinham dado fim no irmão. Aí ele disse: "Não, seu irmão não sumiu, seu irmão sou eu." O que que essa história tem a ver conosco e com o tema da noite de hoje? A história de José nos ensina primeiro confiança total em Deus. E essa confiança de de José, que é essa que nos são nos está sendo pedido a nós também, a o que estamos aqui presentes, os que nos ouvem pelas vários canais da comunhão, quem nos ouvirá em outro momento, é que essa confiança em Deus não paralisou José. Não, eu confio em Deus, mas olha, eu tô aqui preso, se eu que não. Ele começou a usar as habilidades que ele tinha para que aquele momento difícil se transformasse no mais suave possível. É claro que ele estava preso, mas ele podia estar bem estando preso. A segunda coisa que a gente pode entender e as outras a gente vai conversando depois, é que José não se deteve na rejeição. Ser rejeitado pelos irmãos é uma coisa bem difícil, ou ninguém nunca passou por isso aqui. É difícil, né, gente? Vocês lembram como é que na época, na minha época de criança, os irmãos, quando a gente era assim meia diferentinha, dizia que a gente era adotado e a gente chorava e você foi adotado, mamãe acha papai tiraram você de um barreiro, não sei o quê, porque você era meio diferentinha, né? E às vezes essa diferença era era os tais sonhos de José, né? Então ele não se deteve nas rejeições e apesar dela agiu com toda a independência nas circunstâncias mais difíceis e foi além. Porque quando ele chegou, onde ele chegou, ele pensou, como Jesus disse, mas quem muito será dado, muito no será cobrado, quem poderia ajudar os irmãos dele, senão ele que tinha, os outros irmãos não tinham mais nada, tava
ou, onde ele chegou, ele pensou, como Jesus disse, mas quem muito será dado, muito no será cobrado, quem poderia ajudar os irmãos dele, senão ele que tinha, os outros irmãos não tinham mais nada, tava passando privação nesses 7 anos de dificuldade porque não tinham ajuntado, não tinham feito um celeiro economizado para paraas horas difíceis, né? Então, eh, José não se detém em nada, perdoa os irmãos, toca a vida dele paraa frente, casa com a filha lá do do rei, né? E a vida dele toma o rumo que deveria tomar desde sempre, que era isso que tava destinado para ele. E eu lembrei de uma frase do Raul que diz diz um uma trecho de uma música dele que diz assim: "Eu tenho coisas grandes para conquistar, eu não posso ficar aqui parado". Era mais ou menos esse o raciocínio de José. Eu tenho, eu, eu sei que eu tenho uma missão a cumprir, então não vou me deter por conta disso. Quantas vezes no nosso cotidiano a gente não se detém porque a gente não escolhe as nossas lutas? Todos nós temos que escolher nossas lutas. você acorda de manhã, já tem que resolver isso, tem que resolver aquilo, tem um trânsito. Então, se você começar a perder a calma nessas mínimas coisas e não compreender a circunstância como comum a todos, né, fica difícil. Eu conheço uma senhora que se eu ligar para ela de mãe, ela disse: "Ai, o meu dia hoje vai ser muito difícil, tenho que fazer supermercado." Quem não? Depois eu tenho que levar eh o o pet dela lá para cortar o cabelo. Depois ela tem que sofrer muito porque ela vai ter que conversar com a gerente. Não é para pedir, não é para pedir aumento. Nem a gente que vai pedir para aumentar o cheque especial, né? Não é esse o caso. Então, a vida fica mais difícil quando a gente complica, quando a gente não compreende e não busca conciliar primeiro conosco, a nossa vida. Porque se a sua vida, se a minha vida, a nossa vida não tiver essa conciliação dentro de nós, nós vamos sair por aí a semelhança do caminhão de lixo. Que que vai cair do caminhão de lixo? Lixo.
vida. Porque se a sua vida, se a minha vida, a nossa vida não tiver essa conciliação dentro de nós, nós vamos sair por aí a semelhança do caminhão de lixo. Que que vai cair do caminhão de lixo? Lixo. Então, tem pessoas que seguem a vida assim. Onde passa não tem ninguém que sofra mais do que ela. Vocês não conhecem ninguém assim, né? Só lá em casa, né? Não tem ninguém que sofra mais do que ela. Não tem ninguém que tenha mais problemas do que ela. Aliás, quando você se reúne para conversar, você fica assim, porque a palavra está sempre com a mesma pessoa, né? E e todo mundo tem problema e todo mundo tem dificuldade. Então o que a gente tem que é que escolher as nossas ajudas, senão a gente se desgasta tanto que na hora real em que nós vamos ter de fato um problema sério, nós já estamos muito cansados. Mas meus irmãos, o que é conciliação? No dicionário é assim, fazer com que fique de acordo, fazer com que fique de acordo, harmonizar ou adaptar. Então esse é é a definição do do dicionário. Eu só vou harmonizar aquilo que eu consegui compreender. Se eu não compreendo e acho aquilo um absurdo e tô falando o tempo inteiro, como que eu vou harmonizar se eu chego em casa e já sou a sou não sou parte do problema e não da solução? Tô reclamando de onde é que vai ter harmonia no meu lar? Se eu já chego no trabalho também verificando o defeito de todos, porque a gente nunca olha o arguê no nosso olho, a gente olha o cisco no olho do nosso irmão. Então, eh fazer com que com que nós consigamos harmonizar, nos adaptar, conseguirmos um acordo. Um acordo, o que que é um acordo? Um acordo é quando você quer uma coisa, a outra pessoa quer outra. E por que vocês querem se entender? Vocês buscam um ponto eh médio intermediário. Quando eu eu topo fazer um acordo, na justiça chama conciliação. Eu vou continuar com o mesmo percentual, digamos, eu quero um aumento de 10%. Quando eu tô negociando, continua sendo 10%. Não, senão não, não, eu não tô conciliando. Quando eu vou conciliar, eu
ação. Eu vou continuar com o mesmo percentual, digamos, eu quero um aumento de 10%. Quando eu tô negociando, continua sendo 10%. Não, senão não, não, eu não tô conciliando. Quando eu vou conciliar, eu tenho que ter certeza que eu vou ter que abrir mão de alguma coisa. como a outra parte também vai ter que conciliar para chegar. E por que que a gente não pensa nisso quando a gente tem discussões na família que a gente precisa buscar um denominador comum com o nosso companheiro, com a nossa companheira, com os nossos filhos, porque a gente acha que tem que impor e não negociar, né? Tem uma uma frase muito boa que às vezes, gente, eu já, né? Quem nunca? Se fosse eu. Pois é, não é, meu bem. É o seu filho de 15 anos que não pensa direito nas circunstâncias nem nas consequências. Se eu tivesse no seu lugar, não está. Ele não tem 50 anos, ele não tem 60 anos, ele tá num outro momento. E naquele momento é o que tem aquilo, tal e qual foi para nós. Eu tinha um avô que era maravilhoso, todos netos, 20 netos, todos adorávamos ele, porque quando a gente estava na casa dele, que os pais é, começava a brigar, senta, se acalma, que quando você era da idade dele fez pior do que isso. Então, dava uma moral pra gente tremenda, porque avó é isso, né? Eu agora estou exercendo essa função e confesso a vocês que eu tô a perderas crianças de tanto amor e de tanta paixão. Quando a gente pensa que já viveu todos os amores do mundo, todas as formas, todas as maneiras, aí chega uma forma nova na vida da gente que são os netos. Maravilhoso. Recomendo a todos. É bom demais. Mas aí voltando, fazer com que fique de acordo, harmonizar, adaptar. O poeta diz assim: rasgado, encontrando o fio da vida no labirinto das almas. Bom de poeta é isso, porque ele diz o que a gente entende de uma uma forma muito mais bonita, né? costurar o rasgado. Então, a gente tem que partir do princípio que algo está rasgado. Ou seja, há uma contenda, há um problema que precisa ser resolvido. Quanto antes a gente assumir que tem problema que
turar o rasgado. Então, a gente tem que partir do princípio que algo está rasgado. Ou seja, há uma contenda, há um problema que precisa ser resolvido. Quanto antes a gente assumir que tem problema que precisa, que precisa da nossa eh parte para resolver, agora não somos nós que lemos o evangelho, é de nós que tem que partir a boa vontade. Essa história é é real. eh uma amiga muito querida que foi bastante prejudicada no ambiente de trabalho, mas prejudicada mesmo. Pessoa fez questão, podia receber a promoção, não recebia, podia receber e ela e aí quando foi um dia, ela já muito cansada, foi trabalhando no centro espírito, pediu que se fosse possível viesse uma mensagem do que que ela para fazer. E aí disse: "Você é quem lê o evangelho. A boa vontade tem que vir de você. A partir de hoje você passa a rezar por essa pessoa tantas vezes." Aí ela falou: "Mas meu Deus, vai logo. É, eu tenho que pedir a quem tá frequentando a casa espírita, vou pedir para quem?" Então ela, você vai ter que rezar por essa pessoa toda noite. Então costurar o rasgado é isso, gente. Entender que alguma coisa aconteceu e que nós precisamos dar um jeito, encontrar o fio da vida no labirinto das almas, porque a gente não tá atrás, não é, da união, da compreensão, da conciliação. Então é isso. A nossa a nossa missão como espíritas, a nossa missão como espírita é justamente fazer trazer essa postura, fazer com que as pessoas da nossa convivência encontre sempre em nós um ponto de apoio. E às vezes você diz assim: "Ô, meu Deus, sou tão cansada". E aí alguém vai conta: "Ah, você é você é espírita? Ah, você frequenta comunhão". Aí, pera aí. Aí vai e conta aquele problemão que você sabe que não tem jeito para você, minha filha, olha, entrega. Quando a gente não tem solução, a gente entrega porque faz os impossíveis. Nosso Deus, que é um Deus dos impossíveis, nosso Deus único. E a gente pede ajuda de Maria Santíssima, pede ajuda de Jesus, mas a gente tem que ter uma conversa com ele. Faz um bilhetinho,
mpossíveis. Nosso Deus, que é um Deus dos impossíveis, nosso Deus único. E a gente pede ajuda de Maria Santíssima, pede ajuda de Jesus, mas a gente tem que ter uma conversa com ele. Faz um bilhetinho, dobra e diz: "Olha, isso aqui eu não vou mais me preocupar. Daqui paraa frente é com você". Então, meus irmãos, assim, e exemplo de conciliação também que a gente pode ver na casa espírita, mesa mediúnica. O que que nós estamos fazendo ali? Conciliando. Chega um espírito bravo, nervoso, vocês estão querendo ajudar essa pessoa, ela não merece, não sei o quê. Você não sabe o que que ela fez comigo e conta e desabafa. Que que a gente vai fazer? vai tentar fazer a conciliação daquelas circunstâncias, daquele momento, para que aquela eh dificuldade que existe entre aqueles dois seres encarnados e dois desencarnados consiga ser resolvido. Como é que vocês acham que a gente chega a bom termo? questão de 1 milhão de dólares. O amor é a única maneira de dissolver essas questões é pelo amor. E como nós estamos eh seguindo o mestre de Jesus, essa boa vontade tem que vir da gente. Você não pode esperar que uma pessoa que não nem acredita em Deus vai ter a boa vontade diante dessa situação. Tem que vir de você. E quanto mais você fizer, mais você vai ver que as facilidades vão acontecendo. A primeira vez é difícil, a segunda fica mais fácil, aí vem uma terceira, porque a gente estávamos comentando agora a pouco que a gente evolui não numa linha reta, a gente evolui em círculos, aí vai, aí quando a gente pensa que evoluiu, cai mais uma vez, né? Então é isso, mesa mediúnica nada mais é do que um campo de negociação e conciliação. E do ponto de vista espiritual, o que que significa restaurar relacionamentos? Gente, isso aqui acontece sempre, foi o microfone. Agora meu meu computador começa a ficar nervoso, mas vamos lá. Mateus tá em Mateus 5:23 e 24. Portanto, diz Jesus para nós, se trouxeres a tua oferta ao altar e aí lá no altar te lembrares de que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali
so, mas vamos lá. Mateus tá em Mateus 5:23 e 24. Portanto, diz Jesus para nós, se trouxeres a tua oferta ao altar e aí lá no altar te lembrares de que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta e vai reconciliar-se primeiro com o teu irmão e depois apresenta a tua oferta. Essa essa questão é fácil da gente entender. É só a gente pensar no nós serem seres imperfeitos. Como é que acontece? Você precisa de um favor. Precisa de um favor da minha amiga. Aí eu chego para ela e digo assim: "Olha, primeira coisa, deixa eu te falar, sua mãe, seu pai, vou contar os defeitos tudinho que ele tem, fulano, seus filhos, seus netos. Vai, pera aí. Você vem me pedir um favor e fica falando mal dos meus irmãos, dos meus filhos? Deus faz a mesma coisa com a gente. Você não tem que se reconciliar. Vai lá e reconcilia. Não vem para cá falando mal do meu filho. Ai, mas ele é, mas ele ama, não é a todos. Ele falou assim: "Olha, eu só vou amar as pessoas". Não. Que que Jesus disse quando teve entre nós? Eu não vim para os sãos, então essas vou deixar 99 ovelhas por uma que está perdida. Por quê? Porque as 99 já sabe o caminho, gente. Não vai errar. ele tem que vir atrás de mim mesmo, não é? Para ver se dessa vez dá certo tudo combinado lá do outro lado da vida. Então, meus irmãos, eh nós vamos deixar a oferta porque a gente precisa estar em paz para poder viver em paz. É só você pensar numa família em que os irmãos não se entendem, há discussões constantes. Aí vamos fazer o Natal, vai dar certo? Vamos fazer o amigo secreto. Vocês já passaram por isso no de amigo secreto que a pessoa fica olhando para ver o valor, se foi a mesma coisa? Não, isso aí ela comprou na liquidação, não foi esse preço que a gente marcou, não, né? Então aí a gente sabe dessas dificuldades, a gente tem que ir superando. Nós estamos aqui sorrindo dessas situações, mas muita gente empanca com isso, vai transformar o seu dia. Então volta aquela frase inicial, a gente precisa escolher nossas lutas. E
em que ir superando. Nós estamos aqui sorrindo dessas situações, mas muita gente empanca com isso, vai transformar o seu dia. Então volta aquela frase inicial, a gente precisa escolher nossas lutas. E as nossas lutas são dores profundas, sérias, questões que nós fazemos de outra vida e que nós estamos impactados para para resolver. Então, a gente só pode ir para Jesus quando a gente se reconcilia com os nossos irmãos. E nessa passagem que apoia o evangelho de hoje, porque Emân pega uma passagem do evangelho e comenta. Nós estamos falando sobre o comentário do Emanuel, mas a própria passagem que é a 5:25 de Mateus diz assim: "Reconcilia depressa com o teu adversário". Por que que tem que ser de depressa? Que que vocês acham? reconcilia-se, depressa, porque gente, a gente se liberta logo, aquilo não vai mais ser o impecío pra gente ser feliz, né? Uma vez que nós estamos desarmados, quem nos desarma? a nossa conciliação. Concilia-te depressa com teu adversário. Eh, e liberte-se de uma vez, uma vez que a gente se liberta dessas amarras, nós podemos eh aproveitar melhor a nossa vida, seguir a vida adiante. Quantas pessoas que a gente conhece e às vezes acontece na mesma família que passaram por um determinado trauma. Um tocou a vida e foi pra frente. Claro, tem que o trauma vai doer, vamos ter que ir lá conversar mil vezes com os procurar ajuda de psicólogo, mas vai tocando a vida enquanto tiver doendo, vai tocando a vida. E outros ficam totalmente paralisados e anos depois ainda diz: "Não, eu não posso fazer isso porque quando eu era criança aconteceu aconteceu mil coisas quando a gente era criança. Agora o que a gente tem que saber é como que nós vamos resolver isso a partir de aí, vamos fazer o que com isso, né? com essa situação. Então, a proposta de ser de pressa é da nossa própria libertação. Enquanto a gente tá reclamando, reclamando a situação, a gente não vê outras coisas que podem ser. A gente tá fixado na porta que fechou e olha o tanto de porta aberta que tem do outro
ria libertação. Enquanto a gente tá reclamando, reclamando a situação, a gente não vê outras coisas que podem ser. A gente tá fixado na porta que fechou e olha o tanto de porta aberta que tem do outro lado. A gente nem olha, fica de costa, né? Tem uma música que fala muito bem sobre isso, que a música chama Carolina. Então, o complexo de Carolina é assim, o tempo passou na janela e só Carolina não viu, porque a Carolina tava preocupada com a porta que tava fechada e mil coisas acontecendo. Inclusive o poeta fala isso dessas mil coisas acontecendo. Diz que teve estrela cadente, diz que alguém chegou e tocou uma música. Conta mil coisas que aconteceram. Só Carolina não viu. Por que Carolina não viu? que ela tá presa ao passado. Belkió, o passado é uma roupa que não me serve mais, por mais bonito que tenha sido. Minha roupinha de Hello Kitty não dá mais para eu sair de Hello Kitty, né? Então, o tempo passa e a gente tem que ir superando as as questões. É, é é nesse sentido dessa pressa por causa da nossa eh da gente se libertar e poder viver a vida e ser feliz mais uma vez, normalmente, diferente da das vezes que a gente ia ser feliz. Quando meu avô morreu, eu tinha certeza que eu nunca mais ia ser feliz do jeito que eu era quando ele tava aqui comigo. Quer dizer, tava aqui fisicamente, né? Mas eu aprendi outras formas de viver. A vida vai trazendo outras coisas, né? Tive filhos, tô com netos. Então a vida vai seguindo, a memória vai estar para sempre, a saudade vai estar para sempre, mas a gente precisa tocar as nossas vidas e fazer com que as nossas vidas dignifiquem a pessoa que está nos fazendo falta, né? Coisa eh só um exemplo muito bonito, a mãe do Casusa, né? Ela ela se entregou a uma causa de ajudar, de ir para reuniões e de abrir um instituto e tudo. Ou seja, ela transmutou a dor dela em algo que pudesse ser útil às pessoas. Dói com certeza. Lembra do filho todo dia? sempre ela alguém vai chegar e vai dizer: "Não, a partir de hoje essa doce não, ela tá convivendo com ela." E é
dela em algo que pudesse ser útil às pessoas. Dói com certeza. Lembra do filho todo dia? sempre ela alguém vai chegar e vai dizer: "Não, a partir de hoje essa doce não, ela tá convivendo com ela." E é esse, é essa a nossa posição. Quando a gente compreende o fato e se se reconcilia ou se concilia com esse fato, a gente para de culpar as outras pessoas e as circunstâncias. É o que tem para hoje. Pega a tua cruz e me segue. Não é isso? Então, a numa audiência, por exemplo, de reconciliação, o propósito é sempre de chegar a um denominador comum. Então, nós precisamos primeiro chegar denominadores comum conosco, dentro de nós. Uma questão que me ocorreu, que pode ter ocorrido para vocês é assim: Quais os caminhos a percorrer para que a gente chegue a uma conciliação? Gente, isso aqui, esses autores que eu li que fazem, vocês sabem que eu não sei falar essas coisas. Vamos lá. Reconhecer a problemática. O primeiro passo para a solução, reconhecer. Reconhecer significa seja honesto com você mesmo. Dê delimite qual é o seu problema. Começou assim, depois foi assim. Eu tenho uma amiga médica que ela diz que acha muito interessante. As pessoas chegam no consultório e diz assim: "Você é diabético?" Não, não sou diabético não, doutora. Minha taxa de açúcar é que vive subindo. Quer dizer, a taxa de açúcar é culpada. Eu não tenho nada a ver com isso. O senhor é hipertenso? Não, de vez em quando minha pressão sobe, mas ele não é hipertenso. Então, se você não assume a sua dificuldade, você não vai assumir também a solução dessa dificuldade. Daí, porque esses autores falam que o primeiro passo é reconhecer o problema. Tudo bem? aconteceu, foi desse jeito, dessa forma e agora o que que nós vamos fazer? Então, nós não podemos negar o problema. Daí depois tem uma frase muito linda que eu copiei, que ele diz assim: "Construir pontes de acesso para um diálogo". E às vezes o diálogo é conosco, às vezes o diálogo é com o nosso filho, às vezes o diálogo é eh com o nosso companheiro, com a nossa companheira de jornada. Às
truir pontes de acesso para um diálogo". E às vezes o diálogo é conosco, às vezes o diálogo é com o nosso filho, às vezes o diálogo é eh com o nosso companheiro, com a nossa companheira de jornada. Às vezes esse diálogo necessário é com o nosso chefe, com o nosso colega de trabalho. Então, construir pontes significa estabelecer diálogos. Se você sente que tem uma uma vala entre você e a outra pessoa, você sente que tem um abismo entre você e o seu filho, se você não procurar o diálogo, nunca você vai conseguir construir essa ponte. Tem mesmo, isso aí é real, tem mesmo essa dificuldade enorme entre vocês dois, que seja de vidas passadas, não interessa. A vida a gente veio pai, mãe e filho pra gente se amar. Ou vocês têm dúvida disso? ninguém, né? Veio para se amar. Então, a gente tem que dar um jeito de construir essas pontes. Se for filho, eu tenho uma recomendação básica, experiência própria. Deixa para rezar quando ele tiver dormindo. Aí você entra no quarto e faz aquele diálogo mental: "Meu filho, você pensa que nós estamos contra você, mas não é. a gente tá querendo a sua felicidade. Pensa melhor sobre isso, estabelece esse diálogo, porque quando eh ele tá encarnado, principalmente se for adolescente, fica difícil de aceitar que você tem uma opinião eh correta sobre aquele assunto. Mamãe, você não sabe de nada. Não é assim não. A vida era diferente. No seu tempo era diferente. Então, nenhuma sugestão que você faça serve para o tempo presente. Todos nós passamos por isso com maior ou menor intensidade, porque é da fase do adolescente com eh eh contrapô os pais. É natural. Nós fizemos isso, eles eles estão fazendo, os filhos dele farão também e ele vai se lembrar da gente nessa hora. Então, a conciliação como hábito é que fortalece os relacionamentos. Aí eu vou desenvolver um exemplo pra gente entender com questões familiares. Manter a paz em situações tensas e saber lidar com críticas e rejeições. É difícil, né, gente? Lidar com crítica é difícil, é duro. Pode ser uma crítica
plo pra gente entender com questões familiares. Manter a paz em situações tensas e saber lidar com críticas e rejeições. É difícil, né, gente? Lidar com crítica é difícil, é duro. Pode ser uma crítica eh real ou não, a gente fica abalada ali naquele primeiro momento. Então, que tal tentar aprender? Ver até que ponto a a crítica tem razão ou não tem? Se não tiver, passa adiante. Se tiver, corrige, né? E e lidar com rejeições. Ninguém melhor do que aquela historinha que eu contei do José, né? lidou muito bem com a rejeição. Agora também temos, vamos contar o filho predileto. Tem alguém aqui que é filho predileto, sabe exatamente o que é o docinho que guarda, porque é o docinho que ele gosta, né? Assim, aí ela dá uma disfaçada. Não, eu já isso aqui eu compro para todo mundo. É só porque ele tá viajando, vai chegar hoje, né? E tem sempre aquela coisinha assim natural, né? Outras vidas explicam isso com muita com muita propriedade. Então, quais são os desafios pra gente fortalecer e conciliar nas nossas famílias? É a primeira coisa, aquela uma conversa que a gente já começou. Eu sou parte do problema ou da solução. Quando eu chego, as coisas pioram ou melhoram ou eu fico, é, você tem razão mesmo. Você também tem razão. Você Então, ao invés de conciliar, você tá afastando mais as pessoas que participam daquela questão. A outra coisa que eles falam é assim: escuta ativa sem julgamento. Essa é difícil, né? Principalmente nós pais e mães, porque você falou, avisou, meu filho, não vai dar certo, você não tá vendo não, você tá, né? Daí quando depois acontece o que você tava pensando, primeira vontade que você tem é de quê, gente? Vocês são tudo espírito elevado, né? Mas eu tenho vontade de dizer assim: "Eu bem que avisei, não foi por falta de aviso. Às vezes eu respiro quando até 10, até 100, consigo não dizer, mas penso, tenho que confessar para vocês." Outro outra coisa que eles falam é o desafio do perdão diário e múo. Gente, ninguém pode magoar mais a nós do que as pessoas que nós amamos.
sigo não dizer, mas penso, tenho que confessar para vocês." Outro outra coisa que eles falam é o desafio do perdão diário e múo. Gente, ninguém pode magoar mais a nós do que as pessoas que nós amamos. Um estranho passou, xingou. Se a gente não tiver muito, né, a gente deixa para lá. Agora, a pessoa que você ama, que você dedicou tempo, aquela frase mal cortada, aquilo é um punhal, né? É uma coisa que dói na gente. Então, o que nós temos que entender que viver em família significa que nós temos um desafio de perdão diário. Todo dia você tem que perdoar as pessoas que convivem com você. Você tem que perdoar de todas as maneiras, perdoar os atrasos, perdoar porque você pediu só 150 vezes e a pessoa não fez, não fez no momento que você precisava, né? Então, o desafio do perdão diário, eh, eles recomendam até uma coisa que é Joana que fala, eh, faça um diário do que e com quem você perdoou e quais as circunstâncias, porque às vezes você diz assim: "Ai, meu Deus, mas sea, vamos olhar ali, ó, tanta coisa que a pessoa já me perdoou, já me desculpou por isso, por isso? Então, isso aqui eu vou relevar. uma pessoa que sempre tá ao meu lado. Eu tenho amiga assim, a primeira que chega e a última que sai todas as vezes que eu passo um momento difícil. Agora marca um almoço com ela. Gente, eu já boto uma hora. Eu eu quero encontrar as duas. Eu falo que é a uma porque eu já sei Mas mesmo assim ela ainda atrasa. Então é da característica da pessoa, entendeu? Não vai mudar mais. Então tem que aceitar, né, as pessoas como elas são, né? Você lembra da poesia? É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar para pensar, realmente não há, porque amanhã ela é outra pessoa, amanhã pode ter outros acontecimentos na vida dela e você perdeu a oportunidade de hoje. Eh, eu eu eh essa história eu ouvi de uma famosa da televisão que ela contava assim: "Ela tem uma uma posição política e a irmã tem outra". Uma morava no Brasil, a outra morava fora do Brasil. E a que morava fora, que a que
ria eu ouvi de uma famosa da televisão que ela contava assim: "Ela tem uma uma posição política e a irmã tem outra". Uma morava no Brasil, a outra morava fora do Brasil. E a que morava fora, que a que conta é a que tá no Brasil. Ela diz assim: "Toda vida". Ela dizia: "Minha irmã, eu vou lhe bloquear. Minha irmã, eu vou lhe bloquear". Porque ela vivia mandando eh concepções políticas contrário à irmã. Um dia ela bloqueou, aí passou depois não, ela vem pro Natal. Quando chegar no Natal eu converso com ela. Não desbloqueou. A irmã não veio pro Natal porque faleceu. E aí o repórter pergunta para ela: "Isso é culpa?" Ela disse: "É muito mais do que culpa. Foi os abraços que eu não dei, os abraços que eu não recebi." Pensa numa pessoa muito querida, se ela pudesse estar aqui agora, às vezes tá, né? e dá um abraço em você, aquele abraço gostoso. Foi que ela disse, quantos abraços eu perdi por conta de uma bobagem, né? E aí eu perdi a oportunidade porque eu achei que tinha tempo, eu achei que dava tempo e não dá. Então, a reconciliação é sempre um desafio. E a grande pergunta em relação a isso é assim: você quer tá certo ou você quer tá feliz? Hoje eu tô contando muita história, né? Pois é. Um casal jovem, o rapaz vem falar comigo, é porque ela fez e não sei o quê e tal e agora não tem mais jeito para fazer as padas. Eu falei: "Ó, compra as flores que ela gosta, faz um lindo buquê, você sabe qual é o chocolate que ela mais ama? Manda entregar". Não, não vou fazer isso não, porque ela que tá errada. Falei: "Amigo, tu quer fazer as pazes ou você quer saber quem tá certo e quem tá errado?" essas coisas de descobrir quem é o vilão da história é cor para delegado e ele não é. Tá? Então eu falei: "Você tá perdendo tempo hoje ou amanhã ou até depois da manhã até que vocês resolvem se separar." Ela fal: "Meu Deus, podia ter ficado mais, podia ter aproveitado mais, né? Podia ter, como é que tem lá no no Epitaf? Podia ter me preocupado menos com problemas pequenos." É disso que nós
e separar." Ela fal: "Meu Deus, podia ter ficado mais, podia ter aproveitado mais, né? Podia ter, como é que tem lá no no Epitaf? Podia ter me preocupado menos com problemas pequenos." É disso que nós estamos falando. Eh, o que eles pedem também é assim: resolva com calma, que às vezes quando a gente vai, não, eu vou resolver, mas você já vai no julgamento, na forma errada, isso nunca vai acontecer dessa forma que você quer. E a pergunta é assim: será que Jesus demonstrou várias vezes essa questão da conciliação? Ele não deu o testemunho dele. Quem tava com Jesus a hora que ele foi, tava na cruz, todos os apóstolos. Estamos ao teu lado. Não, né? Só João que tava. Então, meus irmãos, é isso. Mas apesar de deles ter ficado sozinho nesse momento difícil, após a ressurreição e eles estão reunidos, como é que Jesus chega? Quem é Jesus, né? você. Eu digo, gente, na hora que eu mais precisei sumiu todo mundo, me deixava sozinho. E eu lá na mão de um um pequeno, uma criança, um adolescente, vocês não viram minha mãe sofrendo? Jesus, o que que ele diz? A paz esteja convosco. Então, é essa paz que de Jesus que a gente tem que trabalhar. Ainda chegou para Tomé e falou: "Tomé, você tá com dúvida se sou eu mesmo, né? Você acha que pode isso aqui e tal? Vem cá, põha. Você não disse que só acreditava se você colocasse a mão na minha filha, então pode vir, né? Então ele, essa paz de Jesus, essa paz que Jesus nos propõe, é aquela que excede a todo entendimento. Meus irmãos, a proposta dessas leituras todas que eu li é assim: Seja luz do mundo, seja salmino com essa poesia. Anda, quero te dizer nenhum segredo. Palo do chão da nossa casa. Vem que tá na hora de arrumar tempo. Quero viver mais de 200 anos. Não quero ferir meu semelhante, nem por isso quero me ferir. Vamos precisar de todo mundo para banir do mundo a opressão, para construir vida nova. Vamos precisar de muito amor. A felicidade mora ao lado e quem não é tolo pode ver. A paz na terra, amor, é o pé na terra. A paz na terra, amor, é o sal. O sal. Canta, leva
, para construir vida nova. Vamos precisar de muito amor. A felicidade mora ao lado e quem não é tolo pode ver. A paz na terra, amor, é o pé na terra. A paz na terra, amor, é o sal. O sal. Canta, leva tua vida em harmonia. Vamos precisar de todo mundo, porque um mais um é sempre mais que dois. Muito obrigado pela atenção de vocês. Até uma próxima. Obrigada. Agradecemos a nossa irmã Eugênia por nos convidar neste momento a reflexão que nós estamos fazendo desta oportunidade bendita de nos encontrarmos no cenário dessa existência maravilhosa, onde o fundamento máximo de aqui nos encontrarmos é aprender a amar, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. E este salão reverbera amor. E Bezerra de Menezes, por muito amar, deixou de avançar em um planeta com muito mais amorosidade para ficar aqui para nos ensinar a arte de amar. Deixe que eu fico. Deixe que eu fique enquanto estiver alguém sofrendo, eu quero consolar. E é essa a nossa proposta nesta noite, trabalhar com amorosidade, consolando a nós próprios e consolando aqueles que estão à nossa volta, porque tudo há de se transformar. O mundo caminha para o melhor. O planeta tem pressa e nós também. O mundo regenerado é o mundo que hora se faz no nosso olhar, onde tudo se transforma, tudo se faz mais bonito. E é nessa construção que nós agradecemos a Deus por este momento presente, de sermos presente neste espaço. E aonde quer que tenha um irmão a nos ouvir nesta hora, lembre, Jesus conosco está. Jesus está aqui e ele nos aconchegue em seus braços e nos convida a caminhar pelas cercanias do vale, pelas cercanias das praias do lago de Genezaré. E Jesus sobe à montanha para nos falar da mais bela de todas as lições, as bem-aventuranças. Somos bem-aventurados. Nos encontramos no fugor do conhecimento, da renovação e da amplificação do nosso pensamento, porque estamos ao lado de Jesus. E Jesus quando nos traz as bem-aventuranças, ele nos traz a libertação e livre, desembaraçados, que nós possamos retornar aos nossos ambientes familiares
o pensamento, porque estamos ao lado de Jesus. E Jesus quando nos traz as bem-aventuranças, ele nos traz a libertação e livre, desembaraçados, que nós possamos retornar aos nossos ambientes familiares e levar conosco tudo aquilo que aqui venhamos buscar e distribuir, porque sabemos que quanto mais se divide, mais aprendemos multiplicar. que multipliquemos a paz, que multipliquemos a serenidade, que multipliquemos o equilíbrio, para que possamos, ao término da nossa trajetória, dizermos: "Cumprimos com o nosso dever". E quando nos questionarmos: "O que trazes?" nós vamos poder responder: "Cumprimos com o nosso dever e na paz e na harmonia, que tenhamos uma semana cheia de alegria e na alegria que Jesus nos traz, que nós possamos nos despedir deste lugar ansiosos para no domingo próximo aqui novamente podermos nos encontrar. Domingo que vem é o dia que nós fazemos as preces direcionadas aos nossos irmãos sofredores e suicidas. onde este salão se transforma em um grande evento mediúnico, onde todos nós participamos com os nossos pensamentos. Venham para cá, aqui é o nosso melhor lugar para estar. Que Deus seja louvado. Graças a Deus. Graças a Jesus. Lucas, o passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento [música] que é o amor. Essa energia amorosa [música] auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo
s, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério [música] necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus [música] corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa [música] estrada da vida. Estamos chegando aos [música] momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e
amos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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