Como lutar contra os vícios? Palestra com Lucijane Lourenço.
Como lutar contra os vícios? Palestra com Lucijane Lourenço.
Boa noite, queridos irmãos, irmãs, irmãos que nos assistem através do YouTube. Sejam todos bem-vindos ao Lar de Jesus, né? E hoje nós teremos aqui uma palestra muito especial, considero, pela relevância desse tema para todos nós. Nós vamos falar hoje sobre a questão dos vícios, sobre a visão espírita, né? De onde eles se originam, qual a causa, por tão difíceis, né? Então nós vamos ter aqui conosco hoje a nossa irmã Luciane Lourenço, né, que vai nos trazer esse tema sobre a visão espírita e é uma pessoa que como psicóloga ela tem uma experiência, tem uma uma vivência nessa área, né? Então eu acho que ela pode nos ajudar muito, é melhor compreender esse problema tão sério que aflige a tantas pessoas, tantas famílias, né? especialmente nesses tempos que nós estamos passando tão difíceis, né? E antes de iniciar propriamente, né? Nós gostaríamos de agradecer a nossos parceiros de transmissão, o Igésia TV Goiás Espírita, TV Secal de Santa Catarina, Rádio Nova Luz, Rádio Deus Conosco e o grupo Mensageiros da Luz, né? A todos os nossos irmãos que nos ajudam a levar essa palestra para outros confins, né? Então, nossa gratidão, nosso nosso abraço a todos e desejamos realmente que essa palestra possa ser vista muitas e muitas vezes e ajudar a mais e mais pessoas, pois o tema é muito relevante, realmente, né? Então vamos passar paraa nossa prece, vamos fechar nossos olhos, abrir nossos corações, rogar ao nosso mestre amado que possa estar conosco em mais essa oportunidade de aprendizado, de crescimento. Que o Senhor possa, mestre amado, inspirar de forma muito especial a nossa palestrante na noite de hoje. que os espíritos bondosos possam trazer a ela toda a luz, todo o amparo que ela necessita para nos trazer este tema tão importante para a vida de milhares de famílias. E assim, mestre amado, rogando a tua proteção, o teu amparo e o teu carinho para mais uma noite de palestra pública, nós pedimos a tua permissão e as tuas bênçãos para esta noite de hoje. Que a tua paz e a tua luz nos guarde e nos
a tua proteção, o teu amparo e o teu carinho para mais uma noite de palestra pública, nós pedimos a tua permissão e as tuas bênçãos para esta noite de hoje. Que a tua paz e a tua luz nos guarde e nos ampare hoje, agora e sempre. Que assim seja. É, então chama a nossa palestrante então que vai falar para nós sobre esse tema. Uma ótima palestra para todos. Uma boa noite a todos, eh, encarnados e desencarnados e a todas as pessoas que se propuserem a assistir a reunião online do Lar de Jesus. O tema que me foi passado pelo nosso trabalhador e amigo Humberto e bem complexo, porque trata-se do comportamento humano. Então, eh, como ele falou, é sobre os vícios, né? Eh, como lutar contra os vícios. e a influência de vidas passadas e o sentido da vida. Então, para falar de vício, nós temos que pensar que desde o início dos tempos humanos, o vício está presente na nossa vida. Se a gente fizer um balanço da nossa do nosso histórico familiar, a gente vai encontrar alguém que tem esse lado ainda muito a ser trabalhado e o quantos vícios eh perturbam, ou seja, danificam as relações. Então, vício é um ato repetitivo. Eu busquei no dicionário pra gente entender o processo. É um ato repetitivo que causa prejuízo ao indivíduo e aos que o rodeiam. Eles podem envolver o uso excessivo de substâncias, como drogas, álcool ou comportamentos, jogos excessivos. compras compulsivas ou uso excessivo da tela. Então, os vícios podem afetar também o sistema nervoso do ser humano, levando a dependência física e emocional. Pensando nesse sentido, quando fala-se de vício, a gente vai pros vícios, pros extremos dos vícios, né? as drogas, o tabagismo, o alcoolismo. Mas para falar desse tema, nós temos que pensar que ele é um ato que sempre esteve presente na nossa existência. E tudo, todo e qualquer tipo de vício tem a sua função. Qual é então a função do vício? de anestesiar as dores psíquicas do ser humano. Então, o vício, a função dele, ele funciona como anestesia. Só que essa anestesia ela tem um efeito,
o tem a sua função. Qual é então a função do vício? de anestesiar as dores psíquicas do ser humano. Então, o vício, a função dele, ele funciona como anestesia. Só que essa anestesia ela tem um efeito, ela tem o seu tempo de duração. Quando acaba, fica a dor moral de quem o pratica. E a dor moral, ela é tão intensa que às vezes a pessoa fica no fundo do poço e para sair daquele lugar é preciso ter muito, muita vontade. No livro Pensamento e Vida, gente, eu vou mostrar para vocês porque indicar livro não tem contraindicação, viu? Não tem efeitos colaterais. Então, Emanuel, nesse livro, que é uma cartilha que o plano espiritual usa para orientar os reencarnantes, no prefácio desse livro, pergunta assim, ó, se existia, perguntou para Emânel, se lá no plano espiritual tinha alguma, algum roteiro mais seguro para que o nós aqui na Terra pudéssemos cumprir realmente ente a nossa missão que nós abraçamos antes de reencarnar. E aí ele trouxe essa cartilha, é um livro que é uma cartilha para nos orientar a forma de conduzir a nossa vida. No capítulo dois, que fala sobre a vontade, Emanuel fala o seguinte, que a vontade é a gerência esclarecida e vigilante que governa todos os setores da nossa ação mental. Então, para sairmos de qualquer tipo de vício, nós, em primeiro lugar, precisamos ter vontade. Às vezes nós temos orientadores, pai, mãe, irmão, amigo, esposa, esposo, enfim, que às vezes eh nos orienta, que faz eh um pedido amoroso para que a gente saia daquele lugar. Mas se a gente não exercitar o gabinete da vontade, como está aqui nesse livro tão sublime, fica difícil de realizarmos eh a concretização, a libertação de qualquer tipo de vício que venha cometer as nossas ações. Então, para falar de vício, nós precisamos falar eh que nós precisamos ter consciência. Se somos espíritos dotados de livre arbítrio, a nossa consciência, ela é o ela é o gabinete da nossa vontade. Então assim, termos consciência do que nós estamos fazendo e saber que aquilo não está sendo bom nem para mim e nem pros pros meus eh
o, a nossa consciência, ela é o ela é o gabinete da nossa vontade. Então assim, termos consciência do que nós estamos fazendo e saber que aquilo não está sendo bom nem para mim e nem pros pros meus eh pertencentes, pros pros minhas relações, eh fica difícil sair daquele lugar. E nós precisamos também falar de liberdade. O que que é liberdade? é termos escolha, é sabermos o que é bom para nós e o que não. Essa escolha, ela é de ela tem uma distância do egoísmo. Por quê? Porque vai na nossa consciência de libertarmos de tudo e qualquer ato que seja pertinente à nossa tristeza, as nossas angústias, as nossas ansiedades. E precisamos também de falar de responsabilidade. Nós som André Luiz fala assim, ó, que a colheta é livre, o plantil é livre. A colheita é necessária. E a gente pode observar que todas as pessoas que estão em ação, que estão plantando, ninguém tá chorando, tá todo mundo sorrindo com a máscara da alegria, né? Mas quando a gente vai colher, aí vem as lágrimas da tristeza, do arrependimento, da solidão. E às vezes a gente nem consegue, dependendo do tipo de vício que a gente eh aprofunda, fica muito difícil sair dele. Então, eh nós vivemos no mundo de impermanência. Nós não temos segurança, né? Apesar de fazermos seguro de vida, seguro do carro, seguro da casa, seguro, seguro, seguro, a gente não tá seguro. Porque nós vivemos num mundo de impermanência, materialmente falando, né? Às vezes o que tá, o que é importante agora, amanhã já não é mais. principalmente quando nós eh partimos para esse mundo da impermanência e da materialidade. Se a gente viver eh esse mundo material da forma que ele nos convida, vamos entrar nos conflitos existenciais que Joana de Ângeles nos traz nesse livro Conflitos Existenciais. eh que são 20 capítulos de conflitos. O primeiro deles, ela fala da fuga psicológica. A gente vive fugindo dos nossos problemas, daquilo que tá dentro de nós, que nós é que temos que resolver. E nesse livro Conflitos Existenciais, no capítulo 13, ela fala
ela fala da fuga psicológica. A gente vive fugindo dos nossos problemas, daquilo que tá dentro de nós, que nós é que temos que resolver. E nesse livro Conflitos Existenciais, no capítulo 13, ela fala dos vícios. E ela fala assim que Joana deângeles, viu, gente, ela fala que os vícios decorrem da acomodação mental e moral e a situação penosa e equívoca que exige esforço para salutar direcionamento. Então, quando nós estamos aprofundado em qualquer tipo de vício, fica difícil a gente reconhecer, a gente se ver. Porque qual a maneira mais segura que nós temos, né? Segundo a o livro dos espíritos, na questão 919, qual é o meio mais seguro para que nós possamos nos melhorar? E aí vem a famosa frase de Santo Agostinho: "Conheça-te a ti mesmo." O que que é nos conhecer? É começar a nos observar quais são as minhas atitudes. Qual é a minha atitude de filha? Qual é a minha atitude de esposa, de mãe, de pai, de ser humano pertencente aqui no planeta Terra. O que que eu tenho feito com o meu semelhante que tá bem próximo mim? que eu fico triste se alguém fizer comigo. Então, fazer essa reflexão e nessa reflexão nós vamos começar a nos observar e perceber o ponto X que nós precisamos melhorar. Então, eh, por vivermos um mundo de impermanência, que nós não temos segurança, porque nós não somos seres materiais, nós estamos habitando um corpo material, mas nós somos seres espirituais para para que possamos ter mais serenidade, alegria de viver e a consciência tranquila do dever cumprido. Nós precisamos nos embasar na família e na espiritualidade, porque são os pontos que nos acolhe, são as a família Joana de Angeles fala para nós e Emanuel que nós nascemos no lugar certo com as pessoas necessárias paraa nossa evolução. Então, é na família que nós começamos a nos eh melhorar, a aprendermos a amar, porque é na família que nós reencarnamos numa teia necessária para que possamos aprender a amar além das aparências, para que possamos perdoar, porque é impossível conviver em família sem
rmos a amar, porque é na família que nós reencarnamos numa teia necessária para que possamos aprender a amar além das aparências, para que possamos perdoar, porque é impossível conviver em família sem exercer o ato do perdão. E aí, embasado nesses dois eixos essenciais na nossa vida, nós não significa que não vamos ter angústia, porque a angústia é do ser humano, né? por não sermos seres materiais, essa voz interior que fala conosco, sempre nos convidando a uma mudança íntima, né? Eh, é nesse contexto que a gente começa a compreender de onde que surge determinados comportamentos que são tão desfavoráveis na relação e nos contextos relacionais. Então, nós precisamos compreender os vícios e entender o motivo daquelas angústias que as pessoas passam, porque todo vício tem uma origem, origem angustiante. Se entra no consultório uma pessoa com qualquer demanda, com qualquer problema, porque ninguém vai no consultório psicológico para sorrir, ele vai para falar das suas demandas, de algo que dói por dentro. como Freud fala, parece que é um vulcão que tá consumindo todas as suas energias. Então, para entender o contexto do sofrimento daquela pessoa, nós vamos eh dar para ela a possibilidade de de uma escuta, uma escuta acolhedora, porque aquela escuta que vive apontando e nós temos muita facilidade de apontar, aponta você é isso, isso, isso. geralmente no lado negativo, porque nós temos dificuldade de enaltecer o belo, nós temos eh dificuldade de enaltecer as qualidades que as pessoas trazem. Eh, a função terapêutica é dar possibilidade para que a pessoa se perceba e que ela perceba que ela tem reservas de forças e que ela pode sair daquele lugar. Então aquele que dirige a qualquer tipo de vícios, seja o álcool, o sexo em exagero, o trabalho exagerado. Quantas pessoas não vem a família crescer porque trabalha imensamente, né? Trabalho exagerado também é vício, meus irmãos. Comida em exagero também é vício. Fumar, falar mal das pessoas, né? A tristeza excessiva torna-se um vício.
lia crescer porque trabalha imensamente, né? Trabalho exagerado também é vício, meus irmãos. Comida em exagero também é vício. Fumar, falar mal das pessoas, né? A tristeza excessiva torna-se um vício. Eh, a mágoa torna-se um vício. Então, assim, quando a gente fala de vício, não são só os extremos, né, dopo e dos seus derivados. Existe muitos comportamentos que também se tornam viciosos. E aí os psiquiatras de todo tempo defin essa compulsão eh psíquica do ser humano como transtorno, né? é um transtorno de compulsões que a pessoa não dá conta de dominar, que a pessoa não consegue. E como ela usa a todo aquele vício para eh anestesiar as dores psíquicas, né? Ela prefere ficar naquele lugar porque é mais fácil sair de determinados vícios, seja ele qual for. Não, não é fácil, gente. Exige o gabinete da vontade, como nos fala eh Emânuel no livro Pensamento e Vida. E para suportarmos a impermanência de tudo, né? Eh, esses desafios que a impermanência traz, a função que, como eu disse, dos vícios, né, das compulsões, é para ajudar as pessoas a dar conta daquele processo e às vezes ele vai só afundando cada dia mais, porque anestesiar eh qualquer sentimento é passageiro, ele pode voltar estar em um grau bem mais acentuado. E nesse sentido, no livro Pensamento e Vida, fala o seguinte, não? No livro Fonte Viva, no capítulo 117, Emanuel fala que nós possuímos o que damos. Então, vamos nos observar o que que é que a gente tem internalizado e que a gente está oferecendo para quem está nossa volta. Se nós oferecemos continuamente confusão, nós estamos cheio de confusão internalizada. Se nós oferecemos a negatividade, nós estamos com uma carga negativa muito grande, que a gente vai contaminando as pessoas que estão à nossa volta, primeiro nos contaminando. Primeiro somos nós, depois a gente vai contaminando o ambiente, as relações, o lugar que a gente vive. E isso se torna muito sério. Se nós oferecemos somente a materialidade, a vida mundana, a vida do comprar, a vida do eh porque a gente abre aí nessas
o ambiente, as relações, o lugar que a gente vive. E isso se torna muito sério. Se nós oferecemos somente a materialidade, a vida mundana, a vida do comprar, a vida do eh porque a gente abre aí nessas redes sociais, as pessoas usam o verbo no imperativo. Faça, faça, faça, faça, faça. E aí a gente vai naquela onda, né, pr anestesiar às vezes uma dor psíquica, a gente compra em exagero, depois a gente sofre muito para pagar. Então, comprar demais também é vício. E aí Emanu fala assim que o nosso pensamento, por tudo começar no nosso pensamento, eh é é uma vida que procuramos através dos reflexos de nós mesmos, até que nos identifiquemos um dia no curso dos milênios com a sabedoria infinita de Deus, que é o amor infinito, que constitui o nosso pensamento e a vida de nosso Pai celestial. Então, nós temos que deixar de procurar às vezes o sucesso, porque a vida material nos convida para um sucesso, entre aspas, né, do consumismo. Nós não reencarnamos para fazer fortuna. Nós não reencarnamos para exibir o que é material. Nós reencarnamos para aprender amarmos. Emanuel, no livro Consolador fala que existe duas asas que nós precisamos construir aqui na nossa reencarnação. Uma chama-se sabedoria e a outra sentimento, o amor, né? Então, a gente percebe que a asa do materialismo, da sabedoria, ela está perfeita, porque esse mundo nosso material é de uma tecnologia fabulosa em quase todas as áreas e que às vezes esse lado materialista dizendo, eh, falando, mexe muito com o nosso ego, com o orgulho que a gente tem. Ah, eu sou, eu sou isso, eu sou médico bem-sucedido. Eu tenho uma pessoa que fala, gosta muito de falar no bem-sucedido. Que que é bem-sucedido? Que será ser bem-sucedido, né? E aí, Joana de Angeles, no livro Êxito, Diretrizes para o Êxito, ó, esse livro aqui, ó, ela vai nos orientar o que nós devemos realmente fazer para termos sucesso realmente, para que possamos ter consciência em paz do nosso dever cumprido, né? Então, nós temos que deixar de procurar sucesso material,
rientar o que nós devemos realmente fazer para termos sucesso realmente, para que possamos ter consciência em paz do nosso dever cumprido, né? Então, nós temos que deixar de procurar sucesso material, porque ela fala para nós nesse livro que o caminho do êxito é a vitória sobre os nossos desafios espirituais. Se nós somos espíritos reencarnantes, nós trazemos no nosso registro do do nosso perespírito todas as nossas experiências desde o momento que nós fomos criados. Então, se nós passamos por determinada situação aqui nessa vida, tem uma relação muito grande com o nosso passado. Nós sabemos do nosso passado, não. A misericórdia divina nos traz essa anestesia pra gente não saber. Porque André Luiz na no livro Mundo Maior, que fala do mundo espiritual, ele relata lá para nós as pessoas que desencarnam num processo de dificuldade, com vícios terríveis e que são eh quando eles acordam no plano espiritual, acordam numa situação como estava aqui. Ninguém vira santo porque desencarna, meus irmãos. Nós levamos toda a carga emocional que nós temos. Então, nós precisamos começar a preparar a nossa morada no plano espiritual, porque André Luiz fala que o material de construção vai daqui para lá, não é de lá para cá. E a doutrina espírita vem nos auxiliar mais do que uma religião, ela nos oferece uma proposta de vida para nos melhorarmos. para fazermos uma reforma íntima, para mergulharmos nas nossas atitudes e percebermos que o verdadeiro êxito de qualquer ser reencarnante é melhorar os desafios espirituais que nós temos, né? as mazelas que nós ainda carregamos, porque imperfeitos todos nós somos. Perfeição aqui na terra não existe. Todos nós somos imperfeitos ainda, né? Mas podemos mudar esse contexto. E aí eu queria passar para vocês que eu achei bem bacana, eh, no livro Estude e Viva, André Luiz e Emanuel nos fala o seguinte: "Dá uma receitinha para nós." Ele ele fala assim, ó, no capítulo de uso e abuso. O uso é o bom senso da vida e o metrô da caridade. Vida sem abuso, consciência tranquila.
Emanuel nos fala o seguinte: "Dá uma receitinha para nós." Ele ele fala assim, ó, no capítulo de uso e abuso. O uso é o bom senso da vida e o metrô da caridade. Vida sem abuso, consciência tranquila. Então, todos os vícios que nos leva ao abuso traz para nós peso na nossa consciência, peso. E quem tem que melhorar somos nós. E ele continua. O uso é a moderação em tudo. Abuso é desequilíbrio. Uso exprime alegria. Abuso nasce a dor. Bendita seja a dor. A dor é um uma centelha que bate na nossa consciência, nos convidando a mudarmos de atitude. Existem abusos de tempo, conhecimento e emoção, né? Qual Qual de nós faz bom aproveito do tempo? Porque o tempo é igual para todos. Tava conversando com a colega aqui na frente, ela falando que ela gosta muito do Aroldo Dutra Dias e eu falei para ele também, ele é meu YouTube. Então ele fala essa questão do tempo, né? O tempo é para todos. Mais de 1000 minutos nós temos todos os dias. Aí 1034 parece. Aí a gente multiplica pelo tanto de ano que a gente tem para saber quantos minutos já passou na vida e o que que nós fizemos desse minuto, né? desse tempo. Existem abusos de tempo, conhecimento e emoção. O uso cria reminiscência confortadora. O abuso foja à lembranças infelizes. Quando nós abrimos uma gaveta emocional de abusos infelizes, dói na alma. Dói na alma. e pensar assim, onde é que eu estava quando eu agi de tal maneira, eu estava naquele grau evolutivo ainda inferior. E vamos acolher essa nossa inferioridade e e lembrar daquela frase do Chico Xavier que eu acho perfeita. Embora ninguém possa voltar atrás para fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim. Essa mensagem que Chico deixou para nós, a gente deveria colocar no para-brisa do carro, na porta da geladeira, no banheiro, na porta da sala, em todo lugar e perceber que é para nós que a gente pode fazer diferente, vamos sair daquele lugar. Então, eh, saber fazer significa saber usar. É tão bom saber fazer. Mamãe, minha mãe que é encarnada ainda,
lugar e perceber que é para nós que a gente pode fazer diferente, vamos sair daquele lugar. Então, eh, saber fazer significa saber usar. É tão bom saber fazer. Mamãe, minha mãe que é encarnada ainda, graças a Deus, né? Tá com 80, vai fazer 89 anos. Ela fala assim: "Minha filha, saber ocupa lugar, mas traz para você a porta da a chave da liberdade". É muito bom saber, né? E nós estamos aí para aprender quantos professores nós temos na nossa vida. Então, eh, a doença é todos os objetos ou aparelhos, atitudes ou circunstâncias exige uso adequado sem que surge o erro. Falando dos aparelhos, nós estamos vivendo a tecnologia da tela. Quanto tempo nós perdemos mexendo na tela, subindo ou descendo, subindo ou descendo, Instagram, Facebook, sei lá o quê, né? E às vezes a gente poderia aproveitar aquele tempo de uma forma mais proveitosa pro outro, não, pra nossa consciência. E aí eu me lembro do Haroldo, né? Voltando no aroto, eu gosto de observar as atitudes dele, o quanto que aquele moço trabalha, o quanto que aquele moço aproveita o tempo, né? uma pessoa que já fez direito, é juiz, ele fez psicologia, ele fez doutorado em neurociência, doutorado em depressão e agora ele tá fazendo pós-doutorado em depressão. Então assim, eu fico pensando o ele aproveita o tempo para melhorar e criou uma escola virtual para nos auxiliar, para que nós possamos trabalhar as nossas emoções, o nosso equilíbrio, o nosso eixo, né? chama Odisseia, Odisseia Academy, que tem muitos ensinamentos que nos auxilia a termos uma conduta eh digna pro nosso sentimento, pro nosso coração. Então, a doença é o abuso da saúde. E aí chegou numa questão importante. Às vezes a gente na juventude, por não saber aproveitar o nosso tempo, veredamos para qualquer tipo de vício. E quando nós entramos na idade da razão, segundo Emanuel, que é aos 40 anos, e hoje eu percebo que pode ser até um pouco mais, a gente perde muito tempo na nossa vida e a gente abusa dessa máquina poderosa que Deus deu para nós. E aí vem a dor, vem a doença, né? Então a doença
e hoje eu percebo que pode ser até um pouco mais, a gente perde muito tempo na nossa vida e a gente abusa dessa máquina poderosa que Deus deu para nós. E aí vem a dor, vem a doença, né? Então a doença é o abuso da saúde. E quando ela bate na nossa porta, podemos questionar o que que nós fizemos. Se não foi nessa vida presente, tem resquício na nossa vida passada, né? Porque ao reencarnarmos, o nosso perespírito é moldado como se fosse uma forma. Tudo que nós lesamos com os excessos vem a má formação no nosso corpo físico, né? tem um livro eh Religião dos espíritos, que tem um capítulo lá que fala sobre os vícios e, enfim, todos os tipos de vício. Aí mostra as deformações que o corpo físico vem começando nos bebês. O que é que um bebê fez para nascer pregado? O que que um bebê fez para vir com tumor imenso às vezes, né? Sou encantada com o trabalho do Dr. Calil, que faz a separação dos dos gêmeos siameses, né? Então assim, que dá qualidade de vida para aqueles dois espíritos que vêm pregados, o que que eles fizeram, né, para chegar nessa condição ou com uma enfermidade qualquer. Então nós nós devemos começar a preparar o nosso próximo corpo cuidando desse atual, cuidando das nossas ações, cuidando da nossa saúde física, emocional. Então, continuando, vício é abuso do hábito. Abuso do hábito. Supérflo é abuso do necessário. Então, o que que a gente precisa? A gente precisa de muita coisa para viver aqui na terra? Não. No livro dos espíritos fala que a gente precisa do necessário paraa nossa sobrevivência com dignidade. Egoísmo é o abuso do direito. Todos os aspectos bons da existência constitui, né, eh, todos os aspectos bons da existência constitui para qualquer ser humano. O uso é a lei que constrói, o abuso é as exorbitância que desgasta. Eis porque progredir é usar bem os empréstimos que Deus nos confia. Então, nós temos esses empréstimos, né? Eh, tem uma música da doutrina que fala vidas sucessivas, né? Ciência divina, luz do consolador, eh, aí fala das vidas sucessivas pra
timos que Deus nos confia. Então, nós temos esses empréstimos, né? Eh, tem uma música da doutrina que fala vidas sucessivas, né? Ciência divina, luz do consolador, eh, aí fala das vidas sucessivas pra gente progredir e melhorar. E acho que eu já tô passando do tempo. E para finalizar, eu gostaria de passar para vocês no Evangelho, no capítulo, acho que 28, é 28, que fala eh para pedir força de resistir uma tentação. É uma prece pequenininha. que eu vou meditar com vocês, que fala o seguinte: Deus todo poderoso, não me deixeis sucumbir a tentações em que deve em que devo falir. Espíritos benevolentes, que me protegeis, desviai de mim esse mau pensamento e dai-me a força de resistir às sugestões do mal. Se eu sucumbir, Jesus, terei merecido a expiação da minha falta nesta vida ou em outra, porque sou livre para escolher. Então, eh, a escolha é livre. Somos livres e libertadores, mas a colheta somos nós que vamos colher. Todas as nossas ações depende de cada um de nós. E nós, ninguém vai evoluir por nós. Nós podemos ter orientadores, pessoas que nos ama, que nos protege, que deseja o bem para nós, mas o esforço é individual de cada um de nós. Muita paz para todos. Muito obrigada pela atenção e que o mestre Jesus guie. E aí eu escolhi uma musiquinha pra gente cantar junto que fala do pensamento positivo. Vamos lá. princesa. para assim é fazer a sua preciida do fundo do seu coração. Ao pai que nos deu a vida. nosso feliz. eu melhorar qualquer mal eu só própria surpresa Uma preida todos os seus coração. Eu visto que é nosso irmão. feliz como reiendo alegria escondida essa vida feliz morrer para uma alegria e sua vida por todo Ne. Muito obrigada a vocês. Bem, meus irmãos, minhas irmãs, acho que todos fomos realmente agraciados, né, com essa palestra. E uma coisa que me tocou muito, eh, você falou na questão do hábito, né, o vício e o hábito, né? O que que é o vício? É um hábito repetido, né? E lembrando que se não trazemos os nossos vícios ou os nossos hábitos só dessa vida, mas também, né, de vidas
stão do hábito, né, o vício e o hábito, né? O que que é o vício? É um hábito repetido, né? E lembrando que se não trazemos os nossos vícios ou os nossos hábitos só dessa vida, mas também, né, de vidas anteriores, é muito importante, então, como você bem disse, usar bem o nosso tempo agora, né? Porque é agora o momento que eu tenho para mudar o meu futuro. Então não posso voltar atrás, né? Mas eu posso fazer um futuro diferente. E quem não quer um futuro melhor? Então vamos pegar a nossa vida realmente analisar os nossos hábitos, o que nós temos fazendo o nosso tempo, como nós estamos nos relacionando, né, com aqueles que estão ao nosso lado. E quizá a gente possa realmente mudar um pouquinho o nosso futuro, né? Porque se hoje não tá bom, mas amanhã pode ser muito melhor. Então vamos fazer um esforço porque vale a pena, não é isso? Queria pedir então a nossa irmã Maria Fátima fazer a nossa prece final. Pode ser? Então tá. Agradeço a todos pela presença. Uma boa noite. Teremos o passe logo a seguir, tá? aqueles que estão em casa, nosso muito obrigado e tenha uma ótima noite. agradecer ao nosso mestre maior pelas palavras que foram trazidas aqui para o nosso crescimento, para nossa evolução e fazermos dela a nossa a nossa trilha, né, para dias melhores, para um nosso crescimento espiritual e que o Senhor esteja sempre nos amparando, nos guiando. e juntamente com a nossa parte, né? Porque nós temos que procurar o melhor, o que que a gente quer melhor paraa nossa vida, né? E Deus vai estar nos amparando sempre. Que o Senhor esteja conosco hoje e sempre. E assim seja.
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