COMO EXERCER A ESPIRITUALIDADE - João Leal [PALESTRA ESPÍRITA]
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Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a [música] beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Uma excelente tarde a todos aos que nos assistem pela TV Comunhão. Muito obrigado pela audiência, pela participação. aos que nos ouvem também pela rádio comunhão, aos que aqui estão no auditório participando conosco. E naturalmente eu tenho absoluta certeza que como é a palestra de sexta-feira às 13 horas, é um horário que nós podemos perceber que o grande público que está aqui conosco são amigos do plano espiritual que naturalmente como nós necessitamos da participação de todos no processo de auxílio à intuição de cada um de nós, a proteção quando nós pedimos, muitos também se dirigem até os locais aonde nós estamos fazendo alguma reflexão sobre a nossa vida, a nossa responsabilidade e o nosso trabalho de crescimento espiritual. Eles também, como estão na mesma trajetória, apenas não estão no momento de posse da estrutura carnal, desse instrumento abençoado, que todos nós que orbitamos nessa morada do Pai temos em algum momento como oportunidade para dar passos no processo de crescimento espiritual. Então, a todos o nosso muito agradecimento e participem conosco nessa hora de muita reflexão. O trabalho de hoje, nós vamos eh falar um pouco sobre um assunto que ele precisa ser olhado por todos nós com muito cuidado, mas com muito cuidado, que é exatamente a abertura que eu vou fazer como um questionamento para que possa estar na mente de cada um e cada um procurar ao longo desses 30 minutos os d as suas respostas, refletir sobre isso. E é exatamente o seguinte: você acha que exercer a espiritualidade, o trabalho espiritual, ele apenas é viver dentro dos templos? Essa pergunta, ela tem que ser
as suas respostas, refletir sobre isso. E é exatamente o seguinte: você acha que exercer a espiritualidade, o trabalho espiritual, ele apenas é viver dentro dos templos? Essa pergunta, ela tem que ser respondida por cada um de nós para que a gente saia da acomodação que sempre aceitamos e nunca fizemos nenhuma reavaliação. E isso muitas vezes nos atrapalha ao nosso processo de encaminhamento do nosso crescimento espiritual. E aí eu vou fazer uma leitura de um livro, um trecho de um livro muito interessante. Se vocês desejarem, vale a pena adquirir, porque é de do José Carlos de Luca. É o último livro dele que se intitula Na Escola da Vida. é muito interessante, muito objetivo e nos faz um convite constante a essas reflexões que eu acho que elas nos ajudam no nosso crescimento, na nossa forma de ver as situações que se apresentam para nós no nosso dia a dia e a gente sair bastante das angústias que às vezes carregamos no nosso coração, talvez por falta de uma percepção ou de um avanço para refletir sobre o que nós vamos tratar na tarde de hoje. Então, eh tem um início aqui que ele faz uma colocação de um texto de Telésporo, que tá citado no livro dos Os mensageiros de Chico Xavier, que se não me engano grego ele é, mas ele acho que teve uma participação ativa no eh movimento religioso à época. Ele diz o seguinte: "Cesse para todos nós a concepção de que a Terra é o vale tenebroso destinado a quedas lamentáveis. e agasalhemos em vez dessa ideia, né, a certeza de que esse orb, de que essa morada do pai, ela é um canal de grande oficina de trabalho reparador. Então, é importante que a gente coloque isso no nosso ideário, porque nós temos um hábito distorcido. Se a gente observar, muitas pessoas que nos rodeiam em diversos momentos, colocam essa morada do Pai, esse planeta fantástico que abre os braços para nos receber nessa trajetória oportuna e adequada à condição evolutiva de todos nós que aqui estamos. Nós às vezes deterioramos, falamos que, ah, isso é um local de
a fantástico que abre os braços para nos receber nessa trajetória oportuna e adequada à condição evolutiva de todos nós que aqui estamos. Nós às vezes deterioramos, falamos que, ah, isso é um local de lágrimas, de sofrimento. Vamos tirar essa ideia. é um educandário oportuno para todos nós. É uma educandário que nós temos que abraçar com muito respeito, muito carinho, porque são etapas no nosso processo de crescimento. Nós não surgimos aqui, mas aqui nós estamos sentado nesse banco escolar da vida material no órbit terrestre para fazer o nosso trabalho de reorganização espiritual. E pra gente poder entender e contextualizar o que nós estamos querendo falar, da onde nós podemos exercer a nossa espiritualidade, vejam bem, nós precisamos fazer uma divisão de entendimento para que a gente seja bastante eh oportuno em avaliar o que nós podemos fazer, aonde nós podemos fazer e o que nós podemos fazer. Então eu vou contar uma história que ela é fantasiosa, mas ela exemplifica o início dessa conversa com todos vocês. Então nós vamos lá, vamos imaginar em algum momento do nosso Brasil, na época dos cafezais, daqueles que eram chamado os reis do café, não é? Então isso na Avenida Paulista de Antigamente, onde existiam os casarões daqueles que eram os reis do café. Bom, vamos lá. Vamos fazer e uma imagem desse local. Casarões antigos a época não, casarões eh modernos, cheios de arquitetura da época, cheios de qualificação, porque era um poder que estava ali disponível. E um desses, um desses casarões era um local de clausura. Era um local que religiosos ali se isolavam, ali viviam em ambiente íntimo contemplativo, sem sair das fronteiras e dos muros daquela edificação. Então, uma criança de 5 anos de idade, ela desejava ver o Cristo, queria ver o Cristo, ela precisava ver o Cristo, era o objetivo da vida dela, era ver o Cristo. Então, induziram que ela para ver o Cristo, ela precisava entrar numa clausura. Não podia se misturar com quem quer que fosse, não podia ter ideias diferenciadas mostrad ela ao longo da
ver o Cristo. Então, induziram que ela para ver o Cristo, ela precisava entrar numa clausura. Não podia se misturar com quem quer que fosse, não podia ter ideias diferenciadas mostrad ela ao longo da existência para que ela ficasse pura e casta para ver o Cristo. E assim colocaram essa criança num local isolado, aonde ela pouco tinha a visão daquilo que estava fora das paredes. pouquíssima luminosidade, pouquíssima entrada de ar apenas para mantê-la viva, um isolamento total. Então ali ela estava pronta e apta para fazer todos aqueles eh segmentos definidos de pureza para ver o Cristo. E for passando os anos, passando, passando. E aí essa criança de 5 anos de idade já estava com 98 anos de idade dentro daquela clausura, recebendo o alimento por um espaço que era aberto embaixo, abaixo da porta. Ali ela não podia conversar com ninguém, não falava com ninguém, querendo ser pura e casta para ver o Cristo. Prestem bem atenção. Então, com 97 anos passados, ali já não era mais aquela Avenida Paulista dos Cafezais. continuava a existir esse prédio porque era um prédio do clero, não foi destruído, não foi construído prédios modernos, o que hoje a gente vê uma avenida paulista. Aí um jovem de tantos outros que recebiam a incumbência de trabalhar levando o alimento para essa criança à época que era preparada para ver o Cristo, sem nenhum tipo de envolvimento com a humanidade. Esse cidadão já um jovem dos anos atuais, já descolado, como diz na nossa linguagem, um dia foi levar o alimento para essa senhora que já estava com 97 anos. E ele então, sem entender o que estava se passando, bateu à porta. Ela então, incomodada, com a voz trêmula, disse: "Não faça isso. Eu não posso conversar com ninguém. Eu tenho que estar casta pura, distante de qualquer sujeira da humanidade para que eu receba a bênção de ver o Cristo. E ele então, totalmente sem entender aquilo que se passava, insistiu, bateu à porta e ela resolveu conversar um pouco porque ela já estava totalmente discrente. Ela disse: "97 anos, eu estou pele e
o. E ele então, totalmente sem entender aquilo que se passava, insistiu, bateu à porta e ela resolveu conversar um pouco porque ela já estava totalmente discrente. Ela disse: "97 anos, eu estou pele e osso, não vejo a luminosidade, não sinto o calor do sol e o Cristo não aparece. Eu acho que ele não existe. Aí o jovem estava do lado de fora disse: "Senhora, não desanime. Passaram-se 97 anos e a senhora está aí com essa agonia. Vamos, ainda dá tempo. A senhora quer ver o Cristo? Eu acho que com a minha impureza eu posso lhe mostrar o Cristo que a senhora tanto quer ver. E ela não tinha mais opção, prestes a partir do plano material, porque já estava sem forças físicas. Ela disse: "Eu aceito". Ele então abriu aquela porta e quando olhou era apenas pele e osso. E aquela senhora botou as mãos nos olhos porque a claridade incomodava violentamente esse tempo todo, sem ver a luz. Ele aí disse: "Deixa eu lhe ajudar". E aí ele segurou aquela criatura praticamente um peso inexpressivo e desceu com ela uma escadaria enorme que levava até esse claustro. Quando chegou na parte de baixo, tinha um portão de ferro rebuscado. Ela assustada, ele abriu aquele portão e aquele portão saía exatamente na calçada da Avenida Paulista. E aí ela assustada, ele disse: "Eu vou mostrar o Cristo aonde ele está." E aí ele disse: "Olhe". Ela disse: "Cadê o Cristo?" Ele disse, está aqui transitando nessas ruas, o homem de negócio, aquele desocupado, o jovem que passa pra escola, o gari que está limpando as ruas, os veículos que transitam, aqueles que cuidam da segurança, aqueles que cuidam de limpeza, aqueles que estão aqui sem fazer nada, praticamente vadiando pela vida. Aqui está o Cristo, ou seja, o Cristo está fora. O Cristo está com todos, o Cristo está em todos os corações. O Cristo está aonde nós, humanidade estamos. Não precisamos nos esconder nos templos para ver esse Cristo, porque talvez seja o local e ele menos precisa estar, porque ali já tem um nível de proteção vibratória expressiva,
s, humanidade estamos. Não precisamos nos esconder nos templos para ver esse Cristo, porque talvez seja o local e ele menos precisa estar, porque ali já tem um nível de proteção vibratória expressiva, mas ele está aonde a angústia, a intranquilidade, a necessidade de socorro está aí. Cristo está. E é o que ele fez ao longo de toda a sua existência. nos deu o exemplo de que ele não precisava se trancafiar em lugar algum e nem fez escolhas de doutores da lei. Ele foi mostrar para todos nós a simplicidade da vida no convívio com todos aqueles que, como nós, estamos aqui transitando nessa calçada da Avenida Paulista com as nossas preocupações, as nossas angústias, as nossas intranquilidades, as nossas seguranças. É aí que nós temos que buscar o exercício da espiritualidade. Não estamos em momento algum questionando a existência dos templos. Hipótese alguma. Até porque nós estamos aqui agora num local apropriado, onde a gente consegue através da palavra convidar todos para uma reflexão. Mas o importante de todo esse processo é quando nós saímos desse espaço. Aí nós precisamos começar a entender que o exercício da espiritualidade está fora dos muros, está fora das grades, está com todos aqueles que transitam na nossa existência, desde do nosso grupo familiar, daqueles que participam das escolas da vida, do trabalho. Esses são os Cristos da vida que nós temos que abrir os nossos braços para o acolhimento, porque nós também somos um desses Cristos da vida que precisamos do abraço fraterno, do acolhimento e do carinho daqueles que nos rodeiam, principalmente nas horas e que nos sentimos fragilizados. E aí nós precisamos que tenham vários que estão exercendo fora dos muros das chamados chamados templos, o amor, o afeto. Esse é o Cristo que nós precisamos praticar. Essa é a espiritualidade que nós temos que exercer e não nos esconder, achando que os chamados nossos peditórios vão solucionar os nossos problemas sem que exista uma ação seguinte das nossas atitudes para que se
iritualidade que nós temos que exercer e não nos esconder, achando que os chamados nossos peditórios vão solucionar os nossos problemas sem que exista uma ação seguinte das nossas atitudes para que se caracterize algo que é fundamental, que é o merecimento. E se nós não conseguimos realizar tarefas de espiritualidade com todos aqueles que nos rodeiam na busca dos afetos, dos desafetos, das nossas diferenças. Se nós não fizermos isso, de que adianta estarmos enclausurados nos templos se nós não estamos levando absolutamente nada de ação para fora? Não podemos. Importante que a gente não carregue mais essa ilusão. Porque quando as coisas não acontecem do jeito que nós imaginamos, vem os processos de decepção. E aí nós atribuímos a decepção, a fragilidade desses mesmos templos que nós buscamos nos abrigar. Aí nós trabalhamos as discrença e não conseguimos construir nada. Eu estou falando isso com vocês porque falo isso para mim o tempo inteiro. Aonde, em que local eu tenho que exercitar a minha espiritualidade? Não temos que ter medo de trabalhar essa espiritualidade nas ruas. no nosso lar, nos ambientes aonde é fundamental que a gente tenha essa lógica de reflexão para que a gente possa aí sim quando pedir socorro, tá pedindo socorro e vamos ter certeza que seremos atendidos porque nós estamos atendendo. É uma mão, mão dupla. vai e vem. é ação e reação, é a causa e efeito tão falado por todos nós. No capítulo 42 desse livro de do Deuca, ele faz uma observação que eu acho primorosa e que ela vem dar um um acabamento nesse trabalho de convite que nós estamos fazendo pra gente pensar a vida. é exatamente esse onde vivo a minha espiritualidade. Então ele faz uma chamada muito curiosa. Nós temos o hábito, temos o hábito. E eu não estou falando aqui nada que cada um de vocês, que eu tenho certeza que está me ouvindo, vai poder achar que não é bem assim. Pode não ser no todo, mas em boa parte é. Então ele diz o seguinte: "Temos o hábito de separar, separar, botar uma barreira, um limite entre o que é
tá me ouvindo, vai poder achar que não é bem assim. Pode não ser no todo, mas em boa parte é. Então ele diz o seguinte: "Temos o hábito de separar, separar, botar uma barreira, um limite entre o que é espiritual do que é material. Nós fazemos isso o tempo inteiro. Nós estamos aqui vivendo o que nós poderíamos chamar do espiritual. Lá fora, pós muro, está o material. Então, nós não conseguimos levar a ação do espiritual para o material, porque nós criamos um bloqueio. Somos capazes de ao chegar ali fora a intolerância, o orgulho, a vaidade bater a nossa porta do jeitinho de como aqui chegamos, sem nenhum processo de transformação. Isso é uma barreira, uma divisão que a gente tem que rapidamente romper. Não existem as duas coisas, até porque o material é exatamente o ponto do exercício e prática daquilo que nós chamamos de espiritual. Não tem esse divisor. Tem uma ação integrada, cooperada, aonde um lado é a teoria, do outro lado vem a prática. Aqui nós aprendemos, escutamos chamamentos e se eles não tiverem utilidade para que a gente faça o uso fora, nós apenas acumulamos conhecimento com pouquíssima ação. Somos assim ainda. Muitas vezes a espiritualidade para nós, vejam bem, restringe-se ao ambiente religioso. Ou seja, aqui eu sou genoflexo, aqui eu entro. Me desculpem o que eu vou dizer. As pessoas passam por nós e nós falamos: "Boa noite, meu irmão". Nós usamos até um termo, meu irmão, para criar um aconchego vibratório espiritual. Me desculpem, na maioria das vezes disfarce, porque fora daqui eu não tenho coragem de chamar ninguém de meu irmão, a não ser por uma gíria que é comum. E aí, meu irmão? Mas não a referência irmão que a gente usa dentro de um templo. Então, vamos lá. Eh, no ambiente religioso e as práticas ali recomendadas, não contemplando, contudo, as dimensões do nosso trabalho profissional, aonde reside todas as possibilidades de cuidar dessa chamada irmandade, do exercício, do aprendizado, do que nós estamos fazendo aqui dentro. em tantos outros templos.
do nosso trabalho profissional, aonde reside todas as possibilidades de cuidar dessa chamada irmandade, do exercício, do aprendizado, do que nós estamos fazendo aqui dentro. em tantos outros templos. Isso precisa ter uma reavaliação profunda de todos nós para que a gente possa entender que nós somos podemos. Não é tá aqui como vocês estão assistindo alguém fazendo uma palestra. Eu tô verbalizando um convite à reflexão, mas isso não transforma quem quer que seja, nem a mim. é um exercício constante. Tanto é que quando a gente põe um dedo de referência, tem mais quatro virados para nós. E a gente tem que ter essa percepção que a transformação primeira é em nós. Mas aí às vezes nós saímos de um lugar e dizemos: "Poxa, eu gosto de ir em tal lugar ver a palestra de fulano, de não sei quê e tal, ela é envolvente." Ótimo. Beleza? É um convite vibratório para que a gente dê um passo diferente, porque cada um de nós, cada um de vocês, aqueles que me ouvem, aqueles que estão aqui, os que estão na espiritualidade, t ação de importância igual. Só que no processo da vida que cada um de nós está vivendo, está dimensionada uma necessidade primeira que nós precisamos organizar. Não temos que ter as invejas de ter que fazer coisas que outros fazem. Não. Vamos fazer a nossa. Se ela for feita com o devido acolhimento, respeito e abertura de condição, o nosso compromisso tá sendo realizado. É o tijolo de uma parede. Se essa parede fosse de tijolinho, a gente enxergaria todos. Comece a tirar os de baixo, achando que eles são menos importantes para ver o que é que acontece com a parede. Ela cai, ela vai ruir. Então, todos nós somos uma peça muito importante. Precisamos é perceber isso, fazer valer isso, entender isso, se valorizar por isso e agradecer por isso. Esse é o trabalho de todos nós. Já estamos caminhando pro encerramento que eu já recebi um aviso luminoso dizendo que nós temos 5 minutos. Vou tentar fazer um fechamento pra gente levar essa reflexão. Eh, desse modo é muito possível concluir que mesmo no ambiente
ramento que eu já recebi um aviso luminoso dizendo que nós temos 5 minutos. Vou tentar fazer um fechamento pra gente levar essa reflexão. Eh, desse modo é muito possível concluir que mesmo no ambiente religioso, isso é que é importante a gente também entender, eu posso estar muito distante da minha espiritualidade. Não quer dizer que eu estou exercindo a espiritualidade. Porque muitas vezes dentro do ambiente religioso eu estou atrás do quê? algum nível de poder, exercitando às vezes a minha vaidade, não é? Querendo eh eh falar bonito, buscar likes, eh confirmações para que eu me sinta confortável. Não sei se isso nós estamos exercitando a nossa espiritualidade. Isso também é um cuidado que todos nós temos que ter. São alertas que a espiritualidade tem nos mostrado por vivência. É fundamental isso. Então vá lá. Distante da minha espiritualidade, a depender da minha motivação. O problema é a minha motivação. Qual é a minha motivação de estar aqui? Vejam bem, qual é a minha motivação? Vaidade, mero interesse material, busca pelo poder, né? criticar a conduta alheia, por exemplo, achar que eu sou dono da verdade, que pessoas não merecem ocupar determinados espaços, porque eu, julgador acho que não. Isso é muito é muito preocupante para todos nós, né, pô? E mesmo estando fora do templo, aí vem o outro lado. Quando nós estamos fora do templo, no ambiente em que eu vivo, no mundo material, naquela rua paulista que eu citei, se eu tiver a motivação de cooperação, de braços abertos, de acolhedor, de um ser que procura se transformar para que o meu papel de modificação tenha utilidade para todos aqueles que me rodeiam, eu tô exercendo a espiritualidade. Estou exercendo a espiritualidade fora do ambiente eh de tempos. Esse é um chamamento bastante forte para todos nós. Muitos às vezes não gostam de ouvir, mas o compromisso que nós temos com a vida é ser objetivo. Claro, entendeu? O mestre que não escreveu nada, exemplificou, caminhou mostrando caminhos com parábolas, porque sabia que muitas vezes
uvir, mas o compromisso que nós temos com a vida é ser objetivo. Claro, entendeu? O mestre que não escreveu nada, exemplificou, caminhou mostrando caminhos com parábolas, porque sabia que muitas vezes nós não íamos entender a profundidade delas. Se hoje nós estamos com 2025 anos pós coisas que foram passadas e nós ainda temos eh tropeços na percepção, apesar de já termos livre arbítrio, confiança, inteligência avançada em tantos segmentos, mas não olhamos da forma como nós deveríamos olhar. Então é importante que essa minha motivação é trabalhar, estudar e conviver de maneira, conviver de maneira a bem servir a Deus. O que que é bem servir a Deus? Se Deus está em nós, dito pelo mestre, quando nós estamos servindo a Deus, nós estamos servindo ao Deus que está no próximo e o próximo servindo ao Deus que está em nós. É uma relação de força gratificante no processo da inteligência do universo estabelecido em todas as direções, áreas, do micro microcosmo ao macro. está aí estabelecido. É porque a nossa visão e sensibilidade não não percebe com essa profundeza, mas é real. Então é servir o quê? A humanidade. É ser o quê? É ter urbanidade. É fazer o quê? é descer as escadas do claustro e entrar na Avenida Paulista ou qualquer outra avenida que passe pela cabeça de vocês na cidade, localização, porque é uma história de ficção para exemplificar aonde eu tenho que exercer a minha espiritualidade. Todos que nos ouviram, estão nos ouvindo pela TV Comunhão, nos ouvem pela Rádio Comunhão. vocês que estão aqui no auditório, o nosso agradecimento pela paciência, a espiritualidade também que está aqui, que nós tentamos ser bastante direto e oportuno para essa reflexão que eu acho que ela é de muita utilidade para todos nós, exercer a espiritualidade, não só no templo, mas exercer a espiritualidade por muito mais sentido fora do tempo, porque aí sim se caracteriza a nossa natural transformação na caminhada evolutiva. Uma excelente tarde e muito obrigado a todos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe
o mais sentido fora do tempo, porque aí sim se caracteriza a nossa natural transformação na caminhada evolutiva. Uma excelente tarde e muito obrigado a todos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe [música] tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de
tra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a [música] tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua [música] vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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