COMO ENCONTRAR HARMONIA NA DOR? - Flaviana Souza [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 11/03/2026 (há 3 semanas) 47:06 429 visualizações

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Transcrição

que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. >> Obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi qual o [música] valor dessa missão foi [música] nessa casa que aprendi toda beleza. de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> Boa tarde. Sejam todos muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Saudamos igualmente aqueles que nos acompanham através da TV Comunhão, dos nossos canais. É com grande alegria que aqui estamos para falar um pouquinho sobre o tema, né, eh, como estar em harmonia com dor, né? Eh, mas antes nós vamos, meu nome é Flaviana, nós vamos fazer a nossa prece e eu vou tentar entrar aqui para ver quem nos acompanha também. Isso. Vamos fazer a nossa prece. Para que nós possamos fazer a nossa prece, convido todos vocês nesse momento, todos nós, que possamos trazer a nossa consciência à respiração. Enquanto nós respiramos e trazemos a consciência a respiração, vamos nesse momento, trazer também a consciência a esse momento presente, a esse salão Bezerra de Menezes, as vibrações amorosas deste salão, sentindo a presença dos mentores desta casa. Vamos então elevar o nosso pensamento ao mais alto, trazendo a figura do nosso mestre Jesus, modelo e guia da humanidade, e agradecermos. Obrigado, Senhor. Obrigada, mestre querido, por cada oportunidade que nos chega em nossa vida, por cada oportunidade que chega, que bate à nossa porta, oportunidades que nos engrandece, porque com elas nós aprendemos um pouquinho mais sobre nós mesmos. Aprendemos sobre a vida, sobre o amor. Pedimos, Senhor, que as tuas bênçãos envolvam cada um de nós e todos que nos acompanham. Acompanhe os nossos entes queridos, os

pouquinho mais sobre nós mesmos. Aprendemos sobre a vida, sobre o amor. Pedimos, Senhor, que as tuas bênçãos envolvam cada um de nós e todos que nos acompanham. Acompanhe os nossos entes queridos, os nossos afetos e que cada dia, Senhor, nós possamos nos fortalecer e seguirmos etimorados. nesta jornada de amor, a qual somos convidados diariamente. E assim, mestre e amigo de todas as horas, pedimos as tuas bênçãos para dar início a esse essa reflexão da tarde de hoje. E por isso, Senhor, damos graças a Deus e graças a ti. Assim seja. Então, meus queridos, nosso tema hoje é sobre harmonia na dor. Ele foi tirado deste desta obra Tesouros Libertadores de Joana de Ângeles, psicografia, né, espírito e psicografia de Divaldo Franco. E ela vai nos nos falar, né? E daí vem sempre aquela pergunta, chega aquela pergunta. Mas antes eu gostaria de cumprimentar todos que estão nos acompanhando aqui, tá? Aqui pelos canais. Então, a grande pergunta, como como nós podemos ter harmonia diante da dor, né? Para que que aí vem a pergunta, para que que a gente tem que sentir dor? A dor, ela faz parte do nosso processo de evolução e de autoiluminação. Neste planeta em que vivemos, ela, a dor, ela se faz presente. E ao se fazer presente, não é porque ela não escolhe, né? Às vezes a gente pode até falar assim de uma forma, ela é democrática, né? A dor, ela atinge a todos de qualquer lugar, de qualquer etnia, de qualquer classe social. Ninguém passa por aqui sem passar pela dor. Às vezes nós nos observamos, às vezes as redes sociais e muitas postagens onde tá todo mundo sempre muito feliz, alegre, tudo perfeito, né? Mas muitas vezes diante disso existem muitas coisas boas e acontecem muitas coisas boas no planeta, mas a dor ela é um desses processos que fazem parte do nosso crescimento. Ninguém passa por aqui sem passar pela do modelo incomparável que nós temos é um Jesus, o guia, o ser mais perfeito que colocou os pés no planeta. não é mesmo? E durante o período em que aqui esteve e que está, porque como ele

passar pela do modelo incomparável que nós temos é um Jesus, o guia, o ser mais perfeito que colocou os pés no planeta. não é mesmo? E durante o período em que aqui esteve e que está, porque como ele é o governador planetário, mas fisicamente no desde o momento em que ele pisa aqui, ele passa por desafios, por dores. Eh, e essas dores para ele não é aprendizado, porque ele já sabia que iria passar por ela, mas para nós é. E ele veio com essa humildade para nos mostrar que nós também podemos passar de cabeça erguida e com harmonia. Aí a gente para e pensa: "Meu Deus, mas às vezes a gente quando passa por uma dor física, como que a gente vai ter harmonia? Por exemplo, Flaviana, com uma perna quebrada, com braço quebrado, né? Com alguma coisa, com uma doença, uma, né? qualquer tipo de doença ou com as dores emocionais, com a perda de um ente querido, com perdas finance, todos os tipos de perdas, com separações nos relacionamentos, né? Como passar por isso. E aí nós vamos entender um pouquinho o que que é harmonia, né? A harmonia, que que é harmonia na no acorde musical? é aquilo que é que está em consonância, que vai trazer lindas melodias e na vida a harmonia nós estarmos o quê? Em equilíbrio. E como adquirir o equilíbrio diante de tantas dificuldades? Como adquirir essa harmonia? Não é? É uma um questionamento que sempre nos vem. E aí a Joana, ela vai trazendo aqui nessa primeira introdução, na introdução, ela fala assim: "A harmonia em tudo que existe, em tudo existe a harmonia. Então em tudo, mesmo no caos, mesmo nos no caos, a harmonia. E aí a gente fica assim, mas como existe harmonia no caos, né? Só que a gente não tem o entendimento do que é o caos, como ele é, mas até dentro dele existe algo que vai ser harmonioso ou que vai trazer harmonia ou porque ele uma hora vai proporcionar essa harmonia, né? Então ela vai dizer que a harmonia favorece a alegria ante a majestade exuberante das formas e das cores. Então, quando nós entramos, quando como é bom quando nós entramos em um lugar

sa harmonia, né? Então ela vai dizer que a harmonia favorece a alegria ante a majestade exuberante das formas e das cores. Então, quando nós entramos, quando como é bom quando nós entramos em um lugar onde existem muitas cores e essas cores elas são harmoniosas, ou quando nós estamos diante da natureza e observando toda aquela harmonia mesmo, né, com aquela com as cores dissoantes ou dissonantes, mas as essas próprias cores elas também fazem parte dessa harmonia da natureza com tanto colorido, um sol azul, bem azul, as nuvens, o verde ou até mesmo na tempestade, né? Como pode ter harmonia na tempestade? Quando a gente ouve o barulho da chuva batendo as árvores, também traz harmonia interior. Por isso que nós precisamos aprender a enxergar todas as belezas da vida, tudo que acontece como um processo harmonioso. E aí vocês falam: "Ah, mas o mundo tá complicado? O mundo tá complicado". Por quê? Porque o mundo ainda reflete a nossa desarmonia. O mundo ainda é um reflexo nosso. A nossa psicosfera, aquilo que nós pensamos, que tá próximos a nós, as nossas dificuldades, os nossos conflitos e que são normais e inerentes ainda ao estágio em que estamos. O mundo é um reflexo desse disso tudo ainda. Se nós ainda não conseguimos alcançar essa harmonia completa, conseguimos às vezes em alguns momentos, mas estamos em busca cada vez mais, porque nós temos quem para nós seguirmos? Jesus. Se nós estamos aqui, nós todos somos cristãos e Jesus é o mestre que vai nos ensinar como chegar essa harmonia. né? E ele nos ensina, mesmo diante de todas as dificuldades pelas quais ele passou, mesmo diante de todas as adversidades, ele sempre se manteve em equilíbrio e em harmonia, até mesmo no pior momento, o da cruz, o da flagelação, todos aqueles momentos, ele sempre se manteve em harmonia. Aí vocês falam: "Ah, mas Jesus era Jesus, né? Jesus é Jesus. Ele veio para nos ensinar. Então ele tá nos ensinando como agir diante das tempestades. Eu lembro que falando em tempestade, eu lembro que eu estava procurando um

s Jesus era Jesus, né? Jesus é Jesus. Ele veio para nos ensinar. Então ele tá nos ensinando como agir diante das tempestades. Eu lembro que falando em tempestade, eu lembro que eu estava procurando um desenho para uma a capa de um caderno onde eu faço de trabalhos aqui da casa. E aí eu falei: "Ah, eu vou colocar o quê? Uma natureza? Acho que eu vou colocar um uma foto da natureza." Aí entrei, né, na no computador e fui procurar uma foto, mas eu falei: "Não, eu eu não quero natureza, eu quero algo que demonstre tranquilidade, harmonia diante de algo desafiador." Porque na realidade, quando nós estamos aqui em atendimento fraterno, a maioria das pessoas chegam com muita dor, né? Como ser o equilíbrio, a harmonia diante da dor do outro que chega ou da nossa também? Nossa, é mais difícil, tá gente? Mas é o exercício diário de praticar aquilo que Jesus nos ensina, que nós vamos chegar lá que e Joana vai trazer isso aqui também, né? Então, me veio, voltando aqui a a me veio uma imagem, aí apareceu uma tempestade. Primeiro apareceu um Jesus acalmando a tempestade. Aquela imagem linda que nós temos dele acalmando a tempestade e falando para os discípulos, né, que eles precisam ter mais fé. E de repente, né, toda aquela tempestade que parecia que vi virar o barco e Jesus estava dormindo tranquilamente. Olha só, Jesus no meio da tempestade dormindo. E todos os discípulos chegam até ele e falam: "Jesus, Senhor, Senhor, perecemos. Senhor, acorda. O Senhor tá aí dormindo e o barco, o mundo tá pegando fogo, o barco tá afundando, né? E aí, o que que ele, que que Jesus fala para eles? Eita, homens de pouca fé. E aí acalma a tempestade. Então esse é o convite de Jesus para nós aprendermos a acalmar as tempestades que acontecem à nossa volta, mantermo-nos em harmonia. Aí voltando pra figura, veio uma linda figura de Jesus acalmando a tempestade. Eu falei: "Não, mas eu não queria essa figura de Jesus até acalmando a tempestade". De repente veio um barquinho, tipo um barquinho, uma vela, com uma

uma linda figura de Jesus acalmando a tempestade. Eu falei: "Não, mas eu não queria essa figura de Jesus até acalmando a tempestade". De repente veio um barquinho, tipo um barquinho, uma vela, com uma pessoa dentro, mas a pessoa não tinha uma forma definida. Eu olhando você pensava que que é uma pessoa e o meio de uma tempestade, era um quadro muito lindo. E eu falei: "Acho que eu quero esse, mas será que eu quero esse?" E quando foi à noite, foi uma terça-feira, eu tinha um grupo mediúnico e eu vim com aquela imagem na minha cabeça. Chego lá na no grupo, eh, uma das médiums do grupo desenha figura que eu tinha visto. Aí eu olhei e falei assim: "Oxi, tô ficando doida". Deixei para lá. Eu falei: "Ah, não deve ser para mim, não, deve ser para alguém". Aí continuamos os trabalhos, tal, terminou os terminaram os trabalhos. na avaliação e ela não falou nada sobre o desenho. Ela tinha feito outros desenhos. De repente, no final ela falou: "Flavinha, não, isso aqui é para você?" Eu falei: "É para mim?" "É". É. Aí eu falei: "Nossa, mas era exatamente o desenho que eu tinha visto que eu iria fazer a impressão dele." Então, é uma imagem linda, eu esqueci de trazer, né? Devia ter trago, porque ela tá num quadro lá em casa. e que dizia que diante das tempestades, diante das das dificuldades da nossa vida, que nós mantenhamos o olhar erguido. E era exatamente isso. A figura estava olhando o sol bem suvezinho que vinha por entre as nuvens da da tempestade. Então, manter em harmonia. Parece fácil falar, né? parece e é mais fácil falar do que exercitar, mas não é impossível. Não é impossível. E vamos ver aqui o que que Joana nos traz aí. Ela vem trazendo os exemplos de Jesus. Ela vai dizer, eh, Jesus, por exemplo, é o mais perfeito exemplo de harmonia que jamais se corporificou na terra. Então, diante daquela montanha, ele vem com quê? com as bem-aventuranças diante daquilo que eu já falei, do calvário, ele traz a tranquilidade na cruz ele ainda encontra alguém para cuidar de sua mãe.

Então, diante daquela montanha, ele vem com quê? com as bem-aventuranças diante daquilo que eu já falei, do calvário, ele traz a tranquilidade na cruz ele ainda encontra alguém para cuidar de sua mãe. Eh, pede perdão por aqueles que ainda não sabem o que fazem e como podemos adquirir essa situação, né? Como viver em harmonia? E aí ele, ela continua aqui, eh, harmônico, Jesus harmônico não se permitiu uma palavra que destoasse de toda a sua gloriosa existência durante toda a sua situação de da sua vida, toda a trajetória da sua vida. Ele sempre se manteve em harmonia. Por quê? Porque ele iria sempre e ele sempre se retirava para quê? para fazer a oração. A oração, a prece está em conexão com Deus. E um dos caminhos, né, uma das formas mais importantes de nos mantermos em harmonia, mesmo diante das dores, das dificuldades, dos desafios, é nos mantermos com com a fé, né, cabeça elevada para o alto, a prece, a oração, a conexão com o pai. E aí a gente fala assim: "Ah, mas realmente não é fácil, mas podemos, não é impossível". E nós temos várias histórias, às vezes histórias anônimas no nosso dia a dia de pessoas que que a gente olha assim, fala: "Nossa, como essa pessoa passa por tudo isso que ela está passando com essa tranquilidade, com essa quem é que não tem alguém que conheça alguém que diante de uma dificuldade, de um desafio, a pessoa passa em harmonia, em tranquilidade, com resignação, uma resignação ativa, não uma, né, uma falta de resignação, a falta de um, é com uma abnegação, com a paciência de passar pelas dificuldades. E na história nós temos também, nós temos Paulo, Paulo de Tarso, a história dele, eu tô até terminando de reler esse livro pela terceira vez, que é um livro, esse é um livro de cabeceira que a gente precisa ter, principalmente pra gente passar pelas vicissitudes da vida, porque conta a história de de Saulo com todo, né, aquele homem forte e fanático que perseguiu os cristã e depois se tornou o maior divulgador do Cristo, um dos maiores, né? Que ele

cissitudes da vida, porque conta a história de de Saulo com todo, né, aquele homem forte e fanático que perseguiu os cristã e depois se tornou o maior divulgador do Cristo, um dos maiores, né? Que ele divulgou por todos os lugares, por todas pelos povos que não eram os povos hebreus e israelitas, então, eh, judeus, né? E ele era um judeu. Então, e qual e e Paulo passou por inúmeras dificuldades. Paulo, ele foi o pai e o expulsou simplesmente quando ele se tornou cristão, quando ele se tornou, né, seguidor do Cristo a partir de Damasco. E ele vai para uma caverna triste, aborrecido, né, desanimado, com dor, com fome, com frio. E lá nessa caverna, triste, com frio, com fome, já sem saber o que fazer, porque ele não tinha, ele tinha perseguido os cristãos, tinha perseguido o Pedro, tinha perseguido todos os cristãos ali, então todo mundo tinha um pé atrás com ele. Aí ele volta, né, eh, convertido. E aí é o quê? renegado por toda sua, por todos os fariseus, por pelos seus pais, pel mãe havia morrido por conta dessa mudança de atitude dele. Ele foi pro deserto para poder se reinventar. E lá no deserto o que o Anani, o Gamaliel, que foi um dos seus mentores, ele tem uma frase muito bonita que ele diz pro Paulo, ó, só a dor nos ensina a ser humanos, a sermos humanos. Porque quando nós temos tudo muito fácil, fica difícil da gente ter empatia com o outro, da gente compreender a dor do outro. Como que eu posso compreender a dor de alguém se eu não tenho dor nenhuma, não aprendi com as minhas dores? E por isso, muitas vezes, nós nos deparamos com seres que ainda não encontraram, né, esse esse processo de empatia, de se compadecer, de fraternidade, né, de caridade. É a dor que nos humaniza e a consciência dessa dor para transformar em algo para nós mesmos, em em caminho de autoiluminação. Então, eh, Paulo, ele passa por inúmeras situações de dor e um uma dessa, né, que ele vai pra caverna desanimado e ele recebe a visita daquele que foi seu perseguid que ele perseguiu e mandou

minação. Então, eh, Paulo, ele passa por inúmeras situações de dor e um uma dessa, né, que ele vai pra caverna desanimado e ele recebe a visita daquele que foi seu perseguid que ele perseguiu e mandou apedrejar, que era o Estevão, e a sua noiva, Abigail, que já havia também partido pra pátria espiritual. E ele eles vêm e convidam, olha, tenha paciência, não desanime, né? Venham. E tem aquelas frases, aquelas palavras maravilhosas de que ele recebe desses irmãos, que diz assim: "Ama diante de todas essas dificuldades, ama. Continua amando. Ama o seu pai que te renegou, ama aqueles que te, né, chutaram, ama. Trabalha. Não, não deixe de trabalhar. O trabalho é que nos aprimora. O trabalho nos faz aprender. O o trabalho nos faz nos conhecer a nós mesmos. Espera a esperança. Não perder a esperança nunca e perdoa. Então, e que está exatamente em consonância com os ensinamentos de Jesus, né? Sermos bons com todos. tolerantes, indulgentes com as imperfeições e perdoarmos as ofensas. E aí desse, a partir desse encontro, ele se preenche, né, se harmoniza e novamente vai para a sua peleja e nunca mais se desanima tanto, porque aí durante todo esse tempo ele vai sofrer perseguições, ele vai ser flagelado, ele vai ser preso, ele vai passar fome, ele vai passar frio, mas nunca desanima. Ele continua a caminhada e busca harmonia na sua fé, na confiança, nos ensinamentos de Jesus. E onde ele ia, ele tinha tanta confiança em fal na pregação, né, em pregar, em falar nas palavras de Jesus, que às vezes chegavam as pessoas de doentes, falavam: "Não, Jesus ele ensinou, né, como curar através do quê? Da oração, né, da fé. E ele tinha essa confiança, né, de mesmo não tendo convivido com Jesus, ele tinha certeza plena. daquilo que ele estava fazendo. E isso trazia harmonia interior. Até que o final da vida ele fala: "Não sou mais eu quem vivo, é o Cristo que vive em mim". Assim como Jesus falava: "Eu e o Pai somos um". Ele fala: "Não, eu não sou mais eu quem vivo, é Cristo que vive em mim". Então essa beleza,

la: "Não sou mais eu quem vivo, é o Cristo que vive em mim". Assim como Jesus falava: "Eu e o Pai somos um". Ele fala: "Não, eu não sou mais eu quem vivo, é Cristo que vive em mim". Então essa beleza, ele era um homem forte. Ah, mas Paulo já era. Nós também somos filhos de Deus. Nós também temos uma luz imensa a desenvolvermos dentro de nós, no nosso dia a dia, através das nossas ações. E nada, nada nos chega que não seja necessário pro nosso aprendizado. Mesmo nas nossas rebeldias, mesmo diante de do que acontece, nós às vezes nos rebelamos, falamos: "Meu Deus, mas por que que tem que acontecer isso? Não é possível, mas é necessário. É necessário pro nosso aprendizado. Então a dor ela faz parte. E precisamos nos acolher. Sim. Precisamos nos acolher diante diante da dor. Para quê? Para que nós possamos nos renovar. Paulo diante da dor, ele foi lá pra caverna, ficou triste, chorou, fez prece, às vezes até reclamou, mas ele recebeu. Estava com ouvido de ouvir, com os olhos de ver e com coração para sentir. E sentiu as e eh as recomendações dos seus mentores. E nós também nós também temos as orientações dos nossos mentores. Basta que às vezes nós precisamos abrir um pouquinho os nossos ouvidos para ouvir, não ouvir voz, mas aqui dentro de nós, porque nós todos temos os instrumentos necessários para superarmos as dificuldades. Às vezes vão precisar de ajuda, sim, faz parte. E para isso nós temos aqui uma casa espírita, nós temos a sua família muitas vezes para nos dar as mãos, para nos ajudar na travessia das dores, né? Ai, se eu não tivesse meus amigos que eu tenho aqui que me ajudam a atravessar as minhas dores, ai se eu não tivesse a minha família que me dá suporte, né? Então, sempre tem uma mão estendida para que nós possamos atravessar as dores e encontrar nossa harmonia para atravessar essa dor com tranquilidade, com fé, com esperança. Nós temos todos os recursos porque nós não estamos sós, nós temos à nossa volta. Muitas pessoas também nós olhamos às vezes as reportagens, nós olhamos o

dor com tranquilidade, com fé, com esperança. Nós temos todos os recursos porque nós não estamos sós, nós temos à nossa volta. Muitas pessoas também nós olhamos às vezes as reportagens, nós olhamos o mundo à nossa volta e falamos: "Nossa, o mundo não tem jeito". Não percamos a fé. Deus está no comando. Jesus é o comandante dessa do planeta Terra. Ele que toma conta. Às vezes as algumas coisas precisam acontecer para que mais tarde possamos avançar um pouco. Mas não percamos a fé, nem a esperança. Olhemos ao nosso lado tanto de coisa boa que tem acontecendo também. Não é só coisa ruim. Quantas pessoas ajudando? Quantas pessoas que estendem a mão, quantas pessoas que com sorriso, né, com acolh olhar de acolhimento, ajudam tantas outras. Quantas pessoas que às vezes nem nem independente de religião, muitas vezes ajudam o outro e a gente nem sabe. Então, tem muita coisa boa acontecendo e nós, olhemos para nós, o que que nós estamos fazendo? Nós também podemos fazer algo de bom. E quando nós fazemos algo bom, nós harmonizamos o nosso coração. Já perceberam? Nosso coração entra em harmonia. Por quê? Porque aí nós nos alegramos quando nós sentimos que estamos fazendo um bem, principalmente se a gente nem fala que fez, principalmente quando alguém nem agradece. Porque quando agradece a gente já passa, não, já agradeceu, né? Tá tudo bem, principalmente, né? Então vamos ver aqui o que que Joana nos traz mais. Aí ela vem e fala assim: "Se ouvistes o chamado de Jesus que te facultou mudar o rumo da existência e te sensibiliza o coração iluminando a tua mente, não te permitas em momento algum perder a harmonia interna" ou deixar-te arrastar aos tormentos gritantes do desequilíbrio de qualquer forma ou de qualquer falta de harmonia íntima ou da desconfiança do arrependimento pela autodoação, da necessidade de libertar-se de situações aflingentes. Então, muitas vezes a gente faz o bem e aí fala: "Nossa, eu fiz o bem, olha só a ingratidão daquela pessoa." Devia não ter feito. Me arrependi de ter feito.

de de libertar-se de situações aflingentes. Então, muitas vezes a gente faz o bem e aí fala: "Nossa, eu fiz o bem, olha só a ingratidão daquela pessoa." Devia não ter feito. Me arrependi de ter feito. Fui tão bonzinho, tão bom com ela, com ele ou com ela. E olha o que que eu recebo em troca. Quando nós aprendermos que o fazer o bem é mais sobre nós do que sobre o outro, que também é um exercício que nós precisamos treinar de fazer sem esperar nada em troca, nós vamos ter mais harmonia porque nós não vamos nos decepcionar. Muitas vezes nós esperamos mais do outro do que o outro pode dar. Então façamos o bem independente de quem seja. mesmo que não tenhamos nada em troca, porque o bem é feito, que o bem que nós fazemos é para nós mesmos. E isso traz harmonia e equilíbrio, mesmo diante das dores, das dificuldades. A consciência do dever cumprido é outro que é outra coisa que nos traz harmonia quando nós sabemos, nossa, eu cumpri bem, passei o dia, vou passar em revista aqui. Como é que foi o meu dia? Eu fiz tudo que eu poderia ter feito, como diz Santo Agostinho, né? Será que deixei a desejar em alguma situação? Nossa, peguei pesado ali, devia não ter feito. Da próxima vez eu vou tentar não pegar pesado, não fazer desse jeito. É um processo que nós vamos também desenvolvendo para encontrar harmonia, equilíbrio interior. E aí, Joana continua, eh, escuta as a musicalidade das bem-aventuranças, abraça a tua cruz e segue adiante, certo de que plantarás com êxito no topo do Calvário da libertação. Então, diante dessas dificuldades, dessas desarmonias, das dores que nos chegam, que nós possamos renovar esse olhar para aquilo que Jesus ensinou, as bem-aventuranças. Bem-aventurados os que sofrem, porque serão consolados, os que choram, né, como diz Jesus, porque são serão consolados. Bem-aventurados os que são puros, porque estes herdarão os pacíficos, os brandos, porque estes herdarão a terra. Então, vamos entrar nessa musicalidade, vamos nos conectar ao campo do Mestre Jesus,

s. Bem-aventurados os que são puros, porque estes herdarão os pacíficos, os brandos, porque estes herdarão a terra. Então, vamos entrar nessa musicalidade, vamos nos conectar ao campo do Mestre Jesus, aos ensinamentos dele, para que nós possamos aos poucos nos harmonizar. Diante da dor, façamos a prece, peçamos ajuda, nós não estamos sós. Aí de ela continua: "Nenhuma caminhada evolutiva ocorre sem variações natural do naturais do processo iluminativo. Então, olha, nós temos um no planeta a que acontece aqui em Brasília, quem mora aqui em Brasília sabe, um tá um calor daquele, de repente cai uma chuva e esfria. Se num dia aqui em Brasília acontece, né, essas nuances climáticas na nossa vida também, ninguém passa nessa vida sem passar pelas turbulências. Ninguém vai ter uma vida o tempo inteiro, não, minha vida é só calmaria, não acontece nada de diferente, não acontece. É um dia, um, é um trânsito que atrapalha a chegada do trabalho, é um problema que aconteceu em casa, é um filho que adoece, é uma mãe que adoece. Aí nós todos passamos por essas situações. E isso tudo é para nos fortalecer a fé e a harmonia interior, né? Aí ela continua aqui. A harmonia do tempo deflui exatamente das diversas quadras que se anuem, que se unem, a fim de que a vida expresse toda a variedade de formas e de manifestações de acordo com cada estação. Assim, também no cotidiano, viverás não poucas vezes as variadas mudanças climáticas da emoção, sem que de perder a linha direcional da conduta e mantém-te harmônico e confiante. Então, gente, olha só, tá chegando ao fim do nosso tempo. Eu tenho mais uns minutinhos porque não tem dirigente. Eu sou a dirigente e a palestrante, então ten uns minutinhos a mais. Então, olha só, eh nós passamos por aqui, como ela diz aqui, com emoções. Tem dia que nós estamos alegres, mas tem dia que nós estamos tristes. Tem dia que nós estamos com raiva. Quem é que não tem raiva? Eu conheço. Então, tem dia que nós estamos com raiva, tem dia que nós estamos tristes,

stamos alegres, mas tem dia que nós estamos tristes. Tem dia que nós estamos com raiva. Quem é que não tem raiva? Eu conheço. Então, tem dia que nós estamos com raiva, tem dia que nós estamos tristes, tem dia que nós e são emoções que são que fazem parte de nós. Nós também não podemos camuflar as nossas emoções. Elas estão aí porque nós precisamos aprender com elas. Então, se eu estou com raiva, eu vou olhar para mim e vou tentar entender de onde que vem essa raiva, qual o motivo, né? Se eu estou triste, de onde vem essa tristeza, qual o motivo? Como que eu posso me harmonizar diante disso? Porque até a raiva ela pode ser, se nós soubermos encontrar o equilíbrio, ela é algo que nos leva a algum lugar. Ela é um, ela nos traz movimento, ela nos faz agir. Que essa ação não precisa ser uma ação que distei da harmonia, pode ser uma ação que auxilie na harmonia. A tristeza, de onde vem essa tristeza? Que que eu posso, né? Como que eu posso lidar com essa tristeza com harmonia? alegria e todas as outras emoções. Um medo. Medo, se nós não soubermos. Ele pode, ele é é um mecanismo de defesa nosso, sim. De instinto, sim, mas ele pode nos paralisar. Então, nós precisamos trazer isso para um equilíbrio, para estarmos em harmonia. A harmonia está no justo meio, o equilíbrio está no justo meio, né? Então vamos lá, continuando aqui mais para já pro final. E aí, eh, uma outra mensagem importante que ela traz aqui, não esperes que tudo esteja sempre conforme o teu sentimento, teus interesses imediatos, tudo quanto te proporciona satisfações, gratulações que podem ser consideradas como recompensa. Ou seja, nós não temos o controle de tudo, nem tudo vai ser do jeito que a gente quer. E como que nós vamos agir diante disso? Quais Qual é a nossa reação? Será que é de uma criança que não consegue lidar com as frustrações, que se esbraveja, que fica com raiva e tal, qual é a nossa reação diante daquilo que não acontece conforme nós esperamos? Então, precisamos aprender a encontrar o equilíbrio diante dessas desafios.

s, que se esbraveja, que fica com raiva e tal, qual é a nossa reação diante daquilo que não acontece conforme nós esperamos? Então, precisamos aprender a encontrar o equilíbrio diante dessas desafios. E aí ela fala que uma uma das questões importantes para que nós mantamos a harmonia, mantenhamos harmonia é continuar estudando o evangelho, a doutrina espírita, porque ela traz explicações para que para aquilo que nós estamos vivenciando. Não desanimar diante da jornada, ter sempre fé. E como Paulo, né, eu vou falar aqui no final, ela fala assim, ó, canta sempre o evangelho de Jesus com o selo de sua vivência e não apenas com a memorização dos seus textos. Então, o evangelho de Jesus não é só para ser lido, proferido, é para ser vivenciado, é para ser vivido no dia a dia. Quando nós conseguirmos chegar a esse ponto, nós vamos estar em equilíbrio. E aí, aos poucos, cada um também que conseguir chegar, vai mudando até a psicosfera do nosso planeta, né? E assim ela termina. Tua fé raciocinada fala-te a respeito da grande luz que te aguarda no final do túnel existencial. Segue e timorato, ou seja, destemido, mesmo que tenha os joelhos desconjuntados, as carnes deslaceradas e o coração envolto na melancolia do Calvário, para o amanhecer surpreendente da tua ressurreição gloriosa em perfeita harmonia. é que ela cita aqui, né, o Paulo numa de suas cartas, cartas ao hebreu, ele convida, concita todo o povo hebreu que tava meio desanimado e fala: "Olha, ergue as ergue o braço, mesmo com os joelhos desconjuntados, vamos manter a caminhada, vamos continuar firmes." Então, mesmo diante dos desafios, das dificuldades, das das tribulações da vida, que nós mantenhamos a nossa fé em Jesus, a iluminar nosso coração, a iluminar o o nosso caminhar, essa caminhada nossa autoiluminativa, porque nós temos todos os instrumentos, todas as ferramentas dentro de nós e além disso, nós também não estamos sós em nenhum momento. Então, que nós possamos passar pelas nossas dores com força, fé e coragem. Que diante da

os instrumentos, todas as ferramentas dentro de nós e além disso, nós também não estamos sós em nenhum momento. Então, que nós possamos passar pelas nossas dores com força, fé e coragem. Que diante da tempestade nós possamos erguer o olhar para o alto, enxergar o sol a brilhar para além das nuvens. Meus queridos, muito obrigada a todos e eu convido agora vocês para a prece final. Pai amado, mestre Jesus, nós te agradecemos por mais esse momento de reflexão. que as tuas palavras de amor possam vibrar em nosso coração para que nós possamos vivenciar o teu evangelho de amor e diante das dificuldades, dos desafios, nós possamos seguir confiantes, com um olhar erguido para o mais alto, sabendo que não estamos em nenhum momento desamparados do teu amor. Que possamos seguir sempre em frente, Senhor, firmes, com fé. E assim nós agradecemos. por mais este momento e por esta oportunidade. Assim seja. Fiquemos com o passe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e

isericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem [música] nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos

vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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