Como distinguir o bem do mal? Palestra com Reinaldo Ferreira.

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 07/07/2025 (há 9 meses) 49:09 18 visualizações

Como distinguir o bem do mal? Palestra com Reinaldo Ferreira.

Transcrição

Coisa boa é música boa, não é? Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos ao lar de Jesus, essa casa de oração que nos acolhe com o coração. Cumprimentamos os nossos irmãos que nos acompanham pela internet, rogando a Jesus que entre em cada um dos lares, deixando lá a sua paz. Hoje nós não temos nenhum convite especial, mas nós temos um agradecimento da dos companheiros que participaram conosco da festa junina promovido pelas mocidades. O lar de Jesus esteve sendo representado pela mocidade. Foi uma festa muito bonita, muito, muito alegre, muita juventude e as casas estão precisando reunir juventude para continuar o trabalho que a gente tem continuado, né? Nós pegamos o trabalho, estamos incentivando a juventude, a infância para seguir esse trabalho. Então, foi muito, foi uma festa muito bonita. Os jovens já não são o futuro, né? são presente. Então, meus irmãos, para começar a nossa atividade dessa noite, nós vamos fazer a nossa prece, convidando a Ana Paula para estar aqui conosco, pedindo que cada um silencie agora o seu pensamento, seu coração e vamos nos conectar com a espiritualidade amiga que nos assiste. Fechemos então os nossos olhos. Buscando a sintonia com Deus, nosso pai de amor e bondade, Maria de Nazaré, Francisco de Assis, o nosso mestre Jesus. Respirando profundamente, vamos trazer a nossa tela mental um IP florido de flores amarelas e mentalmente olhamos para o alto e sentimos essas flores caindo sobre as nossas cabeças, sobre o nosso corpo, as nossas mãos, sentindo o perfume a nos envolver. Mestre Jesus, amigo de todas as horas, aqui estamos com os corações abertos para receber, receber de ti o bálsamo que acalenta as nossas feridas, que suaviza as nossas dores, que acalma o nosso coração. Permita, mestre amigo, que na noite de hoje possamos encher o nosso copo da água mais pura, beber das luzes do seu evangelho através da palestra. Envolva o nosso companheiro na mais suave das notas musicais, para que suas palavras possam chegar até nós. Abençoe a cada companheiro que aqui se

beber das luzes do seu evangelho através da palestra. Envolva o nosso companheiro na mais suave das notas musicais, para que suas palavras possam chegar até nós. Abençoe a cada companheiro que aqui se encontra, que eles possam encontrar aquilo que procuram. que abençoe aqueles que nos assistem de suas casas, aqueles que se encontram nos hospitais, nas ruas, em sofrimento. envolve cada uma das crianças e jovens do nosso país, que eles possam encontrar a esperança, a fé nas boas obras, nas atitudes de caridade e na moral cristã. E na noite de hoje, mestre amigo, queremos ofertar-lhe o melhor de nós, porque temos recebido muito mais do que temos merecido. Graças te damos hoje e sempre. Que assim seja. Boa tarde a todos. Eh, estamos aqui nessa noite com um grande companheiro, né, que já esteve aqui conosco, trabalhando conosco, mas que quando é solicitado ele está sempre disposto a vir aqui falar um pouco. É o Dr. Reinaldo, que é desembargador e está aqui agora para falar um pouco para nós do espiritismo. E ele vem com uma batalha muito grande, né, como distinguir o bem e o mal. Então, é uma palavra muito interessante e uma reflexão muito boa que nós possamos aprender com ele aqui algum um pouco mais com você. Boa noite a todos. É sempre bom retornar aqui a esta casa. Eu vou ser bem didático e objetivo, como sempre a gente procurou ser quando trata de determinados assuntos relacionados ao evangelho do nosso mestre Jesus. Ninguém entra na nossa vida e nós não entramos na vida de alguém por acaso, por acidente. O acaso não existe, porque acaso, o acaso é o nada. Tudo faz parte de uma grande programação. E esta programação que começa no plano espiritual e as bases da nossa reencarnação ali são elaboradas, elas são trazidas para a vida física para que nós possamos passar pelas experiências que nós necessitamos. É importante que nós tenhamos esta compreensão, porque a partir dessa premissa que é real, nós começamos a compreender que nós estamos no lugar certo, com a família adequada,

ias que nós necessitamos. É importante que nós tenhamos esta compreensão, porque a partir dessa premissa que é real, nós começamos a compreender que nós estamos no lugar certo, com a família adequada, com aqueles mais próximos que vivem conosco uma vida de relação. E tudo isto de acordo com a nossa necessidade, a necessidade individual de cada um de nós e também de acordo com o nosso merecimento. A conscientização da importância da existência física, faz com que a gente dê um ressignificado às nossas vidas. E nós, a partir desse momento, passamos a visualizar o mundo, permitindo que novos horizontes possam ser descordinados aos nossos olhares. E para isso, nós aqui nos encontramos nesta tarde e noite para tratarmos de um tema de fundamental importância. Falar sobre o mal, falar sobre o bem, trazer as características de cada um e elaborar os parâmetros para que nós possamos distinguir o bem do mal. O mal do bem. Na pergunta número 629, 630 e 631 do livro dos espíritos, Allan Kardec indaga a espiritualidade incumbida da codificação, fazendo a seguinte pergunta: Como é que nós podemos distinguir, nós podemos estabelecer as diferenças e verificar se estamos fazendo o bem ou o mal. A espiritualidade responde para Kardec e, evidentemente, responde para cada um de nós, buscando dissipar as dúvidas porventura existentes. E eles respondem da seguinte forma: "Não foi Cristo que disse para vocês: "Fazei ao próximo aquilo que vocês desejam que o próximo façam para vocês? Se compreendestes estas lições ou esta lição, não vos enganareis". Na época de Cristo não existia a palavra empatia. Tá na moda agora empatia. Porque ser empático é se colocar, se permitir transportar para a posição que ocupa o nosso semelhante. é verificar que se em determinadas circunstâncias nós nos sentiríamos bem se o próximo fizesse para nós ou se conduzíssemos em relação a nós de determinada forma. Se nós desenvolvermos esta capacidade de nos transportarmos, de nos colocarmos na posição em que se encontra o nosso

próximo fizesse para nós ou se conduzíssemos em relação a nós de determinada forma. Se nós desenvolvermos esta capacidade de nos transportarmos, de nos colocarmos na posição em que se encontra o nosso semelhante, nós não conseguiremos nos enganar a respeito do que realmente é o mal. Porque nenhum de nós deseja que seja praticado o mal para conosco. Então, o Cristo, ele foi cirúrgico. Claro, se nós queremos detectar o caminho para o nosso progresso, para o nosso desenvolvimento, para que nós possamos adquirir os valores da alma que se constituem na nossa verdadeira bagagem, nós só conseguiremos isso através do próximo, através da vida de relação. Diz Emanuel que ninguém progride sozinho, ninguém progride isolado, que nós progredimos através da convivência com o nosso próximo. Porque viver não é difícil. É difícil não. O difícil ou desafio é o quê? Conviver. Aí fica emocionante, fica interessante, porque a convivência faz parte do nosso processo de evolução em relação ao qual nós não podemos escapar, porque a principal matéria da escola da vida é o homem manter contato com com o seu semelhante. E através desse contacto e das experiências em comum, dar um salto evolutivo ou permitirse estagnar-se moralmente ou eticamente em determinada existência. E a espiritualidade vai além na pergunta número 629 do livro dos espíritos, complementando tudo isto que eles trouxeram para nós quando eles dizem o seguinte, que as leis de Deus estão incuspidas nos nossos sentimentos, nas nossas consciências, que nós as temos em germem. em nós próprios, em nós mesmos, no momento em que nós passamos, nós que nos afirmamos cristãos, porque o Cristo até parece paradoxal quando nós afirmamos isso. Cristo não criou religião ou religião, não criou, não. Jesus trouxe para nós a tônica da lei do amor. O espiritismo, tal como nós o conhecemos e a espiritualidade nos brinda com esses conhecimentos, veio, na verdade revivar, restaurar, restabelecer aquela verdade trazida pelo Cristo e maltratada durante milênios

mo, tal como nós o conhecemos e a espiritualidade nos brinda com esses conhecimentos, veio, na verdade revivar, restaurar, restabelecer aquela verdade trazida pelo Cristo e maltratada durante milênios por aqueles que tinham a obrigação de exemplificá-la, de esclarecê-la para o seu semelhante e tergiversaram para atender os seus interesses pessoais. Como lamentavelmente na sociedade contemporânea, nós ainda verificamos isto ocorrendo. Mas a doutrina não deixa margens para falsas interpretações, porque nos traz a verdade na na sua essência, a mensagem do Cristo, que só através do amor, do amor ágape, do amor que não tem interesse, que vai ao encontro do seu semelhante para atendendo as necessidades dele. de certa forma e diretamente estará atendendo as nossas próprias necessidades. E na pergunta 913 do livro dos espíritos, e todos nós sabemos disso, mas é bom relembrar tudo isso para mexer conosco. Quando Allan Kardec pergunta para a espiritualidade qual o maior defeito que vem servindo de impeço, de empecílio, de dificuldade, para que o homem, o homem em sentido lato progrida aqui na terra? Que que a espiritualidade respondeu para Allan Kardec? Respondeu para nós o egoísmo. O egoísmo. E o que que é o egoísmo? que é o tal o o pior de todos os malos que pode nos atingir. é o interesse pessoal, é única e exclusivamente atentarmos para o nosso interesse pessoal, não nos preocuparmos com o próximo, nos tornarmos insensíveis, insensíveis ao sofrimento, à dor, Alheia. Vejam bem, na obra Ação e Reação, nós temos uma passagem muito interessante de André Luiz conversando com Hilário. Hilário é o mentor espiritual. André Luiz é aquele que desencarna e é um homem mediano. É como se nós chegássemos no plano espiritual, talvez melhores, porque nós já sabemos muita coisa, algumas coisas sobre a realidade espiritual. O André Luiz não sabia nada, não era um indivíduo mau. Interessante isso. Não era, mas não praticava o bem. Não praticava o bem. Para não praticar o mal, não basta omitir e não praticá-lo, mas é

tual. O André Luiz não sabia nada, não era um indivíduo mau. Interessante isso. Não era, mas não praticava o bem. Não praticava o bem. Para não praticar o mal, não basta omitir e não praticá-lo, mas é necessário uma ação que é a prática do bem. E André Luiz estabelece um diálogo com esse mentor espiritual e ele pergunta num determinado momento para o mentor espiritual Hilário o seguinte: o que é o mal? O que é o mal? Nós sabemos o que é o mal. André Luiz estava em dúvida. Alguém aqui tem dúvida o que é o mal nessa altura do campeonato? Não. Merced do grau de maturidade que nós adquirimos é difícil falar que não sabe, mas tudo bem. Hilário responde para André Luiz. E a e a resposta de do Hilário, eu ainda muito jovem lendo essa obra, me causou uma certa perplexidade, porque Hilário respondeu da seguinte forma: "O mal é a prosperidade, o mal é a felicidade, o mal é o bem-estar". Aí eu falei: "Não é possível. Será que o mentor está equivocado? Mas aí Lário, complemento diz o seguinte: "Tudo isso é o mal quando nós queremos tudo isso só para nós. Quando nós queremos a felicidade, a prosperidade, o bem-estar só para nós e como se o mundo existisse só para nós. Aí está o mal. O mal que habita em nós, o mal que é o grande desafio, não só dessa existência, com certeza de várias outras, mas que desta é o ponto central dos combates que nós temos que empreender para conosco mesmo. Porque meus irmãos, minhas irmãs, não nos iludamos. Os nossos inimigos, se é que os temos, se assim podemos dizer, não é o nosso vizinho, o nosso colega de trabalho, o nosso parente, porque família é uma emoção só. O núcleo familiar é onde nós temos os maiores compromissos. os principais resgates, os principais ajustes a enfrentar. Então, o grande desafio não são o nosso, não são os nossos semelhantes. Nós verificamos neles os grandes desafios, mas o grande desafio é vencer a nós mesmos. vencer as nossas mazelas, as nossas imperfeições, remodelar o homem velho que existe dentro de nós e que de vez em quando

ficamos neles os grandes desafios, mas o grande desafio é vencer a nós mesmos. vencer as nossas mazelas, as nossas imperfeições, remodelar o homem velho que existe dentro de nós e que de vez em quando grita. E quando grita, coisa boa não sai. Porque é o atavismo, é o homem velho, preponderando sobre o homem novo que nós buscamos construir através desse processo que nós na doutrina chamamos de reforma íntima. Reforma íntima. Tem que varrer a casa, tirar a sujeira. A verdade é essa. Essa é a realidade. Então, o grande desafio de nós, de todos nós, é erradicar o mal que ainda habita, que ainda existe dentro de cada um de nós. Mas como fazer isso? Os espíritos nos explicam conhecendo a ti mesmo. E eu diria mais, reconhecendo-te a ti mesmo e admitindo os erros, os enganos, os equívocos, porque às vezes nós não aceitamos quando erramos. É uma verdade. E é tão interessante esse processo que nós chamamos de desculpo, que quando nós não conseguimos nos enfrentar diante daquilo que nós somos e às vezes nós fazemos, nós terceirizamos a responsabilidade pelos nossos erros. Nós jogamos a culpa em quem? Nós damos o nome de fatalidade. É Deus. Deus que Deus coisa nenhuma. Não é não. Nós somos artífices da nossa própria existência. A vida que nós levamos hoje é um reflexo daquilo que nós fizemos. Não tem jeito. Se eu semeio vento, eu vou colher o quê? Eu vou colher tempestade, mas eu posso mudar o rumo da minha vida. Eu posso alterar o caminho que eu estou trilhando. Jesus falava de uma porta simbólica, a porta estreita, porque é difícil passar por ela, porque antes nós temos que vencer a nós mesmos os defeitos, as imperfeições. Mas não adianta também ficar só chorando isso não é verdade? Porque quando nós erramos e vamos errar, vamos nos equivocar, vamos, não, não tenho dúvidas quanto a isso. O arrependimento vem, não vem, mas se ficar só no arrependimento não basta. Nós temos que buscar um ajuste. A doutrina do Cristo é uma doutrina que exige movimento, ação. Muita gente fala do mal na humanidade.

dimento vem, não vem, mas se ficar só no arrependimento não basta. Nós temos que buscar um ajuste. A doutrina do Cristo é uma doutrina que exige movimento, ação. Muita gente fala do mal na humanidade. Esse dia eu fui fazer uma palestra, uma senhorinha, uma senhora terminou a palestra, falou: "Não, eu não acredito mais nada. O mundo vai acabar". Eu falei: "Pronto". né? O mundo vai acabar. É mal demais. Mas gente, vamos prestar atenção numa coisa. Quando Jesus falava do joio e do trigo, ele falou que o joio tinha que conviver com o trigo. Não era para tirar o joio, mas um dia o joio ia ser retirado, o joio ia ser extraído. O joio simboliza o mal, o trigo simboliza o bem. Por que que a gente tem visto tanto mal na humanidade nos tempos atuais? Porque quem prepondera, e nós vivemos num mundo de provas e expiações, reage. Não reage. Quando você ocupa uma determinada posição de poder e você vai ser subtraído dela, normalmente as pessoas reagem. O mal está reagindo. E é natural que nessa fase aguda de transição nós verifiquemos determinadas circunstâncias que causem em cada um de nós perplexidade, que cause de certa forma uma espécie nos deixa às vezes atônico. Mas como diz a espiritualidade, Jesus está no lene. Jesus é o governador espiritual do planeta Terra. Quando nós começamos a analisar o amor do Cristo para cada um de nós, nós começamos a compreender de que o mal é uma ilusão, é ausência do bem e de que e de que nós somos ainda um misto de luz e sombra, mas um dia haveremos de ser apenas luz. Porque se existe uma fatalidade a nos acometer, é a fatalidade de que fomos feito para feitos para amar. Deus não criou o mal. Allan Kardec, lá na Gênese, ele trata com muita propriedade disso, quando ele diz que o mal é produto humano, é fruto do nosso exercício disfuncional do livre arbítrio. Como dizia Paulo, tudo me é lícito, mas nem tudo me convém. E aí nós temos que responsabilizar a Deus pelos nossos atos de imprudência, de incúria. Deus não pune, Deus não vinga. Não existe esse Deus

Como dizia Paulo, tudo me é lícito, mas nem tudo me convém. E aí nós temos que responsabilizar a Deus pelos nossos atos de imprudência, de incúria. Deus não pune, Deus não vinga. Não existe esse Deus antroponófico à imagem do homem. Durante muito tempo, nós adoramos um Deus com as qualidades e os nossos defeitos que nós atribuímos a ele. Esse não é o Deus que Cristo transmitiu para nós, que trouxe para nós, que desvelou para nós. Não é, nunca foi. É preciso então que a gente compreenda de que nós sofremos em muitas circunstâncias porque nos afastamos das leis de Deus. Lá na pergunta 631, a espiritualidade deixa isso claro, ó. Quando vocês se afastam da lei de Deus, vocês sofrem. Aí eu me pergunto, por quê? Por que que nós sofremos? Porque nós negamos a nossa paternidade. Nós negamos que somos espíritos imortais. Nós negamos que nós somos portadores do DNA divino que corre na nossa veia espiritual a genética divina. Nós negamos tudo isso e vivemos como se a matéria vivesse no espírito quando é o contrário. Aí sofremos. Aí sofremos. Sofremos porque isso é fruto da nossa ação ou das nossas omissões diante das experiências que a vida proporciona a cada um de nós. Deus é amor, Deus é bondade. Sabe qual a principal, uma das maiores demonstrações de amor de Deus para conosco? é nós estarmos aqui, é nós termos reencarnado. A reencarnação, a demonstração inafastável do amor de Deus para cada um de nós, porque ela é uma oportunidade. Todas as vezes que eu falo da reencarnação, eu lembro da parábola do filho pródigo. Nós somos os os filhos pródigos. Estamos tentando retornar, lutando para retornar à casa do pai. E o pai nos recebe de braços abertos. Abertos. Quando eu ouvi aqui a música preparando o ambiente em que na letra eu ouvi que Deus nos trouxe até aqui. Deus nos trouxe até aqui. Eu vou dizer uma coisa, eu sempre procuro lembrar disso. Tem tanta gente torcendo pro nosso sucesso nessa encarnação que a gente nem imagina. Nós temos uma torcida imensa no plano espiritual,

té aqui. Eu vou dizer uma coisa, eu sempre procuro lembrar disso. Tem tanta gente torcendo pro nosso sucesso nessa encarnação que a gente nem imagina. Nós temos uma torcida imensa no plano espiritual, torcendo e nos auxiliando, nos inspirando para que nós possamos proceder da melhor maneira possível. Possível. Quando nós incursionamos na literatura espírita, a gente vê como que é a preparação para o retorno à pátria ou à vida, a pátria verdadeira, espiritual, a vida material. E esses dias uma um senhor chegou para mim e falou assim: "Não, mas esse é assim mesmo. Se eu errar nessa, eu reencarno na próxima". Reencarnar é fácil, né? Fast mar. Vou só dar uma dica, tá? A espiritualidade explica para nós temos quantos bilhões de habitantes na terra? 7 bilhões e meio, né? Quase 8 bilhões. É isso. Eles nos dizem que aguardando para reencarnar na terra tem mais de 20 bilhões de espíritos. Tá pior do que a fila do SUS. A gente fala brincando, mas é sério. Por que que eu falo, eu eu eu lembro isso, lembro disso? Porque para demonstrar a oportunidade que nós estamos tendo, a chance, a chance que nós estamos tendo. E estabelecer o mal do bem para nós não é tão difícil assim. Porque nós nos afirmamos cristãos, espíritas, lutamos conosco mesmo a todos os dias. E tem mais. Bezerra de Menezes dizia uma coisa que eu acho super interessante. Ele dizia o seguinte: "Não basta se dizer cristão, não. Não basta ter um rótulo religioso." Ele dizia assim: "Tem muitos ateus que se dizem ateus, que não acreditam em Deus, são melhores do que nós, que nos afirmamos cristãos". A religião tem que produzir em nós um sentimento de religiosidade. O dogmatismo, o formalismo, o solenismo religioso não leva a nada, nada se isso não se expressar na sociedade através de um comportamento diferente da nossa parte. Porque senão nós vamos ser os fariseus modernos que Jesus combatia, não é? Falamos, mas não fazemos. Verbalizamos, mas não realizamos. É óbvio, nós não vamos realizar tudo, mas nós temos que realizar alguma coisa.

nós vamos ser os fariseus modernos que Jesus combatia, não é? Falamos, mas não fazemos. Verbalizamos, mas não realizamos. É óbvio, nós não vamos realizar tudo, mas nós temos que realizar alguma coisa. Nós temos que fazer alguma coisa. A verdade é essa. A verdade é essa. Então, não basta, vou dizer aqui, não basta se dizer espírita, não é verdade? E quanto a isso, a questão da responsabilidade de quem já tem uma consciência, que é o nosso caso, não podemos não alegar ignorância? Podemos não, acho que não, né? Tem uma passagem de Euripus Barçanufo e quem eh Eurípio Barçanuf numa certa noite, no momento de vigília, quando ele fora dormir, ele se desdobra espiritu espiritualmente e é levado a uma região muito bonita, jardim. muito verde. Eu estasiado naquele local, vibrações de harmonia e muita parte. E Euritus divisa, observa a uma certa distância a figura de um homem espargindo luz e aquela luz atingia Eurípes e o comovia. sobre maneira. Eu enchendo-se de coragem, vai se aproximando daquele ser e quando chega ele verifica que se trata de Jesus. Há uma dúvida. se ele chegava mais próximo, pois aquela luz o ofuscava e ele chorava copiosamente na presença do mestre, mas ele se enche de coragem e se aproxima. E quando ele se aproxima, ele observa que algumas lágrimas caíam ou rolavam sob a face do meigo Nazareno, do nosso mestre Jesus. E diz Euripo naquele momento que fica em dúvida se pergunta ou não por choras o mestre? Ele não tinha coragem, mas ele se enche de coragem e pergunta: "Mestre Jesus, por que choras? Porque ela as porque o porquê das lágrimas?" E Jesus responde para Euripes Barçanu. E esta resposta não foi apenas para ele. Essa resposta que Jesus deu a Euripes é uma resposta que nós devemos a respeito dela meditar. Porque Eurício Barçanuvo pergunta a Cristo: "Choras por aqueles que não conhecem o seu evangelho? e não praticam o bem e não seguem os seus passos. Jesus responde: "Não choro, choro por aqueles que conhecem o meu evangelho e não praticam". Jesus chorava por quem? muitas vezes por

o seu evangelho? e não praticam o bem e não seguem os seus passos. Jesus responde: "Não choro, choro por aqueles que conhecem o meu evangelho e não praticam". Jesus chorava por quem? muitas vezes por nós que já conhecemos o seu evangelho, que já possuímos o discernamento suficiente para estabelecer quando praticamos o mal ou quando praticamos o bem, quando nos distanciamos da mensagem do Cristo ou quando dela nos aproximamos. A nossa responsabilidade, ela se superlativa, ela é maior, porque nós já tivemos acesso à compreensão da doutrina, da mensagem na sua essência, na sua simplicidade da mensagem do Cristo. todos nós refletir a respeito disso, para que possamos dar um novo sentido às nossas existências. Mudar é não é fácil. Quem diz que é, né? Mas é preciso dar o primeiro passo. Ninguém muda no estado de inércia. Nós só mudamos se nos movimentarmos, se agirmos, se nos conduzirmos para que a mensagem do Cristo não seja algo distante para nós, seja algo palpitante, próximo, vivenciado por nós, experienciado, experimentado por nós no nosso dia a dia e principalmente, engraçado, não Não ia nem falar isso, mas vou falar no núcleo familiar, principalmente na família, porque às vezes nós somos saiu, voltou. Eu nem precisava disso, mas só porque senão não grava. Nós somos muito bons fora de casa. Às vezes em casa nós somos verdugos, nós temos paciência fora, não temos paciência intra ou dentro. Praticamos o bem, extramuros, mas não intramuros no lar, porque é lá que nós temos os principais ajustes a serem feitos, a serem realizados, né? Que Jesus nos abençoe e que esse mestre seja para cada um de nós, não aquele mestre distante e que a sua mensagem não seja uma mera retórica, se faça algo vivo nas nossas vidas, nas nossas experiências. Que Deus nos fortaleça, nos dê forças para nós lutarmos essa luta íntima e um dia possamos dizer: "Vencemos ou estamos vencendo a nós mesmos". Que assim seja. Queremos aqui agradecer o Dr. Reinaldo pelas lindas palavras, por essas grandes

para nós lutarmos essa luta íntima e um dia possamos dizer: "Vencemos ou estamos vencendo a nós mesmos". Que assim seja. Queremos aqui agradecer o Dr. Reinaldo pelas lindas palavras, por essas grandes reflexões, para que realmente a gente possa entender, né, o qual é o nosso papel aqui. Nós temos essa encarnação, temos essa oportunidade, que nós possamos fazer dessa oportunidade cada vez um dia melhor. Bom, e vamos agora passar pro nosso encerramento da nossa reunião e queria pedir que a Indiara fizesse a prece de agradecimento e encerramento e depois nós vamos ter o passe. Queria que todos ficassem sentados, que serão encaminhados à sala de passe à nossa direita e as pessoas que vieram para o tratamento aguardem sentados, serão encaminhados pela ordem de senhas. lado esquerdo aqui. Vamos todos nós agora, após estas reflexões importantíssimas, estas palavras que causaram profundamente em nós muita atenção. Viemos aqui nesta casa para confraternizar, para celebrar e para orar. E após este estudo tão importante, queremos pedir a Jesus, nosso mestre, que possamos ter a coragem de buscar em nós a vontade para percebermos realmente a importância e O objetivo da nossa encarnação. Sabemos que Deus colocou no nosso íntimo sagrado todas as virtudes. Somos portadores de luz, somos luz e ainda não prestamos atenção que ao sairmos daqui durante esta semana, possamos pensar profundamente no que ouvimos, no que nos foi presenteado. Mestre, obrigada pela oportunidade da reencarnação, a oportunidade do aprendizado e do crescimento, que possamos todos os dias um pouquinho só desenvolvermos a nossa gentileza, nossa educação para com o nosso próximo. que possamos, Senhor, termos a coragem de sermos mais cristãos. Assim, Jesus, embalados por esta luz que aqui radia, pela presença amorosa dos nossos amigos espirituais, nós queremos te pedir paz. Paz aos nossos corações, paz para o nosso planeta Terra. Que possamos, Senhor, a cada dia compreender a necessidade da fraternidade. Te agradecemos do fundo do coração,

ais, nós queremos te pedir paz. Paz aos nossos corações, paz para o nosso planeta Terra. Que possamos, Senhor, a cada dia compreender a necessidade da fraternidade. Te agradecemos do fundo do coração, as oportunidades benditas, as benéces que recebemos todos os dias e às vezes não prestamos atenção. Te agradecemos profundamente a oportunidade de termos esta casa para assim desenvolvermos a fraternidade, desenvolvermos o amor, a caridade, que possamos voltar aos nossos lares felizes, gratos e que possamos nesta semana sermos melhores e termos Jesus no nosso coração. Obrigado, espíritos bondosos, benevolentes. Obrigado, Jesus. Obrigado Deus que está dentro de nós. Que assim seja. Prezadas irmãs, prezados irmãos, iniciamos agora o passe e o tratamento. Vamos acalmar nossas mentes, encher nossos corações de vibrações amorosas, elevando nosso pensamento a Jesus, nosso mestre de amor. Sinta a sua presença irradiando luz, amor, paz e a cura que tanto necessitamos. Jesus amado, neste momento, rogamos a tua proteção, a tua misericórdia e as tuas bênçãos a todos que dela necessitam. os sofridos e abandonados, os desesperados, os aflitos, os doentes que estão nos hospitais ou em casa, os profissionais de saúde que se dedicam dia outuramente ao cuidado dos pacientes e a todos os que estão nas listas de tratamento das casas espíritas, aos lares e famílias que sofrem com a partida de seus familiares e aos que partem, rogamos proteção, amparo e tratamento no mundo espiritual. para que possa entender a sua atual condição, que as energias curadoras de Jesus e seus auxiliares cheguem a cada um, envolvendo em paz, acalentando, trazendo o alívio, a cura. Pedimos agora a fluidificação das águas apresentadas, que cada molécula seja portadora das benéces benfazas que possam contribuir para o restabelecimento e equilíbrio de que tanto precisamos. Façamos a nossa prece íntima. Assim, envolvidos nessas boas vibrações, fortalecidos na fé, pedimos ainda bênção para a humanidade, para que cada dia

tabelecimento e equilíbrio de que tanto precisamos. Façamos a nossa prece íntima. Assim, envolvidos nessas boas vibrações, fortalecidos na fé, pedimos ainda bênção para a humanidade, para que cada dia Jesus esteja nos corações de todos, trazendo amor, esperança e paz. Encerramos nossos trabalhos dessa noite com imensa gratidão. Obrigada, Pai.

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