COMER E BEBER - Débora Moraes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 22/11/2025 (há 4 meses) 47:16 335 visualizações

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Transcrição

[música] buscando a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. Senhor, [música] estou aqui para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando [música] amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando [música] a ti. Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Meus amigos, rendamos graças a Jesus pela oportunidade de mais uma vez estarmos aqui reunidos em seu nome, sob a sua tutela, com a certeza de que cada vez mais nosso coração se abre para a proposta de Jesus e os nossos horizontes se expandem com na direção da imortalidade, que é o que nos aguarda. sempre. Hoje a Débora retorna à nossa atividade trazendo a sua reflexão, a sua palavra de consolo e vamos ler uma mensagem para nos colocarmos em sintonia com as esferas superiores. A nossa mensagem é perdão e trabalho. Começa com a passagem de João no capítulo 8 versículo 12. Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará em trevas, mas terá luz da vida. Qual de nós não passa por dias sombrios? Ainda que desejando acertar, você se defrontará com o erro proveniente de suas imperfeições. Seus atos passados são patrimônios de sua jornada para Deus, mesmo quando você não conseguiu triunfar. Perdoe-se e busque o trabalho antídoto, eficazes para o recomeço fortalecedor. Perdão e trabalho são as chaves do futuro feliz. Olhe para a frente e pense em quantas foram as suas vitórias. Por que valorizar uma pequena derrapada moral quando diante da vida você tem enfrentado com galhardia? os mais desafiantes obstáculos. Fixe a mente no otimismo e caminh. A ação benfazja de hoje iluminará seus

valorizar uma pequena derrapada moral quando diante da vida você tem enfrentado com galhardia? os mais desafiantes obstáculos. Fixe a mente no otimismo e caminh. A ação benfazja de hoje iluminará seus passos para que a lição de ontem se torne um roteiro de cuidados imprescindíveis à sua verdadeira libertação. Que dizer do agricultor que diante da sementeira farta viera cruzar os braços porque se esqueceu de irrigar a plantação por apenas um dia? Qual de nós não sucumbirá no cansaço ou na invigilância por algum instante? Prossiga e continue seu esforço. Deus abençoará os seus dias, fazendo luz e o amparando para o êxito pleno. Me lembrei agora do Divaldo que ele dizia: "Nós podemos desanimar, nunca desistir, porque não temos essa escolha, não é? Mas quando nós nos sentimos desanimados, Jesus chega e nos dá um uma um alimento para que nós retomemos as forças e prossigamos. Elevemos o nosso pensamento até o mestre, nos deixando envolver por suas maiores vibrações de amor, de paz, de concórdia, na certeza de que o médico de nossas almas nos atende, pacifica. os nossos conflitos, nos mostra novos caminhos onde o equilíbrio e a luz caminharão de mãos dadas. E acima de tudo, roguemos a ele que nos proteja de todo e qualquer mal nos dois planos da vida e nos inspire para que a nossa sintonia se faça sempre com as forças do bem. Que assim seja. Graças a Deus. Então, vamos lá. tarde a todos. É com muita alegria que aqui estamos mais uma vez para essa nossa, esse nosso encontro, não é? das sextas-feiras à tarde. Eu digo sempre que é uma grande alegria porque nos reunirmos numa tarde tão linda como a de hoje, em que eu tenho certeza vários convites a fazermos outras coisas nos surgiram e nós escolhemos, nós decidimos estar aqui conversando, refletindo, pensando. sobre o evangelho. Então eu vendo isso, penso que realmente algo em nós está modificando, algo em nós está avançando. E eu me lembro do codificador em uma passagem do Evangelho Segundo o Espiritismo, quando ele nos lembra

tão eu vendo isso, penso que realmente algo em nós está modificando, algo em nós está avançando. E eu me lembro do codificador em uma passagem do Evangelho Segundo o Espiritismo, quando ele nos lembra que há no homem, íncito no homem, o desejo incessante pelo melhor, o desejo incessante pelo progresso, pelo avançar, pelo caminhar para a frente. Bem, meus amigos, e sendo assim, nós rogamos a Deus que nos ampare e que as lições que o auto nos enviar hoje possam realmente representar para cada um de nós um roteiro luminoso a ser seguido, uma búsola certa a guiar os nossos passos. Bem, como nós temos dito, toda sexta-feira que eu venho, uma vez por mês, eu trago uma página desta obra, Caminho, verdade e Vida. Essa obra tem por autoria espiritual Emanuel, pela lavra mediúnica de Francisco Cândido Xavier. E nós estamos fazendo o estudo sequencial dessa obra. Hoje nós temos o capítulo 34, que tem um título muito interessante, comer e beber. Nessa obra, Emanuel pinça pequenos trechos do Evangelho e faz comentários, faz uma exegese, traz à tona, traz para o exterior a interpretação daquilo que o versículo daquilo que o versículo trata. E o versículo de hoje encontra-se no Evangelho de Lucas, capítulo 13, é o versículo 26, que diz assim: "Então começareis a dizer: Temos comido e bebido na tua presença e tens ensinado nas nossas ruas comer e beber. O evangelho é todo muito simbólico e nós precisamos, ao analisarmos as passagens evangélicas, retirar o véu, retirar o espírito da letra, compreender os símbolos. Comer e beber é um símbolo que nós podemos interpretar sob vários ângulos. Comer e beber num primeiro momento nos traduz um movimento fisiológico, a satisfação de uma necessidade do corpo físico, da matéria. E poderíamos expandir o nosso entendimento para aqueles que transitam pela vida. apenas satisfazendo as necessidades da matéria, preocupados apenas com aspecto horizontal da vida. nascer, crescer, reproduzir-se, amealhar bens materiais, envelhecer e morrer, comer e beber no sentido literal do

fazendo as necessidades da matéria, preocupados apenas com aspecto horizontal da vida. nascer, crescer, reproduzir-se, amealhar bens materiais, envelhecer e morrer, comer e beber no sentido literal do termo, aqueles que exclusivamente se preocupam na vida com o aspecto material dela. são os materialistas, mesmo que não se designem dessa forma, nós os encontramos também nos arraiais religiosos, inclusive nas hostes espiritistas. Temos muitos daqueles que estão preocupados apenas em comer e beber, satisfazendo as necessidades materiais, mesmo que às vezes sigam determinados rituais exteriores apenas. E nós, egressos de várias experiências do ontem, algumas que tangenciaram os círculos farisaicos da época do Cristo, quando não os frequentamos e deles fizemos parte, aprendendo ali a cultivar. o aspecto exterior da mensagem divina. E aí a passagem do Evangelho nos fala do pai de família que fecha a porta ao entrar em casa. E aqueles que ficam do lado de fora irão bater, dizendo: "Senhor, Senhor, abra-nos, pois nós comemos e bebemos na tua presença, e vós ensinastes nas nossas ruas, nas nossas praças." Vejam vocês mais alguns símbolos. Que porta é essa que se fecha? E a porta no evangelho é um outro símbolo muito rico. Podemos considerar como um ciclo que se fecha. Podemos considerar essa porta como as oportunidades que se extinguem. Podemos considerar essa porta como a encarnação e todas as oportunidades que com elas são abertas, que se encerram para a criatura. Então diremos: "Senhor, Senhor, comemos e bebemos em tua presença?" Porque o comer e beber em algumas situações pressupõe uma certa intimidade. Quantas vezes tivemos a oportunidade de comer e beber do pão da vida, da água viva, representados pelas verdades contidas nas páginas luminosas do Evangelho. Mas a pergunta que nos vem a seguir é: nutrímon-nos desse pão e dessa água? E é isso que Emanuel vem trabalhar no seu texto. O versículo de Lucas começa o benfeitor a nos dizer: "Rere-se ao pai de família que cerrou a porta aos filhos ingratos.

mon-nos desse pão e dessa água? E é isso que Emanuel vem trabalhar no seu texto. O versículo de Lucas começa o benfeitor a nos dizer: "Rere-se ao pai de família que cerrou a porta aos filhos ingratos. Mas aqui o benfeitor quer ir um pouco mais profundamente. Ele quer especificar o grupo daqueles que tiveram pelo Pai cerradas. O quadro reflete a situação dos religiosos de todos os matizes, que apenas falaram em demasia, reportando-se ao nome de Jesus. aqueles que conheceram a mensagem, que realmente estabeleceram um grau de intimidade com a mensagem do Evangelho. comeram e beberam. Mas, apesar de terem tido a oportunidade de se transformarem, não o fizeram. mantiveram a mensagem evangélica na instância apenas da intelectualidade. Não aprofundaram, não utilizaram-na como ferramenta de transformação. Comeram e beberam apenas. Não se nutriram, porque a nutrição pressupõe fortalecimento, vivificar-se, transformar-se, depurar-se, renovar-se na virtude, não o fizeram. E no dia da análise minuciosa, quando a morte abre de novo a porta espiritual, eu adoro esse termo de Emanuel, análise minuciosa que nos será feita quando houvermos deixado essa experiência de espíritos encarnados e adentrarmos à pátria espiritual, em que a nossa consciência nos fará feri que fizemos com a oportunidade que tivemos de nos transformar ao contato com as luzes do evangelho. E nós, espíritas, faremos a ferição pela nossa consciência do que fizemos com as luzes da doutrina espírita. Porque não estamos baldos de revelações, não estamos órfãos de ensinamentos. Na questão 627, o codificador pergunta aos venerandos espíritos se Jesus trouxe os ensinamentos todos, qual a finalidade do ensino dos espíritos? E os espíritos dizem que o mestre trouxe sim as verdades eternas envoltas no sentido alegórico e parabólico, porque ele respeitava a época, o contexto histórico cultural daquelas pessoas, daquela humanidade, mas que agora a humanidade apresenta condições de que alguns véus sejam retirados e não mais.

bólico, porque ele respeitava a época, o contexto histórico cultural daquelas pessoas, daquela humanidade, mas que agora a humanidade apresenta condições de que alguns véus sejam retirados e não mais. As verdades nos são trazidas envoltas na alegoria e na parábola, mas de forma clara, porque é preciso que assim seja, para que ninguém possa protetestar ignorância. Então nós espíritas que estamos tendo contato com a doutrina cristã aclarada pelas luzes do consolador prometido, não poderemos pretestar ignorância, porque estamos comendo do pão da vida. Estamos bebendo da água viva do evangelho rediv vivo. E o que temos feito com isso? Onde temos depositado os nossos corações ao contato com essas verdades? E vem Jesus irá nos dizer: "Em verdade vos digo, esforçai-vos por transporta estreita, porque muitos tentarão fazê-lo e não o conseguirão." E quando chegar a hora dessa ferição, dirão: "Senhor, Senhor, abra-nos a porta da salvação. Mas o Senhor dirá: "Não sei de onde são." Afastai-vos, vós que cometeis obras de iniquidade. Porque a porta estreita é a porta dos esforços no sentido da nossa transformação moral. A porta estreita é a porta dos esforços no sentido de domar as nossas más inclinações. O conhecimento já chegou a nós. O trabalho agora é nosso de transformarmos esse pão e essa água em elementos vivos. dentro de nós, vivos, portas a dentro dos nossos corações, transformando-nos, fazendo de nós criaturas melhores a cada dia, a cada minuto, a cada momento, onde quer que estejamos colocados. É preciso que nos transformemos. O evangelho não é letra morta para ostentar as nossas bibliotecas ou para que façamos dele arma para os nossos duelos verbais. Não somos egressos desses movimentos. O evangelho é água viva para que ao bebê-la nos banhemos, nos transformemos e façamos com que ela jorre em benefício nosso próprio, mas beneficiando também a quantos convivam conosco como uma fonte viva de bênção. de entendimento, de compreensão, de fraternidade, de amor, de indulgência e

que ela jorre em benefício nosso próprio, mas beneficiando também a quantos convivam conosco como uma fonte viva de bênção. de entendimento, de compreensão, de fraternidade, de amor, de indulgência e de perdão. Jesus veio e nos disse: "Eu sou o caminho, a verdade, a vida. Ninguém vai ao Pai se não for por mim". E o que temos feito disso tudo? Nós estamos frequentando uma casa espírita. Muitos de nós estamos cadastrados nas atividades da casa espírita. Somos médiuns, frequentamos os grupos mediúnicos. Mas será que a mediunidade é expressa em 1 hora e meia? que 2 horas de uma reunião mediúnica. Ou será que é uma ferramenta de vida para que possamos exercê-la onde estivermos, com quem estivermos? Buscamos muitas vezes aflitos o desenvolvimento da mediunidade, dos carismas mediúnicos, achando que, na verdade, desenvolver a mediunidade é dar uma bela comunicação, é ser um instrumento que traduz a mente dos espíritos, seja pela psicofonia, pela psicografia, pela pictografia. Não, meus amigos, a gente renasce médium para que nos tornemos nós cartas vivas do Mestre Jesus. A mediunidade é para nós uma ferramenta para que expressemos a verdade em nós, na maneira como agimos, como falamos, como amamos, como nos relacionamos. De nada vale frequentarmos uma casa espírita fazendo palestras. ouvindo palestras, trabalhando em mesa mediúnica, transmitindo passe, entregando cestas, curando feridas, visitando abrigos. Se não nos transformarmos, sairemos de todos esses movimentos como neles entramos, porque eles passam a representar para nós movimentos farisaicos de culto exterior. Estamos comendo e bebendo, mas sem nos nutrirmos. E a mensagem está aí como esse grande convite que o mestre nos faz. E Emanuel continua dizendo que esses comeram e beberam apenas, aproveitaram-se dos recursos egoísticamente comeram e acreditaram com a fé intelectual. beberam e transmitiram o que haviam aprendido de outrem. Assimilar a lição na própria existência não lhes interessa a mente inconstante. É um outro termo de Emanuel que eu

itaram com a fé intelectual. beberam e transmitiram o que haviam aprendido de outrem. Assimilar a lição na própria existência não lhes interessa a mente inconstante. É um outro termo de Emanuel que eu adoro, mente inconstante. Quantos de nós temos caminhado pela vida com a mente inconstante? distraídos com todas as distrações que o mundo nos oferece. É uma mente que oscila que hora tá aqui, hora está ali. Se a moda vem para cá, a mente inconstante a segue. Se a moda vai para cá, a mente inconstante a segue. para aquele que verdadeiramente está embuído do desejo de compreender a lição nos seus vários aspectos, intelectual, emocional, psíquico, vivencial como elemento transformador, a sua mente é constante, persevera, sabe para onde vai, foca no alvo, como Paulo nos alerta. Foquemos a meta e camin caminhemos para ela, transpondo os obstáculos. Mas a mente inconstante, inquieta, distraída, ela não quer realmente, verdadeiramente trazer a lição. Ela não quer transporta estreita, porque isso dá trabalho, demanda esforços, maturidade, olhos de ver. A mente inconstante caminha pelo mundo como as crianças, que enquanto a vida lhes traz as fantasias das fadas, dos contos, das varinhas de condão, seguem felizes os narcóticos da queda, hipnotizados por todo tipo de distração. Quando lhe vem a realidade, fogem assustados, temerosos ou caem nas reclamações sistemáticas ou nas frases que ouvimos tão amiúde. Deus não existe. Se existisse eu não estaria passando por isso. Rompi com Deus. Não me venha falar de Deus. Não quero saber. Mentes inconstantes, infantis. Cadê a fada? Cadê a varinha de condão? Compreendem, meus amigos? Não podemos pretestar ignorância e seremos convidados quando a mão niveladora da morte nos conduzir novamente para a verdadeira vida, seremos convidados a uma aferição de nós mesmos. E eu penso que nos será perguntado, comeu, bebeu, nutriu-se, transformou-se, descedentou-se com a água viva do evangelho. saciou a fome de amor com o pão vivo que o Cristo legou ao mundo.

nós mesmos. E eu penso que nos será perguntado, comeu, bebeu, nutriu-se, transformou-se, descedentou-se com a água viva do evangelho. saciou a fome de amor com o pão vivo que o Cristo legou ao mundo. Espero, meus amigos, que não engrossemos o rol dos que estarão do lado de fora. Chorosos ainda desequilibrados e perturbados, sem condições de fazerem uma leitura atenta de si mesmos. e considerando-se injustiçados e crendo ter direito a adentrarem os umbrais da casa do Pai, que se lhes hora fecha, gritam assustados, comemos e beb os na sua presença. inaste nas nossas praças. Como ser conhecer apenas, ter intimidade, satelizar em volta das grandes verdades nos bastasse. É preciso aprender e só se aprende transformando-se. Que Jesus nos abençoe e nos dê a coragem necessária para que nos mantenhamos de pé, entendendo o que nos cabe realizar. pela atenção de vocês. O meu muito obrigada. Meus amigos, muitos se perguntam como é que nós nos sentimos quando retornamos à pátria espiritual perante aqueles que nos acompanharam na nossa tarefa quando encarnados em relação às nossas mazelas espirituais. Na verdade, os espíritos que nos recebem são tão amorosos que jamais apontarão em nós qualquer falha. Mas há algo maior do qual nós não podemos fugir, que é a nossa própria consciência. Então, tudo aquilo que conquistamos e tudo aquilo que deixamos de conquistar está entre mim e Deus. Não é ninguém. Porque eu não consigo me esconder por detrás de um corpo material. Então, aproveitemos as nossas inúmeras oportunidades. O convite incessante que Jesus nos faz para abraçarmos o seu evangelho, para que transformando-nos possamos auxiliar o outro a se transformar também, voltando o nosso olhar para nós, não é? Eu tenho que me preocupar com a minha transformação e que este alimento e esta o a sede e a fome, não é, que a Débora nos revelou aqui, que é a do espírito, que isso possa nos alavancar para uma compreensão muito mais ampla do convite que Jesus nos faz o nosso muito obrigada a Débora as palavras que

o é, que a Débora nos revelou aqui, que é a do espírito, que isso possa nos alavancar para uma compreensão muito mais ampla do convite que Jesus nos faz o nosso muito obrigada a Débora as palavras que ela traz que sempre acolhe o nosso coração, rogando a Jesus que ela esteja sempre aqui conosco, nos ofertando aquilo que de melhor há em seu coração, que é o que ela nos oferta. Elevemos o nosso pensamento até Jesus, que neste instante, após o convite que a Débora nos fez, nos diz: "Vem e segue-me". E nós, com o coração aberto respondemos a ele: "Mestre, que queres que eu faça?" Perguntemo-nos todos os dias: "Senhor, que queres que eu faça?" E nós ouviremos a voz doce de Jesus a dizer: "Transforma-te e sai na busca daqueles que padecem sofrimentos atrozes. que na próxima sexta-feira que estejamos novamente, quase final de ano, fechamento de um ciclo, rogando a Jesus que possa levá-los em segurança de retorno a seus lares, que possa nos inspirar sempre para que não sejamos instrumentos do mal, mas sempre o instrumento do bem e que ele fortaleça em nós esse desejo Desejo enorme de trabalhar com ele e de seguir-lhe os passos. Fiquem com Deus. Glória a Deus nas alturas. Paz na terra a toda a humanidade. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do Paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que

s início à aplicação do Paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação,

i-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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