Ciência Espírita: a propósito das experiências de William Crookes / Fernando Luís e Adriano Máscimo
Live de estudos espíritas com o tema "Ciência Espírita: a propósito das experiências de William Crookes", com Fernando Luís e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não perca!!!
เฮ เฮ Pai, Deus protetor, aqui me ponho aos seus pés para lhe falar. Pai, pequeno eu sou, mas seu amor me deu a chance de poder recomeçar. Por isso peço em oração que ilumine meu caminho de cristão. Que eu jamais esqueço o que eu tenho nas mãos. A doutrina da consolação. Pai meu criador, bênção maior, tesouro igual, neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão, levarei com toda a minha Minha devoção, a doutrina do meu coração. Pai meu criador, bção. O maior tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão. Levarei com toda a minha devoção a doutrina do meu coração. Ah. Olá. Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live do Gés, Instituto Goiano de Estudos Espíritas. É com muito prazer que nós estamos aqui com vocês nesta segunda-feira, dia 13 de outubro de 2025. Hoje no programa Igese falando de Espiritismo. E nós estamos aqui com um convidado especial que está estreando aqui no Ig falando de espiritismo. Aliás, não só no Ig falando de espiritismo, tá estreando aqui no canal do Ig Fernando Luiz. Seja bem-vindo, meu irmão. Tudo tranquilo? >> Tudo bem, graças a Deus. Uma boa noite a você, boa noite a todos que estão no nos ouvindo e hoje, com certeza, será um tema bastante interessante que nós trataremos. >> É isso aí. Agradecer demais, Fernando. Obrigado, viu, pela disponibilidade. Eh, a gente espera que você possa estar com a gente aqui, não só hoje, mas, né, várias outras vezes. Eh, é grande a nossa satisfação em ter você aqui conosco, viu? Valeu demais. Para quem não conhece o Fernando, >> ah, ele é licenciado em matemática e física, né? E é integrante da equipe lá do C Espírito Allan Kardec de Guariba, São Paulo. Olha que bacana. E já fica aqui um abraço, viu, Fernando, a toda a equipe aí do centro, tá? Manda um um grande abraço aí para todo o pessoal aí
ipe lá do C Espírito Allan Kardec de Guariba, São Paulo. Olha que bacana. E já fica aqui um abraço, viu, Fernando, a toda a equipe aí do centro, tá? Manda um um grande abraço aí para todo o pessoal aí do centro, do Allan Kardec Guariba, São Paulo, viu? Bacana demais. Ó, deixa eu mandar alguns abraços aqui. Tem muita gente já participando com a gente aqui através do dos chats. Eh, Maria Zélia está aqui conosco, nos acompanhando. Valeu demais, Maria. Obrigado. Equipe da TV Secal deixou boa noite com aquela mensagem, né, para que todos sejamos envolvidos aí em energias de paz, serenidade, boas reflexões e aprendizado. Equipe da TV Secal que está lá em Florianópolis, Santa Catarina. Valeu demais. Teca Filizola está nos Estados Unidos. Participação internacional aqui no chat. Valeu demais, Teca. Obrigado. Mais uma participação internacional. Selma Denmark também está lá nos Estados Unidos. Valeu, Celminha. Obrigado por estar conosco. Eh, Marco Palmeiras, aliás, já vou falar dos dois, o Marco e a Dayane, ambos lá do Jardim do Serrado, né, onde a gente faz o trabalho lá do grupo espírita Fonte Viva. Valeu demais. E a Cristiane também está conosco, ela também lá do Jardim do Serrado. Valeu demais a participação dos três aqui. Eu fico muito feliz em vê-los aqui nos acompanhando. E Jô Santana, São Carlos, São Paulo, deixou o seu boa noite aqui também para nós. Conheço São Carlos, é uma cidade espetacular, mas me marcou muito talvez pelo maior frio que eu já tenha sentido na minha vida, viu, Fernando? É, >> eu tava lá de touca, de luva, de tudo quanto é tipo de blusa de frio lá. Mas eu vou te contar um negócio. Acho que eu peguei, se não me engano, 8º lá em São Carlos. Meu Deus do céu, quase congelei lá. Mas que cidade bacana, espetacular. São Carlos, São Paulo. Obrigado, viu, Jô, por estar aqui nos acompanhando. Eh, antes da prece, deixa eu já mandar aqui, então, abraços, né, para todas as equipes aí dos canais parceiros, TV Secal, Rede Amigo Espírita, TV Goiá Espírita, Web Rádio Fraternidade, Grupo
panhando. Eh, antes da prece, deixa eu já mandar aqui, então, abraços, né, para todas as equipes aí dos canais parceiros, TV Secal, Rede Amigo Espírita, TV Goiá Espírita, Web Rádio Fraternidade, Grupo Espírita Fonte Viva, são os canais que estão retransmitindo aí o nosso conteúdo. Era para ter ido aqui para o Conecta Espiritismo também, mas houve algum probleminha. Eh, eu não sei se tá indo para lá, enfim, vou verificar depois, mas sempre também recebe aí o nosso conteúdo. Então, muito obrigado a todos os parceiros aí que estão retransmitindo aqui esse programa e GAN de Espiritismo. Valeu demais. Beijo nos corações aí de todos os componentes, de todas essas equipes. E a gente pede que todos vocês que estão nos acompanhando aqui agora, né, pelo YouTube, que vocês possam se inscrever no canal aqui do Iges, Instituto Gan de Estudos Espíritas. Se inscrevam, ative as notificações, curtam e compartilhem os nossos vídeos, inclusive que você está assistindo. Lembrando que fica gravado na plataforma e quem não está podendo assistir ao vivo, vai poder assistir posteriormente. Então que vocês possam nos dar essa força aqui no YouTube para que o nosso conteúdo tenha maior repercussão junto à plataforma e possa gerar aí maior engajamento, né, sendo aí indicado a mais pessoas e consequentemente chegando a mais lares, tá bom? E nos acompanhe também nas redes sociais, Instagram, Facebook, pelos nossos perfis você vai acompanhar a nossa programação. E a Jô tá falando que sim, aqui faz lá em São Carlos, né? Lá faz as quatro estações num dia só. É isso mesmo, Jô. Então vamos paraa nossa prece inicial. Eu vou pedir que fechemos então os nossos olhos. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, pedir que o divino amigo esteja conosco neste momento, nos amparando e nos intuindo. Nós te pedimos, mestres queridos, o tratamento espiritual que todos nós necessitamos. que o Senhor permita que uma cachoeira de águas cristalinas possa cair sobre cada um de nós, tirando todas as energias pesadas e deletérias que
dos, o tratamento espiritual que todos nós necessitamos. que o Senhor permita que uma cachoeira de águas cristalinas possa cair sobre cada um de nós, tirando todas as energias pesadas e deletérias que porventura estejam nos envolvendo, tudo aquilo que nos traz sensação de cansaço, de tristeza, de amargura, de agonia. Tudo isso possa ser dissipado por tua bondade. E feita essa limpeza, nós te pedimos, Jesus, energias renovadoras que vem nos trazer sensações de tranquilidade, paz, harmonia, mas ao mesmo tempo de ânimo, de vigor, de força, para que nós possamos enfrentar as intemperes do dia a dia da vida terrena. E que todos esses benefícios sejam estendidos aqueles que são caros aos nossos corações, aqueles que compartilham conosco o ambiente doméstico, os nossos parentes, amigos, vizinhos, companheiros de estudo e de trabalho, companheiros de casa espírita, de movimento espírita, enfim, Senhor, que todos que necessitam da tua presença possam receber neste momento essas energias e que elas sejam lenitivo que cada um esteja necessitando neste momento. Muito obrigado por tudo. Graças te damos. Que assim seja. É isso aí. Ah, chegou aqui também o José da Costa, Goianésia, interior de Goiás. Cidade muito bacana também. Conheço Goianésia. Valeu demais, José da Costa, nosso amigo aqui que está sempre acompanhando o Igzi falando de espiritismo. Obrigado, José Fernando, então sem mais delongas, para não atrapalhar muito, já vou te passar a palavra, né, Fernando, que vai falar pra gente acerca desse tema que eu particularmente achei extremamente interessante. Ciência espírita a propósito das experiências de William Crooks. Olha que bacana. Então, já passo a palavra para você, Fernando, para o desenvolvimento do tema. Eh, quem eh eh puder espelhar na televisão aí tem um material, tem slides a serem apresentados, né? Então, fica essa opção aí, tá? E boa exposição, Fernando. Obrigado. >> Uma boa noite a todos. Agradecendo a presença de cada um de vocês. O tema de hoje sendo uma das vertentes
serem apresentados, né? Então, fica essa opção aí, tá? E boa exposição, Fernando. Obrigado. >> Uma boa noite a todos. Agradecendo a presença de cada um de vocês. O tema de hoje sendo uma das vertentes do espiritismo, que é a ciência. Então, nós vamos tratar mais ao final de uns detalhes a respeito do que foi trabalhado por William Crooks naquelas sessões de materialização as quais surgiam o espírito de Kate King no entre 1870 1874. um texto bastante interessante de Alexandre Axakov a respeito de umas de um método científico que ele utilizou para auxiliar na corroboração daqueles fenômenos, evitar as fraudes da melhor forma possível. Então, vou tentar colocar de uma linguagem mais próxima possível da compreensão de todos aqueles que às vezes não são muito afeitos à linguagem das ciências exatas, mas que é bastante importante para que possamos entender. Antes disso, nós temos aqui na primeira apresentação os conceitos gerais no que nós tratamos como ciência espírita. Nós temos que fazer uma certa, digamos, distinção entre a ciência elaborada pelos homens, a ciência das da física, da química, das ciências biológicas, da matemática, com a ciência espírita, né? Nós temos aqui uma frase bastante pertinente de Camile Flamion no discurso fúnebre de Allan Kardec em que ele diz que este complexo estudo ele deve entrar em seu período científico. Os fenômenos físicos sobre os quais não se insistiu de início deve-se tomar como objeto da crítica experimental, a qual devemos a glória do progresso moderno e as maravilhas da eletricidade do vapor. Esse método deve tornar os fenômenos de ordem ainda misteriosa, aos quais assistimos de secá-los, medi-los e defini-los. Porque senhores do espiritismo não é uma religião, mas é uma ciência da qual conhecemos apenas o ABC. Ele fala essa questão do sobrenatural que não existe mais, que as manifestações obtidas pelos médiuns, como magnetismo, sonambulismo, são de ordem natural, ou seja, nada mais é sobrenatural, nada mais é miraculoso. Tudo pode ser explicado a seu tempo pela
is, que as manifestações obtidas pelos médiuns, como magnetismo, sonambulismo, são de ordem natural, ou seja, nada mais é sobrenatural, nada mais é miraculoso. Tudo pode ser explicado a seu tempo pela ciência. Então, nós temos a ciência espírita, a ciência dos homens, elas estão sempre lado a lado. Não existem mais milagres. Estamos na aurora de uma ciência desconhecida. Então, esse é o ponto de partida. Então, sabendo que o espiritismo ele tem uma base científica com aspectos religiosos, morais e filosóficos, essa tríade inseparável. E hoje em dia, precisamos, mais do que nunca, resgatar um pouco do que está a ciência espírita abarcando diversos fenômenos, porque o espiritismo ele iniciou com uma experiência das mesas girantes, daqueles fenômenos mediúnicos que sobrepujavam os efeitos gravitacionais, das aparições, das psicografias, psicofonias e etc. etc, que são fenômenos que não são apenas exclusivamente do espiritismo. São fenômenos que existem desde os primórdios da humanidade, sobre outras denominações. que nós falamos de mediunidade. Hoje existia os fenômenos presentes na Bíblia como os profetas. Palavra profeta vem de profetes, do grego, que significa o intermediário entre o mundo material e o mundo espiritual. Os neviim do hebraico, que também equivale aos profetas do Antigo Testamento, nada mais eram do que médiuns. A palavra médium já foi uma um neologismo criado por Kardec, meados do século XIX, do latim intermédium, que é intermediário entre o mundo material e o mundo espiritual. Então, apenas com diferenças linguísticas, nós temos o mesmo fenômeno que existe desde antiguidade e que aparece tanto no Antigo como Novo Testamento, mas muitas vezes sob uma forma alegórica ou nas entrelinhas escondido sob o véu. e que hoje pelo espiritismo, a terceira revelação, nós retiramos este véu para que possamos compreender melhor o o que essa ciência pode nos trazer. Então, o que que é ciência? Conforme o dicionário Aurélio, um conjunto de conhecimentos socialmente construídos, adquiridos ou
ara que possamos compreender melhor o o que essa ciência pode nos trazer. Então, o que que é ciência? Conforme o dicionário Aurélio, um conjunto de conhecimentos socialmente construídos, adquiridos ou produzidos, historicamente acumulados, dotados de universalidade e objetividade, que permite a sua transmissão ao longo do tempo com métodos, teorias a sua própria linguagem, com objetivo que possamos compreender e orientar a natureza e atividades humanas. Isso é a definição de ciência. Existe as ciências biológicas, as ciências físicas e químicas, ciências matemáticas, ciências sociais, antropológicas, sociológicas. Então ela abrange todo o conhecimento humano. Quando nós tratamos de ciência, especificamente da área de exatas, principalmente física e química, é um contexto acumulado ao longo do tempo, historicamente acumulado, como diz a definição do do Aurélio, e que tem um objetivo principal e uma universalidade, ou seja, ele é válido para toda a as épocas da humanidade. Quando eu falo de metodologia científica e metodologia experimental, quando nós estamos, por exemplo, analisando um fenômeno gravitacional, a queda de objetos para calcularmos a aceleração da gravidade, objetos leves e pesados de diferentes massas. Essas experiências, nesse exemplo simplificado que eu estou dizendo, para ela ter um valor científico, o valor de uma teoria, ele tem que ser tem que ter o mesmo valor em qualquer laboratório que isso seja feito. Então, o exemplo, quando eu lanço dois objetos, um objeto pesado e um objeto leve, ou melhor dizendo, um que tem uma massa maior e massa menor, porque nós equivocadamente confundimos massa com peso. Peso é a força gravitacional que atrai os objetos ao solo, a grosso modo. Agora, a massa é a quantidade de matéria que ele contém. E a e o peso, na verdade, é a massa multiplicada pela aceleração da gravidade. Por isso que o peso na Terra ele é maior do que na Lua, porque a gravidade na Lua é seis vezes aproximadamente menor que a Terra. Daquela sensação de leveza do astronauta
pela aceleração da gravidade. Por isso que o peso na Terra ele é maior do que na Lua, porque a gravidade na Lua é seis vezes aproximadamente menor que a Terra. Daquela sensação de leveza do astronauta quando caminha na superfície lunar, né? Então, esse exemplo, então a experiência ela mostra que em qualquer lugar que você for fazer essa experiência de jogar dois objetos, um mais leve, outro mais pesado, da mesma altura, eles vão cair ao mesmo tempo. Isso no efeito do vácuo, porque se eu fizer isso, naturalmente uma pedra e uma pena de uma ave qualquer, a pedra vai cair primeiro. Mas por quê? Porque a resistência do ar impede que a pena alcance na mesma velocidade ao solo quando eu jogo a pedra da mesma altura. Então tem que fazer essa experiência no vácuo. Agora, se eu pegar uma pedra e uma folha de papel, amassar a folha de uma forma semelhante a uma esfera e jogar juntamente com uma pedra, as duas vão cair ao mesmo tempo, porque o formato da folha impede que a resistência do ar faça com que ela atinja o solo em outro momento. Então elas vão cair ao mesmo tempo. Então, esse exemplo de experiência que eu tô dizendo é um método experimental e ele vale em qualquer lugar do planeta que você for fazer, em qualquer laboratório. Então, ele tem uma validade científica, é uma comprovação de que todos os objetos, independente da massa, eles caem ao mesmo tempo se lançados da mesma altura. É uma experiência lá da época de Galileu que segundo conta uma certa lenda, não se sabe se é verdade, ele fez essas experiências do alto da torre de Pisa, aquela torre que é inclinada e e que chegou a essa conclusão, tá? Agora, eh, quando eu falo aqui de método científico, próximo slide, então ele tem que obedecer a quatro itens. Isso é importante para que nós possamos entender quando chegarmos na ciência experimental espírita, que é do exemplo lá de William Crooks, que nós vamos tratar mais pro final. Então, começamos com quê? Observação do método. Então, é sempre com base numa pergunta que se pretende
xperimental espírita, que é do exemplo lá de William Crooks, que nós vamos tratar mais pro final. Então, começamos com quê? Observação do método. Então, é sempre com base numa pergunta que se pretende responder que eu vou analisar. Então, naquele exemplo, será que todos os objetos, independente da massa, eles caem ao mesmo tempo ou se lançados de uma mesma altura? Então, essa é a pergunta, é a observação do método. Pesquisador vai iniciar uma revisão bibliográfica sobre o assunto, se alguém já tratou disso ou não. Vai formular hipóteses, que é a segunda etapa. Então, a partir deste material revisado, o pesquisador começa a formular hipóteses para tentar explicar o objeto de estudo, ou seja, o efeito da gravitação nesses exemplos do objeto mais pesado, do mais leve. Aí ele vai a próxima etapa, qual que é? Realizar o experimento para verificar como que o objeto se comporta em relação à hipótese. Então, será que eles vão cair ao mesmo tempo independente da massa? Aí eu faço a primeira experiência num local comum e vejo que a pedra cai mais rápido do que a pena da ave. Quer dizer, então quer dizer que a massa maior chega primeiro. A ideia simples daria a entender que sim. Mas, porém, eu vamos pensar, ah, o ar está atrapalhando, então vamos fazer essa experiência agora num tubo de vácuo, onde todo o arraído e vamos analisar o comportamento agora novamente da pedra com a pena. Aí eu observo que as duas caem ao mesmo tempo. Então a hipótese de que o mais pesado chegaria primeiro é refutada, porque retirando o ar, eu demonstro que independente da massa, do peso, se assim disermos, eles caem ao mesmo tempo. Pode um pesar 50 kg, outro pesar 1 g. Então, ou seja, a gravidade é uma força de atração independente das massas, né? Apesar de ser uma força de atração que é proporcional às massas, quando nós estudamos a lei de Newton, da gravitação universal, que é outro assunto, tá? Então, aí chegamos à última etapa que é aceitação ou rejeição da hipótese formulada. Qual que foi a aceitação nesse exemplo? que
amos a lei de Newton, da gravitação universal, que é outro assunto, tá? Então, aí chegamos à última etapa que é aceitação ou rejeição da hipótese formulada. Qual que foi a aceitação nesse exemplo? que independente da massa os objetos caem ao mesmo tempo lançados da mesma altura. Então é o momento na qual a pesquisa científica chega ao seu resultado, tá? Então isso é um exemplo de um método científico, de uma uma elaboração de uma hipótese, a realização da experiência e a comprovação daquela teoria, daquela ideia que tinha anteriormente. Agora nós temos que entender, verificar se isso também serve para os fenômenos espíritas, né? Por quê? Kardec coloca na introdução do livro dos espíritos que o espiritismo não é da alçada da ciência, então parece que jogou por água abaixo. O que eu disse até agora que o espiritismo, se ele é uma ciência experimental, Kardecisando os efeitos das mesas girantes, que é por trás daqueles efeitos existia uma inteligência que coordenava tudo aquilo, que chegou depois nas psicografias, nos médiuns psicofônicos e tudo mais. Por que que ele diz que não é da çada da ciência? Que que ele quer dizer? O seguinte, que eu não consigo colocar em laboratório e tentar a qualquer momento que eu quiser fazer uma experiência, por exemplo, de materialização de espíritos. Por quê? Primeiro lugar, vai depender da vontade deles, porque se eu tiver um médium adequado que tenha todas as condições de emissão de fluídos, ectoplasma, o ambiente adequado, com a luminosidade eh de acordo com o que se pretende, se o espírito não quiser se manifestar e se materializar, não vai acontecer. Então, não consigo reproduzir a hora que eu quiser esse exemplo que eu citei. Então, por isso que muitos cientistas não consideram o espiritismo como ciência, porque ele não entra nessa questão, nessa condição que é poder ser experimentado em qualquer lugar, em qualquer época, em qualquer laboratório, porque ele depende do lado de lá, né? Da mesma forma que se um espírito quer se manifestar numa pessoa, se a pessoa
der ser experimentado em qualquer lugar, em qualquer época, em qualquer laboratório, porque ele depende do lado de lá, né? Da mesma forma que se um espírito quer se manifestar numa pessoa, se a pessoa por sua própria vontade não quiser que ele se manifeste, ela pode, por um grande esforço impedi-lo. Então precisa dos dois lados. Então esse é um exemplo. Mesmo assim nós vamos tentar colocar que William Croups, ele utilizou o método experimental para demonstração da vida após a morte por meio da materialização do espírito Kate King. Tá? Antes disso, nós temos aqui alguns vultos da ciência espírita que eles deram muitas contribuições ao espiritismo. Eu citei alguns aqui, Alexandre Axov, que tem as obras Animismo e Espiritismo em dois volumes, um caso de desmaterialização. Temos Charlie Richet, prêmio Nobel de medicina fisiologia de 1913 pela pelos estudos de anafilaxia e que foi a pessoa que inaugurou o ramo chamado metapsíquica, que é um precursor da parapsicologia e que estudando médiuns, aquela substância que eles emitiam nas sessões de materialização, ele deu um nome que nós conhecemos como ectoplasma, né? Hecto exterior, plasma seria um fluído, então um fluído exteriorizado que certos médiuns emitem de orifícios, principalmente boca, nariz, ouvido, e que combinado com os fluídos dos espíritos, a materialização, ela se concretiza de modo parcial, de modo completo, até atingindo a tangibilidade. como aconteceu nas experiências com William Crooks, que nós vamos tratar posteriormente. Temos também Ernesto Bzano, grande pesquisador italiano, que deixou uma uma das maiores bibliotecas de metapsíquica da Europa. Tem vários livros dele traduzido no Brasil, Animismo e Espiritismo, A crise da Morte, Xenoglossia, que é o estudo de médiuns que falam línguas que no estado normal de consciência eles desconhecem, mas que em trans eles conversam fluentemente ou escrevem também de modo perfeito. Eh, os animais têm alma e música transcendental e dezenas e dezenas de obras, muitas
de consciência eles desconhecem, mas que em trans eles conversam fluentemente ou escrevem também de modo perfeito. Eh, os animais têm alma e música transcendental e dezenas e dezenas de obras, muitas delas ainda não traduzidas, mas que nós conseguimos encontrar pela internet na língua italiana. Temos também Friedrich Zoner, um astrofísico alemão, que num livro chamado Física transcendental, o 1877 aproximadamente, ele teste uma teoria muito interessante para explicar alguns fenômenos físicos que aconteciam, com, por exemplo, cordas que eram dado nós e que colocado em determinado os ambientes, quando você abria, o nó estava desatado sem que ninguém tivesse acesso. Ele propôs uma teoria que seres, caso espíritos, estão numa dimensão superior, uma quarta dimensão, e que estando nessa quarta dimensão, eles teriam condições de desatar esses nós sem que ninguém pudesse colocar a mão. é uma teoria bastante audaciosa, mas que seria a a que melhor explica este e muitos outros fenômenos, que nós não vamos entrar em muitos detalhes porque demandaria um longo tempo, tá? Apenas para efeitos comparativos. Eh, da mesma forma de objetos que estavam dentro de caixas hermeticamente fechadas e que depois de abertas eles estavam desaparecidos e que depois reapareciam em outro local. Bano tinha dado uma ideia de que eles se desmaterializariam e se rematerializariam em outro local. Porém, pelas leis da física, a energia dispendida para isso seria muito grande. Então, inviável nos termos de conhecimento que nós temos da viabilidade do fenômeno, se fosse assim. Mas ele propõe uma teoria diferente que seria da quarta dimensão, que os espíritos vendo numa quarta dimensão, eles conseguem fazer com que os objetos que estão na nossa chamada terceira dimensão possam desaparecer, ou seja, eles vão para a quarta que nós não conseguimos enxergar, e depois no no local de destino eles retornam à terceira dimensão, saindo da quarta, a qual nós conseguimos, porque nós somos seres tridimensionais. Todos os objetos, quando estudamos em
mos enxergar, e depois no no local de destino eles retornam à terceira dimensão, saindo da quarta, a qual nós conseguimos, porque nós somos seres tridimensionais. Todos os objetos, quando estudamos em geometria espacial, em matemática, nós temos o quê? Comprimento, largura e altura. Uma folha de papel nós podemos considerar como um plano, tem comprimento e largura, não tem altura. Então, se existisse um mundo chamado Planolândia, que é seres bidimensionais de duas dimensões, ou seja, eles são achatados, eles só têm comprimento e largura, então eles andam pra direita, pra esquerda, mas eles não conseguem e não compreende que existe alto e baixo, porque a altura já é a terceira dimensão, terceiro eixo. Quem vive na Planolândia, nesse mundo hipotético, ele não compreende e para ele não faz sentido uma terceira dimensão. Aí se aparecesse alguém da terceira dimensão neste mundo de duas dimensões, era como se fosse, por exemplo, o Amão entrando e ele observaria e vi uma a mão aparecendo. para da onde veio esse esse ser e de repente desaparece. É como se fosse peixes num lago. Faz de conta que o lago, os peixes estão num mundo bidimensional. Eles não conhecem o mundo de fora. Alguém vai lá, enfia a mão e pega um peixe. Se o peixe tivesse nessa inteligência, ele pensaria: "Da onde que surgiu essa mão?" Porque no mundo dele é como se fosse só duas dimensões. Então, a comparação com o lago de Carpas, por exemplo, que Michil K no livro eh sobre teoria de dimensões, ele explica de modo bastante interessante quando ele era criança e observava lá eh carpas num lago e tinha essa ideia de outras dimensões também. Então, é uma teoria. Eh, Hernani Guimarães Andrade, pesquisador brasileiro, também coloca, né, que os espíritos vivem numa quarta dimensão, até poderia ser constituídos de átomos espirituais que estariam nessa quarta dimensão, só que nós não enxergamos porque nós estamos mergulhado, mergulhados, fechados no mundo tridimensional. Nós não temos essa visão, né? E tem um livro também
irituais que estariam nessa quarta dimensão, só que nós não enxergamos porque nós estamos mergulhado, mergulhados, fechados no mundo tridimensional. Nós não temos essa visão, né? E tem um livro também raríssimo de Henry More de 1671 em latim, que tem um trecho que ele diz: "Os espíritos vivem na quarta dimensão". Olha lá, século X7. De onde ele tirou essa ideia, não sabemos, mas é algo que existe, perpassa na mente de toda pessoa que tem essa curiosidade de além das leis da nossa matéria, né? Então, para efeito de de curiosidade, essa obra chamada inquirídeio metafísico, ou seja, em latim manual de metafísica. Então, numa página ele diz: "Os espíritos vivem na quarta dimensão". Existem teorias da física que falam de uma quinta, de uma sexta, de 10 dimensões, de 11, de 26 dimensões. Matematicamente podemos ter nimensões infinitas, só que fisicamente aqui nos meros mortais só compreendemos três dimensões e já é mais do que o suficiente, né? Mas prossigamos. Ah, Gabriel Delane, um engenheiro francês, contemporâneo de Kardec. Os pais eram médiuns, ajudaram na codificação. Tem também excelente obras traduzidas para o Brasil, Reencarnação de 1924, que até foi utilizada como referência bibliográfica num livro de An Stevenson, psiquiatra norte-americano, que estudou mais de 3.000 casos de reencarnação por meio de marcas de nascimento, defeitos de nascimento, que culminou numa obra gigantesca. de 2268 páginas chamada reencarnação e biologia, no original inglês, reencarnation in biology, dois volumes, de 1997, em que ele fecha com chave de ouro todas as pesquisas ao longo de aproximadamente 40 anos em que se comprova experimentalmente, cientificamente, a reencarnação. Então, não é dogma, não é teoria, é ciência. Infelizmente essa obra ela não tem tradução no Brasil. Existe alguns exertos ou trechos que foram traduzidos na obra chamada 20 casos sugestivos de reencarnação. Esta nós temos em língua portuguesa. Ou crianças que se lembram de vidas passadas, casos europeus de reencarnação.
ou trechos que foram traduzidos na obra chamada 20 casos sugestivos de reencarnação. Esta nós temos em língua portuguesa. Ou crianças que se lembram de vidas passadas, casos europeus de reencarnação. A obra completa só temos em língua inglesa, mas que eh derruba qualquer ideia de que reencarnação seja apenas um dogma ou uma ideia absurda ou apenas uma teoria. Ele cientificamente, por uma metodologia exaustiva de pesquisa em vários países, demonstra equivocadamente, inequivocadamente que a reencarnação é um fato, é uma lei biológica, né? Então, é a ciência para par com o espiritismo de modo inequívo por último aqui do lado direito da figura, William Crooks, que é o tema da nossa explanação, com um grande cientista, um físico e químico inglês, nascido 17 de junho de 1832, falecido 4 de abril de 1919, quase 87 anos. Ele tinha o título de sir, que é o título de cavaleiro dado pela rainha, pelos grandes efeitos na ciência, descobridor do elemento químico Tlio, que vem do grego talus, que significa verde por causa por causa de sua coloração. inventor do radiômetro da ampola de Crooks, que com essas experiências ele descobriu o quarto estado da matéria, que é o chamado estado radiante ou também chamado estado de plasma. A escola nós normalmente aprendíamos as três, os três estados da matéria, né? sólido, líquido e gasoso. Mas William Crooks já 1870 e pouco, ele descobre o quarto estado da matéria, o plasma, né, por meio de radiações, ionizantes, tal. Detalhes a gente não vai, claro, tratar aqui porque é bem específico. Ele descobre esse quarto estado, fez muitas pesquisas eh em outras eh em outros campos que nem nesse exemplo que eu tô colocando aqui sobre luz polarizada aos 20 anos de idade. eh foi um dos primeiros a estudar as propriedades dos espectros solar e terrestre, né, da luz solar. Ah, a própria ampola de Crux do radiômetro, ela serviu de base para as primeiras televisões, televisões de tubo que nós conhecemos e foi lá pra década de 40 e 50 quando começou a construção. Ela se
r. Ah, a própria ampola de Crux do radiômetro, ela serviu de base para as primeiras televisões, televisões de tubo que nós conhecemos e foi lá pra década de 40 e 50 quando começou a construção. Ela se baseia no funcionamento desta ampola de crux que ele nem imaginava. que 60, 60 e poucos anos depois seria a base dos televisores. Hoje não temos mais, né? Agora é tudo de plasma, de LED, mas graças a CRUCs que nós tivemos as primeiras televisões, né? Eh, aqui fala, né, de outra descoberta da matéria radiante. Existe também um quinto estado da matéria, já no ano de 95 era o chamado condensado B Einstein, né, de Natientra Nats Bow e Albert Einstein. É um quinto estado da matéria que também não convém nós nós tratarmos aqui, que foge do nosso escopo do assunto, mas que indica que a matéria tem vários estados. além dos três que nós conhecíamos, né? Então ele fez muitas contribuições. E aí quando nós tratamos agora sobre perespírito, por que que eu coloquei perespírito aqui? que nós, como vamos tratar um pouco das experiências de Crooks na materialização do espírito Kate King, o que nós vimos nas fotografias é o perespírito, que na questão 93 do livro dos espíritos diz o seguinte, que o espírito propriamente dito nenhuma cobertura tem, ou, como pretende alguns, está sempre envolto numa substância qualquer. qualquer. Aí a resposta envolve uma substância que é vaporosa para os teus olhos, mas ainda bastante grosseira para nós, os espíritos. Entretanto, para poder elevar-se na atmosfera e transportar-se onde queira, envolvendo o germe de um fruto ao perispermma. Do mesmo modo que uma substância por comparação se pode chamar perespírito, que serve de voltório ao espírito propriamente dito. Então, Kardec cria essa palavra. Da mesma forma que a semente tem uma camada em torno dela chamada perisperma, então o espírito para ser visível numa sessão, por exemplo, de materialização, ele precisa ter uma camada que o envolva, que é o perespírito. Então, a palavra perespírito vem de perisperma,
erisperma, então o espírito para ser visível numa sessão, por exemplo, de materialização, ele precisa ter uma camada que o envolva, que é o perespírito. Então, a palavra perespírito vem de perisperma, né? Uma película presente na semente que os biólogos conhecem muito bem. Então ele faz um neologismo para podermos entender. Então ele seria a roupagem do espírito, o corpo espiritual ou corpo astral dos ocultistas ou o corpo bioplasmático dos russos. Tem várias denominações em várias sociedades, né? No espiritismo, nós conhecemos mais como perespírito. Então, ele vai ser a ligação, o elo entre o espírito, que é luz, algo muito eh que a gente não consegue compreender, algo muito sutil, com a matéria do corpo físico que é muito grosseira. Então, como são extremos, eu preciso de algo intermediário, semimaterial, que possa unir o espírito à matéria e dar vivacidade. Então, nós temos o perespírito. Então, quando nós vemos um espírito materializado com todas aquelas feições, olhos, nariz, boca, cabelo, tudo mais, braços e pernas, nós estamos vendo o perespírito, que sem aquilo ele não teria uma forma, seria como se fosse uma luminosidade qualquer, se assim podemos dizer, né? Aí, outra pergunta interessante, a número 82. Pode-se dizer que os espíritos são imateriais, porque nós falamos assim, mundo material, mundo espiritual. Aí ele faz uma outra pergunta: Como se pode definir uma coisa quando estão faltando termos de comparação e uma linguagem deficiente? Nossa linguagem é muito deficiente para entender as coisas do outro lado. Pode um cego de nascença definir a luz? Então faz esse questionamento. Então eles dizem imaterial não é bem o termo. Para mais ser mais exato, podemos dizer incorpóreo. Porque se o espírito existe, ele é alguma coisa. Então é uma espécie de matéria quintessenciada, ou seja, sutilíssima, mas sem analogia para vós outros e tão etérea que escapa inteiramente ao alcance dos vossos sentidos, os vossos instrumentos. Então veja, ele coloca como espírito como algo também material,
tilíssima, mas sem analogia para vós outros e tão etérea que escapa inteiramente ao alcance dos vossos sentidos, os vossos instrumentos. Então veja, ele coloca como espírito como algo também material, porque se ele existe, ele é alguma coisa. Talvez somente Deus poderíamos considerar como imaterial, porque foge, porque ele está fora do nosso espaçotempo, fora de todas as leis que rege espírito e matéria. Por isso da ideia de Hernani Guimarães Andrade colocar que o espírito pudesse também ser constituído de átomos, átomos espirituais ou átomos psi psiátomos. Porque nas obras de André Luiz fala-se, né, da ligação espírito matéria molécula a molécula. Então, o correspondente da na nossa matéria, átomos, moléculas, teria o correspondente no espírito, por meio do perespírito. E essa ligação é que daria o processo reencarnatório. Mas são hipóteses, não temos ainda como demonstrá-las em laboratório. Fica no campo. Isso é uma hipótese de 1958 que até gerou algumas discussões e desentendimentos. entre alguns espíritas, porque alguns consideravam que o espírito era uma algo contínuo, não poderia ser feito de átomos espirituais, porque se o nosso corpo após a morte ele se desagrega, esses átomos e moléculas vão fazer parte da natureza, vão ser reintegrados, o espírito não poderia passar pelas mesmas leis e também se desintegrar, porque o espírito ele é imortal. Mas na minha opinião, ele poderia ser considerado constituído de átomos espirituais e não se desintegrar como acontece com a matéria. Porque as leis que regem o mundo espiritual, apesar de ter um paralelo com as nossas, elas são diferentes, então nada impede, mas são conjecturas, são hipóteses que ainda não temos confirmação, né? Muito bem. Aqui, por exemplo, nós temos agora falando na parte mais para finalização de William Crooks, nós temos aqui três imagens bastante conhecidas que vocês podem colocar no Google, materialização de Kate King, vão aparecer muitas delas. Então, nós temos aqui fotografias, as duas, a esquerda e a do meio, nós
aqui três imagens bastante conhecidas que vocês podem colocar no Google, materialização de Kate King, vão aparecer muitas delas. Então, nós temos aqui fotografias, as duas, a esquerda e a do meio, nós vemos William Crooks na época com 40 e poucos anos, ao lado, à esquerda de braço dado com Kate King, espírito materializado, né? Então você observa olhos, boca, braços, perfeitamente ele apalpava e percebia como se fosse uma pessoa viva. Tinha batimentos cardíacos, tinha pulsação, tinha temperatura, chegou a cortar mecha do cabelo e ficar um pouco de tempo na mão até ele se até desaparecer. E daqui do lado direito da figura, nós temos a Kate King ainda em processo de materialização. Vocês observem que na parte de baixo o ectoplasma parece que ele tá caindo como se fosse vela derretida. Então, ainda estava se formando e quando dá um zoom na foto, os olhos e a boca ainda estão em processo de formação. Então, aí é um processo ainda de materialização. As duas do lado esquerdo, esquerdo e do meio, já são as materializações completas. E é interessante que tem um texto aqui de Aakov que ele exprime numa de suas obras o que William Crooks fez. de método científico para que não houvesse quaisquer indícios de fraude. Uma delas foi o seguinte. Ele tinha um colega chamado Senr. Varley, que era um físico inglês, membro da sociedade real de Londres, estão bastante gabaritado, que deu uma ideia pro Brooks de fazer o corpo da Médium, que é a Florence Cook, que ela ficava numa cabine escura, deitada, em estado letárgico, vamos dizer assim, né? um transe total imóvel, fazer atravessar o corpo da médium com uma fraca corrente elétrica. Mas de que forma? Fiscalizando alterações num galvanômetro, que é um aparelho que mede correntes elétricas fracas. Porque em síntese é assim, qualquer movimento que a médium fizesse de forma a querer fraudar a experiência, querer se passar pelo espírito, como muitas pessoas pensavam, o galvanômetro iria indicar isso. E aí, olha só que interessante, que que ele faz? Ele pega
zesse de forma a querer fraudar a experiência, querer se passar pelo espírito, como muitas pessoas pensavam, o galvanômetro iria indicar isso. E aí, olha só que interessante, que que ele faz? Ele pega um galvanômetro, que é o aparelho que mede a corrente, coloca sobre um fogão numa distância de 11 pés da onde estava a médium. 11 pés dá mais ou menos 3,35 cm, né? Um pé é 30,48 cm, multiplica 3,35. Que que eles fizeram? Pegou uma borracha em cada um dos braços da médium que estava lá deitada. Eles colocam um pouco acima do punho uma moeda de ouro que tava soldada na extremidade com fio de platina. Essas moedas eram separadas por três folhas de papel mataborrão. Isso é coisa antiga, hein? mataborrão. Três folhas de papel mata borrão que estavam eh umedecidos com cloridrato de amônio, que é uma substância que ela vai ajudar a passar a corrente elétrica, digamos assim. Aqui nem cloreto de sódio na água. clorito de sódio na água, ele se separa em íons, sódio e cloreto. E se você fizer uma cuba eletrolítica lá, você consegue acender uma pequena lâmpada, porque a corrente elétrica ela passa na solução que está na água. O sal sozinho, sem a água não consegue fazer isso, mas na água ele se dissocia e você consegue fazer uma corrente elétrica. Então ele fez uma experiência que é basicamente e aí ligou esses fios numa pilha de Daniel que é referência a John Frederick Daniel que em 1836 ele aperfeiçoou a pilha de volta. Quem que era? Alessandro Volta. Daí a palavra volt, né? O quantos volts de eh diferença de potencial voltagem vem da palavra volta? Porque Alessandro Volta foi o criador em 1799, 1800 da primeira pilha que nós conhecemos, que eram discos de zinco e de cobre alternados, por isso o nome pilha. E entre um disco de cobre e um de zinco tinha um papel umedecido com uma solução salina. E aí ligava-se os polos e produzia a corrente elétrica. Então o elemento Daniel Daniel é um aperfeiçoamento da pilha de volta, só que é numa cuba em que tem eh zinco e cobre, sulfato de zinco, sulfato de
í ligava-se os polos e produzia a corrente elétrica. Então o elemento Daniel Daniel é um aperfeiçoamento da pilha de volta, só que é numa cuba em que tem eh zinco e cobre, sulfato de zinco, sulfato de cobre, faz uma ligação com uma ponte salina e ligou nos fios de cobre que estavam nas moedas de ouro, nos punhos da médium e ia pro galvanômetro para medir a corrente. Então, diz assim que quando eh antes da introdução da médium na corrente, antes de ligar o aparelho, o galvanômetro marcava uma declinação de 300º lá. É, é o ponteiro dele, né? Depois, quando se ligava a médio na corrente, uma corrente muito fraquinha, não ia dar choque nenhum. Ele não marcou mais de 220. Aí você tira a diferença 300, 220, ou seja, a resistência do corpo da médio que oferecia naquele momento de transe equivalia a 80 divisões de escala, que é o 300 quando ela não estava e o 220 quando ela estava ligada à corrente. Então, tira a diferença 80. O fim principal dessas experiências era precisamente conhecer a resistência que o corpo da médium podia oferecer a corrente elétrica. Qualquer deslocamento dos polos da bateria que estavam fixadas nos braços da médium por borrachas teriam feito uma mudança na força de resistência pelo corpo. Ou seja, se ela se mexesse, como alguns pensavam assim, ah, o espírito Kate King, na verdade, é ela própria que se disfarça, coloca uma roupa branca e sai do gabinete escuro que ninguém tá enxergando e aparece pros outros e depois ela volta lá e fica deitada como se nada tivesse acontecido. Então, tinha pessoas que pensavam nisso. Então, Crooks, para evitar esse tipo de fraude faz essa experiência e demonstra que durante todo o processo de materialização de espírito não teve quaisquer alterações no aparelho, ou seja, a médium não se mexeu e ele comprova tirando a fotografia junto. E tem até fotografias que mostra a médium deitada e o espírito do lado materializado, demonstrando que era duas entidades diferentes, um desencarnado espírito se materializando e a médium fornecendo o
E tem até fotografias que mostra a médium deitada e o espírito do lado materializado, demonstrando que era duas entidades diferentes, um desencarnado espírito se materializando e a médium fornecendo o ectoplasma necessário para o processo de materialização. Então esse é um exemplo aqui. A o detalhe de toda essa experiência ocupa praticamente três páginas, né? Então, quem quiser eh ver com maiores detalhes a experiência e tudo mais, e isso está também disponível na internet, que é narração de uma experiência científica feita por Crooks e Varley numa das sessões de materialização de Kate King. Isso narrado por Alexandre Axakov, aquele dos cientistas que nós citamos no início eh da explanação, né? Então, eh, o William Crooks, as experiências de materialização que ele realizou entre 1870, 1874, elas eh são as melhores em termos de metodologia científica, de trabalho perseverante, de evitar da melhor forma possível quaisquer tipos de fraudes que pudesse acontecer. E a qualidade da materialização, vocês observam pelas fotografias, é impressionante. Eh, então ele demonstrou claramente que o espírito ele sobrevive à morte do corpo físico por meio da experiência. ele era um físico e químico e utilizou metodologia científica para fazer essa demonstração. E a princípio ele foi com o intuito de desmascarar, porque quando ele ouvia falar dessas desses fenômenos, achava que era puro puro o charlatanismo. E como ele era muito conhecido na Inglaterra, quando ele se propôs a desmascarar, todo mundo ficou contente, falou: "Agora sim, nós temos uma pessoa altamente gabaritada". para acabar com toda essa falácia. E aí, após praticamente 4 anos de estudos dessas sessões, ele chega e diz: "Não digo que isso é possível, digo que isto é real". Então ele, apesar de ter eh tido problemas, né, de discriminação com essas declarações e tudo mais, ele não se rendeu e continua afirmando até o último dia de vida. Então afirmo categoricamente isto é real, né? Então muitos Bano também a princípio não acreditava, muitos outros,
larações e tudo mais, ele não se rendeu e continua afirmando até o último dia de vida. Então afirmo categoricamente isto é real, né? Então muitos Bano também a princípio não acreditava, muitos outros, Kardec mesmo também no início, mas eram pessoas isentas. Eles queriam apenas buscar a verdade. O verdadeiro cientista, ele se exime de parcialidade. Ele tem que ser imparcial. É a ciência pura e vai demonstrar se aquilo tem fundamento ou não. Ele não pode colocar as suas crenças, as suas ideias acima das leis naturais, porque as leis naturais são irrevogáveis, né? Como dissemos no início, milagres não existem. São fenômenos que, a princípio não são explicados pela ciência, mas quando começa a ter uma explicação lógica, racional, deixa de ser milagre e passa a ser, como todas as leis, leis naturais. E para finalizarmos aqui, eu tenho uma fotografia aqui no Brasil, cidade de Socorro, estado de São Paulo. Essa foto foi cedida por um colega chamado Walter Ebran de Paraaibuna, Vale do Paraíba, que em 2005 ele veio fazer um projeto em Jaboticabau, cidade a qual trabalho, chamado CPFL nas Escolas. E ele me trouxe essa fotografia. Acho que nós estávamos tratando sobre eh fenômenos e ele trouxe: "Fernando, veja essa fotografia". Falei: "O que que se trata? Isso aqui é um encontro de professores lá na cidade de socorro. E durante o intervalo de almoço, eu tirei a fotografia, câmera ainda de film, não tinha câmera digital e aparece essa imagem em branco que é a silhueta de uma mulher. Aqui eu apaguei dois rostos aqui que estão eh de direito de imagem. E aqui nós temos uma silhueta de que seria uma mulher, né, cabelos compridos. Eu falei: "Walter, quando você tirou essa foto tinha alguém?" Aí ele falou: "Não, eu lembro perfeitamente, não tinha ninguém". Então é uma foto que captura, né, um espírito que estava presente na nesse intervalo de almoço entre os professores. Então aqui no Brasil o efeito, né? E finalizando, grande Albert Einstein disse: "A ciência sem a religião é manca
né, um espírito que estava presente na nesse intervalo de almoço entre os professores. Então aqui no Brasil o efeito, né? E finalizando, grande Albert Einstein disse: "A ciência sem a religião é manca e a religião sem a ciência é cega. As duas têm que estar de mãos dadas". Kardec dizia também, se o espiritismo estiver equivocado em um ponto perante a ciência, ele vai consertar aquele ponto e vai seguir adiante, porque ele caminhará com a ciência lado a lado. Sempre é a fé raciocinada, capaz de encarar a razão em todas as épocas da humanidade. Obrigado a todos. É isso aí, meu irmão. Uma abordagem muito bacana, muita informação. Valeu demais. Ó, Fernanda Linhares tá aqui com a gente, ela que fala direto de Florianópolis. Acho que o Fernando, né, conhece a a xará Fernanda lá de Florianópolis. >> Sim. >> Eh, e o Marco agradeceu aqui, né, a a palestra de hoje, a exposição de hoje. Valeu demais. Fernando, sensacional. Obrigado, viu? Eu que agradeço. >> E você fica aí eternamente convidado a estar conosco, né, de volta. A gente chegou até a conversar sobre alguns assuntos, né, que você pode estar trazendo pra gente em outras oportunidades. Então, o convite já está feito, viu? Obrigado demais. >> Eu agradeço. >> É isso aí, pessoal. Então, nós vamos entrando aí na reta final da live de hoje, né? agradecendo a todos vocês que estiveram conosco e eu vou pedir, por favor, Fernando, para você fazer a nossa prece encerramento. Então, certo? Então, neste momento, agradecemos mais uma vez pela espiritualidade superior que sempre nos ampara o nosso trabalho de divulgação da doutrina espírita, que por meio dos nossos mentores pudemos explanar o espiritismo científico a todos aqueles desejosos de saber, de conhecer os fenômenos naturais que regem o mundo espiritual em paralelo ao mundo material. Nós vivemos imersos em vários planos de existência. Eles se interconectam conosco. Estamos em contato permanente sob a influência benéfica ou maléfica dos espíritos. E nós devemos estar em constante
. Nós vivemos imersos em vários planos de existência. Eles se interconectam conosco. Estamos em contato permanente sob a influência benéfica ou maléfica dos espíritos. E nós devemos estar em constante vigilância. Orai e vigiai, como o mestre nos ensinou, e buscamos a divulgação da doutrina na sua máxima essência, procurando a fé raciocinada que encara a razão face a face, como dizia o mestre Leonêz Allan Kardec, e que possamos, após esta, esta humilde explanação, divulgar a doutrina, evitar as notícias equivocadas, os temas inoportunos e infelizes que assolam, principalmente nos dias atuais, em todas as redes, nas conversas, nós temos que buscar o discernimento, o raciocínio lógico e evitarmos discrepâncias, celemumas, cisânas que ocorrem dentro da doutrina. que possamos com Jesus por meio de Allan Kardec, na terceira revelação, atuarmos como divulgadores ímpares da verdadeira doutrina, para que possamos atingir a plenitude do conhecimento e da espiritualidade a que estamos fadados neste progresso inexorável e infinito. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos de todo mal. Que assim seja. >> Que assim seja. Graças a Deus. É isso aí, Fernando. Mais uma vez, muito, muito, muito, muito obrigado, viu? Eh, que Jesus te abençoe e abençoe a todos vocês aí que estiveram nos acompanhando. Valeu demais. Lembrando que na próxima segunda então nós teremos mais um capítulo aí, vamos assim dizer do Gés falando de espiritismo. E a gente fica aguardando vocês então na próxima segunda, às 19 horas para mais um programa, tá bom? Beijo nos corações, fiquem com Deus. E como a gente sempre diz, esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês e por vocês. Até a próxima segunda-feira, se Deus quiser.
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