[CEECAL EM FOCO] Não vos inquieteis... Reflexões sobre a Ansiedade - Simone Ferreira
Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 202 Expositor: Simone Ferreira Tema: Não vos inquieteis... Reflexões sobre a Ansiedade Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 06/04/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita - Seguindo o lema "A maior caridade que você pode fazer para a Doutrina Espírita é a sua divulgação" aqui estamos levando a todos catarinenses e ao mundo os eventos aqui realizados, bem como o intercâmbio entre expositores da nossa de terra e de outros estados oportunizando a todos um pouco mais de informação e conhecimento do espiritismo. A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal
Boa noite, meus amigos. E sejam todos bem-vindos ao programa Secal em Foco. Há um problema, deve tá dando algum problema aí de áudio, mas não tem problema. A gente aqui hoje é trabalhar a amorosidade, a paciência. Bom, vamos ver se agora vamos. Programa Secal em Foco. Eh, muito boa noite a todos que nos assistem. Uma produção do SECAL, Centro de Estudo Espírita Caminho da Luz. Nós estamos situados em Florianópolis. Agradecemos a todos os internautas que nos acompanham através da TV Cal. da web Rádio Platernidade, a Ig, Instituto Goiano de Estudos Espíritas, FEC TV, Santa Catarina, 14ª Iuri, Florian e Espiritismo e Mediunidade. Hoje temos como convidada uma irmã, uma parceira nossa aqui do Central Foco, tá sempre conosco, que é a nossa amiga irmã Simone Ferreira com o tema não vosis reflexões sobre a ansiedade. Boa noite, Simone. Seja muito bem-vinda ao SEAL em Foco. Boa noite, Andreia. Boa noite aos amigos e amigas do Seal e demais parceiros. Uma alegria estar aqui nessa noite, viu? É com muita gratidão que a gente aqui apresenta a Simone, né? A Simone Ferreira. Ela é natural do Rio Grande do Sul, mas reside há 18 anos em Santa Catarina. Profissionalmente é psicóloga, mestra em educação, especialista em neurociência, trauma em saúde mental, também autora de livros. No campo do voluntariado, além de atuar no movimento espírita nacional, é voluntária do Centro Espírita Teresa de Jesus em São José, Santa Catarina e no CESP. e no CF Centro Espírita Sem Fronteiras, que é totalmente virtual e filiado à Federação Espírita do Distrito Federal. Suas atividades vão desde palestras presenciais e virtuais, programas eh de rádio YouTube, passando pelo atendimento flaterno e a facilitação de seminários e workshops. Nós estamos aqui, eu tô com problema de áudio aqui. Ah, eu vou falar com a parte técnica. Não te ouvimos, Andreia. Eu falei que ao vivo é muito bom porque a gente eh é testado em tudo, né? E eu gosto disso porque eh instruívos e praticar aqui é a prática, ó. Bom, eu vou fazer aqui a prece.
Não te ouvimos, Andreia. Eu falei que ao vivo é muito bom porque a gente eh é testado em tudo, né? E eu gosto disso porque eh instruívos e praticar aqui é a prática, ó. Bom, eu vou fazer aqui a prece. Informamos nossos internautas desde suas perguntas que ao final da apresentação a Simone responderá. Eu vou fazer uma prece, como eu vou sair depois para fazer a Simone a palestra, eu acho que vai dar resolvido aqui o áudio. Então vamos iniciar. Eh, serenemos os nossos corações, acalmemos as nossas mentes, agradecemos até por isso. E aí para iniciarmos esse secal em foco, a oração que o nosso mestre Jesus nos deixou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino. Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai, Senhor, as nossas dívidas. Assim como perdoamos os nossos devedores. Não nos deixeis cair em tentação e livra de tudo que seja mal. E seja bem-vinda, Simone, e vamos resolver o sal. Obrigado, Andreia. Obrigado aos queridos e queridas que compõem o SECAL. É uma satisfação muito grande retornar aqui a este programa Costumeiro, né, de domingo, finaleira, né? E hoje nós vamos falar sobre ansiedade. Então, nós temos o desafio de trazer esse tema que interessa muitos de nós, não é? que vivemos às vezes momentos de de desafios, de inquietações, de coisas que saem um pouquinho fora da rota, que nós às vezes pensamos e programamos. E para que a gente possa então discorrer um pouco sobre o tema, né, a gente vai ter aí mais ou menos uns 40, 45, 50 minutos para conversar. Nós vamos eh pedir pros nossos amigos colocar aqui na tela eh uns slides que nós preparamos com carinho para notear um pouco a conversa, mas fiquem tranquilos e tranquilas que não serão muitos slides não, mas eu acredito que a imagem ela facilita o entendimento de todos nós, não é? ajuda a imagem é mais um recurso visual que ajuda a gente no nosso processo de aprendizagem. Então esse título não vos inquietis, ele naturalmente tem
ela facilita o entendimento de todos nós, não é? ajuda a imagem é mais um recurso visual que ajuda a gente no nosso processo de aprendizagem. Então esse título não vos inquietis, ele naturalmente tem inspiração numa fala do nosso mestre Jesus. E é nós vamos apresentar aqui para vocês nesse instante uma fala conhecida de todos nós, quando Jesus nos diz: "Não vos inquieteis, pois pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal". Nós vamos encontrar essa fala de Jesus no sermão do monte ou sermão da montanha, como também é conhecido, não é? E este discurso de Jesus, que foi o primeiro discurso público dele e o mais importante, né? Precisamos dizer isso porque foi no discurso do sermão do monte ou da montanha que ele apresentou a síntese da sua doutrina de amor para todos nós, não é? Essa síntese vem atravessando o tempo. E no sermão do monte, quando a gente lê, e hoje ainda tive a oportunidade de reler ele na íntegra, tava aqui com o Novo Testamento e achei por bem reavivar um pouco a minha memória e trouxe ele aqui então para que a gente pudesse pensar sobre esta frase que vai dando a costura pro nosso bate-papo da noite. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã. Então, no sermão, e Jesus vai trazer uma orientação muito assertiva, muito clara daquilo que a gente deve se ocupar e daquilo que a gente não deve se ocupar. Então, vejam vocês que quando a gente lê com atenção, ele vai dando instruções antes dessa frase, né, e pedindo para que a gente faça algumas observações, não é? a respeito daquilo que a nossa atenção, que o nosso esforço diário precisa, não é? Ser endereçado. Então, é um convite também para que a gente possa olhar paraas nossas insatisfações muitas vezes, não é? Olhar para aquilo que tira a nossa paz. Jesus fala sobre isso. É o dia de amanhã, aquilo que está por vir. e nos dá a sugestão de que a gente possa fazer uma entrega. Deixe que o dia de amanhã cuide de si mesmo e que a gente possa então se ocupar apenas com aquilo que
ia de amanhã, aquilo que está por vir. e nos dá a sugestão de que a gente possa fazer uma entrega. Deixe que o dia de amanhã cuide de si mesmo e que a gente possa então se ocupar apenas com aquilo que está no momento presente. Então fica também como dica para que vocês possam, se possível, ler na íntegra o sermão do monte ou da montanha, onde a gente vai encontrar então de uma maneira mais objetiva o que é que Jesus está nos dizendo. E é uma fala atual, vejam vocês, porque nós estamos em 2025, não é? Hoje é 6 de abril. Tô tendo que recorrer aqui ao calendário, 6 de abril de 2025. E esse discurso de Jesus, este convite que ele nos faz para que a gente se aquiiete um pouco é extremamente atual, porque se há no mundo pessoas ansiosas, não é? a gente precisa recorrer às orientações dos sábios que vieram antes de nós. E essa fala de Jesus é muito oportuna. Voltando para os dias de hoje, nós vamos observar que nós temos um número muito significativo de pessoas que vivem na Terra e que sofrem de algum tipo de transtorno mental. Quando nós tomamos contato com o relatório da Organização Mundial da Saúde de 2023, nós vamos observar que o número é bem significativo e alarmante. 1 bilhão de pessoas vivem com algum tipo de adoecimento psíquico no mundo. Nós temos aproximadamente 8 bilhões de pessoas que vivem na Terra, 1 bilhão. Então, com algum tipo de tormento, não é? fazendo com que a gente repense muito sobre o modo como estamos conduzindo as nossas vidas e também as nossas relações, porque o nosso estilo de vida, as nossas relações são fatores prédisponentes para que a gente possa desenvolver esses transtornos. Mas há um dado mais próximo de nós. Vamos falar do Brasil, porque também temos aí essa notícia de que o Brasil é o país com maior número de pessoas ansiosas no mundo, com 9,3% da população diagnosticada. Vejam vocês, então esse percentual já é significativo, mas há uma infinidade de pessoas que certamente tem ansiedade, tem o transtorno de ansiedade e nem sabem que tem.
,3% da população diagnosticada. Vejam vocês, então esse percentual já é significativo, mas há uma infinidade de pessoas que certamente tem ansiedade, tem o transtorno de ansiedade e nem sabem que tem. Então, há uma subnotificação, vamos dizer assim, de modo que esse percentual ele pode ser muito maior do que nós estamos vendo aqui, mas ele por si só nos dá, não é também um alerta de que é preciso cada vez mais falarmos sobre saúde mental no Brasil e no mundo, rever o nosso modo de vida, o nosso estilo de vida, porque a ansiedade então tem sido um fator de perturbação e de sofrimento para muitas pessoas. E a gente tem então que prestar realmente atenção. Nós estamos, antes de continuar a trazer assim a falar sobre, até trazer mais dados e informações, estamos aqui com uma proposta para que vocês possam participar conosco, interagir, utilizando para isso o chat. Então, antes de ir adiante, nós vamos propor uma enquete para que vocês possam fazer um um exercício aqui conosco de pensar o dia a dia, né, na prática, o que que a gente pode ofertar para alguém que passa por uma crise de ansiedade. Pode ser que a gente não tenha, não é, problemas com a ansiedade, mas convivemos com alguém que tem. Então vai ficar fixado aí no chat essa pergunta. Gostaríamos muito que vocês pudessem desde já participar conosco para que a gente possa entender, né, eh, o que que vocês sabem sobre manejo de ansiedade e assim a gente construindo aqui algumas possibilidades de ajuda para as pessoas que às vezes estão ao nosso lado ou até mesmo nós. E a gente precisa ter então alguns recursos que nós podemos ofertar. Vamos pensar sobre isso, mas vamos adiante, porque nós vamos compartilhar aqui com vocês um conceito, vamos dizer assim, eh, um caminho que Joana deângeles no nos propõe neste livro, Conflitos Existenciais, tá? Eu tenho aqui a edição de 2005, onde ela vai dizer que a ansiedade natural, o desejo de que ocorra o que se aguarda, a normal expectativa em torno de fenômenos existenciais compõe um
Existenciais, tá? Eu tenho aqui a edição de 2005, onde ela vai dizer que a ansiedade natural, o desejo de que ocorra o que se aguarda, a normal expectativa em torno de fenômenos existenciais compõe um quadro saudável na existência de todos os indivíduos equilibrados. Vejam só, então, nesse capítulo oito, Joana faz um um tratado sobre a ansiedade, que fica também como uma recomendação para aqueles que têm mais interesse no tema, porque aqui a gente vai trazer pinceladas e aí Joana vai se utilizar, não é, de uma abordagem bastante clara, assertiva a respeito, não é, da ansiedade dentro da perspectiva psicológica e espírita. também. Então, vale muito a pena a gente entender que todos nós em alguma medida vamos ter um nível de ansiedade no dia a dia. E isso não é caracterizado como um transtorno, faz parte do quadro saudável, como ela diz, de todos nós. Mas o que nos interessa nesse momento, que é o objeto da nossa conversa, é quando essa ansiedade ela começa a trazer prejuízos pra nossa vida funcional, pras nossas relações interpessoais, não é? quando a gente começa a ter uma dificuldade maior de manejar, porque nos falta repertório para isso. E às vezes os sintomas, a maneira como ela se apresenta, né, é algo que a gente tem dificuldade de compreender e de se desvencilhar. Então nós vamos trazendo esse conceito da Joana, esse alerta da Joana, que é uma perspectiva da doutrina espírita. Mas é bom também que a gente possa ter uma olhar, uma uma perspectiva, um olhar a partir também do que que a ciência nos diz que é ansiedade ou que tipo, né, de ansiedade nós vamos encontrar por aí. Será que será que é só um tipo? Ou quando a gente fala ansiedade, nós estamos falando de um guarda-chuva, uma onde a gente vai ter várias manifestações. Vamos pensar sobre isso. Enquanto isso, se puderem, vão participando aí do nosso chat. Para que a gente compreenda essa complexidade que é a ansiedade, nós trouxemos aqui alguns tipos que nos ajudam a entender que não é a mesma coisa para as pessoas.
, vão participando aí do nosso chat. Para que a gente compreenda essa complexidade que é a ansiedade, nós trouxemos aqui alguns tipos que nos ajudam a entender que não é a mesma coisa para as pessoas. Se eu disser: "Olha, eu tenho ansiedade". Pode ser que eu esteja falando de um tipo de ansiedade que não é ansiedade que você talvez também tenha e me relate: "Ah, eu também tenho". Porque cada um vai ter talvez um tipo diferente. Nós colocamos aqui na tela para que vocês possam perceber dois tipos de ansiedade que a gente vai encontrar mais na infância entre as nossas crianças, que é o mutismo seletivo e a ansiedade de separação. Nós não vamos discorrer sobre cada um deles, não é? Mas é importante que vocês saibam que é na infância que a gente vai encontrar as crianças tendo uma maior dificuldade de ser de se separar geralmente de de daquela figura que ela tá mais ligada efetivamente, às vezes pai, às vezes mãe, não é? E que diante de pessoas estranhas, talvez ela recolha a fala, não converse, não é? fique nesse mutismo, porque não se sente segura na presença de determinadas pessoas ou num determinado contexto. Então, a gente vai encontrar na infância, mas existe também transtorno de ansiedade generalizada, que a gente já ouve falar com mais eh frequência entre as pessoas e aí entre os adultos, não é? que é o tag, transtorno de ansiedade generalizada, síndrome do pânico. Talvez vocês conheçam pessoas, talvez alguém tenha a síndrome do pânico e aí já é um tipo de ansiedade mais eh familiar aos nossos ouvidos. Ah, eu já ouvi falar sobre isso. Ah, eu conheço alguém que falou que tem. Então, nós vamos observar, não é? O tag vai ser níveis de preocupação com eventos do cotidiano, não é? que não tem um motivo, uma raiz concreta. E a síndrome do pânico desassossega muitas pessoas, né, uma sensação de medo intensa, sintomas físicos bastante considerados, não é? A gente vai observar também daqui a pouco uma listinha de sintomas, não é? Um medo do medo, não é? O pânico tem muito disso, o
sensação de medo intensa, sintomas físicos bastante considerados, não é? A gente vai observar também daqui a pouco uma listinha de sintomas, não é? Um medo do medo, não é? O pânico tem muito disso, o medo do medo, sensações de morte. Então são situações bem difíceis que a gente vai observando, mas tem fobias específicas, fobia social, a gente vai encontrar agora fobia, né? Fobias específicas é um medo às vezes irracional, intenso de alguma coisa que às vezes não faz o menor sentido para mim. Podemos imaginar, por exemplo, pessoas e conhecer inclusive pessoas que têm medo de um animal específico, pessoas que têm fobia, não é, de insetos, de barata, de injeção, fobia de sangue, vai ser classificado como alguém. Então, nessa eh nesse tipo aí, mas a gente também vai encontrar pessoas com a fobia social, que é um outro nome que se dá paraa timidez patológica, pessoas com muita dificuldade de interação com outras pessoas, um medo intenso, por exemplo, de seu centro das atenções, isso gera uma um desassossego interno absurdo. E agora a fobia, que é aquela pessoa que não consegue ficar em locais muito movimentados, às vezes lotado de gente, locais também muito fechados, não é? Muito estreitos, sem ventilação. E a gente pode citar às vezes um ônibus, pode citar um elevador, pode citar um avião, não é? que são então medos que afetam e mobilizam a pessoa para além, não é, de um desconforto que muitas pessoas podem sentir às vezes para pegar um avião, para ter que subir às vezes no ônibus, enfim. Há também, vamos trazer aqui mais dois tipos de ansiedade. Vejam que a lista é grande, nós não vamos apresentar todos os tipos aqui por não termos tempo, mas para que vocês possam compreender, não é, que nós estamos falando de vários, né, eh, sintomas e e manifestações diferentes de algo que a gente chama no singular, mas que é plural, não é? É plural. transtorno de estresse agudo, que a gente chama de té, não é? E transtorno de estresse pós-traumático. O té eh é quando a gente às vezes eh sofre um um episódio muito
as que é plural, não é? É plural. transtorno de estresse agudo, que a gente chama de té, não é? E transtorno de estresse pós-traumático. O té eh é quando a gente às vezes eh sofre um um episódio muito específico que nos impacta, não é? E aquilo fica, vamos dizer assim, ruminando por aproximadamente um mês, né, quatro semanas. a gente vai ficar meio que ainda afetado, mobilizado por um determinado evento. E a gente pode pensar, por exemplo, num assalto, num acidente de carro, muitas vezes aquilo nos afeta e a gente fica um mês ainda, não é? precisando se lidar com tudo que a experiência nos trouxe. E o transtorno de estress pós-traumático é quando esse evento não passa e ultrapassa mais de um mês, mais de quatro semanas, não é? E a gente vai ter como, por exemplo, uma característica bem específica desse tipo de de ansiedade, de estresse pós-traumático. São os flashbacks que a gente chama, não é? essas eh lembranças que vêm que são intrusivas deste evento. Pode ter sido, por exemplo, o assalto, um acidente de carro. E aí a gente fica num modo de hipervigilância muito grande, com alteração de humor, com alteração inclusive de sono também. Volto a dizer, por mais de um mês, às vezes por mais de um ano, às vezes por muitos anos. Nós vamos então talvez viver uma experiência diária de um acontecimento lá de trás. Então, o acontecimento passou fora, mas ele não passou dentro, porque a gente vai ter então lembranças recorrentes e intrusivas dessa experiência. E também poderíamos ter ansiedade causada por alterações hormonais. Às vezes a gente não se dá conta, não é, que uma alteração hormonal ela vai imitar uma crise de ansiedade. E às vezes a gente pensa que é algo psíquico e nós estamos diante de uma alteração hormonal, como por exemplo, eh, quando a gente tem alterações no campo da tireoide, não é o hipo hipertioidismo, não é? Quando a gente tem alterações cíclicas, mensais, vamos pensar nas mulheres, não é? Que tem uma vez por mês o seu ciclo menstrual alterado e algumas sofrem muito com
não é o hipo hipertioidismo, não é? Quando a gente tem alterações cíclicas, mensais, vamos pensar nas mulheres, não é? Que tem uma vez por mês o seu ciclo menstrual alterado e algumas sofrem muito com tensão prémenstrual, não é? também vamos ser na própria mulher num momento de vida bem específico, que é a partir dos 40, 42 anos de idade, climatério começando ou depois dos 50, menopausa, não é? Nós vamos ter ali alterações hormonais que podem simular crises de ansiedade. E isso também vai se dar com os homens que também terão em algum momento das suas das suas vidas alterações hormonais que a gente vai chamar de andropausa. E faz ali os ajustes que precisam esses sintomas vão embora. Falando de sintomas, nós vamos partilhar aqui também para que vocês possam observar que há uma infinidade de sintomas que surgem nas pessoas, como medo, preocupação excessiva, percepção errônea, o exagerado do perigo, a hipervigilância, comportamento de evitação. Pessoa começa a se esquivar de ir em determinados lugares ou de fazer determinadas coisas porque sabe que aquilo vai gerar ansiedade. Aí vem a irritação, aí vem a impaciência, vem a agitação motora, não é? Aquela pessoa que a gente vê, né, que o corpo não para de se mexer, vem os tremores. Então, a gente tá falando de sintomas físicos, emocionais, comportamentais, não é? arritmia, sudorese, náusea, dor abdominal, tensão muscular, mesmo que são muitos sintomas, nem todo mundo vai apresentar todos, mas a gente precisa saber para entender o que a pessoa tá vivendo quando ela nos relata ou para que a gente possa se entender, né, compreender o que talvez esteja acontecendo conosco. Importante dizer que eh tudo isso pra pessoa que sente é válido, embora às vezes quem esteja de fora a que há um exagero da parte do outro, que um determinado episódio ali no entorno, no contexto não é para tanto, mas para aquela pessoa isso é legítimo, não é? Tudo tudo que ela tá vivendo é legítimo. E a gente sabe que essa preocupação excessiva é uma das
o episódio ali no entorno, no contexto não é para tanto, mas para aquela pessoa isso é legítimo, não é? Tudo tudo que ela tá vivendo é legítimo. E a gente sabe que essa preocupação excessiva é uma das coisas que a gente mais vai observar. E às vezes é o menos eh o que a gente menos dá crédito, não é? Porque olha um contexto e não consegue perceber ali um perigo real, uma preocupação realmente que seja objeto da nossa atenção. Mas para quem vive tudo isso, né, é real. E a gente precisa então entender para não ficar muitas vezes no julgamento dizendo que aquilo como a gente às vezes observa, né? Imagina que bobagem, que exagero, para que tudo isso? E então a gente precisa ter esse cuidado. A informação vai nos ajudar nesse sentido. Mas vamos adiante, porque é importante também que a gente possa trazer eh essa perspectiva da complexidade que é sermos seres humanos, não é? Eh, o ser humano é rico, uma criação extraordinária. Quando a gente observa, não é? nosso criador caprichou. No entanto, a gente também é de uma complexidade absurda e somos atravessados por essas dimensões bio, psico, sócio, eco e espirituais. Então, nós temos um corpo físico, não é, que funciona. Nós temos um um corpo muito sofisticado, muito refinado, como nós dissemos, né? Eh, o nosso criador caprichou porque tudo em nós tem uma razão de ser e funciona para que a gente possa viver plenamente, não é, a nossa experiência, mas nós também somos a nossa psiquê, nós também somos o nosso psicológico, não é? Nós temos uma mente que funciona, nós temos um inconsciente também que funciona. Nós somos seres sociais. Então, a gente precisa levar em consideração o contexto social. E somos seres ecos. Então, nós estamos inseridos, não é, num sistema eh de vida de biodiversidade num num bioma, não é? numa ecologia que vai também refletir no nosso no nosso modo de vida. E somos seres espirituais. Então, vejam que eh essas dimensões elas precisam ser consideradas quando nós vamos nos avaliar ou avaliar uma pessoa. Nós não podemos eh nos fixar
so no nosso modo de vida. E somos seres espirituais. Então, vejam que eh essas dimensões elas precisam ser consideradas quando nós vamos nos avaliar ou avaliar uma pessoa. Nós não podemos eh nos fixar somente na perspectiva espiritual, assim como não podemos nos fixar somente na perspectiva às vezes biológica, achando que tudo é explicado a partir somente do corpo, não é? e que a gente não consegue ou não vai, por exemplo, levar em consideração as nossas relações como se elas também não nos impactassem, não nos atravessassem e não ditassem muito daquilo que a gente sente, do modo como a gente reage, não é? Dos conflitos que teremos. Então, é interessante olharmos para essa perspectiva do ser humano extraordinário, mas ao mesmo tempo complexo, bio, psico, sócio, eco e espiritual. Até aí tá fazendo sentido para vocês? Vão me contando, né? Vão deixando aí nos comentários como é que tá chegando para vocês essas informações que nós estamos trazendo aqui. Imagino que vocês, não é, para muitos aí já não é uma novidade isso que nós estamos vivendo aqui, comentando, partilhando com vocês, não é? Talvez algumas pessoas já tenham essas experiências, né, vividas, sentidas de uma maneira muito intensa, então tão se reconhecendo, tá ressoando as coisas que nós estamos conversando aqui. De vez em quando eu vou dar uma espiadinha no chat para ver se vocês já colocaram ali uma ou outra resposta que vai nos ajudar aqui nessa nossa enquete, não é? sobre o que nós podemos ofertar para alguém que passa por uma crise de ansiedade. Então, fico muito feliz aí pelas participações, já vendo aí pessoas queridas, não é, nos acompanhando. E há então essa pergunta, né, já que nós somos seres biopsicoso ecoespirituais, a gente precisa questionar o que aconteceu com a pessoa. Olha que importante, que necessário essa amplitude. Você entendem que não pode ser simplesmente eh olhar para um ponto e a partir daquele ponto justificar e explicar o ser humano. Não tem como. Então, a gente tem que se perguntar o que que aconteceu no
Você entendem que não pode ser simplesmente eh olhar para um ponto e a partir daquele ponto justificar e explicar o ser humano. Não tem como. Então, a gente tem que se perguntar o que que aconteceu no percurso de vida dessa pessoa para que, porventura, não é, ela tenha um determinado transtorno, um tipo de ansiedade dentre esses que nós apresentamos aqui. E volto a dizer, não estão todos, não é? Não estão todas as classificações aqui. O que que aconteceu? Como é que ela chega na Terra? qual é a sua experiência com aquele núcleo que a recebeu desde a sua concepção? Porque sim é importante que a gente possa pensar que as impressões que nós vamos trazendo paraa nossa vida terrena, elas também são importantes a partir da concepção, dessa dupla que decide nos receber, não é? Que nos concebe. Que contexto foi esse de gestação? Como é que foi a gestação da nossa mãe? Como é que era o contexto familiar durante essa gestação? Como é que foram os primeiros 1000 dias de vida da gente aqui na Terra ou de uma pessoa? Nós estamos querendo entender um pouquinho mais. Será que esses pais ofertaram segurança física, material, não é, emocional para essa criança? Será que um desses pais ou cuidadores, não é, eram pessoas nervosas, ansiosas, medrosas? Então, a gente precisa entender o contexto, não é? Biopsíico, sócio ecoesiritual, para que a gente possa ampliar a nossa janela, não é, de visão sobre uma determinada pessoa, não é? Será que ela teve algum acidente? passou por uma situação traumática já eternidade, será que sofreu o ataque às vezes de um animal? Não é? Nós comentamos aqui, a gente vai observar alguém às vezes com fobia, com medo, passou por algum acidente, algum tipo de violência, de violação, não é? Nós que vemos tantas notícias tristes sobre violência dentro do nosso contexto familiar, de abusos, não é, que existem. Como é que será que foi isso? Não é, essa experiência já chegando na Terra e depois a adolescência, às vezes a fase adulta, a gente pode ter tido uma experiência que
ar, de abusos, não é, que existem. Como é que será que foi isso? Não é, essa experiência já chegando na Terra e depois a adolescência, às vezes a fase adulta, a gente pode ter tido uma experiência que nos atravessou, nos impactou muito, né? E a atualidade nos interessa muito, que a gente possa pensar o que que nos causa medo, estresse, insatisfação. Vejam, não é? São muitos desdobramentos do que aconteceu. Eu preciso olhar para várias áreas da minha vida, os meus relacionamentos, somos seres sociais, não é? os meus relacionamentos, o contexto de trabalho, será que existe uma carga estressora muito grande onde eu trabalho, né? Será que tem alguma doença física que porventura às vezes a gente tá ali num tratamento manejando e aquilo pesa emocionalmente para todos nós? Sei que existe alguma questão material que nos desassossega, que tira, né, o nosso sossego, que nos inquieta, não é? E aí a gente não consegue ter uma vida mais fluida e mais leve. Então, às vezes a gente precisa se perguntar, olhar para as mais variadas causas, né, que podem às vezes estar por trás dos nossos sintomas. E também às vezes a gente precisa se perguntar o que que nós usamos pra gente se anestesiar para conseguir manejar essa situações às vezes que são desafiadoras para todos nós. E a gente vai cair no nosso estilo de vida, que às vezes ele concorre para anestesiar várias coisas que nós não sabemos lidar. E esse estilo de vida, esses anestésicos, né, bengalas que a gente se utiliza para poder seguir adiante, podem nos adoecer ainda mais, não é? Em vez de auxiliar, talvez auxilie num primeiro momento, mas a longo prazo aquilo vai ser mais desafiador para todos nós. Então, a gente precisa pensar no nosso estilo de vida, né? O que que às vezes acontece com uma pessoa? Ela tem um estilo de vida que não ajuda de modo algum, não é? Não tem eh uma rotina para dormir, se alimenta mal, não é? Não cuida muitas vezes eh da mente, dos limites que a mente impõe, que o corpo impõe, não é? A gente precisa pensar
uda de modo algum, não é? Não tem eh uma rotina para dormir, se alimenta mal, não é? Não cuida muitas vezes eh da mente, dos limites que a mente impõe, que o corpo impõe, não é? A gente precisa pensar muito sobre isso. Nós temos um um ritmo interno e externo e às vezes a gente não respeita esse ritmo de vida. por conta de certas demandas, não é, e até mesmo de metas que porventura às vezes a gente vai se colocando em algumas metas materiais, profissionais que esticam a corda e às vezes a gente pode entrar uma num desassossego muito grande. E a gente também precisa se questionar como é que é a nossa dimensão espiritual, como é que a gente cuida então, não é da dimensão espiritual, porque nós somos biopsicosoecoesirituais, não é? Como é que é a minha relação com essa dimensão tão potente das nossas vidas, não é? E será que esses sintomas que eu trago, que eu manifesto de ansiedade, que me desassossegam, que me tiram do promo, que limitam a minha funcionalidade? Será que não são reminiscências de outras existências? Também podemos nos questionar nesse sentido, não é? A gente pode trazer na nossa bagagem, não é? experiências que ficam ressoando aqui, lembrando que somos herdeiros de nós mesmos, não é? E que isso também vai impactar. Então, assim como neste livro, Joana de Angeles vai nos fazer eh alguns que apontamentos sobre a infância, sobre a importância dos vínculos eh familiares, se são seguros ou não, se são saudáveis ou não desde a terra, também ela vai trazer reflexões a respeito da nossa herança, da nossa bagagem espiritual. Então são muitas camadas aí desse assunto, mas vamos adiante para que a gente possa então eh levar em consideração o seguinte, que algumas coisas não favorecem, não favorecem a a a relação que a gente possa estabelecer com quem é ansioso e vive conosco, por exemplo, ou que eu terei que interagir Então, tem frases que seria interessante a gente tirar do nosso vocabulário para na hora de abordar alguém, de conviver com alguém, de presenciar uma pessoa que
exemplo, ou que eu terei que interagir Então, tem frases que seria interessante a gente tirar do nosso vocabulário para na hora de abordar alguém, de conviver com alguém, de presenciar uma pessoa que por alguma razão se desestabiliza ali diante de nós, a gente tem que evitar frases que invalidam a experiência dela, que desqualificam o que ela está sentindo. É melhor a gente, ó, não falar nada, falei: "Tô aqui, não sei muito como te ajudar, mas tô aqui". Do que ficar falando frases do tipo: "Pense positivo, poderia ser pior. Isso é coisa da sua cabeça, se acalme. Você está exagerando, né? Como nós já falamos anteriormente, isso é falta de fé. Se tem uma coisa que não é, é falta de fé, tá? Existe uma explicação. Vamos voltar aqui de novo, não é? paraa gente entender o que aconteceu. E a gente não pode dizer é falta de fé porque é uma resposta ou é um um julgamento que não ajuda em nada. Só faz com que a pessoa se sinta realmente, né, eh, mais ainda ansiosa, desamparada, né, sem recurso às vezes para lidar. minimamente com uma situação. E aí nós vamos voltar pra enquete agora. Vamos ver se vocês responderam, nos ajudaram ali com essa proposta que nós fizemos, não é, de entender como auxiliar. Porque se a gente tem um número absurdo de pessoas que vivem na Terra mais de 1 bilhão, obviamente nós vamos encontrar em algum momento das nossas vidas essas pessoas, não é? E aí a gente vai ter que, talvez, ter que lidar com ela no momento de uma crise. E aí o autoconhecimento é uma ferramenta poderosíssima, sem sombra de dúvida, para que a gente consiga auxiliar as pessoas, não é? O ansioso provavelmente vai precisar colocar isso eh na lista lá dos caminhos que ele vai seguir, certo, Vanderlei? Mas a questão é como nós podemos e o que que eu oferto, o que o ansioso fará por ele, a gente já vai dar conta de ver na sequência. Mas o que que eu posso ofertar para ele se eu estiver com um amigo, uma amiga, um familiar naquele momento na minha frente vivendo uma experiência, não é, de medo,
á vai dar conta de ver na sequência. Mas o que que eu posso ofertar para ele se eu estiver com um amigo, uma amiga, um familiar naquele momento na minha frente vivendo uma experiência, não é, de medo, de preocupação, de taquicardia, não é, de agitação, o que é que eu posso ofertar? Então, vamos ver o que mais aparece por aí. Olha, eu vi aqui a Angelina querida. Tudo bem? Nós podemos escutar, orar, acolher. Muito bem. São possibilidades. A gente já vai falar sobre essa questão, escutar, né? Muito mais do que às vezes aconselhar, não é? Como nós dissemos, eu não sei muito o que te dizer ou o que fazer, mas eu estou aqui. Conte comigo. Então isso é bem importante, tá? E a mais? Será que tem mais alguma outra sugestão? Acolher com carinho, não dá receita do que fazer, pois quando estamos passando por este episódio, só queremos um amparo compensivo. Muito bem, muito bem, Rosâela. Não dá receita, não é? E e nós sempre temos uma receitinha, não é? Se a gente não entende do assunto, de fato, a gente não pode dar receita daquilo que deve ser feito pela pessoa. Muito bom. Excelente as participações de vocês, não é? Mais alguma coisa, ó? Excelente o tema pro momento que estamos passando. Exatamente, né? estarmos vigilantes com os nossos semelhantes. Isso mesmo, Ivani, para poder ajudar, não é? E cada vez mais vai ser exigido isso, né? Que a gente possa estar atento às pessoas, porque o mundo tá precisando muito, não é? Que a gente fique atento para ofertar acolhimento. Tem uma resposta, acho que da Bruna aqui, não é? Olha, a Ivanira ainda, né? Ivanira, Bruna oferecer um par, um abraço, empatia, não julgamento. Bem importante isso. Nós vamos voltar na Bruna depois, viu? Bem bacana, Bruna, não é? Já inspirado ali. Ivanir falando de oração, meditação, passei na natureza, acreditar que Deus nos amará sempre. Importante, não é? sobre os passeios da natureza. Existem alguns estudos sobre falando quanto a natureza reguladora emocional e a oração e meditação também tem muito material eh robusto sobre os efeitos da
tante, não é? sobre os passeios da natureza. Existem alguns estudos sobre falando quanto a natureza reguladora emocional e a oração e meditação também tem muito material eh robusto sobre os efeitos da meditação e da oração no sistema nervoso que funcionam como reguladores emocionais. Perfeito. Vou colocar aqui então uma resposta que vai nos ajudar. Agradeço a participação de todos vocês. Foi foi incrível, não é? E a gente vai seguir adiante aqui porque eh nos inspirando aqui na na imagem que é uma representação aí simbólica de Jesus, a gente precisa ofertar segurança e acolhimento. E era isso que Jesus ofertava, todos que chegavam nele com seus mais variados desassossego, não é mesmo? Nunca deixou ninguém sem amparo, nunca deixou ninguém desamparado. E a gente precisa se mirar neste exemplo, porque afinal de contas Jesus é o nosso modelo gay. Então ele acolhia, ele era continente, ele trazia as pessoas para perto, não é? A Bruna falou de abraço. É bem importante a gente falar sobre o abraço, não é? Porque eh se tem uma coisa que o abraço faz é nos ajudar a reaver o nosso senso de segurança. A gente vai se sentir seguro, não é? E ali a gente vai desativar o nosso estado de alerta, porque é isso que fica ativado o tempo inteiro quando você está ansioso, não é? E então o abraço é um corregulador, funciona como uma estratégia pra gente ajudar a corregular as emoções de alguém. a ansiedade de alguém que também vai fazendo, não é, os seus movimentos de autoconhecimento, como foi colocado aqui, para ir se entendendo. Mas nós temos um papel fundamental. E aí Jesus, volto a dizer, acolhia todos, mas ele também instigava, ele instigava, é importante que a gente diga isso, a autorresponsabilidade. E deixo aqui paraa nossa reflexão essa passagem que é belíssima do enfermo do tanque de Bedesda, onde Jesus tocado de compaixão vai na direção deste irmão, não é? que estava ali há muito tempo. Ele era paralítico há 38 anos. E Jesus vai na direção dele e lhe pergunta: "Queres tornar-te salvo?"
a, onde Jesus tocado de compaixão vai na direção deste irmão, não é? que estava ali há muito tempo. Ele era paralítico há 38 anos. E Jesus vai na direção dele e lhe pergunta: "Queres tornar-te salvo?" Fazendo, como eu disse, né? Um uma evocação aí da autorresponsabilidade? Então isso significa que existe uma parte fundamental que a gente precisa colocar em cena, que é a nossa atitude, que é a nossa vontade para que os movimentos da vida sejam diferentes caso na atualidade eles estejam trazendo insatisfação. E aí tem agora aquela listinha de coisas bacanas que nos ajudam a manejar. Então a gente já sabe que existe um contexto bio, psico, sócio, espiritual, não é? Que a gente tem que olhar para o aqui agora, pro passado dessa existência, pra nossa herança, nossa bagagem espiritual, não é? pro nosso estilo de vida, paraas escolhas que nós estamos fazendo agora e assumir a parte que nos cabe, fazendo movimentos para nos ajudar a manejarmos as emoções, que são informações importantes, não é? Não é pra gente rejeitar nenhum tipo de emoção. A gente precisa entender porque que ela surgiu e o que ela quer nos dizer, o que que ela espera de nós. Então, vai nos ajudar muito nos momentos de ansiedade, seja essa que Jonas de Angeles fala, não é? Daquela expectativa natural ou o transtorno. O exercício de respiração, ele tem a sua importância, porque ele vai nos acalmar. Tá? Então a gente precisa lembrar, nós somos um corpo também. Nós temos um corpo, nós temos um sistema nervoso, um cérebro programado para nos colocar no modo de sobrevivência. A função do cérebro nos manter vivos, então ele funciona. E dependendo das experiências que ficam marcadas ali, ele vai reagir e a gente precisa então acalmá-lo também. Então a gente vai fazer um movimento para ajudar o corpo e naturalmente também vamos ajudando a nossa alma. Nós vamos puxar pela memória um momento que foi bom, uma memória de segurança. E aí pode ser sim, por que não? Um abraço de alguém. Se às vezes a gente está ali sozinho, sem contar com o
a nossa alma. Nós vamos puxar pela memória um momento que foi bom, uma memória de segurança. E aí pode ser sim, por que não? Um abraço de alguém. Se às vezes a gente está ali sozinho, sem contar com o recurso de uma outra pessoa, eu posso fechar o olho e lembrar que eu tô sendo abraçada por alguém muito querido. Vou distrair o meu cérebro nesse momento e como falamos aqui, ter a presença de pessoas que nos ofertam segurança e acolhimento, não julgamento, segurança, pertencimento, isso dá um efeito maravilhoso, não é? Eu tô aqui. Olha que coisa potente poder dizer. Eu tô aqui. Tô aqui contigo. Segurar na mão de alguém, como nós dissemos. A gente tem, né, uma conexão saudável, por que não? Um abraço. Eu tô aqui. Conte comigo. Então isso vai ajudando também, né, a nesse senso de segurança que a gente falou, mas de pertencimento. Pertencimento também é segurança. Por isso, relações e conexões saudáveis são fundamentais para que a gente possa se sentir bem, não é? E dar conta das coisas que veio para viver. Autocompaixão, tratar-se com bondade. Muitas pessoas ficam impacientes com os seus sintomas, rejeitam a si mesmo. Eu digo para vocês, isso só provoca mais estresse, não é? Se criticam demais, se chicoteiam demais, isso só provoca mais estress, não é? vai secretar no nosso corpo cortisol, por exemplo, e vai aumentar a sensação de ansiedade e várias outras sensações físicas. Autocompaixão não é o amar a si mesmo que Jesus nos ensinou. E aí há uma explosão, não é, de bons sentimentos dentro de nós e de neurotransmissores também, né? Obviamente os neurotransmissores não explodem, né? Eh, mas eles surgem, não é? São secretados na nossa corrente sanguínea. Que coisa boa. E a gente vai se sentir bem pelo simples fato de se tratar bem, com bondade, da mesma maneira que a gente trataria alguém, não é? Então, tantas coisas a gente pode fazer por nós. Mas vamos pensar que também nós falamos de estilo de vida, porque algumas doenças a gente talvez não precisasse desenvolver, mas
rataria alguém, não é? Então, tantas coisas a gente pode fazer por nós. Mas vamos pensar que também nós falamos de estilo de vida, porque algumas doenças a gente talvez não precisasse desenvolver, mas desenvolve porque nós fizemos escolhas não muito assertivas, escolhas que não nos favorecem e a gente vai trazendo paraa nossa rotina o strresse. E eu preciso então ajustar essa rotina. Porque a gente sabe que o estress aumenta a ansiedade e talvez eu tenha que investir mais no meu autocuidado, numa rotina que me favoreça, onde eu vou cuidar do sono, da alimentação, vou cuidar do corpo, vou cuidar do corpo, sim, cuidar do corpo e cuidar do espírito, cuidar do nosso emocional. Por isso que tem que ter uma ajuda profissional em alguns casos. Nem todo tipo de ansiedade precisa de medicação e de psicoterapia, mas alguns sim vão precisar, talvez só de psicoterapia, às vezes psicoterapia e medicação. Vejam vocês, mas é importante que a gente converse com quem entende. Mas nós vamos ter que cuidar do nosso espírito. Já foi falado aqui, não é? Alguém citou meditação, oração, que acalma a nossa alma, mas já é comprovado cientificamente que desacelera a gente. É ótimo para nós para acalmar, para ativar o nosso sistema nervoso parassimpático, que nos acalma, que nos aquiieta. E as terapêuticas espíritas. Então a gente vai ter meditação, não é, que é universal, vamos ter oração, que é universal, mas existem terapêuticas espíritas que vão nos favorecer, como o passe, a fluidoterapia, não é? A água fluída ou fluidificada, o culto do evangelho no lar. Então, a gente vai criando uma atmosfera que vai favorecendo as leituras edificantes, as palestras ou atendimento fraterno, não é? Que é onde a gente vai ser acolhido amorosamente por alguém e vai conseguir nos eh nos ofertar segurança e não vai nos apontar e nem vai nos julgar. Não é para ser assim ao menos, não é? Então, a gente tem uma gama de recursos que podem favorecer, facilitar o manejo desses desassossegos, dessas inquietações que a
nos apontar e nem vai nos julgar. Não é para ser assim ao menos, não é? Então, a gente tem uma gama de recursos que podem favorecer, facilitar o manejo desses desassossegos, dessas inquietações que a gente vive na Terra, que é um planeta lindo, preparado com muito carinho, mas extremamente desafiador. E é com o nosso mestre Jesus. Então, que a gente encerre esse momento aqui, né, onde nós apresentamos algumas considerações sobre a ansiedade. Jesus nos disse que no mundo nós teríamos provações, mas nos deixou um consolo dizendo: "Animai-vos, tenho coragem, t bom ânimo, não é? Eu venci o mundo." Então, que a gente possa novamente voltar o nosso olhar para Jesus. Porque ele tem um roteiro seguro de como nós podemos nos conduzir na vida aqui na Terra e em todos os planetas. Porque as leis divinas que balizam o trabalho do nosso mestre Jesus, elas povoam todos os orgens. Muito obrigada até aqui pela atenção de vocês e pela participação. Novamente, boa noite, Simone. Eu acho que agora resolvido aí a parte de áudio. Foi muito eh muito gostoso e que tem para mim contemporâneo, desafiador. Eu tava lembrando que eu fiz um estudo sobre paciência e eu acabei lendo também uma obra chamada Homem Integral da Joana de Angeles, né? E ela traz um capítulo sobre ansiedade e a Joana traz pra gente ao tamanho da desumanização que estamos vivendo no mundo contemporâneo, no mundo atual. a gente entende, sabe até, como você colocou com brilhantismo, que a causa da ansiedade, por vezes, eh, antecede o nosso processo, eh, reencarnatório, talvez venham dentro da nossa bagagem, mas como o nosso mundo tá no mundo de imediatismo, no mundo do tudo ou nada, no mundo da extrema impaciência, aonde estamos vendo crianças na terra, na terra né? Vivendo quadros e patologicamente crises de ansiedade. Então, quando você faz essa pergunta e mostra aquele Jesus com abraço, todos nós precisamos desse abraço reconfortador, animador, consolador, amparador, né? E eu acho que a ansiedade tem muito isso, porque como a gente vive
essa pergunta e mostra aquele Jesus com abraço, todos nós precisamos desse abraço reconfortador, animador, consolador, amparador, né? E eu acho que a ansiedade tem muito isso, porque como a gente vive numa préocupação de mente, numa num estágio tão acelerado de estarmos depois sem estarmos antes, vivermos o amanhã sem construirmos o hoje. E a gente percebe com clareza que cada dia mais, seja patologicamente, seja nas nos desequilíbrio, porque a ansiedade ela acaba trazendo desequilíbrio físico, mental, a gente percebe que acaba chegando aqueles sintomas que você colocou que patologicamente hoje são tratados clinicamente como síndrome de pânico, ansiedade, como sic como código internacional de doença. E não esqueçamos, como você bem colocou, o amparo da ciência nesse particular, seja de uma ajuda médica, seja de uma ajuda terapêutica, mas essas dicas que você deu e que a Ivanir deu, que a Bruna deu, que a Rosângela deu, que é a gente tá ali respirando, caminhar, refletir, acalmar, serenar o nosso coração com uma autobondade e autoamor conosco. Então, para mim é um tema riquíssimo e eu vou deixar dois comentários que é do nosso irmão Antônio, que ainda é da sua enquete. Antônio diz assim pra gente: "É uma frase afirmativa, mas que tem muito sentido, né? Tem muito, se você quiser comentar, porque aí ele coloca um outro olhar que eu achei interessante, que é o olhar da ansiedade. Quando você fala qual, o que que eu faria com alguém ansioso? O Antônio, ele é ele é meio aquele que chega pro final da Fórmula 1, que eu não vou dizer o nome, e ele deu esse conselho aí que eu acho também muito gratificante. Obrigada, Antônio. Obrigada a todos que participaram. Quer comentar, Simone? É importante agradecer, né, a participação aí de todo mundo. E a gente já falou da importância da oração, não é? Eh, e seria ótimo a gente poder orar antes de ficar ansioso. É que às vezes o contexto não nos favorece, a gente não lembra de orar, porque é preciso um treino, né? Eh, até para isso a gente
o, não é? Eh, e seria ótimo a gente poder orar antes de ficar ansioso. É que às vezes o contexto não nos favorece, a gente não lembra de orar, porque é preciso um treino, né? Eh, até para isso a gente precisa treinar. E aí eu eu volto pras famílias, não é? A gente precisa aprender a orar em casa também. depois de adulto assim, às vezes você não tem repertório porque nunca aprendeu onde buscar um um recurso, né? Então a gente precisa aprender em casa que diante de situações mais desafiadoras a gente pode, como dizia o próprio Cristo no sermão do monte, entrar no nosso quarto íntimo, nosso quarto interno, interior, né? E e fazer ali a nossa prece. Então, mas às vezes a gente não alcança, o nível de desassossego é muito grande. Então, a pessoa, as pessoas mais treinadas, elas vem um problema, vem uma situação, elas já recorrem à espiritualidade automaticamente, mas tem que treinar. Eu acho que para esse negócio vir automático, a gente fez um trabalho de desenvolver esse hábito da prece, de pedir amparo anterior. E aí acho que a família ajuda, a casa espírita precisa nos ajudar, não é? precisa ajudar os seus frequentadores a buscar esse recurso, né? E essa questão do estado da alma também é um estado da alma, mas também é algo produzido pelo próprio corpo, pelas circunstâncias aqui dessa vida atual, não é? E aí, por isso que a gente colocou ali para que fique assim, eh, mais claro que a gente é é tudo isso, é bio, é psico, é sócio, é espiritual, né? Esse espiritual é alma, mas a gente, né, não vai poder dizer que é só isso, é também isso. E isso vale paraa depressão também e para outros adoecimentos psíquicos, não é? e que é bem importante, porque aí a gente consegue acolher de uma maneira mais abrangente, não é? Que é bem importante, eh, Andreia, a gente caminhar paraa frente no sentido assim. Às vezes nós nos ocupamos muito com porquê, de onde vem, talvez eu não tenha resposta, OK? Mas como agora a gente e alguém perguntou aqui em algum momento aqui no chat, não é? Como é que a gente
ssim. Às vezes nós nos ocupamos muito com porquê, de onde vem, talvez eu não tenha resposta, OK? Mas como agora a gente e alguém perguntou aqui em algum momento aqui no chat, não é? Como é que a gente acolhe? Como é que agora, né? E agora eu não vou responder absolutamente nada, não vou nem inquirir a pessoa. Agora talvez eu diga: "Senta, consegue sentar?" Vamos sentar. Vou pegar na tua mão. Consegue colocar a mão no peito? A pessoa diz assim: "Vamos respirar devagarinho. Não vou fazer grandes perguntas. Não é hora de ficar inquirindo coisas, de querer, não, não é hora de colocar este serve para ficar pensando no nos porquês. Mas eh como é que você pode agora se centrar, se regular, ficar um pouco mais confortável dentro de você? Então a gente precisa caminhar para uma ação que traga mais conforto físico, emocional pra pessoa, não é? Sim. Então, às vezes a gente recolhe eh os nossos discursos e os nossos saberes e só segura na mão. Alguém perguntou aqui, não é, em algum momento, eh, como chegar em alguém. Foi o Luís, né, Luiz? O Luís Antônio aqui, né? Como é que eu chego em alguém? Eu peço licença. Eu peço licença, viu, Luiz? Simone, eu vou eu vou lançar essa pergunta até porque acabou a participação da enquete e aí temos quatro perguntas para você, inclusive essa do Luís, eu, se você quiser, eu coloco primeiro porque já é uma pergunta, não é a parte da tua enquete, mas eu vou colocar então para você poder manifestar e os nossos internautas também lerem a pergunta do Luiz. Obrigada, Luís, por est participando conosco. E é isso, então, né, Luiz? a gente recolhe os nossos saberes, as nossas teorias e segurando a mão. E pergunta, né? Se ela temos mais uma pergunta da A questão do que sempre queremos agendar nossos compromissos significa ansiedade exagerada. Não consigo te responder não, Rosângela. Não é Vai depender do teu grau de desassossego, não é? Se isso compromete do seu ou de quem, né, enfim, eh, faz isso, né? Se compromete muito a funcionalidade dessa pessoa, se José
der não, Rosângela. Não é Vai depender do teu grau de desassossego, não é? Se isso compromete do seu ou de quem, né, enfim, eh, faz isso, né? Se compromete muito a funcionalidade dessa pessoa, se José sossega muito, mas agendar os nossos compromissos é necessário. A gente tem um mínimo de ordem, não é? E mas se a pessoa ficar afetada demais, agenda, não agenda, ou agendou, meu Deus, e agora o que eu faço? Aí a gente tem que trabalhar. Questão de limites, a gente não tem treino de saber lidar com os nossos limites pessoais. Pode ser muitas coisas, não é? Pode ser muitas coisas. É ótima pergunta da Rosângela, porque uma pergunta parece causuídica e concreta, mas acho que a Simone foi fantástica, mas eu acho assim, eh, eu penso no Aristótele, Simone, com todo respeito, justo meio, o equilíbrio é o ponto para mim, eh, estratégico, se a gente tá tendenciando para um lado ou pro outro, porque se tudo que a gente faz em nossa vida aquilo precipitar, inquietar a gente de forma eh a nos tirar do nosso equilíbrio, da nossa harmonia, aquilo começar a nos dar taquicardia, sudorese e sintomas físicos e e equilíbrio, aquilo não tá bem. E o e Aristóteles fala que a vida o interessante é buscar nosso justo meio. Simone, para finalizar, tenho duas colocações que não tão eh em perguntas no chat e foi encaminhada para um irmão nosso. Ele na realidade colocou duas falas e queria sua manifestação. Eu vou ler com carinho, com cuidado, que é no livro Nosso Lar. André Luiz afirma: "Uma existência, um ato, um corpo, uma veste, um século, um dia, um serviço, uma experiência, um triunfo, uma aquisição, uma morte, um sopro renovador." Comente em cima do tema, Simone. Ele queria que você discorresse essa fala de André Luiz. Esse é um dos nossos irmãos internautas que eu tô lendo para ti. Se tu quiser, eu leio de novo. Eu acho que não há necessidade de ler não, Andreia. Muito obrigada aí pelas considerações e a gente sempre aprende muito com o André Luiz, não é? Eh, eu acho que a gente precisa pensando
leio de novo. Eu acho que não há necessidade de ler não, Andreia. Muito obrigada aí pelas considerações e a gente sempre aprende muito com o André Luiz, não é? Eh, eu acho que a gente precisa pensando no tema em cima da fala de Jesus, não vos inquieteis com o dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo, não é? Acho que fala desse cuidado que a gente tem que ter com aqui agora, dessa oportunidade que nos foi dada de vivermos essa existência e de olhá-la com muito carinho. Então, a gente pode eh se questionar. Eh, nós estamos aproveitando então esse tempo, não é, que eh na erreticidade ele tem um um uma outra importância, um outro significado e e é quantificado de uma outra forma, né? Então, a gente tem que pensar sobre isso. Nós estamos aproveitando da melhor maneira possível e nos conduzindo nesse projeto reencarnatório que foi feito com muito carinho também pelos nossos mentores espirituais, que André Luiz vai citar em várias obras, né? Como é que se dá um projeto reencarnatório, a complexidade, a logística que é. Nós estamos eh extraindo o melhor das nossas experiências. Nós estamos atentos às experiências para compreender o que é que elas estão nos ensinando, nos direcionando, nos convocando, né? Então, é nos debruçarmos sobre o que já vivemos até aqui. Acho que uma autoanálise é importante e a gente fazer esses movimentos assim de acho que eu tô indo num ritmo bom. Isso aqui me propôs e avancei. Isso aqui também acho que preciso olhar para aquela relação lá, para aquela outra questão lá. Talvez eu tenha que cuidar um pouquinho mais de mim. Eu acho que esse cuidado que se tem que ter com o tempo que nós temos aqui na Terra, que é um tempo precioso, não é? Então, a gente combinou um tempo na Terra. Algumas pessoas combinaram 20 anos, algumas combinaram 40, algumas combinaram 80, algumas combinaram 100, 110. Outros ficam 10 anos aqui na terra. Alguns vão ficar 5 anos aqui na terra. e outros vão ficar alguns meses. Então, o tempo para cada um é diferente, mas estamos aqui com
, algumas combinaram 100, 110. Outros ficam 10 anos aqui na terra. Alguns vão ficar 5 anos aqui na terra. e outros vão ficar alguns meses. Então, o tempo para cada um é diferente, mas estamos aqui com propósito. A gente precisa honrar, eu acho que é bem importante isso, honrar a oportunidade que nos foi dada e a confiança depositada em nós e no projeto reencarnatório que nós, a maioria de nós, assinou embaixo, salvo algumas exceções. Fantástico, Simone. É tão bom. Eu agradeço a participação desse irmãozinho, porque na realidade trouxe a importância que é eh não nos desapegarmos do nosso planejamento e sermos gratos, porque nós somos privilegiados de estarmos aqui nesse estágio eh na terra nesse momento, nessa hora. Tem uma outra participação também que eu não tenho como lançar, que é a seguinte colocação com uma afirmação. O apóstolo Paulo, em sua segunda carta aos Coríntios, no capítulo 4, versículo 16, pede que sejamos otimistas, confiantes e diligentes do bem. Porque enquanto o evoltório da carne se corrompe pouco a pouco, a alma imperecível se renova de modo a momento para vida imortal. Não quis Jesus ensinar que devêsemos ser negligentes e com relação ao futuro. No entanto, convidou-nos a vencer a inquietação, a preocupação exagerada, ou seja, a ansiedade. Então, ele traz uma colocação bíblica e traz, e eu acho que tem tudo a ver, né, que até você usou uma passagem bíblica e não só na tua passagem bíblica de Mateus, mas em Lucas, Provérbios, a Bíblia tá cheio de passagens. nos alimentando sobre eh sejais brando, meu amigo, sejais pacífico, né? Eh, o o os mansos eh serão eh eh eh serão chamados, né? Herarão a terra e os pacíficos serão chamados filhos de Deus. Isso quer dizer o quê? pacificação, ou seja, é o antagico de ansiedade. Mas eu queria que você comentasse, Simone, e essa é a nossa última participação aqui do dos nossos internautas, que eu deixo aqui a total agradecimento por essa participação, por essa envolvimento nesse tema tão a abrilhantador, porque é tão importante
a nossa última participação aqui do dos nossos internautas, que eu deixo aqui a total agradecimento por essa participação, por essa envolvimento nesse tema tão a abrilhantador, porque é tão importante pro nosso dia a dia. Mas eu queria sua colocação, por favor. Acho que nós temos que desenvolver o o estratégias para colocar em prática o como, né? E às vezes a gente vai ter que ajudar as pessoas. A minha fala hoje é muito no sentido de trazer informação para que a gente possa ser mais empático, viu, Andreia? Queridos e queridas, porque eh só dizer assim: "Olha, te acalma não é acolhedor, não é? Como é que alguém se acalma?" Que foi a pergunta que não é que o Luiz fez assim: "Como? Então eu posso, como eu posso te ajudar? como é que eu aprendo a me acalmar, né? Então assim, olha, o o tem que a gente ouve toda hora, então a gente precisa se concentrar no como? Como? Por isso empatia é importante. A gente informa, a gente diz que ninguém é de propósito. As pessoas em algum momento foram atravessadas por alguma dor e estão com dificuldade de se desvencilhar delas. Em algum momento não aprenderam a serem seguras, pelo contrário, não é? A, o nosso sistema nervoso, ele atua para nos proteger. Se ele lança a mão dessa estratégia, é porque ele sente que tá em perigo. Isso é na natureza. Nós somos mamíferos. E aí só olha outros mamíferos aí pela natureza que a gente vai se dar conta disso. Se sentiu ameaçado, a gente vai responder. Isso não é nosso sistema autônomo entre ação. Antes mesmo, né? Eu senti o uma explosão. Antes mesmo de ver a explosão, o meu corpo todo já estremeceu. Eu não precisei ver, tá? Eu ouvi. Então, eh, a gente informa para ajudar as pessoas a serem mais empáticas umas com as outras. O tem que tá cheio por aí. Se a gente pegar rede social, vamos pegar várias literaturas, tem que tem que tem, tem que tem que Mas como como é que eu digo para uma criança: "Olha, você tem que ficar quieta, para de chorar, se acalme. Eu preciso chegar nessa criança. Vem aqui, vamos fazer junto. É assim que
em, tem que tem que Mas como como é que eu digo para uma criança: "Olha, você tem que ficar quieta, para de chorar, se acalme. Eu preciso chegar nessa criança. Vem aqui, vamos fazer junto. É assim que funciona. Eu sei que você tá com medo, eu sei que você tá com raiva, eu sei que você tá frustrado, você queria uma coisa, não aconteceu. Com adulto também é assim. Às vezes quer umas coisas muito loucas e não acontecem, porque não é assim que a vida funciona. Ela não tá aí para dar conta dos nossos caprichos. Daí a gente quer dar amor em todo mundo. Aí não pode dar amor em todo mundo. A gente vai acalmando a criancinha ensinando como. Então a gente precisa se deter no como, né? A gente tem deve se deter no como. Como é que faz isso? Então na prática, como é que é isso? Eu pergunto muito pras pessoas. Então a gente vai filosofando. Eu acho bonita a filosofia, não é? Tem muitas questões, muitas orientações, mas às vezes eu tô diante de uma pessoa que não teve repertório, não foi letrada naquilo e nós não somos letrados em em gestão de emoção. Cai entre nós. A gente vai aprendendo meios trancos e barrancos com a evolução, com as muitas existências, não é? O que salvo uma ou outra família, a maioria não sabe lidar com os destemperos de uma criança, de um adolescente. Cala a boca e vai pro quarto. É assim que às vezes as pessoas, né, resolvem a questão. Cala a boca e vai pro quarto. Então, olha o que eu sinto não é relevante. Então, não posso sentir. Então eu como eu não aprendi em algum momento a ter repertório para lidar com as minhas emoções ou com os conflitos que eu tenho e agora eu preciso encontrar um chão seguro para fazer isso. Então a casa espírita pode ser esse chão seguro, espiritismo pode ser esse chão chão seguro, a família deve ser esse chão seguro, porque nem todo mundo vai paraa casa espírita, mas todo mundo chega numa família. Então, o compromisso da família em ofertar, em dizer, é assim que a gente maneja, é assim que a gente lida com isso. Então, nós teremos um desafio
raa casa espírita, mas todo mundo chega numa família. Então, o compromisso da família em ofertar, em dizer, é assim que a gente maneja, é assim que a gente lida com isso. Então, nós teremos um desafio muito grande de ensinar, não é? A gente precisa ensinar como é que faz isso, então. E aí a gente vai mudando o mundo, vai mudando a atmosfera e vai mudando as nossas relações. Não sei se eu consegui responder. Não, foi foi fantástico. E volto a dizer, isso na psicologia, isso na sociologia, na antropologia ou nos iletrados. Estamos. E aí eu volto a dizer o homem integral da Joana de Angângelo, que ela faz uma reflexão que diz que o problema da sociedade, do mundo hoje gira em torno da desumanização das dos dias atuais. A gente não dá tempo pro outro, educação positiva, a gente não dá acolhimento, a gente não tem empatia, a gente se sente soberbo com os nossos conhecimento, a gente se sente mais do que o outro, né? A gente tá sempre acelerado, sem se indignar com o que tá passando, com o que acontece no nosso cenário. A gente vive um mundo midiático que acaba acelerando o nosso cérebro, mas paralisando a nossa alma em crescimento emocional, espiritual. A gente tá vivendo hoje um dia que a gente não lembra de fazer uma pergunta pelo que estou ansioso, pelo que estou sentindo isso, porque a gente não tá encontrando espaço dentro de um dia atribulado de autoacoler, de autoconhecer. Então, Simone, quando tu traz essas maravilhas, lógico, com a tua bagagem técnica, que automaticamente é uma das ciências mais para mim elevadoras e apoiadoras fora do espiritismo, que é psicologia, que é na realidade esse entender desse homem, desse ser que chega com conflitos existenciais, como a Joana traz no livro muito bem, né? com conflitos que ele traz e que ele acaba exercendo através de medos, através de insegurança, através de baixa estima, através de encontrar sempre alguém que o sobrepuja e ele ali precisa olhar para uma Simone e dizer: "Ah, eu não me sinto seguro de entregar um projeto pro meu
de insegurança, através de baixa estima, através de encontrar sempre alguém que o sobrepuja e ele ali precisa olhar para uma Simone e dizer: "Ah, eu não me sinto seguro de entregar um projeto pro meu chefe". E aquilo acelera a pessoa de uma tal maneira. Então, é a gente não banalizar e não tornar a escala aquilo que é maior ou menor, mas aquilo como é pro nosso irmão. O que que é para Simone aquela dor, a ruptura de um ente querido que desencarna mesmo conhecedor da palavra espírita? Então eu acho que a gente tem que sair dessa classificação pessoal e nos colocarmos no lugar do outro irmão, fazer ao outro aquilo que nós queremos, mas vivemos um processo de desumanização. É mais fácil ploriferarmos, como o evangelho diz, não seja voz causa de ploriferar o mal ou um boato ou uma fala, mas é mais fácil a gente lidar com ploriferar o que talvez reverbera de forma negativa do que reverberar amor, acolhimento, simplicidade, humanidade, irmandade. Então, a tua fala e como eu falei, o tema é amplo. Eu agradeço pelas tuas dicas também, porque eu faço muito isso nas minhas falas. Alguns indicativos que são caminhos, que eu digo terrenos, seja caminhar, respirar, refletir, meditar, orar, seja se olhar, mas mecanismos concretos que a gente consegue dar pro outro. irmão, assim, ó, não tô te dando fórmula de bolo, não é caixinha eh de bolo pré-pronto, mas vamos com calma caminhar junto, né? Você sabe que o maior erro que eu vejo na sociedade, eu pergunto para ti, tá tudo bem, Simone? É óbvio que eu não tô te dando espaço nem para tu dizer que tá mal. Você vai dizer: "Tá tudo bem". Porque enquanto a pergunta deveria ser: "Como você está, Simone?" E aí te dá espaço. Mas quando eu faço essa segunda pergunta, eu sei que eu vou ter um espaço de tempo, que eu vou ter que dar 2 minutos paraa Simone, porque talvez ela vai dizer: "Ah, eu até tô bem, mas a minha mãe, a minha irmã, meu, né, meu, meu trabalho e eu não quero ouvir, né?" né? E eu acho que esse processo, como eu coloquei, dessa desse
ne, porque talvez ela vai dizer: "Ah, eu até tô bem, mas a minha mãe, a minha irmã, meu, né, meu, meu trabalho e eu não quero ouvir, né?" né? E eu acho que esse processo, como eu coloquei, dessa desse imediatismo que queremos solução para tudo, dessa ISO 9002 que a gente tem que ser, né, que a gente tem que tá com um um standart premiado para paraa mãe, para filho, para vizinho, para profissional, para amigo, pro paraa casa espírita, nossos trabalhos. Então é uma exigência muito grande que acaba eando na gente, lógico, uma aceleração e uma ansiedade e um transtorno muito forte, porque a gente acaba nunca conseguindo atingir. E aí vem, como a Joana fala, as frustrações, porque você cria expectativa e vem as frustrações. Então, muito obrigado. Agradeço aqui. Eu deixo um agradecimento carinhoso a todos os irmãos que falaram conosco, ó, São José, São João del Rei, tão gente aqui de vários lugares que estão acompanhando a gente, de Campinas, São Paulo, São Paulo capital, eh grande Florianópolis, São José, gente, muito obrigada por todo o carinho. É um tema bastante importante. Eu acho que deu para perceber isso com a tua enquete, né? Obrigada a todos que de forma direta, indireta, tão aqui conosco escutando a Simone e avise os amigos, olha, vai ficar na nossa playlist para poder escutar essa palestra que muito conteúdo traz de alavancamento, de bálsamo para poder dar essa sanidade paraa nossa vida e até para que a gente possa também não se sentir o único, porque nós não somos o único a estarmos ansiosos nesse esse mundo, eh, com essas atualidades. Então, aqui eu finalizo o nosso trabalho, vou fazer alguns avisos para vocês e quero convidar por que vocês a, no caso, possa estar eh semana que vem, no dia 13/04, no domingo que vem, mais uma edição do Secal e Foco com a nossa convidada, a Lis Rajabi, com o tema A visão de Deus. Eu não sei se o Luís vai colocar pra gente aí o folder dela, mas ela vai tá trazendo pra gente a visão de Deus. Então que tenhamos aí a participação, que semana que vem
bi, com o tema A visão de Deus. Eu não sei se o Luís vai colocar pra gente aí o folder dela, mas ela vai tá trazendo pra gente a visão de Deus. Então que tenhamos aí a participação, que semana que vem estejamos junto. Agora meu irmãozinho colocou. Gratidão, meu irmão. Tá aqui, ó, a visão de Deus com a nossa irmã Lis Maria Rachabe. Contamos com a presença de vocês no domingo que vem. E aqui eu já deixo meu agradecimento, como eu já falei, para todos que estão aqui. Simone, passa agora para você fazer um feche do teu trabalho e, se possível, pediria para que você fizesse a prece final para todos nós aqui. E um boa noite aí para vocês. Daqui a pouco eu volto só para dar um um tchau. Queridos e queridas, eu quero agradecer a oportunidade dessa hora. eh parabenizar o SECAL que se mantém firme na divulgação da doutrina e espalhando aí esclarecimento de consolo por esse mundo, não é? Porque a internet tem essa essa missão de levar sem fronteiras, conhecimento e esclarecimento. Eu espero que cada um possa utilizar da melhor maneira possível eh as informações, as dicas que foram colocadas aqui, não é? como nós dissemos, não é uma receita de bolo de fato, mas tem conteúdo que pode auxiliar de alguma maneira a gente a viver melhor ou a conviver melhor com aqueles que porventura estão no nosso caminho e que tem uma ansiedade às vezes diferente dessa que Joana nos propõe, não é? que é a natural do dia a dia, a expectativa, aquele friozinho na barriga, né, que que nos coloca em movimento. Então, a ansiedade que nos paralisa, ela precisa ser olhada com mais atenção. não tem uma receita, mas tem um desejo muito sincero de que a gente possa se instruir, buscar informação que nos ajude a sermos espíritos melhores em trânsito na Terra, que nos oferece um corpo, como nós dissemos, extraordinário, mas também ao mesmo tempo complexo. Então, nesse momento, nós vamos propor, um, aproveitando esse fechamento, esse momento de entrar no nosso quarto íntimo, como propôs Jesus no sermão do monte, nós
, mas também ao mesmo tempo complexo. Então, nesse momento, nós vamos propor, um, aproveitando esse fechamento, esse momento de entrar no nosso quarto íntimo, como propôs Jesus no sermão do monte, nós vamos pedir que cada um que se sentir à vontade possa fechar os seus olhos e ao fechar os olhos também possa colocar a mão no peito. não é um um um rito de oração, mas é uma oportunidade que a gente tem de ofertar calor e segurança para o nosso ser. Então, a mão no peito dá essa sensação de segurança. Então, é importante às vezes num momento de maior ansiedade que a gente possa fazer isso. Põe a mão aqui no peito, no centro do peito. Respira puxando o ar por 3 segundos e solta enquanto conta sete. Isso é um exercício de regulação emocional. Os mais ansiosos talvez não consigam fechar os olhos e tá tudo bem. Mas é importante que a gente respire devagar e solte também devagar o ar, tomando contato com aquilo que a gente sente, porque a gente não precisa ter medo de sentir, sentir que nos torna humanos. Então, nesse momento, a gente vai fazer essa conexão com o nosso mestre Jesus, imaginando ele nos abraçando, nos dando a segurança que a gente precisa para seguir adiante. Vamos imaginar ele luminoso, não é? amoroso, acolhedor, nos transmitindo todo o amor que ele carrega no seu ser, todo o amor do nosso pai que ele transmite para nós nesse momento. Preenchidos deste amor, nós vamos também ofertar o nosso planeta. Nós vamos a todos os nossos afetos que nós sabemos precisam nesse momento de um alento, de um refrigério, de um estímulo para seguir adiante. Na certeza de que a gente recebeu muito, nós vamos agradecer aos mentores espirituais do Secal que coordenam esse trabalho e aos nossos benfeitores, os nossos anjos guajonas, por serem incansáveis. nos inspirando o melhor caminho sempre. Muita gratidão. Que assim seja. Muito obrigado. Aqui dou boa noite a todos os internautas que até aqui acompanharam, participaram, perguntaram e espero como a boa obra de divulgação da doutrina que cada um possa levar
ue assim seja. Muito obrigado. Aqui dou boa noite a todos os internautas que até aqui acompanharam, participaram, perguntaram e espero como a boa obra de divulgação da doutrina que cada um possa levar paraos seus lares e instruí-vos e praticai. É o que desejamos. Uma boa noite a todos. Всё.
Vídeos relacionados
[CEECAL] XI Seminário Espírita Catarinense - Simone Ferreira
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Simone Ferreira
#111 Mulheres Inspiradoras | Clube de Leitura
FEBtv Brasil · Lusiane Bahia, Simone Ferreira, Renata Barros
#115 Evangelho Redivivo | Clube de Leitura
FEBtv Brasil · Lusiane Bahia, Simone Ferreira, Renata Barros
#112 Mulheres Inspiradoras | Clube de Leitura
FEBtv Brasil · Lusiane Bahia, Simone Ferreira, Renata Barros
#119 Evangelho Redivivo | Clube de Leitura
FEBtv Brasil · Lusiane Bahia, Simone Ferreira, Renata Barros
#120 Família à Luz do Espiritismo | Clube de Leitura
FEBtv Brasil · Lusiane Bahia, Simone Ferreira, Renata Barros
#121 Família à Luz do Espiritismo | Clube de Leitura
FEBtv Brasil · Lusiane Bahia, Simone Ferreira, Renata Barros
#77 Evangelho de Jesus, roteiro de nossas vidas! | Espiritismo Ontem e Hoje
FEBtv Brasil · Geraldo Campetti, Arthur Valadares, Natália Zagonel, Simone Ferreira