[CEECAL EM FOCO] A Nova Era - Carlos Campetti
Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 232 Expositor: Carlos Campetti Tema: A Nova Era Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 16/11/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Portal da Luz - 14ª Ure - Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal #maysebraga #rossandroklinjey #jorgeelarrat #aneteguimaraes #paraviver #autoajuda #relaxar #meditar #tranquilizar #reflexão #toxico #frustracoes #inveja #disciplina #pensamento #ansiedade #espiritas #evolucao #espiritual #esclarecimento #emmanuel #palestraceecal #shortsceecal
Boa noite, sejam todos bem-vindos ao programa SECAL em Foco, uma produção SECAL, Centro de Estudos Espírita Caminho da Luz. O SECAL não é um centro espírita, mas uma instituição há 18 anos divulgando a doutrina espírita, localizado em Florianópolis, Santa Catarina. Agradecemos aos internautas que nos assistem pela TV CCAL. Não deixem de dar o seu like e se inscrever no canal para que nós possamos divulgar melhor essa doutrina. Web Rádio Fraternidade, Iges, Instituto Goiano de Estudos Espíritas, FEC, TV Santa Catarina. 14ª URE, Florianópolis, Santa Catarina, Espiritismo e Mediunidade e Rádio Portal da Luz. Hoje temos como nosso convidado Carlos Campete, estará abordando o tema a nova era. Boa noite Carlos, seja bem-vindo ao programa secal em Foco. É uma satisfação tê-lo conosco. >> Boa noite. Boa noite, Valimar. Nossa saudação fraterna, você que está acompanhando este momento. Uma satisfação imensa estarmos juntos aqui. >> Com certeza. Um belo trabalho da divulgação dessa doutrina de amor, né, Carlos? É um trabalho que a gente faz de todo coração, com certeza, né? Bom, nós temos o Carlos Campete, é o nosso, né? Ele é o vice-presidente de unificação da Federação Espírita Brasileira. Administra em colegiado o Centro Espírita Sem Fronteiras em espanhol e português, com todas as atividades virtuais. tem grande atuação na divulgação do espiritismo em vários países. Como escritor escritor, contribuiu com a FEB editora, com a publicação Trabalho mediúnico desafios e Possibilidades. Informamos aos nossos internautas que as perguntas formuladas no chat serão respondidas no final da apresentação, que com certeza será uma bela apresentação, mas nós não poderemos deixar de começar agradecendo a espiritualidade que nos permite estar aqui reunido, a Deus, a Mestre Jesus, que sempre nos assiste e sempre nos protege, nos dá apoio em todas essas atividades, nessa divulgação. Agradecidos que somos, dizemos: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu
os assiste e sempre nos protege, nos dá apoio em todas essas atividades, nessa divulgação. Agradecidos que somos, dizemos: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita, pai, a tua vontade aqui na terra assim como é feita nos céus. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoe as nossas dívidas, na medida que devemos perdoar as nossos devedores. E não nos deixeis cairmos em tentações, mas livrai-nos de todos os males. Que assim seja. Carlos, passo para ti a palavra para que possamos dar início aos nossos trabalhos. >> Muito obrigado, Valimar. Bom, nós temos esse tema nova era e procurar eh nos orientar pela eh codificação espírita. Naturalmente, Allan Kardec na revista espírita de outubro de 1866 e no capítulo 18 de A Gênese, ele examina o assunto: "São chegados os tempos" e lá na Gênesis ele vai colocar dois subtítulos nesse capítulo, que é o último da Gênesis, o capítulo 18, sinais dos tempos e a geração nova. E nos sinais dos tempos, ele examina os indicativos da chegada da era da regeneração. E no a geração nova, ele argumenta sobre a transição de uma geração antiga para outra que chega de mundos superiores à Terra. Na revista espírita de dezembro de 1863, ele coloca um artigo chamado período da de luta e ele vai falar dos períodos do espiritismo nesse artigo e vai desenvolver essa ideia então da chegada da regeneração da humanidade. E nós vamos tentar juntar tudo isso aqui no nosso comentário. O assunto é bastante vasto. Se você tiver perguntas, dúvidas, coloque no chat para que a gente depois no final aí possa conversar um pouquinho. Então, nós vemos que, eh, segundo a orientação da espiritualidade, Kardec registrou isso, são chegados os tempos, são chegados os tempos da humanidade adentrar o período da regeneração. E em que sentido nós devemos entender essas palavras proféticas? pergunta Allan Kardec no artigo que escreveu na revista espírita e lá na Gênese. Para os incrédulos, diz ele, nenhuma importância tem isso.
que sentido nós devemos entender essas palavras proféticas? pergunta Allan Kardec no artigo que escreveu na revista espírita e lá na Gênese. Para os incrédulos, diz ele, nenhuma importância tem isso. É como uma crença poeril, sem fundamento nenhum, porque eles não acreditam. Então, para eles, isso não significa nada. Para a maioria dos crentes, essa ideia, não é, de são chegados os tempos é algo místico, sobrenatural, parecendo-lhes inclusive prenunciadoras de uma subversão das leis da natureza. Eh, há muita crendice, né, essa questão eh que envolve a a religião. E essas duas posições, segundo Allan Kardec, são errôneas. As duas estão equivocadas. A primeira porque nega a providência, né? Não acredita, não aceita nem que existe Deus, nem que existe a providência. Está equivocado isso. E a segunda é essa aqui de que não é parece que vai subverter as leis naturais, essa coisa toda. Eh, na verdade as palavras elas anunciam o cumprimento das leis da natureza e não a derrogação dessas leis da natureza. E Kardec vai seguir comentando que tudo na criação é harmonia e revela a previdência. Então o que ocorre tem uma razão de ser na marcha do conjunto, não é, de toda a humanidade. Tudo que existe está submetido a à lei do progresso. Nada está fora da lei do progresso. O planeta está evoluindo e os seres que habitamos o planeta também estamos evoluindo. Vou dar só um exemplo. Olha o planeta como era lá no passado. Houve um período inclusive identificado claramente, não é, pela geologia e aí tá consta, né, faz parte da nossa história, em que não havia seres humanos no planeta. O planeta não tinha condições de abrigar seres humanos, era um planeta incandescente. Então ele foi evoluindo, foi, não é? as condições se foram dando e até chegar o momento em que foi possível o surgimento dos seres orgânicos, não é, na nesse mundo. E com o processo da evolução, nós vamos ter o que nós temos hoje. Então, eh nós vemos que há o progresso do planeta e o progresso dos seres. E o progresso dos seres que estão no
não é, na nesse mundo. E com o processo da evolução, nós vamos ter o que nós temos hoje. Então, eh nós vemos que há o progresso do planeta e o progresso dos seres. E o progresso dos seres que estão no planeta, ele se dá em dois sentidos, no campo físico e no campo moral. E quando os seres que habitam o planeta avançam no processo moral, não é? Então também o planeta ele avança, porque a humanidade que vive no planeta é que dá a condição, a característica do planeta a partir do momento em que surgem esses seres aqui no planeta, em que nós surgimos, podemos colocar assim, não é? Então tudo está submetido a essa lei de progresso. O próprio planeta e os seres que estamos habitando o planeta, estamos progredindo. O exemplo que eu queria colocar é quando eu nasci, eu nasci em 1958 de olhos fechados. Hum. Menos de 7 anos depois, nasceu meu irmão mais novo, o Geraldo Campete, que muita gente conhece. Ele nasceu de olhos abertos e a partir dali as crianças praticamente todas já começavam a nascer de olhos abertos. Então nós vemos que só nisso aí já tem um progresso. E quem estudou a respeito de educação deve ter ouvido falar ou deve ter lido sobre Piag, principalmente quem trabalha com a evangelização. Lá nos tempos passados a gente estudava Pag e Piagê falou das etapas do desenvolvimento da da infância até chegar na na adolescência, na puberdade, na na juventude. E as descrições que ele faz para as crianças no período de 7 anos aproximadamente das operações concretas estão acontecendo com as crianças mais ou menos com 5 anos hoje. Isso indica que está vendo progresso. E a espiritualidade informa Allan Kardec que quanto mais evoluído o planeta, menor é o período da infância no planeta, mais rapidamente os seres se adaptam e se desenvolvem. Então nós estamos avançando e esse progresso ele se dá de duas maneiras. Kardec examina isso nesse artigo que a gente tá vendo aqui na Gênese. Uma forma de avançar é lenta, gradual, insensível, não se percebe, não se consegue ver dentro de uma
o ele se dá de duas maneiras. Kardec examina isso nesse artigo que a gente tá vendo aqui na Gênese. Uma forma de avançar é lenta, gradual, insensível, não se percebe, não se consegue ver dentro de uma geração, às vezes nem dentro de duas gerações, ao longo do do da história que a gente nota esse avanço. E a outra, ele diz que se caracteriza por uma por mudanças bruscas. Chega o momento e acontece. Então, quantas particularidades desse processo, não é, desse progresso do planeta e da humanidade, quanto as particularidades, o livre arbítrio dos homens, ele pode interferir. Mais no conjunto, quando chega o momento do progresso geral do planeta, dos seres, do próprio planeta, então o progresso aí ele é fatal, ele vai acontecer porque estão sujeitas às leis. Ele pode acontecer de forma parcial e pode acontecer de maneira geral, acontecendo toda a humanidade. Então, há eh a gente nota que há certas civilizações que avançam e ao longo da história avançaram mais que outras, não é? Então aquele avanço é mais localizado, mais particularizado para aquela para aquela sociedade. Mas quando chega o momento da humanidade inteira avançar, então também isso acontece. E nesse processo do avanço, seja parcial ou geral, da comunidade, da sociedade, da população, o livre arbítrio do homem, ele não pode interferir, porque aí então é uma definição da própria lei divina. No livro dos espíritos, na questão 781, nós vamos encontrar pergunta de Kardec sobre isso. Tem o homem o poder de paralisar a marcha do progresso? E a resposta é não. Mas tem às vezes o de embaraçá-la. Então pode embaraçar, quer dizer, pode provocar um atraso, mas não impedir. E aí na 781A ele diz que o progresso é uma força viva, pobre daquele que queira interferir com o progresso, porque se ela levado de roldão, arrastado na correnteza do progresso. A humanidade progride. E isso é uma lei e é uma lei de Deus, nosso pai. Então tudo avança, por mais lento que pareça, tudo vai avançando, o progresso vai acontecendo. Os homens têm
nteza do progresso. A humanidade progride. E isso é uma lei e é uma lei de Deus, nosso pai. Então tudo avança, por mais lento que pareça, tudo vai avançando, o progresso vai acontecendo. Os homens têm progredidos em ciência técnica. Imagina quando eu fiz a universidade nos anos 70 na comunicação, o professor um dia disse que a gente tinha que ler McLurhan. E Murhan afirmou naqueles anos 70, quando estava surgindo a televisão, havia o rádio, mas a televisão tava surgindo, tava se popularizando a televisão, não é? Naquele período. Ele disse que a a o planeta era uma aldeia global. Imagina hoje com a internet como é que seria, não é? Era uma aldeia global, ele colocou. Então, nós vemos que há muito avanço da ciência, da técnica no campo, não é, da comunicação. Há um avanço impressionante. Inclusive no campo da medicina, tudo vai avançando. Agora tem alguns aspectos que nós temos que cuidar. Kardec comenta por orientação dos espíritos, resta para nós, os habitantes do planeta, fazerem que entre si reinem a caridade, a fraternidade, a solidariedade, que lhes assegure o bem-estar moral, porque nós ainda temos muita dificuldade no campo moral. É uma luta ainda. Hoje uma amiga trabalhadora, dedicada, ela estava falando comigo e dizendo: "Ai, de vez em quando me assalta uma tristeza, vem não sei da onde, eu digo: "Olha, a gente tem que estar muito atento, porque acontece com qualquer um de nós. Um dado momento, estava até comentando com a com a com a com a minha esposa, né, que num dado momento parece que vem aquele sentimento esquisito de inutilidade. Digo, da onde tá vindo isso, meu Deus do céu, a gente tem que prestar atenção da nada, porque os nossos irmãozinhos das trevas, eles estão aí perturbados, desorientados, eles estão vendo que o progresso acontece, eles estão e é um é uma luta tremenda, querem impedir. Mas muitos hoje já se deram conta num trabalho mediúnico. Um espírito se manifestou muito revoltado e o dialogador começou a falar para ele que estava chegando o
m é uma luta tremenda, querem impedir. Mas muitos hoje já se deram conta num trabalho mediúnico. Um espírito se manifestou muito revoltado e o dialogador começou a falar para ele que estava chegando o período da regeneração e o espírito interrompeu, disse: "Tá me chamando de burro?" Aí o o dialogador disse assim: "Não, não, que isso, muito respeito, de maneira nenhuma, eu só tô querendo esclarecer". Ele disse assim: "Não precisa me esclarecer sobre isso, não. Nós já sabemos que a regeneração vem aí, que não tem outro jeito. A nossa questão agora não é impedir mais a regeneração. A nossa questão é quanto é quantos nós vamos levar conosco para onde nós vamos. Então agora a nossa questão é essa, é quantos nós vamos levar conosco para onde nós vamos. Então eles já sabem que eles terão que sair do planeta, não é? E nós estamos nessa luta. O bem-estar moral é uma conquista. E nós trazemos as nossas questões do passado que estabelecemos uma sintonia quase automática com essas vibrações ainda negativas que a gente precisa aprender a superar. Esses dias um espírito estava me perturbando, entrou dentro da minha casa me perturbando e me enchendo a minha cabeça. E eu então disse para ele: "Meu irmão, presta atenção, meu irmão, isso que você está aí comentando, sugerindo, não vai acontecer, não vai, porque eu não posso mais permitir isso. Não é mais tempo disso." Será que você não está se dando conta que chegou a hora, não é, da gente fazer uma renovação, não é? Eu te convido, vamos aqui ao esforço junto pra gente melhorar, para tr. E na hora que eu falei isso, ele não falou, mas eu senti o pensamento dele de medo da reação dos amigos, dos parceiros, que iam depois pegar ele, não é? E aí na hora que ele pensou isso, eu digo assim: "Eu captei o seu medo, a sua preocupação, né, meu irmão? Só que você está fazendo justamente isso comigo. Eu já fui do bando, tudo bem lá no passado, mas agora não quero mais. E você tá aqui me perseguindo em nome desses sujeitos que vão depois te perseguir também. Mas você também não
tamente isso comigo. Eu já fui do bando, tudo bem lá no passado, mas agora não quero mais. E você tá aqui me perseguindo em nome desses sujeitos que vão depois te perseguir também. Mas você também não ficará desamparado, não. Você acha que eu tô sozinho? Eu não tenho anjo da guarda que me ampara, não tem os bons espíritos também que vem inspirar e ajudar? Então você também será ajudado. Vamos lá, meu irmão. Chegou a hora, saiu e se mandou. foi embora. Maior medo. Passado uns dias, de repente me veio um sentimento esquisito lá do fundo. Aí eu digo assim: "Olha, que que é isso?" Orei, passou aí, passou mais um tempo, lá veio o sentimento de novo. Eu falei: "Ih, caramba, mudaram o sujeito, botar mandar o outro. Esse aqui não tá tentando trabalhar meu pensamento, tá querendo manipular o meu sentimento para eu me sentir mal. para eu sentir que não vale a pena. Digo, gente, olha que coisa com que nós estamos lutando. Então, olha, o espiritismo esclarece isso tudo e Kardec vai dizer nesse texto, eh, que não será com as crenças e as instituições antiquadas, resto de outra idade que nós vamos conseguir superar essas dificuldades. Não é, não é com a crença do diabo que nós vamos superar isso. O diabo não existe, não é? O que que é o diabo? Senão nós mesmos quando nós estamos fazendo o mal, nos afastando da lei divina. Então, somos todos irmãos numa luta tremenda para conquistar o progresso. Então, eh, não é mais uma questão somente de desenvolver a nossa inteligência hoje, mas de elevar o nosso sentimento. E olha como é, se eles vem que estão tentando trabalhar aqui no no pensamento e não conseguem, eles vão tentar lá no sentimento. estabiliza o sentimento da criatura e a gente fica assim com sem o pé no chão, com dificuldades. Então, para que a gente desenvolva os nossos sentimentos, é preciso destruir o que incentiva o egoísmo e o orgulho. As duas grandes chagas da humanidade, nós temos que trabalhar aí é um período de mudança geral em tudo e vai haver reações naturais, não é? a nossa própria
truir o que incentiva o egoísmo e o orgulho. As duas grandes chagas da humanidade, nós temos que trabalhar aí é um período de mudança geral em tudo e vai haver reações naturais, não é? a nossa própria imperfeição reagindo, não é, naquele status qu, na acomodação que a gente já está acostumado com ela. Então, surge uma nova geração de espíritos que vem de outros planetas para auxiliar o progresso aqui. Mas olha que interessante, preste atenção nisso agora. Kardec diz também que fazem parte da nova geração os espíritos que no planeta estão acompanhando o progresso, estão avançando com a maioria para formar então efetivamente a nova geração, o dia que preponderar. E isso já começa a acontecer, porque as pessoas podem ainda não saber fazer o bem, mas o interesse pelo bem está aumentando. A gente pode dizer hoje que a maioria tem interesse no bem, ainda que não saiba como fazê-lo. E aí vem a luta. Tem que aprender a fazer o bem. Isso também é um exercício. Quando a maioria fizer o bem, então nós, não é? Estaremos com essa geração nova preponderando no planeta. Estamos caminhando para isso. Espíritos que vem de outros planetas e espíritos que estão acompanhando o progresso do planeta ficarão aqui. Aqueles que não acompanharam o progresso do planeta, eles terão que ir para outros mundos. Quem leu A Caminho da Luz sabe a história dos exilados de Capela que vieram paraa Terra, saíram do mundo onde já tinha internet, onde tinha tudo que nós temos hoje, era avançadíssimo. E vieram para o planeta no período da pedra polida, saindo da pedra lascada, entrando da pedra polida. mal tinha descoberto a roda, tava descobrindo na roda. Imagina a situação. Por isso a ideia do paraíso perdido que ficou registrado lá na Bíblia e que era um conceito não apenas dos hebreus, era um conceito de todos os povos daquela época. Nos registros mais antigos desses povos aparece essa ideia do paraíso perdido. Então nós estamos num período de mudança geral. Surge essa nova geração e o movimento é universal
os povos daquela época. Nos registros mais antigos desses povos aparece essa ideia do paraíso perdido. Então nós estamos num período de mudança geral. Surge essa nova geração e o movimento é universal no sentido do progresso moral. novos desejos e aspirações aparecem nesse movimento universal e vai nos levando para esse progresso realmente moral. E os desejos e aspirações são mais voltados para o coletivo, para a busca da fraternidade, da aceitação do outro, da compreensão das dificuldades alheias, o esforço de autosuperação. Então, uma nova ordem de coisas tende a estabelecer-se de maior valorização dos aspectos espirituais e a valorização devida dos aspectos materiais, porque também tem valor, não é menusprezar, não é? Porque a gente tá aqui nesse mundo para progredir utilizando os recursos do mundo, mas não é o único que existe, porque a gente reencarna e se entrega só os cuidados do campo material, perde a oportunidade, não é, de progredir espiritualmente. Esse balanço que a gente tem que fazer. Então esse tipo de essa nova ordem para se instalar, ela não pode dar-se sem comoções. É aquilo que é chamado de crise de crescimento. Então o planeta é convidado a entrar nessa nova etapa vibratória, mas é preciso que o povo o deseje e o busque. É preciso que as pessoas queiram. É a questão da maturidade, do sentido moral. E aí a pergunta que nós precisamos nos fazer, como é que eu estou diante disso? é o período de evoluir da juventude para a madurez, sair do período da rebeldia para o período não da conformação, mas da adequação do nosso esforço no sentido de obedecer a lei divina, de agir como ela nos propõe. Então, novas exigências vão aparecendo. Pode olhar para ver. Respeito social, solidariedade, mudanças nas instituições. A a questão da competição na educação é muito criticada. Já hoje já começa as escolas a se adaptar para um conceito mais de cooperação e não de competição. A educação vai ganhando outra dimensão devagarinho. Então nós como pais, como avós, devemos
riticada. Já hoje já começa as escolas a se adaptar para um conceito mais de cooperação e não de competição. A educação vai ganhando outra dimensão devagarinho. Então nós como pais, como avós, devemos procurar as escolas que valorizam a cooperação e não mais a competição. Então, a resistência das trevas, infelizmente, e faz parte do processo, porque é nesse atrito que a gente se burila, se aperfeiçoa e a gente vai limando, vai aperfeiçoando ainda mais e superando os obstáculos que nós mesmos criamos no passado e aí vamos nos aperfeiçoando e auxiliando os outros. E nesse esforço nosso de transformação, aqueles que ainda estão atrasados, que nos perseguem, às vezes, eles verão que é possível também. Então, nem todos os indivíduos estão sintonizados com a nova era. Ainda nem todos estão. Há os refratários, mesmo entre os inteligentes, não vão aderir por agora. Alguns boa fé, eh, estão convencidos de que não é assim, é por convicção mesmo, e outros por interesse. Interesse mesmo em manter o status qu, em manter o predomínio no campo material, em ficar projetando o ego. estão tão viciados nisso durante múltiplas reencarnações que seguem repetindo a mesma coisa e ainda preponderam, porque os ignorantes e maus, que se julgam muito inteligentes, eles se atiram, eles são afoitos e os bons se recolhem, então ainda predominam, não é? assumindo os campos da administração pública, da administração das grandes empresas, os campos da política e assim sucessivamente. Os meios de comunicação de massa ficam dominados por esses atribulados, perturbados, que às vezes não estão conformes, não aceitam a proposta dessa regeneração. Nós vamos ver que esses refratários eles agem conduzidos pelos irmãozinhos das trevas que estão no mundo espiritual, que traçam planos para atrasar o processo de evolução e que agora estão nesse esforço de, se possível fora, até os eleitos seriam tentados. Esse é o período. Então, se nós não formos vigilantes, a gente entra na onda do consumismo, na onda dos meios de comunicação de massa.
sse esforço de, se possível fora, até os eleitos seriam tentados. Esse é o período. Então, se nós não formos vigilantes, a gente entra na onda do consumismo, na onda dos meios de comunicação de massa. E aí passamos a agir como todo mundo na manada, como se fôssemos gado, seguindo, não é, o o o boiadeiro lá na frente que tá levando a gente para dentro do buraco. Então o cego que conduz outros cegos caem todos na ribanceira e a gente já não tem mais desculpas. Porque hoje, com todo o esclarecimento que nós temos, com esse compêndio magnífico que o Espiritismo recebeu, um dos maiores, para não dizer o maior, contêndio que a humanidade já recebeu de interpretação do Novo Testamento, nós não podemos alegar ignorância, não podemos dizer que nós não sabemos. Se a gente não sabe, é porque não quis aprender. E a responsabilidade está pelo fato de ser uma ignorância voluntária e não a ignorância de não saber por falta de oportunidade. Então, nós vamos ver que eh o Espiritismo tem uma grande contribuição para oferecer para a humanidade. Vamos examinar. Eh, a gente falou do do da revista espírita, dezembro de 1863, no artigo período de luta. E Allan Kardec vai falar dos períodos do espiritismo ali. Ele diz, ele publicou esse 1863 dizendo que naquele momento o espiritismo e a humanidade estava em pleno período de luta. E ele então vai dizer que o primeiro período do espiritismo e da humanidade em relação à descoberta da realidade espiritual é o período da curiosidade que começou, a gente pode deduzir, não é? E ele dá um indicativo que começou pelo fenômeno das mesas girantes, mas veio antes o fenômeno de Heidesville, os RS chamados RS, os barulhos, os ruídos. Foi ali que pela primeira vez uma uma jovenzinha, não é nada da família Fox, diz assim: "Senhor, pé grande, faça o que eu faço". E deu dois golpes e se ouviu dois golpes de resposta. Mas T se perguntou quem é que provocava aqueles ruídos? E foi o próprio fenômeno que respondeu: "Eu sou um espírito". E revelou que era o espírito do mascate
golpes e se ouviu dois golpes de resposta. Mas T se perguntou quem é que provocava aqueles ruídos? E foi o próprio fenômeno que respondeu: "Eu sou um espírito". E revelou que era o espírito do mascate que tinha sido assassinado na casa. Então, não foi alguém que pensou: "Ah, deve ser os espíritos que estão fazendo barulho". Ninguém pensou isso. Perguntou e o próprio fenômeno respondeu: "Eu sou um espírito". Através dos barulhos, os dos dos toques, que acabou se estabelecendo um código de comunicação, não é? Um golpe é não, dois golpes é sim, três golpes é A, quatro golpes é B. já já imaginou para formar as frases e as e as páginas. Então, mas era assim, depois foi aperfeiçoando, foi, não é? Então, esse é o primeiro período da curiosidade. Só que antes de cheg períodos, eu queria dizer para vocês a conclusão que eu cheguei meditando sobre esse assunto. Os períodos não terminam, eles começam e não terminam. começou em Heidesville os fenômenos da o fenômeno da curiosidade, depois se transformou em mesas girantes que alcançou a Europa. Das mesas girantes, então o fenômeno vai produzir todo um conjunto de ensinamentos dando origem ao período filosófico com o lançamento do livro dos espíritos em 1857. Mas o período da curiosidade continua. Hoje quando uma pessoa se aproxima, tem interesse, busca, ele está com curiosidade, ele tá procurando. Então se repete para as pessoas sempre, não é? no na descoberta esse período. Só terminará o período da curiosidade quando todos entenderem que Jesus, conforme está no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo dois, que Jesus falava da vida futura, porque se a gente não entende que ele falava da vida futura, a gente não consegue entender o que é a proposta do Novo Testamento. Então isso é colocado lá pro Kardec muito muito objetivamente para nós. Então, a humanidade precisa entender o que que é a vida futura. E a vida futura não é o céu inferno. Isso não existe. A vida futura é a continuidade de nós do outro lado, seguindo igualzinho como nós somos aqui.
manidade precisa entender o que que é a vida futura. E a vida futura não é o céu inferno. Isso não existe. A vida futura é a continuidade de nós do outro lado, seguindo igualzinho como nós somos aqui. Isso é o que o Espiritismo vai então nos ensinar. Quando inaugura então o período filosófico, a pessoa por curiosidade chega no centro espírita ou alguém conversa com alguém que empresta um livro para ela ou dá um livro e aí quando ela trava contato com os ensinamentos, ela entra no período filosófico do espiritismo. Só que aí Kardec vai dizer que em 1861, com auto de fé de Barcelona, 9 de outubro de 1861, se inaugurou o período da luta para o espiritismo e para a humanidade. Quando a pessoa descobre o espiritismo, ela começa a ler ou frequentar um centro, vem a reação da família, dos companheiros de trabalho, das amizades, das pessoas que não aceitam. companheiros da religião que ela tá, né, frequentando e que estranha que a pessoa tá virando virando espírita, como costumo dizer. Então começa esse período da luta para a pessoa, que é o período que estava vigente naquela época de 1861 e 63, era pleno período da luta. Mas há uma mensagem de Erasto muito interessante informando que esse período eh da luta, que era uma luta externa pela perseguição dos padres da igreja, perseguição do materialismo, estava se tornando em 1863 uma luta intestina, porque esses indivíduos descobriram que de fora eles não conseguiam acabar com o espiritismo, só ajudava a divulgar. Então eles estavam adentrando os centros espíritas para de dentro dos centros espíritas cavilar, propor assuntos como de política, de religião, desviar as pessoas da proposta. E o terceiro ponto que eles levam, o meu centro é melhor do que o seu. Você tem alguma dúvida quanto a isso? Que o meu centro é melhor que o seu? Então, ainda hoje isso continua acontecendo. Tem pessoas que vêm às vezes de boa fé para dentro do centro espírita e causam essas confusões querendo levar assuntos que não tem nada a ver, dificultando
Então, ainda hoje isso continua acontecendo. Tem pessoas que vêm às vezes de boa fé para dentro do centro espírita e causam essas confusões querendo levar assuntos que não tem nada a ver, dificultando a marcha, não é, do dos trabalhadores. E às vezes, porque é um oba de votação, de democracia, essas pessoas chegam à presidência dos centros espíritos sem nem ter conhecido Allan Kardec. sem conhecer de verdade qual é a proposta do espiritismo. Então, nós temos uma responsabilidade muito grande em relação a isso, de nos conscientizarmos de que as trevas não dorme de toca. Então, eh eh Manuel Flomeno de Miranda escreve a respeito dessa nova era, tem uma série de livros dele e há um livro em que ele coloca esse problema que os centros espíritas têm vivido dessas infiltrações de espíritos, de desencarnados e de encarnados para dificultar a marcha, provocando cisões dentro da casa espírita, jogando um centro contra o outro, jogando às vezes eh até instituições de de unificação do movimento movimento contra outra instituição de unificação de movimento às vezes. Então tem que tomar muito cuidado com isso aí, porque esse período da luta ele continua ainda hoje. Então, depois do período da luta, Kardec para aí no assunto, né? 1863, ele diz que vai surgir da luta um novo período, que é o período religioso, mas ele não diz quando ele começou. Nós podemos deduzir que foi em 1864 com o lançamento do Evangelho Segundo Espiritismo. Mas quando surge o Evangelho Segundo Espiritismo, as trevas reagem de uma maneira muito violenta na Europa. Logo depois da desencarnação de Allan Kardec, a França entra numa luta, numa guerra chamado franco-prciana. E logo depois nós vamos ver o surgimento da Primeira Guerra Mundial. E quando a humanidade começa a levantar a cabeça, vem a Segunda Guerra Mundial. E essa foi a maneira como os espíritos infelizes encontraram para abafar o viscejamento, desenvolvimento do período religioso na Europa. Mas os espíritos superiores sabiam disso. Eigraram a árvore do evangelho para a
eira como os espíritos infelizes encontraram para abafar o viscejamento, desenvolvimento do período religioso na Europa. Mas os espíritos superiores sabiam disso. Eigraram a árvore do evangelho para a América do Sul antes que as trevas pudessem atacar essa árvore. E ela foi vicejar na América do Sul, muito especialmente no Brasil, onde o período religioso do espiritismo se desenvolveu plenamente. E a pessoa então que está entrou pelo período da curiosidade, hoje foi para o período filosófico conhecendo o espiritismo pelos livros ou pelos estudos no centro espírita, ele entra no período da luta pelas reações da família, dos amigos, dos companheiros de trabalho, dos companheiros da religião. Ele acaba entrando naturalmente na no período religioso do espiritismo, não adotando propriamente ao espiritismo como religião, mas incorporando um sentimento de religiosidade na compreensão daquele que o ataca pela ignorância de não estar compreendendo o que ele começou a compreender. Isso lhe dá força para seguir na sua luta, no seu esforço de melhoria, de aperfeiçoamento espiritual. Depois do período religioso, Allan Kardec previu que viria um período intermediário, que receberia o seu nome no momento próprio. Ele não diz quando também. Nós temos desconfiança de que esse período se cumpriu, não mais na Europa, mas ele se cumpriu na América do Sul, muito particularmente no Brasil também. E possivelmente, possivelmente, isso é uma suposição, esse período começou com o surgimento da evangelização espírita infanto juvenil em 1919 na Federação Espírita Brasileira. Bem, esse período intermediário vai ser longo, vai conviver com o período religioso do espiritismo, porque o período religioso vai viscejar quando já estava começando o intermediário, também vai ter pujança nesse período. E esse período intermediário, ele vai se concretizar mais firmemente com os lançamentos dos programas de estudo, como o Evangelização Espírita Infante Juvenil, 1977, lançada pelo Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita
ele vai se concretizar mais firmemente com os lançamentos dos programas de estudo, como o Evangelização Espírita Infante Juvenil, 1977, lançada pelo Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira, o estudo sistematizado da Doutrina Espírita, mais tarde o estudo da mediunidade que já tinha surgido com COM no sul do Brasil e o desenvolvimento dos estudos outros como o estudo aprofundado. do estudo da obra básica e os estudos de André Luiz, de Joana de Angeles e assim sucessivamente. Esses estudos todos fazem parte do período intermediário, não é? A gente supõe isso, tá bem? Ninguém é obrigado a aceitar, fica aí para o arbítrio de cada um a examinar. Mas quando é que aconteceu, afinal de contas, o período da regeneração? Allan Kardec, nesse mesmo período sobre nesse mesmo artigo sobre o período da de luta ou da luta, ele vai dizer que depois do período intermediário viria o período da regeneração, que inauguraria o século XX. Hum. Kardec previu que a regeneração da humanidade iria começar no início do século XX. A pergunta que eu faço a você começou nesse período? Não começou nesse período, não é verdade? Mas a Kardec foi avisado, há uma mensagem que está publicado na Gênese, que diz o espírito que haveria uma reação das trevas e que provocaria um atraso de aproximadamente 100 anos. E a gente junta essas coisas e aí vai ver que o período da regeneração vai começar no início do século XX. E nós estamos agora no início da regeneração, no primeiro segundo do primeiro minuto da primeira hora da regeneração da humanidade. Portanto, é noite e nós estamos convidados a acender a nossa própria luz. Quem leu Voltei sabe do que nós estamos falando. Voltei. Quem não leu, leia. É o primeiro livro espírita escrito por espírito espírita destinado ao público espírita. Mas eu conheço gente que se tornou espírita porque leu esse livro. Então ele também é destinado a quem não é espírita. Mas o Frederico Figner, irmão Jacó, escreveu o livro, não é? Ele é espírito espírita, escreveu um livro
ue se tornou espírita porque leu esse livro. Então ele também é destinado a quem não é espírita. Mas o Frederico Figner, irmão Jacó, escreveu o livro, não é? Ele é espírito espírita, escreveu um livro espírita destinado ao público espírita. Esse foi o primeiro livro, outros surgiram depois que foi destinado para o público espírita. Todo mundo pode ler, não é? Mais foi destinado ao público espírita. E aí acender a própria luz. Um segundo do primeiro minuto, da primeira hora da regeneração. É meiaoite 1 segundo. É noite, portanto. E nós já não podemos mais ficar nos guiando pela luz alheia, porque Jesus veio aqui para que a nossa luz brilhasse. "Eu sou a luz do mundo," disse ele. E depois, vós sois a luz do mundo, que brilha a vossa luz. Nós temos a obrigação com humildade. Sem humildade não tem luz. A humildade é o pavio da luz, é o alimento da luz. De repente até o o azeite da luz ou é a energia da luz, se a gente quiser algo mais moderno, não é? Então a humildade é fundamental para que a luz aconteça. Então com humildade nós acendemos a nossa própria luz. Como é que acende a própria luz? Vamos ler voltei que a gente vai aprender com o irmão Jacó. O Espiritismo não cria a renovação social, diz Allan Kardec na Gênese. A madureza da humanidade que fará dessa renovação uma necessidade. O nosso tempo tá quase terminando aqui. Temos alguns minutinhos para fechar o assunto. Veio o espiritismo no momento em que podia ser útil, porque também para ele os tempos são chegados. Então esse comentário eh nós encontramos em Evandro Noleto, não é? Que é tradutor da obra de Kardec mais recentemente na na edição da FEB. Então o Espiritismo ele toca em todas as ramas do conhecimento dos discardec. Ele tem uma influência moralizadora, definidora para todos nós e evidencia as leis divinas. Todas as nossas ações têm consequências, inclusive a inação, porque nós fomos, estamos destinados a fazer o bem. E quando a gente não usa o tempo e o nosso conhecimento e os nossos esforços, a nossa energia para fazer o bem,
m consequências, inclusive a inação, porque nós fomos, estamos destinados a fazer o bem. E quando a gente não usa o tempo e o nosso conhecimento e os nossos esforços, a nossa energia para fazer o bem, então nós já estamos incorrendo no engano, estamos produzindo mal. O trabalho é fundamental. O espiritismo veio para combater o materialismo, descortina o futuro para todos nós, esclarece sobre a contribuição individual de cada um para esse processo e explica a função da fé. O que que é a fé para o Espiritismo? Não é simplesmente crença. Porque no Evangelho Segundo o Espiritismo está posto: "Crede em Deus". Mas sabendo por quê? O fé, a fé no espiritismo é uma fé raciocinada. A gente acredita, mas a gente sabe por que acredita. Então eu até faço uma brincadeira, porque um ateu chega em mim e diz assim: "Eu não creio em Deus". Eu digo assim para ele, eu também não. Aí ele disse assim para mim: "Ué, mas mas você é espírita, como é que você não crê em Deus? Você tá querendo me enganar?" "Não, não quero te enganar não. Eu também não creio em Deus." Uai, como é que é isso? Então, eu não creio em Deus porque eu sei que ele existe. Eu tenho convicção de que Deus existe. Eu não preciso crer. Então, é esse patamar que o Espiritismo nos convida. Eu me lembro aqui de José Jorge, a gente chamava ele do pequeno grande homem, está desencarnado, um trabalhador da FEB, que ajudou criar várias instituições em vários lugares do Brasil. E o José Jorge em 1994 foi o primeiro encontro internacional espírita feito em Miami, promovido pela Federação Espírita da da Flórida, nosso saudoso Benjamim, Benjamim Rodriguez. E nós estávamos lá para falar sobre o ESG e estávamos sentado na na primeira fila porque assim que o José Jorge terminasse a palestra dele, seria nossa vez de falar. E o José Jorge chegou lá, disse assim: "Vocês sabem que eu sou espírita e eu fui convidado aqui para vir falar sobre a reencarnação nesse encontro internacional de espíritas. Mas eu quero deixar claro desde o começo que eu não creio na
im: "Vocês sabem que eu sou espírita e eu fui convidado aqui para vir falar sobre a reencarnação nesse encontro internacional de espíritas. Mas eu quero deixar claro desde o começo que eu não creio na reencarnação. Tinha umas 300 pessoas no salão. Eu até olhei para trás, foi um ohó". E ele disse assim: "Calma, ninguém me joga ovo podre nem tomate podre. Deixa eu explicar. Eu realmente sou espírita. Eu tô aqui para falar da reencarnação, mas eu não creio na reencarnação. Sabe por que eu não creio? Porque eu sei que ela existe. Então é dessa convicção que nós estamos falando que o espiritismo gera em nós, não é? Vejo que tem várias perguntas, nós já estamos passando. Então o espiritismo ele esclarece, não é, para a gente o que é que nós somos, de onde nós viemos, por nós estamos aqui, para onde é que nós vamos. Então, em conclusão, somente o progresso moral pode assegurar aos homens a felicidade na Terra, comenta Allan Kardec nesses a nova era. Os tempos são chegados. Como é que isso vai acontecer? Refreando as paixões más. Porque tem paixões que são boas, né? refriar as mass pode fazer que entre os homens reine a concórdia, a paz e a fraternidade. E a fraternidade é a pedra angular da nova ordem social. A fraternidade é a pedra angular da nova ordem social. Você sabe o que é uma pedra angular? É a pedra que sustenta o edifício no passado, né? a pedra principal colocada estrategicamente. E então essa pedra angular é a que dá todo o equilíbrio, todo o balanço para a construção da nova ordem social, a fraternidade. E aí fica a pergunta para nós. Nós somos fraternos? Estamos às ordens para as perguntas? Muito bom. A exposição muito muito boa. Car, nós temos algumas perguntas, temos um público, né, que está ansioso aí para algumas respostas, né? Então a gente já vai publicar, né, essas respostas, mas antes eu vou fazer até um questionamento, né? A gente vê que temos aí muitas religiões, né, surg, né? Mas me diga uma coisa, nós podemos dizer que as religiões elas podem deturpar uma
s respostas, mas antes eu vou fazer até um questionamento, né? A gente vê que temos aí muitas religiões, né, surg, né? Mas me diga uma coisa, nós podemos dizer que as religiões elas podem deturpar uma crença dessa forma prejudicando a evolução espiritual, principalmente quando impõe exclusividade uma verdade, aí resultando conflitos e fanatismo. >> Com certeza, Valcimar. E esse foi o nosso problema ao longo do tempo. Allan Kardec explica que as religiões elas eh se eh paralisaram nos dogmas, não é? Principalmente, né? eh nós vamos encontrar o catolicismo, depois veio a reforma protestante e caiu no mesmo engano, né? Então é muito difícil. Hoje inclusive, né, eu vi uma análise feita em que não há muita diferença entre o católico e e o e o protestante da reforma, né, luterana, calvinista, eh, de Wcliff. Então, eh, o neoevangelismo não é protestantismo, é a igreja de mamão, né? é a igreja do dízimo. Então, a gente tem que saber a diferença entre as coisas. Inclusive alguns evangélicos se confundem. Esses são os neoevangélicos. Os chamados neoevangélicos é a igreja de mamão, é o do dízimo. Então, a gente tem que ter conhecimento dessas coisas, não para criticar, porque a gente não pode apontar o dedo pros outros. Quando a gente aponta o dedo pro outro, pros outros, tem três dedos apontando pra gente, todo mundo sabe disso. Mas não pode esquecer do dedão. O dedão tá apontando para cima, pedindo a Deus, não me deixa falar bobagem, Senhor. Deixa eu ver as minhas imperfeições. Então, a gente eh fala do que fez a Igreja Católica, tem que olhar para dentro de nós. Quantas vezes eu fui padre? Ô Freira, qual foi a minha contribuição lá no começo do cristianismo para criar o desvio? Então, a responsabilidade é nossa, não é dos outros. Nós temos a obrigação de fazer melhor agora, então o dogma anquilosa o pensamento e prende o indivíduo dentro de uma arapuca. E o dogma precisa ser superado. Ah, mas o espiritismo não tem dogma. Não, o espiritismo tem dogma no sentido científico,
ntão o dogma anquilosa o pensamento e prende o indivíduo dentro de uma arapuca. E o dogma precisa ser superado. Ah, mas o espiritismo não tem dogma. Não, o espiritismo tem dogma no sentido científico, porque a própria ciência também criou alguns dogmas, não é? Mas ainda assim, o dogma da reencarnação, por exemplo, é uma lei divina. Então, não é o espiritismo que criou, foi Deus que criou. Então, a gente pode chamar isso de dogma. Mas para não confundir a cabeça de todo mundo, Kardec colocou isso como sendo princípio básico do espiritismo, tá bem? para evitar essa confusão com o dogma que normalmente tem relação com a religião. Então, a religião pode sim atrasar o processo evolutivo quando, por exemplo, afirma no púlpito que o espiritismo não é cristão, é do diabo. Está dificultando para as pessoas descobrirem o Cristo verdadeiro, que é o que o Espiritismo apresenta, e não o Cristo criado à imagem das religiões. E esse é um grande problema, porque esse Cristo foi aquele que fez a Santa Inquisição, fez as cruzadas. Então, há uma resistência na Europa, principalmente a esse Cristo que não existe, foi criação nossa, da religião ao longo do tempo. O Cristo real, verdadeiro, é o libertador, que foi colocado na cruz e que não usa a espada para perseguir ninguém, nunca usou. Ao contrário, recomendou guardar a espada, porque quem com ferro fere, com ferro será ferido. Então, Valimar, sim. os as religiões dogmáticas, elas atrasam a evolução da humanidade, mas cumpriram papel ao longo do tempo e ainda para muita gente cumpre o papel. Por isso a gente tem que ter compreensão e respeito, porque há muita gente que estaria fazendo muita bobagem se não fosse a religião que está adotando. E pelo menos então a religião está ajudando a pessoa nesse momento de descobrimento e de repente com o tempo, ela dá o passo, não é, de se libertar também do dogma e avança. Aliás, a própria religião vai se libertar do dogma, porque o encontro vai ser, é o que o Leon Deni colocou, o espiritismo não é a religião do futuro, porque nem
e se libertar também do dogma e avança. Aliás, a própria religião vai se libertar do dogma, porque o encontro vai ser, é o que o Leon Deni colocou, o espiritismo não é a religião do futuro, porque nem todo mundo será espírita no futuro. É o futuro das religiões, porque todas as religiões vão se deparar com a lei divina, que é o que o Espiritismo ensina, que é o que Jesus veio nos ensinar. Obrigado. Nós vamos, né, a perguntas, né, do nosso querido aqui, o Jorge Peres, sempre presente conosco, né, nosso amigo Jorge Pérez, né, que coloca, né, se o evangelho é a chave para a nossa transformação durante a transição planetária, o que leva tantos seguidores do Espiritismo a evitarem seu estudo contínuo. Olha, eh, aí pode estar um processo atávico, né, de resistência ao evangelho. Eh, a gente sofreu tanto, de repente no passado, em função dos enganos, né, em nome do evangelho, que a gente resiste. Mas há um outro fator que é mais preponderante, é o medo de enfrentar a si mesmo. Porque o Evangelho Segundo o Espiritismo evidencia o que nós somos e nos dá o caminho que a gente tem que ter coragem para entrar naquele caminho paraa nossa transformação moral. Divaldo Franco uma vez ele fez esse comentário, ele disse: "Os nossos irmãos muitas vezes resistem ao evangelho porque não querem enfrentar a luta moral da própria transformação". Então, é mais fácil ficar apegado ao fenômeno ou ignorar. É, sou espírita, estuda outras coisas, mas o evangelho fica de lado. Mas nós todos teremos que enfrentar essa luta que é libertadora, não é? Mas é preciso ter coragem para enfrentar essa luta, porque nós não vamos lutar contra os inimigos externos, nós vamos lutar contra os monstros que nós criamos dentro de nós ao longo do tempo. E esse o pai de todos esses monstros, que são os vícios, é o egoísmo e que está radicado no interesse pessoal. Então o nosso grande problema é esse, é o interesse pessoal. Se você em qualquer momento tem dúvida, se você dá água para alguém que está com sede, se você bebe água, você já sabe o que tá
se pessoal. Então o nosso grande problema é esse, é o interesse pessoal. Se você em qualquer momento tem dúvida, se você dá água para alguém que está com sede, se você bebe água, você já sabe o que tá acontecendo. O interesse pessoal ainda está presente. Aí >> nós podemos dizer também que é eh a pessoa pode pensar que já tem todo o conhecimento que precisa, né? [risadas] >> E dispensa um novo, né? >> Que é pior, né? >> Que é o pior, né? [risadas] Sem dúvida nenhuma. >> É, sem dúvida, né? Então a gente vai aqui agora, né? Vamos lá pro nosso amigo aqui. Opa, opa, nosso amigo Antônio. Podemos dizer que as mentes humanas, em vez do cultivo do egoísmo, da insensatez, emitirem ondas de bondade e de compaixão, de amor, certamente alterão alteracião os fenômenos programados para mudança. >> Com certeza. A espiritualidade está nos pedindo isso. Há uma psicosfera que envolve a Terra criada pelos nossos pensamentos ao longo dos milênios. E essa psicosfera é negra, é escura. E a espiritualidade está na esperança de que nós façamos o esforço pela oração, pela vigilância dos nossos pensamentos e sentimentos, de nós gerarmos vibrações que contribuam para a purificação dessa psicosfera do nosso planeta. Então, em vez de cultivar o egoísmo, o desejo de posse, as disputas, não é? sem sensatez, essa questão de querer preponderar em relação aos demais, se nós passarmos a exercitar de fato a compaixão, o amor, não é, a a o interesse pelas pelo próximo, né? Se minimamente nós orarmos no momento de dificuldade, ao invés de responder agressivamente, a gente se calar, nós estaremos dando uma contribuição para essa melhoria, não é? Para essa mudança que está programada. E a espiritualidade espera muito isso de nós. Indo aqui o nosso mais uma pergunta, né, da nossa amiga Andreia, né, que questiona: "A pessoas parecem anestesiadas em relação aos tesouros da alma, à vivência do amor, conforme ensinado e vivido por Jesus, devido a um materialismo muito forte nos dias de hoje. Como mudar? Olha, é uma
A pessoas parecem anestesiadas em relação aos tesouros da alma, à vivência do amor, conforme ensinado e vivido por Jesus, devido a um materialismo muito forte nos dias de hoje. Como mudar? Olha, é uma dificuldade bem grande, porque inclusive juventude que está reencarnada aqui, que veio com uma tarefa já, às vezes tá recorrendo à droga, porque é mais fácil fugir, usar aí a maconha do que, não é, enfrentar a própria realidade. E isso tem consequências naturalmente, não é? Porque nós não viemos aqui para fugir, nós viemos para lutar mesmo, para para nos superar e para superar os obstáculos naturais do campo material. É, é natural que a gente tenha em alguns momentos aquilo que é chamado de depressão hoje, não é? Que a gente tenha eh aqueles às vezes momentos de sentimentos de dificuldade. É natural, a gente até comentou na palestra porque tem influências espirituais que ocorrem com a gente, não é? E nós também temos questões do passado. Se a gente faz uma análise lá da nossa realidade interior, a gente fica um pouco assustado, né, ainda. Mas se a gente já tem condições de se dar conta disso, é porque nós temos elementos para superar. E aí, como é que nós vamos mudar isso? encarando a realidade, encarando essa realidade. Nós podemos, fomos criados para isso e nós vamos chegar lá agora ou mais tarde. A decisão é nossa. Se a gente resolver se acomodar ou fugir usando droga, usando eh bebidas alcoólicas ou ou preferindo, não é, cultivar o egoísmo, orgulho, agressividade em relação ao próximo, não é? a gente fizer a opção por ficar acumulando coisas no campo material, nós estamos atrasando o nosso processo evolutivo. E alguns simplesmente optam por não fazer nada, não querem trabalhar, vivem as custas dos pais com 40 anos, não querem nada. Então também tem consequências isso. Um dia, um tio que ele eh não aceitava nada de de religião, a família toda tinha sido católica, depois se tornou espírita e ele nada. Um dia a a tia, irmã dele e eu estava presente disse para ele: "Meu
m dia, um tio que ele eh não aceitava nada de de religião, a família toda tinha sido católica, depois se tornou espírita e ele nada. Um dia a a tia, irmã dele e eu estava presente disse para ele: "Meu irmão, você precisa fazer alguma coisa". E ele disse assim: "Mas minha irmã, você sabe, eu não faço mal para ninguém." E ela já tinha lido, né, livro dos espíritos e tudo disse: "Mas, meu irmão, quando a gente não faz nada e a gente não faz o mal para ninguém, continua não fazendo nada. A gente precisa fazer alguma coisa de positivo. Nós estamos aqui para isso, né? Para ter algum crédito, né? Para pra gente se sentir bem com a gente mesmo, inclusive. Então, há situações em que a gente não consegue entender o bem que a gente faz pro outro. Primeiro é um bem que a gente faz pra gente. Só vou dar um exemplo aqui que vai tá ligado à outra pergunta anterior também. E isso o presidente Jorge Godinho Barreto Neri fez esse comentário uma vez, deu um exemplo gráfico. Quando uma pessoa emite um pensamento, aí vamos dar um exemplo que o pensamento é negativo, ele pensou em alguém com raiva, com ódio, aquele pensamento que ele gerou gera uma vibração, tá ligado ao sentimento, porque a boca fala, o pensamento já é fruto do que sente, né? A boca fala do que está cheio o coração, disse Jesus. Então é um sentimento, aquele sentimento, aquela vibração, dá um banho nele, nas células todas e sai e vai em direção à pessoa que ele pensou mal. Chega lá na pessoa, tem duas opções. A pessoa, ela é uma pessoa que faz o bem, que ora. E se ele faz isso, graças a Deus para nós, porque aquele pensamento vai bater e vai voltar para nós. E quando chegar aqui vai dar outro banho na gente. Isso ainda é uma bênção. Porque se aquela pessoa não ora, ela não tem o hábito do bem, o pensamento, a vibração que a gente mandou vai chegar nela e ela vai lembrar da gente e vai lembrar da gente com ódio, com raiva, com rancor. E o nossa vibração vai voltar carregado com a vibração dela e vai chegar na gente, porque a gente
dou vai chegar nela e ela vai lembrar da gente e vai lembrar da gente com ódio, com raiva, com rancor. E o nossa vibração vai voltar carregado com a vibração dela e vai chegar na gente, porque a gente emitiu, vai receber de volta. E aí nós recebemos um segundo banho do nossa, da nossa vibração carregada com a vibração negativa da pessoa. Se a gente tiver sorte daquela pessoa já está sintonizada com bem, ela orará por nós, anulando a nossa vibração negativa e a gente receberá, se abrir o campo, uma vibração positiva dela. Mas se a gente não abrir o campo, bate aqui no escudo que eu criei com o mal que eu tô vibrando e o bem que ela mandou para mim volta para ela. Mais ou menos isso que acontece com a gente. >> É, é, é, >> se a gente mandar um pensamento positivo, tudo ao contrário. >> Uhum. >> Sem dúvida, né? Vira o nosso escudo, não é verdade, né? Então, nós temos de novo Andreia, né? Um sinal característico desse período em que entramos é a reação evidente que se opera na aceitação das ideias espiritualistas e sentimentos como caridade e fraternidade, que até você mencionou, né? A caridade e a fraternidade. >> Muito bem. Muito bem. E olha, gente, prestemos atenção numa coisa. Nunca houve tanto trabalho voluntário no mundo como hoje, mas trabalho voluntário de verdade, vou contar para vocês a diferença entre o trabalho voluntário de verdade e o trabalho voluntário que não é de verdade. Temos uma amiga, talvez até vocês conheçam, eh, a Fernanda, que mora em Houston. E a Fernanda foi paraos Estados Unidos e procurou um hospital lá no Texas e ela queria eh ajudar pessoas que iam para lá para tratamento médico do Brasil que não levavam familiares porque ficava muito caro. E mas ela ela chegou e pediu que ela queria fazer um trabalho voluntário. Aí mandaram ela para uma pessoa encarregada. A pessoa mandou ela pro porão para fazer arquivo. Ela trabalhou o dia inteiro fazendo arquivo. Quando terminou o dia, ela procurou a pessoa e disse assim: "Olha, eu trabalhei hoje fazendo o arquivo de vocês, mas eu
u ela pro porão para fazer arquivo. Ela trabalhou o dia inteiro fazendo arquivo. Quando terminou o dia, ela procurou a pessoa e disse assim: "Olha, eu trabalhei hoje fazendo o arquivo de vocês, mas eu queria lhe dizer uma coisa, que eu não vim aqui para isso, porque vocês podem pagar para alguém fazer esse trabalho. O que eu quero é ser a família da pessoa brasileira que vem aqui não pode trazer a família para dar assistência a ela. É esse o trabalho voluntário que eu quero fazer. A pessoa arregalou o olho, olhou para ela, falou: "Nunca ouvi falar uma coisa dessas. Vai ser até interessante ver isso como acontece". e ela trabalhou anos acolhendo essas pessoas e criando ali com o exemplo o que é um trabalho voluntário em favor do ser humano. >> Fantástico, né? Eh, a pessoa se colocar, né, à disposição, abrir o coração e fazer algo realmente com a vontade de querer ajudar, hein? Que a gente sabe que nem sempre ocorre. Mais uma perguntinha aqui, né, que vamos temos, né, por estar no espiritismo, estamos nós mais no caminho da renovação? É uma >> Ô, ô, Sandro, >> muito boa essa pergunta, viu? Muito boa mesmo. >> É porque a gente precisa estar atentos a isso. A religião não salva ninguém. Então, o fora da igreja não há salvação. É uma mentirinha que a gente inventou lá no passado. Isso não existe, não é? Então, eh, o espiritismo também não salva. Agora, se a gente estuda o espiritismo e a gente procura colocar em prática o que o Espiritismo ensina, nós vamos estar tentando colocar em prática o que Jesus veio nos trazer há mais de 2000 anos, que é a lei divina. E aí nós vamos lá no livro dos espíritos, nas leis morais, na terceira parte, que diz que o bem é o respeito à lei divina, é o cumprimento da lei divina e o mal é justamente o afastamento ou não cumprimento da lei divina. Então, se nós nos aproximamos do espiritismo, entramos para o Espiritismo e deixamos o Espiritismo entrar em nós e depois ele começa a sair de nós pelas ações na relação com o nosso semelhante, aí sim
Então, se nós nos aproximamos do espiritismo, entramos para o Espiritismo e deixamos o Espiritismo entrar em nós e depois ele começa a sair de nós pelas ações na relação com o nosso semelhante, aí sim estamos mais próximos pela ajuda do Espiritismo de alcançar o nosso aperfeiçoamento espiritual. Mas isso nós podemos encontrar no próprio evangelho de Jesus sem o espiritismo, porque está lá. Mas nós criamos a ganga e colocamos lá os nossos preconceitos, os nossos prejuízos, os nossos interesses pessoais que ficaram junto com tudo aquilo. Aí vem o espiritismo e limpa e nos entrega a mensagem na sua pureza primitiva. Essa é a grande vantagem do espiritismo e que, infelizmente, nem todo mundo ainda percebeu isso, mas as pessoas perceberão com tempo. Não necessariamente serão espíritas, mas serão melhores pessoas. O que realmente importa não é ter uma religião, é deixar que o sentimento de religiosidade vigore nas nossas relações. E esse sentimento de religiosidade nos levará necessariamente a ser fraternos e solidários com o nosso semelhante. >> Muito bom. É verdade. Religião é o homem criou a religião por algum motivo, né? Certamente o motivo que levou à criação que a gente começa a questionar, né, Carlos? >> É isso aí. >> Mais uma perguntinha do Jefferson Souza, fazer pequenas mudanças aqui, né? Oriente Médio, a milênios estão em guerra até os dias atuais. Como? Como então pouco tempo conseguirão chegar certamente na regeneração? É o questionamento, né? Não é o tempo de conflito, mas é o tempo necessário para mudar, né? >> É o Jefferson também. As perguntas estão muito boas. Eh, aqueles que não acompanharem Jefferson, quando chegar o momento próprio, é a separação do joio e do trigo. Eles irão, eles que estão provocando o conflito e os que aceitam o conflito e retornam o conflito com eles, todos juntos para um outro planeta, provavelmente no período da pedra polida. E aí eles vão lá guerrear com pedras. E quem sabe durante esse período eles vão aprender a fraternidade e aí eles
om eles, todos juntos para um outro planeta, provavelmente no período da pedra polida. E aí eles vão lá guerrear com pedras. E quem sabe durante esse período eles vão aprender a fraternidade e aí eles voltam para cá de novo. Agora se a gente também com todo o conhecimento que a gente tem a gente não fizer o que realmente a gente já sabe que precisa fazer, então a gente não consegue acompanhar o progresso dessa humanidade, né? E o avanço ele veio em progressão muito lenta, entrou na progressão matemática por muito tempo e agora está entrando numa progressão geométrica. Então o progresso vai ser cada vez mais rápido. Muito bem. Vamos mais uma aqui. O Jorge Perez, né? Nós estamos encerrando, né? Primeiro que o Sandro, né? O Sandro aí ele agradecendo, né? Por essa pela resposta, né? Pela exposição, pela pelo retorno, né? Se continue participando sempre conosco, sempre nós teremos, se possível, uma resposta para ti, né? Sem dúvida nenhuma. Então, nós temos aqui o nosso amigo Jorge Perz. Acho que eu pedi uma pergunta aqui, tá? Se puder me ajudar aqui, Andreia. Jorge Perez, ele me nos coloca, nos exibir, né? Pera aí. Sim. Opa, tá retornado. O ego, né? Isso é uma colocação do Jorge. O ego teologismo leva ao exclusivismo religioso. Quer dizer, a gente de certa forma já fez uma abordagem com relação à religiões, né? Ô, Carlos. >> É. Uhum. É verdade. É muito bem bem colocado pelo Jorge. E a o ego, a gente eu tinha pelo menos até há pouco tempo que o ego era um inimigo meu, né? Mas estudando Joana de Anjos, eu chego à conclusão de que não é um inimigo, não. O ego pode ser um parceiro. O ego ele ele domina as questões do campo material e tem que ser colocado a serviço dos interesses da essência espiritual que nós somos. Então, nós precisamos fazer a integração da nossa sombra, como Joana de Angeles nos explica. E o ego passa a trabalhar em função da nossa realidade espiritual e não mais da nossa realidade, da nossa não, da realidade material do ego. Então, eh, esse ego, não é, quando a pessoa tá, ela é
lica. E o ego passa a trabalhar em função da nossa realidade espiritual e não mais da nossa realidade, da nossa não, da realidade material do ego. Então, eh, esse ego, não é, quando a pessoa tá, ela é egocentrada, ela se liga às religiões e naturalmente a religião dela é a melhor do mundo, é a melhor de todas, mesmo quando ela tá usando da religião para enganar os outros. Então, é bastante complicado isso, né? E o nosso grande problema mesmo na humanidade é o tamanho do ego até hoje, né? Eu perguntei para minha filha quando ela era ainda adolescente, não é, o que que ela entendia por por ego, nãoé, e persona. Aí tivemos uma uma conversa muito interessante sobre isso, né? Em que momento é que se forma a persona, a persona, né, que que caracteriza a gente na reencarnação? Aí a gente conversou que isso começa lá no processo da do planejamento reencarnatório nosso, quando a gente ou a gente participa ou alguém planejou para nós a reencarnação, não é? Então ali tá formando a nova personalidade que vai ter uma reencarnação e nessa reencarnação vai ter um nome. Então essa persona recebe um nome e essa persona vem com uma programação que ela vai cumprir ou não. Se ela cumpre a programação, ela ajuda na evolução da essência divina que nós somos. Se ela não cumpre, é mais uma frustrada que vai ficar pesando na economia. Então, eh, é muito interessante, né? Ficou, foi uma persona egocentrada e que ainda fica pesando na economia porque gerou dificuldades, não avançou, às vezes até cometeu enganos que fica pesando na economia, né, da essência divina e que precisará ser resolvida lá no futuro. Então, tudo isso a gente precisa examinar e ver, né, o que é que nós estamos fazendo agora. O nosso ego não é um inimigo. Se nós vamos tratá-lo como inimigo, nós vamos ter problemas. Ele pode ser um aliado, porque ele domina o campo material que precisa ser colocado em função, não é? Para trabalhar em função do nosso desenvolvimento espiritual, senão a gente não reencarnaria. >> Sem dúvida, né? Nós temos, né, a nossa
mina o campo material que precisa ser colocado em função, não é? Para trabalhar em função do nosso desenvolvimento espiritual, senão a gente não reencarnaria. >> Sem dúvida, né? Nós temos, né, a nossa participante, né, que frequentemente conosco, a Evani, né, colocando a excelente tema e gratidão, agradeço, né, pelo esclarecimentos e para nossa evolução, né, que Deus abençoe a todos. Exato. Quer dizer, o conhecimento é o primeiro passo, né, Carlos, para que a gente possa evoluir, né, ter uma para ter a base, a sustentação, né? >> Uhum. é o o conhecimento, né? É os os o algo ao a recomendação do espírito de verdade, né? Na no Evangelho segundo Espiritismo, no capítulo 6, do Consolador Prometido, espíritas, amar-vos e instrui-vos. Então, nós precisamos fazer uma inversão, porque a gente trabalhou muito com a questão do desenvolvimento do intelecto ao longo do tempo, não é? E mas o intelecto ele pode e realmente é uma das funções fundamentais, não é, do espírito, mas ele precisa ser guiado pelo sentimento. E esse sentimento tem que ser o sentimento da fraternidade. Então, por isso, espíritas, amai-vos e instruí-vos, porque também sem a instrução não há. E esse instruí-vos é preciso entender, educai-vos, não é? não é instrução meramente do da preparação do indivíduo em termos intelectuais, mas é na na França, na época se usava a palavra instruir também como eh eh envolvendo a própria educação, não é? Então é importante que a gente compreenda isso. Hoje a gente faz uma diferença entre instrução e educação. A a língua é dinâmica e ela vai evoluindo com o tempo, vai, né, se aperfeiçoando. Então hoje nós diríamos: espíritas, amai-vos e educai-vos, né? >> Sem dúvida, Carlos. Chegamos ao final de mais um programa secal em foco na noite de hoje, né? uma exposição fantástica, com grande participação de todos ali, que a gente sabe da importância desse trabalho. O Seal essa semana fez 18 anos fazendo a divulgação dessa doutrina, já tá ficando de maior idade, né? 18 anos, né? Já dá para então é realmente uma
ali, que a gente sabe da importância desse trabalho. O Seal essa semana fez 18 anos fazendo a divulgação dessa doutrina, já tá ficando de maior idade, né? 18 anos, né? Já dá para então é realmente uma conquista, né? Uma batalha, uma luta, mas a gente sabe, né, que nós não estamos sozinhos, né? Você sabe quando o trabalho é séo, a espiritualidade ajuda, está sempre do nosso lado. Confiamos, né, nessa espiritualidade que nos ajuda, nos ampara, trazendo carros campete para estar conosco, né, que a gente sabe que existe um trabalho também nisso, né, abrir os espaços, abrir, né, as mentes, né, que são aqueles que participam, daqueles que estão conosco, fazendo uma corrente, né, de certa forma, essa corrente é muito boa, é fantástica, né, não só aqui, né, nós estamos no Brasil praticamente participando. Então, nós agradecemos, Carlo, pela tua, né, e noite, pela tua pela tua apresentação e nós convidamos para uma, para as considerações finais desse nosso trabalho e a gentileza do encerramento da nossa atividade com uma prece ou uma mensagem, né, para esse nosso público, né, não de agora, mas inclusive futuramente, né, na TV Cal, né, a gente estará, né, publicando, né, essa esse evento, esse essa palestra, né? >> Uhum. Eh, você quer que eu faça uma prece? >> Sim, por favor. Pode ser, por gentileza. >> Aham. Vamos então nos concentrar e a gente agradece, viu, Alimar, pelas palavras, o acolhimento de todos, não é? Essa oportunidade de nós estarmos juntos. É uma satisfação muito grande nós podermos ter momentos para falar sobre o ensinamento de Jesus, né, e vivenciar entre nós um pouquinho esses ensinamentos. Vamos então agradecer ao Divino Mestre por tudo que ele tem feito por nós. Preparou esse planeta durante milênios para que ele tivesse condições de nos receber. E hoje esta é a nossa morada que nós não temos sabido respeitar, mas que vamos aprendendo. Jesus pacientemente aguarda o nosso despertar. Somos muito gratos. Gratos porque ele tem insistido, repetido através de
a é a nossa morada que nós não temos sabido respeitar, mas que vamos aprendendo. Jesus pacientemente aguarda o nosso despertar. Somos muito gratos. Gratos porque ele tem insistido, repetido através de inúmeros reveladores o ensinamento essencial da lei divina e pacientemente aguarda o nosso despertar. Mas vai chegando o momento conforme a orientação da espiritualidade, em que nós precisamos fazer a escolha. Escolher de fato ser dignos de ser chamados filhos de Deus ou seguir com as nossas teimosias, as nossas rebeldias, nos afastando da proposta da criação divina. E assim, Senhor, uma vez mais, eternos pedintes que somos, nós rogamos que os benfeitores amigos nos inspirem e nos auxili para que nós possamos reconhecer o caminho que nos leva à porta estreita. e ter a coragem, Senhor, de enfrentar as nossas próprias mazelas e de superar as nossas limitações, vencer as nossas imperfeições para chegarmos à porta estreita, nós batermos e quando ela se abrir nós podermos atravessá-la. Pedimos, Senhor, que as tuas bênçãos alcancem os nossos lares, os nossos familiares, seres queridos e amados. que as vibrações de paz dos benfeitores amigos e aquelas que nós estamos procurando emitir nesse momento possam visitar cada ambiente do nosso lar, que os nossos familiares sejam beneficiados com vibrações de perseverança, de esforço no caminho do bem e que todos nós possamos seguir nessa luta de autossuperação. Libramos, Senhor, rogando, amparo e assistência para os trabalhadores do bem que, independente de religião, renunciam muitas vezes à satisfações do mundo para auxiliar o seu semelhante. Vibramos, enfim, Senhor, por toda a humanidade sofredora e necessitada, para que, como irmãos e humanidade, nós possamos nos solidarizar nos esforços do bem, superando as nossas tendências negativas e criando dentro e no nosso entorno o ambiente propício para a evolução daqueles que estão procurando o caminho também da porta. estreita. Obrigado, Senhor. Graças damos a Deus, nosso pai. >> Obrigado. Graças.
dentro e no nosso entorno o ambiente propício para a evolução daqueles que estão procurando o caminho também da porta. estreita. Obrigado, Senhor. Graças damos a Deus, nosso pai. >> Obrigado. Graças. Convidamos a todos o nosso próximo encontro no próximo domingo, dia 23/11, né, para mais um programa Secal em Foco, quando estaremos recebendo o nosso convidado Marcel Mariano, que estará abordando o tema Jesus e o perdão, um tema muito bom para os dias de hoje. Então, tenhamos todos uma boa noite, uma excelente semana e até o nosso próximo encontro no próximo domingo com cal em foco, se Deus permitir.
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