Carla Daniela Leite | A NATUREZA HUMANA (PALESTRA ESPÍRITA)
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Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa Nossa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro. Boa noite, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão, aqueles que estão nos ouvindo em suas casas ou às vezes até nos carros, né? Eu já ouvi muita palestra nos car no carro que eu queria muito assistir aquela palestra e não tinha como que aí eu botei só ouvindo o som, né? Então, e aqueles que irão nos assistir também, todos sejam muito bem-vindos a Como é o espírita de Brasília. Para começar esse nosso momento, nós vamos fazer uma pequena leitura desse livro aqui que eu sempre apresento, né, que é Pílulas de Esperança do Andrei Moreira pelo espírito Dias da Cruz. onde ele faz, fala que hoje é um tempo, é um novo tempo, levanta-te disposta a construir um novo tempo. E o dias da Cruz vem falando para nós, vejo os dias que se iniciam radiosos e belos, como convite da vida às realizações superiores que almejes e necessitas. Embora o tempo se conjugue como consequência natural dos fatos e circunstâncias, a vida que se renova a cada dia se apresenta como uma folha em branco a aguardar que nela escrevas as linhas de amor das tuas preferências para felicidade geral. Ao abrir novamente os olhos na cama, louva a Deus. pelas oportunidades sempre abençoadas de fazer novamente ou diferentemente os esforços em prol das comunidades e de ti mesmo para a felicidade geral. Analisa teu interior com coragem, reconhecendo as fontes de seus desejos, impulsos e sentimentos e inquire a tua consciência se algo necessitas fazer para colocar-te em sintonia com as vibrações naturais do amor e das leis divinas que organizam o universo. levanta-te disposto a construir um novo tempo para tua alma. Pois se a vida se repete dia após dia com as suas decepções e alegrias, dificuldades ou conquistas, é
eis divinas que organizam o universo. levanta-te disposto a construir um novo tempo para tua alma. Pois se a vida se repete dia após dia com as suas decepções e alegrias, dificuldades ou conquistas, é porque mantém-te presa aos padrões de comportamento que aprendeste ou porque se renova diariamente, respectivamente. Honra a Deus a cada manhã com a humildade necessária, colocando-te à disposição. Ele te guiará com sabedoria para o reconhecimento, recolhimento dos recursos essenciais que se fizerem imprescindíveis. Mensagem linda, né? Então, com essa mensagem, nós vamos unir as nossas boas vibrações, o nosso grande amor, a nossa fraternidade em prol do agradecimento, do agradecimento, porque hoje nós estamos aqui reunidos com um objetivo maior de melhoramento e nós damos graças a esse pai que nos nutre de coragem, de perseverança, para que a gente possa melhorar a cada dia, a cada segundo. Então, com essa certeza das bênçãos dele, da proteção e do amparo, nós começamos esse nosso momento dizendo: "Graças damos por todo e que assim seja". Bom, amigos, mais uma vez nós nos encontramos na quarta-feira às 18 horas, né? Já é um grupo familiar das 18 horas. E hoje nós temos a Carla Daniela, que vai falar para nós sobre a natureza humana. E já é aquele mesmo livrinho com aquela mesma entidade, Vinícius, aquele mesmo amigo que vai falar para nós por um tempo muito longo, muito longo. Talvez até o final do ano nós vamos estar com ele, como ele está sempre conosco. Então eu passo a palavra pra Carla. Boa noite a todos. É muito, sempre muito bom estar aqui nessa nossa oração crepuscular, este momento em que o próprio Jesus escolhia para estar com Deus. Jesus que sempre foi muito ligado à natureza e no alvorecer e no crepúsculo sempre procurava estar com Deus. Emanuel, sabendo disso, foi procurá-lo no final da luz do dia, reunido à natureza, num banquinho sentado ali numa pedra ali, onde ele se encontrava com Deus diariamente. Aqui na comunhão, nós também temos esse nosso encontro com Deus aqui no auditório
luz do dia, reunido à natureza, num banquinho sentado ali numa pedra ali, onde ele se encontrava com Deus diariamente. Aqui na comunhão, nós também temos esse nosso encontro com Deus aqui no auditório Bezerra de Menezes, onde nós nos encontramos para conversar sobre as lições de Jesus do Evangelho à luz da doutrina espírita. Então, é muito bom a gente também eh fazer esse momento da nossa oração crepuscular e nos encontrarmos com essas reflexões a respeito do evangelho de Jesus, propiciadas por esse espaço em que nos alimentamos dessa palavra. E hoje o nosso tema é a natureza humana. A natureza humana já foi objeto e vem sendo há muitos séculos objeto de discussão entre filósofos, teólogos, que debatem qual é a nossa verdadeira natureza, qual é a raiz do ser humano, de onde ele vem, para onde ele vai e qual é a sua essência. Muitos filósofos já já debateram sobre isso e tiveram visões diferentes. Jean Jaques Rousseau, por exemplo, falava do mito do bom Selvagem, que no qual ele dizia que o homem é bom por natureza e a sociedade o corrompe. Então, ele tem aquela natureza boa, né? E a medida em que ele vai conhecendo a sociedade, vai conhecendo os vícios, vai conhecendo tudo o que existe, então ele vai se corrompendo e vai ultrajando a sua própria natureza. Thomas Robs, ao contrário, no Leviatã, acreditava que o estado de natureza não era um estado de bondade do ser humano, é um estado de um, o que ele define como uma guerra de todos contra todos, né? Então, eh, a vida do homem é solitária, pobre, desagradável, curta, cheia de limitações. Mas a partir desse estado natural, é possível conceber um contrato social em que os indivíduos renunciam a parte da sua liberdade, parte dessa essência, parte dessa sua natureza e estabelecem entre si um pacto em que a sociedade os protege. A sociedade promove regras de segurança e ao mesmo tempo os mantém sob controle. Então, o homem abre mão da sua essência, abre mão da sua liberdade em prol dessa dessa segurança que é promovida pelo Estado. Assim diz Robes
gras de segurança e ao mesmo tempo os mantém sob controle. Então, o homem abre mão da sua essência, abre mão da sua liberdade em prol dessa dessa segurança que é promovida pelo Estado. Assim diz Robes no Leviatã, para que ele possa manter a si mesmo sob controle e aos seus semelhantes, né? Porque o homem é o lobo do homem. Ele é atacado sobretudo, pode ter muitos predadores, mas o principal predador do homem é o próprio homem. É o aquele que mais capacidade tem de fazer mal ao outro homem. Então, precisa ser mantido sob controle de forma que a sociedade, o Estado e as instituições possam defendê-lo de si mesmo, do próprio homem. Então, essa é a visão de Hobbes, uma visão um pouco mais pessimista do ser humano, de que a gente precisa se defender e precisa de uma instituição que nos defenda de si mesmo. E muitas visões existem, né? Existe Espinosa, existem tantos outros que falam da potencialidade humana, da divindade dentro do homem, né? E com relação a essa se filia mais o a doutrina espírita. Qual é a visão da doutrina espírita sobre o homem? Ele diz que o ser humano é Deus, que ele nasce simples e ignorante e que vai tomando consciência e tomando posse da sua essência divina. a partir das suas múltiplas existências. Paraa doutrina espírita, nós temos uma vida única. Nós somos concebidos por Deus de acordo com aquela imagem que é feita pela nossa no Gênese, né, no livro do Gênese bíblico, de que nós somos moldados do barro, somos matéria, mas recebemos a essência divina, o sopro divino, e a partir de então nos constituímos. Essa mesma imagem é trazida por outras histórias, por outros, outras civilizações e outras referências. Os gregos dizem, né, que nós somos também moldados e recebemos a chama, o fogo que foi roubado de por prometeu dos deuses. Então, essa essência divina também se constitui sobre a matéria humana e também nos diferencia de todos os outros seres da criação que foram formados. prometeu, nos formou e nos deu, né? Os deuses deram a responsabilidade aos dois
mbém se constitui sobre a matéria humana e também nos diferencia de todos os outros seres da criação que foram formados. prometeu, nos formou e nos deu, né? Os deuses deram a responsabilidade aos dois irmãos, Prometeu e Epimeteu. A Epimeteu foi confiada a tarefa de dar finalidade a todos os seres da criação. Então ele foi dando, havia uma caixa de qualidades, um sem um número de qualidades que ele ia distribuindo, ele ia formando os seres e dando a eles as virtudes, as qualidades e as limitações. aos as aves, ele dava o direito de voar, dava o poder de voar aos peixes, de nadar aos seres da terra, a ia dando a cada um a sua possibilidade, a sua potencialidade, a beleza, a velocidade, o talento de se enterrar, de se ocultar, o mimetismo. A cada um ele ia dando. E quando chegou o momento de dar ao homem, já não havia qualidades, porque Pimeteu tinha gravado todas, tinha utilizado todas nos outros seres da criação. Então, Prometeu, vai até o Olimpo, vai até onde está a essência divina e rouba o fogo e o dá ao ser humano. E essa chama passa a ser a característica do ser humano. Com essa chama vem também a sabedoria, vem o poder de escolha, o livre arbítrio. E é assim que nós somos constituídos. Nós somos matéria, somos seres moldados de acordo com a vontade dos deuses, mas recebemos essa chama que pertence exclusivamente aos deuses e que foi dada a nós e pela qual prometeu teve que arcar com a série de consequências que um dia a gente conta, porque o nosso tempo é curto, mas da mesma forma as coisas são narradas pelas duas civilizações. é o barro que é acrescido do sopro divino e é também da mesma forma a matéria moldada que recebe a chama, a chama dos deuses. Então nós somos assim pr pra doutrina espírita, nós somos seres criados, simples e ignorantes e constituídos nessa vida única que nós recebemos e que nos vai levar inevitavelmente pelo caminho das inúmeras encarnações, das inúmeras experiências e que nos tornará aquilo que nós já somos moldados para ser. Os seres que são perfeitos e que são
s e que nos vai levar inevitavelmente pelo caminho das inúmeras encarnações, das inúmeras experiências e que nos tornará aquilo que nós já somos moldados para ser. Os seres que são perfeitos e que são felizes. Nós todos fazemos essa trajetória de seres simples e ignorantes, moldados e que recebem a essência divina até seres perfeitos, seres felizes, que se encontram com Deus, se reencontram com ele e se colocam em comunhão com esse mesmo Deus que nós já somos. Jesus veio para nos revelar essa natureza divina. Ele veio para ser o nosso modelo e guia. Ele veio para nos mostrar o que é ser humano, o que é ser capaz e o que é ser possível de se modelar. Então, ele vem nos revelar quais são as nossas verdadeiras potencialidades. Por isso ele é nosso modelo e guia. tem uma passagem de um de um filme que se chama Eu Robô, em que o homem conversa com o robô e fala justamente das potencialidades humanas, né, dessas questões que são inerentes. E ele pergunta para aquele robô, né? Ele diz: "Um homem é capaz de compor uma sinfonia, é capaz de fazer cálculos, de fazer invenções, de criar coisas que outros seres, inclusive as inteligências artificiais, pelo menos até hoje, não são capazes de fazer." E isso nos diferencia como seres humanos. E aí aquele robô pergunta para ele: "Mas você seria capaz de compor uma sinfonia? você seria capaz de fazer uma invenção, de criar algo belo, de criar algo que transcende. E aí ele coloca essa questão, mas o que que acontece? A natureza humana, ela pertence a a essa beleza, a essa divindade e a esse sublime. Se um só homem for capaz de fazer isso, de produzir algo muito belo, de produzir o sublime, de produzir a excelência, de produzir o amor, de produzir algo que toca os céus, ele dá essa capacidade para cada um dos homens. Ele avança e nos mostra que nós somos capazes. Um homem que é capaz de se superar, de fazer algo transcendente, de fazer algo sublime, ele passa para cada um a o recado de que a humanidade tem essa transcendência, de que tem essa
ós somos capazes. Um homem que é capaz de se superar, de fazer algo transcendente, de fazer algo sublime, ele passa para cada um a o recado de que a humanidade tem essa transcendência, de que tem essa capacidade. A capacidade de cada um dos seres humanos é a capacidade de cada um de nós. Por isso Jesus veio aqui. Por isso ele se constituiu como nosso modelo e guia. E aí a gente tem uma lição que está lá no Evangelho e foi nos trazida por ninguém mais, ninguém menos do que Pôncio Pilatos. Pôcio Pilatos recebeu Jesus ali naquele momento do julgamento. E aí ele depois de receber, depois de dizer que não via naquele homem nenhuma forma de pecado, depois de mandar coroá-lo e de mandar, enfim, colocá-lo como rei, ele o apresenta a toda aquela multidão. E quando ele o apresenta para toda aquela multidão, ele diz uma série de palavras que caracterizam Jesus. que ele diz simplesmente assim: "Eis o homem". E dizendo: "Eis o homem", ele coloca quem nós somos como humanidade. Ele apresenta a humanidade diante daquilo. E Jesus, por isso, é o nosso modelo e guia. Ele é aquele que nos mostra o que é ser humano. Ele veio para nos apresentar as nossas capacidades, para nos apresentar o divino que existe dentro de nós, para nos mostrar o que nós temos e no que nós podemos nos transformar. Jesus, em vários momentos, ele diz: "Tudo o que eu faço vós podeis fazer." E ele não diz, "Vós podereis fazer". Ele não coloca essa sentença no futuro, ele coloca essa sentença no presente para não sinalizar que em nós nós temos todas essas capacidades. Porque no momento em que nós fomos formados, nós recebemos as capacidades, nós recebemos o sopro divino. Apenas vamos nos encontrando com essas capacidades, assumindo essas potencialidades e conhecendo e nos conhecendo dentro dessas capacidades. Então, nós vamos tomando posse da essência divina que existe em nós a partir das nossas experiências, das nossas escolhas, dos nossos conhecimentos. Mas todos nós já somos deuses. Todos nós já somos esses seres
vamos tomando posse da essência divina que existe em nós a partir das nossas experiências, das nossas escolhas, dos nossos conhecimentos. Mas todos nós já somos deuses. Todos nós já somos esses seres humanos divinos que somos capazes de todo o potencial. apenas vamos assumindo, assim como Michelângelo, né, que fala que dentro de cada pedra já existe uma escultura perfeita, já existe um Davi, já existe um apietá, já existe um ser perfeito que habita nela. Ele apenas liberta esse ser que está ali envolto por aquela pedra, envolto por aquele mármore. Nós somos seres divinos envoltos numa pedra de mármore, que precisamos ir aos poucos delimitando quem somos, descobrindo o nosso potencial, descobrindo a nossa essência divina e nos transformando nos seres humanos que nós somos capazes de ser. E isso é feito ao longo da nossa trajetória. E essa trajetória é formada a partir das nossas escolhas, dos nossos aprendizados, da lei de causa e efeito que vai se colocando dentro de nós, que vai formando as nossas potencialidades e os nossos aprendizados a partir daquilo que escolhemos e das consequências daquilo que escolhemos. Então nós vamos nos moldando. Nós somos ao mesmo tempo, nesse caso, a obra e o escultor. Ao mesmo tempo, nós suamos para levantar o cinzel, levantar o martelo e criar essas belezas. E ao mesmo tempo nós sentimos as dores da pedra que vai perdendo pedaços de si, que vai se formando, que vai se moldando e que vai se transformando naquilo que nós somos. E isso exige tempo, exige um processo muito longo de escolhas. São existências inteiras para que a gente consiga romper com um pequeno pedaço da nossa pedra, existências inteiras, para que a gente retire uma lasca daquilo que é e que a gente vá conseguindo nos formar, nos agregar. Nós temos as propriedades do nosso ser, do nosso espírito, né, do nosso perespírito, e uma delas é a unicidade. Então, por mais que todos nós sejamos formados para ser únicos, para ser perfeitos, para ser divinos, a minha unicidade, a minha forma de ser
rito, né, do nosso perespírito, e uma delas é a unicidade. Então, por mais que todos nós sejamos formados para ser únicos, para ser perfeitos, para ser divinos, a minha unicidade, a minha forma de ser perfeito, de ser única, de ser divina, é só minha. Então, por mais que exista, que todos nós vamos ser perfeitos, mas apenas eu serei perfeita do jeito que eu sou. Apenas eu serei boa e feliz desse meu único jeito a partir das minhas experiências que são únicas e que vão sendo moldadas pela minha trajetória. Porque apenas eu fiz essas escolhas, apenas eu tive essa trajetória, apenas eu me encontrei com Deus e com o divino que existe em mim daquela mesma forma. Vinícius nos fala, né, o Pedro de Camargo nos diz que a escolha que nós temos, a escolha de Deus, que foi muito bem enunciada pelo Cristo, foi de ser o mestre, de buscar pelo aprendizado. Então, por isso a gente diz, né, nas prerrogativas de Deus, nas propriedades divinas, que Deus é soberanamente justo e bom. E ser justo e bom significa que a justiça de Deus é a justiça de bondade que nos dá a oportunidade de aprender e que nos ensina por meio das nossas experiências. Então, existe uma forma de justiça que é a lei de Talião, que a gente comete um erro e é punido de acordo com esse erro. Se eu eh olhei de uma forma ruim, eu perco o meu olho. Se eu tirei algo de alguém com as minhas mãos, eu perco as minhas mãos. Mas a justiça de Deus é a justiça da bondade. Então ele não quer simplesmente nos punir, nos retribuir pelo que nós fizemos de errado. Ele quer que nós aprendamos com os nossos erros e utiliza de todos os meios necessários para isso. As nossas escolhas é que determinam qual vai ser o nosso caminho. que mesmo que nós tenhamos errado e nós erramos tanto no passado quanto no presente e muitas vezes ainda erraremos no futuro, nós nos encontramos com nossos erros e por mais que as nossas escolhas do passado nos influenciem, não são elas que nos direciona, porque são as escolhas que fazemos hoje que direcionam o nosso caminho de
nos encontramos com nossos erros e por mais que as nossas escolhas do passado nos influenciem, não são elas que nos direciona, porque são as escolhas que fazemos hoje que direcionam o nosso caminho de aprendizado. Eu cito como exemplo uma passagem do livro eh Deficiente Mental, porque foi um que é do espírito Antônio Carlos, que eu acredito que tá à venda na livraria, pelo menos eu comprei há um tempo aqui. Nessa nesse livro ele conta uma história que eu a Rute já ouviu, me ouviu contar isso acho que mais de uma vez, mas eu acho essa história muito interessante de três pessoas que cometeram um erro grave e que tiveram as suas escolhas, né? São três médicos que viveram em uma das grandes guerras que estão aí e que estando nessa grande guerra abusaram de sua eh de sua atuação como médicos, não utilizaram para o bem, como poderiam ter escolhido, não utilizaram para promover o bem, promover a saúde, eh diminuir as dores. Eles naquela, naquele campo de batalha escolhiam as pessoas que viveriam, que morriam, que sofreriam, que teriam o seu sofrimento poupado, realizavam experimentos, faziam inúmeras coisas que acabaram trazendo dor e sofrimento. E ao desencarnar, todos três tiveram a consciência e tiveram a visualização do que eles haviam feito e do que seriam as consequências daquilo. Mas a escolha de cada um dos três foi radicalmente diferente. O primeiro deles sofreu muito com isso e foi tomado pela culpa. Aquela culpa criou uma um pensamento recorrente de culpa nele, que foi fazendo com que ele se esquecesse da sua natureza humana. Nós nunca perdemos a nossa natureza e não retrocedemos na nossa natureza humana. Eu brinco sempre, né, que eu adoraria na próxima vida reencarnar como um cachorrinho chitso como o que eu tenho lá em casa, mas infelizmente isso não será possível, porque nós não retroagimos na nossa natureza. Então, sempre seremos seres humanos desde o momento em que recebemos o nosso espírito. Mas a gente pode se esquecer em determinados momentos da nossa humanidade, porque nos vemos como
nossa natureza. Então, sempre seremos seres humanos desde o momento em que recebemos o nosso espírito. Mas a gente pode se esquecer em determinados momentos da nossa humanidade, porque nos vemos como características não humanas. Uma pessoa que fez isso não é humano. Então a gente se esquece e utiliza de mecanismos para modificar o nosso perespírito, seja para transformá-lo em pessoas monstruosas e imagens monstruosas de nós mesmos que refletem como nós nos vemos. Seja para criar uma monoideia que retira a nossa forma, nos transformando no que nós chamamos de ovoid. E foi o que aconteceu com esse primeiro, a monoideia da culpa que diminuiu, minimizou a consciência humana que ele tinha, fez com que ele permanecesse por muito tempo nessa forma, esquecido de que era um ser humano e repetindo esse pensamento de dor. O segundo percebeu o quanto ele havia feito as pessoas sofrerem e também modificou o seu perespírito, mas de uma forma diferente. Ele trouxe para si aquelas dores que ele havia feito nas outras pessoas e o seu perespírito se modificou de forma a absorver aquilo. Então ele ao reencarnar o seu perespírito estava tomado pelas eh faltas que ele havia imposto às outras pessoas. Faltavam-lhe faculdades mentais e faculdades físicas mesmo. Então, esse espírito reencarnou como uma pessoa com deficiências físicas e mentais graves e viveu uma encarnação expiatória, curta, mas muito produtiva, e depois disso pôde retomar um pouco mais o seu processo de crescimento, que não foi interrompido, mas que foi feito de uma forma diferente. Já o terceiro teve uma escolha diferente. Lamentou muitíssimo aquilo que tinha feito. Chorou dores, chorou lágrimas ácidas, mas ele conseguiu ter uma escolha que não era da culpa, mas da responsabilidade. Então ele assumiu a responsabilidade por tudo aquilo que tinha feito. buscou a reparação, procurou estudar, aprender, reformular as suas escolhas, procurou repensar aquilo que tinha sido e trabalhar as suas potencialidades e os seus aprendizados de forma a fazer
feito. buscou a reparação, procurou estudar, aprender, reformular as suas escolhas, procurou repensar aquilo que tinha sido e trabalhar as suas potencialidades e os seus aprendizados de forma a fazer escolhas diferentes. Então, foi oferecida a ele também a oportunidade de reencarnar numa reencarnação missionária. Então ele foi de novo um médico, mas ele, claro, com dificuldades muito grandes, com problemas, né, socioeconômicos que dificultaram a vida dele, com até algumas limitações também que lhe foram impostas, mas ele lutou e teve muita força, muita garra para vencer essas limitações. Contra todas as dificuldades, ele conseguiu se formar em medicina também. E nessa nesse processo, depois de se formar, ele optou por trabalhar positivamente a partir dessa escolha e seguiu pelo programa Médico Sem Fronteiras até os rincões mais distantes do mundo, onde as pessoas não tinham nada, não tinham mesmo a possibilidade mesmo de um saneamento básico e uma assistência mínima. Então ele ofereceu o pouco que ele tinha a que era muito diante daquelas pessoas. Claro que algumas das pessoas que ele prejudicou foram encaminhadas para ele como assistidos e foram curadas e auxiliadas. as dores foram minimizadas por ele e ele pôde assim pelo bem eh minimizar aquelas escolhas que ele tinha feito e que o afastaram da essência divina dele. Então são três situações semelhantes, três provas, três escolhas ruins, mas três escolhas completamente diferentes que foram feitas a partir das consequências dessas escolhas, nos mostrando que por mais complicado, por mais difícil que tenha sido o nosso passado, o nosso futuro está nas nossas mãos, sempre podemos mudar. Aqui eu trago também a lembrança do nosso querido Emmanuel, né, que esteve num determinado momento diante de Cristo, quando ele era o senador Públolentulos, e teve ali uma oportunidade de estar com o Cristo. naquele momento em que ele se encontrou com o Cristo no crepúsculo, assim como nós estamos buscando fazer agora, ele buscava a cura da sua filha desenganada
ali uma oportunidade de estar com o Cristo. naquele momento em que ele se encontrou com o Cristo no crepúsculo, assim como nós estamos buscando fazer agora, ele buscava a cura da sua filha desenganada já, e que estava naquele momento, sem dúvida, vivendo as suas últimas horas nessa existência. A pedido de Livia, a sua esposa, que acreditava, tinha muita fé em Jesus e na possibilidade que ele tinha de curar com a sua essência divina, ele procurou Jesus para pedir essa cura e buscou através dele. E aí Jesus nesse encontro propõe a Emmanuel, o espírito de Emmanuel naquele momento publientul que modifique as suas escolhas e modificando as suas escolhas, modifique a sua vida e se encontre de uma forma diferente com essas consequências, como o terceiro médico fez. E ali ele diz a Emanuel: "Eu não estou aqui em busca do senador, do poder que vem, né, do seu nome, porque Emanuel era muito cioso de ser o homem mais poderoso da Palestina naquele momento, o senador, aquele que tinha mais poder do que o próprio governador, porque era o emissário direto de Roma. Ele diz: "Eu não busco o homem de estado, eu busco o pai, busco o homem, busco o ser humano que está ali por trás. É com ele que eu quero falar, é com esse espírito que está ali. E aí eu me lembro também de Kaibar Chutel, que fala que o espírito, o homem, o ser humano é a obra prima da criação de Deus. No livro Seareiros da Volta, no capítulo chamado Equação da Felicidade, ele diz: "O espírito humano é a obra prima, a suprema criação de Deus. Sobre o critério da lógica natural, um sol gigantesco a caracterizar-se por trilhões de toneladas, embora respeitável, não vale um só espírito humano medíocre e anônimo. Era isso que Jesus fazia e se coloc e colocava diante ali daquele espírito, que toda a grandeza de Roma para ele não significava nada, nem próximo do que significava aquele simples espírito que ali falava com ele. E aí eu pergunto para vocês, Públo Lentolos baseou toda sua crença, baseou toda a sua fé ali naquela
ão significava nada, nem próximo do que significava aquele simples espírito que ali falava com ele. E aí eu pergunto para vocês, Públo Lentolos baseou toda sua crença, baseou toda a sua fé ali naquela Roma poderosa em detrimento de Jesus. E onde está Roma hoje? 400 anos depois daquele momento, aquele império ruía, né? E onde está Públiolentulos hoje? Públiolentos cresceu como espírito, cresceu como ser humano e se tornou Emanuel, que ainda está no caminho, né? Jesus sabia disso por muito conhecer, né? Emanuel nos diz que as galáxias em que Cristo, os mundos em que Cristo evoluiu, já se dissolveram há muito tempo, já deixaram de existir há muito tempo e foram o esteio para que aquele espírito pudesse se desenvolver. Aquelas galáxias passaram, hoje são poeira cósmica. pela lei de transformação. Podem ser outros planetas, outras galáxias, mas aquele espírito é hoje o nosso Cristo, o Cristo que escolheu se intitular de mestre, aquele que nos ensina, aquele que nos mostra o caminho, aquele que foi colocado pelos espíritos no livro dos espíritos como nosso modelo e guia. Aquele que reconhece que ainda está no caminho também, que diz que não me chames bom, porque bom só Deus. Por melhor que ele seja, por mais próximo que esteja de Deus, só Deus é bom. Mas ele é mestre, porque ele está aqui e esteve apto a nos mostrar o caminho até Deus, porque ele conhece e ele já vivenciou tudo aquilo que ainda nós vamos nos vivenciar. E ele viveu e mostrou tudo aquilo que existe em cada um de nós e que nós ainda poderemos viver, que nós tomaremos ainda posse da natureza humana que existe dentro de nós. Nós olharemos para Cristo e diremos: "Eis o homem!" Porque ele mostra para nós o que é o potencial da divindade dentro de nós. Ele, que foi o homem mais perfeito que já existiu aqui na Terra, nos mostra o quão perfeito nós podemos ser. o quanto nós podemos nos aproximar de Deus e o que existe de natureza divina dentro de nós. Tudo o que ele faz, nós podemos fazer, mas nós nos miramos e aprendemos dele para que
feito nós podemos ser. o quanto nós podemos nos aproximar de Deus e o que existe de natureza divina dentro de nós. Tudo o que ele faz, nós podemos fazer, mas nós nos miramos e aprendemos dele para que nós possamos entender a Deus e a entender a nós mesmos. Então, olhemos pro Cristo, entendamos a partir dele o que é o ser humano e o que somos nós. Essa é a lição que nos deixa Pedro de Camargo, nosso querido Vinícius. nos miremos em Cristo para entender a Deus e a nós. E assim nós compreenderemos toda a natureza humana, todas as nossas potencialidades e toda a divindade que existe dentro de nós. Agora, a gente tem hoje um aniversariante aqui, mas no lugar de dar presente para ele, a gente vai pedir para ele um presente, né? a gente vai pedir que ele finalize hoje o nosso nossa pré-eleção hoje fazendo a prece e alguma consideração. Desculpa, Rute tomar aqui a palavra. Prece. É, então, por favor, vou pedir um presente pro nosso aniversariante que faça para nós essa prece, nos aproximando um pouco mais também de Cristo e de Deus. Queridas irmãs, queridos irmãos, boa noite. Vós sois o sal da terra. Vós sois a luz do mundo. Ao dizer isso, Jesus definiu a importância do espírito humano para a vida, para a natureza e para Deus. Então, vamos agradecer a Deus e pedir pelos irmãos que estão em sofrimento, que ainda não estão como nós, já encaminhados pela senda do evangelho e da doutrina espírita. Senhor Deus, Pai, dos que choram, dos tristes, dos oprimidos, fortaleza dos vencidos, consolo de toda dor, embora a tristeza amarga do pranto dos nossos erros, neste mundo de desterros, nós clamamos pelo vosso amor. Nas aflições do caminho, na noite mais tormentosa, a vossa fonte generosa é o bem que nunca secará. Sois em tudo a luz eterna da alegria e da bonança, a nossa porta de esperança que nunca se fechará quando tudo nos despreze, Senhor, neste mundo de iniquidades, quando vem as tempestades sobre as flores da ilusão. Ó Pai, sois a luz divina, o cântico da certeza, vencendo toda a aspereza,
se fechará quando tudo nos despreze, Senhor, neste mundo de iniquidades, quando vem as tempestades sobre as flores da ilusão. Ó Pai, sois a luz divina, o cântico da certeza, vencendo toda a aspereza, vencendo toda aflição. Nesses dias das nossas vidas, no abandono ou no tormento, trazei-nos o esquecimento da sombra da dor e do mal. E que em todos os instantes nós sintamos a luz da vida renovada e redimida na tua paz ditosa e imortal. Obrigado, Senhor. Obrigado, Jesus. Obrigado, Dr. Bezerra de Menezes. Muito obrigado a todos vocês. Graças a Deus e boa noite. Eu tô, eu vou terminar aqui. Agradecemos a todos vocês aqui do salão, aqueles que estão nos ouvindo e que a doce paz de Jesus fica com todos nós. Uma boa noite. Tem que terminar. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade.
nhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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