Cantando a Doutrina | SILVIO SODRÉ (ENTREVISTA)
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Olá a todos, olá a todas. Sejam muito bem-vindos, muito bem-vindas a mais um bate-papo do Cantando a Doutrina. Agora na nova edição, né, no ano 2026. Estamos iniciando os trabalhos agora e mês de abril temos já um grande convidado da casa. Vai ser no dia 11 de abril às 19 horas aqui na comunhão espírita de Brasília na 604 Sul. Então, estão todos convidados para conhecer aqui o trabalho do nosso querido Silvio Sré. Silvio Sré, bem-vindo. >> Obrigado. Obrigado. >> Vamos assim começar esse bate-papo primeiro lembrando que você é músico, >> guitarrista, compositor, >> arranjador. >> Isso. >> Você tem vários trabalhos gravados, né? É, tenho a tenho três álbums, né, espíritas, né, 12 músicas cada um. Tenho também um álbum não espírita que foi primeiro que doutor esse trabalho e o último, né, foi na realidade um EP, né, de seis músicas e aquele e uma música solo que eu gravei com solo não, um trabalho single, né, eu gravei com >> com Hércules Mota. né? Composição essa canção ficou maravilhosa e até o coral, né? É luz de luz apresentou essa canção. Muito bonita essa canção mesmo. >> É, o arranjo que eles fizeram ficou muito bacana. Ficou belíssimo. >> Muito ficou belíssimo mesmo. E o clipe ficou, né? Você tem vários clipes também, não é? >> Sim. É, é, é, é, é. Sempre achei interessante trabalhar eh a questão do clipe, né? Acho que foi uma vez que eu tava conversando com o Luiz Ru lá quando a quando a FEB FEB TV ficava aqui, nem sei se chamava FEB TV, [limpando a garganta] mas era o Luiz Hul, era o diretor, né? Aí ele falava da carência que eles tinham de clipes. >> Uhum. >> Porque tinha muita produção musical e tinha pouco clipe para veicular, né? Aí eu peguei aquela ideia, né? e comecei a a produzir, trabalhar e trabalhar uma outra linguagem artística, né? >> Uhum. >> E é é interessante porque você tem a a um meio que pessoas muito usam, né, que é o próprio YouTube. Próprio Comunão tem um canal no YouTube, né? Então, foi bacana de fazer esses clipes. Gerou um trabalho de pensar em cada um deles, de
a a um meio que pessoas muito usam, né, que é o próprio YouTube. Próprio Comunão tem um canal no YouTube, né? Então, foi bacana de fazer esses clipes. Gerou um trabalho de pensar em cada um deles, de elaborar um roteiro para cada um deles, de forma tal que a pessoa, mesmo quem não tivesse, eh capacidade auditiva, pudesse se beneficiar daquele conteúdo, já que aquilo que tava traduzido na música, né, tava na música, tava sendo traduzido, eh, também imagens, né? Uhum. >> Então, seria interessante pra pessoa passar uma imagem com uma com a com a história, com uma historinha, alguma coisa assim. É. E hoje o mundo ele pede muito isso, né? O audiovisual, né? E e você fez muitos clipes bacanas mesmo. Eu vi. E é >> um de foi contigo. >> Foi comigo. Exatamente. Muito bom. >> A música linda que você fez, né? >> O Vida Além, né? >> Vida além. >> Foi demais. E aí foi bacana ali. Foi gostoso fazer, era gostoso fazer esse trabalho. Bacana. >> Tinha a banda Allan Kardec, né? >> Foi a banda Kardec. >> É banda Kardec. >> Isso é o João, o Rodrigo. A o Raul Marx também tocou. Gente boa. Qual o nome mesmo dos trabalhos que estão pro pessoal ver ali no na no Spotify para pesquisar ali? >> No Spotify? É, Silvio Sadre sempre, né? Tem lá no YouTube também. Silvio Sadré, acho que é fácil as pessoas acharem, né? >> Uhum. >> Eh, não é não é não é complicado, né? Silvrias, porque elas acham tudo isso. >> Você tem um histórico, né, com a arte, com a música extenso, né, vamos dizer assim. Você já foi inclusive o dirigente, o coordenador do Cantando a Doutrina, né? Quando foi esse período? Foi eh, eu sei que você ficou uns 10 anos, mais ou menos. >> É de outubro de 2010. quando eu herdei eu cantando a doutrina da Tânia e do Eden, que foram os que criaram, né? E até de outubro de 2010 até fevereiro de 2022, quando passei o bastão para você, você assumiu fe ter feito um trabalho muito bom, né? >> E até na pandemia você continuou tocando em frente o o cantando a doutrina, né? Pois é, a gente tinha que eh mudar, né,
ssei o bastão para você, você assumiu fe ter feito um trabalho muito bom, né? >> E até na pandemia você continuou tocando em frente o o cantando a doutrina, né? Pois é, a gente tinha que eh mudar, né, a a gente tinha que mudar o formato, não podia ser mais presencial, né? Inicialmente a gente eh eh reproduziu reproduziu eh recolocou alguns eh alguns cantos trinos que tinham sido gravados antes, algumas edições que tinham sido gravadas antes, né? E depois a gente começou a fazer de modo remoto. E aí eh trouxe até uma oportunidade interessante, né? Porque a gente pôde e ter várias edições com pessoas de outros estados que em vez de se apresentarem presencialmente, né? Eh, tocaram nas suas casas, inclusive Internacional, que foi o BSS Armor, >> BSS, né? Uhum. que se apresentaram inclusive depois com vocês também, com você também agora no cantando doutrina, não sei se foi ano 24, 2024, >> foi 24. É, >> então eles seram se apresentado em 2022 virtualmente, né, de de longe aí 2024 presencialmente com vocês. >> Então você tocou aí o o cantando a doutrina durante foi 10 anos mais ou menos, né? É um pouquinho, é um pouquinho mais. É 11 anos, né? >> É 11 anos é os meses. >> E essa experiência como é que foi assim para você? >> Ah, foi eh era um trabalho que de início eh eu achei desafiador, né? Não esperava, né? Mas a assumir, né? Eh, e eu tinha medo que as pessoas me vissem como produtor de eventos e não como produtor de conteúdo. Isso foi um medo que eu sempre tive. >> Uhum. >> E era e assim, os músicos daqui me conheciam eu ajudando ao Cantando Dutrina. Então, assim, você na época já se apresentava no Cantando Doutrina antes de eu assumir, né? Então, era aquele que carregava os fios, eh, pegava as caixas que tavam, que eram guardadas no sótam, a, botava as caixas, ligava, ajudava o Edênio a regular o som. Então, os músicos que viam se apresentar me conheciam dessa outra maneira. E como eu continuei fazendo, né, assim, quando é que eles vão passar a ver como um igual, como que produz o conteúdo também. Isso
o, os músicos que viam se apresentar me conheciam dessa outra maneira. E como eu continuei fazendo, né, assim, quando é que eles vão passar a ver como um igual, como que produz o conteúdo também. Isso é o mesmo que eu tive no início também, mas depois eh só fortaleceu a fortaleceu a amizade, né? Eh, graças a Deus sempre tive muito apoio da casa, né? E pude fazer esse trabalho por tanto tempo, né? E claro, né? Com a ajuda dos amigos espirituais, que é sempre importante, entendeu? Na condição, >> não? E e assim, aí eu falando para você, você pode ter certeza que quando você entregou o bastão, você fez um trabalho maravilhoso, porque a a coisa sempre evolui, né? Você trouxe pessoas de fora, né? Foi assim um trabalho que na época as pessoas ainda não tinham esse essa coisa de ver a arte, como a gente vê hoje, né? já a gente já vai, a coisa vai evoluindo, a gente vê diferente, né? >> Eh, acho que é, acho que a uma das coisas que eu sempre eh eh procurei fazendo, cantando doutrina eh trazer constância, regularidade, começar pontualmente na hora, terminar na hora. Isso é uma coisa que eu sempre, inclusive no minuto, você se lembra, >> dava 17 horas, eu começava cantando doutrina e no horário de parar parava ali, né? E era sempre dessa maneira. Por quê? Quando a gente faz um trabalho com regularidade, com constância, né? >> A espiritualidade ela séria, né? Ela vê que o trabalho é sério, vê do nosso intento e nos ajuda. Então eu falei, eles sempre me apoiaram, né, a espiritualidade por conta desse compromisso, com essa constância. E isso foi bom para mim enquanto pessoa, eh, não apenas por essa questão, mas também pela questão de você, muitas vezes, né, eh, tem casos de você, eh, engulir sapo, de você contemporizar. A pessoa às vezes diz que vem, aí não vem em cima da hora. Você tem que >> você tem que lidar com situações, né? Inclusive, não apenas cantando doutrina, teve uma época que eu fiz também um domingo com arte aqui na comunhão, né? >> Eh, cantando a doutrina era o primeiro
e >> você tem que lidar com situações, né? Inclusive, não apenas cantando doutrina, teve uma época que eu fiz também um domingo com arte aqui na comunhão, né? >> Eh, cantando a doutrina era o primeiro sábado do mês e o domingo com arte era o segundo domingo do mês, né? E às vezes até no mesmo fim de semana conseguia fazer os dois, né? E domingo com arte era livre, né? Era só música, mas era também teatro. Eh, a gente fez três mostras de de de vídeos também de audiovisual, né? né? Mas também tinha teatro, também tinha dança, né? Foi bem bacana essa experiência também e exige muito da gente porque a gente cresce enquanto pessoa para poder fazer um trabalho desse, né? >> É. E o bacana é que você eh quando a gente, eu eu tô vivendo isso na pele, né? A gente vai entrando em contato com os artistas, a gente vai crescendo muito com a experiência de cada um, né? Acho que deve isso deve ter acontecido com você também. Agora eu queria ouvir de você um pouco da sua história como músico, como espírita. Como é que foi para você a música na sua vida, como é que entrou? Você já era espírita ou não? Como é que o seu trabalho com música espírita? Como é que começou isso? >> É, [limpando a garganta] é, minha família sempre eh gostou muito de música. Meu pai tocava violão, minha mãe cantava, meu irmão mais velho eh também tocava violão. Então a gente sempre eh se reunia, né, em casa para fazer tocar música mesmo, né? Isso era normal. Então isso sempre teve na minha família, né? E com 14 anos, com 15 anos, já comecei a fazer apresentação com bandas, né? E nunca parou, né? Entrei pra faculdade, fiz parte do corpo artístico da faculdade, depois me profissionaliz profissionalizei com música, >> né? Eh, isso durante um bom tempo foi o maior a maior fonte de renda que eu tive foi era música, né? >> Era o ganha pão mesmo. >> Era o meu ganhaapão mesmo. E aí a agora com relação ao espiritismo, né? Isso também foi algo que assim eh embora eu nasci e não nasci em vero espírita, não sei dizer, porque a a família do meu pai
>> Era o meu ganhaapão mesmo. E aí a agora com relação ao espiritismo, né? Isso também foi algo que assim eh embora eu nasci e não nasci em vero espírita, não sei dizer, porque a a família do meu pai era espírita, né? A família da minha mãe era umbanda, né? Eh, e eles eram religiosos da maneira deles, mas meu pai ele não ia a a um centro porque meu pai fazia eh reunião mediúnica toda semana, continuando o trabalho do meu avô, né, que fazia isso porque a família, minha família Pachecoa era grande, né, era uma família grande. Então, >> isso era lá no Rio, né? >> Lá no Rio. Então, tinham alguns médiuns dentro da família. Então, a gente sabe, não façam isso em casa. a gente sabe que isso é é coisa que não é não é orientado por, né, não é bom que se faça em casa mesmo. Isso é certo de não fazer em casa, mas o pessoal fazia, né? E então meu pai achava com 13 anos, né? Meu pai me viu deitado tentando fazer eh quando a gente faz viagem extracorpórea, porque eu até fui muito ligado assim à religião >> para a psicologia. Eh, eu não sabia que sabia sequer que minha família era espírita, que meu pai era espírita, mas meu pai uma vez me viu deitado ali tentando fazer projeção astral. E aí ele então me eh e chegou e começou a conversar comigo sobre espiritismo. Na primeira vez que ele falou comigo, eu já me descobri espírita. E eu passei a acompanhar meu pai com 13 anos essas reuniões que ele fazia durante toda a semana, na segunda-feira, reuniões mediúnicas, eh, que meus tios eram os médiuns, né? Eles tinha médiuns ostensivos mesmo. >> Uhum. >> Né? E bem, então essa foi, então assim, a a minha adolescência foi um pouco diferente de muita gente, porque eu fazia isso constantemente toda semana. >> Ou seja, você via o a parte fenomênica mesmo, >> a parte fenomênica com doutrina do espírito. >> E de vez em quando meu avô se manifestava eh ali nas reuniões também, né? Tinha espírito que sempre se manifestava, né? C dois machados que chegava batia tá em MCP, tá ser emoçapira aí batia na
to. >> E de vez em quando meu avô se manifestava eh ali nas reuniões também, né? Tinha espírito que sempre se manifestava, né? C dois machados que chegava batia tá em MCP, tá ser emoçapira aí batia na mesa, >> né? Mas era maneira e e sempre trazendo ali. Eu tinha eu tinha vários tios também que eram presidente de centos pistas, né? Um lá em Guaratingatetá, o outro lá em no Rio mesmo, né? Que fazia receitas eh de homeopatia, né? Só tá escrev nome numa folha, né? E depois ia lá e pegava a folha, né? escrevi a receita, então tinha muito isso dentro da minha família, né? E eu sempre cresci com esse respeito, com essa com a vontade de aprender, né? Eu lia, adorava ler, então eu pegava os livros espíritas e ficava lendo, né? Quando cheguei o 17, eu comecei a ler muito, né? Eh, só que aí chegou num ponto em que eu travei. Travei porque eu tinha lido bastante, mas eu não tinha me modificado, entendeu? Era uma sensação ruim, né? que eu assim qu eu isso eu lia, mas assim aquilo me trazia responsabilidade. Cada vez que eu se lembra, cada vez que eu lia alguma coisa, eu ficava >> aí me afastei, me afastei porque normal, 21 anos, 22 anos, >> assim, não dou conta disso, né? >> É. Aí eu foquei mais na parte prática da vida. >> Uhum. >> Né? Fiquei menos teórico, fiquei mais prático, focado ali na parte que precisava focar, né? ganhar eh, chama se profissionalizar e tudo. Aí 20 aí aos 29 anos eu vi uma peça, um cartaz de uma peça espírita chamada 2000 anos. Aí eu eu vou lá, eu já tinha lido o livro, né? Já tinha lido três livros do Emanuel, né? Eh, 2000 anos, quantos depois aveva Cristo, não tinha lido Renúncia ainda. Aí depois eu li, fui lá participar da, fui lá assistir a peça e eu fiquei tão empolgado, não quero fazer parte da peça, né? era o grupo mensageiros, né, do Cair Assunção. Fiz parte desse grupo, né, e aí eu, ou seja, me aproximei do espiritismo novamente, mas eh lidei com muitas, fui muitas casas espíritas, fui muito teatro, fui muito, né, que a gente se apresentava bastante.
rte desse grupo, né, e aí eu, ou seja, me aproximei do espiritismo novamente, mas eh lidei com muitas, fui muitas casas espíritas, fui muito teatro, fui muito, né, que a gente se apresentava bastante. Eh, mas aí depois também por força da vida, eu tive que dar uma uma parada, focar em outras coisas e só retomei depois eh aqui em Brasília, vindo à comunhão espírita. Uhum. >> Né, em 2005, >> né? Eh, e também lá e simultaneamente lá em Irmão Ário. Eu fiz o ESG lá no irmão Áuro e também aqui na comunhão. >> E você história >> e você tem história tanto com a música quanto com o teatro, né? >> Pois é, eu comecei como teatro espírita e e eu eu eh e eu eu era bronqueado com esse com a com a música espírita. Para mim, eu acho, porque para mim sempre música era uma coisa assim de eh como é que eu vou dizer? É, música era uma coisa assim bem, sei lá, expressão, não sei. Eu eu eu as pessoas quando entravam cantavam músicas para mim espíritas, eu não gostava, eu não gostava. >> É, eu já passei por isso também, né? Porque lá muito tempo atrás, realmente tinha muita música que não era muito boa, né? >> Pois é, quando cantava uma música dessa para mim não gostava. Aí acho que a qualidade foi melhorando >> sim, >> de um de um tempo para cá, acho que na nossa sei lá, adolescência a música não era muito boa mesmo, não. [risadas] Eu me lembro >> hoje, hoje assim, hoje em dia você tem coisas bem eh mais interessantes. Na época as pessoas pegavam músicas que eram famosas e botavam letras espíritas. Isso acontecia muito. >> Acho que até hoje ainda existe isso, né? Eh, era era pegar uma música >> popular ou ou conhecida no mundo e fazer uma letra em cima disso, né? >> Isso muito comum em casas espíritas, né? >> Sim. Agora você agora você veja, eh, eu também eh eu era para mim o seguinte, música era expressão e para mim religião era introjeção, então para mim não casava uma coisa com a outra, né? E aí as coisas para mim só eh só só se juntaram, né, aqui na comunhão. Fui fazer o Paulo, peço Paulo Estevão,
o e para mim religião era introjeção, então para mim não casava uma coisa com a outra, né? E aí as coisas para mim só eh só só se juntaram, né, aqui na comunhão. Fui fazer o Paulo, peço Paulo Estevão, toquei uma música e aí trouxeram um poema, né, eh, estrada de Damasco, eu peguei e fiz a música ali. Aí depois um amigo, meu sobrinho tava passando por uma situação difícil e para falar com ele de uma determinada maneira, eu não queria ser um tio assim, sabe? Ficar dando conselhou. Aí eu queria que aí eu fiz uma música para tentar passar aquilo que eu queria que ele que ele ouvisse. E aí eu vi que de repente eu podia usar a música com fim útil de mudar. No caso era meu sobrinho, mas podia mudar qualquer eu via e nessa mesma época 2007, 2008 tava vendo você se apresentar aqui, Maelon L se apresentar aqui, Flávio Fonseca, La Serde e Jean Charles 300 pessoas se apresentarem aqui assim, não, eu tenho alguma coisa me chamando para essa para essa seara, né? E aí, Tânia, Eden, posso fazer parte aqui, posso ajudar vocês a carregar fio, né? Montar o palco aqui pro pessoal se apresentar. De alguma forma que você estava me chamando, mas ainda assim só levou um tempinho até que eu comecei realmente a cair minha dessa dessa responsabilidade. Então >> de de trabalhar como compositor passe aqui tava ficando toda arrepiada. >> Pode lembrar >> de trabalhar como compositor mesmo, fazer música, mostrar ali na frente, porque eu lembro, eu eu lembro que as que eu te conheci tocando, né? Eu acho que você tocava com Janjá. >> Eu lembro também você no grupo Fé, né? No grupo Fé. Grupo Féoi em 2000 e >> foi 2008. >> 2008. >> Os dois trabalhos foram em 2008. Fique com Jean até 2010 tocando com ele. 2011. 2011. Aí depois disso não mais. Mas o grupo fé eu fiquei só de maio até o final do ano com grupo fé tocando, cantando com elas, né? Com grupo. >> E aí >> era o Benedito Fruto na época, >> eu lembro. Eram umas meninas, né? É, era >> é lembro o grupo >> que a gente vai quando vai se apresentar a gente acaba sempre se cruzando, né?
? Com grupo. >> E aí >> era o Benedito Fruto na época, >> eu lembro. Eram umas meninas, né? É, era >> é lembro o grupo >> que a gente vai quando vai se apresentar a gente acaba sempre se cruzando, né? >> Pois é. >> E eu sei que você também é muito ativo, né, na na arte espírita como um todo, né? Você eh eu soube que você um artigo seu foi selecionado pro reformador, não é isso? Como é que foi essa experiência? Foi, eu fui, eu mandei, né, a o artigo para lá pr pra aprovação, né, é no artigo que fala da influência, o título dele, a, a influência da música em nossas vidas, mas eu sempre, na realidade estou falando ali é da arte mesmo, né? >> Eh, porque a arte ela pode ter um poder muito grande nas pessoas, né? Ela afeta a nossa saúde, tem impacto em nossa saúde, eh, na educação, a maneira como a gente percebe o mundo, ela nas relações sociais, na questão do entretenimento mesmo, que isso é uma coisa que é preciso, que as pessoas tenham também, né? Mas eh eh também na parte de obsessão. >> Uhum. >> Né? porque eh a enfim, ela muda a a nossa eh a nossa as nossas emoções. As nossas emoções é algo muito poderoso. Você vê isso, por exemplo, no filme Monstros SA, que a eles utilizam no início do filme, né, a o grito das crianças como sendo a energia elétrica, alguma coisa que converte o grito das crianças em energia elétrica, a emoção, né? Uhum. >> Depois eles descobrem que o riso da criança ainda gera mais energia. >> Uhum. >> Né? Ou seja, uma outra emoção que gera gerando energia. Então, essa energia que a gente consegue eh modular nas pessoas através da arte, né, pro bem, canalizar essa energia pro bem, ela é é pouco eh a gente pouco faz uso disso, tem pouco conhecimento sobre e, no entanto, o impacto é muito grande, porque eh é a emoção da pessoa pode levar ela a fazer coisas muito boas, mas também pode levar ela a fazer coisas muito negativas, né? Então, a a esse domínio que nós como espíritas temos mais ainda condições de entender o que que a emoção provoca nas pessoas.
muito boas, mas também pode levar ela a fazer coisas muito negativas, né? Então, a a esse domínio que nós como espíritas temos mais ainda condições de entender o que que a emoção provoca nas pessoas. Então, a arte espírita ela tem a ela a a esse conhecimento sobre a arte espírita, ele consegue ainda ser mais efetivo, porque a gente consegue alcançar algo que vai além da matéria do que as pessoas pensam de da materialismo, né? a gente consegue alcançar eh o espírito da pessoa, o perespírito. Então, todo esse conhecimento que a que o espiritismo traz paraa arte, né, isso eh dá ainda mais poder ao que ao que a gente já faz e é pouco utilizado, né? >> É, a gente >> pouco conhecido, >> a gente tem batalhado bastante nisso, né? Mas a gente sabe que tem muito mais potencial, né, para expandir, né, e o que a gente observa, não só no Cantando a Doutrina, mas em qualquer evento de arte espírita, é que eh como você falou, a arte pode emocionar, pode mudar a chavinha ali da pessoa que tá num processo obsessivo ou num processo de ideia suicídio suicida, por exemplo, né? né? Quanta coisa que que a arte pode fazer. E a gente observa isso na prática, né? Eh, não sei se você nessa sua estrada aí, você tem uma estrada longa, né? Eu sei que você também trabalha com o pessoal na Abra, já trabalhou na FEDEF? >> Tem tem muita estrada aí também nessa nessa seara aí também, né? >> É, no momento eu tô na comissão executiva da da Brart, né? vai vencer agora o mandato na em junho, né? E a é é uma associação de artistas espíritas, né? E eu aprendi bastante coisa lá, assim, como aprendi bastante coisa também aqui na comunhão, tá? Foi a casa que me formou na arte, né? Foi aqui na comunhão, mas eu terminei minha formação foi na BRT, onde eu aprendi bastante também, né? Com pessoas que que pensam, né? E estudam a isso a fundo, né? Só para pessoal que tá nos acompanhando, a BRT é a Associação >> Brasileira de Artistas Espíritos. Ela ela no Brasil todo, né? >> É, no Brasil todo. E na FEDF eu entrei
? E estudam a isso a fundo, né? Só para pessoal que tá nos acompanhando, a BRT é a Associação >> Brasileira de Artistas Espíritos. Ela ela no Brasil todo, né? >> É, no Brasil todo. E na FEDF eu entrei ali, é como [limpando a garganta] um mandato tampão, a princípio como mandato tampão, né? A substituindo da massa Falcomer, né? Mas eu já tinha uma programação para fazer eh da dali alguns meses. Então seria uma data tampão mesmo, seria para ter terminado lá em abril, né? Mas aí a como a presidência continuou, né? Eh, eu a os diretores continuaram também, né? Seguindo isso, né? Só que daí depois eu eu pedi licença ao presidente, eu já tenho compromisso assumido com a minha esposa de fazer uma graduação com ela. E aí a gente foi fazer graduação em farmácia, fizemos, né, 4 anos formamos >> e formados >> e formados. >> Parabéns. E foi nesse período aí que que eu acabei entrando aqui no >> cantando a doutrina. durante, é, é interessante porque durante alguns meses eu fiz cantando doutrina de lá da lá da Católica, porque naquela época porque naquela época eh a gente tava fazendo, né, tava tava fazendo graduação. Então o o cantando, como as nossas aulas eram aos sábados, né, tem algumas edições e virtuais, né, lá do de setembro de 2001, outubro de 2001, né, acho que acho que em outubro cheguei em casa ainda, deu tempo de chegar em casa para fazer com o Robson Ribeiro, o Marcelo Daimon, mas teve alguns desses que eu fiz de lá da de lá da da Católica com com a coma Católica lá fazendo de fone de ouvido. Muito engraçado. [risadas] >> É muita. Eu sei que você tem uma bagagem grande. Eu te conheço já há um tempo, né? A gente já >> Aí depois você depois você se assumiu. Graças a Deus. >> A gente tem essa amizade, graças a Deus. E e eu tenho certeza assim que quem vier comparecer aqui no dia 11 de abril vai ver coisa muito boa. É assim, que que você tá mais ou menos preparando? São músicas mais autorais, são músicas mais assim, >> trabalhos novos. >> É, o que que você pretende trazer aí
a 11 de abril vai ver coisa muito boa. É assim, que que você tá mais ou menos preparando? São músicas mais autorais, são músicas mais assim, >> trabalhos novos. >> É, o que que você pretende trazer aí para nós nesse dia cantando a doutrina dia 11 de abril? >> É, eu encerrei a produção. >> Ah, é? >> Encerrei a produção. Eu acho que tá de bom tamanho, né? Sempre. Eh, é uma maneira das pessoas me conhecerem, mas principalmente conhecerem a maneira que eu penso. É o trabalho que eu fiz, né? tá ali, tá pronto. O que eu vou trazer nessa nessa edição do dia 11/04 é uma é uma, como é que fala assim? É uma uma amostra daquilo que eu já fiz, né? Então eu vou eh vão ser vou falar tocar três músicas de cada de cada CD, né? E o single que é o o single, que foi aquele que eu >> que eu fiz com com Hércules, né? Então, a uma parte do show vai ser só voz e violão mesmo. Tô buscando a das raízes mesmo, né? Quando fazia isso daquela forma, como as pessoas se apresentavam aqui, o cantando doutrina era daquela forma, né? Eh, que eu acho que eu já fiz muita produção grande nos últimos, entendeu? Eh, sempre as três últimas vezes que eu me apresentei no Cantando Doutrina, eh, foi com banda, né? Eu queria dessa vez fazer uma coisa mais e voz violão, mais intimista, mais eu acho legal isso >> que é muito bom também. >> E depois vou trazer amigos, dois amigos, três amigos de lá do do grupo Esperança, porque agora tô no grupo Esperança lá com Ivan Pain, Joséis Provi que eles vieram ano passado aí também. >> Eles vieram aqui no ano passado no cantando a doutrina, acho que foi de outubro. >> Uhum. >> No ano passado e agora tô cantando com eles, né? Então vou trazer dois amigos, três amigos na realidade lá, né? dois cantores e um violoncelista, né, para fazer o cantando a doutrina comigo para me ajudar na parte no terço final ainda assim, né? >> Maravilha. >> Então vai ser uma parte que vai ser só voz violão mesmo e depois vou dar uma incrementadinha só para não dizer que não deu uma incrementada e talvez eu
no terço final ainda assim, né? >> Maravilha. >> Então vai ser uma parte que vai ser só voz violão mesmo e depois vou dar uma incrementadinha só para não dizer que não deu uma incrementada e talvez eu consiga e não sei, talvez consiga projetar um um vídeo ou fazer uma coisa atrás, né, pô, que eu consigo juntar também o de só que teria que ser um vídeo sem música, não sei. Eu vou paraar ainda como é que vai ser essa parte. Que bom, né? Acho que estamos aí aguardando esse reinício do Cantando da Doutrina e vai ser com certeza muito, muito legal ter você novamente conosco. >> Poxa, >> e esperamos aí que que todos compareçam, né? Vamos eh nós estamos vendo que a arte tá se desenvolvendo, né? A gente tem percebido isso e com certeza quem vier ver o Silvio Sodré vai ver um uma história de música, né, de composição, de de você também tem um trabalho de arranjador, né, assim, nas suas gravações. Eu vejo muito esse trabalho, eh, você pensa ali o a bateria, a guitarra, o baixo, supervisiona tudo mesmo. >> Em algumas músicas é assim, né? Outras músicas eu deixo a cargo ali da pessoa que tá tocando mesmo ali, né? Dou uma orientada para não sair muito daquilo que eu já que eu já pensei, né? Normal, né? Importante é que assim, a gente assina um trabalho no final, né? >> Uhum. Então, a a hoje em dia você tem a IA, né, que faz as coisas, né? Então, hoje em dia as pessoas não tem menor problema. Hoje em dia tem a IA. Se um dia for trabalhar junto com a IA, de qualquer forma aquilo que ela fizer, eu vou ter que assinar embaixo, entendeu? Porque vai ter que impactar as pessoas da maneira como eu teria que ser impactadas, né? >> É, como a gente estava conversando antes aqui dessa entrevista, né? Porque você é da área de tecnologia, né? >> Isso. >> Além da farmácia, eu lico. >> Ah, além de psicologia também. >> Além de psicologia. Mas a gente tava vendo isso como hoje as pessoas já trabalham com inteligência artificial para fazer música e tem feitos trabalhos feito trabalhos muito bons,
psicologia também. >> Além de psicologia. Mas a gente tava vendo isso como hoje as pessoas já trabalham com inteligência artificial para fazer música e tem feitos trabalhos feito trabalhos muito bons, >> muito bacana. Sim. >> Mas então eu eu fiquei muito feliz aí com a com a sua por ter te convidado e você ter aceito. >> Uhum. E aí eu vou te pedir para convidar o pessoal aí. >> Você está convidado, você também está convidado e você também está convidado, todos vocês, para assistir o Cantando Doutrina do dia 11 de abril 2026, às 19 horas, aqui no Salão Bezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília. Venha presencialmente se puder, mas se não puder assista pelo canal do YouTube da Comunhão Hospita de Brasília. estão convidados. >> Isso aí. Obrigado, Silvio. E estaremos aqui para te receber com muito carinho. >> Obrigado. Obrigado. Quando o inverno chegar, roubando as cores e [música] o frio [canto] da desesperança secar a raiz. O vento cortante do medo selar suas dores e a força da sua essência ficar por um trz. [música] Quando o inverno chegar, quando frio vier, [canto] uma luz [música] cruzará o ar. Para aquele que [música] tiver fé, quando a angústia chegar [canto] no meio da noite [música] e o som do silêncio soprar, lembrança infeliz, os [música] desafios da luta. tomar dia açoite e a mágua [música] forrar o seu leito [canto] com sonhos hostis. Hum. Quando a [canto] noite chegar, quando [música] a sombra [canto] vier, uma [música][canto] luz cruzará o ar.
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