Cantando a Doutrina | GRUPO GAN (ENTREVISTA)
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Olá a todos, olá a todas. Sejam muito bem-vindos, muito bem-vindas ao nosso bate-papo do Cantando a Doutrina. E no nosso próximo cantando a doutrina do dia 9 de maio, lá no na comunhão espírita de Brasília, na 604 Sul, nós teremos um convidado muito mais do que especial. Não é só um convidado, é um grupo, um grupo muito conhecido no movimento espírita, um grupo que, particularmente, eu sou muito fã. que é o grupo Arte Nascente Gan de Goiânia. Então, gente, nós estamos aqui hoje nessa entrevista online porque eles estão em Goiânia e eu tô aqui em Brasília e nós vamos chamá-los pra gente bater esse papo, um papo leve para entender um pouquinho quem são quem são esses integrantes do GAN que estão aqui conosco. É o Maurício Keller que muito conhecido, a Merissa, o Murilo e o Estevan. Não é isso? Falei direito, gente. >> Falou. >> Exatamente isso aí. >> Isso mesmo. Certinho, >> gente. [limpando a garganta] Sejam muito bem-vindos, tá? Eh, é uma honra estar aqui conversando com vocês. Vocês vocês sabem disso, né? Vocês são muito conhecidos no no movimento espírita. tem um papel muito relevante na arte, na música e no teatro, né? E eu queria conversar com os quatro, ouvir um pouquinho de cada um, eh, assim, qual é o papel de cada um no grupo aí? O Maurício, a Merissa, o Murilo e o Estevan. Eh, conta aí mais ou menos o papel de vocês aí no grupo Gan. >> Ah, ok, Alexandre. Bom, a recíproca é verdadeira, né, maninho? Você sabe que aqui a gente também é seu fã, né? >> Ah, que ó. Obrigado. >> Deus te abençoe cada vez mais nessa jornada, nessa missão aí tão linda que é de compositor e poeta, né? >> Eh, >> é isso aí. Vamos juntos. >> Bom, eu sou um dos fundadores do Gan, né? Gan surgiu em 1988. Eh, de lá para cá, eh, também o principal compositor das canções do grupo e também, eh, vocalista do grupo, né? Hoje eh já nem tão atuante quando é mais jovem, né? Mas continuo também com no grupo, mas por questões mais de trabalho não estou tão eh envolvido com as reuniões do grupo, as questões mais
grupo, né? Hoje eh já nem tão atuante quando é mais jovem, né? Mas continuo também com no grupo, mas por questões mais de trabalho não estou tão eh envolvido com as reuniões do grupo, as questões mais burocráticas de organização, porém nos espetáculos, nos shows, né, e tendo que fazer muitos ensaios, é claro, para poder participar, né, eu estou presente. OK? Então, brevemente é isso aí. Nessa conversa a gente vai eh informando, colocando mais alguns dados também dessa jornada. Eu sou Merissa Sampaio. Para nós é um prazer estar com vocês, né? Prazer estar na comunhão no dia 9 de maio com o Gan, eh, que é um local que nós ainda não fomos, né? E também a expectativa é de cá para que a gente encontre todos vocês lá, né? Eh, atualmente sou presidente do Conselho Deliberativo do grupo, né? Estou como presidente Maurício Iodamo. Eh, estou também como vocalista, né? Sou uma das vocalistas, somos muitas mulheres. Eh, temos também os rapazes, né? >> Você é atriz também, né? Porque você também representa na gente faz também. A gente, como diria Marcela Buquer, que um amigo muito querido que se encontra no plano espiritual, a gente eh costura, chuleia, prega, borda, dança, né? Faz o que for preciso. Sou atriz também, alguns espetáculos. Eh, estamos coordenando aí junto a uma equipe também um trabalho social do grupo que é a obra do berço Amor Nascente e estamos à frente aí dos trabalhos. >> É arte na veia, né? Ou seja, >> arte na veia. Isso mesmo. >> Vocês trabalham com música e teatro, né? música, teatro, dança, >> artes plásticas, artes visuais também digitais. >> Digitais, exato. E temos também essa parte social. Já tivemos eh um um trabalho de evangelização com crianças e jovens, né, que se chamava Ganzinho e a Mocidade Espírita Arte Nascente, mas que infelizmente na época da pandemia nós tivemos que suspender os trabalhos por dificuldades com trabalhadores e todo aquele momento que nós passamos >> não conseguimos retornar ainda, mas surgiu nessa mesma época da pandemia a
pandemia nós tivemos que suspender os trabalhos por dificuldades com trabalhadores e todo aquele momento que nós passamos >> não conseguimos retornar ainda, mas surgiu nessa mesma época da pandemia a necessidade de acolher, auxiliar, amparar mãezinhas, né, com a a é enxoval, o mínimo possível e suficiente para que elas dessem a luz ali, o enxoval, a cesta básica. E esse trabalho perdura ainda, né? Então hoje é o trabalho social que o grupo vem desenvolvendo junto a essas mulheres. >> Nossa, que trabalho bacana. E o Murilo, Murilo também tá há muito tempo no grupo, né? É, então dos que estão aqui, eu sou o que tô há menos tempo, né? Porque eu entrei em 99 no grupo, né? O grupo é de 88, eu entrei em 99 como baterista, né? E foi até uma surpresa para mim, porque eu entrei para ajudar na parte técnica, né? E o Fred, que era o baterista, eu acho que ele tava precisando sair. Aí quando ele viu que eu comprei a bateria, que é uma bateria que tá até aqui atrás, ele na semana seguinte ele falou: "Ó, você assume aí que eu preciso, preciso ir embora. Tchau". E sumiu. Voltou muito tempo depois. E eu aí eles tiveram que me aturar, né? Na época não era fácil encontrar músicos dispostos, né, a tocar [limpando a garganta] no movimento espírita. Então tiver que me aturar. Eu fui melhorando de lá para cá, né? Espero poder contribuir, né? Contribuindo bem aí com a com a minha arte, né? >> É um excelente baterista. >> É, então >> é, eu [limpando a garganta] eu imagino. >> Então, e também >> auxilio na parte mais técnica aí também, né? assim no estúdio, na parte de de assim que eu tenho um estúdio aqui em casa e a gente tem ensaiado aqui mais recentemente, né? Então tem dado mais esse apoio aí pro grupo, né? >> Então você é baterista e tá desde quando mesmo no grupo? >> Tô desde 99 no grupo, né? 1999 eu entrei para poder contribuir com o grupo. >> É muito tempo, né? >> Não tem tempo. É muito tempo. >> E o Estevan que tá na outra janelinha aqui, cadê o Estevão? >> Sim, Alexandre. É. Eu entrei no grupo, o
rei para poder contribuir com o grupo. >> É muito tempo, né? >> Não tem tempo. É muito tempo. >> E o Estevan que tá na outra janelinha aqui, cadê o Estevão? >> Sim, Alexandre. É. Eu entrei no grupo, o grupo já tinha três para 4 anos de vida. Eh, naquela época eu entrei numa área que não existe mais, que era artes visuais, né? Era na época tinha o Sérgio Calura, que coordenava essa área, os meninos vão lembrar aí. E fiquei um tempo, pouco tempo nessa área e já migrei pro teatro. E aí no teatro tô até hoje. Hoje eu sou coordenador, eh, a gente não fala teatro, fala artes cênicas, porque é teatro e dança junto. >> Sim. >> Então, até hoje tô nessa área aí, coordenando artes cênicas. >> Nossa, que que trabalho maravilhoso de vocês, né? Eu assim, é difícil não admirar um trabalho dessa magnitude, né? Ainda mais que a gente aqui na comunhão tem a diretoria de arte e cultura e também trabalhamos com poesia, com música, com teatro também e temos a satisfação de ter esse trabalho do cantando a doutrina, né? Eh, eu vi que vocês falaram aí algumas datas e a gente fica até impressionado, né, com a longevidade do grupo, né? Eh, não sei quem poderia aí contar mais ou menos a origem, como o grupo começou, como é que alguém poderia ter essa memória aí para dar pra gente? Sim, eu posso contar um pouquinho. >> É o seguinte, em 1988, eh, um amigo nosso chamado Wilson, uma cidade interior de São Paulo, ele participou de um congresso e conheceu vários eh jovens, [roncando] >> vários jovens goianos, né? E eh só que nem todos se conheciam, mas ele locou um ônibus e levou essa turma pra cidade dele, Jundiaí, né? >> Jundiaí. >> Jundiaí. E levantou e levou essa turma para lá. Aí essa turma acabou se conhecendo e na volta eles estavam tão assim ligados uns com os outros que esses jovens eh imaginaram assim, como que a gente pode fazer pra gente continuar juntos, né? A gente trabalhar juntos. E aí então eles começaram a pensar, porque talvez a gente possa fazer um trabalho de alegria cristã que
ram assim, como que a gente pode fazer pra gente continuar juntos, né? A gente trabalhar juntos. E aí então eles começaram a pensar, porque talvez a gente possa fazer um trabalho de alegria cristã que seja itinerante, que não seja de uma casa específica, mas que o grupo possa sair em várias casas fazendo trabalho, enfim, dando apoio nessa área de alegria cristã, de harmonia de musical. Então, e aí eles escolheram um espaço e esse espaço foi o pai, posto de auxílio espírita no centro de Goiânia ali e começaram a se reunir, né? E a partir daí, então, o grupo começou a produzir, a criar tanto canções como também sketes teatrais, enfim, que começou a a ter uma outra característica. E a partir desse instante que quando o grupo ele começou, quando ele teve, ele eh se denominou grupo arte nascente, eh o grupo ele decidiu todo ano trabalhar com alguma campanha importante. E aí a primeira campanha foi a de valorização da vida, né? deu uma chance à vida >> de prevenção ao aborto >> e a ideia era que ficasse durante um ano com uma campanha. Só que quando terminou o ano e foram revisitar, a gente percebeu que na verdade era muito pouco o trabalho que tinha feito, que tinha muita coisa ser feita e o grupo decidiu continuar. só depois dali muito tempo, não sei exatamente quantos anos, é [música] que foi surgiu um novo novo tema que é o tema de prevenção às drogas, né? E a partir daí então o grupo começou a fazer canções também, musicais também teatros, enfim, para que isso pudesse eh acontecer, né? Então aí isso aí é eu tô dando assim o pontapé inicial agora o Murila Merça pode completar >> só eh com relação a essas primeiras composições que foram surgindo, né? Nós temos aí um vídeo de uma música que se chama Dê uma chance à vida, que é uma das primeiras do grupo e que vocês [música] vão ter aí a oportunidade [canto] de ver e ouvir, né? foi gravada realmente [música] na época da pandemia. Nós fizemos esse clipe aí na época da pandemia com essa música que é [música] tão especial lá do início do grupo, tá?
e [canto] de ver e ouvir, né? foi gravada realmente [música] na época da pandemia. Nós fizemos esse clipe aí na época da pandemia com essa música que é [música] tão especial lá do início do grupo, tá? >> Maravilha, gente. Eh, vocês eh parece que vocês são um grupo grande, né? Para tem até essa parte burocrática. Hoje, atualmente, são quantos integrantes no GAN? mais ou menos aí em torno de 20, 25 integrantes, né? Nós temos eh a gente chama de membros efetivos, que são aqueles que frequentam as nossas reuniões, são aos sábados, né? Começamos ali por volta de 3:30 até umas 19, 19 e pouco. Então, esses membros que frequentam todos os sábados sábados, nós chamamos de membros efetivos, né? Mas temos também membros colaboradores, que são aqueles que não estão, que às vezes estão até em outros estados, até fora do país, e que colaboram com o grupo de alguma forma, mas que já estiveram presentes no grupo, né, >> fisicamente. >> Porque a gente a gente diz que uma vez integrante do Gan para sempre Gan. É, não tem >> não sai não. [risadas] >> Tá certo. >> E só, só lembrando aqui, Maris, temos estagiários também, né? >> Sim, sim. É uma outra categoria que nós temos no grupo, quando a pessoa quer se aproximar do trabalho, quer conhecer, né? Quer ver se consegue estar junto ali nesse trabalho árduo, porque sábado para nós é trabalho, né? Então a gente coloca essa pessoa num estágio aí de alguns meses, né, até um ano, para ver se realmente é isso que a pessoa quer, né? seja numa área específica, seja conhecendo as áreas, se inteirando e também fortalecendo os laços com as pessoas do grupo, porque a gente entende que o grupo ele, primeiramente é para nós mesmos, para os nossos trabalhos morais, interiores, né, de autoconhecimento, para depois a partir daí a gente conseguir levar uma mensagem mais sólida, mais edificante para as pessoas que nos cercam. Então essa convivência, essa irmandade para nós, ela é fundamental e como qualquer família, nós temos divergências, pontos de vistas diferentes, né? E a gente não
cante para as pessoas que nos cercam. Então essa convivência, essa irmandade para nós, ela é fundamental e como qualquer família, nós temos divergências, pontos de vistas diferentes, né? E a gente não busca ali um consenso total, mas um consenso mínimo no sentido de est trabalhando e levando a doutrina, né, através da arte. >> É, o interessante aí, Alexandre, é que o grupo, a gente fala é é uma é uma ONG, né, uma organização não governamental constituída. a gente tem um CNPJ, né, que que foi foi instituído, né, há um tempo atrás >> e a gente tem estatuto, né, a gente presta contas. Eh, mas o fundamental do grupo, que é o pessoal às vezes pergunta: "Nossa, mas desde 88 vocês ainda estão juntos? Ainda tem gente que é da fundação ainda, né? Até hoje aí o trabalho continua, mas é porque a gente tem um objetivo, né, que é valorização à vida, né, através da arte espiritualizada que tá lá no nosso estatuto, né? Então assim, ó, eh, tá lá, é isso aí que a gente tem que fazer. Então, quem tem alguns que chegam e aí não se adecam muito, né, e aí logo saem, outros colaboram, mas nunca estiveram assim, eh, como integrantes >> efetivos, >> efetivos, mas sempre ajudam, estão sempre apoiando, né? Então, e outros que realmente estão aí sempre no trabalho, sabe? Para aqueles que quiserem apoiar de alguma forma o grupo, como é que vocês tem algum algum site, algum é no Instagram? Como é que é o contato com vocês? >> É, atualmente é mais pelo Instagram mesmo, né? Nós temos um site lá que a gente ainda tá tentando remodelar ele, mas o pessoal hoje utiliza mais o o Instagram que é Grupoartenascente, né? @grupoartenascente. >> Tem também a os nossos trabalhos no YouTube, né? lá eh, TV Gan, TVG tudo maiúsculo, né? Eh, então nós temos vários vídeos, temos os musicais, né? Inclusive o depois a gente vai falar dos musicais que nós já fizemos, né? Quando eles foram realizados. Alguns deles já estão disponíveis lá no nosso no nosso canal do YouTube, tá? Mas a comunicação hoje é via Instagram, né, que o pessoal
os musicais que nós já fizemos, né? Quando eles foram realizados. Alguns deles já estão disponíveis lá no nosso no nosso canal do YouTube, tá? Mas a comunicação hoje é via Instagram, né, que o pessoal mais usa. >> Eu acho muito interessante esse formato porque ele ele foge, né, ao padrão do que a gente conhece na na no movimento espírita, né? Vocês são um grupo voltado especificamente para a arte, né? As pessoas que integram o GAN, eles frequentam casas espíritas, eh, cada um numa casa. E o Gan é um grupo voltado paraa arte, mas não necessariamente ele é espírita ou ou ele tem essa essa conotação de espírita mesmo ou é um pouco mais abrangente? Explica aí pra gente. >> Então, é um grupo espírita, certo? E ã, só que assim, eh, eu costumo falar o seguinte, que existem vários tipos de grupos espíritas. Existem grupos espíritas cuja cuja mensagem da mensagem espírita é mais indireta e outros grupos cuja mensagem é bem direta. E entre a direta e indireta existe muitos tons, né? Eh, por exemplo, tem um amigo, tem um grupo amigo nosso que chama-se Alma Sonora de Curitiba, que a mensagem deles é propriamente indireta, fala mais sobre o evangelho de [limpando a garganta] Jesus, sobre os valores cristãos, >> né? Eh, e o Gan ele ele ele ele transita entre as duas as dois extremos, tanto mensagens relacionadas a princípios doutrinários, como também a valores humanos, que aí a gente costuma falar que são os valores de Cristo, né, do evangelho. Eh, isso por quê? Porque o Gan ele, como ele é um grupo que nasceu jovem, continua jovem, apesar da idade, né, Alexandre? O cabelo tá branco porque a gente pinta de branco, né, Maurício? >> Então o grupo continua. >> Eu nem nem cabe [risadas] Alexandre, o grupo continua jovem, né? E como o grupo >> há mais tempo, mais jovens, >> mais jovens, né? Então o grupo continua jovem, >> eh, e sempre com essa missão de ir além das fronteiras da própria do meio espírita. Os os musicais do Gan, por exemplo, são musicais que eles eh acolhem qualquer pessoa. Por exemplo, o
tinua jovem, >> eh, e sempre com essa missão de ir além das fronteiras da própria do meio espírita. Os os musicais do Gan, por exemplo, são musicais que eles eh acolhem qualquer pessoa. Por exemplo, o de o o musical que nós temos, que é o Vida na história, é um musical que ele tá todo ele focado na prevenção do do aborto. O outro musical Nova Viagem que a gente vai fazer esse ano inclusive de prevenção às drogas, certo? uma nova. >> Então, tem muitas canções do grupo que se é uma pessoa que é que não é espírita ouvir, ela vai não vai nem identificar que é uma música, uma canção, né, que ela é feita por um grupo espírita. Então é isso, modo geral, é mais ou menos isso. Esse é o tom que o grupo dá, né? Eu acho essa proposta muito bacana, porque evita às vezes a gente ficar muito num nicho só, né? a gente expande para eh eh eu mesmo também às vezes fal muitas eh e já fui outras igrejas, igreja a gente quando a gente fala por exemplo, a gente tá falando universal, né? Alguns valores, como liberdade, amor ao próximo, são valores universais. Eu acho muito bonito isso, né? Essa questão de vocês expandirem essas fronteiras para além, né, da >> da casa espírita, né? >> E uma coisa que eu queria saber, eu sei, >> oi. >> Afinal, ele é o pai de todos nós, né? >> Ah, sim. Você deu um exemplo que é muito claro, né? Deus é um só. A gente chama ele do que quiser, mas Deus é um só [risadas] não interessa a religião. >> Mas uma coisa que é fundamental para nós, Alexandre, é realmente o nascimento do grupo dentro da doutrina. Então, é uma coisa que nós eh costumamos colocar as claras, aonde quer que nós estejamos, né, com quem quer que nós estejamos, eh, que somos, sim, um grupo espírita, >> uma cláusula pétria, podemos dizer assim, né? Muito, muito bom isso, porque assim, a gente, a gente consegue conversar tanto com o público interno, né, espírita, mas também chegar ao jovem, as pessoas sistemática drogas, aborto ou suicídio, isso é muito além das fronteiras, né, das nossas casas, né?
consegue conversar tanto com o público interno, né, espírita, mas também chegar ao jovem, as pessoas sistemática drogas, aborto ou suicídio, isso é muito além das fronteiras, né, das nossas casas, né? >> E Alexandre, e a gente tem assim, nós temos muitos relatos, inclusive de pessoas quando vão assistir nosso nossos shows, né? alguns ali que vão vão a reboque, né, que não são espíritas, às vezes nem religiosos são e que já participaram e nós já já ouvimos diversos assim depoimentos de pessoas que foram assistir o show e que ficaram assim impressionados, não pelo pela beleza do show, mas assim pela pela >> sutileza da mensagem. >> Exatamente. Pela mensagem que foi passada ali, pela forma com que foi passada, sabe? No último show que nós apresentamos no espelho de você, nós tivemos a uma uma mãe que nos ligou assim: "Olha, eu nunca achei que o meu filho, não lembro se era filho, se era filha, eh um dia fosse num num evento religioso, né, e que e que assim saiu de lá gostando, querendo saber mais, né, pela forma da abordagem, né, essa abordagem, como o Maurício disse aí, né, que ela ela é sutil, né, ela é meio assim, tá ali, mas às vezes não fala claramente, Mas, mas o, a mensagem é forte, né? A gente sabe quem quem utiliza a arte para isso, né? Quem canta, quem dança, quem representa, sabe que a arte ela ela atua em em locais ali no nosso no nosso ser, no nosso espírito que a gente não consegue explicar, né? Inclusive eu como baterista, né? Esse foi um dos dilemas que o grupo sempre passou, ainda passa, mas no início mais forte, né? Porque em alguns lugares o pessoal não aceitava ter bateria, não aceitava ter guitarra, não aceitava ter baixo, né? E o >> eu lembro dessa fase, >> então não, ainda tem, nós ainda temos locais aí pelo pelo Brasil que que o pessoal não não aceita não. E mas nós tivemos o apoio, né, de pessoas aí, né, eh, que nos apo é, alguns padrinhos que que sempre peitaram isso daí em apresentações e falaram: "Não, eles vão apresentar sim, com bateria com baixo
E mas nós tivemos o apoio, né, de pessoas aí, né, eh, que nos apo é, alguns padrinhos que que sempre peitaram isso daí em apresentações e falaram: "Não, eles vão apresentar sim, com bateria com baixo guitar". é a arte deles, é a linguagem deles é essa, né? Isso eu acho que é um ponto importantíssimo que a gente tem que ver até no espiritismo hoje, né? De dar voz aos jovens, né? De colocar responsabilidade nos jovens. Afinal de contas, o grupo começou assim, eram jovens, eram adolescentes que assumiram uma responsabilidade de levar uma mensagem inicialmente aí da de de prevenção, né, a a >> ao aborto, né, de valorização à vida e que, pô, se não fosse eles, como é que seria? E por isso que o grupo hoje acho que tem essa capilaridade, né, de de chegar nessas pessoas. >> É, e você tocou num ponto muito sensível, né, porque a eu tenho conversado muito sobre isso com alguns amigos, a questão do movimento espírita ter que conversar com o jovem, né, e não faz sentido todo esse preconceito, né, com determinados instrumentos. É lógico, você não vai usar uma bateria numa reunião de cura, de materialização. Lógico que não, >> mas no ambiente adequado, né? Um ambiente adequado. Eu sei que vocês têm uma uma história bem, pera aí que tá um carro passando. Tem uma história bem longa, né, de muitas eh eu não sei nem por onde começar, mas começar pelos trabalhos musicais. Eh, eu queria que vocês falassem assim mais ou menos o os trabalhos gravados que vocês têm no esporte ou no nas plataformas digitais, né? Sejam eles CDs, DVDs ou álbuns, né? Quais vocês poderiam detalhar aí pra gente? >> O Stevão. Stevão, >> você quer falar aí, Stevan? Você prefere que nós >> Se quiser eu faço. >> E acho que eu vou deixar com vocês aí que >> da música. Vamos lá. >> É, então, ô ô, Alexandre, nós temos o seguinte, né? Nós nós temos hoje eh são oito álbuns, né, que foram gravados, né? Nós temos o Vida em 1996, né? O Aligerquistan em 1998, o álbum Nova Viagem em 1999. Depois nós temos duas gravações do Arte
inte, né? Nós nós temos hoje eh são oito álbuns, né, que foram gravados, né? Nós temos o Vida em 1996, né? O Aligerquistan em 1998, o álbum Nova Viagem em 1999. Depois nós temos duas gravações do Arte Nascente. Uma foi gravada em estúdio em 2006 e depois em 2007 ele ao vivo. >> Tem até o DVD, né? >> É que tem que tem o DVD nesse caso aí, né? Do do Arte Nascente. Eh, mas depois o DVD a gente tem uma uma outra também apresentação que é o que é o o Vida, uma história, né? Porque o primeiro espetáculo musical do grupo é o Vida. É só que na época a gente não tinha recurso, né? Assim, ó, foi isso foi em em 96, né? 96 para 97 foi quando o espetáculo começou a ser apresentado. Então, naquela época a gente não tinha gravação qualidade para isso, né? Mas esse espetáculo Vida de 96, ele tá registrado, ele tá lá no YouTube, o pessoal pode assistir lá em capítulos, né? Mas depois nós gravamos um DVD que é ouvido a uma história, que é uma releitura desse espetáculo, uma linguagem mais moderna, né? Eh, na sequência aí dos shows, dos CDs, nós temos aí o Gan para Ninar em 2015. H, em 2016, o CD Amor, que é um CD já mais moderno, umas músicas mais dançantes, mais numa pegada mais eletrônica, e por último aí o Gan Remix 2021, que são são duas músicas que a gente duas versões da de música nossa, né, que é de flutuar, que tá lá à disposição também. Essas músicas estão nas plataformas digitais, né, todos os, quer dizer, todos não, né, desses que eu falei, menos o G paraar, é que ainda não está nas plataformas digitais. Então nós temos no Dieser, no Spotify, no YouTube, isso tudo tá lá, exceto o Gampaninar, que em breve a gente vai disponibilizar ele. Aí estamos resolvendo umas questões ainda primeiro de direitos autorais para poder colocar isso aí de forma completa, né? Eh, e isso somando, só para você ter uma ideia, né? A partir do momento que a gente colocou isso na nas plataformas digitais, eh, nós já tivemos 15.301.840 execuções essas músicas. Isso foi um dado que a gente tirou em fevereiro
você ter uma ideia, né? A partir do momento que a gente colocou isso na nas plataformas digitais, eh, nós já tivemos 15.301.840 execuções essas músicas. Isso foi um dado que a gente tirou em fevereiro desse ano. >> Quer dizer que eh foram o número de de vezes que essas músicas foram ouvidas, >> né, acessadas aí nessas plataformas, né? E isso até para nós mesmo é é uma uma informação assim eh muito importante, nos surpreende. E assim, ó, antes disso, nós tivemos o quê? >> Eh, 40.000 cópias do CD Vida que foram distribuídas, né, que foram vendidas aí, 30.000 cópias do Alegreira Cristã e mais 20.000 cópias do Nova Viagem, né? Então essas quer dizer que aí aí por isso que a gente vê assim por que que o pessoal conhece o GAN, né? Por todo esse trabalho que a gente já fez e pela distribuição que foi feita ao longo dos anos, principalmente até com o pessoal do Rio de Janeiro, né? Com alguns parceiros lá, com com o clube do Livro, que não só Livro eles distribuiam, né? O Clube de arte, né? Desculpe, o Clube de Arte que distribuiu aí esses essas essas mídias nossas ao longo do tempo, sabe? >> Junto ao Lar Fabiano de Cristo também. Exatamente. >> Lá Fabiano. E vocês participam ativamente também dos festivais lá de Franca, né? De lá, né? >> Examente. >> F. É, FCF. >> Eu queria eu queria saber um pouco, eh, quer dizer, eu até sei, mas eu queria que vocês dissesse pro público aí, o público já deu para entender o peso desse pessoal que tá aqui, né? Eh, como é que é a o tipo de música que vocês tocam? São músicas transitam entre o pop, o MTB, o rock e as composições são todas autorais ou ou vocês também tocam músicas de outros? Como é que funciona isso aí? Então, as músicas basicamente todas autorais e sim, tem músicas que são de harmonização, músicas MPB, outras são rock, é pop, bem jovem mesmo para dançar. A gente tá querendo, é, a gente tá querendo que o jovem é consiga dançar com uma mensagem na cabeça, né? Ao mesmo tempo, né? né? Eh, ao mesmo tempo tá dançando, certo? O alegria cristã e é um CD que ele foi
e tá querendo, é, a gente tá querendo que o jovem é consiga dançar com uma mensagem na cabeça, né? Ao mesmo tempo, né? né? Eh, ao mesmo tempo tá dançando, certo? O alegria cristã e é um CD que ele foi trabalhado para que nós pudéssemos dar qualidade às canções espíritas que haviam na época, que nós como jovens cantávamos muito, né? Isso em 98. Então, ah, a gente queria dar qualidade a essas canções. Então, >> no Cedelegria Cristã só tem uma canção que é do Gan, que é Jesus está dentro de nós. O resto são todas canções do movimento. Inclusive assim, tem canções ali que a gente nem sabe quem são os autores. A gente só colocava assim, direitos reservados. Uhum. >> Né, porque não eram nossas e mas a gente queria cantar de qualquer jeito. Então, tá. Mas os demais não não. Ah, tem um um CD que é uma música do Flaventurini que é o arte nascente, >> é que é o >> É >> que é o anjo bom anjo bom. Anjo bom. >> Ele canta com Lord, né? >> É, então tem essaimos os direitos diretamente com ele. >> É. Ah, >> nossa. E a e a versão de vocês ficou maravilhosa. Eu eu os escuto direto ela. >> É. E e nós nós fomos assistir um espetáculo, um show do Faventurinho um tempo atrás. >> Aqui em Goiânia. >> É, aqui em Goiânia. E aí a gente solicitou ir no camarinho depois do show. Aí ele nos recebeu e aí nós cantamos a nossa versão para ele lá na hora. >> É, ele gostou muito. >> Muito legal. Você sabe que eu sou muito fã do Fláventurino, né? >> É. >> E e aí juntando o Gan com Fláventurina e pronto, né? Aí ficou bom demais. Gente, como é que vocês enxergam aí nessa trajetória tão maravilhosa de vocês, tão longa, né? A, o movimento da arte espírita como era e como é? Vocês vocês conseguem ver a evolução? Melhorou? Que que tá faltando? Alguma coisa assim. É, é, é muito interessante. Vou passar a bola agorinha pro Stevinho, mas eh que antigamente lá nos primórdios tinha muito essa característica da harmonização, né? E a música vinha para complementar um trabalho que ia ser feito, para fazer a a ali a entrada do trabalho que ia ser
antigamente lá nos primórdios tinha muito essa característica da harmonização, né? E a música vinha para complementar um trabalho que ia ser feito, para fazer a a ali a entrada do trabalho que ia ser feito, né? Ela era mais de fundo, não quase não se tinha palestras cantadas. né? Então era uma pegada mais de harmonia mesmo. Hoje a gente já consegue enxergar a arte, não só a música, né, mas a arte como um todo, eh sendo encarada pelo movimento espírita como um trabalho, >> um elemento >> né, eh tá deixando de ser um recursinho ali para auxiliar, né? Não, muitas vezes ela é realmente o recurso que consola, que trabalha mensagem, né? Eh, através aí das palestras cantadas, os os líteros musicais, né? O próprio espetáculo cênico musicado [música] também, [canto] eh, evangeliza, ele consegue atingir, levar a doutrina, né? [música] Então, além da palestra, do livro, da sopa, é também um recurso, vamos dizer, até mediúnico, né? Hoje a gente vê a pintura, né? O o Florêncio, eh, consegue fazer isso com maestria, né? Eh, fazer esse intercâmbio entre o plano espiritual e o plano físico. Então, a arte hoje para nós, ela vem e entra de sola mesmo no centro espírita. Então, eh, que pena aquele centro que não consegue acolher a arte, porque além dela ter esse papel, ela também chama os jovens, não só os jovens, claro, mas eh é um chamaris para os jovens, né? Então, até o nosso convite aí de estar com vocês no dia 9 de maio e o Stevinho vai falar a seguir sobre o espetáculo que a gente vai apresentar aí. Eh, para nós chega com grande alegria a oportunidade que nós temos de contato com essa juventude aí na comunhão para levar um pouquinho da nossa experiência, né? Então, aquele jovem que tá nos ouvindo agora e que tem vontade de montar um grupo, é, de saber como é que funciona, não percam, porque a gente tá bolando, né, Germana e eu estamos conversando, quem sabe até um bate-papo depois do espetáculo para de uma uma forma assim informal a gente conversar a respeito disso, porque é o que mantém muitas
tá bolando, né, Germana e eu estamos conversando, quem sabe até um bate-papo depois do espetáculo para de uma uma forma assim informal a gente conversar a respeito disso, porque é o que mantém muitas vezes o jovem na casa espírita, é essa alegria, essa vontade esse desejo de se envolver com a arte, ela é essa ponte, né? Quer falar, Estevinho, um pouquinho do que que nós vamos fazer em Brasília no dia 9? >> Sim, sim, vou falar, mas eh rapidamente queria só complementar a sua fala quanto a pergunta aí do Alexandre, como que nós vemos hoje, né, a arte espírita, eh, Alexandre, lá no começo eram pouquíssimos ou quase nenhum grupo existia, né? E aí pós GAN foram nascendo os grupos, né? Eh, às vezes até nos assistiam e tinham ideia e a gente nos convidavam para dar ali uma consultoria de como fazer ou dar um uma oficina iam surgindos grupos. De modo que antes da pandemia tinham vários grupos, né? Vários. Pós pandemia, alguns estão tentando se reerguer, outros a gente ficou sabendo que encerraram. Mas eh existem vários, Alexandre, agora pouco, antes de conectar com vocês, eu tava em reunião com o pessoal que chama Teatro da Família, que é um grupo espírita que faz um trabalho belíssimo de teatro, esteve conosco no congresso, no carnaval, na na noite artística, né? Então, eh, assim, na minha visão, Stevinho cresceu bastante, são vários grupos, vários, né, pelo Brasil todo. E a gente fica feliz de ver isso, porque, como a Merissa bem colocou e os meninos aí, é o trabalho que mais toca o coração e o espírito, é através da arte, né? E esse trabalho que nós estamos levando aí para vocês, né, no dia 9, ele nasceu justamente eh de um espetáculo que foi pedido pro Gan fazer no congresso jovem do carnaval, ser jovem, né? Nos pediram para fazer aí o encerramento e aí passaram algumas diretrizes, né? E surgiu esse espetáculo e ele tem o nome de travessia de luz. é muito belo, né? Eh, ele vai tratar aí a Travessaia de Luz vai tratar temas como desencarnação, plano espiritual, reencarnação,
zes, né? E surgiu esse espetáculo e ele tem o nome de travessia de luz. é muito belo, né? Eh, ele vai tratar aí a Travessaia de Luz vai tratar temas como desencarnação, plano espiritual, reencarnação, superação de medos e busca pela evolução espiritual, tá? Essa narrativa aí é dividida em cenas que entrelaçam músicas, criando uma experiência bem bacana pro público, música, teatro, cenas. Então, eh, não percam. Dia 9 de maio estaremos aí com esse espetáculo. Travessia de Luz. >> He, Alexandre. >> Então, esse é o é o nome aí do espetáculo, né? >> Isso. >> Travessia de luz. >> Isso. Travessia de luz. E a arte espírita vem fazendo essa travessia de luz h algum tempo. Quando eu entrei na doutrina espírita, eu tinha 19 anos de idade e já entrando no grupo, né, no Gan. E naquela época, quando a gente começou então a visitar Franca por conta do Fecef, ali já começava toda uma discussão, uma conversa entre os artistas com relação ao fortalecimento da arte. A gente sabe que, na verdade, isso não veio dali, né? >> muitos outros, né, antes de nós, já faziam essas discussões, já conversavam sobre isso, né, e sabiam dessa necessidade. Porém, ali já havia um embrião, certo, sobre a questão de ser se fazer uma associação de artistas e depois de um tempo surgiu a Abrart, né? Então, olha só, quando surge a Abrart, isso é um marco, tá, muito importante na nossa história, porque a Brart ela influenciou fortemente a FEB, a Federação Espírita Brasileira, para que do do no final da pandemia, né, já começássemos a querer a construir a área de arte, certo? do do CFN. CFN criou então uma nova [roncando] uma nova área, porque até então as áreas conhecidas sempre foram a área da família, mediunidade, né? A área da promoção eh social, a área do atendimento espiritual, na evangelização infantil, né? E enfim, de jovens. E a área de arte, só para você ter uma ideia, né? Eu participei de todo o processo desde o início da proposta também, né, junto com um grupo aí de amigos queridos. Foi a área que teve o, digamos assim, a
área de arte, só para você ter uma ideia, né? Eu participei de todo o processo desde o início da proposta também, né, junto com um grupo aí de amigos queridos. Foi a área que teve o, digamos assim, a chancela, né, bater o martelo mais rápido do que todas as outras áreas. Foi muito rápido, certo? Parece que, eu acho que durante a pandemia me parece que houve um boom de arte, porque todo mundo precisava de arte durante a pandemia. distração, [risadas] entendeu? E aí eu acho que isso ficou muito olulante, né? Muito óbvio. E aí então eh se criou a área de arte e isso é muito relevante. Uma das coisas, por exemplo, que nós eh depois de tanto descobrir e tanto conversar sobre isso, das coisas que a gente percebeu, né, já sabíamos, mas que a gente documentou, inclusive agora vai sair, vai ter o primeiro encontro da da área de arte da FEB, né? Eh, é o seguinte, é que a arte ela tem um papel, um papel educador. Ele ela tem um papel de iluminação do ser por si mesma, né? Então, ela unida com a nossa mensagem, com a nossa doutrina, ela então tem um potencial que a gente não tem condições de mensurar, certo? E e como a Melissa falou, hoje nós temos a arte como centro da evangelização e não como um algo periférico a isso, tá? Tanto é que o Gan, né, quando criou eh o Ganzinho, fez exatamente isso, porque todo a modelação nossa de evangelização era através da arte. Tudo, tudo pensando em arte, sempre, em todo momento, toda o recurso, né, pedagógico era a arte para levar o evangelho, certo? E aí do ganzinho, essas crianças se tornaram jovens, veio a mocidade e continuava da mesma forma. com teatro, com dança, com com que mais tinha? Origami, artic, tinha um monte de costura, pintura. A gente usava várias linguagens artísticas, né, para que a gente pudesse levar o evangelho, certo? Então, e aí que e você sabe disso, né? E e muitas muitos que estão nos ouvindo nesse nos vendo nesse momento sabem disso, que isso é a nível nacional. A nível nacional, a arte tem sido acolhida. É claro que ainda temos
você sabe disso, né? E e muitas muitos que estão nos ouvindo nesse nos vendo nesse momento sabem disso, que isso é a nível nacional. A nível nacional, a arte tem sido acolhida. É claro que ainda temos algumas pessoas que estão lá no passado, faz parte do processo, >> tá? Mas hoje tá muito diferente, né? E as coisas muito aceleradas com relação a eh a essa irradiação da arte no movimento espírita. E hoje o nosso principal papel é desenvolver departamentos de arte nos centros espíritas. E que bom que a comunhão já tem isso há muito tempo, né? E a gente tá muito feliz porque o o nosso trabalho lá com Cantando a Doutrina começou de uma forma bem assim, era um público muito minguado e a gente foi evoluindo e vocês falando [limpando a garganta] toda a trajetória de vocês, a gente tem uma admiração muito grande por vocês, porque falar de arte é uma coisa, agora quando você faz a arte, você arrasta as pessoas você se torna um modelo, um paradigma. Por isso que você falou aí, né, essa questão de ser tão a a na influenciador nas decisões da federação, porque quando você mostra a arte e e a arte tem esse poder de arrebatar mesmo, de e de arrebanhar as pessoas, né? Então isso é maravilhoso. Eh, e eu tô assim muito feliz de tê-los convidado, eu, a Germana, o Maicon, a Vanessa que tá aí trabalhando com a gente, todo mundo. Nós estamos aguardando vocês. Antes de terminar essa esse bate-papo, eu queria só que vocês nos dissessem assim: "Como é que é? Vocês vêm um ônibus que quem quem que vai estar ali no palco, como é que vai ser essa apresentação?" Só pra gente ter uma uma ideia assim. >> Então, sim, nós vamos de ônibus, de microibus. Vamos aí quantas pessoas mais ou menos, Stevinho? Umas 25. >> É, mais ou menos. >> Pessoal de apoio também, né? Eh, vamos levar camisetas do grupo, que é uma outra arte que a gente trabalha também através dessas artes visuais, as camisetas com mensagens, né? Então as pessoas vão poder adquirir alguma coisa do nosso trabalho ali, caso se interessem. Eh, vamos levar tanto
a gente trabalha também através dessas artes visuais, as camisetas com mensagens, né? Então as pessoas vão poder adquirir alguma coisa do nosso trabalho ali, caso se interessem. Eh, vamos levar tanto pessoas eh da música que a da área musical, né? O baterista, o guitarrista, o percussionista >> junto à bateria, né? Vamos, temos o baixista, né? Muitos vocais femininos, masculinos, tecladista, né? Não podemos esquecer do nosso querido Douglas. Brilhante nos é muito bacana, né? Estamos eh requisitamos aí a comunhão nos agraciou com o pessoal da técnica de som aqui que trabalha conosco, que vai também, né, além do nosso técnico MOR, que é o Fernando Gomes, mas eh eh é um pessoal contratado que vai para levar também um um um equipamentos, né, daqui e para nos auxiliar no show, né, um iluminador, né, então assim, é uma parafernalha >> que o pessoal da dança, né, né? Temos também o pessoal da dança que vai estar conosco, né? Alguns jovens que vão nos auxiliar, né? Nos bastidores, maquiagens, figurinos, enfim. Então assim, é uma equipe completa, >> uma equipe grande. É uma equipe grande. >> Maravilha. Ou seja, todo mundo mesmo, né? Ó, Goiânia vai baixar aqui, >> vai. Eu já aproveito para convidar meus parentes, que eu tenho um monte de parentes que moram em Brasília. Eu já avisei para eles que eu vou, tem um monte de amigo que que trabalha aí, já avisei todo mundo também. Eu espero que todos possam comparecer. >> Marav, a gente espera mesmo e eu tenho certeza que vocês vão chamar muita gente. E e antes de finalizar, né, eu ia até mais uma vez chamar o público para vir assistir o Gan, porque é é imperdível, imperdível. E queria pedir para vocês falarem com o público aí, eh, convidá-los para estarem aqui na aqui não, eu tô em casa agora, esqueci que eu tô em casa na comunhão espírita no dia 9 de maio, gente. Aí >> tem uma coisa que diz assim, Alexandre, >> ei, você que está tão só pensando que o mundo é mau, venha cá que eu te mostro o que de belo existe para viver. E é isso
írita no dia 9 de maio, gente. Aí >> tem uma coisa que diz assim, Alexandre, >> ei, você que está tão só pensando que o mundo é mau, venha cá que eu te mostro o que de belo existe para viver. E é isso que o Gan vai levar no dia 9 de maio à comunhão espírita de Brasília, né? Um show com música, eh teatro, artes cênicas, dança, eh artes visuais, né? muita iluminação, muita, muita vibração positiva e quem sabe, né, depois conversando com a Germana, um bate-papo, principalmente aí com os jovens que estejam interessados em montar a sua própria banda, em saber sobre os meandros aí do Gan, né, para estabelecer isso na sua casa espírita. Então, aguardamos todos vocês aí no dia 9 de maio e nós vamos também depois do dia 9 já deixando, deixamos aí o nosso Merchan e junto ao marketing. A a Vanessa tá com isso e vai soltar um save the date de um espetáculo que nós vamos estar fazendo em Goiânia em setembro e que vocês são convidados, >> tá? Então tem muita coisa boa do Gan acontecendo nesse ano de 2026. Se liga no Instagram. >> Ótimo. Obrigado. Antes de finalizar aí com uma, vou pedir uma música, obviamente, né? Eh, eu queria primeiro agradecer imensamente e primeiro vocês terem aceitado o convite de terem aceitado estar aqui conversando conosco. Eh, assim, dizer que eu sou fã mesmo de verdade de vocês, não apenas as canções, as músicas, o trabalho, mas como pessoas. Eu acho vocês pessoas muito queridas. Às vezes que eu tive a oportunidade de cruzar com vocês em algum momento, eu tive uma excelente impressão. E só lembrar que esse 9 de maio, pro pessoal que tá nos assistindo, é no sábado às 19 horas. Então, gente, separa a data aí, 9 de maio, lá na comunhão espírita, grupo Gan. E para encerrar, gente, eu vou pedir, então, eu vi que já tem um violão aí, vou pedir pro Maurício puxar uma música, uma canção aí para nós. >> Vou colocar o Instagram do grupo aqui, ó, no nosso nome aqui, tá? Pro pessoal colocar. >> Maravilha. >> Calma aqui. Pronto. Colocar aqui, ó, que o pessoal pode acessar lá. É grupo arte
aí para nós. >> Vou colocar o Instagram do grupo aqui, ó, no nosso nome aqui, tá? Pro pessoal colocar. >> Maravilha. >> Calma aqui. Pronto. Colocar aqui, ó, que o pessoal pode acessar lá. É grupo arte nascente. >> Bom, e a canção para finalizarmos, então, vai ser uma canção que é rito de sucesso do Gan. Toda vez que o Gan vai tocar em qualquer lugar, essa canção é solicitada e é muito comum das pessoas do do público cantar e uníssimo, tá? É uma das canções mais [música] pedidas pelo do jovem. E essa canção, para quem não sabe, é uma conversa com Jesus. Sim, [música] eu vou lembrar [canto] dessa manhã, sentir você chegar. [música] Dom todo o [canto] meu ser, belo [música] jardim para você. >> brotar. [canto] Sei que você nunca negou. Eu só [canto][música] vou te encontrar aqui dentro [música][canto] de mim. Sei. Só quero te dizer que o tempo [canto] não acabou. Volt [música] a te buscar. [canto] Me faça [música] mais leve. Quero [canto][música] flutuar no voo da vida. [canto] >> Venha [música] me levar. [canto] Ah, me faça [música] mais leve. >> Quero [música] flutuar [música] no vou da vida. [canto] >> Venha [música] me levar. [canto] >> maravilhosa. Eu adoro essa canção. Faz flutuar mesmo. Só mais uma questão assim que a gente lembrou agora, a questão do da pandemia foi um momento meio meio sério para todo mundo, né? Houve essa dificuldade do grupo? Houve algum tipo de dificuldade para retornar? Alguma alguma dificuldade no grupo em si, né, nesse momento? Como é que foi isso? >> Quem que é? Sim, tivemos dificuldades, a gente tentou se adaptar, né? Tanto que a gente até comentou que alguns trabalhos nossos importantes acabaram não retornando depois, né? O grupo durante esse tempo todo passou por muitas dificuldades, muitos desafios, sim, mas uma coisa que às vezes as pessoas, como foi o Murilo falou, né? As pessoas perguntam: "Maurício, como que o Gan consegue estar de pé durante tanto tempo? Não pela arte, mas pelo ideal. Se não é o ideal espírita, se não é o ideal doutrinário, se não há, se não for
As pessoas perguntam: "Maurício, como que o Gan consegue estar de pé durante tanto tempo? Não pela arte, mas pelo ideal. Se não é o ideal espírita, se não é o ideal doutrinário, se não há, se não for isso, nenhuma arte, nenhum grupo se sustenta, né? E o Gan ele continua de pé. Por quê? Às vezes as pessoas acham tão bonito o Gan no palco, todo mundo quer entrar no Gan, mas não sabe o que acontece nos bastidores, né? Porque é uma família. Então, assim como qualquer família, há muito amor, há, mas o palco que também, [risadas] né? >> Todos nós, né? Eh, seres humanos, imperfeitos. E muitas vezes a visão que as pessoas têm do artismo no palco, principalmente por cantar coisas que são realmente sensíveis, é que ali existe, nossa, né, um ideal de um ser humano. E não é isso. Pelo contrário, tudo aquilo que nós fazemos, a arte que fazemos, é muito mais para nós, >> né? Daquilo que a gente precisa, né? Primeiro do que necessariamente aqueles que estão nos apreciando, né? Então o grupo ele sim, ele tem se mantido exatamente porque ele sabe da sua missão e do seu propósito. >> E uma coisa importante também, Alexandre, é é notar o seguinte, que quando nós somos mais novos na idade mesmo, né, física, aqui na terra, eh, a gente é muito impulsivo, né? E acho que o grupo também já passou por várias etapas aí, várias pessoas já passaram, né? E eu acho que o fato da gente também tentar viver a as músicas que a gente canta, a gente pode nem sempre conseguir, né? Mas tentar viver isso daí, interiorizar de tanto, acho que tanto cantar a gente passa talvez a a aceitar mais, né, as opiniões das pessoas, a entender melhor o objetivo que o grupo tem, né, e a importância disso, né, a relevância que isso tem do alcance. a gente não tem noção, né, eh, nos nossos espetáculos teatrais, musicais, cênico-teatrais, enfim, eh, o alcance é grande demais. A gente recebe relatos assim que a gente nem imagina, né? Uma música que tá aí tocando na na nessas nessas plataformas digitais aí, a gente não tem noção. E e é só ouvindo
, o alcance é grande demais. A gente recebe relatos assim que a gente nem imagina, né? Uma música que tá aí tocando na na nessas nessas plataformas digitais aí, a gente não tem noção. E e é só ouvindo realmente depoimentos de pessoas quando colocam: "Nossa, eu gosto demais do grupo". Olha, nós temos inúmeros depoimentos de pessoas que deixaram de abortar porque ouviram as músicas do Gan e principalmente do CD Vida, né? E eu acho que só isso para nós já, pô, já basta, né? Acho que já a encarnação para mim já tá garantindo assim, já valeu, né? Assim, ó, o o nisso, né? Ei, ei, Maurício, eh, só para complementar aí também tem um ponto importantíssimo que >> nós tivemos e temos vários padrinhos no começo do grupo que hoje estão do lado do plano espiritual, ajudando a gente com certeza a ficar firme e forte. Temos integrantes como Marcelo Buquec que logo após pandemia fez a sua passagem, o seu retorno pro plano espiritual e tá aí de mãos dadas conosco, levando esse trabalho adiante, fortalecendo, dando a cutucada quando alguém desanima. Então, a espiritualidade amiga, né, os amigos queridos, padrinhos, integrantes que já estão de lá, não deixa eh a gente deixar a peteca cair, vamos dizer assim, tá sempre junto. Só um outro ponto também, Alexandre, que eu acho que é muito importante, né? Porque a gente fala assim da música, nós que estamos aqui encarnados, mas nós temos diversos relatos também de médiuns que assistiram nossos shows, que ouvem as nossas músicas, né? É, principalmente nos shows quando a gente apresenta, que relatam situações de jovens, né, de espíritos que estavam aí errantes, que estavam aí perdidos e que foram atraídos pela música, foram atraídos pelas cenas, pelo pelas falas do teatro aí, né, pela dança e que vieram ali meio que sem saber o que que era e conseguiram, né, assim, ó, >> se conectar, fazer um vínculo ali com aquela situação e receber tratamento, sabe, nos nossos ensaios. Porque uma das coisas que a gente pensa é isso, nossa, mas nós ensaiamos aí 4 meses, 5 meses,
, >> se conectar, fazer um vínculo ali com aquela situação e receber tratamento, sabe, nos nossos ensaios. Porque uma das coisas que a gente pensa é isso, nossa, mas nós ensaiamos aí 4 meses, 5 meses, se meses para fazer uma apresentação do que que o que que vale isso aí, né, no no na nossa vida. Mas a gente sabe que cada ensaio nosso é um tratamento, né, para vários espíritos desencarnados que estão aí necessitando de ajuda, sabe? E a gente hoje a gente hoje não, né? Acho que a gente sempre entendeu isso, né, Merci? eh através das reuniões mediúnicas, dos tratamentos espirituais que a gente fazia, né, que a gente participava, sabe? Isso sempre foi relatado para nós, sempre veio como uma mensagem muito forte. >> E uma coisa para fechar muito importante para nós, né, foi ter noção, ter ciência. Há alguns muitos anos atrás, nós fizemos uma apresentação em Caldas Novas, uma cidade aqui de Goiás, e ao final nós fizemos um culto e uma das médiums, né, eh fez o relato eh contando a nossa história, né, porque pessoas como Maurício, que nasceu lá no Rio Grande do Sul, outros que nasceram aqui em Goiás, outros em São Paulo, outros, enfim, pessoas de várias localidades do Brasil, né? Eh, e se encontraram para fundar esse grupo, para vivenciar esses 38 anos de grupo. E aí nos foi revelado que isso não foi por acaso, né? E que nós tínhamos sim um compromisso uns com os outros e com o grupo, com o trabalho do grupo e que éramos artistas em outras encarnações e que usamos de forma muito errada essa arte. para dissuadir, perverter, eh, enfim, incriminar outras situações com outras pessoas, inclusive, principalmente sobre o aborto, né? e que nesse momento nos foi dado a oportunidade de estarmos aqui juntos. Dessa vez não mais fazendo esse tipo de trabalho, mas através da arte, cantando, representando, declamando, falando, dançando, né, pintando, eh, para tentarmos resgatar aquilo que um dia nós não conseguimos deixar de fazer, né? E essa história cala assim muito fundo aos nossos corações e nos enche
clamando, falando, dançando, né, pintando, eh, para tentarmos resgatar aquilo que um dia nós não conseguimos deixar de fazer, né? E essa história cala assim muito fundo aos nossos corações e nos enche assim de mais compromisso, né? Não deixa de nos tocar. Então assim, existe esse lado eh interno do grupo também, né? Que como o Maurício colocou, às vezes as pessoas vêm: "Ah, tá lindo cantando, que maravilha, que coisa bacana". Mas tem toda uma história de sofrimento também por trás que nos chegou aí certa vez, né? e nos é confirmada sempre. >> E complementando isso, >> eh, o que foi falado aqui pelo Murilo e pela Mera, eh, às vezes as pessoas chegam para nós assim, vocês vão fazer caridade não? >> Uhum. >> Vocês não vão colocar a mão na massa, não. >> Não vai servir sopa não, né? Não vai, >> é, não vão fazer porque é é porque a arte é uma caridade invisível, né? A gente não tem ideia, por exemplo, vamos falar da música, né? Olha só, tantas pessoas aí que já tiveram contato com as canções do grupo, dos que a gente sabe por aqui, pelas plataformas, enfim, né? Eh, então a gente não tem ideia do que hoje, neste momento, está acontecendo com muitas pessoas por conta dessas mensagens, né? das poucas que vem até nós, por exemplo, vou dar um um relato de um caso muito interessante que aconteceu no Rio de Janeiro. Nós fomos fazer uma apresentação lá e [roncando] eh pessoal nos recebeu com uma van e duas meninas que estavam no apoio. E uma delas, depois que a Van saiu do aeroporto, ela falou: "Ó, eu gostaria de contar uma história para vocês, porque h um tempo atrás, eh, eu fui diagnosticado com câncer, um câncer muito forte, muito segressivo, severo. >> E aí ela falou assim: "Só que daí eu me apeguei às canções do grupo do Gan. Toda a noite eu ouvia e cantava as canções do Gan. E toda vez que eu chegava no médico, meus exames estavam melhores. E cada vez que eu continuava cantando as canções do Gan, isso acontecia, os meus exames ficavam melhora e hoje eu tô praticamente curada, né? [roncando] E
gava no médico, meus exames estavam melhores. E cada vez que eu continuava cantando as canções do Gan, isso acontecia, os meus exames ficavam melhora e hoje eu tô praticamente curada, né? [roncando] E então isso é o que chega para nós, né? de jovem chegar e falar assim: "Ó, eu deixei de tirar a vida por conta de uma canção do Gan e eu me apeguei a essa canção de uma jovem, por exemplo, que ela engravidou e ninguém da família queria que ela ficasse com essa criança, né? E e ela se agarrava uma camiseta que ela ganhou de uma das palestras nossas, tá? E ela só tinha essa camiseta para se agarrar, mas ninguém dava apoio para ela e ela teve a criança, tá? Então a gente não tem ideia do nosso do dessa caridade. É uma caridade invisível, né? E que às vezes as pessoas ficam olhando assim: "Esse povo não faz caridade não, só quer ficar que nem cigarro cantando, subindo. >> Quem sabe um dia eles eles reencarnam como formiga, né? Agora que agora é só cigarra, só fica cantando, cantando, representando, pintando e dançando. >> Pronto. Maravilhoso o relato de vocês. A gente eh eh eu sempre me emociono quando eu vejo esse tipo de relato, porque eu também gosto de produzir arte, né? E e é exatamente isso, né? A caridade invisível, a caridade moral, aquela que que a gente nem faz ideia, né? que a pessoa deixou às vezes de de se cometer um suicídio, de fazer um aborto, de buscar as drogas em função de uma mensagem que através da arte, né? Gente, mais uma vez eu queria agradecer demais a a ao a vocês terem aceito o convite, né? E só eh para finalizar, eu queria só fazer uma pergunta. Eh, vocês já vão para praticamente 40 anos, né, de longevidade. Qual é o segredo? E vocês já contaram mais ou menos o segredo, né, esse comprometimento. Mas qual o segredo aí para >> Tem um tempo, é muito amor, viu? É muito amor, [risadas] viu? >> Tem um é que é a capacidade de suportar uns aos outros, né? >> Mas Alexandre, olha só, eh, eu acredito que também uma das coisas que fez o Gan perdurar mais tempo foi eh o critério
, [risadas] viu? >> Tem um é que é a capacidade de suportar uns aos outros, né? >> Mas Alexandre, olha só, eh, eu acredito que também uma das coisas que fez o Gan perdurar mais tempo foi eh o critério relacionado à qualidade. Qualidade em tudo o que a gente fazia desde o início, porque a gente não queria fazer algo >> meia boca, >> é, sabe, da intenção. Só, por exemplo, o o CD Vida, só para você ter uma ideia, o CD Vida, eh, nós estamos reunidos no posto de AC Pita, né, em uma das nossas reuniões e uma das coisas que a gente pensou assim, cara, tem artistas goianos aqui lançando CDs, porque naquela época tava na transição saindo do LP pro CD, sabe? deixando a fita cassete de lado. E aí a gente já vendo alguns cantores lançando CDs e a gente olhou um pro outro, falou: "Nós somos mais de 20 pessoas, será que a gente não dá conta de fazer algo com qualidade também do que fazer eh voz e violãozinho gravado numa fita cassete?" Então, a gente foi atrás disso. Ah, muitas vezes as pessoas acham que esses arranjos dos nossos CDs são feitos por nós. Não são não é feito por nós. Nós somos amadores, né? Tá? Então assim, a gente faz as canções, mas a gente tem produtor musical, então a gente foi contratar produtor musical para depois a gente correr atrás, né, daquilo que o produtor fazia, porque é todo mundo jovem, né? Hoje tá diferente, tem muita gente que já se profissionalizou, hoje tem muita coisa diferente, mas mudou um pouco essa cara. >> Teve uma, teve uma música que eu levei seis meses, Alexandre, para conseguir tocar a bateria dela. Seis meses eles contrataram [risadas] melhor. Contrataram o chocolate, que era uma bateria sensacional. Eu fiquei seis meses lá malhando para conseguir repetir. >> Ele era baterista do Santos. Aí fez uma canção para nós, né? Uma bateria que ele não dava conta de fazer. Então era muito assim, a gente tinha que correr atrás daqu da, né, daqueles arranjos >> e isso fez que o Gan também ele eh tivesse uma pegada diferente, né? >> E e aí o que acontece? Por isso que
zer. Então era muito assim, a gente tinha que correr atrás daqu da, né, daqueles arranjos >> e isso fez que o Gan também ele eh tivesse uma pegada diferente, né? >> E e aí o que acontece? Por isso que também e eh a o clube de arte ele distribuiu, claro, distribuiu CD, mas o papel das pessoas passarem o CD umas para as outras por conta dessa qualidade, tanto de mensagem como, né, da das melodias e dos arranjos, isso também fez a diferença, porque a gente tinha na cabeça assim, a gente quer fazer um trabalho pra eternidade mesmo com a, Claro, naquela época, né, 96, certo? Era o que tinha de melhor que a gente podia alcançar. A gente tentou fazer. >> Ah, então uma questão >> hoje é diferente, né? Mas naquela época a gente fez com que a gente tinha de melhor e assim sempre foi. Todo o CD que o Gan faz assim, o crio é a qualidade, certo? É, para que realmente a gente possa levar algo que qualquer pessoa possa ouvir. >> E nós também tivemos o apoio, como a gente já falou, de pessoas jamais experientes no movimento espírita, onde num dos espetáculos assim a gente produzia, montava e a gente chamava esse pessoal para dar para validar, sabe, Alexandre? Porque às vezes pode ser que a nossa visão daquilo era podia estar um pouco ali enviezada, né? E nós tivemos muitas contribuições de pessoas que assistiram aí a nossa peça, o ensaio, né? Pessoal, não tá faltando alguma coisa nesse aí, não. Resgate, uma uma ajuda ali do plano espiritual, a gente é mesmo, né? Tá faltando um fim nessa peça. Eh, então acho que eh o o contexto acho que é esse aí, né? É, no [limpando a garganta] musical, no musical que nós fizemos, que é, foi o primeiro musical nosso, que foi o musical em cima do Cé de Vida, nós contratamos pessoas que não eram espíritas, profissionais, tá? Como diretor, diretor geral, diretor de canto, diretor de teatro, diretor musical. A gente contratou pessoas de fora, certo? E aí, como que ia pagar? [risadas] vendendo muito ingresso, porque assim, o Gan sempre foi assim, primeiro ele jogava o
o, diretor de teatro, diretor musical. A gente contratou pessoas de fora, certo? E aí, como que ia pagar? [risadas] vendendo muito ingresso, porque assim, o Gan sempre foi assim, primeiro ele jogava o problema para depois correr atrás, porque se ele fosse pensar no problema e querer planejar não dava certo, entendeu? Tá >> de lugar, né? Você já viu que nós somos apaixonados, então você encerra a entrevista, senão nós vamos ficar aqui até amanhã conversando. [risadas] Eu achei, gente, eu tô assim muito grato por estar aqui conversando com vocês, conhecê-los mais de perto. Tenho certeza que o público que está nos assistindo gostou demais da entrevista, né? Vocês falaram eh um uma palavrinha que eu acho que é a chave, né? a qualidade, a qualidade do trabalho de vocês transborda e é visível. Eu acho que quem estiver aí com a gente no dia 9 de maio vai acompanhar e vai poder perceber essa coisa. Qual horário, Alexandre? Qual que é o horário? 19 horas. Então gente, se vocês quiserem mesmo, [risadas] >> se vocês quiserem terminar falando aí diretamente com o público para chamá-los, eu já tô aqui fechando a entrevista e agradecendo a ao Muril, ao Maurício, a Merissa, ao Estevão e agradecendo ao público que está aí nos vendo, tá? E a todo esse pessoal da comunhão que tá trabalhando junto conosco. Tá bom, gente? Vou deixar aí a última fala com vocês. Então, ol >> lá, Stevão, com você. >> Pessoal, dia 9 de maio, às 19 horas, esperamos todos vocês com belíssimo espetáculo Travessia de Luz. Venham para esse momento. Nós vamos juntos participar, comemorar e nos entregar a espiritualidade amiga. Será uma alegria enorme ter todos vocês neste dia >> lá na comunhão espírita em Brasília. >> Isso. >> Murilo, quer dizer dizer mais alguma coisa? Não, agradecer muito aí a oportunidade de poder falar um pouco mais do Gan e mostrar que a arte ela ela é uma cura, né? Ela chega nas pessoas e ela modifica realmente acho que muitos muitos pontos ali que precisam ser trabalhados. Obrigado, um abraço.
ar um pouco mais do Gan e mostrar que a arte ela ela é uma cura, né? Ela chega nas pessoas e ela modifica realmente acho que muitos muitos pontos ali que precisam ser trabalhados. Obrigado, um abraço. >> Arte que cria, que eleva e conforta, que nos recorda o prazer de viver. Então, para nós é gratificante vivenciar, cantar, representar, pintar, dançar, né? Divulgar essa arte, essa arte do Cristo que cura, que consola, que ampara. E é um pouco disso que nós vamos falar aí, que nós vamos cantar, vamos representar no dia 9 de maio na comunhão às 19 horas. >> Se prepara para dançar, viu? Que o repertório [risadas] tá joia. >> Pois é. Uma das coisas importantes, pessoal, é exatamente isso, né? É que esse espetáculo é um espetáculo para almas jovens, né? Porque nós teremos tantas, tanto canções que são canções mais introspectivas, reflexivas, de interiorização, como também canções para celebrar, para festejar, porque a gente precisa levar a vida com alegria, né? e dançar eh cantando mensagens do amor, do bem de Jesus, né, da doutrina, é algo indescritível. Então, eh nós queremos reforçar esse convite para que você que está aqui agora, neste momento, conectados conosco através do fluído cósmico universal, também esteje lá ligados a nós nessa vibração tão linda que será, muito colorida, repleta [roncando] de muitos fluídos positivos. de muito amor. >> Obrigado, gente. Então, jovens de todas as idades, né? Jovens >> estão convidados >> a menos, jovens há menos tempo e jovem há mais tempo. >> Isso, gente, [limpando a garganta] muito obrigado, viu? E um uma excelente noite, uma excelente, excelente semana para vocês todos. >> Obrigado. Assim seja para vocês também. Obrigado, Alexandre. E os demais.
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