CANTANDO A DOUTRINA | GRUPO ESPERANÇA (Entrevista)

Comunhão Espírita de Brasília 09/10/2025 (há 7 meses) 34:00 211 visualizações

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Transcrição

Olá a todos, olá a todas. Sejam muito bem-vindos, muito bem-vindas ao nosso bate-papo aqui do Cantando a Doutrina. E nós estamos aqui no evento de outubro, que será dia 11 de outubro às 19 horas aqui na comunhão espírita de Brasília no auditório Bezerra de Minezes. Estão todos convidados a assistir uma atração mais do que especial que é o grupo Esperança. é um grupo que já tem muita história, muitos anos de praia e nós estamos aqui com dois representantes eh muito especiais aqui do grupo Esperança. São dois coordenadores, né, a Darl de Jane, né, >> e o Luiz Danihan. Falei certo? >> Falou isso. >> Então é isso aí, sejam bem-vindos, tá? Eh, assim, a gente vai só querer saber um pouquinho mais o que que é o Grupo Esperança, né? Sei quem gostaria de falar primeiro. O grupo Esperança, quantos componentes são? Um pouquinho da história do grupo, se vocês puderem falar aí pra gente. >> O grupo Esperança, eu antes de ser um coral, né, ele é uma família, uma grande família. Nós somos hoje em torno de 50 integrantes, né, entre os naipes e os músicos. Eh, o grupo já existe há mais ou menos uns 30 anos, >> 35 anos. É, é, porque nós não estamos lá esse tempo todo, tá? >> É muito chão, >> muito chão. Eu cheguei lá, eu tenho um pouco mais de 10 anos, né, no grupo Esperança também já perdi as contas, para ser bem sincera. Perdi já. >> E e essa família, né, que canta o evangelho, eh, não, nós não cantamos só dentro da casa espíritas, nós cantamos em vários outros espaços. Eh, tem uma proposta bem ecumênica e com arranjos que são realizados pelos próprios integrantes, pelos próprios músicos. a maioria das músicas que o espelho canta são de composições próprias mesmo. E temos três regentes, né? >> Eh, nós temos o Ivan, né? Ivan >> Ivan Paim, né? >> Paim, isso, né? Que na realidade é o idealizador, né? É, é, é quem tá realmente fazendo uma coordenação macro de desse trabalho todo há muito tempo que agrega todo mundo de e agregou durante todos esses anos, né? Ivan Paim, um dos regentes,

alizador, né? É, é, é quem tá realmente fazendo uma coordenação macro de desse trabalho todo há muito tempo que agrega todo mundo de e agregou durante todos esses anos, né? Ivan Paim, um dos regentes, tem a Gisele Esprovier e tem o >> que é cantora lírica, né? >> É, que é cantora lírica professora também. >> Isso, professora de canto. >> E temos também o André, né? O André que recentemente tá assumindo algumas regências, né, e tá assim meio equilibrando, né, um pouquinho, eh, dividindo um pouquinho o trabalho deles, né, e tá saindo uma um trabalho bem legal, né? Tá, tá bem bacana. >> Eu sei que eu já acompanhei bastante vocês, né? Eu eu me lembro do grupo de esperança lá no início, quando era Gisele, tinha o Paulo Afonso e era um grupo pequeno, né? E e hoje ele já é um grupo grande, então, né? E ele, esse grupo agrega pessoas de várias casas espíritas ou de várias também outras eh eh igrejas ou outros grupos. Como é que é que funciona? Nós temos integrantes, né, de várias denominações religiosas, né, seguidores de outras religiões, além dos espíritas. E também temos alguns componentes que não está vinculado a nenhuma religião, né? Eh, o Ivan, né, o nosso grande, né, agregador, o pai de todos nós. A gente brinca muitas vezes com o pai de todos nós, porque ele tem esse perfil de agregar pessoas, ele vai convidando e vai chamando. E acontece também de todo lugar que a gente se apresenta sempre aparece alguém querendo participar do coral e o Ivan abraça todo mundo, né? a gente vai encaixando ali, daqui a pouco se juntando, tá todo mundo, né, fazendo parte de um trabalho. >> É do pouco tempo que eu considero assim pouco tempo que eu tô de de mais ou menos 2018, 19, eu acho, para cá, né? Mas assim, é é muito dinâmico, às vezes, eh, há uma uma certa rotatividade no grupo, mas o que a gente repara é eh que independente dessa questão da diversidade às vezes religiosa, tudo, mas ali dentro eh todo mundo tá visando exatamente o Cristo, é a luz. >> Sim, >> isso aí é que importa, né?

a gente repara é eh que independente dessa questão da diversidade às vezes religiosa, tudo, mas ali dentro eh todo mundo tá visando exatamente o Cristo, é a luz. >> Sim, >> isso aí é que importa, né? >> É. E a mensagem, se a gente pensar bem, a mensagem evangélica, né, ele acaba sendo universal para todas as religiões, né? >> Uhum. >> Inclusive as religiões aqui no Brasil, inclusive as religiões são mais cristãs, né? >> Uhum. >> Então, nesse nível de falar do bem, do amor ao próximo, tudo que o o cristianismo passa, né, ele acaba agregando outras outras religiões também. >> Uhum. vocês têm uma mensagem mais ecumênica, né? >> Ou também eh dentro de princípios da doutrina mais específicos também. Como é que é isso? >> É a inspiração dos trabalhos do do Esperança e as músicas vem todas da doutrina do próprio evangelho de Jesus, >> né? Mas a gente não toca em pontos eh bem específicos da doutrina, então ela acaba sendo desse ponto de vista mais ecumênico, né? Quando a gente fala de evangelho, você deu um exemplo muito legal, dentro do evangelho, todas essas famílias cristãs dialogam, né? tá saindo dali paraa parte mais filosófica, a gente já tem uma certa dificuldade. Então, é um trabalho convergente. Mas algo que eu que eu acho tenho percebido dentro do do Esperança, que eu acho muito interessante, é que mesmo aqueles, né, que não conhecem a doutrina espírita, né, ou que não tem nenhuma nenhuma religião, acaba com o tempo, né, levando as sementes do que do que é ouvido, do que se é conversado durante os ensaios, porque os nossos ensaios eles são bem dinâmicos, são até cansativos algumas vezes, né? É, >> são 3 horas de ensaio. A gente, nós ensaiamos a cada 15 dias e são 3 horas de ensaio, mas dentro de uma música ou outra há muita conversa, há há muita sensibilidade mediúnica por parte dos integrantes, há muito diálogo em torno da mensagem do Cristo, porque o Esperança leva a mensagem do Cristo para todos os lugares que a gente se apresenta. Eh, isso é algo muito característico, sabe, de todos nós.

há muito diálogo em torno da mensagem do Cristo, porque o Esperança leva a mensagem do Cristo para todos os lugares que a gente se apresenta. Eh, isso é algo muito característico, sabe, de todos nós. Todos os corais espíritos falam isso, não fazem esse trabalho, né? Não vou falar que é só o esperança, mas é algo que o Ivan e todos os integrantes têm muito cuidado. Nós temos uma semente, né, que é a semente do evangelho. Nós pretendemos semear por meio das músicas. Então a gente não pode perder essa oportunidade, porque a gente vai passar quantas vezes uma mesma casa? Às vezes só uma. Depois sabe se elas a gente vai voltar. E tá muito no DNA aí do Grupo Esperança, essa essa essa missão aí de de transbordar da casa espírita, né, de ir para qual quais lugares assim que vocês costumam se apresentar? >> Bom, bom, já já nos apresentamos em eventos da da da FEB, né? Eventos aqui também da da comunhão espírita, né? Eh, no SEAL nós temos dois eventos assim que são eh fora as apresentações que são eh eh já constantes lá. Tem dois eventos importantes que são as palestras musicadas, né, >> que é muito interessante, que é uma palestra >> que se liga aos temas das músicas. Então isso é um trabalho que tem sido bem bacana, bem bem bem bonito, né? A gente tem feito, nós fizemos já uma vez esse ano e vamos fazer mais uma vez agora no no final do ano no centro espesa André Luiz lá no no Guará, >> que é o Ceal, né? >> É o Ceal, né? E tema, e tem um trabalho muito importante, é importantíssimo, que é o do hospital de apoio, que já é feito há muito tempo. Nós temos aquela presença lá no hospital de apoio, >> né? Já é mais de 10 anos, né? Que o grupo >> hospital de apoio é onde tem pessoas com câncer, né? Eh, pessoas já tão com precisão às vezes com dados paliativos e etc. >> E nós temos esse trabalho lá, temos um na >> O L velhinhos, >> o Los Velhinhos também, né, que nós fazemos, né, aí são trabalhos >> mais >> no ano passado nós cantamos na LB no congresso que foi realizado, né, no Sim,

trabalho lá, temos um na >> O L velhinhos, >> o Los Velhinhos também, né, que nós fazemos, né, aí são trabalhos >> mais >> no ano passado nós cantamos na LB no congresso que foi realizado, né, no Sim, teve isso. Tocamos lá no congresso, né? são eventos assim que a gente nos convidam, né? E a gente toca lá com muita honra. >> Ou seja, vocês estão eh bem é uma proposta além que de do da doutrina espírita também de ir para outros ambientes para fora do da da casa espírita, né? >> Eu eh acho que uns c se anos mais ou menos, né? Nós participamos de um encontro de cor nossos irmãos que a gente chama de mórmonos, né? E eles nos convidaram. Eu achei bem interessante essa abertura, né, deles para conosco. Vamos ouvir um um coral diferente, um coral que nasceu dentro de uma casa espírita, né? E aí nós estamos lá dentro de um de um segmento evangélico, levando as nossas músicas, né, e outros mais. Enfim, onde chamar a gente vai cantar. >> Eu acho isso >> só chamar. Fala com Ivan. >> Eu acho isso muito bacana, né? Porque você agrega não só no meio espírita, mas agrega na em outros eh grupos cristãos, né? E às vezes até eu me lembro que uma vez quando eu começava a tocar, eu já toquei também eh em outros segmentos que nem eram cristãos e as pessoas me recebiam muito bem. E aí nessa hora a gente vê que não tem essa barreira, né? essa barreira de eh é lógico que a doutrina tem seus princípios, mas quando a gente tá falando ali de amor, de de evangelho, essas barreiras vão se eh vão se dissipando, né? >> É, não tem porqu mais, né? Eh, quando a gente fala de futuro, e nós falamos muito de futuro, a gente fala muito de de uma terra regenerada, essa terra regenerada que a gente tanto almeja, não vai ter essas divisões, né? Nós seremosidos por amor, pela luz, pelo bem, pelo belo. Esse é o grande propósito. Quando a gente lê as obras do André Luiz e outras tantas, né, dentro do movimento espírita, a gente percebe que os trabalhadores do Cristo, eles têm denominações diferentes de religião, porque, né, tem

uando a gente lê as obras do André Luiz e outras tantas, né, dentro do movimento espírita, a gente percebe que os trabalhadores do Cristo, eles têm denominações diferentes de religião, porque, né, tem uma cultura, uma história. um que nasceu lá em Israel, né? Outro nasceu é aqui no Brasil, outro já nasceu na China, por exemplo, mas quando eles se unem para trabalhar, eles trabalham com o mesmo propósito. E assim seremos nós e e temos que ser. E e eu acho que vai ser muito muito legal se partir principalmente de nós espíritas, por tudo que a gente já conhece, pela mensagem revivida, não é? Se partir de nós levarmos a arte como um todo, não só a música, para fora das nossas casas espíritas, para que todos lá fora tenham a oportunidade de contemplar a beleza que a gente já, né, que a gente se emociona, que a gente ri, que a gente sonha, vai ser maravilhoso no momento assim, a gente vive num um momento assim interessante de muita divisão, né? >> Sim. divisão política, divisões ideológicas das mais variadas que dividem famílias, amigos deixam de ser amigos, né? Eh, e com certeza há um ponto em que nós vamos poder conversar, sabe, encontrar esse ponto de equilíbrio. E é nesse ponto de equilíbrio que a gente vai percebendo que as outras coisas não tem não tem sentido de ser, de manter. >> E quando a arte toca a alma, né, toca o coração das pessoas, é a melhor forma de união, né? união de de almas, até pessoas que talvez não creiam em Deus ou eh mas sentem ali através da arte um um coisa diferente, né? >> Ela veio assim, veio, né, para nos curar também, né, para nos elevar, mas muito, muito para nos curar. E então ela é agregadora. A arte ela é agregadora, >> ela é a ponte, >> ela faz a ponte. faz a fonte. >> Vocês hoje estão eh como é que é o o papel de vocês hoje no grupo esperança da da Jane e do Luiz? Como é como é que tá como é que estão vocês hoje lá no grupo? >> Não, não, eu tenho eu a gente tinha antes uma uma assim uma um grupo de instrumentos assim mais reduzido, né? A gente, o grupo era

uiz? Como é como é que tá como é que estão vocês hoje lá no grupo? >> Não, não, eu tenho eu a gente tinha antes uma uma assim uma um grupo de instrumentos assim mais reduzido, né? A gente, o grupo era acompanhado mais por violão e instrumento de corda, alguma coisa assim. E hoje nós já estamos com a mini orquestra assim, né, né? E aí a gente eh foi evoluindo, né, nesse trabalho, nessa nessa coisa de fazer os arranjos, né, e agora com mais instrumentos. Nós estamos com com um celo agora, estamos com violino, né? Eh, já já estávamos, né, com violino antes. Deixa eu ver. Lembro que tinha percussã a percussão. Eu queria falar dela a parte, né? >> É, merece que seja falada a parte até, >> mas eh nós temos toda essa parte, né, de temos um um piano, né? Eh, e eu toco o violão de de sete porque eu pego mais a parte grave, né, da faço os mais os baixos e, né, mas tem outros dois violões também >> e a gente já tem aí o cavaquinho, né, né? Então, já tá com trabalho assim, já tá já tá dando um pouco mais de trabalho essa coisa de ter tantos instrumentos, né? Mas eles estão se encaixando de uma forma muito interessante, né? Porque a coisa tá vindo assim, meio que as ideias vão surgindo, né? Não tem nada de muito planejado assim, mas a gente trabalha no no Esperança muito na eh testando durante os ensaios, né? Oficina o tipo oficina. Exatamente. Você foi preciso. Agora é tipo oficina. Então a gente vai testando as coisas e ali as coisas vão se consolidando. Aí a gente vai escrevendo, não é aqui, é assim. E vão surgindo os arranjos. >> E o interessante assim, só dentro do da questão dos arranjos, o França tem muitas músicas que remete às músicas orientais. >> Muito assim. É o Derb que entra com uma batida diferente ao mesmo tempo. >> Eu vi o Derb ai. Rafa achei o pessoal lá, o Rafael. Rafael para você. >> A gente já tem o tambor também. É o aquele tambor grande >> que conversa com o chamor ou tambor chamânico que conversa com uma flauta nativa. >> É, tem a flauta nativa também que a

afael para você. >> A gente já tem o tambor também. É o aquele tambor grande >> que conversa com o chamor ou tambor chamânico que conversa com uma flauta nativa. >> É, tem a flauta nativa também que a gente >> que conversa comelo, que conversa com violino e sai uma coisa maravilhosa. É diferente. Eu eu assim dos outros corais que eu que eu já participei, que eu conheço, o Esperança ele tem essa esse diferencial, >> não? E e isso meio que é a cara do Esperança, né? tipo assim, essa diversidade, não apenas >> nos componentes, né, mas eh é vozes com instrumentos, muitos instrumentos. E assim, eu imagino que seja bem trabalhoso para quem vai juntar isso tudo, né? é trabalhoso, mas é um trabalho que, nossa, quando é um trabalho que ele vai eh dando frutos assim a cada momento. Então é um trabalho que a gente vai testando e vai dando certo e vai, né, e não tem assim, não é um trabalho tenso na realidade, né? É um trabalho gostoso de fazer, é prazeroso. >> Tanto é que a gente eh eu fico esperando o dia do ensaio, né? É esperando o dia do ensaio, né? Eu fico imaginando porque eu já assisti algumas apresentações de vocês. Realmente é como você falou, é diferente, né? Porque você parece que vocês experimentam coisas, né? Que conversam com outras culturas e tem um toque brasileiro, né? Eu sei que eh vocês nas músicas de vocês têm também muitas músicas autorais, né? >> Muitas. >> A maioria delas. A maioria delas 90% das músicas são autorais. >> Ai que coisa boa. E tem música assim inspirada, música mediúic >> Eu acho que só tem. >> Só tem, né? >> É, eu é, eu acho que só tem só tem >> mesmo quando não é. É, né? >> É isso. >> A gente não sabe, mas isso >> a espiritualidade tá, >> mas é declarado. Isso é declarado lá, né? É, principalmente por parte da da Gisele, né? Gisele conta a gente >> o Ivan também ele ele ele não fala, né, das composições dele, mas tem muita música lá que é dele. >> É. >> Ah, que bacana. E ele ele não >> não. >> Eu sei que vocês dois também tem uma história com música, né? Eu lembro da da

não fala, né, das composições dele, mas tem muita música lá que é dele. >> É. >> Ah, que bacana. E ele ele não >> não. >> Eu sei que vocês dois também tem uma história com música, né? Eu lembro da da Jane toca, eu conheci você tocando, né? Já tocou aqui também no Canto da doutrina, né? já um >> e outros. Fala um pouquinho também da sua história aí. >> Eh, há pouco nós estávamos conversando, né? Eh, eu sobre as nossas origens, né? Mocidade, eu vi na Federação Espírita Cearense. Então, a minha mocidade era muito musical. Até já contei isso num outro momento, né? Foi lá que eu aprendi a a tocar o violão e conheci muitas músicas espíritas. João Cabete eu conheci naquela época, né? É. E aí quando eu fui para pra Brasília, eu fiquei sozinha porque da minha da minha mocidade saiu o grupo Ami, né? Antes de vir para cá, eu ainda passei em Recife que alguns anos lá, depois eu vi para cá, mas aqui eu fiquei muito sozinho e a o desejo de voltar a cantar e tocar foi muito grande. Foi aí que eu comecei a cantar só. Eh, era um era um desejo meu, assim, eu não sei se era uma solidão, alguma coisa, mas falei assim, eu preciso voltar, >> né? E aí eu comecei a cantar numa casa, na verdade, eu gravei um vídeo bem, tá bem antigo e a partir coloquei no YouTube, a partir desse vídeo eu comecei a ser convidada para cantar em outras casas e fui, fui, fui, fui assim, cantei bastante, muito lugares, muitos lugares até fora aqui do do DF, né? E agora dei uma parada, né? Tô só na esperança por vários vários motivos, né? Eh, mas você tinha me perguntado eh a meu papel, meu esperança, né? E faz a gente rememorar, né, como como nós chegamos lá. Eh, o Ivan me conheceu numa das apresentações lá no Fraternidade, numa cantata de Natal. E aí, como a maioria dos integrantes, ele passou a me ligar e convidar para fazer parte do Esperança. Então, quando eu entrei lá, eu entrei como instrumentista, eu fiquei no violão, né, e fiquei muitos anos. Esse ano foi que eu mudei é pra pros naipes. Tô cantando por enquanto, mas de

te do Esperança. Então, quando eu entrei lá, eu entrei como instrumentista, eu fiquei no violão, né, e fiquei muitos anos. Esse ano foi que eu mudei é pra pros naipes. Tô cantando por enquanto, mas de vez em quando eu vou lá e assumo o violão quando precisa, principalmente no >> Socorro. >> É, principalmente nos ensaios, né? >> Porque tem muita gente lá que que toca instrumentos, né? Tem muitos instrumentistas lá. >> E pela proximidade, pelos anos que eu já estou no Esperança, eh eu meio que eu poderia me intitular como conselheira do do Ivan. Não, vou até falar com Ivan. Eu acho uma pena o Ivan não está participando, porque ele é a história do Esperança. Ele é o Esperança, né? >> Não tenho dúvida. Ele falou que tava, >> ele tá trabalhando, trabalhando, >> a semana toda >> e aí ele pediu que nós viéssemos representar. ele fala que nós somos, né, os eh um dos coordenadores, mas para essa representação de um trabalho, quando ele não puder estar, né, quando ele não puder estar presente. Então, é eh ele, né, esse esse grande agregador, né, que que não deixa o Esperança morrer, porque todo mundo que trabalha num coral, faz parte de um coral, sabe que existem pessoas que são flutuantes, né, os integrantes flutuantes, eles ficam um tempo >> e saem, mas tem um grupo menor, mais reduzido, que permanece lá e aí os outros vão, chegam. Agora, nós somos uma família de quase 50 pessoas, né? E a alma, a alma do grupo se mantém coesa, né? Se mantém, >> se mantém coesa por conta, né, do Ivan. >> Eu não posso deixar, eu não posso deixar de de falar isso. E também nós não podemos deixar de falar da Gisel. >> Sim, >> eu conheço os dois há muito tempo. Acho que desde quando eu comecei a tocar, eu já conheci >> a Gisele. Eu, você falou que ela fez parte lá atrás, né? Quando eu entrei numa Esperança, ela não estava, mas aí ela veio e aí ela deu um, sabe, um uma movimentação diferente dentro do do grupo, porque ela como compositora e tem uma mediunidade assim muito sensível, né, principalmente paraas músicas, ela

mas aí ela veio e aí ela deu um, sabe, um uma movimentação diferente dentro do do grupo, porque ela como compositora e tem uma mediunidade assim muito sensível, né, principalmente paraas músicas, ela deu uma movimentada muito muito interessante. As músicas que ela traz, a proposta, >> a percussão. >> A percussão, é >> percussão. Lembro dela tocando. Eh, ela trouxe percussão, né? Ele, >> eu diria assim, essa percussão que eu tô falando é, desculpe, é só fazer um parêntese aqui. Eh, essa percussão que eu tô falando é é um pouco mais até do que a própria percussão em si, mas é a composição dela já é percussiva, ela já tem ela já tem aquela coisa, então já chama, >> né, a a a né, o o não é nem uma questão rítmica, não, é porque a própria a dinâmica da música, né, ela já chama a percussão, então ela trouxe muito esse movimento, esse movimento, né, que você falou, vem muito disso, >> né? >> É. >> E aí traz toda essa cara que o Esperança tem hoje, né? >> E a percussão mexe com a gente, né? Quando uma >> tá na nossa ancestralidade, né? Ninguém consegue ficar sem mexer o pezinho assim ouvindo, né? Um batuque. Qualquer criança na hora que tem uma pressão já >> se mexe, né? >> É. E ela tem um detalhe também, só complementando só sobre a Gisele, que é o lado de professora, né? Porque ela traz aquela coisa, corrige, mas corrige de uma forma. É igual a a aquela coisa dos arranjos que eu falei, o resultado quando ela corrige é imediata, ela corrige e a coisa já se corrige ali naquele momento. Então >> já funciona logo pra gente ver como é que tá, né? Uhum. >> É isso. É essa dinâmica que o Esperança tem que eu acho que é bacana, que é diferente, é que é um trabalho dinâmico, é um trabalho que você sente ele progredir. Cada ensaio é uma coisa, a gente sai diferente. Uhum. >> De cada ensaio a gente sai melhor. >> É, eu imagino. Eh, pelo pouco que eu vi, eu acho é um deve ser uma coisa riquíssima, né? >> É, com certeza. Mas eu sei que também que você teve uma história com lá tocando no meio católico também, foi

É, eu imagino. Eh, pelo pouco que eu vi, eu acho é um deve ser uma coisa riquíssima, né? >> É, com certeza. Mas eu sei que também que você teve uma história com lá tocando no meio católico também, foi muito. >> É, exatamente. Toquei. >> Conta aí um pouquinho pra gente. >> Não é isso? São dois momentos nessa nessa área, né, de eu eu tive ter uma formação toda dentro da da colégio católico e essas coisas. E e dentro disso daí também essas coisas de de tocar em eventos, em missas e tudo isso foi crescendo. Chegou até o que nós falamos até na questão da da missa do do Papa, né? >> Do Papa João Paulo. >> João Paulo. >> João Paulo. >> Ô, que honra, né? >> Que honra. Eu mal vi no evento porque tava tão longe de mim, >> mas eh assim, tive essa essa essa oportunidade junto com outros violões, né? que eram muitos violantes, só fui mais um deles, né? Mas tive essa oportunidade e isso ficou lá atrás. Depois eu tive um um uma parte de carreira de músico, assim, eh, carreira paralela, né, deb, >> é, de MPB, essas coisas, mas sempre paralela a um um emprego, uma coisa assim. Eu não não nunca vivi exatamente somente de música, né? E aqui depois de um curso de de he aqui, eu já vinha, não, eu já vinha eh eh indo para essa eu já já tinha essa essa ligação com com o espiritismo, né? >> Uhum. >> Mas há uns há uns anos atrás, eu acho que foi em 2017, se eu não me engano, aí depois de um curso de Rei que eu fui, conheci umas meninas que são hoje integrantes do também do Esperança, né? encontrei e e aí elas já falaram de um grupo que tocava em hospital, eu já me interessei, que foi o remédio da alma, né, que até hoje nós somos >> que é um grupo de você participa, né? >> Grupo que eu participo, né? E a gente começou >> remédios da alma, né? >> Remédio da alma. >> Remédio da alma. >> É isso. >> Vamos, estamos atentos aí. Vamos ver se tem gente que >> chama lá na frente. >> Pois é. Então eu aí eu fui participando, né, desse desse desse desse grupo e aí entrei nessa nessa exatamente por causa

Vamos, estamos atentos aí. Vamos ver se tem gente que >> chama lá na frente. >> Pois é. Então eu aí eu fui participando, né, desse desse desse desse grupo e aí entrei nessa nessa exatamente por causa desse grupo. Até hoje eu não sei não sei como o Ivan me achou. Há controvérsias, né? Tem um que diz que foi, mas eu não sei como ele me achou. Eu sei que começou a me ligar para ir pro Esperança que eu já conhecia de fama. >> Humum. >> Já tinha um componente do remédio da alma que tocava na esperança, >> né? e que já tinha me falado que era uma coisa diferente. E eu já me interessei, eu me interessei por isso. Ele me diz, isso é uma coisa diferente, você precisa ver. E antes de assistir o a um ensaio, que eu ia assistir um ensaio, né, eu já fui convidado para para tocar e já, quer dizer, já fui com violão, néum? >> E aí fiquei fiquei até hoje estamos aí. É, é o grupo, eh, tem uma história bonita, né, e agregadora, assim, e agrega muita diversidade. Acho que >> bacana isso. >> E o que que vocês estão aí, que que temos aí preparado para cantando a doutrina? Temos muitas músicas autorais, né? Como é que é? >> Ah, temos, né? a gente fez um um resumo bem bacana do que a gente tem apresentado, até porque o cantão na doutrina dá um espaço bem generoso, né, que a gente consegue >> eh eh eh mostrar várias etapas, né, vários momentos da na da da música, né, que nós passamos. Então, a gente fez um um apanhado muito legal, muito bacana, que já que já vai resumir mais ou menos a um pouco dessa história que nós contamos. >> Nós temos algumas músicas, né, do nosso repertório que amiga terra, por exemplo, né, vida e outro que >> eh as pessoas ficam muito mexidas com quando ouve. É amiga, terra, vida, você lembra quais são as outras? Eh, nós temos aquela do mar, né, que é o pior lembrando. >> É, acho que vai ser assim um evento bem bem diverso, né, bem diversificado e vai ser, acho que vai ser muito gostoso recebê-los. Estamos aí para recebê-los no cantando doutrina. Espero que tenhamos novas

acho que vai ser assim um evento bem bem diverso, né, bem diversificado e vai ser, acho que vai ser muito gostoso recebê-los. Estamos aí para recebê-los no cantando doutrina. Espero que tenhamos novas oportunidades. Esperamos aí que o pessoal que tá nos assistindo compareça, venha nos ver, né? E assim, foi uma satisfação tê-los aqui conosco nessa entrevista, mas vai ser melhor ainda tê-los conosco no dia 11, né? >> Dia 11. >> Dia 11. Dia 11. >> 11, sábado, 19 horas. Tá bom. >> Aqui na comunhão espírita, hein? Comunhão espírita de Brasília. meu espírita de Brasília que fica na 604 Sul, eh, auditório Bezerra de Menezes e são todos convidados, tá bom? >> Vai ser uma grande emoção, hein? Traz o lenço, pessoal, vocês vão chorar, >> gente. Jane, eu eu eu costumo chamar você de Jane, tem problema não, né? >> De forma alguma. >> Jane, Luís, o Dani, eu acho que é meio difícil falar. É, deixa Luiz, >> obrigado. Muito obrigado aí pela presença de vocês. Tá bom, >> a gente que agradece, >> a gente que agradece, não tenha dúvida. >> E assim esperamos vocês com muito, muito carinho e esperamos que o pessoal que tá, tá nos assistindo venham, venham comparecer >> também, né? Nós também, né, Luí? >> Sim, também. Vamos trazer a toda a energia dos ensaios, né, da nossos encontros. Vai trazer tudo, vai botar numa malinha e trazer para cá >> a energia da as energias da mata, do mar, dos índios. >> Sim, tem instrumentos. Eu já é >> chamânico com e derbac. É coisa boa demais. Com vozes, muitas vozes, né, >> gente? Obrigado, viu? E vamos lá, então. Vamos. Sábado, estamos aí, né? Sábado. É nós. Мария. e do céu e unio.

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