Cantando a Doutrina | CORAL ESPÍRITA IRMÃO SAULO URIAS - COESU (Entrevista)

Comunhão Espírita de Brasília 07/04/2025 (há 1 ano) 26:09 598 visualizações

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Transcrição

Olá a todos, olá a todas. Sejam muito bem-vindos, muito bem-vindas a mais um bate-papo do Cantando a Doutrina. Nós estamos agora em abril. Vamos paraa segunda edição do nosso cantando a doutrina de 2025, que será no dia 12 de abril, no sábado, aqui na comunhão espírita de Brasília, no auditório Bezerra de Menezes. Todos estão convidados. Chamem os amigos, chamem as pessoas que gostam de arte. Com certeza teremos uma noite muito especial e estamos aqui hoje com duas convidadas muito especiais, integrantes do coral Saulo Urias lá do Portal da Luz, né? Bem-vinda, Andreia Duz, bem-vinda, Jaqueline Ramos, tudo bem? Tudo ótimo. E qual é a expectativa aí de vocês para esse evento? Como é que vocês estão se sentindo em se apresentar aqui na comunhão espírita de Brasília? Pra gente tá sendo, acho que uma expectativa muito positiva, no sentido de que é mais uma oportunidade da gente da gente realizar aquilo que nos propusemos dentro do trabalho espírita, que é divulgar o evangelho, despertar os corações, eh fazer o trabalho da arte e cura. Então assim, a gente sabe que a comunhão tá sempre repleta de palestras, de shows musicais, né, da doutrina, mas pra gente é uma honra poder ter recebido esse convite e poder continuar realizando o nosso trabalho. E é uma honra também para nós, né, porque eh a gente sabe, a gente vem conversando que vocês tem um trabalho bastante longevo, né? É assim, já tem quanto tempo o coral Saulo Urias? Vai completar 38 anos no dia 15 de agosto desse 38 anos. Então foi 19 87. 87. Que interessante foi quando eu fiz minha primeira música espírita. Eu era uma criança. Você era criança. Você tá também há quanto tempo no coral? É foi onde a gente viu o tempo passa rápido, né? que a gente fazendo ali as contas de quando eu entrei já são 19 anos que 19 anos é no coiso. É. E você entrou como criança. Eu estava como criança. É que trabalho bacana, né? E e o que eu achei interessante também é é que vocês também têm uma diretoria de arte e cultura, né? Isso. Que é você, a Jaqueline que está

criança. Eu estava como criança. É que trabalho bacana, né? E e o que eu achei interessante também é é que vocês também têm uma diretoria de arte e cultura, né? Isso. Que é você, a Jaqueline que está hoje, né, como diretora, né? É, tem esse histórico, né? Eu entrei no portal da luz quando era criança, né? E aí fiz todo um caminho. A gente lá tem vários coros, né? Na época também tinha o corinho espírita, né? De de crianças que eu fiz parte, fiz parte como regente desse corinho por algum tempo e hoje estou, né, como diretora desse departamento, né, que é de arte e cultura. É, é, é uma coisa já 5 anos, né, com a diretora. Eu acho uma coisa muito boa, muito produtiva você ter uma diretoria igual igual tem na comunhão, né, uma a de arte e cultura, porque aí realmente você consegue desenvolver um trabalho mais profundo, né? Eh, vocês lá, quais são os trabalhos assim de arte e cultura que vocês desenvolvem lá na, né, no portal da luz assim, né? A gente hoje a gente tem cinco coros, né, que são dois infantis, dois eh juvenis, né, e o coeso da nós mais maduros, né? E aí tem temos também, além dos coros, né, a gente tem a parte de teatro, né, que também temos e aí o departamento ele é dividido em todas essas partes e cada grupo desses tem uma coordenação, então tem é bem organizado nessa parte, né? Então são os coros e o teatro, né, que envolve essa parte eh de arte e cultura da casa. Então vocês também tem teatro de cinco, são cinco coros. Cinco coros. Nossa, que coisa linda, né? É quatro mais, não, três mais antigos e dois assim um pouquinho mais recente. Um que tem 11 anos, que é os o que a gente fez pras crianças bem menores, porque teve uma época que o corinho tava muito grande, né, e tal, e uma faixa etária muito grande. Então, a gente percebeu, aí fez esse mais para esse grupo de iniciação musical. E aí também o intermediário ali entre os jovens. E acho que acredito por até por essa organização, né, de ter o departamento, de ter as coordenações, a gente e também eu

se grupo de iniciação musical. E aí também o intermediário ali entre os jovens. E acho que acredito por até por essa organização, né, de ter o departamento, de ter as coordenações, a gente e também eu acho que a gente tem esse trabalho muito grande na casa com a música, né? Então eu acho que é a nossa responsabilidade, né, desenvolver essa parte. Então como tem muita adesão aos coros, a gente percebeu essa necessidade dessa divisão maior. São cinco coros. É, eu fico imaginando para ter cinco coros, é porque o trabalho é bem estruturado, né? To luz transborda música, transborda arte e nós temos uma muito competente diretora de arte e cultura que é a Jaqueline. Você é E você é a regente, né, do Sou uma das regentes do Salurias. Eu entrei no coral no aniversário de um ano. O regente era o Marcone Araújo, meu colega. lembro dele de trabalho. A época a gente dava aula numa academia de música e eu entrei como coralista e desde 95 eu comecei a reger o couro, né? Então são 30 anos de de regência com alguns parceiros, né, que atualmente o Rafael Silva e o Sérgio Ricardo, que também dividem a regência comigo. E é um é um trabalho assim que engrandece a minha vida. Eu imagino porque todo mundo que trabalha com música, né, eh, a gente fica mais assim com a sensibilidade, né, meio a flor da pele, né? E eu acho que a gente, além de impactar a vida das pessoas, a música impacta a gente quando a gente tá cantando, a gente tá sentindo aquela energia, né? Eu não sei se vocês têm alguma alguma história assim de de dessa emoção que aconteceu com vocês na música, alguma coisa que já aconteceu com vocês no coral? Eh, eu acho assim, para mim a música tem um poder maravilhoso. Eu tô triste, eu tenho que escutar música. Eu tô feliz, eu tenho que escutar música. E para mim, de fato, assim, tem um poder terapêutico muito grande, né? Então assim, sou uma amante mesmo de música, não sou compositora, né? Não não tenho, né, profissionalmente essa essa parte, mas a música para mim sempre foi assim muito

r terapêutico muito grande, né? Então assim, sou uma amante mesmo de música, não sou compositora, né? Não não tenho, né, profissionalmente essa essa parte, mas a música para mim sempre foi assim muito importante. E na minha história com o Coeso, o Coeso ele tem um trabalho, né, musical também voltado muito pra parte mediúnica, né, da nossa casa. Então, tem uma relação muito grande, né? E assim, o que eu me lembro que foi muito forte para mim, eem um dos ensaios, eh, a gente cantando uma das músicas. Eh, eu tenho um amigo que fez parte, né, eh, lá do Coeso, cresceu comigo da mesma idade, fez parte lá do Corinho, chegou ao coeso, eh, junto comigo, mas aos 32 anos, né, sofreu um acidente, faleceu e foi uma perda muito grande. E depois de um tempo, né, obviamente, e a gente foi lá no ensaio escutando, como é que é mesmo o nome da música? Paz de Deus no lar. Paz de Deus no lar. uma música que fala muito sobre família, né? Tem uma energia para mim que traz muito isso, querendo ou não, né? Ele faz parte da minha família, é padrinho do meu filho e e foi quando eu tive a primeira percepção da presença dele assim. E aí para mim foi bem impactante. Foi lá no ensaio do coa acaba abrindo os poros, né, da dessa sensibilidade, né? Sim, sim. E foi foi bem marcante para mim. A que bonita essa história, né? E a André Dzi, você lembra de alguma coisa assim? Não, eu tenho muitas, muitas histórias. É difícil até escolher uma, mas eu vou me recordar de uma uma canção que foi feita eh a letra, o poema foi feita foi feito quando, por ocasião da morte do menino João Hélio no Rio de Janeiro, que foi aquela comoção nacional. ele foi arrastado, né? Então, eh, foi feita um uma letra quando Deus nos chama, que inclusive a gente vai cantar no dia 12. Uhum. E essa letra ela é muito impactante. Aí eu tentei musicar e e enfim, acho que por inspiração mesmo, ficou muito bacana, né? Uma música que a gente canta inclusive muito bem. E essa música, ela traz uma mensagem, uma emoção muito forte, porque ela ela ela

car e e enfim, acho que por inspiração mesmo, ficou muito bacana, né? Uma música que a gente canta inclusive muito bem. E essa música, ela traz uma mensagem, uma emoção muito forte, porque ela ela ela fala que quando tudo parece perdido, que quando a gente vê tanta injustiça, tanta dor no mundo, que a gente lembre de Jesus que passou por tanta coisa sem ter nada merecido. Então é uma uma música que sempre que o couro canta me emociona muito. E eu posso falar de inúmeras canções, né? Mas enfim, até iria até comentar alguma coisa a respeito dessa própria que ela falou, mas são muitas canções que vêm às vezes por por intermédio de inspiração ou por via mediúnica, né? Algumas canções que a gente eh eh fazem parte do nosso repertório, foram recebidas pela nossa irmã Angelina, que tá lá com a gente até hoje com 90 anos de idade. Ela psicografa. Sim, algumas algumas canções que fazem parte do nosso repertório, né, foram vieram a a até nós, né, por intermédio da mediunidade dela. Nossa, que lindo. E você, então, também além de ser regente, é compositora, né? Na verdade, pouco, pouca coisa. Eh, eu gosto mais de fazer arranjo. Os arranjos do cozo, a gente divide muito. O Rafael também faz arranjos belíssimos, mas assim, eu amo trabalhar como se fosse assim uma florista que trabalha com as flores e faz um arranjo bonito e tal. Só que no meu caso, a mão, a como se diz, a matériapra são as notas musicais e que que se harmonizam para fazer para serem cantadas, como a sua música. Ele já vi, já vi esses cantara. Maravilhoso. E é, eu acho assim, o trabalho do arranjador é quase o segundo compositor, né? Porque ele trabalha em cima e faz uma cara, né? Dá toda uma cara para aquela música, né? Eu sei que vocês são do Portal da Luz e quais assim, vocês já tinham assim conhecimento de música? Vocês aprenderam música ali no Portal da Luz ou já seguiram um caminho da música também por fora? Como é que foi isso? Pouco de música eu sei. Aprendi com ela. Ah, é? É que ela era regente do corinho na época

renderam música ali no Portal da Luz ou já seguiram um caminho da música também por fora? Como é que foi isso? Pouco de música eu sei. Aprendi com ela. Ah, é? É que ela era regente do corinho na época que que e era legal por ela ser profissional, né? Até porque ela dava, né, essa introdução musical pra gente. Então eu nunca segui toco, violão de forma leve, nunca me aprofundei e tudo mais. Mas assim, eu tive essa base, né, com a ótima profissional. Então, e que base, né? E que base. Então, hoje às vezes as pessoas falam: "Ah, você tem facilidade". Eu falo graças a ela que ela de fato deu uma base. E eu acho que também isso quando você gosta, né? Sim. Dá aqui o que faz. Então, eu gosto de música, eu gosto de cantar, então acho que faz a diferença. Mas profissionalmente é ela. Eu cheguei quase adolescente assim no Portal. Você tava com 20 aninhos. E aí, eh, embora tinha tinha algum algumas pessoas que tocavam violão e escondiam escondiam seus talentos. Então, eu cheguei lá, não tinha ninguém tocando violão na época e eu cheguei lá tocando o violão, né? Entanto eu entrei no coral tocando, né? E aí eh eu tava fazendo música na UnB, dei aula muitos anos na escola de música também, sempre trabalhando nessa área, né? De alguma forma, Deus me empurrou para trabalhar com o canto coral, porque eu acho que em todos os aspectos, mesmo no nos nos trabalhos não religiosos, a a reunião de vozes, ela ela tem uma intenção de é como se fosse uma terapia para a alma, né? O cantar, né? Cantar alegra a vida, né? cantar é eh quem canta seus males espanta. A gente tem até esses ditados que falam, né, da importância do canto na vida das pessoas. Então foi isso. Cheguei lá, entrei no coral junto com a Ana Lúcia, a gente criou o corinho das crianças que ela tinha 6 anos quando ela entrou. tudinha pequenininho. Aí, enfim, a gente foi seguindo aí outras pessoas foram foram chegando. O Sérgio Ricardo que tá novamente com a gente agora, que cantava no coral jovem, tá com a gente ajuda na regência, o Rafael que toca

enfim, a gente foi seguindo aí outras pessoas foram foram chegando. O Sérgio Ricardo que tá novamente com a gente agora, que cantava no coral jovem, tá com a gente ajuda na regência, o Rafael que toca sax, que também faz arranjo, tá com a gente. Então, a gente tem assim um universo musical muito grande lá no no portal, muito rico, né? muito rico. E no teatro também, o teatro tá descontando assim, eu sou, me sinto privilegiada de fazer parte de uma casa em que a arte é tão poderosa, é realmente muito poderosa a a força da arte no Portal da Luz. É, a gente que trabalha nessa área da arte, né, a gente vai, a gente vê todos os dias, né, o resultado que a arte provoca, ainda mais a arte que tem por objetivo, né, trazer, levar esse conteúdo, né? Uhum. O coral Saul Luias é aqui se chama de coesa, né? Coal espírita, irmão Sa Loras. Irmão Saulo Lorias, que é o mentor da casa. Mental do coral. Mentor do coral. Ah, tá. Que atividades que vocês fazem com coral? Assim, vocês se apresentam geralmente onde? Como é que é? Mais olha, o coral canta onde ele é chamado a cantar. Nós já tivemos trabalhos em eh hospitais eh já cantamos em um orfanato, já cantamos no hospital de apoio em asilo, né? Assim, o regular que a gente tem, a gente apresenta duas vezes ao mês na abertura das palestras de segunda-feira. Cantamos também, acho que de três em três meses, no Semeador, que é um braço do Portal da Luz, na estrutural. É um trabalho muito bacana que existe lá. E a os componentes do couro, eles não são somente coralistas. Nesse sentido, talvez tenha um diferencial, não sei se tem algum coral espírita que também tem essa característica lá. Não é só as pessoas estão lá para cantar, não. Todo mundal, todo mundo é trabalhador do Portal da Luz. Todo, todos os componentes são trabalhadores, seja eh um passista, seja na área mediúnica. E a grande maioria, se não todos ou 90%, trabalha na área mediúnica. Então essa interseção entre a a arte e o trabalho de desobsessão é muito grande. É isso é uma coisa que até

seja na área mediúnica. E a grande maioria, se não todos ou 90%, trabalha na área mediúnica. Então essa interseção entre a a arte e o trabalho de desobsessão é muito grande. É isso é uma coisa que até a federa, as federações t falado muito isso, né? Pro, pra arte não ser uma coisa à parte. o o trabalhador tem que tá inserido ali na nas atividades da casa, né? Para que para que a gente possa realmente na hora de transmitir a música ou de criar, né, a gente possa est realmente com a doutrina dentro da gente, né, pra gente conseguir transmitir ela, né? Sim. E o coral ele tem uma função maior, né? E a gente também em processo evolutivo, a gente precisa eh de outras coisas, né? Então, por exemplo, tem uma a regra da gente tá no estudo, já tem um tempo de estudo para poder participar e de fato ser assído nesse estudo, porque a gente sabe que a gente precisa, né? Então a gente através do canto a gente consegue, graças a Deus, atingir muita gente, encarnado, desencarnado, mas primeiramente também a nós, né, que precisamos. Então tem todas essas questões que a gente necessita para tá ali, né? Então antes da gente ajudar, a gente também precisa ser ajudado. Então faz parte de todo esse esse processo, né, do estudo, do trabalho, né? Então eu acho que é bem importante a gente de fato tá envolvido assim em outras atividades da casa. É interessante que você falou, a Andrea Duzes, né? Falou de da questão de desobsessão, né? Ah, assim, pelo menos o que a gente vê assim da de alguns médiuns reportando, especialmente canto coral, né, a quantidade de energia de ectoplasma que é desprendida, né? É isso mesmo. Para curas, para desobsessão. É uma coisa impressionante, né? Inclusive relatos de espíritos nas nas sessões mediúnicas que foram trazidos de verdadeiros umbrais, né, por despertados através da música, por meio da música. Música. É isso. É maravilhoso, né? saber que a gente tá fazendo parte disso, dessa história, é uma coisa maravilhosa. E assim, pro nosso dia 12 de abril, que que tipo de

da música, por meio da música. Música. É isso. É maravilhoso, né? saber que a gente tá fazendo parte disso, dessa história, é uma coisa maravilhosa. E assim, pro nosso dia 12 de abril, que que tipo de músicas que a gente pode esperar? Vocês Qual é o tipo de repertório que vocês cantam? Eh, tem muito, tem músicas autorais, né, que vocês falou. Eu lembro que você falou, comentou da de uma versão do You Raise Me Up, né? Ah, sim. Essa música Paz de Deus no lar. Essa que é a Paz de Deus. Eu adoro essa música. Essa música realmente é muito linda. Não colocamos no repertório, mas a gente tá com um repertório muito bacana, desde música a capela, música com acompanhamento de violão, que eu que eu agora tô voltei a ser a violonista no coral, né, por necessidade. e algumas músicas também que a gente vai usar playback, mas assim, o mote das músicas é tocar o coração, é tocar na emoção, porque a partir da emoção a gente a gente atinge o divino em cada um, né, que é Uhum. é o despertar que a gente precisa ter, né? E também despertar aqueles que estão mais necessitados, que é que é o o objetivo da arte cura, né, que é o que a gente procura fazer. Então são músicas eh tem música de Tim Vanessa, tem algumas músicas autorais, tem algumas músicas que são versões, tem uma música do Roberto Carlos Barra Emanuel, né, que é o hisó, a gente canta música popular, música sacra, cantamos música gospel, né? Vamos ter uma música também do vocal livre que faz parte do repertório. É muito gostoso o repertório do coeso. É muito tô ficando ansioso para ver. Imagino. Eh, ainda mais com esse tempo de estrada, né? Imagino que e é e é muito bom porque o a comunhão espírita também tem um coral com uma história longa também tem coral infantil. Então essa troca de figurinhas eu acho fantástica, porque vê que tem uma casa também que a música é forte, né? E o mais importante, acho que que você falou das pessoas serem trabalhadores da casa, né? Não apenas m musicistas, né? Então, acho isso muito importante e eu tenho certeza que a

a música é forte, né? E o mais importante, acho que que você falou das pessoas serem trabalhadores da casa, né? Não apenas m musicistas, né? Então, acho isso muito importante e eu tenho certeza que a mensagem que vocês vão trazer vai ser maravilhosa. O Cantando a Doutrina é um evento que coloca a música como destaque, não como acessório, né? Uhum. Porque ela, a música em si, ela já transmite, né, uma mensagem e e as pessoas que vão buscar ali a doutrina ou vão buscar uma mensagem de paz, a mensagem do bem, elas encontram ali, né? E eu sei que vocês também são trabalhadores da casa, né? E que tipo de trabalho vocês também trabalham em reunião mediúnica ou no estudo ou coisas assim? Sim, a gente, como eu falou também, né? Boa parte do coral faz parte do da sala, né, de desobsessão. No nosso caso, inclusive os três regentes são na sala, eu como diretora, eh, fazemos parte. E aí o estudo, né, que a gente tem, inclusive o trabalho do coral é algo muito eh muito forte mesmo. Até por isso a gente tem um um turma de estudo que é pro coral, porque na norma inclusive é o ensaio do coral começa no estudo, que é o mesmo dia, né? Sim. E aí o, e aí a gente sempre fala, né, a regra, o trabalho do coral começa com o estudo, no estudo, é com o estudo, aí tem o estudo, depois, por isso é uma turma só de quem faz parte do coral. E aí também muito atrelado essa parte mediúnica, né? E aí no meu caso, além dessa parte, eu cuido dos outros coros também, né? Tô no trabalho mediúnico, aí a gente ajuda no passe, né? Também e o coral. E é isso, né? Atualmente, né? Porque a gente já a gente já se fazemos vários, já temos aula de evangelização, já fizemos algumas coisas nesse sentido, né? Enfim, é muito bom ter essa regra aí, né? Porque atrelar a ao estudo, né? Uhum. Eu lembro que eu conheci a André Dzi, foi numa mostra de música do Dice, tocava violão, né? O espírito do amor. Espírito do amor. Essa música foi bem famosa naquela época, né? Até hoje o grupo de canto jovem cantica linda, muito linda mesmo. Que

a mostra de música do Dice, tocava violão, né? O espírito do amor. Espírito do amor. Essa música foi bem famosa naquela época, né? Até hoje o grupo de canto jovem cantica linda, muito linda mesmo. Que foi recebida pelo Marconi por via mediúnica. Marconi que era um dos Eleentes, né? Então ele era o regente, né? Quando começou. Lembro também vocês cantando lá no outro grupo que eu participo que era Ave Maria de Contio. A gente vai cantar agora dia 12. Ave Maria maravilhosa. Bom, é, eu ia, se não fosse cantar, eu ia pedir para você. Maravilhosa essa canção. Eu vou, vou chamar todo mundo para ir vir. São quantos integrantes atualmente? 33. Eu fiz a conta antes pra gente não precisar contar. 33. a idade do Cristo, né? 33. Gente, foi uma um prazer recebê-las assim e ver que tem um trabalho tão bonito aí que vem na nossa casa, vem aqui eh inspirar pessoas e também enriquecer o nosso trabalho. cantando a doutrina, ele é um trabalho que a gente tem uma alegria muito grande de est conduzindo, porque a gente vê o quanto que a arte ela tem um poder e a música tem esse poder de inspirar, de transformar, né? Uhum. Então é isso, gente. Muito obrigado. Agradeço a Andreia Dulce, agradeço a Jaqueline Ramos, né? Nós que agradecemos e vamos chamar o pessoal aí para chamar vocês. Chamem seus amigos, chamem seus familiares, porque teremos uma noite muito linda aqui na comunhão espírita de Brasília, no próximo cantando de cantando a doutrina de abril de 2025, tá joia? Grande abraço para vocês. A gente agradece a oportunidade de estar aqui falando um pouco, né, sobre o trabalho do coiso e ficamos muito felizes com o convite de participar do Cantando a Doutrina. Eu já acompanho esse trabalho há muito tempo, acho lindo e ficamos muito felizes com o convite. Então, a gente estende esse convite a vocês. Estaremos aqui com coração aberto, dando o nosso melhor, cantando para vocês de todo coração. Dia 12 de abril. Sábado às 19 horas, o coeo estará no cantando a doutrina na comunhão espírita de Brasília. Convidamos a

com coração aberto, dando o nosso melhor, cantando para vocês de todo coração. Dia 12 de abril. Sábado às 19 horas, o coeo estará no cantando a doutrina na comunhão espírita de Brasília. Convidamos a todos. Amen.

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