Busquemos o Equilíbrio - Márcia Ramos
Busquemos o Equilíbrio - Márcia Ramos
clamando a todos para brilhar a nossa luz. E para brilhar luz, a gente primeiramente precisa de ter a luz, que ninguém dá o que não tem. E para termos essa luz é indispensável que tenhamos o conhecimento, o estudo da doutrina espírita. E doutrina espírita a gente estuda todos os dias. Portanto, se estamos aqui há 51 anos, 4 anos antes já havia conhecido a doutrina, 55 anos, estudando todos os dias a doutrina espírita. E nesse capítulo, no item sete, que é uma colocação trazida pelo próprio codificador para as pessoas que estão começando agora, o Evangelho Segundo o Espiritismo, metodologia de Allan Kardec, que é, primeiramente traz as colocações trazidas pelos evangelistas, depois vem os comentários do próprio codificador e depois vem a instrução dos espíritos. Nem todos os capítulos têm instrução dos espíritos e os espíritos que assinaram a codificação da doutrina espírita, dentre eles o espírito verdade, que é o próprio Senhor, e também São Luís de França, Santo Agostinho, Fenelon, Sócrates e outros tantos que assinaram a codificação. Nesse item sete, ele vai dizer assim: "O Espiritismo vem lançar luz sobre uma série de pontos de difícil entendimento." Aí a gente vai lá no livro dos médiuns para aprender quais são esses pontos de difícil entendimento. A gente vai lá no livro dos espíritos com 1019 perguntas e as suas respectivas respostas também para entender quais são esses pontos e também nas obras desdobradas trazidas pela mediunidade iluminada de Francisco Cândido Xavier. E ele segue aqui. Nós vamos ler um trecho bem curto, repetindo, o espiritismo vem lançar luz sobre uma série de pontos de difícil entendimento. Entretanto, não o faz imprudentemente. É equilíbrio, sabedoria. Imprudentemente quer dizer, trabalha com sabedoria. Os espíritos em suas instruções procedem com admirável prudência. Aí a gente vai lá nos textos bíblicos, no nos textos sagrados e a gente vê ali no livro de Reis o o rei Salomão e é intitulado prece do rei Salomão. Ele fazendo uma prece ao Senhor e ele diz
rudência. Aí a gente vai lá nos textos bíblicos, no nos textos sagrados e a gente vê ali no livro de Reis o o rei Salomão e é intitulado prece do rei Salomão. Ele fazendo uma prece ao Senhor e ele diz textualmente assim: "Dai pois ao vosso servo, ele tá se considerando servo, ele era um rei. Dai, pois, ao vosso servo, um coração sábio, capaz de julgar o vosso povo e discernir entre o bem e o mal. E aí a gente conhece que ele é considerado o rei da sabedoria, o rei da equidade. Aquela história que é trazida inclusive nos textos de face aquelas duas senhoras que disputavam uma criança. E ele sabiamente ele disse: "Parte o menino no meio". Porque aí dá metade para uma, metade para outra. Claro que se partisse o menino no meio não sobrava nem para uma, nem pra outra. No entanto, a mãe ela diz assim: "Pode dar o menino pra outra". para ele fosse dar para essa que renunciou à parte do filho, porque esta é a verdadeira mãe. Mas se nós continuarmos nos textos sagrados, nós vemos, vamos ver a sabedoria de Moisés, porque quando ele viu aquele povo belicoso, ignorante, e ele tendo que conduzir aquele povo por tanto, tanto tempo, 40 anos no deserto, ele falou: "Precisa de lei". E aí ele formula os 613 artigos de lei, que é a Torá, que são os cinco primeiros livros do dos textos sagrados, ou seja, do Velho Testamento. E existem legislações ali muito interessantes. Por exemplo, quando ele fala para lavar as mãos, hoje, depois da do COVID, todo mundo entendeu que tem que lavar as mãos. 4000 anos depois. naquela época ele, Moisés, um príncipe egípcio, eh eh vivendo e aprendendo, sendo um iniciado das culturas do das tradições egípcias, ele entendeu esse povo aqui, muitas doenças que estão sendo trazidas é porque há falta de higiene, vamos lavar as mãos. Mas ele também vai falar que não se pode comer a carne do sacrifício. O que que é isso? as pessoas matava os animais, colocava ali na porta do templo para receber as para dar as oferendas. E aí ele fala: "Não se come a carne do sacrifício por dois motivos. Primeiro
cio. O que que é isso? as pessoas matava os animais, colocava ali na porta do templo para receber as para dar as oferendas. E aí ele fala: "Não se come a carne do sacrifício por dois motivos. Primeiro porque aquela carne poderia estar com alguma condição de estragar da mesa. Segundo, porque se estava sendo ofertada era um sacrifício, tinha que ser para o Deus que estava sendo encaminhada aquela aquela oferenda. Mas ele também vai falar sobre os peixes necrófilos, aqueles peixes que comem eh seres humanos, cadáveres, ele também proíbe essas pessoas de comerem os peixes necrófilos. Então são 613 artigos de lei, que são cinco primeiros capítulos da Bíblia, que é considerada a Torá e que todos os judeus leem, estudam a Torá e segue então mostrando às pessoas a importância da prudência e por consequência a importância do equilíbrio. Mas se nós não tivermos a humildade, nós jamais chegaremos à condição de prudência e à condição de sabedoria e, portanto, de equilíbrio, porque a gente sempre acha que tá que tem razão. Por isso é que Kardec diz que o ódio não é justiça. E ele fala isso inclusive no livro dos médiuns. O ódio não é justiça, porque às vezes as pessoas e a gente vê aí na nas mídias, não, porque a justiça com as próprias mãos, isso é um sintoma de ódio e a pessoa pratica aquela justiça com as próprias mãos. E vem também nos trazendo essa própria referência. E para culminar toda a obra dele, de Moisés, o primeira revelação com a justiça, é esse a determinação, vem o decálogo, que são os 10 mandamentos, que é a base de toda a justiça do mundo. Até hoje, toda a justiça do mundo tá baseada no decálogo de Moisés, quase 5.000 anos. E também Allan Kardec vai dizer que assim como o ódio não é justiça, a paixão não é amor. Quer dizer, está nos conclamando a todos para o equilíbrio. Mas o paradigma maior de equilíbrio que nós temos é Jesus, governador espiritual do planeta, guia modelo da humanidade. Quando a gente vê toda a orientação trazida por Jesus de uma singeleza, a
íbrio. Mas o paradigma maior de equilíbrio que nós temos é Jesus, governador espiritual do planeta, guia modelo da humanidade. Quando a gente vê toda a orientação trazida por Jesus de uma singeleza, a gente é porque tem dificuldade de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Então, todas as contendas, todas as dificuldades, todas as misérias do mundo estariam resolvidas se a gente atentasse para esse ensinamento de Jesus, amar a Deus sobre todas as coisas. Estamos observando a afronta que está acontecendo no planeta em todos os sentidos. Essa afronta que está acontecendo ao planeta através da violência, ela terá um reflexo climático. Não somos especialistas nisso, mas é só pensar um pouquinho que a pessoa vai entender que nós vamos ter uma consequência climática muito desastrosa com tudo isso que está acontecendo aí. E todas as vezes que nós afrontamos a natureza, nós vamos ter um uma resposta à altura daquela afronta. Então, amar a Deus sobre todas as coisas é amar tudo que existe na natureza e ao próximo como a nós mesmos. Quer dizer, se nós não queremos alguma coisa para nós, não podemos desejar para outra pessoa. E o momento final da estado de Jesus fisicamente no planeta, ele mostra mais uma vez o equilíbrio, tanto mostra que fica depois 40 dias na Terra para dar o testemunho da imortalidade da alma e da comunicabilidade dos espíritos, que é princípio da doutrina espírita. Comunicabilidade dos espíritos. Ele fica 40 dias depois do para aquelas mulheres que estavam ali à beira do sepulcro. Depois ele vai se apresentar na sequência. Ele vai se apresentar para aqueles dois discípulos que estavam a caminho da cidade de Emaús. Depois ele se apresenta para os apóstolos, a sala toda trancada e o ele estende as mãos para o apóstolo que não acreditava, Tomé não acreditava tocar as chagas para ver que era ele realmente que ali estava. Ele ainda segue mostrando a comunicabilidade dos espíritos e a existência dos espíritos nas duas pescas que ele, na segunda pesca que ele faz.
as chagas para ver que era ele realmente que ali estava. Ele ainda segue mostrando a comunicabilidade dos espíritos e a existência dos espíritos nas duas pescas que ele, na segunda pesca que ele faz. Há um momento em que eles não estavam pescando nada e ele se manifesta espírito materializado, claro, e ali ele fala: "Joga a rede do outro lado." Isso aí tem outras conotações também para jogar a as nossas expectativas, que às vezes não são as melhores dentro do processo do equilíbrio, a gente jogar essa rede para o outro lado. Mas ele vai a culminância mesmo dessa momento em que ele está na terra. foram para as 500 da Galileia. E quem quiser saber mais sobre esses 500 da Galileia, o livro Boa Nova, Humberto de Campos, Francisco Cândido Xavier nos traz as informações. 500 pessoas estavam. Jesus surge no monte e conversa com 500 pessoas que lá estavam. Quer dizer, às vezes poderão dizer assim, poderiam dizer, não, era só 11 apóstolos, porque um ainda não havia sido escolhido. Judas já havia se retornado ao plano espiritual. Ou eram só três mulheres, ou era tão somente os dois na estrada de Emaús, ou era só aqueles que estavam ali no barco. Não. 500 pessoas foram testemunhas da presença de Jesus no processo do mais extremo equilíbrio, sabedoria e humildade para trazer a todos nós. Mas se nós continuarmos caminhando aí pelo cristianismo primitivo, nós vamos ver a figura de Paulo de Tarso. E vamos imaginar uma pessoa assim com muito poder, com muita perspectiva de mais poder ainda. Ele era o orgulho e a esperança de uma raça nas colocações trazidas por Emanu esperança de uma raça. E de repente ele se vê envolvido com Jesus, aquela luz intensa que o cega, ele vai para uma pensão lá na cidade de Damasco. Lá ele fica por três dias sem enxergar, sem comer, sem dinheiro, sem amigo, numa situação de muita dificuldade, porque tudo que ele tinha aprendido até então tinha ido por água baixo. a Torá, as leis do judaísmo, o sinédrio, o templo de Jerusalém, tudo tinha ido por água baixo. No entanto,
de muita dificuldade, porque tudo que ele tinha aprendido até então tinha ido por água baixo. a Torá, as leis do judaísmo, o sinédrio, o templo de Jerusalém, tudo tinha ido por água baixo. No entanto, ele se envolve no processo do equilíbrio, sobretudo quando ele recebe Ananias. E Ananias diz a ele que estava vindo amando de Jesus. Jesus se manifesta lá para Ananias e diz que estava vindo amando de Jesus para que ele realmente tivesse essa condição de depois trazer toda o conteúdo que ele trouxe para o cristianismo primitivo, ele vai para o deserto e ele fica 3 anos estudando as as escrituras sagradas, os o novo testamento que ele foi dado ofertado por Gamaliel, que era um mestre judeu do templo que tinha sido aluno dele. Camaliel era professor de Paulo. Ele vai para o deserto e lá ele fica 3 anos. Quando ele volta do deserto, que ele passa ali pela pela por Damasco, passa pela casa do caminho e vai voltando, ele começa a a fundar as igrejas. E olha o detalhe interessante que nós falamos muito sobre as cartas de Paulo, mas ele primeiro ele foi para depois ele ver qual era a dificuldade daquela região para depois escrever as cartas. E por todos os lugares por onde ele passou, depois ele escreveu uma carta alertando aquelas pessoas para a importância do equilíbrio, a importância da sobriedade, da vigilância, da disciplina. E nós temos o cristianismo primitivo. Vamos imaginar todos aqueles que foram para os os circos, que foram queimados nos azeites, que foram queimados vivos, eles iam cantando. Tamanha confiança que eles tinham na misericórdia divina. Não, a gente não conhece nenhum texto que fala que um foi desesperado, enlouquecido, desequilibrado. Todos eles foram com total equilíbrio porque sabiam, e essa é a proposta da doutrina espírita, que nós somos espíritos imortais habitando um corpo físico. Esse corpo é como se fosse uma veste. Em algum momento a nossa veste roupa suja, fica rota. A gente tem que trocar o corpo também. De igual maneira, a gente precisa do corpo no processo da evolução
o. Esse corpo é como se fosse uma veste. Em algum momento a nossa veste roupa suja, fica rota. A gente tem que trocar o corpo também. De igual maneira, a gente precisa do corpo no processo da evolução espiritual. Quem nos fala isso é Allan Kardec, o codificador da doutrina. Mas todos eles iam com aquela certeza da imortalidade da alma, porque eles tinham a comunicação dos espíritos, a casa do caminho. E apóstolo Paulo vai dizer que o o cristianismo sem o pneumatismo, ou seja, sem a mediunidade, seria um corpo sem alma. Mas se nós continuarmos seguindo a história, vamos ver Clara de Assis, Francisco de Assis, Antônio de Pádua, Agostinho de Nipona. Vamos chegar à França e Kardec foi considerado, foi trazido eh as colocações trazidas por Camilo Flamion que Kardec era o bom senso encarnado. Quando a gente estuda o livro dos médiuns e as colocações que ele vai trazendo ali no livro dos médiuns, a gente vê ele nos alertando para a comunicabilidade dos espíritos e ele falando que a fé tem que ser raciocinada. E a fé raciocinada é aquela que desafia a razão em todas as épocas e em todos os tempos da mediunidade. Portanto, quanto mais a gente estuda, mais discernimento a gente tem com relação à comunicabilidade dos espíritos. Tudo isso é trazido por Allan Kardec. E quando os livros da codificação foram incinerados em praça pública em Barcelona, na Espanha, amando do bispo da cidade, Allan Kardec, conversando com o espírito verdade, que é o próprio Senhor, ele diz, o espírito diz a ele através do médium, isso serve para maior divulgação da doutrina espírita. Porque as pessoas que não conheciam a doutrina vão procurar saber o que que tá escrito lá, porque todo mundo quer saber o que que é proibido. E aí então a doutrina realmente ela começa a ter uma expansão maior depois desse ato da do que se foi considerado chamado também o auto de fé de Barcelona. Mas quando a doutrina chega ao Brasil, nós vamos ver a serenidade e o equilíbrio de Bezerra de Menezes. Nós precisamos estudar a
da do que se foi considerado chamado também o auto de fé de Barcelona. Mas quando a doutrina chega ao Brasil, nós vamos ver a serenidade e o equilíbrio de Bezerra de Menezes. Nós precisamos estudar a biografia de Bezerra de Menez, porque se rapidamente existiam duas dois grupos espíritas, um que era sua religião e outro que era sua ciência. E ele vem e fala assim: "Ó, tem que juntar os dois, tem que ser religião e tem que ser ciência e todo mundo estudando, trabalhando juntos." E daí surge a Federação Espírita Brasileira, que leva luz a todos os continentes. O trabalho realizado pela nossa FEB, além do do da atividade nacional, ela leva luz para toda a todas. A extensão é muito maior do que a gente pode imaginar. E quando chega Francisco Cândido Xavier, ele vai trazer Emanuel vai trazer através da mediunidade santificada dele, porque eu Chico, muitas pessoas imaginam sim que ele era uma pessoa muito afável, era muito afável. Hoje mesmo nós conversávamos sobre isso em outro local que a gente estava, mas ele era muito firme nas colocações dele, quer dizer, tinha um equilíbrio nas colocações dele, sobretudo face às questões da doutrina espírita. Aí ele realmente ele era muito incisivo em todas as colocações. E quando ele recebe as obras complementares ou desdobradas da codificação, porque Allan Kardec não teve condições, não teve tempo para realizar mais. Ele fez cinco livros e as revistas de Paris também, a Sociedade Parisense de Estudos Espíritas. E o Chico vai trazer essa obra aqui, esse livro aqui chama-se O Evangelho por Emanuel. Ah, o comentário das cartas de Paulo. Esse livro aqui somente comentário da das cartas de Paulo. E nós trouxemos, são muitas que tem aqui falando sobre equilíbrio, sobre sobriedade. A gente não podia trazer todas, mas a gente sugere, provavelmente deve ter na internet também. E ele vai dizer aos Tessalonicenses, portanto, não dormamos a exemplo dos outros, mas vigiemos e sejamos sóbrios, quer dizer, equilibrados e sábios. E ele vai falar sobre sobriedade, porque
et também. E ele vai dizer aos Tessalonicenses, portanto, não dormamos a exemplo dos outros, mas vigiemos e sejamos sóbrios, quer dizer, equilibrados e sábios. E ele vai falar sobre sobriedade, porque toda pessoa equilibrada é sóbria. Quando você vê uma pessoa muito eufórica em determinadas situações, pode saber que tá faltando algum ponto de equilíbrio naquela situação. Em todos os setores das atividades terrestres, mesmo nos círculos externos do esforço religioso, há muita gente dormindo nos braços da ilusão. Imagina assim, se eu fizer determinada coisa para o atender o próximo, eu já tô com o passaporte carimbado no nosso lar. Nós estamos relendo o nosso lar pela 10ª vez. E aí a gente vê a dificuldade que é ah para chegar a uma colônia espiritual no nosso lar. Quanto tempo o André Luiz ficou nas zonas umbralinas? 8 anos. E quando ele é resgatado, ele ainda enfrenta o mentor espiritual que vai buscá-lo. Eu disse assim: "Não, eu não suicidei não, eu tava era doente mesmo. O mentor falando para ele: "Olha, foi e você suicidou?" falou: "Não, eu tava era doente mesmo, fui para hospital, tratei, morri, mas eu não suicidei não." A tamanho assim o desequilíbrio para entender que muitas vezes a pessoa não faz aquilo objetivamente, mas através da mágoa, da ira, da inveja, do ódio e outras situações de ordem material, ela está comprometendo sim as suas condições orgânicas. Ele vai seguir aqui. Nós citamos algumas frases. É preciso estar pronto ao serviço e vigiar fielmente vigilância. Entretanto, na vigilância ainda encontra os aprendizes de certos perigos mais fortes. Não, mas eu tô vigiando. Eu tô indo ao centro toda segunda-feira. Vamos fazer mais um pouquinho. Vamos fazer mais um pouco. São os que conduzem com ausência de sobriedade. Espalafatoso demais. Quase sempre, quando se encontra essa palavra, a criatura reflete imediatamente nos desregramentos do corpo, ausência de sobriedade, né? Mas o cristão não deve ouvidar o caráter nefasto das intelanças da alma. É isso.
ndo se encontra essa palavra, a criatura reflete imediatamente nos desregramentos do corpo, ausência de sobriedade, né? Mas o cristão não deve ouvidar o caráter nefasto das intelanças da alma. É isso. É o mago, o ódio, a inveja, a maledicência e por aí vai. Vigilância não quer dizer olho alerta para indicar o mal. Não quer dizer isso, mas posição de concurso sincero com Jesus aind de a fim de substituir o mal pelo bem em silêncio onde quer que se encontre. Não precisa deitar também ser muito espalhafatoso dizer fiz isso. Sem sobriedade, a realização dessa tarefa se torna impossível. É indispensável não desperdiçar emoções ou distrair energias em problemas desnecessários e como a gente eh gasta energia com problemas desnecessários. E estamos no momento agora na terra que pra gente precisa ter muita vigilância, senão a gente começa a conversar coisa que não precisa. E por falar nisso, vocês viram a lua hoje, tanto que ela tá linda, maravilhosa, né? Sejamos pois vigilantes, dando a cada um aquilo que lhe pertence. Mas outro também que ele vai falar em louvor do equilíbrio. E também destacamos por poucas frases. No campo do espírito, o homem desavisado acalenta nas fibras do próprio ser o lodo da maledicência. Ludo, gente, ó, o lixo da mágoa. Olha que coisa horrorosa. Lixo da mágoa, libertando os raios da blasfêmia e a onda letal, letal da ira, ferindo-os e atormentando a si mesmo. Quer dizer, a gente machuca o outro, mas a gente vai de roldão aqui, né? Quantas enfermidades nascem dos pântanos da amargura? E quantos crimes se configuram no extravazamento da cólera, impossível enumerá-los. foge assim do ao domínio da viciação e da crueldade à frente da irritação e do desalento, da agressividade e da injúria, oferece o dom inefável da tua paz, falando para o bem ou silenciando na grande compreensão. Porque em ti, que guardas o nome do Cristo, empenhado na própria vida, o reino do amor deve começar. Cada um de nós, fazendo a nossa parte. Que Jesus nos abençoe, nos envolve em muita paz. E
preensão. Porque em ti, que guardas o nome do Cristo, empenhado na própria vida, o reino do amor deve começar. Cada um de nós, fazendo a nossa parte. Que Jesus nos abençoe, nos envolve em muita paz. E nós estamos convidando os nossos companheiros médiuns, em condição de transmitir o passe para se posicionarem. Você que nos assiste, Deus abençoe você e a sua família, está recebendo também agora o passe, coloca a sua água aí para fluidificar. Lembrando que o passe é uma transmissão de energia, todas as pessoas estão recebendo e é bom para que essas energias fluam melhor, que descruze braços e pernas para tão somente para a energia fluir melhor. Que a graça de Deus esteja conosco. Deus bênção de nosso Jesus. >> Gesto tão puno de amor de nossas [música] mãos para outras mãos. [música] Em nome de nosso Senhor. [música] Fortalece no caminho. Caminho >> a minha cur alma. >> alivia e reconforta [música] como balsamador. Paz e emanação de luz. [música] Bênçãos de nosso Jesus, gesto tão [música] puro de amor de nossas mãos. para outras mãos. Em nome [música] de nosso Senhor. Fortalece [música] no caminho. Ameniza por alma. Ali [música] e reconforta. Como bamador, [música] fortalece no caminho, [música] ameniza cura a alma, >> alivia e reconforta [música] como um balsam naador. Jesus nos abençoe, nos envolve muita paz. Até amanhã às 20 horas. Até é até amanhã mesmo.
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