BONDADE É O AMOR EM MOVIMENTO - Enid Rocha [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 03/11/2025 (há 5 meses) 44:41 712 visualizações

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Transcrição

Qual [música] o valor dessa missão? Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando >> a ti. Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. Bom dia a todos e todas sejam muito bem-vindos aqueles que se encontram conosco, encarnados e desencarnados nessa manhã, primeira segunda-feira do mês de novembro. E agora fomos todos nós, mais uma vez eu falo, né? Porque os encarnados também sentem a diferença da secura que nós tivemos, que não foi fácil, né? E estamos tendo a chuvinha desde ontem. Isso é muito bom, né? Nossa, [risadas] só uma breve leitura para depois passarmos a palavra paraa Emid, que irá dar o nome, o tema da palestra e também a bibliografia que ela escolheu. Bom, a nossa reflexão dessa manhã é do livrinho Vigiai e Orai, do nosso irmão José com Carlos Bbateli. É, se não consegues, se não consegues libertar-te de imediato deste ou daquele problema que se acabrunha, procura administrá-lo. Que as tuas dificuldades íntimas não sejam embaraço para os outros. Que as tuas mazelas pessoais não sejam, desculpa que a folha grudou. Não se não. Vou ler a frase de novo porque tinha grudado a página. Que as tuas mazelas pessoais não comprometam a felicidade de ninguém. Que as suas lutas por melhorar não afetem a vida dos teus semelhantes. Não sejas condescendentes em excesso com os teus erros. Não toles, em demasia as tuas constantes residências no mal. Administra os teus conflitos psicológicos, pugnando por tua independência em tuas inclinações infelizes. Corrige-te a cada dia de tuas pequeninas vitórias no cotidiano. Alcançará pelas tuas, desculpa, pelas tuas pequeninas vitórias no cotidiano, alcançarás o triunfo definitivo. Então vamos aproveitar esses momentos mentalizando a espiritualidade, agradecendo por aqui nos encontrarmos ainda nesse planeta maravilhoso chamado Terra. E vamos pedir a Deus essa energia divina, a Jesus, esse irmão querido, que nos auxilie nesse nosso caminhar.

idade, agradecendo por aqui nos encontrarmos ainda nesse planeta maravilhoso chamado Terra. E vamos pedir a Deus essa energia divina, a Jesus, esse irmão querido, que nos auxilie nesse nosso caminhar. Ave Maria, cheia de graças, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por todos nós encarnados e desencarnados, e que a paz possa estar no coração e na mente de todos. Que assim seja. Passando então a palavra para Enit, seja muito bem-vinda. >> Bom dia a todos. e todas. Eh, gratidão por estarem aqui nesse dia chuvoso, né? Somos poucos nesse auditório, mas temos também muitas pessoas que nos acompanham pelo YouTube. A todos eles também eu eh dou bom dia, peço que Jesus nos envolva com sua paz e também aos nossos irmãos desencarnados que também nos acompanham, né, com o coração eh ávido, por conhecimento, assim como todos nós, né? Então, que Jesus nos envolva nesse dia pleno, segunda-feira, com chuva, já o mês de novembro. Então, já caminhamos, né, para o final de 2025, o que por si só nos faz, né, refletir sobre o ano que se encerra e o ano que vai começar. E hoje nossa reflexão é sobre uma virtude simples de nome, mas muito imensa em sentido, né? Nós vamos conversar e refletir sobre a virtude da bondade, né? Nós vivemos tempos em que é muito muito difícil a gente parar para escutar as pessoas, né? Vivemos com tanta pressa, aí acaba que ficamos indiferentes, né? aos sofrimentos e aos problemas dos outros. Muitas vezes nos falta empatia, né, para que possamos nos colocar no lugar do outro. Mas assim, é justamente nesses tempos, né, em que andamos apressados, né, que, né, é um período tumultuado que nós vivenciamos, que a bondade se revela não como uma fragilidade, mas como a mais silenciosa das forças espirituais, né? Eh, por que que eh eu tive essa inspiração da gente falar sobre, né, refletir sobre a bondade? Eh, lendo uma mensagem de eh trazida, né, por Chico Xavier, eh por meio de

sa das forças espirituais, né? Eh, por que que eh eu tive essa inspiração da gente falar sobre, né, refletir sobre a bondade? Eh, lendo uma mensagem de eh trazida, né, por Chico Xavier, eh por meio de Emanuel, eh ela diz que a bondade é a virtude que nos fazifar, colocar semente no solo para que possamos então colher no futuro, no caminho da perfeição, uma melhor como ele chama assim, o teto da nossa casa, né, no mundo espiritual e aqui também no mundo na terra, né? Então, eu queria começar justamente eh pensando, refletindo nessa mensagem de Emanuel por meio da psicografia de Chico Xavier, que é de um livro que chama Abençoa Sempre, no capítulo 19, é de autores de versos e ele nos lembra então do nosso objetivo, do objetivo que rege a nossa existência, as nossa, a nossa encarnação, que é de chegar à perfeição e que ele chama atenção, que se a gente tem esse objetivo, né, da perfeição, de caminhar tropeçando, errando, né, vivenciando todas as coisas que nos chegam e que nunca nos chegam por acaso, que nós não podemos pensar em já melhorar rapidamente, ou seja, ele fala assim, colher os frutos antes da semente, que a gente precisa antes de tudo na nossa vida pensar na sementeira, porque muitas vezes a gente vive pensando no passado, preocupados, né, com o futuro, mas o momento da gente plantar a semente é hoje. A gente aprende que se é verdade que nós temos o livre arbítrio, nós temos aquele poder de escolha, essa esse poder de escolha se dá no hoje agora, porque é no momento em que a gente coloca a semente no solo, ou seja, em que a gente escolhe as ações, né, em que a gente toma as decisões, porque depois que a gente já plantou, aí não tem como, a gente vai colher aquilo que nós plantamos. né? Se a gente coloca uma semente, sei lá, de uma bananeira, no futuro a gente não vai colher a maçã e sim a banana. Então é isso que Emanuel chama atenção, que aí nós vamos ver que faz um link como que isso dialoga com a virtude da bondade. Então, eh, ele diz assim, né? Vejamos

não vai colher a maçã e sim a banana. Então é isso que Emanuel chama atenção, que aí nós vamos ver que faz um link como que isso dialoga com a virtude da bondade. Então, eh, ele diz assim, né? Vejamos que ele o que que ele que ele diz, né? quando ele fala assim que nós precisamos, né, antes de tudo, pensar na bondade. E às vezes a gente fala assim, a bondade, a gente pensa a bondade só com os outros, mas não. Nós precisamos pensar também na autobondade, porque se nós caminhamos nessa vida, né, rumo à perfeição, nesse auto melhoramento, também a gente precisa ser bondoso conosco, né? Então ele começa assim: "Ao apelo do divino mestre que nos recomenda sede perfeitos". Evitemos a indesejável resposta da aflição. Que que ele quer dizer, né? Porque às vezes escreve de uma forma, né? Umas sentenças indiretas que fica um pouco difícil da gente compreender. Então ele tá dizendo assim que o mestre divino, né, nos recomenda para que sejamos perfeitos. No entanto, eh, pra gente evitar a resposta da aflição, tá querendo dizer assim, pra gente não ter pressa, pra gente ser bondoso conosco mesmo, sabendo que isso leva tempo, né? A gente não consegue, de uma hora para outra se tornar pessoas bondosas, né, pessoas perfeitas. Então, tá, muitas vezes a gente deseja que esse processo seja rápido, né? sentimos angústia diante das nossas imperfeições. Mas ele tá querendo dizer assim: quando Jesus nos convida à perfeição, para que a gente não fique aflito quando a olhando quanto ainda nos falta evoluir, né? Então, recomenda que a gente siga com calma, cultivando a bondade e a paciência conosco mesmos, porque o caminho da perfeição é a melhoria constante. Então, logo aqui, Emanuel diz assim que é um chamado para nós para a doçura interior, né? Então, antes mesmo de sermos doces com o outro, precisamos cultivar essa dolçura interior, né? Então assim, aquela mesma bondade que dedicamos aos outros, ele nos chama atenção para que dediquemos a nós também, oferecer a nós mesmos, né? Então não há eh como se a gente pensasse

ra interior, né? Então assim, aquela mesma bondade que dedicamos aos outros, ele nos chama atenção para que dediquemos a nós também, oferecer a nós mesmos, né? Então não há eh como se a gente pensasse assim: "Como que nós vamos ser bondos com o outro? Desenvolver uma virtude, né, na vida? Se nós vivemos com o nosso coração angustiado e em guerra, então nós não conseguimos". Então, primeiro é o chamado. Quando a gente pensa na virtude da bondade, é um olhar para dentro, como tudo, né? tudo na nossa vida, todas as mudanças, elas começam de dentro para fora. Daí ele vai, eu não vou ler toda, mas assim eu queria chamar atenção para esse processo, né, que ele tá chamando numa mensagem que se chama bondade. Ele diz assim que ninguém pode trair dos princípios de sequência que governam a natureza e o tempo será sempre o patrimônio divino, em cujas bênçãos alcançaremos as realizações que a vida espera de nós. tá dizendo assim: "Se o nosso mestre, se Deus, nosso pai nos chama à perfeição, para que sejamos perfeitos, primeiro, primeiro toque, primeira chave, não seja aflito, né? Não se angustie a olhar pra gente mesmo e falar: "Nossa, como eu preciso ainda caminhar". Daí ele chama atenção pro tempo, né? Se a gente olha na natureza, ela tem ciclos, né? numa, as coisas não acontecem de uma hora para outra. Assim também para nós, que olhemos para nós com essa bondade, que estejamos com o nosso coração em paz, compreendendo que se erramos hoje podemos acertar amanhã e assim a vida caminha e a gente caminha à perfeição, né? Então aí ele chama atenção que antes então da gente pensar na colheita, aquela mensagem principal, que atendamos a sementeira antecipando a construção do teto de nossa casa espiritual no aprimoramento que nos cabe atingir. Isso é, que edifiquemos os alicerces no chão das nossas possibilidades, erguendo sobre ele as paredes da nossa renovação. E daí vem a frase onde ele fala literalmente, né, sobre a bondade. Ele diz assim: "Iniciemos a perfeição, ou seja, o caminho que precisamos seguir,

s, erguendo sobre ele as paredes da nossa renovação. E daí vem a frase onde ele fala literalmente, né, sobre a bondade. Ele diz assim: "Iniciemos a perfeição, ou seja, o caminho que precisamos seguir, ou seja, iniciemos a perfeição que feremos amanhã com a bondade de hoje. Ninguém é tão deserdado no mundo que não possa começar com o êxito necessário." Daí, pulando bastante lá pro final, ele diz assim: "Eh, se realmente nos dispomos a aceitação do ensinamento do divino mestre, usemos a bondade em todos os momentos da vida". Aí ele chama atenção. Bondade para com o próximo, bondade para com os ausentes, bondade para com os nossos opositores, para com todas as criaturas que nos cercam, todas, né, gente, os animais inclusive, né, toda essa vegetação, nosso meio ambiente, nossos desafetos. Então assim, de princípio a gente entende que essa virtude da bondade ela começa primeiro conosco mesmo, né? Compreendendo que ainda não somos, né? Não estamos aquela pessoa boa que da onde emana toda a bondade, mas comecemos conosco mesmo, com o nosso coração em paz, né? A bondade, diz Emanuel, é chave de simpatia e conhecimento com queerramos a passagem para as esferas superiores. Então ele tá dizendo que por meio da bondade, do culto a essa essa virtude é que abrimos as portas, né, da dimensão superior, né? Então com ela seremos mais humanos, mais amigos e mais irmãos. A gente poderia até quando a gente pensa em bondade parar nessa essência, né? Porque aqui tá a essência da virtude da bondade quando ele nos chama a atenção de que é precis que precisamos edificar a nós mesmos, né? Criar as bases do nosso progresso como ser humano por meio da bondade, primeiro conosco e depois ser doces com o outro também. Não importando, não importando quem quer que seja, a tudo que nos cerca, né? Mas aí, antes de pensarmos assim na bondade, nesse sentido religioso, vale a gente lembrar que a bondade está no coração da filosofia moral desde os tempos antigos. Ou seja, é uma virtude que está como base em várias religiões na face da

ondade, nesse sentido religioso, vale a gente lembrar que a bondade está no coração da filosofia moral desde os tempos antigos. Ou seja, é uma virtude que está como base em várias religiões na face da Terra, né, em várias virtudes, né, eh, em vários, eh, em várias épocas, né? E eu gosto bastante se a gente pensar na etimologia da palavra, né? Então, se a gente tá refletindo sobre a bondade, da onde ela vem, né? Daí eu encontrei que a palavra bondade vem do latim da palavra bonitas, né? Que se deriva de bônus, que significa bom, de valor, nobre. Então, desde a origem da palavra, a gente observa que ela vem, né, de uma etimologia do bem, daquilo que é nobre, daquilo que tem valor, daquilo que promove o bem-estar, né, e que não eh e que então assim é o bem por essência. E daí que eu coloquei o título dessa dessa palestra que é assim, que a bondade é o bem em movimento. E se a gente tem como essência, já que somos filhos de Deus, o bem dentro de nós, é como se quando a gente tá refletindo, cultuando, tentando conquistar a virtude da bondade, é como se a gente se colocasse e colocasse o nosso ser interior, aquilo que a gente tem de mais bonito em movimento, né? mostrando Deus dentro de nós, né? Então, eu encontrei que a bondade é a disposição de agir com generosidade, empatia e respeito ao próximo. É uma qualidade de quem escolhe o bem como conduta, demonstrando compaixão, altruísmo e solidariedade. E aí ela é uma virtude que ela envolve então a benevolência, que significa aquela vontade sincera de fazer o bem, a empatia, né, que é aquela capacidade que precisamos cultuar de nos colocar no lugar do outro, a gentileza, né? Quantas vezes deixamos de ser gentis pela pressa, até mesmo pela angústia que sentimos dentro de nós, né? Como não somos gentis conosco, não conseguimos ser gentis, né, com o outro. Então, a bondade envolve essa gentileza da gente agir com delicadeza e respeito. E a generosidade, né, a generosidade que é aquela quando a gente compartilha o bem com o outro, né, que seja um tempo,

Então, a bondade envolve essa gentileza da gente agir com delicadeza e respeito. E a generosidade, né, a generosidade que é aquela quando a gente compartilha o bem com o outro, né, que seja um tempo, atenção ou recursos. E por fim, a bondade também envolve a paciência. que é aquela disposição da gente de compreender as limitações do outro, né, com paciência e com tolerância. Então, eh, a gente sabe que a bondade ela se manifesta em vários atos da nossa vida, né? no ouvir alguém com atenção, no ajudar um colega, ceder o lugar no transporte, oferecer apoio a quem tá passando por dificuldades. Então, parecem coisas que são lugares comuns, né, que a gente ouve, fala: "Nossa, mas é, mas é isso, gente. Essa que é a essência". E aí, por isso que eu quis começar com essa mensagem de Emmanuel, que diz, né, o papel da bondade no caminho da nossa perfeição, né, que é da prática da bondade. O quanto que quando a gente planta essa semente no hoje, a gente tá cuidando dessa sementeira. E depois, eh, a gente tava dizendo que a bondade, né, ela tá como pano de fundo, né, ela é exaltada em praticamente em todas as tradições espirituais da humanidade. É como se ela fosse assim, aquele fio invisível, né, que liga diferentes caminhos de fé, porque ela expressa o que é divino dentro de nós, né? Então, por exemplo, no cristianismo, né, a gente vê que a bondade é um dos frutos do Espírito Santo, conforme cita, eh, nos ensina Paulo, né, que tá em Gálatas, capítulo 22 eh 5, versículos 22 e 23. Ele diz assim: "O fruto do espírito é amor, paz, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança." Então, eh, no Evangelho também a gente encontra, né? Diz assim: "Sede-me, Jesus, que foi o exemplo, né, da virtude, exemplo supremo da virtude da bondade, disse: "Sede misericordiosos, como também misericordioso é vosso Pai". Então, quando Jesus diz assim para que sejamos misericordiosos, ele tá querendo, nos convidando a viver a bondade como expressão da própria natureza divina. Também no budismo a gente encontra, né, que eh Buda ensina

esus diz assim para que sejamos misericordiosos, ele tá querendo, nos convidando a viver a bondade como expressão da própria natureza divina. Também no budismo a gente encontra, né, que eh Buda ensina que desenvolver a bondade é o caminho da libertação, da raiva, da indiferença, porque expande a nossa consciência, né? E no islamismo, né, até encontrei no islamismo, né, que a bondade está profundamente unida à misericórdia divina, né, o próprio nome de Deus no islamismo, que significa lá, é frequentemente acompanhado de dois atributos. fundamentais, que é o misericordioso e o compassivo, também no hinduísmo, né? E chegamos na doutrina espírita, né? Na na doutrina espírita que herda o evangelho, né? de Jesus em sua pureza moral, vê a bondade como a expressão da prática da caridade. No livro dos espíritos, Kardec pergunta aos espíritos benfeitores na questão 886, qual o verdadeiro sentido da caridade? Como a entendia Jesus? E os espíritos respondem: Benevolência para com todos, indulgência com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Aí, Kardec, tem um comentário de Kardec que diz assim: "O amor e a caridade são o complemento da lei da justiça, porque amar ao próximo é fazer-lhe todo o bem possível que desejaríamos que nos fosse feito." Tal é o sentido das palavras de Jesus: "Amai-vos uns aos outros". Né? A caridade daí continua dizendo que ela não se restringe à esmola, mas que ela, e nós já sabemos disso, né? Ela se expande para todos os nossos relacionamentos humano, né? Humanos é quando a gente escuta com paciência, quando somos mais tolerantes, quando estamos eh em algum contexto em que a gente ouve uma palavra, uma expressão que parece que não tá muito bem, né? que sai da boca de alguém que a gente entende aquele contexto, né, antes de condenar. Então, assim, essa que é a bondade que emerge de dentro da gente. Depois, na questão 918, Kardec ainda pergunta: "Por quais sinais se reconhecem o homem de bem?" E aí ele recebe a resposta. O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de

ntro da gente. Depois, na questão 918, Kardec ainda pergunta: "Por quais sinais se reconhecem o homem de bem?" E aí ele recebe a resposta. O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade na sua maior pureza. A bondade é, pois, a flor madura da evolução moral, o perfume que o espírito exala quando se liberta do egoísmo. Então, a gente vê aqui também um contraponto entre bondade egoísmo. E a gente viu que a bondade ela envolve a a benemerência, a justiça, a generosidade, a paciência. Então são virtudes, como se fosse assim, subvertudes que emergem primeiro do bem à bondade e depois mostram o caminho que a gente precisa trilhar sem aflição, como diz Emmanuel, né? Pensando na sementeira para o caminho da perfeição. Aí eu queria a gente pudesse pensar também, né? A gente já passou que então que a bondade está nas palavras, né? Na forma, né? como a gente trata o outro, com a gentileza, nos gestos simples, né, da gente sorrir de forma sincera, ajudar sem esperar a retribuição, enfim, se a gente na no perdão. Então, assim, a bondade está na nossa essência. O problema é que nós temos muitas sombras ainda dentro de nós, né? Então dizem assim que se a bondade, né, se a gente tem, por exemplo, o bem, que seria o sol, a bondade, seriam os raios de sol que emerge da de dentro da gente, onde se encontra o bem maior que a semente, que aquela centelha divina que está dentro de nós. E daí tem aqui também uma passagem que eu anotei de Chico Xavier, né, que é um exemplo, né, a gente pode dizer que Chico Xavier é o exemplo vivo, né, dessa virtude da bondade. E ele dizia: "A bondade é o remédio para quase todos os males da vida e completava. Quem pratica bondade, mesmo em silêncio, já começou a evangelizar o mundo, né? E aqui, gente, a gente poderia falar muita coisa que muitas vezes a gente até pratica bondade, né? faz coisa, a gente faz coisas boas, mas a gente tá sempre esperando o reconhecimento, que o outro reconheça, que o outro nos coloque num pedestal e que diga muito obrigado aqui

té pratica bondade, né? faz coisa, a gente faz coisas boas, mas a gente tá sempre esperando o reconhecimento, que o outro reconheça, que o outro nos coloque num pedestal e que diga muito obrigado aqui Chico Xavier diz também que como a bondade dialoga com a humildade, dialoga com quando nós fazemos alguma coisa, até em silêncio, diz ele, né? sem pensar em reconhecimento. Então, a bondade verdadeira não se mede por grandes feitos, né, diz ele. Ela vive nos pequenos gestos, no sorriso que conforta, na naquela palavra, né, que encoraja alguém que está, né, tão assim atarantado, no silêncio que evita uma mágoa, na paciência diante da impaciência alheia, né? E tem uma outra mensagem de Emmanuel naquele livro, sinal verde, que ele diz assim: "Veja com bondade e ouça com lógica". Também aqui daria uma outra palestra, mas ele tá dizendo assim: "Pros nossos olhos vem com bondade e ouvir com lógica, aquele tá juntando o nosso sentimento com a nossa razão, né? Então, quando a gente ouve qualquer coisa, pra gente não levar a ferra e fogo ao pé da letra, ele tá dizendo: "Ouça com lógica, raciocine". Muitas vezes a pessoa falou dessa maneira, mas não quis dizer exatamente isso ou tá passando por algum problema. Então, primeiro ele aciona os nossos sentimentos, né? o nosso coração e depois a nossa razão. Eh, essa essa mensagem tá essa pedacinho, né, tá na mensagem ver e ouvir, né, do André Luiz no livro Sinal Verde. Mas quando a gente reflete eh que a bondade está no nosso cotidiano, né, eu trouxe pra gente refletir junto sobre essa virtude, são assim eh como se fossem parábolas, né? Três breves historinhas, né? que eu queria refletir com vocês pra gente entender a força silenciosa da bondade. Uma primeira que tá no livro Vinha de Luz, também de Emanuel, chama assim A flor e o espinho. E ela conta a história de um jardineiro que reclamava muito de um arbusto cheio de espinhos que crescia junto à suas rosezeiras. Então ele dizia: "Esses espinhos me atrapalham, ferem minhas mãos.

nho. E ela conta a história de um jardineiro que reclamava muito de um arbusto cheio de espinhos que crescia junto à suas rosezeiras. Então ele dizia: "Esses espinhos me atrapalham, ferem minhas mãos. impedem o jardim de florescer. Aí um velho sábio disse assim: "Meu filho, o criador colocou espinhos, também colocou espinhos nas rosas e nem por isso elas deixaram de ser belas. Aprenda a colher as flores com cuidado, sem machucar sua mão, e verás que os espinhos são apenas guardiões da beleza. Aí esse velho jardineiro, então, no lugar de amaldiçoar o arbusto, começou a regá-lo com amor, né? Então ele voltou ao canteiro e regou meses depois esse mesmo arbusto que ele via só espinhos deu pequenas flores silvestres que enfeitavam o chão. O jardineiro então compreendeu essa grande mensagem da bondade, gente, que a bondade é isso, não arrancar o que fere, mas regar o que pode florescer. Então, quanto que isso dialoga com a nossa vida, com os nossos relacionamentos. Muitas vezes a gente quer a mudança do outro por meio de palavras rudes, de lições que a gente quer fazer, de abandono, né, de problemas. E daí aqui a gente traz que a essência da bondade seria então a gente cultivar amor, né? A gente elogiar, a gente olhar com outros olhos, né? Como diz André Luiz, né? Que diz assim: "Eh, escute com a lógica, né? Escute com a lógica. Pense, por será que as pessoas, determinada pessoa tá tendo comportamento." Então, por isso que essa historinha nos diz, né? Não arrancar o que, a bondade é isso, não arrancar o que fere, mas regar o que pode florescer. Que possamos olhar, né, para todos os nossos irmãos, nossos desafetos, as pessoas que a gente encontra em qualquer lugar, né, como esse jardineiro que depois compreendeu, parou de amaldiçoar os espinhos, mas pensou, vamos regar, né, aquilo que eh não arrancar aquilo que fere. Daí também tem outras historinhas, mais uma, mas eu vou ler ainda a última, né, que fala do mendigo e do padeiro. Era um padeiro, ele deixava todos os dias um pão sobre o

não arrancar aquilo que fere. Daí também tem outras historinhas, mais uma, mas eu vou ler ainda a última, né, que fala do mendigo e do padeiro. Era um padeiro, ele deixava todos os dias um pão sobre o muro para quem precisava. Aí, certo dia, ele notou que aquele pão desaparecia, mas nunca via ninguém pegando. Um vizinho deu risada dele e falou assim: "Você é muito bobo mesmo. Deve ser algum gato que pega esse pão". Mas mesmo assim o padeiro para ele era importante fazer aquilo. Assim como para nós, às vezes a gente não sabe. Às vezes a gente dá um dinheiro aqui, ajuda alguém aqui e alguém pode falar para nós que nada, você vai dar, ele vai ali no bar, vai tomar uma cachaça. Não importa, gente. O que importa é aquela intenção com a qual nós fizemos. E assim continuou esse padeiro colocando ali o pão todos os dias. Semanas depois, bateu na sua porta um homem muito pobre, que trazia lágrimas nos olhos e um embrulho nas mãos. "Senhor", disse ele, "passei fome e sobrevivi graças ao pão que encontrava no seu muro. Hoje consegui trabalho e vim agradecer." O padeiro então sorriu e respondeu: "Eu é que devo agradecer. foi sua fome que alimentou a minha fé. Então aqui, né, dessa historinha, a gente tira a seguinte mensagem: a bondade quando é silenciosa se multiplica em dois. Sabe por quê, gente? Porque quando a gente dá, a gente se torna tão abençoado quanto aquele que recebe. Então, é por isso que o padeiro disse assim: "Eu é que agradeço porque você alimentou a minha fé", né? Então, com tudo isso, a gente pensar que a bondade é o caminho da nossa da nossa evolução, né? Pensar assim tantas passagens que a gente tem no Evangelho como aquela que diz, né? Bem-aventurados os mansos e pacificadores. É o que Jesus espera de nós, essa mansidão com bondade. E pra gente então encerrar, eu queria só lembrar, né, que a bondade é a linguagem mais universal da alma, que não depende de palavras, cultura ou crença. E ela é, como diz Chico Xavier, compreendida por todos, pelos anjos e pelos homens, pelos que sofrem e pelos

ndade é a linguagem mais universal da alma, que não depende de palavras, cultura ou crença. E ela é, como diz Chico Xavier, compreendida por todos, pelos anjos e pelos homens, pelos que sofrem e pelos consol e pelos que consolam. Dizia Chico Xavier, a bondade, a bondade é a linguagem que o surdo pode ouvir e o cego pode ver. que possamos então viver a bondade como prática diária, recordando que ela não é um gesto isolado, mas é um estado de ser. E quando a bondade se torna hábito, o mundo ao redor se transforma, não porque mudamos os outros, mas porque nós mesmos nos tornamos um foco de luz. fazemos justo ao que Jesus nos disse de fazer brilhar a nossa luz, trazendo o bem e praticando a bondade. Então, que possamos, né, nós todos, em cada ato de paciência, em cada perdão, em cada sorriso oferecido, lembrar que Jesus foi o maior modelo de bondade que a humanidade já conheceu. Muito obrigada. >> Grata minha grande amiga Enid. Vamos então aproveitar esses momentos, agradecer, agradecer a natureza pela chuva que tanto pedíamos, né? Vamos agradecer sempre e lembrar que a bondade é algo que vem de dentro de cada um, colocado em ação, como o mestre Jesus pediu que colocássemos em ação toda a nossa caridade, todo o nosso momento reencarnatório. Então, aproveitando, agradecendo, antes de entrarmos pro passe, vamos lembrar da imagem do mestre Jesus. nos cobrindo com energia, com coragem, com muita vontade de vencer as mazelas espirituais, as mazelas morais e vencer com todas as virtudes necessárias à nossa experiência reencarnatória. E assim seja, graças a Deus. Lembrando que nós temos a partir de agora, desse horário, nós temos o atendimento fraterno. Quem desejar penetrar, entrar, conviver, estar conosco sempre, podem se dirigir lá em cima que nós temos os atendentes fraternos que irão explicar os caminhos dessa beleza que essa doutrina nos oferece e atender a cada necessidade física, espiritual. E temos também um pedido. Nós estamos agora chegando o final do ano. Vamos precisar

rão explicar os caminhos dessa beleza que essa doutrina nos oferece e atender a cada necessidade física, espiritual. E temos também um pedido. Nós estamos agora chegando o final do ano. Vamos precisar montar algumas por por bondade vamos montar algumas cestas básicas. São 300 famílias. Então, quem puder colaborar, nós pedimos farinha, farofa. Tem, eles pedem também o panetone, o famoso panetone, né, que nós gostamos de incluir junto à cesta básica, a os enlatados, que sejam todos eles, tipo milho, ervilha, né, que possam fazer parte daquela cesta básica diferente, com muita bondade, com muito carinho e se for possível também bombom achocolatado, enfim, tudo que for possível oferecermos aos nossos irmãos nesse Natal que são 300 famílias. Então, que a paz possa estar com todos. Ah, é, nós temos um prazo. Obrigada, Enede. O prazo para vocês entregarem, ofertarem essas bondades é dia 30 de novembro, porque nós precisamos montar as cestas, né? Então, precisamos ter um tempo suficiente para receber todas as doações, montarmos as cestas e levarmos até essas 300 famílias. E aí podem respirar fundo e serão atendidos. Não atende ali no passe. O passe de harmonização agora se encontra lá fora depois da pistazinha. Vocês podem se dirigir e serão recebidos com muito amor. Que assim seja. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila [música] e serena, para que assim possamos sentir

o paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila [música] e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal.

nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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