Bom dia, café! 311225 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 01/01/2026 (há 3 meses) 1:28:29 6 visualizações

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade

Transcrição

เฮ >> เฮ เฮ >> Adeus, ano velho. Feliz ano novo. Que tudo se realize no ano que vai nascer. Muito dinheiro no bolso, saúde para dar e vender. Para o solteiro, sorte no amor. Nenhuma esperança perdida. Para os casados nenhuma briga, paz e sossego na vida. Adeus, ano velho, feliz ano novo. Que tudo se realize no ano que vai nascer. Muito amor nossos corações e paz para dar e vender. E bom dia. São 7:33. Hoje é dia 31 de dezembro de 2025. Está começando agora o nosso o meu o seu Bom Dia Café. a nossa live que acontece de segunda a sexta-feira, inclusive dia 24 de dezembro, 25 de dezembro, 31 de dezembro, 1eo de janeiro, pra gente começar o nosso dia cheios de alegria, de ânimo, porque Jesus veio falar para nós da lei do amor e da alegria. Jesus não veio falar pra gente sofrer, chorar, se penitenciar. Ele veio falar pra gente ser feliz e aprendendo a ser feliz, fazer os outros felizes também, né? Assim. É assim. Tem cafezeiro no pedaço. Vocês estão pensando que é só a turma que apresenta o Bom Dia Café que tá aqui? Nani na n tem cafezeiro também. [risadas] O que seria do Bom Dia Café sem cafezeiro? Na dica de nada. É isso que seria. Pedrux, bom dia. Pedro de Paiva. Isso mesmo. É. Não errei. Pedrux, vem para cá. Pedrux, não é assim que ele fala pra gente? Vem para cá. Vem para cá. >> Dolineia, meus amor, bom dia. Bom dia, Shirley, querida, você ainda tá do outro lado do mundo, Shirley. Eu já voltou para São Carlos. Bom dia. Quando você voltar, eu quero quero tomar café com você. Quero saber tudo. Bom dia, Terezinha. Bom dia. Muito abençoado para nós todos, meus amor. Bom dia, Patrícia vizinha querida. Bom dia. Oi, Marilda. Muito bom dia de Rio Preto para o mundo, cafezeiros de plantão. Nós estamos todos aqui. Dia para refletir sobre a larva e a borboleta. Oia, é mesmo, Rosiane. Ó, eu tô de camiseta que veio lá do É uma camiseta manezinha. Eu tô de camiseta manezinha hoje, gente. Ó, Rosiane, vesti hoje, vesti minha camisa preta e branca e saí por aí. Muito obrigada, viu, querida?

u tô de camiseta que veio lá do É uma camiseta manezinha. Eu tô de camiseta manezinha hoje, gente. Ó, Rosiane, vesti hoje, vesti minha camisa preta e branca e saí por aí. Muito obrigada, viu, querida? Muito bem, muito bem, muito bem. Hoje nós vamos inverter um pouco as coisas, não por enquanto, mas já já nós vamos inverter as coisas. Minha autodescrição, eu sou a Estela Martins, uma mulher branca de 60 anos, cabelos grisalhos, curtos, ondulados. Eh, uso óculos de aro avermelhado, redondo, né? áo redondo, avermelhado. Ã, tô de brinquinho branco com uma pedrinha branca que é lá de Goiânia, de quando eu fui esse ano lá pro Congresso de Goiânia. Legal. E outro brinquinho pretinho. Estou com uma camiseta que veio, que chegou ontem de Florianópolis e está escrito assim, ó: "Dia lindo, a gente que faz". Eu adorei essa frase, dia lindo a gente faz, não é? É isso. É para isso que nós estamos aqui, para começar nosso dia já tur bem animados, não é? Não. Muito bem. Eu estou no quintal da minha casa, portanto tenho várias plantas atrás de mim. A minha garrafa de café verdinha aqui, um copo com água, computador. E vocês? E vocês? Ah, querida, bom dia. Bom dia, meu bem. Ainda em Praga. A Shirley tá indo em Praga com o calor do Bom Dia Café para crescer, aquecer o friozinho daqui. Hoje com menos grau, uh, -3º e sensação de -8. Não é possível. Ai, para mim não é possível, gente. Não é possível. Eu sou a pessoa do calor. Pelo amor de Deus. Vocês tem ideia como eu gosto do calor? Eu tenho uma piscininha para minha neta, né? É uma piscininha, gente. É uma piscininha. Quase cabe um adulto deitado nela. Ela fica, tá cheia de água. Bobeou. Eu tô lá. [risadas] Ai, ai. Nivalci, bom dia, querida. Bom dia para você. Que bom que vocês estão todos aqui hoje. Então vamos paraa nossa prece. Eu vou inverter algumas coisas. Não, na verdade eu vou inverter uma coisa só, mas vamos lá pra nossa prece de hoje. Tã. Tak. Crises, filhos, o Senhor nos abençoe. as lições do evangelho, estejamos convencidos de que em todas as

sas. Não, na verdade eu vou inverter uma coisa só, mas vamos lá pra nossa prece de hoje. Tã. Tak. Crises, filhos, o Senhor nos abençoe. as lições do evangelho, estejamos convencidos de que em todas as crises da existência consejam problemas, dificuldades, incompreensão, injúrias, provas, lutas, outras tribulações, amarguras, sofrimentos, desafios. perseguições, angústias, desilusões, tristezas, humilhações, calúnias, soufismas, pretelições, aflições, obstáculos, privações, diante de qualquer transisemos se nos dispusermos. a esquecer o mal, crer no bem e servir com amor. Bezerra de Menezes. Se estivermos dispostos ao bem e trabalhando para o bem, tudo se resolve. Tudo se resolve, não é? Quando a gente abre a porta e fala assim, ó, tô aqui e tô disposta e disponível só para fazer o bem, para pensar coisas do bem, eu vou me esforçar, isso vai dar certo e você vai mesmo com vontade, as outras portas, janelas, elas vão se abrindo as certas, as que a gente precisa. É fantástico, né? Ó o cafezinho. Muito bom, muito bom, muito bom. Não temos aniversariante para hoje porque Patrícia desenrolios não colocou aqui, então não tem. Se ela não pôs é porque não tem. Deixa eu ver. Tem, tem aniversariante. Tem aniversariante. Jesus. Vamos pro aniversariante. Oia, oia. Pera aí. [música] >> Já pensou se eu esqueço do aniversário? Pensa só que tristeza. Fico imaginando como deve ser fazer aniversário dia 31. Não tem ninguém para fazer festa. Nenhum convidado vem quando você é criança, né? Não é assim. Vamos lá. Parabéns para Daisy Rocha. Daisy, querida, feliz aniversário. Tudo de muito bom para você. Uma hora nós precisamos conversar para você me contar como que é fazer completar anos no dia 31 de dezembro. Cara, é tudo novo, né? Ano de vida sua nova, ano novo de sua vida e ano novo no calendário de todo mundo. Deve ser bem legal. Parabéns, Daisy. Tudo de bom para você, viu, querida? Muito bem, muito bem. Ó, consegui, hein? Espetáculo. Maria Laura, bom dia, querida. Bom dia. Bem-vinda ao Bom Dia Café.

mundo. Deve ser bem legal. Parabéns, Daisy. Tudo de bom para você, viu, querida? Muito bem, muito bem. Ó, consegui, hein? Espetáculo. Maria Laura, bom dia, querida. Bom dia. Bem-vinda ao Bom Dia Café. Vem para cá que o calor tá grande aqui. Ô, delícia. É, eu imagino, eu imagino mesmo que esteja muito bom. Então, hoje nós vamos fazer uma uma inversão porque eu vou fazer uma brincadeira com vocês depois. É assim, ó. A gente andou conversando aqui no na turma do Bom Dia Café e vocês sabem, né, que nós temos aqui uma brincadeira. Uma brincadeira não, né? É uma uma é um uma tiração de sarro que a gente faz um com o outro, porque tem a turma que estica muito, que no caso sou eu e o Pedro, e a turma que é mais comedida, que é a Patrícia, o Jairo e a Marilda. A Marilda, por enquanto, a Marilda ainda não pôs as asas dela, tudo de fora. Nós vamos ver mais pra frente. Mais pra frente a gente descobre se Marilda gosta de esticar que nem eu e o Pedro ou se ela é mais comedida como o Jairo e a Patrilux. >> Então, como a gente tem, eu tenho encontrei várias coisas interessantes a respeito da virada do ano, eh eu vou colocar hoje primeiro a nossa a conversa com o Cléber eh nos no nossas histórias, vai entrar agora já no comecinho do Bom Dia Café, porque hoje não tem efeméride e mas tem muita notícia boa e depois a gente continua com Bom dia, dia café. E aí até a hora que Deus quiser, que vocês acham? Pronto, já até tocou o alarme lá na Norma. A Norma já até tá ouvindo o alarme tocar lá. Eh, atenção, atenção. Bom dia. Café se rebelando. Eh, mas é, agora falando sério, eu vou pôr o o nossas histórias primeiro e depois a gente conversa, vai conversar bastante sobre essa eh essa mudança no calendário, né, que na verdade é isso, é uma mudança no calendário. Ah, turma chegando aqui também. Pats, bom dia. Quartou com o ano novo chegando. É isso aí. Quase enfartei aqui quando falou que não tinha aniversário. [risadas] Ai ai. Eu imagino, eu imagino. Mas vamos lá. Vamos primeiro pro nossa para mais

m dia. Quartou com o ano novo chegando. É isso aí. Quase enfartei aqui quando falou que não tinha aniversário. [risadas] Ai ai. Eu imagino, eu imagino. Mas vamos lá. Vamos primeiro pro nossa para mais um episódio. Nós estamos quase acabando. Os episódios do nossas histórias estão quase terminando e as histórias estão ficando cada vez mais emocionantes. E vocês se preparem porque quando a gente exibir a última história, aí nós vamos ter um dia aqui que nós vamos chamar o Cléber ao vivo, porque ele tem coisas muito interessantes para contar para nós. Quando a gente terminou essa gravaça, bom, eu não vou não vou dar spoiler porque senão vai estragar a brincadeira. Para ouvir as histórias do Cléber, a gente fica até tarde. Ah, que legal. Ele vai ficar tão feliz com isso, Terezinha. Você vai ver. Ele vai ficar muito feliz, muito feliz mesmo. Então, vamos lá, vamos para nossas histórias e depois a gente continua com Bom Dia Café e a nossa virada de ano de 2025 para 2026. Vixe, a Norma tá aqui. Oh, meu Deus do céu. E eu falando dela. [risadas] Beijo, Norma querida. Bom dia. Bom dia. Vamos lá. Vamos, gente. Ah, tá. Já vai entrar. Oi para você. Bom dia, boa tarde, boa noite. Sejam todos bem-vindos a um a mais um Nossas Histórias, uma conversa sempre muito, muito, muito leve e agradável a respeito de histórias que precisam ser contadas, que merecem ser contadas. E eu já vou chamar aqui meu parceiro de bancada pra gente poder fazer a nossa autodescrição. Seu Cléber, olá, [risadas] >> tudo bom, Estelinha? Boa tarde. Ô, bom, boa, bom dia, boa tarde, boa noite e como eu sempre digo, boa madrugada para todo mundo. Tudo bom, Estelinha? Tudo, tudo tranquilo. Vamos lá paraa nossa autodescrição. Nós estamos em duas telas retangulares. Eu tô na esquerda, a Cléber tá na direita. Eu estou aqui no meu quintal e, portanto, tem ao fundo aí algumas plantas. Eu sou uma mulher branca de 60 anos, cabelos grisalhos, curtinhos, óculos de aro arredondado, eh, vermelho, batom vermelho também. Tô

aqui no meu quintal e, portanto, tem ao fundo aí algumas plantas. Eu sou uma mulher branca de 60 anos, cabelos grisalhos, curtinhos, óculos de aro arredondado, eh, vermelho, batom vermelho também. Tô com uma camiseta de uma blusa de alças, porque tá um calor danado, amarela, com umas flores também coloridas. E estamos aqui já curiosíssimos para saber qual é a história que o Cléber vai contar para nós. Fala, Cléber. >> Eu tô para variar um pouquinho, né, do mesmo fundão begge, a porta do lado esquerdo. Do meu lado esquerdo também alguns livros. H, óculos, barbichinha branca que não muda nunca, né? E para variar um pouquinho, para as pessoas não falarem que eu só uso camisa de rock, de heav metal, hoje eu tô variando um pouquinho. Hoje a camisa é de punk rock. É, não é só rock, heav metal, tem o punk e rock também, né? Então, >> tem punk e rock também. [risadas] Não. E hoje ela não é preta, né, Cléber? >> Não, é azul marinha. Az do marinho. Az do marinho. É, >> eu já usei aqui a do marinho outras vez. Já usei cinza. >> Eu mudo assim. Preto, preto, preto, cinza, azul marinho, azul marinho, cinza, preto, preto, preto, preto. É uma, eu tenho uma boa. Você olha pro meu guarda-roupa assim, é bem eclético. Isso, uma variedade na paleta de cores. É isso. >> Não, mas a verdade eu tenho algumas camisetas brancas. Tenho sim, acho que umas três. Eu quase não busco, mas vocês estão lá. Em algum momento eu vou usar >> cada um com seus cada um, né? >> É, exatamente. Eu eu eu me lembro-me, né, brincando assim, eu me lembro-me com o Micky Hurk naquele filme semanas e meia, né? >> Quando eu olhava o guarda-roupa dele assim, ele tem acho que 10 ternos iguaizinhos, né? Então assim, ele não tem problema de errar, ele não vai errar, >> né? >> Porque tem 10 ternos iguaizinhos. É muito engraçado que Deus livre. Nossa, eu não saberia viver desse jeito. Hum. Tenho problema com tudo igual todo dia. Não dou conta. Não dou conta. >> Eu eu não sei não. Não, não vou nem falar porque eu falo as pessoas

e Deus livre. Nossa, eu não saberia viver desse jeito. Hum. Tenho problema com tudo igual todo dia. Não dou conta. Não dou conta. >> Eu eu não sei não. Não, não vou nem falar porque eu falo as pessoas interpretam mal algumas coisas que que a gente fala, né? Então é melhor >> deixa para lá. >> Deixar para lá, né? É. É. >> Então vamos lá. Qual que tem alguma coisa assim? que transcendem a normalidade, né? Mas é melhor não falar porque ah, não, melhor acha que >> Então, normalidade e depende de cada um, né? Depende de cada um. Qual é a minha normalidade que é diferente. >> Exatamente. Exatamente. É por isso que eu tô falando, né? Melhor deixar para lá porque não quero ser mal interpretado. >> É, essa negócio de normalidade é muito relativo, né? Normalidade também era até até pouco tempo era esconder todos os cabelos brancos. Era o normal. Hoje já não é mais. Porque no último episódio você falou uma coisa muito legal que assim você termina falando que a gente tá aqui para trazer histórias inspiradoras, né? E ainda assim você acaba você acaba fazendo um um link eh a gente tá fal você tá falando de histórias inspiradoras e como aquilo acaba, de uma certa forma quando temos alguns problemas, né, mesmo que essas histórias sejam alguns problemas, elas são inspiradoras. Por quê? Porque os problemas passam. >> É, >> né? E é, e pensando nisso, eu até tava pensando em em deixar, sei se pensei ou conto ou não mais história de problema de saúde, não. Para, vou contar por Estela, porque você falou isso no último episódio, você fala das da questão das histórias inspiradoras e como tudo passa. >> É, >> né? E aí o que que acontece? Eu eu lembrei e que eu tinha que falar o que é ou o que foi o meu período com a epilepsia, entendeu? Eu acho interessante porque eu cheguei lá no no no entre o primeiro e o terceiro episódio, eu chego a falar alguma coisa, mas eu falo meio de ampassã assim, eu falo só como começou, tal, mas eu não conto nenhum caso. E eu não conto eh detalhadamente eh como eu me sentia ruim naquele momento,

u chego a falar alguma coisa, mas eu falo meio de ampassã assim, eu falo só como começou, tal, mas eu não conto nenhum caso. E eu não conto eh detalhadamente eh como eu me sentia ruim naquele momento, como eu tinha preconceito com relação à aquilo. Porque assim, o preconceito antes dele ser teu, Estela, ele é meu. Porque se eu acho que a Estela vai ter preconceito comigo, eu já estou tendo preconceito, entendeu? Porque eu não te falei nada. Você não sabe que eu tenho epilepsia. Você não sabe que eu vou cair no chão tremendo ali, estrebuchando ali e vai sair correndo. Você entendeu? Não pode, não pode ser uma reação nossa diante do preconceito de outras pessoas e da gente já ter essa informação anterior de que qualquer coisa, como a gente falou agora a pouco, que não que fuja do normal, acaba eh sofrendo preconceito. >> Isso também, mas também tem a realidade, também tem o dia a dia. Por quê? você sempre conhece alguém que conhece alguém que conhece alguém que teve epilepsia. E assim e essas conversas eu vi gente antes de mim tendo ataque epilético e as pessoas tirando sarro, eh, gozando. Eh, o Ian Curtis, que foi um vocalista do Joy Vision, ele se mata em 1900, ele comete suicídio em 1980, tá? E ele tinha crises durante o show e caía no show, no chão. E como o o Joint Vision era uma banda de punk rock, as pessoas achavam que aquilo era encenação e começava a se jogar no chão também. E aquilo virou um um piada na época, entendeu? E ele acaba, acho que >> o sofrimento dele virou piada. É os movimentos, ele aos 21 anos, se eu não me engano, ele é comete suicídio, sabe? Então assim, então tem todas eu conheço o Rock faz tempo, né? Então assim, você ouve todas essas histórias. Essa palavra que você usou não é adequada no YouTube. Troca >> a que você usou para dizer o autoestermínio do moço. >> Ah, é verdade. >> É verdade. >> Eu não sabia disso. >> É, então como você >> eu usei várias vezes inclusive, né? >> É. Então eu já tô falando para você não usa ela. Tem. >> Mas olha que interessante, Estela, você

e. >> É verdade. >> Eu não sabia disso. >> É, então como você >> eu usei várias vezes inclusive, né? >> É. Então eu já tô falando para você não usa ela. Tem. >> Mas olha que interessante, Estela, você falar isso. Sabe por? É a máquina, o o sistema aí do YouTube entende que pode ser alguma algum vídeo de estímulo. >> Entendi. >> Então ele ele bloqueia, viu? >> Ó, então essa palavra, gente, ó, essa palavra que eu usei, tá? Eh, eu vou substituir pela palavra flanela. >> Não, pode falar não, não. Só só para você entender agora, para você entender uma coisa rápida que eu vou contar. O mês de setembro é um mês >> de valorização da vida. De valorização da vida. >> Mes não, mas não só Estela. É mês de combate a >> eles pararam. Então, mas eles pararam de usar esse combate a por conta dessa questão também. Não foi por causa disso exatamente, mas é que para você eh evitar o autoesttermínio, você precisa fazer a valorização da vida. É um passo antes do combate. >> Então, só aí aí aí que tá. Eu eu ontem recebi porque assim, eu convivo com as porque eu entrevistei duas pessoas que falam disso no podcast do Viver sem preconceitos, né? A a Sandra Rot, que ela é especialista nisso, ela a teve um teve um dia da gente tá batendo papo já fora do podcast, né? A gente virou amigo depois a gente conversando, eu tava fazendo uma entrevista com ela, ela teve que parar porque ela recebe ligações de familiares, fal: "Meu filho está indo para fazer tal coisa". Você sabe o que é? Ela tem que ela teve que parar para ir ajudar a pessoa. Ela ela ela ela faz essa ela é uma eh psicanalista e ela faz esse trabalho. Ela ela trabalha exclusivamente com essas pessoas. Graças, >> que caminham para isso. >> E tem também uma outra que eu recebi ontem, que ela trabalha com luto, >> que é uma psicóloga com formação na PUC, que infelizmente eu esqueci o nome dela agora, ela que me perdoe, né? Eu recebi ontem uma, inclusive eu salvei o vídeo dela que ela tá falando que agora em outubro é o mês da não é o mês da

ão na PUC, que infelizmente eu esqueci o nome dela agora, ela que me perdoe, né? Eu recebi ontem uma, inclusive eu salvei o vídeo dela que ela tá falando que agora em outubro é o mês da não é o mês da prevenção daquilo lá, é o mês da pós-venção do e ela usa a palavra. Por quê? E as duas falam a mesma coisa. Temos que trabalhar a palavra porque quando a gente omite a palavra a gente causa preconceito. É isso. É, é a opinião delas. >> É uma visão delas. É. É. >> É. E eu fiz um um um o meu podcast, o sétimo ou oitavo, é um podcast que eu faço em homenagem ao Ricardo Brentani. Ricardo Brentani foi o cara que fundou o, a palavra correta é Hospital do Câncer, que antigamente era Antônio A Camargo. Ele falou: "Não, >> não é mais a Secamargo, agora é hospital do câncer". Por quê? Porque o Ricardo Brentani, ele trabalhava a questão do preconceito, >> é, >> né? E ele dizia de Barretos, eles de Barretos eles mudaram o nome, era hospital do câncer, virou hospital do amor. >> Olha que engraçado. E e aí o o o o com a mudança com a mudança aqui de São Paulo, do hospital do A Camargo para hospital do câncer, o número de pessoas com câncer dentro do hospital tratando subiu muito e o número de mortos caiu. Quando você eliminou o preconceito, as pessoas começ Ele dizia assim: >> "Câncer não é tumor, câncer não é tumor maligno. Câncer não é doença ruim. Câncer não é isso. Câncer é câncer. E a gente tem que falar e a gente tem que trabalhar. Agora assim, OK, não adianta eu discutir isso com você, porque se o YouTube fala assim, eu não vou fazer e pronto. >> É porque o YouTube usa uma máquina, >> a máquina não tem cinza, ou é preto ou é branco. E aí eles não têm o que fazer também. Eu entendo da parte deles essa questão, >> tá certo? É, foi bom você me falar que assim eu já evito. O fundamental não era esse o nosso objetivo. A gente tava aqui querendo discutir epilepsia. E nós estamos para outro lugar. Mas o que eu só queria deixar aqui claro paraas pessoas é que independente se a pessoa acha que

ra esse o nosso objetivo. A gente tava aqui querendo discutir epilepsia. E nós estamos para outro lugar. Mas o que eu só queria deixar aqui claro paraas pessoas é que independente se a pessoa acha que a gente tem que usar a palavra no caso do autoesttermínio ou da finalização da vida, sei lá, a gente pode tucanar aqui a palavra de maneiras diferentes. A questão é que é preciso falar sobre depressão e as consequências da depressão o tempo todo. O tempo todo. porque isso é necessário. E aí a gente tem várias discussões a respeito disso. Tem uma discussão séria que eu já tive aqui em São Carlos inúmeras vezes, a inclusive eu sou considerada muito chata aqui pelos colegas que trabalham em São Carlos, que me conhec há mais tempo, porque você não pode simplesmente anunciar ou divulgar uma situação de autoestermínio pura e simplesmente. Não pode. é antiético profissionalmente quando a gente fala de comunicação. Por quê? Porque você estimula, você estimula. Já já falaram isso milhares de vezes. Mas é também a gente não pode falar, pode desde que isso gere uma discussão sobre o assunto. >> Não só pode, como deve falar. Exatamente. Mas você tem que gerar uma discussão, pensamento sobre isso, seja apenas para dizer não tenha preconceito, não julgue que a não julgue a pessoa que chega a esse ponto, que chega a esse extremo. Ela precisa de ajuda. E não que se aponte o dedo, não que se critique nem a família, pelo amor de Deus. Vamos cuidar das famílias que passam por essa situação. Vamos cuidar das pessoas que tentam colocar fim a própria vida. Elas precisam de apoio e não de preconceito. Nem que seja só esse texto que você vai colocar na matéria, mas que precisa ter debate. Precisa. >> Exatamente. E pensando nesse ponto, Estela, >> eu que que eu faço? Eu convido você que tá assistindo a gente aí, vai lá no Spotify viver sem preconceitos. Procura lá, Sandra Rot. Ela é um é um podcast inteirinho, ela falando exatamente isso que a é um bate-papo meu e dela. Ela falando exatamente isso que

nte aí, vai lá no Spotify viver sem preconceitos. Procura lá, Sandra Rot. Ela é um é um podcast inteirinho, ela falando exatamente isso que a é um bate-papo meu e dela. Ela falando exatamente isso que a Estela tá colocando ou propondo discussões e apoio às pessoas que querem dar dar fim à vida. Exatamente isso, entendeu? E tem também o outro podcast R, meu Deus, só que eu não lembro o nome da da doutora agora, eh, que ela fala sobre o luto, né? E ela envolve também essa questão, né? na no Mas é isso. E a gente ficou, ó, tá vendo o nosso nossas histórias não são só nossas histórias, né? >> São nossos bate-papos dessa [risadas] >> lindinho. Mar, conta a história. >> Eu conta a história da epilepsia porque eu não lembro, eu não lembro de ter conhecido ninguém que tem de ter acompanhado alguém com epilepsia, tendo crises epiléticas inclusive. E, portanto, também não tenho registro de preconceito quanto a isso, a não ser de ouvir as pessoas dizendo que, ah, tem preconceito, é um problema. Mas o que eu escutava não era gozação. O que eu escutava minha mãe contar, meu pai também, é que as pessoas se afastavam de quem tinha epilepsia, porque tinham medo de de ser contaminados pela epilepsia. >> Olha que preconceito. >> Pois é. Então não era goça, ele não é só não é só o medo, o medo de contaminação existia também, a gozação existia também. E tinha uma outra coisa que era a pior de todas para mim, o medo de alguém sentir dó de mim. >> Ah, tá. Isso para mim era insuportável saber que tinha alguém perto de mim por dó, isso me corruía, então eu não deixava ninguém ficar sabendo, entendeu? Então assim, então foram anos em que eu, pô, 15 anos, 14, 15 anos que eu vivi com isso e assim é e e difícil difícil, né? Então, tem umas historinhas aqui que eu que eu tenho para contar. Não vou contar cronologicamente porque eu também não lembro, né? Tem uma uma delas que eu trabalhava em São Paulo, voltava de ônibus, pegava ônibus ali na na no metrô Armênia, que é uma parte bem perto do centro de São Paulo ali, e dali e vinha

mbém não lembro, né? Tem uma uma delas que eu trabalhava em São Paulo, voltava de ônibus, pegava ônibus ali na na no metrô Armênia, que é uma parte bem perto do centro de São Paulo ali, e dali e vinha para minha casa. Uma viagem de mais ou menos de uma hora de viagem de ônibus. E eu lembro que eu tava dentro do ônibus um dia e de repente eu tava numa parte da da viagem e de repente eu só consigo lembrar de novo no exato momento em que eu estava para descer do ônibus e eu estava assim a mais ou menos uns 2 m da porta e todo mundo dentro do ônibus olhando para mim. Aí o ônibus parou, eu desci, algumas pessoas desceram meio com medo de mim, parecia, sabe? E eu passando muito mal com uma dor de estômago horrível, que é a primeira coisa que a gente sente, essa a dor de estômago é insuportável. Porque o o o que uma crise epilética faz são dois pontinhos do cérebro que entram em choque e ela ativa todo todo nervos e músculos do corpo. Todos os músculos e nervos do corpo entram em colapso. Por isso você tem aquela, você cai e treme, começa a babar, bater cabeça, enrola língua e tudo, porque você tem um choque interno e o estômago é um músculo. E como todos os músculos do corpo se contraem com choque, o estômago também se contrai. Então, a dor que você sente no estômago é horrível. Como eu já disse uma vez, parece que tem uma matilha de cachorro te comendo por dentro, né? Então assim, aí eu desci com aquela dor de som, fui para casa, aí cheguei em casa, falei: "Mãe, acho que eu tive uma crise, né?" Ela não sei o quê, tal, fiquei aí já fiquei chateado para caramba, já comecei a chorar, já peguei o telefone, liguei pro médico, tal, e não tinha o que fazer, já tinha ido, né? Aí passou uns dois, três dias, uma semana, sei lá, eu tô voltando de ônibus de novo. Quando eu desço, vem o rapaz conversar comigo. Ele vem conversar comigo. Ah, tudo bom, como é que você tá? Tá. Eu não conhecia o cara não. Eu tava no no ônibus dias atrás aí e vi você ali passando mal, não se isso aqui, tal.

apaz conversar comigo. Ele vem conversar comigo. Ah, tudo bom, como é que você tá? Tá. Eu não conhecia o cara não. Eu tava no no ônibus dias atrás aí e vi você ali passando mal, não se isso aqui, tal. Falei: "O que que aconteceu?" Fá, você tava sentado, de repente você estica o corpo todo e começa a meio que rugir, né? Fazer uns barulhos estranos com a boca. E eu falei: "Ah, eu tive uma crise epilética". Ele falou: "Será?" Eu falei: "Por que será? Eu acho que você foi possuído. >> Ah, e aí veio com com esse papo. Eu sabia que não era, porque eu entendo bem, já eu já eu já tava no espiritismo na época, eu já estudava o espiritismo na época e dis sabia que não tinha uma coisa, eu não tinha relação com a outra, entendeu? Só que eu tentei explicar para ele não teve explicação. Ele não aceitou a minha explicação porque eu conhecia a minha doença, entendeu? Eu tomava remédio para controlar aquilo. Então eu não estava tomando remédio, né? Porque assim, eu tinha momentos eh da eh durante o meu período da doença que eu ficava revoltado. Então usei droga, bebi, fiz tudo. Por quê? por revolta, porque eu não aceitava aquilo. Como um jovem, como eu, saudável, legal, tem epilepsia, né? E aí, >> então, e uma coisa, uma coisa a gente tem que deixar claro também que uma coisa não exclui a outra. No sentido que que eu tô querendo dizer, que você não pode atribuir qualquer eh questão à espiritualidade, ao espiritismo ou o espiritualismo, e aí deixar a parte material de lado ou ignorar a parte material, né? Sim. gente acabou de falar de câncer, por exemplo. E aí hoje em dia, a gente sabe que o câncer, em muitos casos, ele se desenvolve por questões emocionais que não são pequenas e por isso são capazes de criar uma um problema com a gravidade que o câncer tem, né? Uma questão, >> inclusive a depressão, que você também falou agora a pouco. >> Pois é. Então, eh, tá tudo envolvido, né? Aí você não pode simplesmente classificar, falar: "Não, meu amigo, pode parar de tomar seus remédios, parar

depressão, que você também falou agora a pouco. >> Pois é. Então, eh, tá tudo envolvido, né? Aí você não pode simplesmente classificar, falar: "Não, meu amigo, pode parar de tomar seus remédios, parar de ir no médico, que isso é espiritual". Não pode. Não é assim que funciona. Não é assim que funciona, né? Eh, e outra coisa, Estela, eh, vem o o a história que eu vou contar em seguida é uma história mais curta, né? Mas ela ela mostra bem um dos motivos pelos quais eu tinha o preconceito. Eh, eu tava na faculdade na época, eu comecei a namorar uma menina da faculdade, não vou falar nome, não vou falar a cidade dela, ela morava no interior, né? E e nesse dia ela veio para São Paulo, era o começo de namoro, a gente tava namorando uma semana ou duas. E a gente se via sempre na faculdade e tal. Aí um dia ela resolveu vir para minha casa. Eu estudava em Mogi das Cruzes, uma cidade que fica 47 km de São Paulo, mais ou menos. 47, 60 km, uma coisa assim. E eu ia e voltava todo dia. E nesse dia ela resolveu voltar comigo. Fá, porque no sábado a gente volta cedo, tal, quando der a tardezinha eu venho pra minha casa. Beleza, ela veio paraa minha casa, a gente comeu em casa, tal. Quando deu o horário dela embora, eu fui com ela até até a rodoviária, né, do TT. Na rodoviária TT estamos os dois sentados numa uma poltrona. Quando eu abro o olho de novo, eu já estou no ambulatório do do metrô >> do metrô. E eu tava sozinho, >> né? Não sei o que aconteceu. >> Eu não sei o que aconteceu. H, na semana seguinte não consegui encontrar menina na faculdade. Chegou ao ponto de eu ir para pra casa dela para saber o que aconteceu. Ela tava, ela não queria me ver. Nossa, >> eu falei assim: "OK, tudo bem, mas dá para você pelo menos contar para mim o que aconteceu?" Ah, eu tava lá, você caiu assim, assim, assim. Eu falei: "Tá, você sabe o nome disso? Isso é crise epilética". Mas tudo bem, você não se preocupa, não vou mais me aproximar de você. Fica tranquila, não vou te passar essa, não vou te passar, não vou te

alei: "Tá, você sabe o nome disso? Isso é crise epilética". Mas tudo bem, você não se preocupa, não vou mais me aproximar de você. Fica tranquila, não vou te passar essa, não vou te passar, não vou te passar essa doença. Fica tranquila. >> Ignância é muita ignorância, né? >> Então, eu fui embora. Nunca mais. vi essa menina na faculdade, mas eu nem olhava para pra cara dela. >> Ai, na boa, era para não olhar mesmo, ó. Diria, diria várias pessoas que estão assistindo esse vídeo nesse momento diriam assim para você: "Melhor, Cléber, foi um livramento." >> Então, >> mas vocês imaginam a dor do do preconceito que eu sentia? Até hoje, gente, é forte para mim isso. Por mais que eu já esteja livre há 30 anos do da da epilepsia, >> é é isso uma é uma marca que fica, entendeu? O o sentimento de você ser discriminado. Por isso >> que assim, eu trabalho tão forte o viver são preconceitos. Eu tô há quase 5 anos fazendo viver sem preconceitos, Estela e gente que todos vocês estão me ouvindo sem ganhar um tstão. Se vocês tiverem essa ideia do investimento que eu já fiz e assim e eu continuo fazendo isso, por quê? Porque eu senti na pele essa dor e eu sei que quem sente, eu sei a dor que é sentir a preconceito, a discriminação. Eu nasci numa família onde eu tenho duas tias que são pessoas com deficiência, as gêmeas. Então, eu já nasci numa família assim, depois aconteceu comigo. Então, eh, e aí eu vou contar a última historinha dessas três historinhas que eu selecionei de crise, né? Eu tava indo pra faculdade, eh, e eu pegava, eu morava num Guarulhos, um lugar chamado Parque SECAP, e eu tinha que atravessar a Dutra, a rodovia Dutra, para pegar do outro lado para poder ir para Mogi. E um dia eu tava lá na na Dutra esperando o ônibus e eu vi um cara atravessando também. Eu vi esse cara atravessando a a Dutra. Ele atravessou a primeira pista, que era a pista contrária. Depois foi atravessar a nossa. Quando eu olhei para ele a última vez, ele tava já quase atravessando a nossa. Eu peguei, olhei

do a a Dutra. Ele atravessou a primeira pista, que era a pista contrária. Depois foi atravessar a nossa. Quando eu olhei para ele a última vez, ele tava já quase atravessando a nossa. Eu peguei, olhei para ele assim, tava só nós dois, né? Eu sou meio desconfiado, olhei para ele assim, falei: "Ah, é só pegar o ônibus mesmo". E virei a cara. Quando eu abri o olho de novo, eu já estava no hospital. Para você ter uma ideia, para vocês terem uma ideia, naquele dia, naquela época o meu pai e a minha mãe, eles moravam no litoral, numa cidade chamada Ianha, né? E eles estavam lá porque eles levaram a minha madrinha para lá, meio que minha madrinha queria passar uns dias na praia e meu pai e minha mãe levaram minha madrinha para lá. Quando eu abri o olho de novo no hospital, eu já estava com a minha madrinha ao meu lado chorando. Olha o tempo que eu fiquei apagado. >> Caramba. Nossa, pelo amor de Deus, né? E ainda bem que tinha alguém atravessando a pista junto com você. >> E você? Não, Estela, você não sabe o que aconteceu. Vocês não t ideia do que aconteceu. >> Eu tava, eu lembro, eu tinha uma, eu tinha um blusão azul claro. >> É. >> E eu estava com ele na mão, né? Porque eu tava levando pra faculdade, tava, não tava, não tava, mas tava um tempo que tava para parecia que ia ficar frio, eu tava levando aquela blusa. E aquela minha blusa, ela estava com uma marca de pneu de carro bem suja em cima. Ela ficou suja com uma marca de pneu. Eu não sabia o que tinha acontecido. E aí eu passou um tempo, né? Voltei, saí do hospital, fui paraa minha casa, fiquei uns dias sem sair de casa, tal, fiquei uns três, eu tive uma crise muito forte nesse dia e fiquei uns três dias em casa sem ir pra faculdade, nada. E aí quando eu fui pra faculdade de novo, eu falei: "Pô, preciso ver se aquele cara sabe alguma coisa, né?" Mas eu não lembrava do rosto dele. Eu vi meio ampassando assim, ele não não prestei muita atenção, né? Até que um dia eu estou no ponto de ônibus, o cara vem conversar comigo, ele

e alguma coisa, né?" Mas eu não lembrava do rosto dele. Eu vi meio ampassando assim, ele não não prestei muita atenção, né? Até que um dia eu estou no ponto de ônibus, o cara vem conversar comigo, ele fala: "Ó, como é que você tá? Tá tudo bem contigo?" Eu falei: "Tudo". Aí eu olhei pra cara dele assim meio desconfiado, né? Aí ele falou assim, ó, fica tranquilo, eu tô te perguntando porque eu tava com você aqui o dia que você teve uma crise epilética. >> Ah, ele sabia. >> Aí eu falei assim: "Ah, foi você, você o cara que tava chegando falou: "Bem na hora que eu eu cheguei perto de você, você teve a crise". Falei: "O que que aconteceu?" Ele falou: "Quando eu encostei, eu olhei para você para te cumprimentar. Você deu três, você ficou com corpo duro, deu três pulos pra frente e se jogou na dúra. Quando eu vi, eu saí correndo, peguei você pelo pé e puxei. Você tava segurando uma camisa, uma uma blusa que um caminhão passou em cima. A blusa tava na minha mão e o caminão passou em cima da blusa. Creio em Deus Pai. Eu falei pro cara, então você salvou minha vida. Não é que você tava aqui por acaso. >> É, é, é. Não, >> você veio para salvar minha vida. Ele falou: "Você é o bom que eu tenho conhecimento, eu sou enfermeiro. >> O cara era enfermeiro. Eu nunca tinha visto aquele cara ali, Estela. >> E esse dia, nesse dia que ele falou comigo, foi a última vez que eu vi esse cara. Eu vi esse cara duas vezes. O dia que ele me salvou e o dia que ele foi conversar comigo. Eu nunca mais vi esse cara. >> Nunca mais. Eu não sei quem é ele. >> Ele tava ali para isso, né? Tava ali para isso. E como ele já lembra? Você lembra? Você lembra que eu falei uma vez? Eu falei uma vez assim e você até brincou comigo, não fala mais isso [risadas] que eu falei que eu recebo tantas bênçãos que eu até nem sei se eu sou merecedor, porque acontece fala que não é, né? Porque as coisas não acontecem à as coisas nada acontece por acaso. E aí nesse sentido de de que o enfermeiro podia simplesmente aquele dia ter

se eu sou merecedor, porque acontece fala que não é, né? Porque as coisas não acontecem à as coisas nada acontece por acaso. E aí nesse sentido de de que o enfermeiro podia simplesmente aquele dia ter resolvido fazer outra coisa ao invés de ir ir pro outro. Agora, por que ele tava ele? Você podia ter decidido por outro caminho também. Então, a gente tá dizendo que não há que o acaso não existe. Não que ele não possa eh estar sujeito ao nosso livre arbítrio, mas certamente existe uma um trabalho para que as coisas aconteçam de determinada maneira para que eh a fim de que a gente possa aprender, né, e também possa trabalhar em benefício do outro. E um enfermeiro já tá acostumado com isso. Ele pode não ser espiritualista, ele pode até ser ateu, mas ele sabe que essas coisas acontecem principalmente com eles, para que eles estejam em condição de ajudar quem precisa naquele momento. Porque no meio de uma estrada, se é uma mulher, por exemplo, como é que ela te tira dali? >> Como é que ela te arrasta dali? Não ia ser possível. Ia ser ou então >> alguma coisa tinha que acontecer, né? E ele se arriscou porque ele me pega, ele diz que ele me pega pelo pé e me puxa. Quer dizer, >> o caminhão também passou perto, passou muito perto da minha cabeça. Passou muito perto da minha cabeça, mas também passou perto dele. Eu tenho 1,70 m. Ele tava 1,5 m do do caminhão também. >> Tá. >> Agora, Estela, por que que eu tô dizendo tudo isso? Por que que eu quis contar essas histórias hoje? eh, por dois motivos. Primeiro, porque no no último episódio você lembra essa questão da da de você falar de histórias inspiradoras, né? Inspiração. E eu sou fui um cara que uma vida inteira eu comecei a falar sobre epilepsia não tem 10 anos, entendeu? Então assim, eu precisei começar a trabalhar a questão do preconceito 24 anos atrás para 10 anos atrás eu começar a falar de epilepsia e ainda muito incipiente, muito no início assim, sabe? Então assim, muito pouquinho de cada vez. E a e hoje eu sinto o quê?

preconceito 24 anos atrás para 10 anos atrás eu começar a falar de epilepsia e ainda muito incipiente, muito no início assim, sabe? Então assim, muito pouquinho de cada vez. E a e hoje eu sinto o quê? Se o Cléber de hoje, de quase 60 anos, pudesse falar pro Cléber de 16, 17, 18 anos, que que eu falaria para ele? Fala tudo, põe para fora, inspira os outros, entendeu? Fala da sua epilepsia, fala pros outros, porque Estela, isso que eu tô falando agora tem a ver com o que você me falou agora a pouco do seu pai, da sua mãe, que é o quê? que você, Estela, você, o que você conhecia vinha do seu pai e da sua mãe. Você sabe por quê? Porque talvez as pessoas que passaram perto de você ou que você teve conhecimento na época, elas tiveram a mesma vergonha que eu tive, >> é? >> E não contaram para você, porque talvez ela vai ser eu sofrendo como eu sofri. >> Não sofram porque isso marca demais. Se você tem alguma doença e isso te machuca, põe para fora. Não deixa isso te corroir como deixou me corroir. Porque isso, apesar de eu tá falando hoje, isso me corrói até hoje, porque eu sinto uma tristeza muito grande de não ter ajudado outras pessoas. Eu poderia ter feito isso. Eu não fiz, eu fui covarde. >> Você fez o que era possível na época, Cléber. Sim, mas eu me sinto covarde hoje. Eu podia ter ajudado, eu podia ter inspirado outras pessoas, eu não tive coragem, eu não tive força. >> Então, mas a gente faz o que é possível naquele momento. Depois a gente vai melhorando, a gente vai se desenvolvendo, a gente vai aprendendo e aí a gente passa a fazer o que é necessário. E não foi falta de coragem. Você não tinha estrutura para suportar, ajudar outras pessoas, porque você tinha que se manter em pé. a gente esquece disso, sabe? Eu tenho passado pela mesma revisão, né, de traumas, de problemas, de questões, né, porque a gente chega uma hora que a gente tem que fazer essas revisões e a gente tem que reconhecer aquilo que a gente faz de bom, porque a gente aprendeu a não reconhecer isso, a não

de questões, né, porque a gente chega uma hora que a gente tem que fazer essas revisões e a gente tem que reconhecer aquilo que a gente faz de bom, porque a gente aprendeu a não reconhecer isso, a não querer ver o que a gente faz de bom e a só lembrar do que a gente faz de ruim. Isso não é justo. Isso não é justo com a gente. Então eu peço, meu amigo, que você daqui paraa frente perceba o quanto de pessoas você já ajudou com viver sem preconceito, mas principalmente com seu exemplo, com as coisas que você fazia e com o comportamento que você sempre teve com as pessoas ao seu redor. Isso que importa. Agora, o que você deixou de fazer no passado, você deixou de fazer porque você não era capaz de fazer. Não é uma questão de covardia, é uma questão de de condição mesmo. Eu não sou apto naquele momento a fazer aquilo, mas eu posso me tornar eh apto depois. Isso é coragem. >> É que eu tô fazendo agora, Estela. >> Isso é coragem. Agora eu sem Eu queria complementar o que você disse. Só um minuto. Queria complementar o que você disse. O Cléber falou que as para as pessoas que têm problemas e que não têm que sentem vergonha das das limitações e dos problemas de saúde que tem, das questões que tem. Eu vou falar agora com quem não tem. Não, não é justo, não é justo causar tanto sofrimento no outro. Não é justo. Eu não desejo a quem tem preconceito que passe pela mesma situação, porque a pessoa é capaz de se revoltar, sabe? e não aprender nada com aquela condição, com aquela limitação física, com a alimentação mental, com a alimentação, com a limitação econômica, com a limitação social, enfim, é capaz da pessoa não aprender, mas não é justo. E mais do que isso, é um absurdo você ensinar os seus filhos a também serem preconceituosos como você. É um absurdo, porque você vai envelhecer e aí eles vão ter preconceito com relação a você também. >> Verdade. >> Então, veja bem quem é que você está criando e quem é que você está alimentando dentro de você. Sabe se você tá alimentando aquele ser

les vão ter preconceito com relação a você também. >> Verdade. >> Então, veja bem quem é que você está criando e quem é que você está alimentando dentro de você. Sabe se você tá alimentando aquele ser saudável e bacana, gente boa, ou se você tá alimentando o monstro, porque nós todos temos um monstro dentro de nós. E aí a gente tem que escolher qual dos dois nós estamos alimentando. Fala, Cléber. >> Não. E é legal você falar isso, Tela, porque hoje nas redes sociais você encontra um monte, mas muitas páginas de pais. falando dos filhos que são filhos com algum tipo de doença ou algum tipo de deficiência, né? Principalmente o espectro autista, tem nanismo também, outras doenças como câncer. Então assim, se o teu filho não tem nenhum problema, ótimo, mas ensina o teu filho >> a respeitar essas outras crianças, ao invés de fazer bullying, ao invés de ter preconceito e discriminação contra essas essas outras crianças ou contra outro adulto, ou seja quem for, >> for. >> Então, agradece a Deus pelo seu filho ser uma pessoa que não tem essa doença, tá? ensina ele a respeitar da mesma forma que você respeita. Se você respeita, >> é, >> é isso. >> Precisa, precisa ter respeito. E respeito com o igual é moleza. Respeito com o igual é moleza. com os diferentes é que é a questão. >> É com os diferentes, >> respeito com os iguais é uma coisa, com os diferentes é que é a questão. >> É, então não cause no outro, não cause no outro uma dor que você não quer para si mesmo, sabe? >> Então, é o que eu te falo, Estela. Por isso, talvez você não tenha conhecido alguém, porque as pessoas >> faziam como eu. Eh, eh, procura na procura na internet eh pessoas com epilepsia. É difícil. As pessoas até hoje têm um pouco de receio? >> Tem, tem, >> tá? Eh, eu acho que é mais fácil você encontrar grupos, eh, eu acompanho algumas pessoas, alguns grupos de pessoas que têm ah, não sei o quê, Tomia, eh, que é colostomia, acho que é colostomia o nome, não lembro agora exatamente, entendeu? e que a pessoa que tem que eh

nho algumas pessoas, alguns grupos de pessoas que têm ah, não sei o quê, Tomia, eh, que é colostomia, acho que é colostomia o nome, não lembro agora exatamente, entendeu? e que a pessoa que tem que eh eh obstruir o reto por causa de algum problema intestinal ou por causa de um câncer, por causa de alguma doença intestinal ou retal que impede que a pessoa evacue, ela tem que usar aquela bolsinha pro resto da vida, né? Então existe muito preconceito com relação a essas pessoas também. Existe muito relação com muito preconceito com relação a várias outras pessoas de várias outras espectros, doenças ou então assim, então é isso, >> né? Agradece a Deus por você não ter problema, não ter uma filho com problema e ensina o teu filho a ter respeito. Essa é acho que a mensagem principalmente que a gente pode inspirar hoje. >> Nossa, hoje foi chocante. >> É, >> queridos, muito obrigada por acompanharem nossas histórias. Muito obrigada por estarem aqui participando com a gente. Não se esqueçam, a gente também quer receber histórias de vocês. Podem mandar mensagem, mandar mensagem aí pelas redes sociais avisando que tem uma história para mandar. Enfim, entrem em contato com a gente que vai ser um prazer poder compartilhar a história de vocês também. Cléber, muito obrigada, especialmente por hoje, porque hoje foi muito, muito especial mesmo. E a gente se vê na próxima semana, se Deus quiser. >> Estela, eu agradeço você por ter me ouvido e agradeço você que tá aí em casa também ouvindo. Muito obrigado por me ouvir. Espero que tenha passado alguma coisa e espero que você possa passar para alguém alguma coisa que a gente te passou aqui hoje, porque parece que era o dia de passar mesmo, né? Tem um momento, né? Tudo tem um momento. >> E eu desejo a você uma boa semana. Fica com Deus. Um beijo. >> Tchau. >> Até a semana que vem. Uma boa oportunidade pra gente rever esse conceito equivocado de que antigamente todo mundo sofria bullying e ninguém ficava eh incomodado com isso. Ah, ninguém

ijo. >> Tchau. >> Até a semana que vem. Uma boa oportunidade pra gente rever esse conceito equivocado de que antigamente todo mundo sofria bullying e ninguém ficava eh incomodado com isso. Ah, ninguém sofria por causa disso, porque não é verdade, né? Não é verdade? A gente conversa hoje com muitas pessoas e vê eh o quanto o bullying pode fazer mal para alguém, né? A gente acabou de ouvir o Cléber falando isso. Eu já falei para vocês aqui de bullying, que eu sofria também quando eu tava na no ginásio, principalmente, né, no sinal do no final do ensino médio de hoje. E e o quanto isso me fez mal e faz mal até hoje. Então, eh, respeito, gente, respeito. É preciso que nós eh mudemos a maneira como a gente vê aquele que não é igual à gente, né? Se ele não é igual a nós, ele continua sendo filho de Deus e continua sendo um ser humano que merece todo o nosso respeito, seja lá qual for a condição dele, né? de presidiário a, como disse o Cléber, uma pessoa com nanismo. É isso, né? Se fôssemos todos iguais, ia ser bem chato, [risadas] bem chato essa essa conversa com o com o Kéber. Isso. Likes, likes, muitos likes. Essa conversa com o Kéber ainda tem, acho que são três episódios. Esse foi o sétimo, 8, 9, 10, 11, mais quatro episódios. Três ou quatro episódios. E o último é o, acho que é o último, que é o mais eh fantástico. E vocês vão ver que tem umas histórias. O Cléber é uma figura realmente muito muito especial, além de ser um ótimo contador de histórias, né? É um bom jornalista. Bom jornalista é aquele que sabe contar boas histórias. É isso. Ai, ai. Aproveitei enquanto nós estávamos aqui assistindo, tomei meu café e aí tenho aqui umas umas coisas interessantes para para dizer para vocês. Eh, primeiro uma mensagem que eu separei aqui que chama Receita de Ano Novo, que é pra gente entrar no clima. Tenho essa primeira, acho que não tem. Nossa, que comprida. Ah, tá, tá, entendi. Lembrei. Eh, eu tô recebendo várias mensagens de ano novo, né? Todo mundo eh já robozinhos de Deus fazendo tudo igual.

Tenho essa primeira, acho que não tem. Nossa, que comprida. Ah, tá, tá, entendi. Lembrei. Eh, eu tô recebendo várias mensagens de ano novo, né? Todo mundo eh já robozinhos de Deus fazendo tudo igual. É, a gente, eu tenho recebido muita mensagem de ano novo e é interessante, né? Porque já faz algum tempo que eu comecei a perceber essa virada de de ano de outra forma, né? Porque eu achava, como todo mundo, pô, fantástico, vai mudar o ano, que maravilha. Mas na verdade, na verdade é a gente trocar só outra folha do calendário, né? virar outra página no calendário. Então, se a gente não faz uma mudança, não é a troca da folhinha, mudança na folhinha que vai mudar nada, não é? É, é isso. Basicamente a gente volta para aquela condição de que ou a gente se movimenta ou nada muda, né? [risadas] É isso. Mas vamos lá. Vou ler aqui a mensagem para vocês porque eu achei ela muito bonita. São historinhas. Receita de Ano Novo. Há muitos anos, num pequeno e distante vilarejo, havia um lugar conhecido como a casa dos mil espelhos. Certo dia, um senhor muito amável, gentil e risonho tomou conhecimento dela e, curioso, decidiu visitá-la. Adentrou a casa dos mil espelhos e viu-se refletido naquele sem fim de imagens. Para sua surpresa, deparou com centenas de olhares gentis sobre si, abriu um enorme sorriso e assim foi correspondido com mil enormes sorrisos. Ao sair da casa, pensou: "Que lugar maravilhoso! Desejo voltar aqui muitas vezes. Outro senhor, que não era tão amável e gentil quanto o primeiro, também foi conhecer essa casa excepcional. Ele raramente sorria, reclamava muito diante das circunstâncias da vida e sempre que uma oportunidade lhe aparecia, lamentava-se de seus problemas, tornando-os muito maiores do que realmente eram. As outras pessoas não lhe eram importantes e pouco valor dava a elas. Por isso, isolava-se e não se preocupava com as dificuldades alheias. Adentrou a casa e foi enorme o seu espanto quando contemplou mil olhares hostis que o fitavam. A eles destinou o semblante carregado,

isso, isolava-se e não se preocupava com as dificuldades alheias. Adentrou a casa e foi enorme o seu espanto quando contemplou mil olhares hostis que o fitavam. A eles destinou o semblante carregado, desprezando-os. Virou-lhe as costas e deixou a casa pensando: "Que lugar horrível! Jamais voltarei aqui. Um ano novo se inicia. É um momento propício para estabelecermos objetivos, traçarmos metas, renovarmos propósitos. É momento ideal para avaliarmos os passos que nos trouxeram ao caminho que hoje percorremos. Quantas são as alegrias, os motivos de estarmos gratos, as razões para comemorarmos. Quantos são os arrependimentos? Quantos todos os rostos que diariamente fitamos são espelhos a refletir nossos sentimentos, nossas perspectivas de vida, nossos valores, crenças e esperanças. Por um instante, preste atenção e os e contemple-os. O que enxergamos? Encontramos sorrisos sinceros, amistosos e fraternos. Encontramos rostos amigáveis, gentis e felizes? Ou, pelo contrário, deparamos-nos com a tristeza, a melancolia, a indiferença? No ano que desponta, muitos outros espelhos iremos contemplar. Que imagem veremos neles? Em meio a tantas possibilidades, uma certeza. Se sorrirmos, veremos sorrisos. Portanto, que nossa maior meta para o ano nascente seja sorrir com os lábios e com o espírito. Sorrisos de caridade, de bondade, de gentileza, de compreensão, de humildade. Sorrisos de acolhimento, de dedicação, de esforço, de disciplina, de generosidade, de fé, de gratidão. Sorrisos de amor. Um ano só é realmente novo quando nos renovamos, tornando-nos novos também. Recordemos as palavras do poeta. Para ganhar um ano novo, que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo. Eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o ano novo cochila e espera desde sempre. Pense nisso. Esse é um texto do da redação do Momento Espírita com base em um conto de autoria ignorada e com citação final do poema Receita de Ano Novo do livro Homônimo de

ila e espera desde sempre. Pense nisso. Esse é um texto do da redação do Momento Espírita com base em um conto de autoria ignorada e com citação final do poema Receita de Ano Novo do livro Homônimo de Carlos Drumon de Andrade, editora Companhia das Letras. E essa publicação é de 2023. Então, meus amigos lindinhos, eh, para que haja mudança, para que eh alguma coisa de novo aconteça na nossa vida, é preciso que a gente faça algo de novo também. É preciso que a gente mude por dentro, senão nada muda por fora, não é? Apostar na mega cena não vai resolver nossos problemas, mesmo que a gente ganhe. mesmo que a gente ganhe, porque depois do primeiro impacto, né, de achar que com o dinheiro a gente resolve tudo, os problemas vão voltar, possivelmente uma sensação de solidão, de incapacidade, de inadequação, enfim, aqueles problemas que a gente já tem. Então, pense bem aí o que é que você pode fazer de diferente, o que talvez seja um bom movimento para que você mude a si mesmo. E não pense que você tem que fazer isso sozinho, porque não é preciso que você carregue o mundo nas costas sozinho. Não é isso que que Deus pede de nós. Deus pede mudança, mas ele não nos colocou vivendo em sociedade à toa. É para que um ajude o outro, para que um ajude o outro a resolver as suas questões, a transportar os problemas que não têm solução ou ultrapassar os obstáculos que se apresentarem. Procure ajuda. Às vezes é preciso, às vezes não, né? Quase todas. É difícil a gente resolver um problema sem ajuda de ninguém. É muito difícil. E é sempre bom procurar uma pessoa que possa te ajudar. E um psicólogo faz bem esse papel. E nós temos psicólogos no espiritismo e cada vez mais psicólogos no espiritismo dizendo pra gente sobre a importância de cuidarmos da nossa saúde mental, que hoje em dia, aparentemente é o grande problema do nosso planeta. cuidar da nossa saúde mental. Então, não duvide eh dessas questões. Busque ajuda para você ter uma saúde mental adequada, né? Para que ela esteja para que você esteja saudável

oblema do nosso planeta. cuidar da nossa saúde mental. Então, não duvide eh dessas questões. Busque ajuda para você ter uma saúde mental adequada, né? Para que ela esteja para que você esteja saudável mentalmente, porque aí sim você vai conseguir enfrentar todos os outros problemas, né? Sem calma, sem tranquilidade, a gente não consegue ver eh enxergar as soluções. A gente não consegue sequer ouvir aí o as mensagens que os bons espíritos passam para nós, tentando nos ajudar a a fazer do nossa jornada, da nossa caminhada mais leve, mais tranquila, sem tantos tropeços. É fundamental que a gente tenha essa essa clareza, né, de que é preciso ajuda. E nós todos temos questões a resolver, né? O Cléber tem apresentado as dele, eu tenho falado um pouco das minhas também e trabalhar contra ah esses sofrimentos ou para minimizar o sofrimento das outras pessoas é uma ação muito necessária, que faz muito bem pra gente, mas não necessariamente isso é o suficiente. Muitas vezes é preciso que a gente busque realmente ajuda profissional, procurar um psicólogo. Eu digo para você, não é, essa não é a primeira vez que eu faço terapia, mas acho que essa vez foi a que eu me dediquei mais a cuidar de mim mesma e os resultados têm sido fantásticos, sabe? Os resultados têm sido muito bons, inclusive para ver, para que eu tenha calma o suficiente para ver aonde é que eu estou errando os meus erros. Tem sido mais fácil e mais rápido verificar onde eu tô errando. Isso faz um bem danado, né? Putz, ainda bem que eu vi que eu tava fazendo bobagem. Volta pro caminho certo, né? Bom, e aí vocês estão muito quieto nesse chat. Eu nem ó lá 1 hora15 só, gente. Nós não vamos ficar aqui até meio-dia hoje. Se vocês não conversarem comigo no chat, não vai dar certo isso não. Eu vou encerrar o Bom Dia Café e não vou não vou nem estourar meu próprio recorde. Assim não é possível. Assim não é possível. Vamos colaborar. Então vamos paraas nossas boas notícias, já que vocês vão ficar quietinho aí hoje. Tá todo mundo em silêncio. Vocês

ar meu próprio recorde. Assim não é possível. Assim não é possível. Vamos colaborar. Então vamos paraas nossas boas notícias, já que vocês vão ficar quietinho aí hoje. Tá todo mundo em silêncio. Vocês estão muito impactados com o com as histórias do Cléber? Vamos paraas boas notícias. >> A partir, a primeira notícia que eu vou dar para vocês é que a partir de amanhã, na descrição do vídeo da da live do Bom Dia Café, hoje não, só amanhã, vocês vão encontrar lá o link da playlist do Bom Dia Café no Spotify. É isso. O Bom Dia Café agora tem uma playlist de músicas no Spotify e você vai poder participar dela se quiser incluir músicas ali. São músicas não necessariamente espíritas, mas músicas que fazem com que a gente tenha uma uma sensação boa, né? que a gente possa elevar os nossos pensamentos de forma eh positiva, ouvindo boa um uma letra bacana que nos nos remeta bons sentimentos, né? Esse é o objetivo da playlist do Bom Dia Café no Spotify. Vem mais novidades por aí, mas aí mais para frente a gente conta. Então, essa foi a nossa primeira eh boa notícia de hoje. Aí eu vou trazer para vocês as boas notícias que eu compartilhei lá no grupo do Bom Dia Café. E se você quiser fazer parte desse grupo, é fácil. Na descrição, na descrição aqui do vídeo dessa live, tem lá o link para você eh pedir para participar do grupo. Se você não tiver um telefone com código do Brasil, você precisa se identificar, porque a gente não tem aceitado pessoas que não são do que tem um um celular com um código que eu não sei da onde é, porque é uma maneira da gente se proteger, né, de garantir alguma segurança aqui na nossa no grupo do Bom Dia Café. E aquele grupo, esse grupo do Bom Dia Café, é só para compartilhar o link do Bom Dia Café, né? Cada dia a gente posta o link do dia lá e também para compartilhar boas notícias. Então participe lá do do grupo e você vai poder receber as boas notícias todos os dias. Às vezes mais notícias, às vezes menos. Aí depende do tempo disponível para compartilhar, mas a primeira boa

as. Então participe lá do do grupo e você vai poder receber as boas notícias todos os dias. Às vezes mais notícias, às vezes menos. Aí depende do tempo disponível para compartilhar, mas a primeira boa notícia, a primeira notícia interessante que vem aqui, não é isso? Ah, é essa história é muito legal. Eu vou ler o texto porque eh vários vários eh várias páginas, vários canais falaram sobre isso. Eh, eu peguei esse daqui porque a a Eurídice que mandou, achei que era um um texto bacana, então resolvi eh compartilhar com vocês. Nós semi muito chiquelux. É verdade. [risadas] Ai ai. Mairde, bom dia. Nossa, feliz 2027. Eu acho que você tá meio adiantadinha. Não tá não, Maird, nós nem terminamos 2025. Você já tá no 2027. [risadas] Adorei. Adorei 2027, Maird. Excelente. Então, vamos lá. Em tempos de intolerância, um gesto de união emocionou o Brasil. O Sheik, vou repetir, o Sheik Rodrig Rodrigo Jalu, líder muçulmano, desafiou barreiras religiosas e institucionais ao transmitir em suas redes sociais a missa de Natal do padre Júlio Lancelote. O padre, conhecido por seu trabalho com a população de rua na capital de São Paulo, havia sido proibido pela Arquidiocese de São Paulo de fazer lives de suas celebrações. Jalu, numo de solidariedade interreligiosa, argumentou que ninguém pode calar a palavra de Deus, independentemente do credo. Ele não celebrou a missa Ele não celebrou a missa, apenas cedeu sua plataforma para que a mensagem de acolhimento do padre chegasse aos fiéis. O episódio mostra que a verdadeira espiritualidade constrói pontes, não muros. Quando um muçulmano ajuda um padre católico a pregar o amor no Natal, a humanidade dá um passo à frente. É a fé na prática, muito além dos dogmas. Eu adorei esse texto porque é isso mesmo, não é? Quando um muçulmano pega as suas redes sociais, ele é um shake, gente. Ele é o topo da cadeia dele lá, né? da da cultura dele. Ele pegou as redes sociais dele para transmitir uma missa católica do padre Júlio Lancelote para dizer que aqueles que fazem o bem não

e, gente. Ele é o topo da cadeia dele lá, né? da da cultura dele. Ele pegou as redes sociais dele para transmitir uma missa católica do padre Júlio Lancelote para dizer que aqueles que fazem o bem não podem ser calados. E muita gente foi para lá, inclusive grupos que eu conheço, que eu acompanho e que são eh se declaram ah ateus, não religiosos, enfim. foram para a igreja para poder transmitir a missa do padre Júlio Lancelote como forma de apoio e também para que os seguidores do padre Júlio não fiquem sem fiquem sem acesso a a celebrações que ele faz. Isso é muito legal, não é? Isso é muito bacana. Essa disposição. Tá rindo, né, Mairde? tá rindo, viajando pro futuro. É verdade. Maurde foi direto para 2027. Você tem toda a razão. É isso mesmo. Ai ai. A outra notícia bacana também que tá lá no grupo do >> do Eu vou ver se eu consigo. Ah, vai demorar três dias, mas vamos ver se dá certo. A outra notícia que tem aqui e que é muito legal, que eu vou ver se eu consigo abrir para vocês. Vou pular essa enquanto abre. Eu vou vou atrás de outra coisa aqui. Eh, é porque eu essa da essa é uma notícia bacana, mas a gente tem que ver as imagens, senão não tem graça. Ah, o bacana da notícia são as imagens. Epa! Xi, o Só notícia boa tá com problema de novo, ó. Hum. lá, nosso site está fora do ar de novo, né? Eh, meu Deus, que difícil, hein? E no Instagram eles colocam as notícias. Ah, pera aí. Eles colocam as imagens legais, né? O que tem de imagem bacana, eles colocam no Que pena, é uma pena o que o que o Só notícia Boa esteja fora do ar. Ali eles têm umas umas coisas bem legais. Vamos ver esse daqui. Ah, é essa também é bacana, ó. Quando os médicos disseram que não havia nada a fazer pelo filho de Michael, Terry, pelo filho Michael, Terry Pirovolaques não aceitou. O bebê nasceu saudável, mas aos se meses não conseguia levantar a cabeça. Depois de exames, veio o diagnóstico: paraplegia espástica, uma doença raríssima que deixaria Michael paralisado da cintura para baixo aos 10 anos. Terry decidiu agir,

não conseguia levantar a cabeça. Depois de exames, veio o diagnóstico: paraplegia espástica, uma doença raríssima que deixaria Michael paralisado da cintura para baixo aos 10 anos. Terry decidiu agir, pesquisou terapia genética, viajou para conferência, centros de pesquisa nos Estados Unidos e na Europa e acabou trabalhando com uma farmacêutica na Espanha para criar o medicamento. Os testes realizados em camundongos e em células humanas mostraram que a terapia era capaz de interromper a progressão da doença. O tratamento de dose única é a aplicação por punção lombar que pode interromper a doença e melhorar a cognição. Michael recebeu o tratamento, outras crianças também foram beneficiadas e a doença parou de avançar. Para se dedicar totalmente à causa, Terry deixou o emprego e fundou a Eupida. Deve ser assim que fala, né, gente? Eu não sei. Uma organização sem fins lucrativos na Califórnia. Euppida oupida significa esperança em grego. Ol, ele recebe ligações do mundo todo de famílias pedindo ajuda e continua trabalhando para salvar mais vidas, mostrando que não existe impossível quando alguém decide lutar de verdade. E aí, que que vocês acham, né? Que ele ele é uma reencarnação programada ou não é, né? [risadas] Com certeza, com certeza. É uma programa, é uma um reencarne bem programadinho, viajando mesmo. É isso aí. É, você já tá pensando lá paraa frente, hein? Marcos Amaral, bom dia. Feliz ano novo para nós todos, querido. Feliz ano novo. Marcondes, bom dia. Muito obrigada, querido. Que Deus abençoe a todos nós. Muito bem. Eu não consegui, eu consegui abrir. Ó lá, ele vai levar três dias, infelizmente ele não vai abrir. Vai demorar demais. Lindinhos, amanhã nós temos Bom Dia Café novamente. Hoje vocês não colaboraram, então eu não cheguei. Não vou, não vou chegar até meio-dia. [risadas] A culpa é de vocês. Mentira. A culpa não é de vocês não. Eu que brinquei aqui hoje dizendo que que a gente ia chegar até o meio-dia. Amanhã é capaz. Amanhã é capaz. Mas amanhã vocês vão saber porque que é

lpa é de vocês. Mentira. A culpa não é de vocês não. Eu que brinquei aqui hoje dizendo que que a gente ia chegar até o meio-dia. Amanhã é capaz. Amanhã é capaz. Mas amanhã vocês vão saber porque que é possível que a gente vá até o meio-dia. Vocês vão ter que estar acordar cedo amanhã. Eita. que eu tô voltando aí. Pronto. Tá vendo? É porque tá na hora de parar. Até a câmera tá câmera tá cansada. Queridos. Terezinha, beijos para nós todos. Não percam o Bom Dia Café de Amanhã, porque ele vai est especialíssimo. Se vocês ainda não sabem, a partir de amanhã e até o dia 30 de janeiro, nós vamos ter personalidades apresentando Bom Dia Café. Janeiro, janeiro do ano passado, nós já fizemos a janeiro de 2025 a gente já fez isso. Esse ano nós vamos fazer também um pouquinho diferente do que foi em 2025, mas também teremos personalidades apresentando Bom Dia Café. Então vocês se preparem porque eu sei que muita gente, muitos canais interrompem as suas transmissões, suspendem as suas transmissões, porque essa é uma época eh difícil para as pessoas se dedicarem às lives espíritas, como normalmente elas fazem, porque é quando as famílias estão reunidas, eh muita gente viaja, é um período para muitas pessoas de descanso. de lazer. E ontem, por exemplo, eu procurei live em vários canais que eu costumo acompanhar e só tinha gravação. [risadas] O povo tá querendo descansar, mas aqui no Bom Dia Café a gente pretende continuar. Nós estamos nos esforçando para isso, para manter o Bom Dia Café ao vivo, né, em live mesmo e não em vídeo para para compartilhar com vocês boas notícias, bons exemplos. E a gente ter um início de manhã sempre muito positivo à luz da doutrina dos espíritos. Então, por enquanto, até amanhã. Gratidão, Maria Re. Que 2026 seja um ano com muito café e boas notícias. Muito obrigada, querida. Um beijo grande para você. Um beijo no seu pai e também no César, viu? Um abraço grande para vocês todos. A gente volta amanhã. Ou seja, a gente volta agora só em 2026. Oh, meu Deus do céu. Bom dia, Café.

eijo grande para você. Um beijo no seu pai e também no César, viu? Um abraço grande para vocês todos. A gente volta amanhã. Ou seja, a gente volta agora só em 2026. Oh, meu Deus do céu. Bom dia, Café. Agora só em 2026. Muá! Um beijo enorme para vocês e até

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