Bom dia, café! 200825 AO VIVO

Conecta Espiritismo TV 20/08/2025 (há 7 meses) 1:01:59 13 visualizações

#manhã com Deus #bom dia com Jesus #bom dia espiritismo #mensagem de bom dia #refletindo com Kardec #palavra do bem #espiritualidade e espiritismo #reflexão espiritual #live de bom dia #despertar da consciência #comece o dia no bem #inspiração da manhã #fé e espiritualidade A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade e do canal português CONSOLAR E ESCLARECER. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5483594840801280

Transcrição

Bom dia, meus amigos. Bom dia, minhas amigas. Está começando agora a live de todos os dias da semana, o bom dia café, aquele café quentinho, recheado de boas informações, boas ações, bons exemplos, as boas notícias do dia para que a gente possa começar o nosso dia naturalmente de forma positiva, pensando no bem, pensando no belo, nas belas realizações da vida, sem, contudo, entretanto, a gente esquecer a realidade da vida. O bom dia é esta live recheada de bons exemplos, de boas informações para que a gente possa renovar a nossa fé no mestre de Jesus, modelo e guia para todos nós. Aliás, ao se falar de modelo e de bons exemplos, o bom dia contribui para que a gente reflita em quantas pessoas boas existem, fazendo coisas maravilhosas umas pelas outras. O bom dia também é uma forma simples de mostrar o espiritismo em nossas vidas, no nosso dia a dia, criando um equilíbrio entre as informações do cotidiano que mais frequentemente nos são oferecidas pela mídia convencional e as redes sociais, sabe? aquelas informações que às vezes fica lá meio escondidinhas nos grandes jornais, nos grandes blogs, nos portais, mas que são boas informações, gente agindo no bem para o bem de todos. São essas notícias que nós trazemos para aqui. E aí falamos igualmente do evangelho, falamos das obras básicas da codificação, da aplicação diária no nosso cotidiano, mas sempre de forma muito leve, às vezes até bem humorada. Se você gosta dessa proposta, participe, curta e compartilhe de segunda a sexta-feira às 7:30. todas as manhãs. Chame seus amigos, chame seus parentes, chame principalmente aquelas pessoas que você observou que estão eventualmente desanimadas com a vida, às vezes desiludidas com o ser humano. Venha com eles tomar um cafezinho com a gente, recheado de boas informações e de boas notícias. E aí, já estamos aqui com o nosso bom dia da quarta-feira. Hoje, claro, diferente, né? Não estamos aqui com a chefa Lux, a Stalux, mas ela já está aqui trazendo seu bom dia de sempre, né,

as notícias. E aí, já estamos aqui com o nosso bom dia da quarta-feira. Hoje, claro, diferente, né? Não estamos aqui com a chefa Lux, a Stalux, mas ela já está aqui trazendo seu bom dia de sempre, né, juntamente com os nossos amigos, com os nossos irmãos. Mas antes de entrarmos no chat e trazermos aqui o bom dia de todos, nós vamos começar com a nossa prece. Vamos trazer um pouco de reflexão em uma prece em forma de poesia. Aliás, um pequeno trecho de uma poesia de uma poetisa brasileira que só foi publicar o seu primeiro livro aos 75 anos de idade. Olha que maravilha. Ela que escrevia poemas desde os 14 anos, mas só conseguiu publicar o seu primeiro livro quando estava já aos 75 anos. Pois é. Então vamos falar dessa poetisa aqui também. Hoje vamos conversar um pouquinho a respeito desses e de outros assuntos. Então, para que a gente adiante do nosso programa faça o cafezinho bem quentinho e que ele não esfrie, vamos começar com a nossa vinheta da prece, naturalmente para que a gente possa a partir e durante a prece começarmos a entrar em sintonia com essas boas informaçõ que daqui a pouquinho, né, 10 desfilarão no bom dia de hoje. Am press a sermos construtores de um novo tempo, um tempo de fraternidade, sem erros, sem violência. Assim como nos revela os anseios da poetesa brasileira, tempo virá em que uma vacina preventiva de erros e violência se fará. As prisões se transform se transformarão em escolas e oficinas. E os homens imunizados contra o crime, cidadãos de um novo mundo, contarão as crianças do futuro histórias absurdas de prisões, celas, altos muros de um tempo superado. Ajuda-nos, Senhor, a nos empenharmos na construção desse novo tempo transformado, mais justo, mais fraterno. Uma quarta-feira abençoada de paz, de esperança e de amor para todos nós. Você, você seja bem-vindo ao nosso bom dia. Estamos iniciando o nosso bom dia a partir desta prece e agora vamos ao nosso bom dia aqui dos nossos amigos, dos nossos irmãos que já estão no chat aqui. Inicialmente quero pedir a

ao nosso bom dia. Estamos iniciando o nosso bom dia a partir desta prece e agora vamos ao nosso bom dia aqui dos nossos amigos, dos nossos irmãos que já estão no chat aqui. Inicialmente quero pedir a compreensão de todos. Ainda estou aqui, como diria a nossa irmã Clara Bispo, uma grande trabalhadora do movimento espírita aqui em Aracaju. Eu ainda tô meio barro meio tijolo, né? Mas acho que dá pra gente tocar um pouquinho aqui o cafezinho na manhã de hoje. E já estamos aqui recebendo desde cedinho, desde mas desde cedinho mesmo, a nossa irmã Maria Ferraz. Bom dia, Maria Ferraz, desejando um dia de muitas bênçãos, de muita gratidão para todos nós e para você também. Também estamos recebendo aqui o bom dia da nossa irmã Margarida Estrapa. Bom dia, Margarida, desejando o seu bom dia de Alagoinhas, aqui pertinho da gente, né? Não pertinho assim, não é? Não é, Maria, aliás, Margarida, mas relativamente vizinhos, né? E a nossa Stelux também já está trazendo o seu bom dia, né? É cenário novo. Tá vendo você? O que é o que é que a pressa não faz, né? Então, que bom que você gostou. Não está nenhum jardim de Estela, mas a gente também das nossas cacetadas aqui, como diria o grande humorista, não é? Então, estamos aqui em um novo cenário, conforme está apontando a nossa amiga Estela Martins. A Estalques, bom dia, Antonieta trazendo o seu bom dia de sempre para todos os cafezeiros. ela que está trazendo o seu bom dia aqui de Sergipe, na cidade de Riachuelo. Muito bom dia, Antonieta. E o nosso amigo irmão Paulux, o Paulo Inter. Bom dia, Paulux. Trazendo bom dia para todos os cafezeiros. Paul Lux que já está aqui também na beira do fogão desejando o seu bom dia para todos nós. Bom dia, Terezinha Falc Ribeiro. Ah, muito obrigado, Terezinha. Que Deus realmente nos dê saúde e paz para todos nós, né? E que a gente possa continuar a nossa jornada. Afinal de contas, vou revelar uma coisa só para você, viu, Terezinha? Ninguém mais tá nos ouvindo. A gente tem mesmo que caminhar porque a

todos nós, né? E que a gente possa continuar a nossa jornada. Afinal de contas, vou revelar uma coisa só para você, viu, Terezinha? Ninguém mais tá nos ouvindo. A gente tem mesmo que caminhar porque a conta é alta. A, eu tô até falando baixinho, né? Porque é só para nós dois. A conta é alta, então a gente precisa realmente colocar o pé na estrada. Terezinha que está trazendo o seu bom dia lá do DF em Brasília. o nosso amigo Paulo aqui trazendo o seu bom dia, um bom dia também querido, para você, Paulo, né? Muita gratidão aí sempre pelo seu apoio, pela sua presença, né? Esteja tudo em paz aí e ótimo com a sua família. Bom dia também da nossa amiga Dolores aí, Dolores. Dolores está trazendo aí o seu bom dia para todos os amigos aqui do Bom Dia Café. E bom que a Dolores também já está conosco, né? E a Terezinha, né? Terezinha Falker Ribeiro de novo, né? Bem-vindo. Claro, estamos de volta. Não sei se para sexta-feira a coisa dá pro tranco, mas vamos ver. Hoje aqui a gente vai, né, segurar um pouquinho o barco depois de algumas ameaças. Então a gente teve que pegar hoje no tranco aqui. E mas é isso mesmo, né? É isso mesmo. Nem vou dizer que foi Estela que fez isso, mas depois eu conto. Depois eu conto. Olha, e quem está conosco também, o nosso amigo Edeon Gonçalves. Bom dia, Deilton. Um dia de paz também para você com o nosso mestre Jesus, né? Muita paz e muita luz para você, viu, o nosso amigo Óilo, que também esteve aqui participando do programa, né? Aliás, muito bela, muito boa e bela participação. Bom dia, um dia feliz e abençoado para todos nós. Uma quarta-feira de muita luz, né, de muita harmonia para todos nós. E a nossa amiga Olga Ferrarim. Bom dia, Olga. Um dia de paz, um dia de luz, um dia abençoado, um dia lindo, né, para todos os cafezeiros que estão aqui nos acompanhando. Aliás, o Paulo tá é Paulo são seus olhos. Olha, a coisa ainda tá um pouquinho difícil, sabe? Ainda ainda tem um bocado de inflamação aqui pra gente cuidar, mas estamos tocando, né? Estamos andando.

o. Aliás, o Paulo tá é Paulo são seus olhos. Olha, a coisa ainda tá um pouquinho difícil, sabe? Ainda ainda tem um bocado de inflamação aqui pra gente cuidar, mas estamos tocando, né? Estamos andando. Estamos andando devagarinho. Estamos andando. E a nossa irmã Estela Vasconcelos, a Estela de Erechim. Ah, você quer esta prece? Mando. Sim, claro. Aliás, é uma prece que a gente adaptou aqui, né, com o trecho do poema de Cora Coralina, né, que vai ser homenageada no programa de hoje. Por isso que nós começamos com um trecho dos seus poemas, né? que esta poetisa que eu disse que só foi conseguir realmente editar o seu primeiro primeiro livro aos 75 anos de idade e tem poemas maravilhosos, né? Maravilhosos. Mas eu mando sim, Estela. Pode ficar tranquila. Se por acaso eu demorar, você pode me lembrar que eu farei o mais prontamente possível, tá bom? E vamos falar um pouquinho também sobre esse aspecto, um pouquinho também sobre esse aspecto da questão, né, dos presídios, viu, Estela? Hoje também ainda já a gente toca também nesse assunto. Sei que você tem um trabalho nessa área importantíssimo, né? Uma área realmente que merece as nossas vibrações, né? Bom dia, Margarida. Aliás, a Margarida já dei bom dia, né? Ela tá, tô retornando aqui. Tão vendo que a coisa tá meio no tranco, né? De vez em quando a gente vai aqui recapitular algumas coisas. Bom dia, Cristiano e Clementino, desejando um dia lindo para todos nós, para você também, Cristiane. Muita paz e muita luz para você. Bom dia, Hélia. Que bom que você já está aqui. Que bom que você lembrou aí dos amigos do chat. Olha, queria fazer uma proposta aqui. Gostaria, eu sei que nem todos às vezes tem a disponibilidade necessária para acompanhar o programa o tempo todo. Mas aqueles que tiverem momentaneamente nos acompanhando, nós vamos hoje e vamos sempre que possível repetir isso, lançar aqui algumas observações para que vocês possam, vamos compartilhar lá no chat ou vamos divulgar aqui para que vocês possam lá no chat colocar suas

hoje e vamos sempre que possível repetir isso, lançar aqui algumas observações para que vocês possam, vamos compartilhar lá no chat ou vamos divulgar aqui para que vocês possam lá no chat colocar suas opiniões, né? Trazer um pouco da visão inclusive da doutrina espírita. Não precisa necessariamente ser a sua opinião pessoal. também pode ser, por exemplo, a análise, né, dos nossos eh escritores espíritas, encarnados ou desencarnados, a posição do próprio Kardec, enfim, que cada um possa fazer um comentário em torno de determinado assunto ou determinada situação para que a gente possa ter esse processo de interação via chat, tá certo? Então é isso, é isso. Ah, foi sim, foi uma adaptação que a gente fez aqui, viu? Viu? Se você tivesse se referindo naturalmente ao poema, né? Mas a gente daqui a pouquinho faz chegar até as suas mãos, tá bom? A prece o trecho do poema. Bom dia para Rogério. Rogério Maeta, lá de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Como é que tá o tempo aí, Rogério? Aqui Aracaju, o sol já tá começando a a dar as caras, as pernas, os braços, o corpo inteiro, porque realmente tá surgindo aqui com um calor que vocês não imaginam. Tá começando bem quente. Olha que aí descendo pra gente, hein? Mas o sol já tá aquele sol, né, que tem um para cada e ainda sobe. Un sete. Dá pra gente mandar pro pessoal que tá esquecido por aí, viu? Bom dia, Terezinha Fal Ribeiro também tá que adorou o poema. Pois é. Eh, olha, eu tirei um trecho só do poema, tá certo? De Cora Coralina, mas depois eu mando também para você, Terezinha. É bem legal. Existe alguns poemas da Cora Coralina que sabe, é aquele jeito, né, que ela tinha de falar das coisas, das coisas próximas, né, das coisas próximas, né? Eh, ela era doceira e falava, fazia poemas sobre doces, enfim, ela viveu uma vida difícil, falava das dificuldades da vida. É uma visão bem interessante a visão de Cora, Coralina, né? Que bom que ela conseguiu ser descoberta, né? Mesmo aos 75 anos, apesar dela já ter publicado uma série de poemas desde a adolescência, né? Mas

ma visão bem interessante a visão de Cora, Coralina, né? Que bom que ela conseguiu ser descoberta, né? Mesmo aos 75 anos, apesar dela já ter publicado uma série de poemas desde a adolescência, né? Mas como escritora mesmo só veio ter reconhecimento com a opinião do Carlos Drumon de Andrade, que aí foi uma opinião de peso, né? Então aí as pessoas começaram a enxergar a grande poetiza Cora Coralina. E o bom dia também vai para a nossa amiga Maria Ferraz, às 5:50 da manhã em Houston. está pegando fogo. Então, pouquinho de sal para você também, viu? Pouquinho de sol. Vamos compartilhar ou nós juntos, né? Né? Eh, Maria Ferraz, vamos compartilhar um pouco do sal de rios, um pouco do sol de Aracaju aí para esses lugares aí que o sol tá meio devagarinho, é meio preguiçoso, né? Vamos mandar um pouquinho de sol para eles também. para que eles possam sentir esse calorzinho do início do dia. Bom, meus amigos, agora que nós já fizemos aqui a primeira parte do chat, vamos voltar aos nossos quadros, né? Afinal de contas, programa hoje, como eu disse, tá, né, enfim, o apresentador tá meio meio barro, meio tijolo, mas dá pra gente aqui trabalhar mais um quadro. Hoje, muito provavelmente a gente talvez não consiga avançar no quadro de notícias. Vamos talvez nos deter nas efeméries, mas é uma notícia que se a gente puder trabalhar, nós vamos chegar até lá. Vamos, portanto, às nossas efemérides. Afinal de contas, né, sempre que a gente começa aqui o bom dia, depois de feita, né, esse contato maravilhoso, né, esse intercâmbio com os nossos amigos e amigas do chat, a gente sempre vai pro quadro de efemérios. Pois é, nós temos três efemérides para hoje. A primeira efeméride lá do ano de 1873. 1873. Nasceu em Lyon, na França. Alex Kerrel, não sei se é exatamente esta pronúncia, mas Alex Krio foi um pensador e pesquisador dos fenômenos mediúnicos. Ele foi um biologista francês nascido em Lyon, como eu acabei de informar, que formou-se em medicina na Universidade de Lon, né, já no ano de 1900 estava graduado e depois emigrou

enômenos mediúnicos. Ele foi um biologista francês nascido em Lyon, como eu acabei de informar, que formou-se em medicina na Universidade de Lon, né, já no ano de 1900 estava graduado e depois emigrou pros Estados Unidos. A época dele não existiam anticoagulantes nas transfusões de sangue. E essas transfusões só eram possíveis mediante a ligação de vasos do receptor aos do doador. Então o Alex ele desenvolveu uma técnica que permitiu as transfusões sanguíneas. e graças ao seu trabalho no campo da medicina, né, no campo da fisiologia, portanto, graças ao seu trabalho de cientista, de pesquisador, no ano de 1912 ele recebeu o prêmio Nobel de fisiologia e medicina. O Alex Kerro, portanto, teve uma contribuição no campo da ciência e igualmente no campo dos estudos dos fenômenos mediúnicos, porque se dedicou enquanto pesquisador à análise desses fenômenos, convencido que se encontrava que era um campo de pesquisa que precisava ser humilhado pelos cientistas para que pudesse trazer fazer novos esclarecimentos, contribuições para este processo de intercâmbio entre os chamados mundo dos considerados mortos e mundo dos considerados vivos. Ora, se você está aqui nos acompanhando, especialmente os amigos do chat, que tal você também trazer aqui sua opinião? uma frase, uma observação a respeito da contribuição tanto da mediunidade quanto da ciência para o progresso da humanidade. Sim, porque é interessante a gente refletir a respeito da contribuição da da mediunidade e da ciência para o progresso da humanidade? É innegável os avanços que a gente tem na humanidade decorrente das pesquisas no campo da ciência. Mas enquanto a ciência se dedica a fazer os seus avanços, os seus experimentos, em geral, naquilo que fere os nossos sentidos, que pode ser verificado, comprovado, repetido, embora nem todas as ciências se permita a esse processo de reprodução, que é o caso das chamadas ciências sociais, porque os fenômenos sociais são irreprodutíveis, eles não se repetem. Mas nem por isso deixam de ser fenômenos

ias se permita a esse processo de reprodução, que é o caso das chamadas ciências sociais, porque os fenômenos sociais são irreprodutíveis, eles não se repetem. Mas nem por isso deixam de ser fenômenos científicos e devem ser investigados. Mas além da ciência ou para além da ciência, nós precisamos compreender também que nós não somos só matéria física. E nesta condição de seres que além de um corpo somático ou físico, de um corpo intermediário chamado corpo espiritual ou perespírito, nós temos uma alma. aquilo que normalmente o campo da psicologia, da parapsicologia chama-se de psiquê e que merece igualmente ser investigado. E aí muitos cientistas, como é o caso do Alex Kerry, se debruçou sobre análise dos fenômenos mediúnicos para que pudesse também trazer, como o fez no campo da ciência, da fisiologia, da medicina, um pouco de contribuição para essa realidade que muitas vezes nós temos dificuldades de enxergar. dificuldade de aceitar, porque nós estamos usando o chamadoir da matéria física. A gente quer fazer a comprovação, a dissecação da alma, como a gente faz no corpo físico. E nesse processo de intercâmbio entre os chamados vivos e os considerados mortos, nós precisamos ir um pouco além do campo puramente físico, puramente material. A mediunidade tem trazido para a humanidade uma contribuição essencial. E aqui não vai absolutamente nenhum favor ao espiritismo, porque o fenômeno mediúnico não é uma invenção nem dos espíritas e nem da doutrina espírita. O fenômeno mediúnico é um fenômeno de tudo sempre. e que foi investigado por diveras outras religiões e que ao se debruçarem sobre as questões da alma, sobre a vida futura, e aí neste campo a mediunidade talvez seja o instrumento mais adequado para que a gente possa Não apenas comprovar esse processo de interação, de intercâmbio constante entre os chamados vivos. Somos nós que estamos na vida de relação e os que já morreram, que de fato não morreram, que continuam vivíssimos da Silva. E a partir do fenômeno mediúnico,

rcâmbio constante entre os chamados vivos. Somos nós que estamos na vida de relação e os que já morreram, que de fato não morreram, que continuam vivíssimos da Silva. E a partir do fenômeno mediúnico, a gente pode fazer essas e outras tantas inúmeras constatações. Mas a mediunidade não é somente esta ferramenta para que a gente possa comprovar a existência da vida espiritual do mundo extracorpóreo. A mediunidade também é uma ferramenta de consolação, sim, e de grande consolação. Imaginemos a aflição daquele que acaba de perder, porque é assim que a gente vê, a gente acha que perdeu o ente amado, a pessoa querida. E a partir das mãos bondosas do médium, dos amigos de boa vontade do mundo espiritual, traz a frase de consolo para aquele familiar choroso, saudoso, através do familiar que retornou à vida espiritual, que lhe vem consolar, lhe confortar e dizer Não se entristeça. Eu estou ao seu lado. Vocês imaginem o conforto, o consolo para aquele que vive esse momento de luto, né, de perda, até que a gente possa compreendir um dia, né, que essa perda de fato não existe, mas que a partir da mediunidade, enquanto ferramenta de consolação nos oportuniza esta grande contribuição de consolar os aflitos do corpo e os aflitos da alma, de controlar os que permanecem na dor, na vida física e os que dando continuidade aos sofrimentos no mundo espiritual. muitas vezes permanecem igualmente em sofrimentos às vezes ainda mais atrozes. Então, santa e abençoada a ferramenta que há a mediunidade, que nos permite trazer a luz do esclarecimento e as bênçãos do consolo para aliviares. Traga também seu comentário, traga sua opinião, compartilhe conosco aqui, diga pra gente, claro, o que é que você acha da contribuição da ciência, dá a contribuição da humanidade para o progresso dos homens. Sim, nós estamos aqui, vamos colocar o chat aqui, né? Vamos aproveitar aqui antes de avançarmos nos comentários, enquanto a gente aguarda os nossos irmãos aqui, né, se posicionarem e trazer aqui o bom dia

nós estamos aqui, vamos colocar o chat aqui, né? Vamos aproveitar aqui antes de avançarmos nos comentários, enquanto a gente aguarda os nossos irmãos aqui, né, se posicionarem e trazer aqui o bom dia da nossa amiga Margarida Aires Machado, trazendo abraços fraternos a todos lá do Rio Grande do Sul, em São Francisco de Assis. também trazer aqui o bom dia da nossa amiga Michele Reis, que aliás trouxe um comentário. Que beleza, Michele, que bom. A mediunidade nos trouxe inúmeros livros de cunho científico, filosófico e moral, além das cartas de Chico, né? Ah, como são consoladoras aquelas cartas, né? Que bom. Como são consoladoras. Como conseguiu abrandar a dor de tantos e tantos corações chorosos, né? O bom dia também da nossa amiga Teresa Cristina Santos. Bom dia, Teresa, trazendo o seu bom dia para todos nós. O bom dia do do nosso amigo Thago César Monteiro. Paz e bem para você também, Thaago. Bom dia para Drica Reis. Bom dia, Drica, um dia abençoado, uma quarta-feira feliz. de paz e realizações também para você. Então, meus amigos, tá aí a primeira das nossas efemérides, né, o nosso registro do cientista, pesquisador de fenômenos mediúnicos, pensador, biologista francês, Nobel em fisiologia e medicina, Alex Kerrell, que nasceu no dia 20 de agosto de 1873 na França, em Lyon. Bom, a nossa segunda efeméri é da nossa poetisa. É verdade. Vamos falar da Ana Lins dos Guimarães, Peixoto, Bretas. É isso mesmo. Se você tá pensando assim, ué, mas Jairo falou há pouco que ia falar de Cora. Coralina. Pois é. Ana Lins dos Guimarães, Peixoto, Bretas, nascida em Goiás, teve o pseudônimo de Coralina, nascida em 20 de agosto de 1889, poetiza, contista, uma das mais importantes e brilhantes escritoras brasileiras. Ela que só teve o seu primeiro livro publicado aos 75 anos de idade, no ano 1965, em junho de 1965. Pois é, quando já tava com 75 anos de idade, ia fazer 76 anos, embora já escrevesse poemas e contos desde a adolescência. Quem foi Cora Coral? Mulher simples, doceira de profissão,

, em junho de 1965. Pois é, quando já tava com 75 anos de idade, ia fazer 76 anos, embora já escrevesse poemas e contos desde a adolescência. Quem foi Cora Coral? Mulher simples, doceira de profissão, viveu sempre longe dos grandes centros urbanos. Alhei alheia a modismos literários, mas produziu uma obra poética riquíssima com motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos beacos, das ruas históricas de Goiás. Ela começou a escrever aos 14 anos. Já com essa idade começou a publicar nos jornais da cidade de Goiânia. Inclusive teve publicações em diversos jornais de outras cidades. A Cora Coralina, como ficou naturalmente conhecida, só começou a receber reconhecimento do movimento literário brasileiro. A partir de quando Carlos Drumon de Andrade, é isso mesmo, Carlos Drumon de Andrade. lhe escreveu uma carta a respeito de um seus um dos seus poemas, Vintém de Cobre. E num trecho, num dos trechos da carta do Carlos Drumon, imagina Drumon, dizia assim ele: "Minha querida amiga Cora, Coralina, seu vintém de cobre é para mim moeda de ouro e de um ouro que não sofre as oscilações do mercado. É poesia das mais diretas e comunicativas que já tenho lido e amado. Que riqueza de experiência humana, que sensibilidade especial e que lirismo identificado com as fontes da vida. Aninha, Aninha é um personagem da poetisa. Aninha hoje não nos pertence, é patrimônio de nós todos, que nascemos no Brasil e amamos a poesia. Pois é. entre outros trechos, é o que nós encontramos na carta de Dromon para Cora Coralina. A essa época, a poetisa já envelhecida foi então reunir os seus poemas para fazer a publicação da sua primeira obra. E há um trabalho interessante feito pela Universidade Federal de Goiás sobre a poetisa e contista Quaraqualina dentro de uma coleção chamada coleção documentos goianos, em que faz a publicação de vários dos poemas de Cora Coral Lima lá. Lá nesta coleção nós encontramos poema dos becos de Goiás e outras histórias. Meu livro de cordel vintem de cobre, meias confissões de Aninha que tá

licação de vários dos poemas de Cora Coral Lima lá. Lá nesta coleção nós encontramos poema dos becos de Goiás e outras histórias. Meu livro de cordel vintem de cobre, meias confissões de Aninha que tá lá em Vintém de Cobre. Mas Cora também recebeu inúmeras outras homenagens, inclusive prêmios. Recebeu o título de honores do Dra. Honores Causas pela própria Universidade Federal de Goiás. foi homenageada com Troféu Jamburu, concedido pelo Conselho de Cultura de Goiás. Foi homenageada com o prêmio Juca Pato, da União Brasileira de Escritores, entre outros, entre outros. Cora teve uma obra vastíssima. Entre os seus poemas encontramos poema dos becos de Goiás e histórias mais meu livro de cordel. Vintém de cobre, meias confissões de Aninha, Tesouro da Casa Velha, Vila Boa de Goiás. Há um livro de contos, Histórias da Casa Velha da Ponte, foi publicado em 1985, mas ela também tem obras infantis, Meninos Verdes, A Moeda de Ouro que o pato engoliu e o prato azul pombinho. Então, Cora, Coralina é um exemplo de mulher que enfrentou as dificuldades da vida, mas manteve essa sensibilidade poética e transformou a realidade que o circundava em belos versos, em belos contos, que nos legou para que a gente possa a exemplo do trecho que serviu de prece no dia de hoje, servi de inspiração para todos nós. Então fica aqui a nossa justa justa justíssima homenagem a esta grande poetisa contista nascida no dia 20 de agosto de 1889 na cidade de Goiás. Ana Lins dos Guimarães, Peixoto Bretas ou simplesmente Cora Coralin. Fica aqui, portanto, esse singelo registro, né, desta grande poetisa, desta grande contista, desta grande escritora. Bom, nós temos mais amigos aqui trazendo o seu bom dia. Paramos aqui em Drica, né? E olha o nosso amigo aqui, Pedruques. Bom dia, Pedruques. Trazendo aqui o bom dia para todos, né? Pois é, é nome grande, né? Pois é. É verdade. Antigamente a gente tinha essas questões, né? Ainda bem que depois depois de a gente, eu tava foi lendo a biografia dela, Pedro, eh, depois de

todos, né? Pois é, é nome grande, né? Pois é. É verdade. Antigamente a gente tinha essas questões, né? Ainda bem que depois depois de a gente, eu tava foi lendo a biografia dela, Pedro, eh, depois de alguns anos, já naturalmente com a publicação das suas obras, ela resolveu não utilizar mais o nome dela e só se identificava, inclusive fazia essa exigência. por Cora, Coralina e pronto, né? Então, nesse ponto, nós estamos também meio empatados, viu? É Jairo de Jesus e ponto. É Cora, Coralina e ponto. Aliás, é pontinho, pontinho, pontinho no caso dela, né? Porque tem muita coisa aí, né? O nosso não é ponto e pronto. Tá, mas fica aqui a observação. Bom dia, Marilda Gonçalves Veiga, trazendo o seu bom dia de Rio Preto, de São Paulo para o mundo inteiro. Via Bom Dia Café. Vamos à nossa terceira efeméride. Aliás, efeméride curtinha, mas que pode significar pra gente momentos de boas reflexões em função do assunto. E quando nós escolhemos, viu Estela Vasconcelos, aquele trecho do poema de Cora Coralina, foi para que combinasse com essa essa terceira efemérida, tá? Eh, eu fiquei até na dúvida, né, que trecho, que parte do poema escolher. Até que nos deparamos com aquele dis, olha que legal, tem uma boa relação com essa terceira efeméride. E aí você vai entender porquê. Hoje, dia 20 de agosto, no ano de 1918, na cidade de São Paulo, capital, foi feito o lançamento pela doutora Marina Cardoso. Doutora Marina Cardoso, no centro espírita Pedro e Paulo, de um livro cujo título, atenção o título, cujo título é a religião nos presídios. Isso, a religião nos presídios. E eu achei interessante, né? Eu disse: "Olha que legal". Então acho que esse trecho do poema de Cora Coralina, sabe, ele bate muito com essa terceira efeméri também. E aí a gente pode refletir um pouco sobre a questão, né, da visão espírita sobre religião, da visão espírita sobre a justiça. E o livro da Dra. Marina Cardoso lançado em um centro espírita. Centro espírita Pedro Paulo fala a respeito exatamente da religião

da visão espírita sobre religião, da visão espírita sobre a justiça. E o livro da Dra. Marina Cardoso lançado em um centro espírita. Centro espírita Pedro Paulo fala a respeito exatamente da religião nos presídios. É muito é muito comum às vezes a gente se preocupar e e não tá errado, tá perfeitamente correto, compreensível, a gente se preocupar com a vítima. Mas a gente precisa muitas vezes pensar agressora, né? aquele que é vítima da sua própria sanha, da sua falta de conhecimento a respeito das coisas morais, da falta de vontade para controlar os seus próprios impulsos, daquele que muitas vezes por uma fração uma milésima fração de segundos em que ele não faz o esforço necessário para conter o seu ímpeto. Ele muitas vezes destroça a própria existência física dos familiares e daqueles que lhe foram vítimas. Imaginemos por algum segundo, anos e anos depois, quando esse agressor, quanto mais ou não, na fieira do tempo despertou pra vida verdadeira e é um homem transformado. Aí a gente talvez possa avaliar o que ou que diferença poderia ter sido feita. Se a gente também tivesse um pouco de vibração, de prece, de compaixão pelo agressor. Sei que é muito duro a gente às vezes falar algo assim. Imagina dizer isso pra mãe que segura o filho no braço, vítima. da bala de um tiroteio entre gangues e rivais. Imagina dizer isso para ela, que ela deveria pensar também no agressor. Sei que é muito difícil, mas nós precisamos compreender que a nossa compreensão de justiça na percepção que nós temos ainda é muito acanhada. Porque ela não vai além dos fatos que ferem os nossos sentidos ainda obtusos, limitados. E a gente não tem como profundidade avaliar as causas anteriores, os fatores predisponentes que promoveram a situação atual e os efeitos ou consequências futuras. Então, por essa ótica, se nós já fomos bafejados pela luz do esclarecimento da doutrina espírita, pela mensagem consoladora do evangelho de Cristo, dediquemos o nosso momento de prece, de oração. para as vítimas

essa ótica, se nós já fomos bafejados pela luz do esclarecimento da doutrina espírita, pela mensagem consoladora do evangelho de Cristo, dediquemos o nosso momento de prece, de oração. para as vítimas de qualquer natureza. Mas comecemos igualmente a pensar um pouco também no envolvimento fraterno, vibratório em relação ao agressor. E talvez aí a gente comece a desconstruir um ambiente que poderia se prolongar às vezes por séculos, pela falta de sensibilidade daquele que muitas vezes fere Agride, que tem a sua sensibilidade emboltada pelos instintos ainda que deveria prevalecer na nossa vida animal e não mais na vida hominal. Por isso, pensemos na visão espírita de religião. Pensemos na visão espírita de justiça para que a gente possa ampliar essa compreensão a respeito da realidade que nós temos. Sei que, repito, não é fácil. É uma análise que aparentemente parece ser simplória, né? Mas nós precisamos pensar um pouco para além do que habitualmente o nosso cotidiano nos exige. E há muita gente fazendo trabalhos dignificantes nos presídios. Tive oportunidade ainda na juventude, apesar de desaconselhado, é bem verdade, de durante muito tempo participar de uma reunião em um presídio, um grande presídio aqui em nosso estado. E embora aquele ambiente difícil, pesado, nós ainda recém saído da adolescência, não íamos sozinho, naturalmente, íamos com um casal e mais uma outra amiga do grupo de juventude. Éramos quatro. E habitualmente, aos sábados à tarde, nós íamos então ao presídio para que muito rapidamente, quando lá chegássemos, reuníamos aqueles sentenciados, aqueles presidiários que lá estavam segregados e que desejavam compartilhar alguns minutos conosco. E líamos então o trecho do Evangelho e fazíamos breves comentários. Posso garantir para vocês uma coisa. São trabalhos que rendem frutos. Só que esses frutos eles não podem ser contabilizados ou contados. pela quantidade, sabe? Mas pela semeiadura, pelo que a gente vai impregnando de ideias positivas, boas ali naquele ambiente

m frutos. Só que esses frutos eles não podem ser contabilizados ou contados. pela quantidade, sabe? Mas pela semeiadura, pelo que a gente vai impregnando de ideias positivas, boas ali naquele ambiente tão difícil. Eu sei que muitos dirão assim: "Ah, mas tem muitos que se aproximam só para se aproveitar, receber benefícios. Que seja, que seja a semeiadura vai ficar. Ah, mas muitos daqueles que estão assistindo ali vão sair, vão recapitular, vão recalcitrar, vão repetir, às vezes vão produzir crimes ainda mais edondos. vão. Mas se a gente conseguir em um único homem daqueles ou uma única mulher modificar um só defeito, eu nem tô falando modificá-lo, eu tô falando modificar em uma única pessoa, um só defeito, já teremos valido a pena. já terá valido a pena. Porque um homem com um defeito a menos pode produzir muito mais do que o que a gente imagina. Não apenas pelo que de negativo ele poderia fazer e não fará mais em função daquele não defeito. mas pelo bem que ele pode promover em função de ter aberto talvez um novo espaço para fazer algo de útil, algo digno. Então, meus amigos, pensemos nessa possibilidade dessa desse permanente contato da religião com a justiça. E esse livro, A religião nos presídios, da Dra. da Marina Cardoso é o que tá servindo de pano de fundo para que a gente possa naturalmente fazer essa reflexão. Aqui nós já temos algumas observações. A nossa amiga Rosiane Caetano trazendo o seu bom dia. Bom dia, Rosiane, a nossa amiga Estela Vasconcelos que tem um trabalho nos presídios, o homem que fere, que agride, é aquele que já não consegue lidar com a sua própria dor. Ainda nossa amiga Estela Vasconcelos, há muita dor e sofrimento nos presídios. Nosso chamado umbral é lá. E se os espíritos bem fazejos vai até lá resgatar, porque nós também não. Perfeito, perfeito. Então é isso. Hoje ainda meu barro, meu tijolo aqui. Trouxemos um pouco aqui desta destas reflexões, né, nesta quarta-feira. Desejando para todos uma quarta-feira de muita paz, de muita luz,

perfeito. Então é isso. Hoje ainda meu barro, meu tijolo aqui. Trouxemos um pouco aqui desta destas reflexões, né, nesta quarta-feira. Desejando para todos uma quarta-feira de muita paz, de muita luz, uma quarta-feira abençoada, como está fazendo a nossa amiga Mair Guerreiro lá de Tampa, na Flórida. Que possamos ter boas realizações, não apenas nesse dia, mas durante toda a semana. O bom dia volta amanhã. Você sabe essa live que tem como proposta elevar os nossos pensamentos, né? Estabelecer oportunidade de conexão mental e espiritual através desse compartilhamento de boas notícias, de bons exemplos, de boas informações, aliás, informações que estão disponíveis ao nosso derredor. Se a gente procurar, nós vamos encontrá-las. O bom dia que fundamentado nos postulados espíritas nos permite fazer uma reflexão a respeito das questões que nos preocupam, né, desse ambiente que nos envolve. mas que o faz isso através de um programa desta live de forma assim meio desataviada, né, com bastante alegria, com ponderação, fazendo um esforço para que a gente possa sempre estar se posicionando de forma doutrinariamente correta. Então, se você gosta dessa proposta de trabalho, participe, curta, compartilhe, divulgue nas suas redes sociais, chame seus familiares, seus amigos, para que eles estejam também aqui nos acompanhando de segunda a sexta-feira, às 7:30 da manhã. Bom dia. Que tem a apresentação de Estela Martins, Patrícia de Roios, Pedro de Paiva e este aqui que vos fala Jairo de Jesus, Stelux, Patlux, Pedrux e Jairux. A produção é da jornalista Estela Martins e o bom dia, portanto, através do canal Consolar e Esclarecer e Renovando Consciências, dois canais parceiros, mas que há muitos outros canais transmitindo. Não vou fazer a divulgação porque vou acabar esquecendo. Tô sem a minha relação aqui, mas aumentou, o que é muito bom para todos nós. Ajude, portanto, na divulgação. O Bom Dia também tem um grupo de WhatsApp. Se você desejar participar, entra em contato com a gente. Nós

a relação aqui, mas aumentou, o que é muito bom para todos nós. Ajude, portanto, na divulgação. O Bom Dia também tem um grupo de WhatsApp. Se você desejar participar, entra em contato com a gente. Nós disponibilizamos então para que você possa, a partir do link, do convite do link, fazer parte deste programa, deste grupo de WhatsApp do Bom Dia Café. Muita paz, muita luz para todos e possamos ter um dia sereno de boas realizações para todos nós. Finalizando o nosso bom dia de hoje.

Mais do canal