Bom dia, café! 180925 AO VIVO Renovando Consciências e Consolar e Esclarecer

Conecta Espiritismo TV 18/09/2025 (há 6 meses) 1:12:22 5 visualizações

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade e do canal português CONSOLAR E ESCLARECER. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhã com Deus, #bom dia com Jesus, #bom dia espiritismo, #mensagem de bom dia, #refletindo com Kardec, #palavra do bem, #espiritualidade e espiritismo, #reflexão espiritual, #live de bom dia, #despertar da consciência, #comece o dia no bem, #inspiração da manhã, #fé e espiritualidade 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5483594840801280

Transcrição

เฮ Muito bom dia para vocês. Que felicidade estarmos juntos reunidos aqui no Bom Dia Café através do Consolário Esclarecer de Portugal, através do Renovando Consciências do Brasil, através da web Rádio Fraternidade, também transmitido pelo Grupo Espírita Fonte Viva através do Instituto Goiano de Estudos Espíritas, Conecta Espiritismo TV, também nos dando a honra de transmitir a Rádio Espírita do Paraná, Facebook da Estela. Como é bom estarmos todos aqui reunidos nesta corrente de amor. Começar bem o dia é lembrar das oportunidades maravilhosas que Deus nos oferece. Todos nós temos os valores dele dentro de nosso coração. Às vezes precisamos só de uma lembrança ou de um empurrãozinho. Alguns precisam de um beliscão. Quantas vezes eu precisei mesmo, não é, do professor sofrimento para lembrar as coisas maravilhosas que o Cristo investiu no meu coração. Quantas vezes eu precisei me assustar para lembrar de que Maria, a mãe de Jesus, está aí o tempo todo pronta a nos auxiliar nos momentos de grande dificuldade, mas também nos momentos de alegria. É, é importante sabermos que termos a nosso favor constantemente um Cristo planetário que nomeou sua mãe para atuar aqui na Terra. Porque apenas através do amor materno é que os espíritos que chegam num grau de sofrimento, a ponto de ficarem cegos na sua teimosia e a rebeldia as leis de Deus podem ser alcançadas. Sabe por quê? Porque o espírito materno é o que mais aproxima a humanidade, o Deus criador. Hoje nós vamos trazer um vídeo muito especial, um vídeo feito pelo pessoal do, deixa eu botar aqui para não errar, navegantes entretenimento, tá lá no YouTube, se chama O menino que engoliu o choro. É uma curtametragem. E sabe quem que vem aqui para visitar a gente? para falar a respeito também desse assunto. Por quê? Porque eu ainda sou muito falho nesse campo. Mas teremos aqui duas pessoas que não são. Patrícia de Roios e Estela Martins. Elas são vão entrar numa parte aqui do programa para falar a respeito disso. Nós vamos fazer um Bom Dia Café

nesse campo. Mas teremos aqui duas pessoas que não são. Patrícia de Roios e Estela Martins. Elas são vão entrar numa parte aqui do programa para falar a respeito disso. Nós vamos fazer um Bom Dia Café diferente. Veja só que legal. Eu não tive tempo, né, de entrar nos programas delas para ajudar, para de repente até atrapalhar o andamento dos problemas, mas elas estão tendo, estão me dando a chance da presença delas aqui para também trazer para vocês. Nós vamos aqui no nosso bate-papo falar a respeito disso que é importante. Sabe por quê, gente? a treva, os espíritos inferiores, o diabo, o capeta, como a pessoa chamar, não importa onde eles querem atrapalhar os planejamentos divinos. Na célula familiar. E a célula familiar não precisa de nada de extremismo para ser protegida. Não, ela só precisa que a gente viva um pouco mais do amor que Jesus nos deu. E olha, isso aqui não é uma coisa que tá na minha cabeça que nossa, esse cara tá falando coisas bonitas. Não, não, não. Isso tá lá no capítulo 14 do Evangelho Segundo Espiritismo. Isso tá lá na na no livro dos espíritos também, no 199, no 288, né? Bom, quem sabe de cor as as os artig as as questões são amigos que nós amamos muito, vocês já sabem quem é quem são, né? Mas dá uma olhada lá no livro dos espíritos, na questão 199, na questão 208, eu falei 288, não, 208, 355, para ver essa situação das criancinhas. Mas o capítulo 14 do Evangelho Segundo o Espiritismo, ah, ele é absoluto. Gente, eu vou até falar melhor, ó, o capítulo 14, itemo, primeiro, segundo, terceiro, quarto, quinto parágrafo e sexto parágrafo. Depois a gente vai dar uma lida nas linhas deles. Esse é o espírito do Bom Dia Café, trazer notícias que são relevantes pra nossa vida, pro nosso dia a dia. Olha, pense comigo. Estamos ouvindo falar de movimentação bélica na Europa, como nunca se ouviu desde a Segunda Guerra Mundial. Ouvimos movimentos na Ásia que nos assustam. Vivemos hoje uma guerra comercial sem igual na história moderna. Eu não digo na antiga, porque na antiga já

nunca se ouviu desde a Segunda Guerra Mundial. Ouvimos movimentos na Ásia que nos assustam. Vivemos hoje uma guerra comercial sem igual na história moderna. Eu não digo na antiga, porque na antiga já aconteceu. Os antigos colonizadores fechavam o mar, só passava pelo mar aquilo que interessava para eles. E as pobres coitadas das colônias viveram até o início do século XX. Aliás, algumas, algumas, por incrível que pareça, até 1956 eram colônias ainda, alguns países da África. Então, nessa era moderna, vivemos do século XX, vivemos situações sem igual, mas não inimagináveis. Não inimagináveis, porque lá no Velho Testamento a gente ouve falar: Deus avisa antes os seus profetas. E Jesus diz o seu evangelho, né? ouvereis falar de guerras e rumores de guerras, não vos assustis, é necessário que isso aconteça. Aliás, Mateus 24 é bem claro o Cristo explicando as situações da humanidade, mas ele também disse que não deixaria ninguém órfão. E o Bom Dia Café tá fazendo o quê? tá trazendo as notícias que são relevantes, que são aquelas que dão equilíbrio às mentes, fortalecem os corações, nos lembram onde nós temos que começar a andar para poder caminhar corretamente na rua. Começamos a andar direto, é dentro de nós mesmos, dentro da nossa casa. Hoje a nossa prece vai ser uma passagem muito legal aqui. Já vou trazer o vídeo, já vou trazer a as nossas visitantes, né? Vocês vão gostar demais de falar com elas, porque o Bom Dia Café, vou trazer aqui rápido, a efeinha, né? E as notícias também de hoje serão essas, porque a Estela eh, jornalista, a Patrícia, a Patrícia, gente, é um fac tótom, é uma coisa incrível. Ela consegue resolver tudo de todos em todos os lugares, não é? E isso vai nos trazer as notícias do dia, porque elas vão trazer comentários que são relevantes e que estão acontecendo, pipocando por aí. Mas a nossa prece é essa passagem aqui do livro Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 14, que diz assim: "Ó espíritas, compreendeis agora o grande papel da humanidade?

acontecendo, pipocando por aí. Mas a nossa prece é essa passagem aqui do livro Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 14, que diz assim: "Ó espíritas, compreendeis agora o grande papel da humanidade? Compreendei que quando produz um corpo, a alma que nele encarna vem do espaço para progredir. Eai-vos dos vossos deveres e ponde todo o vosso amor em aproximar de Deus essa alma. Tal a missão que vos está confiada e cuja recompensa recebereis se fielmente a cumprides. Que assim seja. Uma prece maravilhosa, não é? dentro desse campo que nós estávamos pensando. Efemérid, eu já vou pular então direto para efemérid porque você viu, Estela, numa abertura simples, a gente já está quase 15 minutos no ar, não é? Muito rápido. Olha só, deixa eu aqui dar um abraço para quem tá aqui. Dulce Correia, um bom dia para você, Marilda. Ah, eu vou depois mostrar para vocês as fotos. Gente, conheci pessoalmente. A maioria da gente já tinha se encontrado com lá em Conscha e lá no céu. Mas vocês não vão acreditar. Eu conheci pessoalmente a norma. O pessoal, você não pode ficar 30 segundos olhando pros olhos da norma. Aqueles olhos verdes embriagam a gente, hipnotiza, né? Mas é uma hipnose pro bem. Conheci pessoalmente sensacional. Eu me senti como uma criança protegida. Numa foto vocês vão ver a marida tá de um lado, a norma do outro. Você sabe aquele momento que você se sente protegido? Esse é um daqueles que ficam registrados na nossa memória espiritual. Então, olha aqui, Marida, um bom dia para você também. Margarete Áres, um ótimo dia. São Francisco, lá do Rio Grande do Sul. Margarete, que legal. O meu irmão Emanuel, ele é gaúcho, ele nasceu ali no naquele hospital perto da praia de Belas. Rita Isabel. Rita, bom dia. Rita. Rita, domingo agora tem a festa da primavera na casa transitória Fabiana de Cristo aqui em São Paulo. Começa no domingo, começa às 11 horas. Tá bom. Tem palestra, vai ter show de música, vai ter venda de plantas, vão vender também hortaliças, a os produtos de artesanato,

a de Cristo aqui em São Paulo. Começa no domingo, começa às 11 horas. Tá bom. Tem palestra, vai ter show de música, vai ter venda de plantas, vão vender também hortaliças, a os produtos de artesanato, vai ser uma festa linda e acontece para dar as boas-vindas a essa a essa estação do ano, não é, de uma maneira correta, porque geralmente no derreter da neve, ou seja, no final do inverno, é quando os homens ligavam os tanques, não é? Os jeipens e os mísseis para serem usados. Dolores Queiroz, um bom dia para você também, Dores, querida. Terezinha, um bom dia, Terezinha, deixa eu trocar aqui o Ah, eu não tô pondo vocês aqui, Marilda, um bom dia para você. Olga Ferrarinho, bom dia, Olga. É isso mesmo, são cafezeiras lindas. Olha lá o a Marida pedindo o povo para acordar. O Ai, meu povo. Mas a Marida é do sudoeste de São Paulo, São José do Rio Preto. Tá falando? Vamos lá. Vou colocar aqui a efeméri de Não, efeméri. Isso. Vou estar com a Vieta da Femérid e nós já vamos botar o vídeo. Aliás, não, primeiro nós vamos convidar, assim que a Patrícia voltar, nós vamos trazer as nossas convidadas. Aproveita a oportunidade, já que elas também vão estar aqui, nós vamos junto com esse assunto da família, nós vamos botar dois, um vídeo sobre o Hospital Espírita Fabiano de Cristo aqui em São Paulo. Ele fica lá em Caieiras, o município aqui de São Paulo, na grande de São Paulo. Esse hospital cuida de pessoas que estão fazendo o tratamento no câncer e eles sempre estão precisando da nossa ajuda. Uma das nossas chamadas do programa de hoje, duas são as chamadas, tá? que são a situação desse vídeo magnífico do menino que engoli o choro e a situação dos hospitais espíritas que precisam da nossa ajuda, precisam da nossa presença efetiva. Você vê o hospital espírita Fabiano de Cristo lá de Caheiras, não é? Eh, a gente vê num vídeo ali, eles estavam vendendo uma ripa 300 nomes e não conseguiu vender todos. No entanto, eles conseguem atender todas as pessoas que batem na sua conta gratuitamente.

s, não é? Eh, a gente vê num vídeo ali, eles estavam vendendo uma ripa 300 nomes e não conseguiu vender todos. No entanto, eles conseguem atender todas as pessoas que batem na sua conta gratuitamente. Aliás, eles não fazem só o tratamento do câncer, não. Eles também têm o acolhimento à família e a situação de ajudar quem não tem onde ficar, porque todo mundo sabe que o tratamento do câncer é algo que é muito prolongado. E infelizmente para nossa situação ainda como país, não é? fica praticamente tudo centralizado no estado de São Paulo. Um dia, quando nós tivermos linhas férreas ligando todos os nossos estados, isso nós teremos um dia. Nós poderemos ter polos espalhados, não é, de educação, saúde por toda a nossa nação. Olha lá, vinheta da FN. Ai ai, vocês não vão acreditar, mas fechou a página. Programa ao vivo é assim. Ah, para a nossa sorte e ped vocês também que estão aqui nos nos abastecendo com a sua paciência a nossa efemé de curtinha. Fechou, pessoal? Vocês não acreditam. Que coisa incrível. Como, como é um nome conhecido mais estrangeiro, eu não queria errar. Vamos lá. Em 1971, na data de hoje, 18 de setembro, desencarnou Hubert Forrestier, diretor da revista Espírita. fez um grande trabalho. Ele foi sucessor do Geer, né, que foi uma liderança do do movimento espírita francês. Ainda bem que esse pessoal fez um bom trabalho. Hoje nós temos aí as o acesso às revistas espíritas, que, aliás, você pode baixar gratuitamente no site da Federação Espírita Brasileira ou usar. Pessoal, acesse, use, ajude o site Kardec Pídia. O site kardecpidia.com, deixa eu ia botar aqui, é algo que precisa ser divulgado constantemente, porque ele ajuda a pesquisa de uma forma muito dinâmica. Basta que você coloque uma palavra. Você coloca lá uma palavra, por exemplo, família, que é o que nós vamos conversar hoje. Ele vai te mostrar na revista dos espíritos, ele vai te mostrar no Evangelho Segundo Espiritismo, ele vai te mostrar no livro dos espíritos, onde estiver a citação da palavra família.

conversar hoje. Ele vai te mostrar na revista dos espíritos, ele vai te mostrar no Evangelho Segundo Espiritismo, ele vai te mostrar no livro dos espíritos, onde estiver a citação da palavra família. Então, se puder, acesse kardecpidia.com e lá tem um link que você pode também contribuir. Vale a pena. Tá na hora da gente dar uma chacoalhada, pessoal. Dar uma chacoalhada nesse movimento dessa doutrina magnífica, porque se a a o pessoal da treva é ousado, nós precisamos ser menos ousados e mais ousados também. Vamos às nossas convidadas. Vou trazer vocês primeiro aqui. Vocês já podem entrar no ar. Faz assim com a mão que eu que eu traco. Oba! Vamos a nossas convidadas que eu vou botar o vídeo com elas no palco porque eu preciso o quê? Disparar a emoção. Bom dia, café. Gente, é uma forma maravilhosa de começar o dia. Se você aprender a começar o dia com isso dessa maneira, todos os seus dias, de segunda a sexta, que são os dias úteis da semana, você vai terminar o dia fazendo inventário, como Santo Agostinho sugeriu lá no 919A do livro dos espíritos, e vai ver que acertou mais do que errou. Vinheta do da visita. Nossa Senhora. >> Bom dia. O sol amanheceu na fazendinha. esqueci o resto. Bom dia. Bom dia. Bom dia. >> Faltou fazer assim com a mão. Faltou fazer assim com a mão. Você faz assim. >> Acorda o bezerro e a vaquinha. >> E aí? Boas tardes, Patrícia. >> Buenos dias. Boas tardes, minha gente. >> Olha só que maravilha, pessoal. >> Ai, meu Deus. Só faltou o Jairux aqui, mas nós sabemos que que ele está ele tá incomunicável. >> O Jaru é professor, gente. Então é final de semestre. Nós compreendemos a situação dele, não é? Nós compreendemos. Aliás, a situação do professor é algo tão interessante que o Emanuel, vale a pena você dar uma lida, viu, pessoal? No livro Seara dos Médiuns. Seara dos Médios, esse livro aqui, ó, vai num capítulo chamado palavra. O Emanuel usa o termo mediunidade falante. É muito legal, não é psicofonia que tá lá no livro dos médiuns, hein? >> Mediunidade falante é o que você, eu,

vro aqui, ó, vai num capítulo chamado palavra. O Emanuel usa o termo mediunidade falante. É muito legal, não é psicofonia que tá lá no livro dos médiuns, hein? >> Mediunidade falante é o que você, eu, Estela, Patrícia, qualquer um faz diariamente. É muito legal. E Emanuel coloca assim, ó. A palavra vibra no alicerce de todos os males e de todos os bens do mundo. Meu que legal. Seara dos médiuns, o capítulo palavra e a gente vai ver que todos nós podemos ser médiuns falantes. Muito legal esse ano, né? >> É verdade. Responsabilidade. >> Estela Patrícia, posso botar o vídeo? Ô, já, >> ó, vocês vocês saberem, eu tava desde as 4 da manhã tentando baixar esse vídeo, não tava dando certo. Aí a Patrícia apareceu um pontinho ali, ela deu: "Bom dia, eu falei: "Patrícia, me socorre". Ela botou aqui. >> É, nós estamos junto, >> nós vamos assistir porque ela conseguiu botar isso aqui no nosso estúdio. Olha que legal. >> Por isso que a gente precisa chamar Patrícia a partir de agora. A Patrícia é o quê? A Patrícia é gestora. quê de problema. >> É, olha, gente, >> especialidade da Patrícia é gestão de problemas. >> É, a Patrícia já começa a pensar que ela é igual o Espírito Santo. Todo mundo sabe que existe, mas nunca sabe onde vai baixar. Mas onde baixa resolve. Excelente. Essa foi a melhor. >> Cuidado, minha gente. Cuidado que possa aparecer a qualquer momento. >> Mas parece para resolver. Aparece para resolver. >> Olha a responsabilidade. P. >> Vocês vão ver. Olha esse vídeo, gente. O menino que chorou, que engoliu o choro, ele foi produzido pela Navigantes e Entretenimento. Eles autorizam a divulgação, não é? Quem fez a direção roteiro foi Gilbert Amaral, que diretor de arte Elton Caetano. Produção Cristofer Costa aí teve a dublagem do menino Rafael Miranda. Tacila Fazne foi a irmã. O Jober Amaral é o pai. A Mariana Miranda é a mãe. Jeferson K é o narrador de futebol. Cris Paisa fez a narração e a trilha sonora é do PH Lara. E aí eles sugerem, não é? Deixe seu comentário, compartilhe com quem precisa

i. A Mariana Miranda é a mãe. Jeferson K é o narrador de futebol. Cris Paisa fez a narração e a trilha sonora é do PH Lara. E aí eles sugerem, não é? Deixe seu comentário, compartilhe com quem precisa essa história, inscreva-se no canal para mais conteúdos que toqu o coração. Canal é o Navegantes Entretenimento. Eles têm nesse momento, 17.200 inscritos. Vamos ver até o final do dia quantos mil inscritos eles vão ter, tá bom? Esse esse vídeo ele é baseado no livro A o menino que engoliu o choro de Cris Pa. O legal é que a Cris Paz era conhecida antigamente como Cris Guerra. Hoje ela é conhecida como Cris Pa. Olha que legal. >> Muito legal. Tem um amigo meu também lá do Rio de Janeiro, uma família do Rio de Janeiro, família Guerra, que eles também falam assim: "Não, agora começa a chamar a gente de paz, de paz". Você veja que barato, né? Muito legal da palavra. >> Vamos ver. Vamos assistir. >> Vai lá. Vai Vai começar mais uma partida importante do campeonato. Os times entram em campo, o público enlouquece com a presença do menino. Começa a partida e o menino parte para o ataque. Ele passa por um, escapa da falta e deixa o zagueiro na saudade. O menino vai em direção ao gol, já prepara o chute. Está cara a cara com o goleiro. Preparar o chute. Chutou. Menino, quantas vezes eu já falei para você não jogar futebol dentro de casa? Agora engole esse choro. Engole esse choro porque homem não chora. O menino já tinha escutado aquela frase antes, mas nunca tinha dado importância a ela até aquele momento. Tentou engolir saliva, engoliu em seco, tentava entender o que o pai quis dizer. queria logo aprender esse tal de engolir o choro. Como ele gostava de deixar o pai orgulhoso, se esforçou, se concentrou e treinou até conseguir. O menino chorou só por dentro, sem ninguém saber. Desde o dia em que o pai o mandou engolir o choro, nada foi capaz de soltar as lágrimas daquele menino. >> Por muito tempo, nem uma gota de água salgada foi derramada. O menino virou um mar por dentro.

esde o dia em que o pai o mandou engolir o choro, nada foi capaz de soltar as lágrimas daquele menino. >> Por muito tempo, nem uma gota de água salgada foi derramada. O menino virou um mar por dentro. O mar do menino era barulhento. Menino, vem comer. Sua mãe pensava que aquele barulho era fome e tascava logo um lanche no menino. Ele engolia como sempre o lanche e o choro. O marzia dentro de si era revolto e imenso. dentro, as emoções se misturavam num maremoto sem fim. O menino sorria, mas já nem sabia porque sorria. Era um sorriso seco, meio bobo, sem deixar escapar uma dorzinha sequer. >> Homem não chora. >> Atitudes assim faziam o menino engolir sentimentos que se afugavam no seu profundo mar de dentro. >> O que foi, maninha? A vovó se foi. >> Coitadinha, não sabe engolir o choro. A irmãzinha do menino chorava muito, chorava, esvaziava e depois ainda dizia: >> "Ah, como alivia!" >> Parece que ela nem queria saber de engolir o choro, deixava a dor entrar, deixava a dor sair. E assim era uma menina feliz. Ai, >> às vezes um pé de mesa pode ser muito malvado, mas também pode ensinar lições valiosas. >> E o menino chorou. chorou a dor do dedinho do pé, mas também tantas outras dores reprimidas por todo aquele tempo engolindo o choro. Papai, o menino aprendeu muito. com essa história de engolir o choro e quando tem chance ensina para quem precisa o que ele aprendeu. Pode chorar, papai, para te fazer bem. E agora quem que vai começar a falar? um lencinho. Aí eu já fui buscar a caixa. >> Ô gente, é muito emocionante porque >> é >> esse final aí que ele chega, papai, me lembra o meu filho que fazia isso. Nossa, quer dizer, morreu, eh, fazia, não é que agora ele tem 33 anos, mas a minha filha com, ela tá com 12. Vocês terem uma ideia, ela quando nasceu, ela falava assim que a gente sempre tem, não tem muita opção de filmes, né? Então, quando você vai ver um filme de ficção científica, você tá vendo lá, de repente, quando você vê, eh, sangue para tudo quant é lado. Aí ela chegava assim:

tem, não tem muita opção de filmes, né? Então, quando você vai ver um filme de ficção científica, você tá vendo lá, de repente, quando você vê, eh, sangue para tudo quant é lado. Aí ela chegava assim: "Pai, com 4 anos de idade, pai, esse filme tem arma? É, que que você tá vendo? Esse filme tem sangue? É, o que que você tá vendo?" Olha que coisa. Porque a gente acaba aprendendo a querer ser durão, não é? Nessas situações onde o mundo oferece. Mas lhes digo uma coisa antes de passar para vocês. Eu com 35 anos comecei a ter muito mais noção do que realmente estava fazendo aqui na Terra. E de 2000 2020 para cá, quando eu me aprofundei nesses ensinamentos espíritas, não estou desfazendo de nenhuma outra doutrina, mas é que tem umas que a gente se encontra mais. Eu aprendi sem medo a permitir a falar o que está aqui no coração. E a gente compreende que quando a gente abre o coração é quando a gente menos se fere. Até então achava que era a gente quando a gente mais se feria. Não, você é sincero demais, se fere. Não, não, não, gente. Pelo contrário, o que tá aqui no coração foi Deus que pôs. Hoje, graças a Deus, eu não represo mais nada do que tá aqui em relação a situações que tem que ser levadas em matéria de amor, de fraternidade, de renúncia, de paz, sabe? E aí a vida ficou muito mais leve e ficou muito mais fácil de ser vivida. Vamos falar das mães. Vocês são muito melhores do que nós pais. Não desfazendo do papel dos pais, mas eh o plus quem pôs foi Deus esse plus aí de dar a vida, né, Pat? >> Diga aí, diga aí. Já falou, >> ó, vou falar para vocês por que que foi legal a Pat. a gente acabou falando. Pat, entra lá para falar um pouco, porque nas férias da Patrícia aqui no Brasil, eu tive a sorte de conhecer pessoalmente o marido dela e o filho dela, né? E tivemos eu com Ana Paula e Amanda lá e foi maravilhoso. >> Parem as máquinas. >> Ah, >> parem as máquinas. Jairo, >> Jairo de Jesus. Nossa, >> que >> eu já tava começando a acreditar que o Jairo pegou o barco para pescar em alto

manda lá e foi maravilhoso. >> Parem as máquinas. >> Ah, >> parem as máquinas. Jairo, >> Jairo de Jesus. Nossa, >> que >> eu já tava começando a acreditar que o Jairo pegou o barco para pescar em alto mar. >> Ô Jairo, tá cheio de recado para você lá no grupo do Pó de Café. Você faz o favor de comparecer e responder. Pronto. Desculpa, Pedro. Pode continuar. Tinha um amigo meu, ele é um pedreiro, ele tinha mania de querer sumir da família quando saía com os amigos para ele saiu aqui de Betioga para pescar, entrava no barco e falava: "Não, em alto mar não pega, em alto mar não pega". Aí um dia o barco de amigos dele afundou, nunca mais ele veio com esse papo. De repente começou a funcionar o celular em alto, entendeu? Por quê? Porque eles viram quanto é importante ficar online com as pessoas que amam. Quase engasgo de tcir. >> Ô gente, ó, mas nosso assunto, né? >> Eh, vou falar, se vocês me permitirem, de duas coisas. Primeiro, de um de uma questão que o o Pedro tava falando sobre as nossas relações com os filhos, né? Que era isso que ele tava falando da que ele vai falar da Patrícia, ele vai completar o raciocínio porque eu interrompi, para variar um pouco, eu a louca interrompendo os outros. Eh, mas era por uma boa causa. A gente acordou Jaira. Tá tudo bem. Então, ah, eu, eh, eu fui numa das psiquiatras que eu fui levar o André e o o Ricardo foi junto. Fomos nós três, na verdade. E aí, depois de uma primeira conversa com os três, aquela doutora muito simpática, só que não, vira para mim e fala assim: "Olha, você precisa ser menos amiga dos seus filhos". E eu fiquei parada olhando pra cara dele e tentando entender o que significava exatamente isso. Você precisa ser mais mãe dele, menos amiga. É, tá de brincadeira, né? Foi a minha resposta para ela. Um esforço danado para ser amiga deles. E aí vira a doutora e fala para mim que eu tinha que ser menos amiga deles. Aí eu olhei pra cara do Ricardo, que é o mais velho, né? que também é o mais cara de pau também, mais parecido com comigo e

E aí vira a doutora e fala para mim que eu tinha que ser menos amiga deles. Aí eu olhei pra cara do Ricardo, que é o mais velho, né? que também é o mais cara de pau também, mais parecido com comigo e com o pai dele, inclusive. >> Eu falei assim, eu sou muito amiga. O Ricardo olhou para ela, falou assim: "Vai lá para casa, doutora, porque aí eu vou entrar no no tema que eu falei com vocês ontem e que eu acho que esse vídeo tem tudo a ver. A gente precisa restabelecer as nossas relações, o nosso comportamento como humanos, como seres humanos que vivem em grupo, que vivem em família, que vivem em comunidade, em sociedade. A gente precisa ser carinhoso, né, com a outra pessoa. A gente precisa ser emotivo. Chorar é uma coisa normal, não significa descontrole. Ri gostoso e abertamente é uma coisa maravilhosa. Faz bem pro coração, faz bem pra alma. Ontem escutei uma amiga minha mandou uma mensagem para mim, falou que sonhou comigo e que a melhor parte do sonho foi escutar minha risada contagiante. Tem coisa mais gostosa que isso, gente? Não tem. Eu já senti tanta vergonha da minha risada até um determinado ponto. Depois falei: "Hum, quer saber? Eu vou rir." Né? Eu tive um chefe eh na Record em São Paulo. Quando ele começou a trabalhar lá, eu tava em férias e ele era o gerente de jornalismo de lá, quer dizer, o o superchefe. Quando eu cheguei, os amigos, eu subi na escada de incêndio, os amigos viraram para mim e falaram assim: "Olha, você se controla". Porque não pode falar alto, não pode rir, que ele acha ruim. Você toma cuidado porque ele falou que ele manda embora. Diz que ele manda embora. Ele é bravo, ele é bravo, ele é bravo. Ah, tô danada. Fui lá, me apresentei, blá blá blá. E aí, né, não dá, né, gente? O povo fala as coisas engraçada e eu dava risada e aí parava a redação, depois ficava aquele silêncio. A terceira gargalhada que eu dei sai James Rúbio, que ele é um cara muito querido para mim, sai lá da sala dele e fala assim: "Eu também quero rir". Qual foi a piada? Eu não tive dúvida. Fui lá na

io. A terceira gargalhada que eu dei sai James Rúbio, que ele é um cara muito querido para mim, sai lá da sala dele e fala assim: "Eu também quero rir". Qual foi a piada? Eu não tive dúvida. Fui lá na sala dele, contei a piada e nós demos risada e o problema foi resolvido. É isso. Mas olha o que que a gente aprende que os espíritos superiores eles se comprazem nas reuniões sérias quando a gente tá em encontro em família, mas reuniões sérias regadas com amor. >> Isso. >> Tudo que é regado com amor não fere ninguém. >> Sério? É aquela quer protocolar que você chega com smoking que tem que pegar, comer metade do prato e devolver a outra metade com tanta gente passando fome, não é? >> Não, gente, >> você não precisa ser cisudo nem mal humorado para ser sério, né? Isso o André Luiz fala essa questão do rosto, né? Ah, naquele naquela passagem, naquela página saber falar, saber calar, não é? O André Luiz fala sobre a questão dos olhos. Os olhos são muito mais eloquentes do que a fala muit das vezes e basta ter olho de mãe para poder resolver a questão dos filhos. Você não precisa nem do chinelo. E ó, vou passar a palavra pra Patrícia. Então digo para vocês, conheci a Patrícia, quer dizer, conheci o marido dela e o filho pessoalmente, não é? Estávamos usando a Paula e eu lá, os pais da Patrícia também. Foi uma dia muito legal e lógico, a gente fica observando porque Jesus falou pra gente ter olhos de ver e ouvidos de ouvir. Foi isso que ele falou pra gente ter, não é? Porque ele pega isso lá do Velho Testamento. E olhos de ver do Cristo, ouvidos de ouvir, é o olho, o olho de amor, o olhar de Jesus, que Emanuel fala lá na página, o olhar de Jesus. E os ouvidos de ouvir são ouvir aquelas coisas que interessam a Jesus. E aí você começa a ver, sabe, aquela família sentada na mesa e fica numa felicidade enorme de ver que pessoas que estão são distantes de você, não é? Não tem o vínculo de ligação para poder um tá copiando o outro, seguir essa mesma linha de amor, a proximidade,

e fica numa felicidade enorme de ver que pessoas que estão são distantes de você, não é? Não tem o vínculo de ligação para poder um tá copiando o outro, seguir essa mesma linha de amor, a proximidade, né? A forma amiga com que conversam Patrícia e o filho, o filho com Patrícia dele poder falar o que tá pensando ou não da mesa, de falar assim: "Olha, eu não gostei disso aqui não, Maê, eu achei muito legal, não é?" E os dois olharem e olharem para ele e rirem e a gente ri também por se fossem pizudos na hora ia falar: "Cara, como é que você fala isso na frente da visita que você não conhece?" Entende >> ô Pedro? E é legal também porque eles têm uma experiência de mudança de cultura, né, que deve ser interessante paraa vida dos três. >> Diga assim, Patrícia. >> Patrícia é para você, Patrícia. Conta, conta pra gente. >> Ai, minha gente, olha, é por isso que em todos os meus perfis, né, desde muito tempo aí dessa data, mais ou menos um pouco antes que o Pedro falou, né, 2020, tem a borboleta, né, que tá atrás de mim e tá escrito em em constante transformação, porque esses amigos aqui são muito queridos, muito caros, muito bondosos, generosos, né? Porque nós estamos no caminho, né, buscando colocar em prática tudo que nós realmente encontramos eh através da doutrina espírita, como Pedro colocou, mas como bem falou Stellux ontem, a verdade que é uma só, né? a verdade, a verdade que liberta a mente primeiro, mas que aí então convida, né, o coração a viver, a sentir, a colocar em prática. Então é um caminho, né? É um caminho que começou também há pouco tempo, mas a gente tá firme no propósito. Então a gente coloca, né, para ele tudo que a gente estuda, eh tudo que a gente escuta, né? O que esse esse sentido todo que a vida espiritual eh fez para mim, né? E o pai também tem o entendimento, então a gente traz para ele, né? E deixar então que cada vez mais ele possa se colocar, ele possa se expressar, né, de uma forma adequada, eh, e que ele tem essa liberdade, né? E e nunca falamos, né? Não pode chorar,

az para ele, né? E deixar então que cada vez mais ele possa se colocar, ele possa se expressar, né, de uma forma adequada, eh, e que ele tem essa liberdade, né? E e nunca falamos, né? Não pode chorar, não pode isso, não pode aquilo. Mas claro, antes, né, de ter um entendimento maior, às vezes a gente tinha alguns comportamentos mais duros, né, mas, ó, não precisa, não é para tanto, né, veja bem, então vamos lá, vamos virar a página. E a gente foi fazendo uma alteração de, né, de colocações aí de relacionamento. Por que isso? Nós estamos aqui todos juntos, como Estela falou, né? Nós vivemos na lei de sociedade. Ela é imutável para que a gente possa aprender uns com os outros. E da mesma forma, né, que lindinho, no final o menino vai lá e mostra pro pai, né, que ele poderia utilizar o choro para uma melhora da vida dele. Ele também traz para nós esses ensinamentos, porque nós não sabemos eh que idade realmente nós temos, que espíritos que nós somos. Então, nós temos que estar abertos para receber o ensinamento que eles trazem para nós também, né, com com a bagagem deles, não desprezar isso. Então, é uma é uma construção, gente, é uma construção. E e todos os dias, isso que a Estela falou, a gente tenta, claro, estar próximo, mas também, né, como Pedro colocou, manter a linha, né, da responsabilidade que nós temos como pais, né, do compromisso que foi assumido, mas claro, né, eh, deixando aí espaço para que haja a troca afetiva, né, e para que haja, então, essa essa essa abertura do coração que é necessária para se viver as verdades espirituais, porque é aí que mora, né, a grande proposta do nosso querido professor Euí Barsonufo, de evangelização dos espíritos, que é a transformação do sentimento, né, e que e é o que vai eh evidenciar qual é a nossa verdadeira intenção no mundo. Esse bom dia café e tá bom demais. Obrigado por ser >> e para falar tudo isso sem chorar. >> É, gente, é porque é um aprendizado, né? A gente não chora porque o coração está repleto de coisas que precisam ser

dia café e tá bom demais. Obrigado por ser >> e para falar tudo isso sem chorar. >> É, gente, é porque é um aprendizado, né? A gente não chora porque o coração está repleto de coisas que precisam ser liberadas como numa eh elétrica. Não, não. A gente se ora, sabe por quê? pela alegria de se reencontrar interiormente. Quando chega nesse grau de conhecimento, é uma é uma satisfação interior. Essa satisfação interior que faz gente chorar, porque o nosso Senhor aguarda com a gente, Jesus fica feliz com a gente. É, eu fui uma vez fazer um uma exposição no aqui numa casa espírita de São Carlos e e eu fiquei muito emocionada porque além do conteúdo do do tema ser muito importante para mim, muito emocionante para mim, eu tava vendo ali, percebendo algumas entidades muito queridas, né? E óbvio que, né, do jeito que eu sou, eu chorei, né, e eu ainda fazia força para não chorar nessa época. Aliás, esse é um dos motivos de eu ter passado a chorar publicamente. Eh, Álvaro Morderrai é outro motivo, porque ele ainda chora mais que eu. Adoro, acho ótimo. E aí eu chorei ali na hora, precisei parar um pouquinho, respirar e continuei. E aí uma das pessoas, depois eu fiquei sabendo que uma das pessoas que tava lá falou: "Nossa, a palestrante tá como fala? Perturbada. A palestrante tá perturbada, chorando no meio da perturbação. E eu fiquei um tempão pensando sobre aquilo, sabe? Primeiro me incomodou bastante, depois eu fiquei pensando, por que será que ele achou que eu tava perturbada? E eu fui pensando, tratando daquilo na minha cabeça. E aí eu entendi que ele não entendeu, né? Que na verdade ele não tinha entendido o que tinha acontecido, apesar de eu parar e dizer: "Olha, vocês desculpem eu ficar emocionada, mas esse é um tema, né?" E eu tava falando sobre um tema muito delicado mesmo, tava falando sobre depressão, suicídio, enfim. E aí eu falei: "Ah, quer saber esse negócio? Quem achar, quem achar que eu tô perturbada vai achar se eu chorar, se eu der risada, se eu ficasse quieta, vai

a falando sobre depressão, suicídio, enfim. E aí eu falei: "Ah, quer saber esse negócio? Quem achar, quem achar que eu tô perturbada vai achar se eu chorar, se eu der risada, se eu ficasse quieta, vai achar que eu tô perturbada. Então, deixa para lá. Isso. E >> mas a gente tem que ter um tempo, né, para para desenvolver isso, porque infelizmente os últimos séculos, eu eu digo, eu posso dizer, se eu tiver errada, vocês me corrijam, os últimos séculos foram eh de nós mesmos desenvolvendo uma sociedade muito individualista, >> muito endurecida e desumanizada. Nós precisamos reverter isso já ontem, traz ontem. Então, ó, só um adendo. Isso tudo que o Pedro ouviu, viu, sentiu, né, com estando lá junto com a gente, é o trabalho dessa reconstrução. Gente, não cai do céu do dia paraa noite. É o trabalho do miudinho. É, a gente não tira rápido, viu, gente? A raiva, o ódio, os vícios do coração. Não é assim. Dá uma olhada na pessoa, amigo seu, amiga sua, parente seu, amigo, parente sua que caiu no vício do cigarro, da bebida. Essas são situações que não são fáceis de se perder. É igual quando a gente cria o hábito de ser duro, de ser irritadiço, de ter o olhar crítico. Isso vai atrapalhando a evolução e o coração vai ficando magoado, o coração vai ficando cheio de coisas que não precisa ficar. Só que o terceiro milênio tá aí. E Jesus é tão magnífico que ele já vai mandando, não é, os ensinamentos pra gente. Olha só quanta coisa a gente encontra hoje no YouTube, não é? Magnífica para poder acelerar o aprendizado. A gente lê, mas a gente pode ler, tá acompanhando palestras, a gente lê acompanhando lives, às vezes dicas como essa daqui, por exemplo, ó, capítulo 41. Para você que acha que o mundo tá ruim, dá uma olhada lá no livro Pão Nosso, capítulo 41. Olha o que o Emanuel fala, gente. A justiça será ultrapassada pelo amor. As máquinas não vomitarão chamas para o incêndio, para a morte, mas cuidarão pacificamente do progresso planetário. A pregação da lei viverá nos atos e pensamentos de todos, porque o cordeiro

lo amor. As máquinas não vomitarão chamas para o incêndio, para a morte, mas cuidarão pacificamente do progresso planetário. A pregação da lei viverá nos atos e pensamentos de todos, porque o cordeiro de Deus terá transformado o coração de cada homem em tabernáculo de luz eterna, em que o seu reino divino resplandecerá para sempre. Aí, aí >> é o nosso é o nosso papel nessa transformação, >> essa transformação de nos tornarmos mais humanos, mais sensíveis, mais amorosos, né, mais emocionalmente expostos para ajudar os deprimidos, não é? Para ajudar a todas as pessoas, todos os espíritos internaram com algum nível de questão eh de saúde mental. É nosso papel com eles. >> Diga, Patrícia, >> fala, Patrícia, que eu vou trazer um exemplo aqui. Porque nós, é o Pedro falou, nós fomos endurecidos. Eu me sinto muito endurecida também ainda, né? São momentos aí que vão sendo abertos paraa gente ter a oportunidade de vivenciar o amor, o sentimento mais sublime. E aí a gente se fecha, a gente se barra porque por causa de tudo isso que nós construímos anteriormente. Temos que vencer. >> Temos que vencer. Vocês dão uma olhada lá no capítulo 14 do Evangelho segundo Espiritismo. O Santo Agostinho ele usa o termo mãe, abraçai o filme quando André Luiz fala que o olhar é mais eloquente do que muitas palavras, não é? Que às vezes é verdade, a gente faz um olhar e o silêncio fala muito mais. Só que o abraçar também é muito importante. Eu já tive situações de ver a pessoa em desequilíbrio na mente e cheguei e abracei. Ficamos os dois calados. Aí eu me afastei. Quando eu vi o olho da pessoa tava cheio de lágrimas e o meu também ficou, né? Aí o que que aconteceu? Veio depois o abraço já entendendo o que estava acontecendo. >> Foi, foram dois abraços na sequência. Gente, quando eles nos pedem para tomar atitude, é porque eles sabem que isso dá resultado. Santo Agostinho que escreve aqui, ele foi um cara que deu trabalho enorme pra mãe dele. Só com 27 anos que ele acordou pro que ele precisava fazer.

atitude, é porque eles sabem que isso dá resultado. Santo Agostinho que escreve aqui, ele foi um cara que deu trabalho enorme pra mãe dele. Só com 27 anos que ele acordou pro que ele precisava fazer. >> Só que, ah, ele acordou pra missão. Não, não. Ele acordou para tentar resolver todos os erros, porque o cara errava pra caramba. Não era uma pessoa que tinha uma vida comum. Não, não, não. Então ele precisou arrumar os erros do passado, eh, tranquilizar o coração da mãe, que inclusive a mãe dele logo depois falece, não é? E ele agradece a mãe por ter perseverado com ele. Aliás, nós vemos muito isso acontecer. Dá uma passada na frente de qualquer presídio feminino e você vai ver nos dias de visita praticamente vazio. Dá uma passada em qualquer presídio masculino. >> É uma tristeza lotado de mulheres, mães na frente para visitar seus filhos. >> É uma tristeza isso. >> Não é uma tristeza tristeza. >> É uma tristeza. >> E e com uma coisa importante, né? Ah, eu fui mais de uma vez em presídio feminino, mas em uma delas a delegada responsável disse para mim que é muito, muito, muito raro você encontrar uma mulher violenta. As mulheres, normalmente, uma boa, uma uma maioria eh das que vão presas vão presas por defender o marido ou os filhos ou por eh estarem ligadas ao crime por causa do marido, do companheiro e dos filhos. Elas não se ligam voluntariamente, a não ser casos raros. E aí disse ela assim para mim: "Os casos muito raros são muito piores do que os homens". Sim, isso da >> porque eles são realmente E aí eu penso que nem o Pedro, né? Você tem lá um espírito que já reencarnou muitas vezes como homem e de e foi muito violento e aí ele vem como mulher para ver se ele muda o sentimento dele, muda um pouco a contição dele. E aí ele entra nesse caso que ela disse para mim, que ela relatou para mim, de mulher, das raras mulheres que são violentas, raríssimas mulheres violentas, ela falou. E a gente tá falando de violência, violência. Estamos falando aqui de violência psicológica,

elatou para mim, de mulher, das raras mulheres que são violentas, raríssimas mulheres violentas, ela falou. E a gente tá falando de violência, violência. Estamos falando aqui de violência psicológica, viu, gente? É, a gente tá falando de violência física, violência eh de bandido, né, essas coisas. >> E ó, que bonito, Patrícia, Estela, as pessoas estão tendo coragem, ão, não é coragem, estão se sentindo à vontade de poder falar que também choram aqui a a Hélier Maria, não é? A Maí também falando, porque gente, >> eh essa mudança é extremamente necessária. >> Diante de uma situação dessa, o mundo muda e nós precisamos muito disso. Olha, lembrem do livro Nosso Lar. No livro Nosso Lar tem aquela passagem que toca as trombetas. asetas, não, a as cinetas do aviso que eles pedem para todos entrarem na frequência da prece, porque a terra estava a caminho de uma situação de guerra. Que que eles pedem lá? Vamos orar. Fazemos a oração para poder ajudar aqui embaixo. Hoje nós temos um conhecimento que não tínhamos no passado, porque nós temos o nosso acesso à internet. Então, a gente pode sim daqui ajudar o mundo espiritual a fazer dissipar toda essa vibração densa, essa situação densa que está no no plasma, no no >> no plasma. Psicosfera. Essa é a palavra certa. Obrigado. Na psicosfera de uma Europa. >> Nova psicosfera de uma Ásia, na psicosfera de uma parte do norte da América. Então é importante que a gente faça a nossa parte. Voltando só aqui do capítulo 14, Santo Agostinho fala em relação ao papel que a gente tem de amar. Ele fala assim: "Gente, olha, a tarefa não é tão difícil quanto vos possa parecer. Não exige o saber do mundo. Podem desempenhá-la assim o ignorante como sábio. E o espiritismo facilita o desempenho porque dá a conhecer a causa das imperfeições da alma humana. Olha que barato, a gente conhecendo as nossas imperfeições, a gente consegue ver, não é, nos outros aquilo que se reflete na gente, porque nós somos testados exteriormente naquilo que a gente carrega interiormente, como até o André

endo as nossas imperfeições, a gente consegue ver, não é, nos outros aquilo que se reflete na gente, porque nós somos testados exteriormente naquilo que a gente carrega interiormente, como até o André Luiz fala isso. >> Ô Patrícia, é muito dif sentiu nessas mudanças que você fez aí de um país pro outro, muita diferença sobre isso, inclusive? Sim, sim, claro. Muita diferença. Eu acho que estar nos Estados Unidos te convoca um estado de alerta muito maior, né? e de olhar só pro feito, mais para o dever do que eh, né, de cumprir as coisas e de estar tudo correto no lugar. Então, te coloca numa nesse estado mais de alerta e fora de lá eu sinto completamente diferente, completamente diferente, né? que há espaço sim para que a gente vá revendo as nossas imperfeições, né? Lá parece tá todo mundo pronto, tá todo mundo perfeito, tá tudo certo, então seja perfeito também, senão você não cabe aqui, né? Então te exacerba algumas características se você já tem, né? Ou te angustia se você não tem, né? Para se colocar nesse lugar. Então você cobra de você e você cobra do outro. E meu filho foi praticamente criado lá, né, desde pequeno. Então, realmente a mudança te nos trouxe, né, essa condição mais aberta, mais desestruturada, que não quer dizer desorganizada, mas que te permite transitar de uma forma mais tranquila, menos eh eh rígida, né, para não usar nenhuma palavra mais forte, mais essa rigidez que nos tira essa busca aqui, entendeu? Que nos tira dessa condição aqui de achar que a tarefa é difícil. Não, a tarefa só é difícil se você busca a informação do mundo para lidar e para tentar cumprir a sua missão. Mas se você busca as a verdade, né, a verdade que nós somos seres espirituais, a tarefa fica muito mais tranquila. Não que aqui haja uma disseminação maior, né, da questão da vida espiritual, do mundo espiritual, mas há uma exigência menor de perfeccionismo, de ter que fazer como foi estabelecido pela regra do mundo. Então você consegue transitar por essas por esses caminhos

da espiritual, do mundo espiritual, mas há uma exigência menor de perfeccionismo, de ter que fazer como foi estabelecido pela regra do mundo. Então você consegue transitar por essas por esses caminhos com mais tranquilidade e sem olhar tanto para fora e olhar mais para dentro, né? E viver essas relações interpessoais com mais tranquilidade. É isso que eu sinto. >> Uau, que legal. Charazinha experiência, gente. É, >> é. A xarazinha colocou aqui, ó, com exceção dos psicopatas, não existem criminosos que são são seres em dores extrema, tanta dor passa a provocar dor, não aprendendo sobre o benefício do perdão e autoerdão. Não, não tenho dúvida, querida. O uso dos criminosos é porque é o vocabulário que a gente tem como encarnado, né? Agora de com certeza, com certeza nós todos já fomos já diria né >> nas mais variadas formas e com as mais variadas consequências. Eu de minha parte não tenho dúvida disso, sabe? >> Mas já diria Chico, né, que somos todos criminosos, só não fomos descobertas. Exatamente. >> A que lei então a que lei nós estamos respondendo? É, sabe que isso isso é interessante no autoconhecimento, né? E eu uma vez brincando, conversando com uma uma amiga minha, eu falei para ela, né? O mesmo cachorro da minha da mesma vizinha me mordeu três vezes, as três vezes em situações diferentes, porque eu reagi de forma diferente e eu a eu só não fiz o que eu tinha que fazer, né? ficar quieta. Eu não fiz, então ele me mordeu. Eh, mas não era um cachorro bravo nem ruim, não. Foram as circunstâncias mesmo. Mas eu re cada e e por que que eu tô contando isso para vocês? Porque a gente reage de formas diferentes à mesma situação. Então, conforme a o dia que você tá, a situação que você tá. E eu penso a mesma coisa quando a gente fala das pessoas que cometeram crimes, né? Será que eu reagiria de maneira diferente do que ele fez se eu estivesse no corpo dele, na vida dele, nas condições que ele vive? Será que eu faria diferente? Exatamente. Ou não? Ou eu falo que eu faria diferente porque

a de maneira diferente do que ele fez se eu estivesse no corpo dele, na vida dele, nas condições que ele vive? Será que eu faria diferente? Exatamente. Ou não? Ou eu falo que eu faria diferente porque hoje eu tô numa condição completamente diferente da que ele tem ou ela tem, né? Então, eh, essa essa é uma pergunta que a gente precisa fazer. Tá errado o que, o que foi feito? Tá, precisa ser eh penalizado de acordo com a lei humana. Precisa, mas a gente não pode esquecer que poderia ser eu ou você na pele dele. >> Uhum. >> Na pele eu tô dizendo no corpo, né? Eh, para entender melhor. >> Poderia ter qualquer um de nós lá. E aí? É, é, a gente tem que estar naquele ambiente para se provar verdadeiramente. >> É isso. >> É, então foi nesse sentido, viu, ô Xarazinha? Fica sossegada. >> Magnífico, pessoal. Esse programa valeu muito a pena. a gente sente, sai daqui com uma aula de amor, com a vontade de vencer mais e mais e mais e sabendo que a gente pode sim fazer a diferença na construção de um mundo melhor, a começar do nosso interior, a começar da nossa família, aliás, o nosso compromisso primeiro é com a família, não é? Mandassem os seus próprios filhos pra linha de frente, terminaria a guerra rapidinho. Então, eh, aqueles que querem as guerras, os seus filhos vão pro final. >> Então, beij só. Não é? E aí a guerra terminaria rapidinho. Sabe por quê? Porque fazeis aos outros o quereis que vos façam, não é? Essa lei universal, pessoal, vou botar aqui um uma Olha, esse bannerzinho aqui é da banner da reunião de preces que são feitas às quintas-feiras às 18 horas lá no grupo Fã de Jesus Espíritas. Finalmente eu consegui colocar porque o computador abriu o meu WhatsApp, nunca tava conseguindo, lembra? A Estela e a Marilda capitaneiam essa oração, não é? Às 18 horas, é um link lá pelo Google Beat. OK. Eu acho que chegou a hora então da gente terminar aqui o programa para o próximo programa ou com a Patrícia ou com o Jarucos. De repente a gente pode jogar até pauta do Jaruca, se

elo Google Beat. OK. Eu acho que chegou a hora então da gente terminar aqui o programa para o próximo programa ou com a Patrícia ou com o Jarucos. De repente a gente pode jogar até pauta do Jaruca, se ele não tiver atrapalhando ele. Eh, falar dos hospitais espíritas. O Júlio mandou o Hospital Espírita André Luiz lá de B Horizonte e nós temos aqui o Hospital Espírita de Caieiras, eh, aqui em São Paulo. Eh, existe vários outros, é que esse daqui nós já temos os vídeos no estúdio, então vocês fiquem à vontade. Nós não precisamos chegar até quinta-feira para falar desse assunto porque aí já demora demais e nós não temos mais tempo a perder para socorrer. Nós temos que socorrer uma sociedade que está ferida e o nosso papel é ajudar a tirar essa esse estancar, não é? Esse >> segunda-feira, segunda-feira nós temos Orson Peter Carrara falando sobre Caiaro, >> 120 anos de fundação do primeiro centro espírita aqui do do centro do estado de São Paulo. E terça-feira nós temos >> fraternidade sem fronteira. Nós só não estamos colocando a o banner do Orson porque não tem foto, né? >> Ah, é? Mas olha aqui, ó. Olha a terça-feira aqui. Puchão de orelha, gente. Acabei de tomar o puxão de orelha. >> Eu fiz a minha parte. >> Eu fiz a minha parte. >> Lá terça-feira o Wagner do Fraternidade sem Fronteiras, pessoal, estará falando com a Patrícia. Eu só não sei em que lugar que ele está no mundo, né, Patrícia? Pergolos. Tá. >> Ah, é Lux também. E eu vou estar assistindo vocês. Escuta, a gente não tinha montado bom dia, não tinha montado bom dia café com vocês para eu ter folga? >> Tinha. Mas hoje você tava em casa. >> Soldado no quartel, meu bem. >> Ei, soldado no quartel tá pedindo serviço. >> É, são ocasiões especiais. Tô entendendo. >> Olha, pessoal, ficamos todos à vontade que a Estela é esperta. Ela tá tentando fazer com que eu quebre o recorde, mas eu não vou quebrar. >> Você já quebrou, amor. Ó, mas ó, a Isabela, ó a frase bonita da Isabela. O conhecimento não é nada sem o amor. Gostei disso, Isabela. Muito bonito. O

ue eu quebre o recorde, mas eu não vou quebrar. >> Você já quebrou, amor. Ó, mas ó, a Isabela, ó a frase bonita da Isabela. O conhecimento não é nada sem o amor. Gostei disso, Isabela. Muito bonito. O conhecimento não é nada sem o amor. >> Conhecimento não é nada. Não é nada. >> Sem amor. >> Ah, >> tá ótimo. Muito bom. Disse Paulo. >> Vamos lá. Vamos encerrar hoje então o programa. Vamos encerrar com essa uma com esse poema musicado da senora Samuel Wada. Que vocês acham dança com Deus que é maravilhoso, tenho simplicidade também é outro. Eu sou meio e eu sou suspeito para para falar porque eu adoro todos, né? E tem o marca de amor, mas se eu botar o marca de amor, eu vou bater o recorde. Eu não vou bater o recorde hoje. Comite a vida. >> Ele já é seu. Para de chiar. >> Então coloca, ó. Deixa o amor te levar. >> Isso. Então põe, põe, põe aí, comanda daí. Então pessoal, até a próxima. Se o Jair amanhã não falar dos hospitais, na quarta-feira as tela ou eu na quinta falo. A paz de Deus esteja com todos, pessoal. >> Tchau, gente. >> Manda daí, Patrícia. Fecha os olhos, sente enfim, por o amor que pulsa ao peito. Doce a cuidar de ti, te querendo ter feliz, mas ainda ao medo preso. Abre os olhos, larga o medo, deixa esse amor te levar ao teu mundo verdadeiro, tão suave e tão pequeno. Os teus sonhos estão lá. Vê teus sonhos na harmonia que sustenta o universo e confia que és na vida a mais preciosa filha e aprendizado eterno. O amor te perfuma a vida com a fragância da certeza de que em dor ou na alegria, tudo a teu favor conspira a alcançares o que almejas. Mira a lua, ao céu bailando, feliz por te ver passar. É a noite te adorando, estrelas brilham, tentando tua atenção chamar. Sente a luz do avorecer, recebendo a noite fria. Novo sol a te aquecer, esperança a reviver no raiar de um novo dia. Sente a brisa acolhedora num suave de tocar. Te a carinha tão zelosa te sussurra e te consola te fazendo acerenar. Toca a relva esquecida, sente a folha perfumada, nem vistosa, nem florida, mas

o dia. Sente a brisa acolhedora num suave de tocar. Te a carinha tão zelosa te sussurra e te consola te fazendo acerenar. Toca a relva esquecida, sente a folha perfumada, nem vistosa, nem florida, mas dedica a própria vida a suavizar-te a marcha. Mira os rostos que te ferem nessa terra de ilusão com o olhar de amor perenue. Vê, perdoa e segue em frente. Novos mundos se abrirão. E perceberás que a vida é de tal simplicidade que o mal não se justifica, nem a dor que mais resista ao que ama de verdade.

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